Grey’s Anatomy quebra o recorde de E.R. e vira a série médica mais longa da TV americana
“Grey’s Anatomy” atingiu uma marca história nesta quinta (28/2) com a exibição de “We Didn’t Start the Fire”, seu 332º episódio. Atualmente em sua 15ª temporada, a atração da rede ABC se tornou a série médica mais longa da TV americana, superando o recorde de “Plantão Médico” (E.R.), que foi encerrada em 2009 com 331 capítulos. Durante uma entrevista nesta semana para promover sua nova série, “Catch 22” – a primeira desde que saiu de “E.R.” – , o astro George Clooney chegou a brincar ao saber que o recorde seria quebrado. “Acho que temos que voltar para fazer mais alguns episódios”, disse o antigo intérprete do Dr. Ross. Noah Wyle também usou de bom humor para comentar estava se sentindo velho com essa situação, ao ser perguntado sobre a ultrapassagem, enquanto divulgava sua nova série, “The Red Line”. “Eu nunca me senti tão velho como estou me sentindo hoje. Eu me sinto como Alan Alda agora: ‘Bom para vocês, crianças! Nunca pensei que quebrariam o recorde!’. Bom para eles”, declarou o antigo Dr. Carter, lembrando que “E.R.” quebrou o recorde da série de Alda, “M*A*S*H”. Falando à revista The Hollywood Reporter, a showrunner de “Grey’s Anatomy’s”, Krista Vernoff, celebrou com um agradecimento aos pioneiros. “Temos uma enorme dívida de gratidão a “E.R.’. Sem ela, ‘Grey’s’ não existiria”, disse, reconhecimento a influência da série do produtor John Wells. Curiosamente, para marcar a data especial, Vernoff decidiu produzir seu primeiro episódio “sem Medicina” – ou seja, sem o paciente ou caso médico da semana. Todo o capítulo 15 da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy” é focado na vida pessoal dos médicos, lembrando que a série é principalmente sobre relações humanas. Para completar, um dos atores que está em “Grey’s Anatomy” desde o primeiro episódio assina a direção: Chandra Wilson, intérprete da Dra. Miranda Bailey. Criada por Shonda Rhimes em 2005, “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony, que transmitirá “We Didn’t Start the Fire” em 8 de abril.
Séries Chicago Fire, Chicago PD e Chicago Med são renovadas por mais um ano
A rede americana NBC renovou as três séries do produtor Dick Wolf passadas em Chicago, mantendo a franquia intacta por mais uma temporada televisiva. Com a renovação, a série de bombeiros “Chicago Fire” chegará a sua 8ª temporada, enquanto a policial “Chicago PD” vai para a 7ª e a médica, “Chicago Med”, vai exibir sua 5ª temporada. A franquia originalmente incluía ainda “Chicago Justice”, que foi cancelada há dois anos. As três vêm registrando aumento de audiência em seus episódios mais recentes, e mantém uma média muito próximo de público – que chega a 11 milhões de telespectadores em todas as plataformas nos Estados Unidos. No Brasil, as séries de Chicago são exibidas no canal pago Universal. A Record também exibe “Chicago Fire” na TV aberta com outro título: “Heróis contra o Fogo”.
Série Strike Back vai acabar pela segunda vez
O canal pago americano Cinemax anunciou a renovação e o final de “Strike Back”, que se encerrará com a produção de sua 7ª temporada. Esta será a segunda vez que a série deixará de ser produzida. “Strike Back” foi a primeira produção original encomendada pelo Cinemax e se tornou uma marca importante, a ponto de ser resgatada quando o canal quis se reposicionar, após flertar com atrações de outros gêneros. A versão original de “Strike Back” era uma adaptação do livro homônimo do ex-militar Chris Ryan, e gira em torno do time de elite militar da Section 20, uma divisão secreta do Departamento de Defesa do Reino Unido, que opera missões de alto risco ao redor do mundo. As primeiras quatro temporadas duraram até 2015, estreladas por Sullivan Stapleton (hoje em “Blindspot”) e Philip Winchester (“Chicago Justice”). A produção foi abandonada quando o canal enveredou por séries de prestígio. Mas o entusiasmo do Cinemax com o novo filão durou pouco, devido aos custos mais elevados. O que levou ao cancelamento coletivo de toda a sua programação, incluindo “The Knick”, “Outcast” e “Quarry”, para se focar exclusivamente em série de ação, com custos barateados por meio de coproduções – no caso, de “Strike Back”, com o canal pago britânico Sky. O reboot de “Strike Back” foi inaugurado no ano passado com novo elenco – Roxanne McKee (série “Dominion”), Warren Brown (“Luther”), Daniel MacPherson (“The Shannara Chronicles”) e Alin Sumarwata (série “Neighbours”) – , mas Stapleton e Winchester fizeram participações especiais num episódio-duplo especial. A 6ª temporada acaba em 26 de março e ainda não há previsão de estreia dos derradeiros capítulos. Vale lembrar que, apesar de a série estar chegando ao fim, o canal já desenvolve outros programas de ação com o mesmo perfil, incluindo as anunciadas “Warrior” e “Gangs of London”.
Após ser salva do cancelamento, Brooklyn Nine-Nine é renovada para mais um ano
A rede NBC anunciou a renovação de “Brooklyn Nine-Nine” para sua 7ª temporada, mostrando que sua aposta no resgate da série deu certo. Para quem não lembra, a série de comédia chegou a ser cancelada pela Fox no ano passado. Mas o cancelamento “não pegou”, porque, no dia seguinte, a NBC, que produz a atração via estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. “Tem sido uma das nossas maiores alegrias como rede de TV poder dar uma segunda vida a ‘Brooklyn Nine-Nine'”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-Presidentes de Programação da NBC Entertainment em comunicado. E elas podem mesmo comemorar. A estreia da 6ª temporada foi exibida em 10 de janeiro nos Estados Unidos, diante de aproximadamente 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e com registro de 1,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Os números podem não parecer particularmente altos, mas indicam um grande aumento de público em relação à exibição da série na Fox. A diferença é de exatamente 71% mais público do que a audiência da estreia da 5ª temporada, em setembro de 2017. A audiência média da série na Fox estava em 1,7 milhões de espectadores e 0,74 ponto. A 6ª temporada está marcando 2,8 milhões e 0,9 ponto na NBC. A mudança foi significativa o suficiente para o canal encomendar mais episódios já para a atual temporada – que teria inicialmente 13 episódios, mas foi expandida para 18 após a boa performance. Para completar, a série continua aclamada pela crítica. Os novos capítulos atingiram 100% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.
André Previn (1929 – 2019)
Morreu o compositor, maestro e pianista André Previn, quatro vezes vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora, e ex-marido da atriz Mia Farrow. Ele tinha 89 anos e faleceu em sua casa em Manhattan, Nova York, de causa não revelada. Nascido em Berlim como Andreas Ludwig Priwin, o futuro músico fugiu da Alemanha durante a ascensão do nazismo, viajando ainda criança com sua família para os Estados Unidos. Eles se estabeleceram em Los Angeles, onde um parente já vinha fazendo sucesso profissional: o compositor Charles Previn, vencedor do Oscar pela trilha sonora do musical “100 Homens e uma Menina” (1937). A família inteira mudou o nome para Previn, que soava menos judeu. Mas como o pai não falava inglês, o único emprego que o ex-juiz alemão conseguiu foi como professor de piano. E isso empurrou o jovem Andreas, agora André, muito cedo para o mercado de trabalho, pois as contas da família não fechavam. A conexão com o tio famoso lhe deu uma chance em Hollywood, que acabou se transformando em carreira. O jovem arranjou um “bico” nos estúdios MGM em 1946, enquanto ainda cursava a Beverly Hills High School. Seu primeiro trabalho no estúdio foi como supervisor musical do noir “Correntes Ocultas” (1946), de Vincent Minelli. Tinha só 16 anos, o que o fez ser bastante explorado, enquanto construía uma fama de prodígio. Já no filme seguinte, foi promovido a compositor de músicas adicionais e pianista, sem créditos. Ao ser destacado para os musicais do estúdio, chegou a trabalhar em dois longas de Frank Sinatra antes de atingir a maioridade, como “compositor anônimo” das músicas adicionais de “Aconteceu Assim” (1947) e “Beijou-me um Bandido” (1948). Sua carreira progrediu rapidamente. Em um ano, escalou várias posições até assumir a trilha de seu primeiro filme. Foi promovido a maestro em “Ato de Violência” (1949), de Fred Zinnemann, passou a ser creditado como diretor musical em “Mercado Humano” (1949), de Anthony Mann, e virou compositor com “Sol da Manhã” (1949), de Richard Thorpe. Um ano depois, foi indicado ao primeiro Oscar, pela trilha de “Três Palavrinhas” (1950), também de Richard Thorpe. Comemorou a façanha aos 20 anos de idade. Ao todo, Previn concorreu 11 vezes ao Oscar, vencendo quatro, pelos musicais “Gigi” (1958), “Porgy e Bess” (1959), “Irma La Douce” (1963) e “Minha Bela Dama” (1964). No auge da carreira, ele surpreendeu a todos ao anunciar que iria dar um tempo nas composições de cinema para se dedicar à carreira musical. Tinha pouco mais de 30 anos e já pensava em se aposentar de Hollywood. E embora não tivesse abandonado prontamente as produções cinematográficas, ele não voltou atrás em sua decisão de se afastar das telas. A pausa original durou da comédia “Uma Loura Por um Milhão” (1966), de Billy Wilder, até “Delírio de Amor” (1971), de Ken Russell. E só foi uma pausa porque ele abriu uma exceção para o filme de Russell, devido ao tema: uma cinebiografia do compositor Tchaikovsky. Depois disso, aceitou apenas conduzir as orquestras responsáveis pelas gravações das trilhas, função que exerceu no musical “Jesus Cristo Superstar” (1973), que lhe rendeu sua última indicação ao Oscar, e na sci-fi “Rollerball: Os Gladiadores do Futuro” (1975). Longe do cinema, ele viu a carreira musical florescer, chegando a gravar cerca de 500 discos. Também foi maestro da várias orquestras, entre elas a Sinfônica e a Filarmônica de Londres, compôs músicas para a Broadway, sendo indicado ao Tony por suas canções de “Coco” (1969), criou duas óperas e recebeu seis indicações ao Emmy por trabalhos de TV. “Na MGM, você sabia que ia trabalhar no ano seguinte, sabia que seria pago”, Previn disse ao jornal The Guardian em 2008. “Mas eu era muito ambicioso musicalmente para me conformar com isso. Eu queria apostar em desenvolver o talento que poderia ter.” Em sua carreira musical, Previn foi extremamente versátil, estabelecendo-se inicialmente como um pianista de jazz (gênero a que voltou nos anos 1980), antes de se tornar reconhecido por seus muitos trabalhos de música erudita. De seus 10 prêmios Grammy (o “Oscar da música”), cinco foram conquistados por suas gravações clássicas, dois pelas trilhas sonoras, dois pelos discos jazz e um pelo álbum pop “Like Young”, de 1958. Em 2010, ele recebeu um Grammy honorário pelas realizações de sua carreira. O reconhecimento profissional foi acompanhado por uma vida pessoal atribulada. Previn se casou e se divorciou cinco vezes. O primeiro casamento, em 1952, foi com a cantora de jazz Betty Bennett, de quem se divorciou em 1957, poucos meses após ela dar luz à segunda filha do casal, Alicia Previn (violinista da banda irlandesa In Tua Nua e fundadora dos Young Dubliners). Ele teve uma extensa relação de trabalho com sua segunda esposa, a letrista, cantora, compositora e poeta Dory Previn. Casados em 1959, fizeram parceria em canções de filmes famosos como “Dois na Gangorra” (1962), “Um Amor do Outro Mundo” (1964), “À Procura do Destino” (1965) e “Harper – O Caçador de Aventuras” (1966). Dory lutou com problemas emocionais e psicológicos ao longo de seu casamento de 11 anos, e teve um colapso quando Previn lhe disse que a estava trocando por Mia Farrow. O compositor e a mãe do “Bebê de Rosemary” se casaram em 1970 e sua união durou apenas nove anos. Previn teve seis filhos com Mia, três biológicos e três adotados. Uma das crianças, Soon-Yi Previn, adotada na Coreia, acabou sendo pivô de um escândalo após a separação do casal. Em 1992, Farrow descobriu que seu então namorado Woody Allen estava tendo um caso com a jovem Soon-Yi. Logo em seguida, acusou o diretor de ter abusado da filha deles, Dylan, que ainda era uma criança. A polêmica dura até hoje, embora, em 1997, Soon-Yi e Woody Allen tenham se casado – e também adotaram duas meninas. Depois do seu quarto casamento (com Heather Sneddon em 1982, o mais longevo, que durou até 2002), Previn casou-se com a violinista alemã Anne-Sophie Mutter, posteriormente escrevendo um concerto de violino para ela. Divorciaram-se em 2006, mas continuaram amigos e a trabalhar juntos ocasionalmente.
Personagens de Game of Thrones ganham 20 pôsteres individuais
A HBO divulgou 20 novas pôsteres de personagens da aguardada 8ª temporada de “Game of Thrones”. Os cartazes destacam heróis e vilões, inclusive o terrível Rei da Noite, líder dos Caminhantes Brancos. E todos se revesam sentados no trono de ferro. As ilustrações escuras ainda permitem vislumbrar os novos uniformes trajados pelos personagens. Mas dois detalhes inesperados chamam atenção: a presença de Melissandre, a sacerdotisa vermelha (vivida por Carice van Houten), que já teria cumprido seu papel na trama, e a pose de Jon Snow (Kit Harington), que remete à imagem do primeiro pôster da série, quando Ned Stark (Sean Bean) segurava uma espada na mesma posição, a se sentar no trono. O último ano da série terá apenas seis episódios de longa duração, que o presidente da HBO descreveu como seis filmes. A estreia está marcada para 14 de abril em todo o mundo.
Luke Perry é internado em hospital após sofrer AVC
O ator Luke Perry, da série clássica “Barrados no Baile” e da atual série “Riverdale”, foi internado num hospital após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral), termo conhecido popularmente como “derrame”, na quarta-feira (27/2). Paramédicos responderam a um chamado na casa do ator em Sherman Oaks, na Califórnia, por volta das 9h40 (horário local), e o levaram a um hospital nas proximidades. A assessoria de imprensa de Perry confirmou que ele permanece em observação no hospital, mas não deu mais detalhes sobre seu estado de saúde. Atualmente com 52 anos, Perry despontou para o estrelato como o jovem galã rebelde Dylan McKay, de “Barrados no Baile”, que ficou no ar entre 1990 e 2000. O elenco original daquela atração vai voltar a se encontrar em nova produção no próximo verão norte-americano, mas não havia previsão dele retornar, já que está no ar em “Riverdale” como Fred Andrews, pai do protagonista Archie (KJ Apa). “Riverdale” está na fase final de produção de sua 3ª temporada e já foi renovada para mais um ano pelo canal pago CW. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner.
Diretor confirma morte vista no trailer de X-Men: Fênix Negra
Simon Kinberg chutou o balde. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly após o novo trailer de “X-Men: Fênix Negra” apontar a morte de uma personagem importante da franquia, o roteirista, diretor e produtor do filme confirmou o spoiler. Para justificar o destino de Mística, a personagem de Jennifer Lawrence, Kinberg disse que a intenção era mostrar que “esse filme não é como qualquer outro dos X-Men”. “É um filme em que coisas chocantes acontecem, em que coisas intensas e dramáticas acontecem. As pessoas não caem de prédios, sacodem a poeira e tudo bem. Há uma realidade e uma consequência nesse filme. Mais que isso, ele mostra que Jean [a Fênix Negra] é uma ameaça genuína para todo mundo, incluindo os X-Men”, afirmou. O diretor confessou à Entertainment Weekly que sentiu um misto de emoções ao criar o roteiro, pois Jennifer Lawrence era sua amiga e ele também temeu decepcionar seus fãs. “Mas senti que era a opção mais forte e dramática ara o filme. Às vezes você tem de tomar esse tipo de decisões duras para servir a uma história maior. E a história maior é Jean perdendo o controle, porque ela é mais forte que tudo no mundo. Para dramatizar isso, você precisa mostrar uma perda real, dor real. Tinha de ser pessoal, tinha de mostrar uma fratura nos X-Men. Mística era parte do universo dos X-Men e do mundo de Magneto. Sua morte impacta literalmente a todos.” Vale lembrar que os argumentos também servem de justificativa para o que aconteceu em “X-Men: O Confronto Final”, que contou a mesma história. No filme de 2006, Jean Grey mata Cíclope e o Professor Xavier antes de ser detida. O autor do roteiro, por sinal, é o mesmo de agora. Na ocasião, o resultado decepcionou tanto os fãs que a franquia quase acabou – precisou passar por um reboot em “X-Men: Primeira Classe” – e inspirou “X-Men: Dias de um Passado Esquecido” a reverter as mortes causadas pela Fênix Negra. Questionado se há mais mortes em seu remake, Kinberg disse apenas que haverá outras grandes “vítimas” no filme. Ele também adiantou que Selene, personagem do Círculo do Inferno, acompanha Magneto em sua tentativa de vingar Mística. E tentou manter a personagem de Jessica Chastain misteriosa, embora tudo indique que ela seja amálgama de diferentes personagens – porque, claro, não devem existir vilões suficientes no universo dos quadrinhos para Kinberg precisar criar um novo. Em sua descrição, o diretor diz apenas que “a personagem é uma alienígena”. “A personagem de Chastain vem buscando essa força cósmica que atinge Jean e isso a leva ao planeta Terra. É um a força que ela quer ou controlar ou destruir.” Para encerrar a entrevista, Kinberg foi questionado se “Fênix Negra” é realmente o último filme dessa encarnação dos X-Men. “Eu realmente não sei. Não tivemos conversas formais com a Disney. Conheço Kevin Feige muito bem. Mas não tivemos conversas oficiais, pelo fato de a fusão não ter sido oficializada ainda. O interessante é que comecei esse filme muito antes disso e tive uma visão de fazer esse filme como se fosse uma história final. Não que não possa haver mais filmes, mas quis dar um ar de desfecho. É o clímax da franquia”, concluiu o diretor. A estreia, que já esteve marcada para novembro do ano passado, é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Rami Malek negocia viver o vilão do próximo filme de 007
O ator Rami Malek, que venceu o Oscar 2019 por viver Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”, negocia interpretar o vilão do próximo filme de James Bond. Ele está na lista de favoritos dos produtores pelo menos desde dezembro, quando surgiram os primeiros indícios do interesse. Mas as conversas não avançaram porque as filmagens tinham conflito com as datas de gravação da última temporada de “Mr. Robot”, estrelada por Malek. A situação mudou após o Oscar. O site Collider apurou que detalhes estão sendo acertados para que Malek possa trabalhar na série e no filme. O 25º filme de 007, que ainda não tem título, será dirigido pelo cineasta americano Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) e voltará a trazer novamente Daniel Craig como o agente secreto James Bond, em sua quinta atuação como o personagem. Ele voltará acompanhado por Léa Seydoux, Naomie Harris, Ben Whishaw e Ralph Fiennes. A estreia está marcada para abril de 2020.
Will Smith não voltará a viver o Pistoleiro em Esquadrão Suicida 2
O ator Will Smith não participará das filmagens de “Esquadrão Suicida 2”, apurou o site The Wrap. O intérprete do Pistoleiro teve conflito de agenda com a produção, que começará a ser rodada em setembro. A Warner não deve mexer no cronograma, porque também foi difícil encaixar Margot Robbie, que retorna como Arlequina. “Esquadrão Suicida 2” será escrito e dirigido por James Gunn, o responsável pela franquia “Guardiões da Galáxia”, que foi demitido pela Disney após polêmicos tuítes antigos virem à tona. O primeiro “Esquadrão Suicida” fez US$ 746,8 milhões em todo o mundo, mas foi destruído pela crítica por ter um fiapo de roteiro e não aproveitar sua premissa. Por conta disso, a Warner teria dado liberdade para Gunn recriar a franquia. Segundo a revista The Holllywood Reporter, o novo filme não seria sequer chamado de “Esquadrão Suicida 2” para deixar claro que não é uma sequência direta, mas um relançamento. Fontes da publicação informam que o roteiro de Gunn aborda novos personagens (e atores) e segue o tom estabelecidos com sucesso nos dois filmes dos “Guardiões da Galáxia”. A Warner marcou a estreia do novo “Esquadrão Suicida” para 6 de agosto de 2021. Mas antes disso a Arlequina, interpretada por Margot Robbie, vai voltar aos cinemas. Ela é uma das personagens de “Aves de Rapina”, cuja estreia está programada para 7 de fevereiro de 2020. Este filme já liberou seu primeiro teaser. Veja aqui.
Novo trailer de X-Men: Fênix Negra deixa claro qual mutante morre no final da saga
A Fox divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”. E a prévia entrega logo quem morre no confronto com a personagem-título, entregando o maior spoiler da produção, que já tinha vazado nos fóruns do Reddit. Como a informação surgiu após sessões-testes mal-avaliadas, seguidas por refilmagens extensas, havia esperança de que o estúdio tivesse mudado de ideia. Aparentemente, isso não aconteceu, porque o roteirista também é produtor e diretor do filme. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Tanto que os X-Men passaram por um reboot após esse lançamento. A conhecida história acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Os fãs podem discordar e desta vez não haverá um “Dias de um Futuro Esquecido” para consertar. Mas nem essa morte será definitiva. “X-Men: Fênix Negra” é o último filme da saga iniciada em 2000, pois os heróis passarão a ser produzidos pela Marvel após este lançamento, e o novo estúdio deve reiniciar a franquia. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Estreias de cinema vão da diversão leve de Cinderela Pop ao drama pesado de um cineasta suicida
Entre os 11 filmes que estreiam nesta quinta (28/2), “Cinderela Pop” ganhou a maior distribuição. O segundo longa protagonizado por Maisa Silva, a adolescente mais popular do Brasil, também é (como “Tudo por um Pop Star”) adaptação de um best-seller infantil, no qual Cinderela é uma DJ. Nessa variação da fábula, ela deixa o ídolo teen chamado Prince apaixonado, enquanto enfrenta uma madrasta malvada. O diretor é o mesmo de “Tudo por um Pop Star”, Bruno Garotti, que começa a dominar o filão. O mesmo público infantil também é disputado pelo filme de cachorrinho “A Caminho de Casa”, que tem direção de um especialista em filmes de bichos fofinhos: Charles Martin Smith, ator do clássico “Os Intocáveis” (1987) que encontrou nova vocação com “Bud, o Cão Amigo” (1997) e “Winter, o Golfinho” (2011). A premissa é a mesma do clássico “A Força do Coração” (1943), em que Lassie tenta voltar para casa após ser separada de seus donos, cruzando um país. Os shoppings também recebem dois suspenses com atores famosos, que são alimentados por um mistério fora das telas: como eles toparam esses projetos? “Calmaria” volta a reunir os protagonistas de “Interestelar” (2014), Matthew McConaughey e Anne Hathaway, num pseudo-noir que só parece existir para dar vontade de ver um noir de verdade. “Crimes Obscuros” tem a curiosidade de trazer Jim Carrey num papel dramático e numa produção europeia. Ambos foram destruídos pela crítica americana – o primeiro com 21% e o segundo com impressionantes 0% no Rotten Tomatoes. Para encurtar, há uma estreia que merece maior atenção. Trata-se do drama chinês “Um Elefante Sentado Quieto”, que chega em circuito limitado após ser premiado no Festival de Berlim do ano passado. O primeiro e único longa do diretor Hu Bo tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar de suas quase quatro horas de duração. É longo. E lento. E sem sorrisos. Uma jornada deprimente pelas margens da vida na China moderna, seguindo múltiplos personagens em uma cidade industrial, todos vítimas do egoísmo de outras pessoas. O tom sombrio reflete o estado de espírito do próprio diretor, que se matou após terminar o longa, aos 29 anos de idade. “Um Elefante Sentado Quieto” é seu epitáfio. A lista também inclui mais dois terrores ruins, duas comédias europeias medianas e dois documentários sobre ditaduras. Os trailers e as sinopses podem ser conferidos abaixo. Cinderela Pop | Brasil | Comédia Cintia Dorella (Maisa Silva) é uma adolescente que descobre uma traição no casamento dos pais. Descrente no amor, ela vai morar na casa da tia e passa a trabalhar como DJ, se tornando a Cinderela Pop. Mas ela não esperava que um príncipe encantado pudesse fazê-la se apaixonar. A Caminho de Casa | EUA | Aventura Bella é uma cadelinha especial que vive com Lucas, um estudante de medicina veterinária que trabalha como voluntário em um hospital local. Um dia ela é encontrada pelo Controle de Animais na rua e acaba sendo levada para um abrigo a 400 milhas de distância de seu dono. No entanto, Bella, uma cachorra extremamente leal e corajosa, decide iniciar sozinha uma longa jornada de volta para a casa, emocionando a todos que cruzam o seu caminho. Calmaria | EUA | Suspense O capitão de um barco de pesca (Matthew McConaughey) tem um passado misterioso que está prestes a vir à tona. Vivendo em uma pequena ilha do Caribe, sua vida assume um caminho que pode não ser tudo o que parece. Quando sua ex-mulher (Anne Hathaway) retorna e faz um pedido inusitado e perigoso, ele começa a questionar tudo à sua volta. Crimes Obscuros | EUA | Suspense O policial Tadek (Jim Carrey) investiga um caso de assassinato não resolvido e encontra semelhanças do crime em um livro do artista polonês Krystov Kozlow (Marton Csokas). Ele começa a investigar a vida do escritor e da sua namorada, uma mulher misteriosa (Charlotte Gainsbourg) que trabalha num sex club. Sua obsessão aumenta e Tadek fica cada vez mais atormentado, adentrando num submundo de sexo, mentiras e corrupção. Não Olhe | Reino Unido | Terror Uma jovem solitária de 18 anos não encontra suporte familiar e nem amigos para que possa desabafar sobre os problemas de sua vida. Cansada, ela começa a conversar com o próprio reflexo no espelho apenas para externalizar sua angústia, mas rapidamente descobre que está trocando de lugar com uma espécie de clone que tenta convencê-la a tomar atitudes vingativas. A Maldição da Freira | Reino Unido | Terror O capitão de um barco de pesca (Matthew McConaughey) tem um passado misterioso que está prestes a vir à tona. Vivendo em uma pequena ilha do Caribe, sua vida assume um caminho que pode não ser tudo o que parece. Quando sua ex-mulher (Anne Hathaway) retorna e faz um pedido inusitado e perigoso, ele começa a questionar tudo à sua volta. Um Elefante Sentado Quieto | China | Drama Sob o céu escuro de uma pequena cidade no norte da China, o individualismo marca várias histórias paralelas. Wei Bu, um garoto de 16 anos, envolve-se numa briga na escola que provoca o acidente de um colega, filho de uma família poderosa. Logo, ele precisa descobrir um meio de fugir. A melhor amiga dele, Huang Ling, está em apuros após o vazamento de um vídeo íntimo envolvendo o vice-diretor da escola. O avô de Wei Bu mora com a filha, mas sofre pressão para abandonar o seu próprio apartamento e se mudar para um asilo, deixando mais espaço aos outros moradores. Yu Cheng dorme com a esposa de seu melhor amigo, mas quando o caso é descoberto, este se joga de uma janela e se mata. À medida que as histórias se cruzam em um único dia, eles ouvem falar da cidade vizinha de Manzhouli, onde haveria um elefante sentado, imóvel, por algum motivo misterioso. A Casa de Veraneio | França | Comédia Após a morte de seu irmão, a cineasta Anna (Valeria Bruni Tedeschi) decide unir-se ao restante de sua família para passar férias em uma mansão de verão na Côte d’Azur. Apesar da linda paisagem, a mulher precisa lidar com um término recente e com os desafios de seu novo filme enquanto o isolamento das pessoas ao seu redor as leva a externalizar uma série de sentimentos até então reprimidos. Made in Italy | Itália | Comédia Riko (Stefano Accorsi) é um homem sem sorte que, insatisfeito com seu trabalho e com uma sociedade que não o representa, está passando por dificuldades em manter sua família. A única coisa que salva os seus dias são seus amigos, que propõem uma viagem para Roma para tirá-lo da pressão dessa pequena crise existencial. O Silêncio dos Outros | Espanha | Documentário Em 1977, o parlamento espanhol aprovou uma Lei de Anistia que garantia a liberdade de todos os presos políticos e a proibição do julgamento de qualquer ato criminoso ocorrido durante a ditadura de Francisco Franco no país. O Franquismo assombrou a Espanha durante 38 anos deixando um imenso número de vítimas e parentes sem respostas. Os cineastas Almudena Carracedo e Robert Bahar foram atrás desses sobreviventes e, durante um período de 6 anos, entrevistaram pessoas como José Galantes, que hoje em dia vive muito próximo de seu torturador, e Maria Martín, que até hoje não conseguiu ter acesso aos restos mortais de seu pai, morto durante o regime. Tá Rindo de Quê? | Espanha | Documentário Mesmo diante de toda a brutalidade e truculência da ditadura militar no Brasil, muitos artistas apresentavam-se como resistência utilizando do talento e da criatividade para driblar as imposições da censura na época. Fornecendo para a população uma espécie de válvula de escape, diversos humoristas foram ameaçados e perseguidos em detrimento de piadas e quadros televisivos.
Teaser da Fox confirma nova série de Barrados no Baile com elenco original
É oficial. A Fox vai produzir uma nova série baseada em “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 90210), uma das séries de maior sucesso dos anos 1990. A rede americana divulgou um vídeo para anunciar o programa, que será uma minissérie de seis episódios, prevista para estrear no meio do ano, durante o verão norte-americano. Veja abaixo. Conforme vinha sendo noticiado, seis atores do elenco original estarão de volta na continuação: Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David) e Tori Spelling (Donna). Mas a nova produção não será uma sequência direta da série, como o “90210” da rede CW, que em 2008 usou os personagens originais como gancho para apresentar a nova geração mimada de Beverly Hills Desta vez, astros não interpretarão seus personagens, mas versões de si mesmos. A trama vai acompanhar um reencontro entre Jason, Jennie, Ian, Gabrielle, Brian e Tori, quando um deles sugere um revival de “Barrados no Baile”. A série vai acompanhar o processo para tirar o projeto do papel, que promete, segundo os produtores, ser mais dramático que a ficção. Por sinal, os seis atores são creditados como produtores da atração, ao lado de Chris Alberghini e Mike Chessler, que trabalharam como roteiristas-produtores do reboot “90210” e voltarão como showrunners. Criada por Darren Star e produzida por Aaron Spelling, a série original durou uma década, de 1990 a 2000, e ajudou a definir parte dos anos 1990. Também faziam parte da série Shannen Doherty, que ficou mais conhecida pelos problemas que causou nos bastidores da produção e hoje luta contra o câncer, e Luke Perry, atualmente no elenco de “Riverdale” como pai de Archie Andrews. Já o reboot “90210” ficou no ar por cinco temporadas, de 2008 a 2013, e, além de revelar o destino de alguns dos personagens originais, também lançou uma nova geração de atores.









