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  • Série

    Rosario Dawson vai estrelar nova série do criador de Mr. Robot

    26 de janeiro de 2019 /

    A atriz Rosario Dawson (“Luke Cage”) vai coproduzir e estrelar a nova série de Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot” e “Homecoming”. Intitulada “Briarpatch”, a atração teve sua 1ª temporada encomendada pelo canal pago USA Network, que exibe “Mr. Robot”. Baseada no romance homônimo do escritor Ross Thomas, a trama gira em torno de Allegra Dill (Dawson), uma investigadora que retorna para sua casa no Texas, na fronteira com o México, depois que sua irmã é assassinada. O que começa como a busca pelo assassino logo se transforma em luta para enfrentar a cidade corrupta. Além de Rosario Dawson, o elenco inclui Jay R. Ferguson (“The Conners”), Brian Geraghty (“The Alienist”) e Edi Gathegi (“The Blacklist: Redemption”). Esmail assina a produção, mas o roteiro do piloto ficou a cargo de Andy Greenwald (produtor de “Legion”), enquanto a direção é da cineasta Ana Lily Amirpour (“Amores Canibais”).

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  • Filme

    Morbius: Matt Smith entra no novo filme derivado do Homem-Aranha

    26 de janeiro de 2019 /

    O ator Matt Smith (de “Doctor Who” e “The Crown”) entrou no elenco de “Morbius”, derivado do universo dos quadrinhos do Homem-Aranha, que traz Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) como o personagem-título. Não há informações sobre o papel que Smith irá interpretar no filme. Ele vai se juntar a Leto e Adria Arjona (“Círculo de Fogo 2: A Revolta”) na produção da Sony, que tem roteiro de Burk Sharpless e Matt Sazama (dupla do infame “Os Deuses do Egito”) e será dirigida pelo sueco Daniel Espinosa (“Vida”). Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Leto viverá o protagonista e Arjona será sua noiva Martine Bancroft. Nos quadrinhos, a personagem tem destino trágico – dependendo da versão, ou vira vampira ou é assassinada por um inimigo de Morbius. Vale lembrar que, após se destacar como vilão do Homem-Aranha, Morbius chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhou recentemente um filme solo bem-sucedido. A estreia de “Morbius” foi marcada para 31 de julho de 2020 nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Warner programa novo filme de Christopher Nolan para julho de 2020

    26 de janeiro de 2019 /

    A Warner Bros. programou um novo filme de Christopher Nolan para o dia 17 de julho de 2020. Não há informações sobre o tema do longa, como tem sido praxe nos anúncios das produções do diretor desde “A Origem” (2010). Mas novidades devem surgir em breve. O mês de julho já é tradicional para os lançamentos de Nolan, marcando grandes sucessos de sua carreira, de “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) ao mais recente “Dunkirk” (2017).

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  • Filme

    Estreia de Chiwetel Ejiofor na direção ganha fotos e primeiro trailer

    26 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “The Boy Who Harnessed the Wind”, primeiro filme dirigido pelo ator Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). Drama edificante baseado em fatos reais, o longa conta a história de um menino de 13 anos de Malaui, na África, que desenvolve um catavento para irrigar os campos de sua aldeia atingida pela fome. Além de dirigir, Ejiofor também vive o pai cabeça-dura do menino-prodígio e assina o roteiro, baseado no livro homônimo de memórias de William Kamkwamba, o menino da história – vivido, no filme, pelo estreante Maxwell Simba. A première mundial aconteceu no Festival de Sundance neste fim de semana e o lançamento comercial está marcado para 1 de março em streaming.

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  • Filme

    Estúdio já desenvolve continuação do inédito Pokémon: Detetive Pikachu

    26 de janeiro de 2019 /

    Ainda faltam quase quatro meses para a estreia de “Pokémon: Detetive Pikachu”, mas o estúdio Legendary já está planejando a sequência do longa. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a produtora contratou o roteirista Oren Uziel (do horroroso “O Paradoxo Cloverfield”) para escrever a continuação. A ideia é dar início à produção tão logo a bilheteria de “Pokémon: Detetive Pikachu” confirme as expectativas do estúdio. Claro que tudo muda se o filme se provar um fracasso – neste caso, o custo do roteiro não produzido será debitado da pilha de prejuízos do longa. No filme, o personagem de Justice Smith é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão, quando se lembra que o bichinho tem a mesma voz de Deadpool (isto é, do ator Ryan Reynolds)! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Michel Legrand (1932 – 2019)

    26 de janeiro de 2019 /

    O compositor francês Michel Legrand, vencedor de três estatuetas do Oscar por suas trilhas sonoras, e que trabalhou com mitos da música como Frank Sinatra, Ray Charles, Miles Davis, Edith Piaf e Elis Regina, faleceu neste sábado (26/1) em Paris aos 86 anos. Sua carreira teve quase 70 anos, marcando tanto a história do jazz quanto a do cinema. Músico e arranjador, Legrand começou a compor música para filmes com o surgimento da Nouvelle Vague francesa, trabalhando para Agnès Varda no clássico “Cléo das 5 às 7” (1962), no qual também estrelou, com Jean-Luc Godard em “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), “Viver a Vida” (1962) e “Bando à Parte” (1964), mas sobretudo com Jacques Demy, para quem quem compôs dois musicais cultuadíssimos, “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1964) e “Duas Garotas Românticas” (1967). Com o impacto causado pelos longas de Demy, Legrand chamou atenção do colega Henry Mancini, grande compositor de Hollywood, que lhe convidou a trabalhar em seu primeiro filme americano, assinando a trilha sonora de “Crown, o Magnífico” (1968). E a principal canção do longa, “The Windmills of Your Mind”, rendeu a primeira estatueta do Oscar ao compositor em 1969. Seguiram-se uma coleção de trilhas clássicas, 13 indicações ao Oscar e duas vitórias na Academia, pelas melodias inesquecíveis dos filmes “Houve uma vez um Verão” (1972) e “Yentl” (1984). Mas apesar do sucesso em Hollywood, Legrand não abandonou o cinema francês, trabalhando em obras nos dois continentes, e ainda manteve uma carreira paralela e igualmente premiada na música. Suas composições receberam 17 indicações ao Grammy, vencendo cinco troféus da indústria fonográfica. Entre as muitas trilhas famosas de sua carreira, também merecem citação os trabalhos de “Lola, a Flor Proibida” (1961), “Quem é Polly Maggoo?” (1966), “A Piscina” (1969), “Tempo para Amar, Tempo para Esquecer” (1969), “Mosaico de Sonhos” (1970), “A Garota no Automóvel – Com Óculos e um Rifle” (1970), “As 24 Horas de Le Mans” (1971), “Interlúdio de Amor” (1973), “Os Três Mosqueteiros” (1973), “Verdades e Mentiras” (1973), “Retratos da Vida” (1981), “Amigos Muito Íntimos” (1982), “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983), “Prêt-à-Porter” (1994), “Os Miseráveis” (1995) e o filme recém-resgatado de Orson Welles “O Outro Lado do Vento” (2018). Relembre abaixo seis trabalhos famosos de Legrand no cinema. Na cena de “Cléo das 5 às 7”, é ele quem aparece cantando ao piano.

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  • Série

    Primeiro episódio de Wayne atinge 10 milhões de visualizações em uma semana no YouTube

    25 de janeiro de 2019 /

    A nova série do YouTube Premium é um sucesso. O primeiro episódio, disponibilizado gratuitamente na plataforma de vídeos do Google, foi visto mais de 10 milhões de vezes em sua primeira semana de exibição, superando a marca dos 12 milhões de espectadores nesta sexta (25/1). Atualmente, apenas o primeiro episódio de “Wayne” está disponibilizado de forma gratuita. Quem quiser ver o resto da série, precisa pagar. Repleta da ação, violência e humor negro, “Wayne” é produzida por Rhett Reese e Paul Wernick, a dupla de roteiristas dos filmes de “Deadpool”. Com 10 episódios, a série acompanha o personagem-título, um adolescente obcecado por justiça, que enfrenta a tudo e a todos para punir valentões, até que conhece uma garota igualmente invocada e encontra uma nova missão: libertá-la da família abusiva e, no processo, recuperar o carro que seu pai queria lhe deixar de herança. O elenco destaca Mark McKenna (de “Sing Street”) no papel-título e Ciara Bravo (“Red Band Society”) como Del, sua namorada enfezada. Além de produzir, Reese e Wernick escreveram o terceiro episódio, mas “Wayne” foi criada por Shawn Simmons, roteirista das séries “Awkward.” e “School of Rock”. O sucesso transparente do primeiro episódio, que pode ser conferido na medição visível abaixo do vídeo, ajuda a justificar a decisão do Google de rever sua estratégia para o YouTube Premium. O Google anunciou em novembro passado que pretende mudar o YouTube Premium, passando a disponibilizar suas séries exclusivas para todos os usuários, gratuitamente, a partir de 2020. A ideia é trocar o modelo de sustentação financeira, substituindo a verba dos assinantes pelo aporte de anunciantes. Veja o primeiro episódio gratuito de “Wayne” abaixo, disponível com legendas em português.

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  • Filme

    Cinebiografia de Rudolf Nureyev ganha primeiro trailer com tensão de filme de espionagem

    25 de janeiro de 2019 /

    O Studiocannal divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “The White Crown”, cinebiografia do célebre bailarino russo, dirigida pelo ator Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”). A prévia é bastante tensa e combina cenas sublimes de balé com uma trama de thriller de espionagem, ao se concentrar na deserção do artista para atingir o auge de sua carreira no Ocidente. A produção tem roteiro de David Hare (“O Leitor”) e é estrelada pelo dançarino Oleg Ivenko em sua estreia no cinema. O elenco também contará com Adele Exarchopoulos (“Azul é a Cor Mais Quente”) no papel de Clara Saint, responsável por abrir os olhos do artista para nouvelle vague francesa, encantá-lo com a vida ocidental e ajudá-lo a aprimorar a sua coreografia ainda mais. Rudolf Nureyev nasceu em 1938 e rompeu as barreiras entre o balé clássico e moderno. Ele também foi um dos responsáveis por mudar a concepção do homem na dança. Sua fama se tornou ainda maior após ele se tornar o primeiro artista a desertar da União Soviética durante a Guerra Fria. Graças à defecção, ele estrelou filmes em Hollywood, como “Valentino – O Ídolo, o Homem” (1977) e “Exposed – Os Desencontros da Vida” (1983), além de comandar o Paris Opera Ballet antes de sua morte em 1993, por conta da AIDS. As filmagens foram realizadas nos cenários da vida real de Nureyev, nas cidades de São Petersburgo, na Rússia, e em Paris. Apesar de mais conhecido como ator, Fiennes dirigiu anteriormente “Coriolano” (2011) e “O Nosso Segredo” (2013), ambos indicados para muitos prêmios. “The White Crown” foi exibido nos festivais de Telluride e Londres no final do ano passado, e estreia em março no Reino Unido. Ainda não há previsão de lançamento comercial em outros países.

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  • Filme

    Vin Diesel e Ruby Rose revelam que gravaram músicas para o quarto filme da franquia xXx

    25 de janeiro de 2019 /

    Vin Diesel divulgou um novo vídeo em seu Instagram, em que aparece ao lado de Ruby Rose e faz diversas revelações. A primeira e mais óbvia é que os dois estarão juntos novamente na continuação de “xXx: Reativado” (2017). Vin disse que eles tinham acabado de sair de uma reunião sobre o filme. O ator também contou que o diretor do filme atualmente seleciona locações na China, o que dá uma ideia do apelo global da sequência. E revelou, de forma muito tímida, que ele e Ruby Rose estavam num estúdio gravando… músicas! Nesta mesma semana, o músico japonês Yoshiki adiantou em seu Instagram que estava compondo a canção-tema e a trilha do filme (veja abaixo). E vale apontar a coincidência entre o nome da franquia e a carreira do músico. Hoje apreciado pelos fãs de anime como o responsável pelo tema da 3ª temporada de “Ataque dos Titãs”, Yoshiki despontou para o mundo pop como integrante da famosa banda X Japan nos anos 1980. Ainda não há sinopse, previsão de estreia ou mesmo um título oficial para “xXx 4”, que será novamente dirigido por DJ Caruso, responsável pelo bem-sucedido longa anterior. Visualizar esta foto no Instagram. 20right-teen #xxx4 #secretproject music, film and friendship what is more important for the soul than happiness. RR @rubyrose Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 24 de Jan, 2019 às 10:33 PST Visualizar esta foto no Instagram. Losing my voice.. 声が枯れてきた。。! “Hi This is #YOSHIKI .. xxx” Excited to compose the theme & film score for the #xXx4 film.. Uma publicação compartilhada por Yoshiki (@yoshikiofficial) em 22 de Jan, 2019 às 4:56 PST

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  • Filme,  Música

    Guitarrista do Queen se desculpa por defender diretor de Bohemian Rhapsody de acusações de assédio

    25 de janeiro de 2019 /

    O músico Brian May, guitarrista do Queen, retratou-se de um post em que pareceu defender Bryan Singer, que dirigiu o premiado filme “Bohemian Rhapsody” e hoje enfrenta acusações de abuso sexual de menores. Após o comentário gerar controvérsia nas redes sociais, May decidiu pedir desculpas pela sua declaração. Tudo começou na terça (22/1), quando o guitarrista respondeu à sugestão de uma fã para que parasse de seguir Singer nas redes sociais. “Bri, você precisa deixar de seguir Byan Singer depois de tudo o que ele fez. Obrigada”, disse a seguidora. A resposta do músico foi: “Você tem de cuidar da sua vida e parar de me falar o que fazer. E precisa aprender sobre respeito e o fato de que um homem ou mulher são inocentes até que se prove o contrário.” Virou uma bola de neve, que fez o guitarrista precisar se retratar. “Estou mortificado de descobrir o efeito que minhas palavras produziram”, afirmou May no Instagram, na noite de quinta-feira (24/1), que então pediu desculpas “a qualquer um a quem sem querer ofendi”. “Me desculpo pela resposta”, continuou. “Ela foi resultado da minha percepção de que alguém estava me dando ordens sobre o que fazer. Na verdade, você estava tentando me proteger. Eu não tinha ideia de que dizer que alguém é inocente até que se prove o contrário poderia ser interpretado como uma defesa a Bryan Singer. Não foi minha intenção.” May deixou de seguir Singer nas redes sociais depois do caso desta semana. O diretor foi quem iniciou o projeto de “Bohemian Rhapsody”, mas foi demitido pela Fox e substituído por Dexter Fletcher (do vindouro “Rocketman”, cinebiografia de Elton John) após sumir durante as filmagens. O diretor nega as acusações publicadas nesta semana pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Visualizar esta foto no Instagram. Dear Folks – I was shocked and saddened to realise what I had done by my hasty and inconsiderate IG reply to this lady yesterday. I’ve posted an apology to her in the ‘reply’ box, but it seems to have disappeared – so I’m going to try to repeat it here, to be clear. ———- Dear Sue, I’m so sorry that I responded to your post so snappily and inconsiderately. My response was a result of my perception that someone was telling me what to do. I now realise that I was completely wrong in thinking that. You were actually just trying to protect me, for which I thank you. I am mortified to discover the effect my words produced. I had no idea that saying someone was innocent until proven guilty could be interpreted as “defending“ Bryan Singer. I had absolutely no intention of doing that. I guess I must be naive, because also it had never occurred to me that ‘following’ a person on Instagram could be interpreted as approving of that person. The only reason I followed Bryan Singer was that we were working with him on a project. That situation came to an end when Mr Singer was removed during the shooting of the film, but I suppose unfollowing him never occurred to me as a necessity. Now, because of this misunderstanding, I have unfollowed. I’m so sorry. This must have caused you a lot of upset. I wish I could take the comment back, but all I can do is apologise, and hope that my apology will begin to make amends. Sadly, this is all very public, but since I snapped at you in public, it’s only fitting that I should apologise in public. I’m going to try to follow you so we can communicate privately if you want. With love – Bri. —— I should add that this is also a sincere apology to anyone else out there that I inadvertently offended. No such offence was intended and I will be more careful in future. Bri Uma publicação compartilhada por Brian Harold May (@brianmayforreal) em 24 de Jan, 2019 às 8:25 PST

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  • Filme

    Zac Efron vira o serial killer Ted Bundy no primeiro trailer surpreendente de drama indie

    25 de janeiro de 2019 /

    O estúdio indie Voltage divulgou o trailer de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar o vilão como um bom marido e pai de família, que jura inocência e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Antes do novo trabalho, Berlinger só tinha feito um filme de ficção e há 18 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” fará sua estreia mundial neste sábado (26/1), durante o Festival de Sundance 2019, em janeiro, e ainda não tem previsão para seu lançamento comercial.

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  • Filme

    Vídeo de Exterminador do Futuro 6 mostra reencontro de Scharzenegger com falecido produtor da franquia

    25 de janeiro de 2019 /

    A Fundação Nacional de Cinema da Hungria divulgou um vídeo dos bastidores das filmagens do sexto “Exterminador do Futuro”, que presta homenagem a seu ex-presidente, o produtor Andrew G. Vajna, que morreu no domingo passado (20/1) aos 74 anos. O vídeo destaca os modernos equipamentos do estúdio Korda, em Budapeste, que se transformou num dos mais modernos da Europa sob a política cultural estabelecida por Vajna para o cinema do país. Também traz elogios do diretor Tim Miller (“Deadpool”) e do astro Arnold Schwarzenegger para os profissionais locais e se encerra com a aparição de Vajna, velho amigo de Schwarzenegger, que retornava de forma indireta à franquia dos robôs assassinos. Vajna produziu “O Exterminador do Futuro 2” (1991), o filme mais bem-sucedido da franquia, e também sua sequência de 2003. O reencontro com Schwarzenegger, flagrado pelas câmeras, foi também uma despedida. “Este é um filme muito especial. É muito próximo ao meu coração”, comentou o produtor no vídeo. Durante os últimos anos de sua vida, Vajna atuou como uma espécie de embaixador cinematográfico da Hungria, fazendo contato com produtores de Hollywood e convencendo-os a filmar no país. “Andy, obrigado por nos pressionar para vir à Hungria”, diz Schwarzenegger ao final.

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  • Filme

    Primeiras fotos do novo filme de Tarantino destacam Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie

    25 de janeiro de 2019 /

    A revista americana Vanity Fair divulgou nesta sexta-feira (25/1) as primeiras fotos oficiais de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. As imagens destacam os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois vivem, respectivamente, um ator de faroestes em decadência e seu dublê de longa data, que procuram por uma forma de voltar aos holofotes em 1969. A produção marca o primeiro longa que eles estrelam juntos. Além deles, há bastante destaque nas imagens para Margot Robbie na pele de Sharon Tate, atriz casada com Roman Polanski que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Quem também aparece é Al Pacino, que interpretada Marvin Schwarz, o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. Além dos citados, o elenco grandioso inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Luke Perry (série “Riverdale”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”) e Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil

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