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  • Série

    Brooklyn Nine-Nine parodia Law & Order em novo comercial

    28 de dezembro de 2018 /

    A rede NBC divulgou um novo comercial da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que, desta vez, parodia “Law & Order”, mostrando as trapalhadas do esquadrão da delegacia 99 com a narração solene que marcava a abertura da clássica série criminal. Compare abaixo. A série vai estrear na NBC após ter sido cancelada pela Fox durante os upfronts de maio. O resgate aconteceu em tempo recorde, menos de 24 horas, porque “Brooklyn Nine-Nine” é uma produção da NBCUniversal, estúdio que faz parte do mesmo conglomerado da NBC (Comcast), e o presidente da rede é fã da produção. “Desde que vendemos este programa para a Fox, eu me arrependi de deixá-lo escapar, e já era hora de voltar para sua legítima casa”, disse o presidente Robert Greenblatt, no comunicado do resgate/renovação. A 6ª temporada da série, porém, terá uma baixa. A atriz Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti, revelou que vai sair da atração. Ela fez parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios já exibidos. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A estreia da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” está marcada para 10 de janeiro.

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  • Série

    The Walking Dead foi a série mais pirateada por torrent em 2018

    28 de dezembro de 2018 /

    O site Torrent Freak publicou seu ranking anual das séries mais pirateadas via torrent. E como em 2018 não teve “Game of Thrones” o campeão foi “The Walking Dead”, quebrando uma sequência de seis anos seguidos da série da HBO. Não chega a ser surpresa, já que “The Walking Dead” foi a segunda série mais baixada durante o reinado de “Game of Thrones”. Curiosamente, logo depois da produção do canal pago AMC aparecem duas séries da TV aberta americana, “The Flash” e “The Big Bang Theory”, em 2º e 3º lugares. As séries de super-heróis da DC, por sinal, dominam o ranking, com a inclusão ainda de “Titãs” (Titans), “Arrow” e “Legends of Tomorrow” no Top 10. Outro detalhe que chama atenção é a ausência de produções originais da Netflix. O ranking se refere apenas à séries pirateadas via torrent. Vale lembrar que, atualmente, piratas oferecem até streaming. Confira o Top 10 abaixo. 1. “The Walking Dead” 2. “The Flash” 3. “The Big Bang Theory” 4. “Vikings” 5. “Titans” 6. “Arrow” 7. “Supernatural” 8. “Westworld” 9. “Legends of Tomorrow” 10. “Suits”

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  • Filme

    Produtor de Transformers planeja filme de Optimus Prime e animação passada em Cybertron

    28 de dezembro de 2018 /

    O produtor Lorenzo Di Bonaventura está determinado a ampliar o universo de “Transformers” após o lançamento de “Bumblebee”. Em entrevista ao jornal nova-iorquino Metro, ele confirmou os projetos de um longa animado passado no planeta dos Transformers, explorando a mitologia de Cybertron, e um filme live-action sobre Optimus Prime, que deveriam ser lançados antes de “Bumblebee 2”. “Será difícil com o Optimus, porque ele sempre está certo e é um personagem de poucas palavras… é como dizer que vão fazer um filme do Obi-Wan Kenobi. Mas o quanto há para se dizer sobre o Obi-Wan? Não é tão fácil”, disse o produtor, que não viu “Star Wars: A Ameaça Fantasma” (1999). Ou viu e confirmou que foi uma decepção. Atualmente em cartaz, “Bumblebee” é o primeiro spin-off dos filmes dos robôs gigantes que viram carros pequenos. E também o primeiro lançamento da franquia a conquistar a crítica, obtendo 93% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Em termos de comparação, o “Transformers” mais bem-avaliado foi o primeiro, com 55% em 2007. O lançamento mais recente, “Transformers: O Último Cavaleiro”, amargou 15% em 2017. O parâmetro das críticas positivas deixa claro que “Bumblebee” representa realmente um grande avanço para a franquia. O problema é que chega após muitos “Transformers” ruins, que eliminaram o interesse do público nos robôs que são carros e também alienígenas. Assim, o filme mais bem-avaliado está se tornando a pior bilheteria da franquia. Orçado em US$ 135M (milhões), fez US$ 70M mundiais em sua primeira semana em cartaz. E tende a dar prejuízo. O que deve fazer com o que os planos de Bonaventura não saiam do papel.

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  • Etc

    Angelina Jolie vai produzir programa jornalístico para crianças na BBC

    28 de dezembro de 2018 /

    A atriz e diretora Angelina Jolie vai produzir um programa jornalístico para crianças. Intitulado “Our World” (Nosso Mundo, em tradução literal), o projeto é da BBC e pretende estimular a alfabetização midiática e global de crianças de 7 a 12 anos. O objetivo é ajudar esse público a interpretar o noticiário sem cair nas armadilhas das informações falsas (“fake news”). “As crianças de hoje estão expostas a muitas opiniões, mas não necessariamente à informação confiável, que é baseada em fatos”, disse a atriz em comunicado da BBC. Segundo o diretor do Serviço Mundial da rede britânica, Jamie Angus, o canal encomendou uma pesquisa que aponta que crianças ficam por dentro das notícias por volta dos 7 anos de idade e criam uma conta em uma rede social aos 12 anos, em média. Isto inspirou o projeto de desenvolver uma espécie de telejornal para este público. O programa deve estrear no Reino Unido em 2019, numa data a ser definida.

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  • Série

    Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix

    28 de dezembro de 2018 /

    A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.

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  • Filme,  Série

    Filme de Cavaleiros do Zodíaco com atores reais ganha primeiro pôster

    28 de dezembro de 2018 /

    A empresa japonesa Toei Animation divulgou o primeiro pôster do filme live-action de “Cavaleiros do Zodíaco”. A arte traz apenas a silhueta do protagonista Seiya, sem revelar maiores detalhes. A adaptação da famosa série animada tem direção do polonês Tomasz Baginski, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animada por “Katedra” (2002) e se tornou conhecido por criar as introduções do game “The Witcher”. Ele também está envolvido com a adaptação de “The Witcher” na Netflix. Intitulado em inglês “Saint Seiya: Knights of the Zodiac”, a produção será estrelada por atores reais, mas o elenco ainda não foi divulgado. Tampouco há detalhes sobre qual trama será filmada. O mangá original dos “Cavaleiros do Zodíaco” foi criado por Masami Kurumada em 1986, mas a febre mundial se deve à série animada, adaptada de forma bastante fiel pela Toei Animation, e com produção quase simultânea à publicação dos quadrinhos, entre 1986 e 1989. Inspirada na mitologia grega, a trama acompanhava a evolução de um jovem órfão chamado Seiya, que obtém a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos guerreiros da deusa grega Atena, conhecidos como Cavaleiros, e a partir daí enfrenta lutas intermináveis. A trama original já inspirou um recente longa animado, “Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário” (2014), que recriou a história de Kurumada por meio de computação gráfica, com direção de Keiichi Sato (diretor do anime de terror “Ashura”). Além disso, a Netflix vai lançar um remake da animação clássica, desta vez produzido com computação gráfica – e algumas mudanças polêmicas – , que estreia 2019, em data a ser definida.

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  • Série

    PEN15: Série adolescente estrelada por mulheres adultas ganha primeiro teaser bizarro

    28 de dezembro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “PEN15”, uma nova série de comédia sobre as dificuldades da adolescência, produzida pela trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone). A série se passa no ano 2000 e traz Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”) como duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que as duas atrizes tem bem mais de 20 anos de idade – mais de 30 no caso de Maya Erskine – , e isto é aparente nas cenas adiantadas, o que resulta em cenas bizarras, já que elas contracenam com crianças de 13 anos de verdade. Além de estrelar, as duas criaram a série, baseando-se em suas próprias experiências juvenis. E, sim, “PEN15” é uma forma juvenil de escrever “penis”. A série estreia em 8 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Miracle Workers: Série de anjos estrelada por Daniel Radcliffe ganha primeiro trailer

    27 de dezembro de 2018 /

    O canal pago TBS divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Miracle Workers”, série passada no Céu, que traz Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) como um anjo idealista determinado a salvar o mundo, a partir do negligenciado departamento das Preces Atendidas. O problema é que só um milagre pode salvar o mundo. Mas o patrão de Daniel, também chamado de Deus, está mais inclinado a abrir um novo restaurante. Ou acabar com a vida na Terra. Não necessariamente nesta ordem. Sem saber o que fazer, caberá ao anjo lutar pela humanidade. O elenco destaca Steve Buscemi (“Boardwalk Empire”) como Deus, além de Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”), Karan Soni (“Deadpool”), Sasha Compere (“he Dead Girls Detective Agency”), Jon Bass (“A Grande Jogada”), além de participações de Angela Kinsey (“The Office”), Tituss Burgess (“The Unbreakable Kimmy Schmidt”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”) e Chris Parnell (“Goosebumps 2: Halloween Assombrado”). A série é uma criação de Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, que também criou a série de comédia romântica “Man Seeking Woman”. A estreia está marcada para 12 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Valley of the Boom: Série sobre a internet nos anos 1990 ganha novo trailer

    27 de dezembro de 2018 /

    O canal pago National Geographic divulgou o pôster, novas fotos e o segundo trailer da série “Valley of the Boom”, sobre o início da era da internet, que só agora ganhou data de estreia. A nova produção foca sua trama na chamada guerra dos browsers dos anos 1990, época em que o Netscape revolucionou a navegação online e popularizou a “web”, originalmente chamada de WWW (world wide web), e ameaçou o monopólio da Microsoft entre os softwares de computação. A produção é um híbrido que combina dramatização com depoimentos de técnicos de informática, especialistas variados e testemunhas dos eventos, em intervenções típicas de documentários televisivos. O formato híbrido já tinha sido experimentado pelo canal na série “Mars”, renovada para a 2ª temporada, apesar de ter decepcionado quem esperava uma sci-fi de ação. Não é exatamente excitante ter uma cena interrompida para que um técnico explique o que está acontecendo. O detalhe é que quando deixa de ser séria, a série é uma comédia, com diálogos que pendem para o humor negro, aumentando ainda mais o ruído estrutural. Criada, escrita, produzida e dirigida por Matthew Carnahan (criador da série “House of Lies”), “Valley of the Boom” traz em sua parte cômica os atores Lamorne Morris (série “New Girl”), Steve Zahn (série “The Crossing”), John Karna (série “Scream”) e Bradley Whitford (“Corra!”). A jornalista Arianna Huffington, fundadora do site The Huffington Post, é uma das produtoras da atração, que terá seis episódios. A estreia está prevista para 13 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Piercing: Mia Wasikowska tortura psicopata amador em trailer de suspense

    27 de dezembro de 2018 /

    A Memento Films divulgou o novo trailer para maiores de “Piercing”, suspense perturbador estrelada por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). Na prévia, ela interpreta uma prostituta disposta a virar vítima voluntária de um psicopata amador. Mas antes que ele possa realizar suas fantasias, ela inesperadamente inverte a situação, com requintes de sadismo e humor negro. O filme é baseado no cultuado romance homônimo de Ryû Murakami, dos célebres “Tóquio em Decadência” e “Audition”, e é possível identificar os elementos sadomasoquistas característicos das duas obras na nova adaptação. Roteiro e direção são de Nicolas Pesce, responsável pelo elogiado terror “Os Olhos da Minha Mãe”. A trama gira em torno de Reed (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”), que decide alugar um quarto de hotel a fim de matar uma prostituta, para que possa, depois disso, retornar à sua vida normal. O problema é que a prostituta (Mia Wasikowska) tem outros planos para ele. O elenco também destaca a espanhola Laia Costa (“Victoria”), como incentivadora dos planos degenerados. Premiado no Festival de Neuchâtel, na Suiça, e bastante elogiado em sua passagem pelo Festival de Sundance, quando obteve 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Piercing” estreia em 1 de fevereiro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Mega Time Squad: Divertida comédia neozelandesa de viagem no tempo ganha trailers

    27 de dezembro de 2018 /

    A Dark Side Films divulgou o pôster e os divertidos trailers de “Mega Time Squad”, comédia sci-fi neozelandesa que atingiu 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, após arrancar gargalhadas no festival Toronto After Dark. A trama acompanha um assaltante pouco esperto, que rouba uma antiga pulseira chinesa de uma loja de antiguidades numa cidadezinha neo-zelandesa. Quando sua vida corre risco, ele percebe que a relíquia possui o poder de transportá-lo magicamente de volta no tempo. Mas a cada salto de tempo, o ladrão idiota faz aquilo que todo mundo sabe que não se pode fazer numa viagem no tempo: encontrar a si mesmo. Não apenas isso: ele resolve formar uma gangue com suas diferentes versões, criadas toda vez que volta ao passado e aparece diante de si mesmo. “Mega Time Squad” foi escrita e dirigida por Tim van Dammen, que trabalhou nos efeitos visuais da comédia de terror heavy metal “Deathgasm” (2015). O elenco destaca Anton Tennet (“Ozzy”) como o ladrão viajante do tempo, além de Jonny Brugh (“O que Fazemos nas Sombras”), Hetty Gaskell-Hahn (“Shortland Street”), Arlo Gibson (“Step Dave”) e Morgan Albrecht (“Penny Black”). “Mega Time Squad” estreia nos Estados Unidos em 15 de fevereiro e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Os Crimes ABC: John Malcovich vira o detetive Poirot no trailer da minissérie de suspense

    27 de dezembro de 2018 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer de “The ABC Murders”, adaptação do romance de mistério “Os Crimes ABC”, de Agatha Christie. A prévia revela em detalhes o mistério do serial killer que matava suas vítimas por ordem alfabética, explorando os assassinatos de forma bastante tensa. Além disso, destaca a nova versão televisiva do icônico detetive Hercule Poirot, visto mais recentemente no cinema na adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”. O personagem é vivido na minissérie por John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”). O detalhe é que, desta vez, ele é considerado tão suspeito quanto qualquer outro envolvido nos crimes, despertando a desconfiança do inspetor Crome, papel de Rupert Grint (da franquia “Harry Potter”), por seu conhecimento dos métodos do assassino. O elenco também inclui Andrew Buchan (série “Broadchurch”), Eamon Farren (série “Twin Peaks”), Tara Fitzgerald (série “Game of Thrones”), Shirley Henderson (franquia “Harry Potter”), Kevin McNally (“Piratas do Caribea”), Gregor Fisher (“Simplesmente Amor”) e Jack Farthing (“Poldark”). “Os Crimes ABC” é dos mistérios menos filmados de Poirot. Anteriormente, só tinha sido adaptado no cinema em 1965, e de forma bem diferente da vista na série, como uma comédia estrelada por Tony Randall (“Adorável Pecadora”). O roteiro foi escrito por Sarah Phelps, em sua terceira minissérie baseada em livros de Agatha Christie – após as adaptações de “Testemunha de Acusação” e “Punição para a Inocência”. Com três episódios, a minissérie começou a ser exibida na quarta (26/12) pela rede BBC no Reino Unido e será disponibilizada no resto do mundo pela plataforma Prime Video, da Amazon, no dia 1 de fevereiro.

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  • Filme,  Música

    Elle Fanning vira caloura de reality musical no primeiro trailer completo de Teen Spirit

    27 de dezembro de 2018 /

    A Bleeker Street divulgou o primeiro trailer completo de “Teen Spirit”, drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma aspirante a cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Dancing on My Own”, da cantora sueca Robyn. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). Max é filho do premiado cineasta Anthony Minghella, vencedor do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996), que, por sinal, nasceu na Ilha de Wight. A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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