Jennifer Garner diverte turistas ao dançar em sua estrela na Calçada da Fama
A atriz Jennifer Garner publicou um vídeo divertido em seu Instagram, em que aparece dançando de salto alto sobre sua estrela na Calçada da Fama, em Los Angeles. Ela resolveu fazer graça, imitando um número de sapateado de musical clássico, ao passar pelo Hollywood Boulevard nesta semana. A coreografia encantou os turistas que sempre visitam o local, como pode-se ouvir ao fundo. E ela ainda compartilhou com seus seguidores, que se divertiram junto. “Você já imaginou o que acontece com as estrelas da Calçada da Fama após a cerimônia de inauguração? Você é obrigado a fazer 10 horas por mês de apresentações para manter a sua estrela – está no contrato”, brincou a atriz, na legenda. Ela ainda fez referência a uma parceria com o rapper Snoop Dogg, que recebeu sua estrela na semana passada. A protagonista da série “Alias” (2001-2006) e de filmes tão diferentes quanto “De Repente 30” (2004), “Juno” (2007), “Clube de Compra Dallas” (2013) e “Com Amor, Simon” (2018) ganhou sua estrela na Calçada da Fama em agosto passado. Na ocasião, foi acompanhada pelo ex-marido Ben Affleck e os três filhos do casal. Ela pode ser vista atualmente na série “Camping”, no canal pago HBO, e poderá ser ouvida em breve na animação “O Parque dos Sonhos”, que estreia em março. Visualizar esta foto no Instagram. Do you ever wonder what happens to the Walk of Fame Stars after the ceremony? 10 hours/month performing to keep your spot—it’s in the contract. ??♀️ See you on Hollywood Blvd., @snoopdogg— I’ll be the one with the janky time step! (By the way—how fun would this really be?! ♥️♥️) #4millionthankyous #blessyourhearts #butinthenicewaynotthepassiveaggressiveway Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner) em 23 de Nov, 2018 às 8:11 PST
Fotos flagram prisão de Jessica Jones durante a gravação da 3ª temporada
Os paparazzi flagraram a gravação de um episódio da 3ª temporada de “Jessica Jones” nas ruas de Nova York. E as imagens mostram a atriz Krysten Ritter, intérprete da protagonista, tendo problemas com a polícia. Uma das fotos registra o momento em que ela é algemada sob a mira de um revólver. Mas há também uma imagem mais alegre, em que Krysten aparece ao lado de Rachael Taylor, intérprete de sua melhor amigo na série, Trish Walker. As gravações da 3ª temporada de “Jessica Jones” começaram em junho e vão marcar a estreia de Krysten Ritter como diretora. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish na temporada anterior.
Nicolas Roeg (1928 – 2018)
Morreu o aclamado diretor inglês Nicolas Roeg, o homem que caiu no cinema com David Bowie e Mick Jagger. Ele faleceu em sua casa, em Londres, na madrugada de sexta (23/11), aos 90 anos de idade. Referenciado por seus clássicos dos anos 1970, Roeg dizia que só tinha ingressado na indústria cinematográfica porque havia um estúdio em frente à sua casa de infância em Marylebone, no centro oeste de Londres, onde conseguiu seu primeiro emprego em 1947. Ele começou como office boy e foi subindo de escalão aos poucos, passando para ajustador de foco, operador de câmera e finalmente assistente de fotografia nos anos 1960, quando comandou a segunda unidade de blockbusters como “Lawrence da Arábia” (1962) e “Doutor Jivago” (1965). Logo, assumiu a direção de fotografia de produções cultuadas como “A Orgia da Morte” (1964), “Fahrenheit 451” (1966), “Longe Deste Insensato Mundo” (1967) e “Petúlia, um Demônio de Mulher” (1968). Sua estreia na direção foi em “Performance” (1970), concebido como veículo promocional para o cantor Mick Jagger, mas que acabou se tornando uma obra tão experimental e complexa que o próprio estúdio relutou em fazer seu lançamento. O longa ficou dois anos guardado antes de chegar às telas, e mesmo após a estreia demorou a ser apreciado, tornando-se um dos primeiros exemplos do que se costuma chamar de “cult movie”. Seu filme seguinte também virou cult, “A Longa Caminhada” (1971), sobre duas crianças perdidas no outback australiano – uma deles, o próprio filho do diretor – , que são salvas por um jovem aborígene em meio a uma caminhada ritualista. O drama de sobrevivência, porém, quase foi proibido pela censura britânica, devido a uma cena de nu frontal da atriz Jenny Agutter, então com apenas 17 anos, que rendeu muita polêmica na época. Da mesma forma, “Inverno de Sangue em Veneza” (1973), suspense estrelado por Donald Sutherland, também enfrentou forte censura por uma cena de sexo entre os protagonistas e só foi ter maior reconhecimento após sair da sombra de “O Exorcista”, o grande lançamento de terror do ano, que o eclipsou completamente. Revisto, passou a ser considerado uma obra-prima por sua edição não convencional, que antecipou o padrão de cortes frenéticos que viriam a ser associados à montagem dos suspenses das décadas seguintes. Por mais celebrados que esses filmes tenham se tornado entre cinéfilos, nenhum atingiu a idolatria gerada pelo quarto longa de Roeg, “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que marcou a estreia de David Bowie no cinema. O filme também ajudou a popularizar a persona do cantor como um alienígena disfarçado entre humanos, imagem idealizada pelo próprio Bowie dois anos antes, na época do hit “Ziggy Stardust”. Bowie embarcou tanto no projeto que adotou como nova identidade o visual do filme, incorporando um personagem que batizou de Thin White Duke, além de usar fotos do longa como capas de dois discos, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Mesmo assim, o impacto de “O Homem que Caiu na Terra” foi maior em circuitos de arte do que como sucesso comercial. Roeg voltou a trabalhar com um “roqueiro”, Art Garfunkel, em “Bad Timing – Contratempo” (1980), filme que venceu o Festival de Toronto, e decidiu tentar o cinema comercial com a comédia “Malícia Atômica” (1985), sobre um suposto encontro entre Marilyn Monroe e Albert Einstein, mas seu filmes dos anos 1980 tiveram ainda menos bilheterias. Em compensação, afetivamente essa foi sua melhor fase, graças à parceria artística e romântica com a atriz Theresa Russell, sua Marilyn Monroe e estrela da maioria de seus filmes do período, com quem se casou em 1986. Por ironia, ele só foi conhecer o êxito financeiro quando sua filmografia começou a estagnar e no primeiro filme sem a participação de sua esposa, desde que começaram a trabalhar juntos. Com “Convenção das Bruxas” (1990), Roeg finalmente atingiu as massas que não o conheciam, ao mesmo tempo em que manteve sua principal característica, ao criar um novo cult. Combinação de aventura e terror infantil, o filme em que Anjelica Huston vive uma bruxa continua a ser reprisado na TV e com grande audiência até hoje. O sucesso, porém, foi efêmero, já que o cineasta fez apenas mais três longas cinematográficos na carreira. O terror “Desejo Selvagem” (1991) marcou o fim de seu casamento com Theresa Russell e os dois últimos nem foram lançados no Brasil, apesar de “Two Deaths” (1995) ter sido estrelado por Sonia Braga. O diretor ainda fez alguns trabalhos na TV, como o telefilme “A Maldição da Selva” (1993), a minissérie “Sansão e Dalila” (1996) e um episódio de “O Jovem Indiana Jones”, que foi considerado o melhor da série, antes de sair de cena com o terror “Puffball” (2007), fracasso de público e crítica. O fato de não ter estudado cinema, mas aprendido na prática, numa escalada de funções ligadas à fotografia, ajudou-o a criar uma linguagem cinematográfica própria, que o tornou um verdadeiro autor e inspiração para gerações seguintes. “Filmes não são roteiros – filmes são filmes”, costumava dizer, para demonstrar a importância das imagens – da colocação das câmeras à edição, passando pela direção de arte e de artistas. Essa capacidade autoral não foi tão reconhecida como merecia. Ao longo da carreira, Nicolas Roeg foi indicado a três prêmios BAFTA (da Academia britânica), competiu três vezes pela Palma de Ouro e uma pelo Urso de Ouro nos festivais de Cannes e Berlim, além de ter vencido Toronto em 1980. Ainda assim, nada do que fez foi suficiente para que a Academia, o Globo de Ouro e sindicatos dos Estados Unidos percebessem que ele existia. Roeg jamais foi apreciado por Hollywood. Mas impactou cinéfilos de todo o mundo, tendo ajudado a formar o olhar cinematográfico de Christopher Nolan, Paul Thomas Anderson, Steven Soderbergh e Danny Boyle, que mais de uma vez assumiram-se influenciados por sua arte. Um diretor, em especial, deve sua paixão pelo cinema literalmente a Roeg, iniciada ainda na infância, no dia em que ele conheceu um set pela primeira vez, ao visitar o pai nas filmagens de “O Homem que Caiu na Terra”. Trata-se do filho de David Bowie e hoje cineasta Duncan Jones, que publicou uma foto no Twitter em que aparece de pijamas e pirulito na mão, ao lado do pai e de Roeg. “Obrigado por fazer tantas escolhas corajosas, e dar a este estranho rapaz de pijama um amor permanente pelo cinema”, ele escreveu, como homenagem. Just heard another great storyteller, the inimitable Nicolas Roeg left us today. What an incredible body of work he’s left us with!All my love to his family.Thank you for making so many brave choices, & giving this strange little lad in pajamas an ongoing love of filmmaking. pic.twitter.com/QVg2znq3Rs — Duncan Jones (@ManMadeMoon) November 24, 2018
T.J. Miller revela que não vai mais participar da franquia Deadpool
O ator T.J. Miller não vai voltar à franquia “Deadpool”. A informação foi confirmada por ele mesmo. Em uma conversa num grupo privado de chat, o intérprete do Fuinha afirmou que estava fora da próxima continuação, em resposta a um usuário que pedia para ele não deixar o grupo para poderem discutir “Deadpool 3”. “Não estou nele. Adeus!”, resumiu o ator. Denunciado por abuso sexual, o ator quase foi cortado de “Deadpool 2”, o que não aconteceu porque suas cenas já tinham sido filmadas quando as acuações vieram à tona. Em compensação, ele não participou da divulgação do longa. Segundo a denúncia, publicada em dezembro passado no The Daily Beast, os incidentes teriam acontecido na época em que ele estava na faculdade. De acordo com o site, cinco mulheres que estudavam na universidade na época confirmaram o ocorrido. O site também consultou “três pessoas do mundo da comédia” que disseram ter visto Miller fazer piadas sobre a situação em bastidores de shows de stand-up. Antes da acusação vir à tona, o ator também tinha sido afastado da série “Silicon Valley”. A HBO afirmou na ocasião que a saída de Miller tinha se dado de forma consensual, mas a revista The Hollywood Reporter apurou que o ator ia trabalhar chapado ou bêbado. Miller retrucou, mas não processou a publicação após essa denúncia. T.J. Miller confirms he's NOT gonna be a part of Deadpool 3. ? pic.twitter.com/KVTec42QpB — Daniel R (@DanielRPK) 23 de novembro de 2018 It's real in case you were wondering. Taken from a private chat group he was a part of (for a short while ?) https://t.co/VdPXU2y5Ld — Daniel R (@DanielRPK) 23 de novembro de 2018
Atriz de Jane the Virgin cria polêmica ao dizer que atores negros ganham mais que outras minorias em Hollywood
A atriz Gina Rodriguez, que tem o papel-título da série “Jane the Virgin” (remake americano da novela “Joana, a Virgem”), causou polêmica ao afirmar que os atores negros recebem salários maiores que outras minorias, como latinos e asiáticos, em Hollywood. A declaração foi feita durante uma mesa redonda da versão online da revista de moda Porter, disponibilizada no canal do YouTube Net-a-Porter, que também contou com Ellen Pompeo (“Grey’s Anatomy”), Emma Roberts (“American Horror Story”) e Gabrielle Union (“Being Mary Jane”). “Mulheres brancas recebem mais que mulheres negras, mulheres negras recebem mais que asiáticas, asiáticas recebem mais que latinas”, afirmou a atriz durante a conversa. Veja a íntegra do vídeo abaixo. A fala de Rodriguez desagradou muitos internautas, que afirmaram que a declaração feita pela atriz não tinha nenhuma base teórica, e que discursos como esse prejudicam a luta pela diversidade. Muitos também apontaram que Sofia Vergara, atriz de descendência latina, é a mais bem-paga da TV americana. A entrevista também rendeu saia justa quando Ellen Pompeo apontou que a equipe por trás das câmeras não tinha diversidade. “Este dia tem sido incrível, e há uma tonelada de mulheres na sala. Mas eu não vejo cores suficientes”, ela disse sobre a Net-A-Porter. “Eu não vi cores suficientes quando entrei nessa sala hoje.” De acordo com dados de 2016, os homens brancos ainda ganham mais que todas as outras etnias e gêneros em todos os tipos de ocupação nos Estados Unidos, seguidos pelas mulheres brancas.
Revival de Veronica Mars ganha teaser oficial e vídeo de bastidores
A atriz Kristen Bell divulgou em seu Instagram o primeiro vídeo de bastidores das gravações do revival de “Veronica Mars”. Deitada num sofá enquanto a equipe prepara o set, ela diz que o cenário lhe traz recordações, nostalgia e sentimentos do tipo “quem na Terra nos deixou fazer isso de novo?”. O vídeo foi seguido por um teaser oficial, divulgado no Twitter da série – que voltou a ser atualizado! Nele, Kristen aparece sentada na cadeira do escritório das investigações Mars. A diferença em relação à série clássica é que não é o nome de seu pai que aparece sobre a mesa, mas o dela própria. Para completar, o criador, produtor e roteirista do programa Rob Thomas postou uma foto com o elenco do primeiro episódio, reunido para uma leitura coletiva do roteiro. O grupo inclui Percy Daggs III, Daran Norris, Jason Dohring, Dawnn Lewis, Patton Oswalt, Enrico Colantoni, Izabela Vidovic, Clifton Collins Jr e David Starzyk, Mas Thomas avisou que não são apenas esses atores que aparecerão na série. J.K. Simmons, que venceu o Oscar por “Whiplash”, está no elenco. Assim como Ryan Hansen, que volta a encarnar Dick Casablancas, com direito a cena de nudez, segundo Thomas adiantou em outro tuíte. Confira abaixo. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular, Keith Mars (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Para quem não lembra, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo, que na época bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming Hulu em 2019. Visualizar esta foto no Instagram. It’s all happening!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Investigate our stories for more from the set of #VeronicaMars ? Uma publicação compartilhada por Veronica Mars (@veronicamars) em 19 de Nov, 2018 às 2:28 PST Your girl’s back and she’s on the set of the new #VeronicaMars. Investigate our new Instagram so you don't miss a single thing: https://t.co/3KQjcIkqSP pic.twitter.com/Zy1KiZCPtn — Veronica Mars (@veronicamars) November 19, 2018 From the #VeronicaMars table read. This is some indication of who is in episode 1. It doesn't mean your fave doesn't come in later. @IMKristenBell @PD3Official @golfstoomuch @jason_dohring @dawnn_lewis @pattonoswalt @ricocolantoni @IzabelaVidovic @ccollinsjr @dstarzyk pic.twitter.com/3dlrVlykqK — Rob Thomas (@RobThomas) November 14, 2018 #VeronicaMars Spoiler Alert:We shot the Dick Casablancas nude scene today. Though it might not be the Dick Casablancas you're thinking of. — Rob Thomas (@RobThomas) November 22, 2018
Ashton Kutcher ficou milionário graças a Uber, Airbnb e Spotify
Ashton Kutcher ficou milionário com investimentos em marcas do novo milênio. Segundo a revista Business Insider, o ator da série “The Ranch”, da Netflix, possui uma fortuna estimada em US$ 250 milhões. Mas esse dinheiro não veio de suas atuações em séries e filmes. A revista financeira assegura que a fortuna foi acumulada porque o ator é um grande visionário no que diz respeito a investimentos. Ele sabe muito bem quando investir em alguma empresa ou projeto, com o qual pode lucrar no futuro. O ator, que já interpretou Steve Jobs no cinema, investe em companhias como Uber, Airbnb, Skype, Foursquare e Spotify, além de ter sua própria produtora de cinema, e um fundo de investimento que inaugurou em 2015. De acordo com a Business Insider, somente com o Uber, em que ele investiu US$ 500 mil no começo do projeto, Kutcher teria embolsado 100 vezes o valor inicial. O mesmo aconteceu com Airbnb. “Seu segredo é que ele só investe no que conhece e confia”, diz a publicação.
Amazon exibe episódio inédito de Doctor Who antes da hora e fura a própria BBC
Os fãs de “Doctor Who” tiveram uma surpresa nessa semana. Em clima de Black Friday, a Amazon divulgou sem querer um episódio inédito da produção, que só deveria ir ao ar no domingo (25/11) na BBC inglesa e americana – e no Crackle no Brasil. A divulgação antecipada deixou a BBC furiosa, já que a Amazon tem direito a exibir os episódios somente com atraso em relação à transmissão televisiva. O correto teria sido divulgar o episódio anterior, intitulado “Kerblam!”, que já foi exibido na televisão. Entretanto, o serviço Prime Video da Amazon americana pulou o episódio. E ainda exibiu a opção de legendagem errada. A legenda disponível era mesmo de “Kerblam!”, enquanto as imagens mostravam outro capítulo. “Estamos investigando como isso aconteceu e tomamos atitudes para tirar esse capítulo do ar”, disse a BBC em comunicado. “O BBC Studios gostaria de se desculpar caso alguém tenha sido afetado por spoiler devido à troca”. Intitulado “The Witchfinders”, o capítulo leva a Doutora e seus amigos para o século 17, em plena época da caça às bruxas. E vai ao ar neste domingo no resto do mundo.
Pine Gap: Série australiana de espionagem ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Pine Gap”, série australiana de espionagem adquirida pelo serviço de streaming para o mercado internacional. A série gira em torno do compartilhamento de informações de segurança entre os EUA e a Austrália, centrada na base conjunta dos dois países localizada na Austrália central e batizada de Pine Gap. Quando surge uma ameaça inesperada durante o monitoramento do espaço aéreo americano, a parceria começa a ser questionada, forçando divisões e segredos, que colocam em risco o relacionamento entre os funcionários e seus países. Criada por Greg Haddrick e Felicity Packard, que escreveram a série baseada no terror “Wolf Creek”, a produção inclui em seu elenco Parker Sawyers (“A Múmia”), Tess Haubrich (“Alien: Covenant”), Jacqueline McKenzie (“The 4400”), Steve Toussaint (“Berlin Station”), Stephen Curry (“Predadores do Amor”), Mark Leonard Winter (“A Vingança Está na Moda”) e Sachin Joab (“Lion”). Exibida em outubro na TV australiana, “Pine Gap” estreia no catálogo da Netflix em 7 de dezembro.
Gotham: O Espantalho espalha terror e caos no novo trailer legendado da temporada final
A Fox divulgou um novo trailer da última temporada de “Gotham”, que mostra o vilão Espantalho (David W. Thompson) mergulhando a cidade no terror e no caos. Como reforça a tradução do vídeo, feita por fãs, o arco final da série será baseado em “Terra de Ninguém” (‘No Man’s Land” no original), crossover dos quadrinhos de Batman, que mostrou Gotham City sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento foram consequência de um Terremoto, mas na série resultaram de um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Mulher Gato (Camren Bicondova), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a Fox encomendou mais dois, totalizando 12 capítulos para 2019. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
A Balada de Buster Scruggs é uma aula de estilo dos irmãos Coen
“A Balada de Buster Scruggs”, novo filme dos irmãos Joel e Ethan Coen, produção realizada pela Netflix que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, apresenta uma antologia formada por seis curtas/médias-metragens com histórias que se passam no Velho Oeste americano. O filme vem sendo comparado ao sucesso argentino “Relatos Selvagens” por conta da estrutura semelhante e pela inevitável violência com que seus conflitos e imbróglios são resolvidos. Embora o filme dos Coen tenha uma roupagem mais clássica comparada ao estilo mais anárquico de Damián Szifron. As seis histórias que compõem a trama trazem características marcantes dos diretores: o senso de humor estranho, às vezes escrachado, beirando a escatologia; a já citada violência, que surge de maneira inesperada, resolvendo conflitos em que aparentemente haveria outros métodos para solucionar as questões em si; personagens excêntricos, mas que à sua maneira possuem coerência dentro do universo estabelecido pelo filme; ritmo cadenciado, em que o local em que a trama acontece conta a história, com os personagens respeitando esse tempo; e um tom nefasto para tratar de histórias que podem sugerir maior leveza, ou vice-versa. Ethan e Joel são cineastas que não fazem muitas concessões à audiência, e tal característica se comprova como uma qualidade em Buster Scruggs. Trata-se de um exercício de estilo, em que a ambientação do local, personagens, tramas já são o filme, sem “nada além disso” por trás, ou sem nenhum maior objetivo. Ao mesmo tempo que as tramas se fecham em si, e como um todo, claramente não existe interesse dos diretores/roteiristas para que o filme se feche redondamente com uma história sendo facilmente reconhecível na outra. É outro tipo de coesão que é buscada aqui, mais interessada em seguir uma linha mestra estilística que é maior que as próprias histórias isoladamente. Somando-se a isso há a direção de fotografia de Bruno Delbonnel, que explora grandes cenários criando um visual arrebatador, com planos com grande profundidade de campo, estabelecendo um universo próprio de cores, sombras, sol escaldante, para auxiliar decisivamente na ambientação desse Velho Oeste que não se parece com outros, e que esconde perigos à espreita o tempo inteiro. O elenco, numeroso mas milimetricamente harmônico, tem função importante no filme. Todas as tramas trazem atuações destacadas, pois realmente cada personagem tem uma maneira própria de existir naquele tempo, naquele lugar, em atuações sucintas, evidentemente técnicas, precisas. Desde o ótimo Tim Blake Nelson, divertido, cafona na medida certa como o personagem título; James Franco e Stephen Root que fazem a dobradinha mais engraçada do filme; Zoe Kazan e Bill Heck criam uma forte relação entre seus personagens e com a plateia, na trama mais emocional; além do sempre excelente Brendan Gleeson, acompanhado de Jonjo O’Neill, Tyne Daly, Saul Rubinek e Chelcie Ross, que criam a única cena basicamente focada em diálogos, e fazem isso parecer fácil. Mas duas histórias se destacam: “Meal Ticket”, com Liam Neeson e Harry Melling, e “All Good Canyon”, com Tom Waits e Sam Dillon. Esses dois trechos são especiais por contarem com direção bastante econômica, com as informações relevantes sendo exibidas apenas visualmente, sem diálogos, e também por terem as melhores atuações do filme. Melling, o Duda da série “Harry Potter”, cria uma figura sensível, resvalando na autopiedade, mas que, pelo contraponto de Neeson, fica num meio termo dificílimo de ser alcançado. A cena em que Neeson assiste ao show da galinha, e conclui o óbvio, é o melhor momento do filme, uma aula de concisão de planos para passar uma informação interior do personagem. Já o outro trecho traz um verdadeiro exercício de paciência cinematográfica (para o lado bom), quando nos faz compreender seu ritmo, e que essa trama não teria metade do impacto se fosse decupada e montada de maneira mais ágil. A entrada do personagem de Sam Dillon é a chave para o entendimento de que filme (cena) estamos vendo, e o que se deve buscar. Tom Waits traz um peso diferente para este momento, e me faz torcer pra que ele retorne em breve para frente da câmera. Se for no próximo filme dos Coen, melhor ainda. Aliás, esses diretores já estão com o nome garantido na história, e para a nossa sorte parecem com lenha pra queimar por muito tempo ainda.
Museu parte de um assalto verídico para questionar o valor da cultura
O filme “Museu”, que conta uma história real, que beira o absurdo, mostra um grande roubo ocorrido na cidade do México, no período de Natal de 1985. Uma ação realizada por apenas dois estudantes de Veterinária, que foram capazes de roubar cerca de cem peças valiosíssimas do extraordinário Museu Nacional de Antropologia, extraídas, principalmente, da sala de cultura Maia. Surpreendente. Mas e depois? Quem vai comprar tais elementos fundamentais e preciosos da própria cultura mexicana, sentidos pela sociedade como uma perda inestimável? A história é até pouca e previsível, mas o filme, não. Ele envereda pela questão do valor da arte e da cultura, explorando significados artísticos e turísticos do México, dando densidade e dimensão à questão cultural que está na base da trama. E mostrando o equívoco que pode resultar da falta de informação e reflexão sobre os signos culturais de um país e de uma região. Cultura não se mede por dinheiro, não é consumo, é história e vida. “Museu” tem ótimos atores, como Leonardo Ortizgris na condição de protagonista e também o muito conhecido Gael García Bernal, em excelente desempenho. O filme merece ser conhecido. É um ótimo trabalho do diretor Alonzo Ruizpalacios em seu segundo longa (depois de “Güeros”), e levou o Urso de Prata de Roteiro no Festival de Berlim deste ano.
Animação dos bichinhos UglyDolls ganha trailer cantado em português
A Diamond Films disponibilizou a versão dublada em português do trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E assim como naquele desenho, o vídeo nacional de “UglyDolls” também terá dublagem nas canções, entoadas em português. Ainda não foi divulgado quem são os dubladores-cantores brasileiros. Mas o filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa vai virar animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.












