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    Benedict Cumberbatch vira herói da vida real, ao salvar ciclista de quatro assaltantes

    2 de junho de 2018 /

    O ator inglês Benedict Cumberbatch, que interpreta o “Doutor Estranho” nos filmes da Marvel, foi saudado como herói da vida real, por impedir que quatro assaltantes roubassem um ciclista em Londres. Cumberbatch saltou do Uber em que estava e correu para ajudar o homem que trabalhava para uma companhia de entrega de comida, quando o viu ser atacado pelos assaltantes, segundo o jornal britânico The Sun. “O ciclista teve sorte, Benedict é um super-herói”, disse o motorista do Uber, Manuel Dias, ao jornal. “Benedict foi corajoso, valente e altruísta. Se ele não tivesse agido, o ciclista poderia ter sido seriamente ferido.” A tentativa de assalto ocorreu na Marylebone High Street, muito próximo da casa ficcional de outro personagem vivido por Cumberbatch, Sherlock Holmes. “Um dos homens tentou pegar a bicicleta da vítima. Ele então levou um soco na cara, foi atingido na cabeça com uma garrafa e caiu, batendo a cabeça no chão com o capacete”, descreveu a Polícia Metropolitana de Londres em comunicado. Testemunhas contaram que Benedict saltou de um carro Uber no qual viajava com a esposa Sophie Hunter e correu para a briga, gritando: “Deixe-no em paz”. Ele agarrou os assaltantes e os afastou da vítima ensanguentada, e ainda lutou contra eles. Eles então tentaram socar Benedict, mas o ator conseguiu evitar os golpes e pode ter sido reconhecido, porque em seguida os ladrões decidiram fugir correndo do confronto. “Foi tudo um pouco surreal. Ali estava Sherlock Holmes lutando contra quatro atacantes logo depois da esquina da Baker Street”, completou o motorista do Uber em seu relato. Ao ser socorrido, o ciclista abraçou o ator, emocionado. “Não houve denúncia de nada roubado. A vítima não precisou de tratamento hospitalar. Nenhuma prisão foi feita”, acrescentou o comunicado da polícia.

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    Escritora processa Disney por plágio em Divertida Mente

    2 de junho de 2018 /

    A escritora norte-americana Carla J. Masterson entrou com um processo na corte federal dos Estados Unidos contra a Disney e a Pixar alegando que os estúdios teriam se baseado em dois livros de sua autoria para produzir o filme “Divertida Mente”, vencedor do Oscar 2016 de Melhor Animação. Ela alega que a história do filme é muita parecida com os seus livros infantis “What’s on the Other Side of the Rainbow?” (O que tem do outro lado do arco-íris?, em tradução literal) e “The Secret of the Golden Mirror” (O segredo do espelho dourado). Ambas as obras “são histórias originais, criativas e artísticas sobre como as crianças se identificam, entendem as razões e gerenciam os efeitos de suas emoções”, diz o processo. “A ideia original, artística e criativa e de Carla J. Masterson em ‘What’s on the Other Side of the Rainbow?’ e ‘The Secret of the Golden Mirror’ é descrever as emoções infantis de alegria, medo, tristeza, raiva, diversão, amizade, amor e timidez como personagens que aparecem em todo o livro em diferentes formas e cores”, continua o texto da ação. Em “Divertida Mente”, os protagonistas são as emoções da menina Riley: Medo, Tristeza, Alegria, Nojinho e Raiva. Elas comandam o comportamento e as reações da garotinha a partir de um centro de controle na mente. As emoções são demonstradas com personagens diferentes e bolinhas coloridas. Ainda de acordo com o documento que está na Justiça americana, uma versão ilustrada do livro “What’s on the Other Side of the Rainbow?” foi distribuída como brinde para participantes das cerimônias do Emmy, em 2010, e do Oscar, em 2011, festas frequentadas por executivos da Disney e Pixar. A escritora calcula que deixou de ganhar, no mínimo, US$ 75 mil. Já os acusados ganharam mais de US$ 1 bilhão numa combinação de vendas de ingressos de bilheteria, mídia doméstica, mercadorias e licenciamento. “Divertida Mente” arrecadou US$ 857 milhões nas bilheterias mundiais em 2015, tornando-se o sexto filme de maior bilheteria daquele ano. Em diversas entrevistas, o diretor e roteirista Pete Docter afirmou que a inspiração para “Divertida Mente” foi sua própria filha, que teve uma mudança brusca no comportamento quando completou 11 anos, em 2009.

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  • Música

    Paraíso Perdido é experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro

    2 de junho de 2018 /

    Os musicais começaram a bombar nos Estados Unidos durante o período da chamada Grande Depressão, na virada dos anos 1920 para 1930, aproveitando o advento do cinema sonoro. Ir ver um musical tinha, portanto, um simbolismo imenso: a necessidade de encontrar em uma espécie de oásis em meio a turbulência do mundo lá fora. É isso que José, o personagem de Erasmo Carlos, proprietário da boate Paraíso Perdido, oferece aos que adentram o novo filme de Monique Gardenberg: esqueçam todos os seus problemas, esqueçam sua vida lá fora, bem-vindos ao “Paraíso Perdido”. Mais ou menos isso. E, de fato, o que se experimenta ao longo da duração do filme é realmente quase duas horas de trégua da dura vida. Não só isso. Por ser um musical, “Paraíso Perdido” não tem a preocupação de buscar fidelidade no campo do naturalismo das atuações e nem de fazer sentido em sua complicada trama familiar. As cores da fotografia, o gosto pelo brega e o respeito imenso ao amor (homo ou hetero) facilitam uma identificação com o cinema de Pedro Almodóvar, mas as canções, a maioria delas classificadas por muitos como bregas, são muito brasileiras, o que confere raízes absolutamente nacionais à trama. Como não gostar de um filme que já começa com uma bela interpretação de “Impossível Acreditar que Perdi Você”, de Márcio Greyck? E a música tem até mais espaço do que a fala ao longo da narrativa. As canções, além de muito queridas por todos os personagens, são fundamentais para que a experiência de se assistir ao filme seja arrebatadora, com vários momentos de arrepiar, em especial para quem não tem preconceito com canções mais populares e carregadas de emoções. Assim, há espaço para canções de Reginaldo Rossi, Odair José, Waldick Soriano, Belchior, Zé Ramalho fazendo cover de Bob Dylan, Gilliard, Roberto e Erasmo e até o jovem Johnny Hooker. As melhores interpretações são as de Julio Andrade. Talvez o melhor ator de sua geração, Andrade dá um show também na hora de subir no palco. O que dizer quando ele sobe para canar “Não Creio em Mais Nada”, clássico do rei da depressão Paulo Sérgio? É demais o que a obra faz sentir, talvez chorar, e se deliciar. E principal: o respeito com todo esse material explorado na tela é lindo. Além de Andrade, há também interpretações belas de Seu Jorge (quem diria que um cantor seria passado para trás por um ator), por Jaloo, por Marjorie Estiano e pelo próprio Erasmo Carlos. Sua presença ali é mais do que simbólica. Parceiro do Rei e influência direta na formação da maioria dos cantores românticos da década de 1970, o Tremendão não precisa se esforçar para cantar bem. Basta estar lá e cantar uma das faixas. Ele é o patriarca de uma família um pouco problemática e que comanda aquele espaço paradisíaco noturno. Somos apresentados à família por meio do personagem do policial Odair (Lee Taylor), que é convidado para ser o guarda-costas do neto homossexual, que se apresenta travestido nos shows. Odair aceita, encantado com aquele lugar. Não demora para descobrirmos que há uma estreita ligação entre ele e aquela família. Transbordando amor por todos os lados, “Paraíso Perdido” tem suas quase duas horas de música, intrigas amorosas e traumas do passado plenamente abraçados pela audiência, em uma experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro, ao menos no que se refere ao uso da música. Além de resgatar a música sentimental do passado, o trabalho mais belo da diretora de “Ó Paí, Ó” tem uma elegância no uso dos movimentos de câmera, dos campos e contracampos tão bem usados nas cenas de apresentações na boate (destaque para a cena em que uma personagem informa estar grávida usando libras) e uma direção de arte e uma fotografia em tons quentes. Um dos melhores acontecimentos deste estranho e sombrio ano.

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  • Filme

    Tully é um filme simples com proporções épicas e mais incrível que você imagina

    2 de junho de 2018 /

    Jason Reitman acostumou o público mal com seus três primeiros (ótimos) filmes, “Obrigado por Fumar”, “Juno” e “Amor sem Escalas”. Esse último tem quase 10 anos e, de lá para cá, entregou sucessivos trabalhos descartáveis. Mas ele finalmente reencontra seu bom cinema com “Tully” (2018), filme que marca sua terceira parceria com a roteirista Diablo Cody, do excelente “Juno”, e o apenas OK “Jovens Adultos”, completando assim uma trilogia involuntária sobre diferentes fases na vida de uma mulher. Novamente dirigindo Charlize Theron (sua atriz principal em “Jovens Adultos”), Jason Reitman conta a história de Marlo, mãe de dois filhos e à espera do terceiro. O marido (Ron Livingston) ama sua esposa e as crianças, mas bem que ele poderia ajudar mais, não? Porém, o ambiente é inteiramente favorável para Charlize dar um show como a mãe estressada, enfrentando depressão pós-parto e pronta para entrar em colapso. Na primeira metade do filme há uma curiosa sequência picotada pela edição monitorada por Reitman que convence qualquer um de que Marlo está pirando com a situação. É incrível como o poder da montagem influencia o espectador. Sou homem e vi de perto o drama de Marlo nessa parte que flerta com o visceral, mas imagino como muitas mulheres se sentiram, principalmente as mães. É a deixa para entrar em cena a babá Tully (Mackenzie Davis), que cuidará não somente da bebê enquanto os pais dormem (ou fazem outras coisas), mas também da mamãe à beira de um ataque de nervos. Jason Reitman tem a comédia correndo nas veias, afinal é filho de Ivan Reitman, diretor de importantes exemplares do gênero nos anos 1980, como “Almôndegas”, “Os Caça-Fantasmas” e “Irmãos Gêmeos”. Ele não faz filmes tão populares quanto o pai, mas exercita um estilo de humor muito mais contido, maduro, dramático, sempre em busca do lado humano dos personagens, focando num tom mais sério e, ao mesmo tempo, cínico. É um cara que se dá bem escrevendo seus próprios roteiros sem jamais trair suas influências. Mas quando ousa narrar histórias sobre mulheres, Reitman, como homem, sabe muito bem que não teria como ser justo na abordagem e nunca conseguiria entendê-las profundamente. Mas isso não quer dizer que não possa tentar. E faz o certo ao contar com a colaboração de Diablo Cody para investigar a alma feminina. “Tully” é mais um filme que comprova que a roteirista e o diretor nasceram um para o outro quando o assunto é cinema. Jason Reitman traduz com muita sensibilidade um texto extremamente honesto de Diablo Cody, que engana quem pensa que já viu de tudo sobre filmes de maternidade. E só temos a certeza disso no final de explodir cabeças; uma conclusão que torna praticamente impossível destrinchar as qualidades de “Tully” sem dar spoilers. Mas basta você saber que não é exatamente a depressão pós-parto que diferencia “Tully” da maioria dos filmes sobre mães. O que atualiza um tema tão explorado pelo cinema para o século 21 é a proximidade do espectador com o desabafo íntimo, confidencial, realista de uma mulher de 40 anos sobre sua rotina, as dificuldades do casamento, e de ser mãe; bem como o equilíbrio das expectativas de uma vida que se anuncia sem surpresas daqui para frente com a sensação de tempo perdido, o excesso de ansiedade, a velocidade do dia, das informações, e a distância cada vez maior do que faz alguém se sentir jovem. É um filme simples em sua forma, mas de proporções épicas quando notamos seus verdadeiros significados. Diablo Cody mostra que aceitação não precisa ser uma punição. Sim, a bagagem pesa, mas Cody lembra que juventude e velhice estão muito mais ligadas a sensações e atitudes capazes de dialogar em harmonia e ignorar nossos limites físicos. O que Reitman faz é abrir seu coração, admitir que está disposto a aprender e confiar 100% em sua roteirista e suas atrizes, porque Charlize e Mackenzie estão excelentes e a química entre elas é mais incrível que você imagina. São pontos que levam “Tully” a figurar entre os melhores filmes de Jason Reitman, que agora tem quatro “clássicos” em sua filmografia.

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  • Série

    Veja a estreia da primeira série animada de Miguel Falabella

    2 de junho de 2018 /

    O ator, diretor e roteirista Miguel Falabella (“Sai de Baixo”) se juntou à escritora e ilustradora Vivian Suppa para lançar sua primeira animação. Trata-se da série animada de Charlotte Lunete, uma menina comum, que um dia ganha de presente óculos mágicos que lhe permitem ver o mundo de forma diferente: como ele deveria ser. A personagem foi criada por Suppa inspirada em sua filha, que se chama Charlotte. Indignada com situações de preconceito que presenciava no dia-a-dia, a garota questionava a mãe sobre a atitude das pessoas e se perguntava sobre como poderia agir para mudar a realidade. Primeiro, esse questionamento virou livro “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, publicado em 2016 e, agora, ganha movimento e vida animada. Voltados para o público infantil, os desenhos da menina são uma lição de otimismo, engajamento e imaginação, e o primeiro vídeo já foi disponibilizado no “Canal da Charlotte” no YouTube, com direção de Filipe Fratino. Os episódios foram roteirizados por Falabella, que também dubla o cachorrinho Pelusso, inspirado em seu cachorro Bruno, um Cavalier King Charles Spaniel, que morreu no ano passado. Pelusso é um cão filósofo que ajuda a Charlotte a entender melhor o mundo. Juntos, lidarão com temas bastante adultos, mas que infelizmente fazem parte do universo infantil, como bullying, preconceito e ameaça ao meio ambiente. A série animada terá ao todo 13 episódios, que serão disponibilizados aos poucos na plataforma. O orçamento foi integrado com ajuda de patrocínio, como se pode ver abaixo na abertura do simpático primeiro vídeo.

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  • Série

    Revista revela bastidores e gravações polêmicas da demissão do ator de Máquina Mortífera

    2 de junho de 2018 /

    A revista Variety publicou uma reportagem sobre os bastidores conturbados da série “Lethal Weapon”, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, que culminou da demissão do ator Clayne Crawford. Acompanhando o artigo, também foi postado um vídeo em seu site que flagra o mau comportamento do ator. Em áudio, é possível ouvi-lo xingando de forma abusiva o coprotagonista Damon Wayans e tendo um piti durante a gravação de uma cena, diante de um ator convidado. Veja abaixo. A publicação ouviu 31 pessoas envolvidas na série, que atestaram que o comportamento de Crawford dividiu a equipe e ajudou a criar um ambiente tóxico ao longo da 2ª temporada. As discussões eram tão frequentes que seguranças precisaram ser contratados para que temporada pudesse ser finalizada sem que as brigas descambassem para violência física. Crawford foi demitido após ser acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” dentro do set de gravações. Um dos casos citados aconteceu no último mês de outubro, durante a gravação de uma cena em uma piscina pública de Los Angeles, em que Crawford tinha de ameaçar um homem com uma arma. A gravação, que se estendeu por horas, foi interrompida várias vezes por causa de ruídos externos, o que provocou a ira do ator. Ele teve um ataque de estrelismo e fez um escândalo proferindo inúmeros palavrões. Segundo fontes ouvidas pela revista, o barulho vinha de crianças de 10 e 11 anos que estavam no local. Abismado, um assistente de direção abandonou o set após o incidente e denunciou Crawford, que virou persona non grata entre a equipe da série. Mas a gota d’água aconteceu em março, quando Crawford assumiu a direção de um episódio. Durante a filmagem de uma cena que envolvia uma explosão com efeitos especiais, Wayans foi atingido na parte de trás da cabeça por um estilhaço, sofrendo um corte. Após a demissão de Crawford, ele revelou fotos e detalhes do incidente nas redes sociais. No dia seguinte, ele retornou ao set e começou a discutir de forma ríspida com Crawford. Eles se preparavam para rodar uma cena em que investigariam um escritório vazio. Após filmar a primeira parte, Wayans então teria se aproximado de um dos produtores e afirmado que não filmaria a segunda, que envolvia um tiroteio, por não se sentir seguro com a situação. Um dublê contratado teve de rodar a cena, e Damon Wayans deixou o set e se dirigiu a seu trailer. Crawford foi tirar satisfação e, no meio do caminho, encontrou o assistente de Wayans, e os dois trocaram palavrões. Enquanto um membro da equipe tentava separar os dois, Wayans saiu do trailer e entrou na discussão, assim como Matthew Miller, produtor-executivo da série. A segurança do estúdio foi acionada e apartou a confusão, mas todas as gravações precisaram ser interrompidas, o que gerou um impasse. O episódio fez Warner Bros contratar seguranças particulares, que começaram a trabalhar em dois turnos no set para garantir que o episódio final da 2ª temporada pudesse ser rodado. Revoltado com o colega, Damon Wayans o criticou duramente redes sociais, acusando-o de “terrorista emocional”. A situação teria chegado ao ponto do “ou eu ou ele”, criando um clima insustentável, ao mesmo tempo em que alimentava o receio de que a perda de um dos dois protagonistas pudesse levar ao cancelamento da série. Entretanto, também havia queixas em relação ao comportamento de Wayans, que ajudou a acirrar o ambiente com suas exigências. Para participar da série, ele exigiu ter refeições a cada 2,5 horas, mesmo que tivesse que interromper uma gravação importante. Também exigiu horário de cochilo após a refeição principal. Ele ainda não participa das leituras coletivas de cada episódio, chegando sem preparação para as gravações. E, segundo testemunhas, dizia torcer pelo cancelamento da série, por odiar o trabalho. Ao final, a Warner, produtora da atração, optou por demitir Crawford, devido à irresponsabilidade profissional e comportamentos abusivos. Os produtores encontraram um substituto em tempo recorde, fechando com o ator Seann William Scott (da franquia “American Pie”). Graças a isso, conseguiram assegurar a renovação da série junto à Fox. A 3ª temporada deve estrear no outono norte-americano, entre setembro e novembro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Homens armados tentam invadir residência de Stan Lee e são presos pela polícia

    2 de junho de 2018 /

    A polícia de Los Angeles prendeu dois homens armados no quintal da casa de Stan Lee, na noite de quinta-feira (31/5). “Policiais foram chamados para uma residência na altura do número 9100 da Oriole Way por volta das 7h30, após denúncia de um assalto”, disse o porta-voz da polícia. “Foi declarado que suspeitos faziam ameaças com uma arma”, completou o comunicado sucinto. Segundo o jornal Daily Mail, um dos suspeitos teria pedido dinheiro que o criador dos Vingadores, Homem-Aranha e X-Men estava supostamente devendo. A polícia recebeu a denúncia de um vizinho e mandou várias viaturas e até mesmo um helicóptero para o local. Ao serem detidos, os suspeitos ainda tentaram se livrar das armas, que foram recolhidas pela polícia. Um dos homens aparentemente tinha estado na propriedade no dia anterior. Mas, segundo testemunhas, Lee, que estava com o advogado e uma enfermeira, afirma não saber quem são os homens. Eles o surpreenderam na frente da casa. Esta não foi a primeira tentativa de invasão da residência neste ano. Em abril, um homem pulou o muro de Stan Lee e tentou entrar à força, sendo preso em flagrante. Aos 95 anos, Stan Lee tem sido notícia por motivos cada vez mais preocupantes. Ele está processando seu ex-empresário por fraude, desvio de milhões e abuso de idoso. O processo veio à tona após a revista The Hollywood Reporter denunciar que Stan Lee era abusado pela própria filha, com ajuda de um cuidador recentemente contratado, enquanto seu patrimônio estava sendo dilapidado. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões – recebendo US$ 1 milhão da Marvel por ano.

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  • Etc

    Nick Jonas e Priyanka Chopra estariam namorando

    2 de junho de 2018 /

    O cantor-ator Nick Jonas e a atriz Priyanka Chopra estão namorando, garante a revista Us Weekly. O casal tem sido alvo de rumores desde 2017, após serem vistos juntos em diversas ocasiões. Mas a proximidade aumentou no fim de semana passado. A atriz de 35 anos e o cantor de 25 teriam passado junto o recente feriadão de Memorial Day, quando foram vistos na apresentação de “A Bela e a Fera” ao vivo no Hollywood Bowl e num jogo do Los Angeles Dodgers. E nesta sexta (1/6) jantaram juntos num restaurante de tacos em Los Angeles. “Eles estão namorando e é novo”, disse a fonte da Us. “É um bom match e ambos estão interessados ​​um no outro.” Em uma entrevista de 2017 no talk show de Jimmy Kimmel, a estrela de “Quantico” chegou a corar quando o apresentador perguntou sobre a possibilidade de um relacionamento com Nick Jonas, depois que o casal foi visto chegando junto ao baile Met Gala do ano passado.

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  • Série

    The Walking Dead: Norman Reedus posta “abraço de despedida” em Andrew Lincoln

    1 de junho de 2018 /

    O ator Norman Reedus compartilhou uma foto em seu Instagram, em que aparece em um comovente abraço com Andrew Lincoln. A imagem tem coo legenda apenas um coraçãozinho, mas seu simbolismo está sendo interpretado por grande parte dos seguidores do ator como uma espécie de abraço de despedida no colega de série. Lincoln, que interpreta o protagonista Rick Grimes, deve sair da atração ao final da próxima temporada. Sua participação na 9ª temporada seria, inclusive, reduzida. De acordo com a imprensa americana, Rick aparecerá em apenas mais meia dúzia de episódios. Isto significa que teria o mesmo destaque que Maggie, a personagem de Lauren Cohan, que voltará para um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC estaria se preparando para oferecer um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. Rumores apontam que os valores negociados giram em torno de US$ 20 milhões por temporada. O AMC se recusou a comentar a notícia, quando foi questionado pelos sites Deadline, The Hollywood Reporter e TVLine. A saída de Rick, personagem cuja trajetória marcou toda a atração desde seu primeiro episódio, aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do ex-showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl, o filho de Rick, interpretado por Chandler Riggs – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama. Ela queria apenas receber o mesmo salário que os atores masculinos do programa. Sem ser atendida, não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente por mais alguns episódios. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. Mas também estaria saindo da série. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. Responsável por popularizar o canal, a série foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o AMC, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos. ❤️ Uma publicação compartilhada por norman reedus (@bigbaldhead) em 31 de Mai, 2018 às 7:11 PDT

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    Mais mulheres decidem processar Harvey Weinstein por agressão sexual

    1 de junho de 2018 /

    Mais mulheres deram entrada em processos contra o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein, acusando-o de agressão sexual, apalpação, privação de liberdade e uma delas, de estupro. As novas denúncias, encabeçadas por três mulheres, motivam uma ação civil coletiva contra Weinstein, Miramax, Disney e integrantes da diretoria da Weinstein Company, que busca englobar centenas de vítimas. O processo apresentado num tribunal de Nova York nesta sexta (1/6) afirma que Weinstein agredia suas vítimas sob “muitas formas: exibicionismo, apalpação, carícias, abuso, violência, privação de liberdade, tentativa de estupro e/ou estupro completo”, diz o texto. Uma das autoras da ação, a atriz Melissa Thompson, diz ter sido estuprada em 2011 em um quarto de hotel por Weinstein quando foi discutir um projeto de marketing com ele. Thompson disse ter sido procurada por advogados que diziam representar as vítimas de Weinstein, e lhes entregou evidências visual e de áudio da suposta agressão. Mas depois descobriu que eles trabalhavam para Weinstein. Por isso, a ação inclui a firma Brafman & Associados na lista dos cúmplices da “empresa sexual Weinstein”. A segunda autora da ação, Caitlin Dulany, conheceu Weinstein na Miramax em 1996. O produtor se tornou seu mentor, mas ela assegura que depois ele a agrediu sexualmente, a ameaçou e trancou-a em seu apartamento. E fez o mesmo em sua suíte de hotel durante o festival de cinema de Cannes – onde a atriz italiana Asia Argento acusou Weinstein de estuprá-la em 1997. A terceira demandante, a canadense Larissa Gomes, diz que se reuniu com Weinstein em 2000 para discutir oportunidades de trabalho em filmes da Miramax, e na segunda vez que se encontrara ela a trancou em seu quarto de hotel, tentou beijá-la e tocou seus seios. “Weinstein pode ter sido algemado por sua agressão a duas mulheres, mas trabalhamos para que a justiça seja feita às centenas de mulheres que foram exploradas para sua gratificação sexual e silenciadas por sua rede de conspiradores”, disse a advogada Elizabeth Fegan, uma das responsáveis pela nova ação. Essa é a terceira ação civil coletiva contra Weinstein desde o final de 2017. Weinstein, de 66 anos, acusado de abuso, agressão sexual e estupro por mais de 100 mulheres, garante que todos as relações foram consensuais. Seu primeiro julgamento começa na próxima terça-feira (5/6), quando, segundo seu advogado, deverá se declarar inocente de estupro de uma jovem em 2013 e de forçar sexo oral em outra mulher em 2004.

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  • Filme

    Logotipo da continuação de Mulher-Maravilha revela época do novo filme

    1 de junho de 2018 /

    O produtor Geoff Johns, presidente da DC Entertainment, divisão de cinema e séries da DC Comics – e cocriador da série “The Flash” – , adotou o logo da continuação de “Mulher-Maravilha” em suas páginas no Facebook e Twitter. E assim que a arte foi liberada, foi prontamente seguido pela diretora Patty Jenkins. Além de sugerir o nome do filme, “WW84” também aponta o ano em que se passa a sequência, indicando que a trama acontecerá em 1984. Não por acaso, o domínio “www.wonderwoman1984.com” foi um dos muitos recentemente registrados pela Warner com o nome da heroína. O primeiro “Mulher-Maravilha” acompanhou a luta da guerreira amazona contra Ares na 1ª Guerra Mundial. E desde o começo das negociações para retornar como diretora do segundo filme, Patty Jenkins afirma sua intenção de contar uma história passada durante a Guerra Fria, em vez de retomar a trama nos dias atuais. Gal Gadot voltará a viver Mulher-Maravilha, que desta vez enfrentará a vilã Mulher-Leopardo, interpretada por Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”). A estreia está marcada para novembro de 2019.

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  • Série

    Série Imposters é cancelada no final da 2ª temporada

    1 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Bravo cancelou a série “Imposters” ao final da 2ª temporada. A atração tinha surpreendido por conseguir aumentar sua audiência a cada episódio da 1ª temporada, até atingir uma média de 1,4 milhão de telespectadores. Entretanto, este público sumiu na 2ª temporada, vista por 400 mil. Primeira série criada pelo ator Paul Adelstein (da série “Prison Break”) e o roteirista de cinema Adam Brooks (“Bridget Jones: No Limite da Razão”), “Imposters” era uma comédia sombria sobre uma golpista que vive mudando de personalidade. A trama girava em torno de Maddie (a israelense Inbar Lavi, da série “The Last Ship”), especialista em roubar os corações e os pertences de suas vítimas. Sua carreira de golpista bem-sucedida, porém, encontra um inconveniente, quanto três de seus últimos alvos decidem se unir e caçá-la – dois homens, vividos por Rob Heaps (série inglesa “Home Fires”) e Parker Young (série “Arrow”), e uma mulher, Marianne Rendón (“Gemini”). Em busca de Maddie, eles viram o jogo, transformando a golpista num alvo, mas as muitas reviravoltas acabam revelando seu chefe misterioso, seu capanga psicótico e até o envolvimento do FBI. O último episódio vai ao ar na próxima quinta, dia 7 de junho, nos Estados Unidos. Mas, segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Universal, que produz a atração, acredita que encontará um novo parceiro para continuar a história. A Netflix, que distribui “Imposters” no mercado internacional, inclusive no Brasil, será a primeira escala destas negociações, já que a série se saiu melhor em streaming que na TV.

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  • Etc,  Série

    Atores de Sense8 antecipam festa da Parada de Orgulho LGBT em São Paulo

    1 de junho de 2018 /

    A Netflix organizou um evento ao ar livre com o elenco de “Sense8”, na tarde desta sexta (1/6) em São Paulo, que rendeu muitas fotos, vídeos e começão dos fãs. Veja as imagens abaixo. Cinco integrantes da série, Miguel Angel Silvestre, Toby Onwumere, Brian J. Smith, Tina Desai e Jamie Clayton, encontraram-se com os fãs em frente ao Memorial da América Latina, e anteciparam o clima da Parada do Orgulho LGBT+, que acontece no domingo na capital paulista. Eles subiram em um palanque-trio elétrico, decorado com balões e pôsteres do arco-íris, para divulgar o especial que encerra a trama da produção, interagindo com uma grande quantidade de pessoas reunidas desde o início da tarde. Cantaram, pularam, responderam perguntas e ao final desceram para tirar selfies e dançar em meio à multidão. Os atores exaltaram os fãs brasileiros, que, segundo disse Tina Desai, a Kala, correspondem a 70% da audiência mundial da série criada pelas irmãs Wachowski. Como a Netflix não divulga dados de audiência, a informação foi uma grande novidade e explica porque a plataforma realizou o evento no Brasil. O sucesso nacional também pode ter relação com o fato de a série ter gravado uma cena importante de sua 2ª temporada em São Paulo, justamente durante a Parada de Orgulho LGBT+ de 2016. “Poder filmar a Parada aqui foi incrível, e poder compartilhar esse último episódio com vocês é perfeito”, disse Jamie Clayton, a Nomi. “Estou começando a reconhecer vocês [das redes sociais]. Foi muito emocionante gravar o final e agora estamos de novo no Brasil para dizer ‘obrigada’”, continuou Desai. Miguel Ángel, o Lito, também agradeceu a mobilização dos fãs, que foi importante para garantir o encerramento da série. Afinal, “Sense8” tinha sido cancelada após sua 2ª temporada e só conquistou direito a um final após a comoção dos fãs, que pressionaram com campanhas criativas por pelo menos um especial para encerrar a trama. E, aparentemente, os fãs brasileiros foram os que mais pressionaram, pelo que se deduz de sua declaração. “Faz muito sentido estarmos aqui hoje”, disse o ator espanhol. “Estamos aqui por causa de vocês. Sabemos como foi importante a perseverança de vocês. Vocês pediram para a gente voltar, e a gente conseguiu encerrar a história. Foi incrível. Nos sentimos muito gratos por isso”. Animados, os atores cantaram duas vezes com os fãs a música “What’s Up”, do 4 Non Blondes, que se tornou uma espécie de hino da produção, antes de descerem, posaram para fotos e se despedirem. Mas eles ainda continuarão em São Paulo durante o fim de semana, pois têm participação confirmada na Parada LGBT. O último episódio de “Sense8” será disponibilizado mundialmente pela Netflix na próxima sexta, dia 8 de junho. Veja abaixo algumas fotos e vídeos do encontro com os fãs. Name a better anthem pic.twitter.com/ck405EgWWS — sense8 dailys (@sense8dailys) June 1, 2018 What's up in São Paulo! #Sense8Finale pic.twitter.com/pXDFFTNU5S — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 2, 2018 Q & A WITH THE CAST! #Sense8Finale https://t.co/pmPf9TExTm — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 1, 2018 #Sense8Finale #Sense8InBrazil #Sense8PremiereBrazil #sense8 @sense8 ❤❤❤❤❤ @BrianJacobSmith pic.twitter.com/NIEwbDvRBY — Brian J. Smith Brasil (@BrianJSBrasil) June 1, 2018 #Sense8Finale pic.twitter.com/KBPN1htCoi — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 2, 2018 #Sense8Finale #Sense8InBrazil #Sense8PremiereBrazil pic.twitter.com/c75opJwien — Brian J. Smith Brasil (@BrianJSBrasil) June 1, 2018 uns dançarinos desses #Sense8Finale pic.twitter.com/y2S11B40ur — duda (@puredanneel) June 1, 2018 COMO NÃO AMAR ESSE CARA?!?!! O MELHOR! #Sense8Finale pic.twitter.com/GKy9vrJhav — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 1, 2018 Toby and Tina are the best!!!! ????? #Sense8Finale pic.twitter.com/9mDzzeG18s — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 2, 2018 #Sense8Finale pic.twitter.com/qTl3zZzjHd — Sense8 Worldwide (@Sense8Worldwide) June 1, 2018

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