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  • Música

    Cristiana Oliveira vive romance lésbico em clipe de Dani Vellocet

    9 de junho de 2018 /

    A cantora Dani Vellocet, uma das melhores vozes do novo pop brasileiro, lançou o clipe de “A Rainha e o Leão”, que chama atenção pela presença de Cristiana Oliveira. A atriz que estourou nos anos 1990, durante a febre da novela “Pantanal”, vive um romance lésbico numa pista de patinação, numa encenação de visual glitter e retrô. Mas a historinha de amor tem uma guinada de thriller, quando um homem assedia sua namoradinha, interpretada pela bela Julia Konrad (atualmente em cartaz nos cinemas em “Paraíso Perdido”). Curiosamente, Cristiana já tinha interpretado lésbicas em dois trabalhos televisivos, sendo um deles a novela “Insensato Coração”, mas, como a TV brasileira é ultraconservadora, nunca havia trocado carinhos com outra atriz em cena como no clipe. O vídeo tem direção e edição de J. Brivilati, destaque do meio publicitário brasileiro, que conta com quatro leões de Cannes no currículo. Terceiro single de Dani Vellocet, “A Rainha e o Leão” inspirou o tema dos anos 1980 do clipe com uma melodia que evoca a época, com direito até a solo de saxofone. Segundo a cantora santista, a letra é autobiográfica e remete à sua chegada em São Paulo. Multitalentosa, ela também assina o roteiro.

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  • Etc

    Quadrinhos da Disney não serão mais publicados no Brasil

    9 de junho de 2018 /

    A editora Abril não vai mais publicar os quadrinhos da Disney no Brasil. A decisão aconteceu, segundo o departamento de assinaturas da empresa, por “revisão estratégica do Grupo Abril”. A empresa publicava os quadrinhos do Mickey, Pato Donald e Tio Patinhas há 68 anos no país. De fato, o primeiro lançamento a trazer o logo da editora de Victor Civita foi a revista “Pato Donald”, em 12 de julho de 1950. E graças ao sucesso desta publicação, seguida pela revista do Zé Carioca e de outros personagens da Disney, a empresa conseguiu crescer, a ponto de ter até canais de TV. Mas isso é o passado. Hoje, a Abril é mais conhecida por fechar redações. Em carta enviada aos assinantes, a empresa informou que “os quadrinhos Disney não serão mais publicados por nós”. No início de maio, a editora suspendeu a publicação de coleções como “Biblioteca Don Rosa” e “Coleção Carl Barks”, que faziam parte de uma linha com quadrinhos históricos da Disney – um investimento recente. O que, de início foi anunciado como uma medida temporária, será agora permanente. Os últimos números dos quadrinhos Disney chegarão às bancas em julho. Depois disso, não se sabe qual destino terá o Pato Donald e seus amigos no país. Mas há quem aposte na Panini, que cresceu ao investir justamente em publicações dispensadas pela Abril, como as revistas da Marvel e da DC. .

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  • Filme

    Eddie Murphy vai estrelar biografia do astro de Dolemite, clássico da era blaxploitation

    9 de junho de 2018 /

    O ator Eddie Murphy vai estrelar sua primeira produção da Netflix. Ele será o protagonista de “Dolemite Is My Name”, biografia do comediante Rudy Ray Moore, astro do clássico da blaxploitation “Dolemite”. Moore trabalhava em uma loja de discos de Los Angeles nos anos 1970 quando começou a ouvir histórias obscenas de um cafetão e traficante chamado Dolemite. Ele decidiu transformar essas anedotas numa apresentação de stand-up, cujo sucesso o inspirou a gravar discos em que assumia o papel do personagem, contando histórias fantasiosas do anti-herói do gueto, repletas de palavrões, que viraram influência para diversos astros do rap. Os discos renderam o suficiente para Moore financiar seu próprio filme, lançando “Dolemite” em 1975. Cheio de defeitos de encenação, virou um fenômeno. Cultuadíssimo, o longa original ganhou mais três sequências e até hoje é referenciado. Confira o trailer abaixo para perceber porquê. O longa foi escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, dupla especializada em filmes biográficos, como “Grandes Olhos” e “Ed Wood”, ambos dirigidos por Tim Burton, e “O Povo Contra Larry Flint” e “O Mundo de Andy”, de Milos Forman. As filmagens começam em 12 de junho com direção de Craig Brewer (de “Ritmo de um Sonho” e do remake de “Footloose”). Vale lembrar que Murphy não filmava há dois anos. Seu último filme tinha sido a comédia “Mr. Church”, de 2016, que nem teve lançamento no Brasil. E o filme anterior a este, “As Mil Palavras”, era de 2012.

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  • Etc

    John Lasseter, cineasta de Toy Story, fundador da Pixar e diretor da Disney, é afastado após denúncias de assédio

    9 de junho de 2018 /

    Acusado de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho, o cineasta John Lasseter, diretor do departamento de animações da Disney e mente criativa por trás dos sucessos da Pixar, deixará definitivamente a empresa no fim de 2018. Até lá, ele manterá uma função simbólica de consultoria. A decisão foi anunciada na sexta (8/6), quase sete meses após Lasseter pedir licenciamento da direção da Disney, desculpando-se por seu comportamento. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. Ele próprio decidiu se afastar da companhia após chegar a seu conhecimento que a revista The Hollywood Reporter preparava uma reportagem sobre sua conduta. Na esteira das revelações feitas pelo movimento #MeToo, funcionários da Disney/Pixar relataram à publicação que se sentiam constantemente “desrespeitados e desconfortáveis” com a postura do chefe, descrito como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. O site Deadline também ouviu funcionários da Disney, que não quiseram se identificar, mas confirmaram que a empresa sabia sobre o comportamento de Lasseter e até designava “babás” para vigiá-los em reuniões com mulheres ou festas da companhia. Segundo a reportagem, Lasseter comparecia às festas escoltado por um segurança, cuja função era “prevenir” ações que poderiam ser vistas como inapropriadas. Uma das fontes citou casos de executivas que se demitiram após toques indesejados e uma obsessão doentia pelas atrizes que serviam de modelo para as animações da franquia Tinker Bell, nos filmes de fadas feito para o mercado de DVD. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, Lasseter disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluía o texto. Atualmente, a Pixar desenvolve o quarto capítulo da saga “Toy Story”, que seria dirigido por John Lasseter. Durante a produção, a atriz Rashida Jones, responsável pelo roteiro, anunciou seu desligamento do projeto, devido ao que chamou de “discriminação sexual” da empresa.

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  • Filme

    Eunice Gayson (1928 – 2018)

    9 de junho de 2018 /

    Morreu Eunice Gayson, atriz britânica que interpretou a primeira Bond Girl dos filmes da franquia 007. Ela tinha 90 anos e a causa da morte não foi divulgada. Eunice ficou famosa por dar vida à personagem Sylvia Trench não apenas no primeiro, mas nos dois filmes que inauguraram a franquia do famoso espião britânico: “007 Contra o Satânico Dr. No” (de 1962) e “Moscou contra 007” (de 1963). A morte foi divulgada pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli em um comunicado divulgado no perfil oficial da franquia no Twitter. “Estamos muito tristes de saber que Eunice Gayson, nossa primeira ‘Bond girl’, que interpretou Sylvia Trench em ‘Dr. No’ e ‘Moscou contra 007’, faleceu. Nossos sinceros sentimentos estão com toda a família”, disse o comunicado. A personagem da atriz não foi uma Bond Girl qualquer. Ela foi par romântico do espião britânico, na época vivido pelo ator Sean Connery. A atriz revelou, em 2012, em entrevista à BBC, que em sua estreia no papel o ator estava muito nervoso e quase não conseguiu falar a famosa frase “Bond. James Bond”, que acabou virando marca do personagem. Sylvia Trench não saiu dos romances originais de Ian Fleming. Ela foi inventada pelo roteirista Richard Maibaum e os produtores pretendiam que ela tivesse presença regular nos filmes, como uma piada recorrente em que Bond teria que voltar para casa antes de as coisas esquentarem com outras mulheres. A ideia foi descartada durante o desenvolvimento de “007 Contra Goldfinger” e a personagem nunca mais reapareceu. Uma curiosidade é que, apesar do papel proeminente, Eunice não pôde usar sua própria voz nos filmes. Na época, era comum que as Bond Girls tivessem suas falas dubladas pela artista Nikki van der Zyl. Além dos dois filmes de James Bond, a atriz também participou de outros trabalhos no cinema, como “A Vingança de Frankenstein” (de 1958), clássico de terror do estúdio Hammer, além de ter participado da série clássica “O Santo” (The Saint) nos anos 1960, atuando ao lado de outro 007, o ator Roger Moore, que substituiria Sean Connery no papel do espião no cinema.

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  • Filme

    Siberia: Keanu Reeves vai parar na Rússia em trailer de filme de ação

    9 de junho de 2018 /

    A Saban divulgou o trailer de “Siberia”, thriller estrelado por Keanu Reeves. Ele é um dos poucos atores conhecidos do elenco e este detalhe, aliado à falta de ação da prévia, sugere um thriller bastante monótono de baixo orçamento. Na trama, Reeves vive um comerciante americano que viaja para a Rússia para vender diamantes azuis raros de origem questionável. As coisas começam a dar errado e ele acaba em uma relação obsessiva com a proprietária de um café de uma pequena cidade siberiana, enquanto é caçado pela máfia russa. A direção é de Matthew Ross (“Frank & Lola”) e o elenco ainda inclui a romena Ana Ularu (série “Emerald City”), o russo Pasha D. Lychnikoff (série “Ray Donovan”), o inglês Eugene Lipinski (série “The Romeo Section”), o canadense Aleks Paunovic (série “Van Helsing”) e Molly Ringwald (série “Riverdale”). A estreia acontece em 13 de julho nos EUA, sem previsão para o Brasil.

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  • Filme

    Comercial revela que O Predador sofreu um upgrade

    9 de junho de 2018 /

    A Fox divulgou o primeiro comercial de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos que foi sucesso nos anos 1980. A prévia mostra que a criatura sofreu upgrade desde o primeiro encontro com Arnold Schwarzenegger. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e, para quem não lembra, o trabalho marcará a volta do diretor Shane Black (“Homem de Ferro 3”) à franquia. Ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia do novo “Predador” está marcada para 13 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Homem-Formiga insiste que é um Vingador em novo comercial

    9 de junho de 2018 /

    A Marvel divulgou um novo trailer de “Homem-Formiga e a Vespa”, seu próximo filme de super-heróis. A prévia traz o Homem Formiga se gabando de ser um Vingador, sem impressionar a Vespa – ao som de um remix do funk clássico “Think (About It)”, de Lynn Collins e James Brown. Os heróis do título, interpretados por Paul Rudd e Evangeline Lilly, e o Dr. Henry Pym (Michael Douglas) retornam com o diretor Peyton Reed (de “Homem-Formiga”) em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento do filme nos Estados Unidos.

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    Ryan Gosling é o Primeiro Homem na lua em trailer do novo filme do diretor de La La Land

    9 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou dois pôsteres, fotos e o primeiro trailer de “Primeiro Homem” (First Man), filme sobre a conquista da Lua que volta a reunir o ator e o diretor de “La La Land”. O clima tenso e a iconografia remete ao clássico “Os Eleitos”, do qual a trama é sucessora. Ryan Gosling vive o personagem do título, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. O filme dirigido por Damien Chazele e com roteiro de Josh Singer (“Spotlight”), mostra os bastidores de sua viagem espacial, revelando o custo humano da missão, descrita como a mais perigosa de todos os tempos, mas lembrada também como uma das mais bem-sucedidas. “Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”, nas palavras famosas do próprio Armstrong, ao pisar na Lua em 20 de julho de 1969. O elenco ainda destaca Claire Foy (série “The Crown”), Kyle Chandler (“A Noite do Jogo”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Jason Clarke (“Mudbound”), Pablo Schreiber (“Covil de Ladrões”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Lukas Haas (“O Regresso”), Patrick Fugit (série “Outcast”), Brian d’Arcy James (série “13 Reasons Why”), Ethan Embry (série “Sneaky Pete”), Ciarán Hinds (série “Game of Thrones”) e Cory Michael Smith (serie “Gotham”). A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Terror indie americano estrelado por Nana Gouveia estreia à meia-noite no Brasil

    9 de junho de 2018 /

    “Black Wake”, terror gringo protagonizado pela brasileira Nana Gouvea, será exibido pela primeira vez no Brasil neste sábado (9/1) durante o “Medonho”, festival dedicado ao gênero no Recife. Por conta disso, a atriz divulgou o cartaz do festival em suas redes sociais e convocou o público para assistir ao filme à meia-noite. “Quem vai?”, escreveu Nana, que mora há muitos anos em Nova York. O filme tem aparência trash, mas já venceu alguns prêmios em festivais do gênero e teve cinco indicações ao Independent Horror Movie Awards, premiação do terror independente, no qual levou os troféus de melhor morte e melhores efeitos. Nana protagoniza a trama ao lado dos atores Eric Roberts (“Os Mercenários”) e Tom Sizemore (série “The Shooter”), como a líder de uma equipe de cientistas que investiga uma infestação parasitária capaz de alterar o comportamento e transformar as pessoas em maníacos homicidas. O terror é o primeiro longa de toda sua equipe – do diretor Jeremiah Kipp, do roteirista Jerry Janda e do produtor Carlos Keyes, que é marido da brasileira – e usa a estética “found footage” (de vídeos encontrados), o que resulta em imagens amadoras. Apesar de circular em festivais desde fevereiro, ainda não há previsão de estreia em circuito comercial. Veja o trailer neste link e o post de Nana Gouvea abaixo. Começa amanhã, sábado, 9 de junho o “Medonho”, festival que promove maratona de filmes de terror no Cine Majestick,Rua Princesa Isabel,121,Boa Vista, Recife, Pernambuco. Tudo a partir das 10:00hs da noite! Black Wake passa a 0:00hr (meia noite)! Quem vai? Tem um montão de filme bacana no festival! #blackwake #medonho #festivaldecinema #nanagouvea #filmedeterror #tocadoterror #blackwakemovie #carloskeyes Uma publicação compartilhada por Nana Gouvea (@nanagouveaofficial) em 8 de Jun, 2018 às 6:44 PDT

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    As Viúvas: Filme de ação do diretor de 12 Anos de Escravidão ganha trailer legendado

    9 de junho de 2018 /

    A Fox divulgou a versão legendada do trailer e confirmou o título nacional de “As Viúvas” (Widows), o novo filme do britânico Steve McQueen, diretor do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”. Repleta de ação, a prévia demonstra uma guinada espetacular de estilo do cineasta, evocando um filme de gângster com elementos dramáticos e de thriller intenso. Mas o que faz cair o queixo é o elenco grandioso, encabeçado por Viola Davis, vencedora do Oscar por “Um Limite entre Nós” (Fences). O longa é uma adaptação da série britânica “As Damas de Ouro” (Widows), criada por Lynda La Plante (série “Prime Suspect”) em 1983. A série contava a história de três viúvas de ladrões e uma comparsa que resolvem seguir os passos dos seus maridos, realizando o assalto que eles não conseguiram fazer e que os matou. A atração teve duas sequências britânicas e até um remake da TV americana em 2002, cujo título nacional foi “As Viúvas”. A nova adaptação foi escrita pela romancista Gillian Flynn, autora do best-seller “Garota Exemplar”, e a principal mudança realizada foi a transposição da ação para os Estados Unidos. Além de Viola Davis, as viúvas incluem Michelle Rodriguez (franquia “Velozes e Furiosos”), Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) e a estrela da Broadway Cynthia Erivo em seu primeiro grande papel cinematográfico. Mas o elenco ainda inclui Liam Neeson (“Perseguição Implacável”), Colin Farrell (“O Estranho que Nós Amamos”), Robert Duvall (“O Juiz”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Jacki Weaver (“Artista do Desastre”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”), Jon Bernthal (série “O Justiceiro”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Garret Dillahunt (série “Fear the Walking Dead”), Carrie Coon (série “The Leftovers”), Lukas Haas (“O Regresso”) e Michael Harney (série “Orange Is the New Black”). “As Viúvas” estreia em 29 de novembro nos cinemas brasileiros, 20 dias após o lançamento no Reino Unido.

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    Kevin Spacey volta à tona como predador de “boys” em trailer de filme sobre escândalo real

    8 de junho de 2018 /

    A TGV Pictures, distribuidora da Malásia, jogou no YouTube o trailer de “Billionaire Boys Club”, que chama atenção por trazer à tona um papel de Kevin Spacey, após ele ser denunciado por assédio sexual. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, premiado com dois Oscars, optando por vetar seu lançamento. Mas “Gore” não era o único filme finalizado que foi tolhido pelo movimento #MeToo. “Billionaire Boys Club” também quase prometia ficar esquecido, apesar de juntar dois dos atores jovens mais quentes do momento, Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”). O filme foi produzido em meados de 2016, quando os dois estavam começando a chamar atenção, mas sua estratégia de aproveitar o sucesso da dupla para conseguir maior visibilidade saiu pela culatra com o excesso de visibilidade do caso de Spacey. Sem a mesma verba de Ridley Scott para refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo”, os produtores se viram sem alternativas para recuperar o investimento. E viram-se numa armadilha não muito diferente da experimentada pelos personagens da trama. Escrito e dirigido por James Cox (“Tudo em Família”), o longa é, ainda por cima, inspirado por um escândalo real, ao narrar como um grupo de estudantes ricos de Los Angeles se deixam engabelar por um golpista nos anos 1980 e arquitetam um esquema para ganhar dinheiro de forma fácil, convencendo diversos amigos a investirem em seu negócio. Até que o pilantra sumiu com todo o dinheiro, deixando-os endividados e incriminados. A história virou um caso criminal famoso e não terminou nada bem para nenhum dos personagens. Foi tão midiático que chegou a ganhar um telefilme em 1987, estrelado por um jovem ator em ascensão na época, Judd Nelson, logo após estrelar “O Clube dos Cinco” – no papel agora vivido por Ansel Elgort. O próprio Judd Nelson integra o elenco da nova versão, numa homenagem, ao lado ainda de Emma Roberts (série “Scream Queens”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”). O surgimento do trailer veio acompanhado de data de estreia. Mas a decisão de ir adiante com um filme que mostra Kevin Spacey abusando de imberbes autodenominados “boys” é indigesta demais, diante das acusações de pedofilia que pesam contra o ator – que, para se defender, resolveu se assumir homossexual, ultrajando também a comunidade LGBT+. A estreia está marcada para o dia 3 de agosto.

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    Mark Hammill defende Kelly Marie Tran dos fãs de Star Wars com frase famosa que chocou fãs de Star Trek

    8 de junho de 2018 /

    O ator Mark Hammill, o eterno Luke Skywalker, parafraseou uma frase famosa de William Shatner, o eterno Capitão Kirk, sobre fãs obcecados por franquias espaciais. Mas enquanto Shatner chocou os trekkers com sua mensagem dura, o contexto era uma participação no humorístico “Saturday Night Live”. Já Hammill disparou os phasers nas redes sociais, após autointitulados fãs praticaram bullying impiedoso contra a atriz Kelly Marie Tran, levando-a a excluir todas as suas publicações no Instagram. “Como não amar?”, escreveu o ator na legenda de uma foto em que aparece ao lado da companheira de elenco de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. E então acresceu a hashtag “arranjem uma vida, nerds”, evocando o Capitão da Enterprise, em defesa da colega. Tran vem sendo hostilizada de forma racista nas redes sociais desde o lançamento do oitavo episódio da franquia bilionária, devido à sua etnia asiática. Entretanto, ela entrou na produção achando que o papel de Rose Tico representava “uma honra e uma responsabilidade”. “Vários fãs de ‘Star Wars’ que são asiáticos nunca tiveram um personagem com o qual pudessem se identificar. Seria sempre a ‘Rey asiática’, por exemplo. Fico muito emocionada quando vejo as pessoas se identificando com o meu personagem”, ela disse para a revista Variety. Veja abaixo a mensagem de Hamill e relembre o contexto original da frase, num trecho da participação de Shatner no SNL. What's not to love? #GetALifeNerds Uma publicação compartilhada por Mark Hamill (@hamillhimself) em 6 de Jun, 2018 às 3:22 PDT

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