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    Homem-Formiga e a Vespa ganha três comerciais legendados e novos pôsteres

    12 de junho de 2018 /

    A Disney-Marvel divulgou três pôsteres e três comercial legendados de “Homem-Formiga e a Vespa”, seu próximo filme de super-heróis. As prévias destacam o tom bem-humorado do filme, centrando-se na pareceria relutante entre os dois heróis, interpretados por Paul Rudd e Evangeline Lilly, que se juntam para enfrentar uma nova supervilã chamada Fantasma (Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”). A personagem aparecendo dando uma surra no Homem-Formiga e demonstrando alguns dos seus poderes. Fora esse confronto, não há maiores detalhes da trama, que também irá introduzir Michelle Pfeiffer (“A Família”) como Janet Van Dyne, a Vespa original, e o Dr. Bill Foster (Laurence Fishburne, de “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”), também conhecido como o herói Golias Negro nos quadrinhos – e que Evangeline Lilly sugeriu ser o verdadeiro vilão da trama. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Novo clipe do Arcade Fire combina romance, animação e sci-fi trash

    12 de junho de 2018 /

    A banda canadense Arcade Fire lançou o clipe da música “Chemistry”, que combina atores reais e animação para criar uma história de amor em clima de sci-fi trash. Dirigido por Ray Tintori (de clipes de The Killers e MGMT), o vídeo mostra o amor à primeira vista entre um cão garçom e uma gata numa festa black tie de tubarões malignos, que resolvem impedir o namoro entre os bichos diferentes, apesar da química que rolou entre o casal. O protagonista sofre pra cachorro. Leva socos, chutes, rola escada abaixo e é jogado para fora do local. Mas não se dá por vencido até enfrentar o último tubarão assassino, que se revela o Exterminador do Futuro de sua espécie, numa luta que vai parar no espaço. A música faz parte do quinto álbum da banda, “Everything Now”, e não é das mais empolgantes. O clipe também vem dividindo opiniões nas redes sociais.

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  • Música

    Clipe junta Anitta e Silva numa estética de pop art

    12 de junho de 2018 /

    Anitta não para. Ela está em mais um clipe, “Fica Tudo Bem”, participando de um dueto romântico com Silva, cantor da nova MPB. A música é muito diferente do que se espera de Anitta, baseada em violão e voz, sem recursos eletrônicos. Já o vídeo remete ao período de “Essa Mina É Louca”, quando os clipes da cantora esboçavam influências de quadrinhos. “Fica Tudo Bem” atualiza e radicalizada essa estética “pop art” com cores vivas e imagens surreais. Não fosse o fato de os diretores (a dupla Hardcuore, composta pelos artistas gráficos Breno Pineschi e Rafael Cazes) gravarem muitos comerciais com a mesma pegada, seria o caso de apontar influência dos clipes da artista americana St. Vincent. Vale destacar que a direção de fotografia é assinada por Marcelo Durst, cinematógrafo de clássicos modernos do cinema brasileiro, como “Os Matadores” (1997), “Ação Entre Amigos” (1998), “Estorvo” (2000) e o recente “Big Jato” (2016). Anitta contou em entrevista ao programa “Vídeo Show”, que aceitou prontamente o convite para gravar o dueto com Silva. “Quando eu gosto da música, eu não fico pensando muito no amanhã não. Eu gostei, eu gravo e faço. E essa música eu amei.” “Fica Tudo Bem” é uma das 13 faixas do disco “Brasileiro”, o quinto e mais recente trabalho do cantor capixaba de 29 anos. Lançada há três semanas, a música chegou a entrar no ranking global das 50 músicas virais do Spotify. Antes de ganhar clipe, o áudio da faixa contava com mais de 1,2 milhão de reproduções no canal de Silva no YouTube. O cantor foi indicado ao Grammy Latino de 2017 de Melhor Álbum de MPB com “Silva Canta Marisa”, disco dedicado à cantora fluminense de quem também se declara fã.

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  • Etc

    Empresário de Stan Lee é preso em Los Angeles

    12 de junho de 2018 /

    O atual empresário de Stan Lee, Keya Morgan, foi preso na segunda-feira (11/6) sob a suspeita de ter registrado um boletim de ocorrência falso na polícia de Los Angeles. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, ele foi solto após pagar uma fiança de US$ 20 mil, mas deverá enfrentar julgamento em 2 de julho. A polícia não divulgou os detalhes exatos da prisão, mas pode ter algo a ver com o relato insólito do início deste mês, quando policiais foram chamados após Lee ser supostamente confrontado em sua casa por dois homens armados que lhe exigiam dinheiro. Mas também pode ter sido outro boletim, já que diversos casos foram abertos em torno de Stan Lee nos últimos meses. Envolvido há muito tempo com o segmento de cultura pop, Keya já vinha sido observado de perto pela mídia após várias denúncias que envolviam abusos contra o criador dos maiores heróis da Marvel. Em dezembro, Lee registrou boletim de ocorrência na polícia preocupado com o sumiço de uma fortuna de sua conta. A investigação descobriu que um cheque de US$ 300 mil teria sido feito em nome da Hands of Respect LLC, empresa de merchandising constituída por ele e um sócio de sua filha, Jerry Olivarez. Outros US$ 850 mil teriam sido subtraídos da conta para comprar uma casa em um condomínio em West Hollywood, perto de onde o artista mora. E não ficou nisso. Outros US$ 1,4 milhão evaporaram das contas de Lee em fevereiro. Ao mesmo tempo, diversos funcionários antigos de Lee começaram a ser demitidos. Um dia após Lee ser internado num hospital com taquicardia, seu guarda-costas e faz-tudo Max Anderson foi dispensado, após 14 anos dedicados ao artista, com direito a queixa criminal, por ter atacado Lee e sua única filha, Joan Celia. Além dele, também teriam sido demitidos a governanta da casa onde Lee mora, o jardineiro e o advogado do artista. Em abril, o Hollywood Reporter revelou que o criador dos Vingadores enfrentava uma guerra infinita pelo controle sobre suas posses, envolvendo sua filha, seu ex e seu atual empresário. A publicação conseguiu um documento assinado pelo próprio Stan Lee no escritório de seu então advogado, Tom Lallas, onde ele acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (empresário de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. No texto, Stan Lee afirma: “Tudo isso aumentava junto com seu maior medo: que após minha morte, ela ficaria sem casa e destituída”. Segundo o documento, J.C. Lee, de 67 anos, conta “com poucos amigos adultos” e os três homens insinuariam uma amizade com um único propósito: ter acesso ao controle das propriedades e dinheiro do lendário quadrinista. Poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Além disso, o número de telefone do quadrinista foi mudado e, segundo o THR, seus emails são monitorados e respondidos por Keya Morgan. “Stan Lee tem problemas de visão e não consegue ler letras pequenas”, justificou-se Morgan a THR. Assim que foi informado que a revista preparava a reportagem, Morgan também gravou um vídeo em que Lee diz que o documento em que acusa a filha e o empresário é “totalmente incorreto, impreciso, enganoso e insultante”. Confrontado com essa declaração, o ex-advogado do escritor diz que Lee repassou todo o conteúdo com ele, “palavra por palavra, linha por linha”. Lee também disse no vídeo: “Minha relação com minha filha nunca foi melhor e meu amigo Keya Morgan e eu também temos um ótimo relacionamento… Qualquer um que esteja dizendo outra coisa… está espalhando mentiras”. Dias antes da prisão de Morgan, outro vídeo foi gravado por Lee e postado no Twitter, no qual ele deixou claro que o empresário era a única pessoa com quem ele trabalhava e que podia representá-lo. “Meu único sócio e gerente de negócios é Keya Morgan, e não todas as outras pessoas que estão fazendo declarações falsas”, dizia o vídeo. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões.

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  • Etc

    Astro de Os Gatões e pai de Superman em Smallville é condenado à prisão

    12 de junho de 2018 /

    O ator John Schneider, que ficou conhecido pelos papéis de Bo Duke na série “Os Gatões” (The Dukes of Hazzard) e Jonathan Kent em “Smallville”, foi condenado à prisão na segunda-feira (11/6) por dever dinheiro da pensão alimentícia do filho e da ex-mulher. De acordo com o site TMZ, ele vai passar três dias numa prisão de Los Angeles e terá que cumprir 240 horas de serviço comunitário. O juiz do caso tinha dado prazo até março para Schneider quitar a dívida de US$ 150 mil, que poderia ser feito com a transferência de uma propriedade para o nome de sua ex, Elvira “Elly” Castle, mas ele não cumpriu a determinação. Na época, ele disse: “Lamento essa situação financeira em que estou, me sinto envergonhado e humilhado”. A pensão original, atrasada desde setembro de 2016, era de US$ 18,9 mil.

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  • Série

    Criador de Teen Wolf fará versão com atores da série animada Aeon Flux para a MTV

    12 de junho de 2018 /

    A MTV anunciou que fará uma versão com atores da série animada “Aeon Flux”, que fez sucesso na emissora nos anos 1990. A nova atração está sendo desenvolvida por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”, e seguirá a premissa da animação original, sobre uma jovem assassina de um futuro distópico, que se reúne com um grupo rebelde para salvar a humanidade. “Aeon Flux” teve três temporadas na época em que a MTV poderia ter virado o Adult Swim, com o projeto “Liquid Television” – que também gerou “Beavis and Butt-head”. Mas em vez de continuar explorando este filão, a emissora americana preferiu focar nos reality shows a partir do século 21, até virar o canal da “azaração”. A produção de Jeff Davis não será a primeira versão com atores da criação de Peter Chung. Em 2005, “Aeon Flux” virou filme com Charlize Theron no papel principal. A produtora do longa, Gale Anne Hurd (da série “The Walking Dead”), também faz parte do novo projeto.

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  • Filme

    As Boas Maneiras vence o medo do cinema brasileiro de fazer terror de qualidade

    12 de junho de 2018 /

    A pouca popularidade da literatura fantástica feita no Brasil, pelo menos dentre os best-sellers nacionais, na comparação com seu sucesso nos Estados Unidos e na Inglaterra, acabou por ricochetear em nosso cinema, que tem bem mais títulos do gênero que muitos imaginam, ainda que apelem mais para o trash e para a comédia. O fato é que a falta desta tradição criou uma resistência ao terror brasileiro entre o público médio, que desconfia das investidas nacionais no gênero. Mas o salto que a dupla Juliana Rojas e Marco Dutra dá, do suspense psicológico de “Trabalhar Cansa” (2011) para a fábula de terror “As Boas Maneiras” é bem grande – ainda que, pelo meio do caminho, Marco Dutra tenha apresentado um belíssimo filme de possessão e casa assombrada, “Quando Eu Era Vivo” (2014). “As Boas Maneiras” é um filme de lobisomem, que entretanto acumula elementos que podem parecer corpos estranhos dentro do que se espera desse contexto. Há até mesmo cenas em que alguns personagens começam a cantar, evocando o drama musical “O que se Move” (2012), de Caetano Gotardo – com a presença de Cida Moreira aproximando os dois. A narrativa é visivelmente dividida em duas partes. No começo, Clara (Isabél Zuaa, que conquistou muitos fãs com sua performance de mulher intensa e forte em “Joaquim”) vai pedir emprego de babá na casa de Ana (Marjorie Estiano, excelente). Mas Ana procura uma pessoa que também cuide da casa e dela mesma, nos primeiros estágios da gravidez. Como precisa de dinheiro com urgência, Clara aceita, dando início a uma relação de cada vez maior intimidade entre as duas. Uma intimidade que une tanto a carência afetiva quanto o gosto de Clara por mulheres. Aos poucos, e de maneira deliciosa, começa a vir à tona a situação de Ana, seu misterioso gosto por carne, as dores grandes que sente na gestação e também somos apresentados à história de quando ela engravidou. De fato, a relação entre Ana e Clara é tão bela e singular que quando o filme parte para novos rumos se torna difícil não sentir falta dessa primeira parte. No entanto, a segunda parte tem o grande mérito de ser ainda mais corajosa, ao assumir explicitamente o cinema de horror, via homenagem ao clássico “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981), de John Landis, além de evocar “Filhos do Medo” (1979), de David Cronenberg, e “Nasce um Monstro” (1974), de Larry Cohen, entre outros. Apesar dessas citações, “As Boas Maneiras” tem uma brasilidade muito forte, com festas juninas e uma projeção de São Paulo próxima do gótico, com a força da lua sempre sendo um elemento presente. A fotografia é linda e de autoria do português Rui Poças, conhecido por obras tão belas e distintas quanto “Tabu” (2012), “O Ornitólogo” (2016), “Zama” (2017) e “Severina” (2017). Mas o filme também conquista do ponto de vista humano. Tanto nas relações de afeto entre Clara e Ana, quanto nas relações de mãe e filho entre Clara e o menino Joel (Miguel Lobo). O pequeno Joel, dada sua condição de lobo, precisa se submeter a certos sacrifícios. É até possível que o espectador saia um pouco contrariado da sessão, por não encontrar nem um terror tradicional nem um drama típico, sem perceber que ver uma obra como esta no cinema brasileiro é um privilégio e tanto. Uma obra que marca época e impacta o desenvolvimento dos filmes de gênero no país.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo é realmente a versão feminina de um filme já visto

    12 de junho de 2018 /

    Quem gosta de “Onze Homens e um Segredo” tem tudo para apreciar Sandra Bullock (como Debbie, a irmã do Danny Ocean de George Clooney), Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Rihanna, Helena Bonham Carter, Mindy Kaling e Awkwafina em “Oito Mulheres e um Segredo”. Já quem acha um porre e se diverte bem menos que os astros e as estrelas da tela nesse tipo de filme, vai ter uma razão a mais para odiar, porque a intenção de “Oito Mulheres e um Segredo” é mesmo trazer de volta a atmosfera de “Onze Homens e um Segredo”, mas com um excepcional elenco feminino, que não deixa a mínima saudade de Clooney e sua turma. O filme faz parte da tendência hollywoodiana das continuações disfarçadas de reboots (ou vice-versa), como “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World”, que mais ou menos repetem as estruturas consagradas dos roteiros originais como forma de reapresentar histórias velhas para uma nova geração. O curioso é que Hollywood tenha considerado a franquia de George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon digna do mesmo tipo de tratamento, inclusive com uma cota de autorreferências e participações especiais. Está tudo em seu devido lugar de novo e outra vez. Inclusive em seu paradoxo primordial. Nesses filmes, os planos das “criminosas” não tem como ser levados a sério, embora sejam minuciosamente detalhados, sem fazer o menor sentido para quem está do lado de cá da tela. Enquanto personagens, falam, pensam, falam e pensam, o que fica para o espectador é o espetáculo visual, que consiste na observação de olhares, sorrisos, narizes empinados e como essas pessoas andam com estilo, vestem-se bem, e se comunicam de maneira esnobe. Aliás, por que os elencos desses filmes precisam falar quase que obrigatoriamente com empáfia? Será que o charme exala antipatia enquanto personagens caminham entre checkpoints grã-finos como galerias de arte, cassinos ou o Met Gala? É muito mais humano observar Helena Bonham Carter quebrar esse padrão, ao demonstrar insegurança, vulnerabilidade e um humor tão discreto quanto imprevisível. O mesmo serve para a sedução provocada por Anne Hathaway, com sua personagem que quer ser linda como uma Barbie, mas é, no fundo, uma menina mimada e ingênua. São as duas melhores atuações… Porque as líderes Sandra Bullock e Cate Blanchett, que são sempre extraordinárias, limitam-se aqui a fazer o perfil egocêntrico “comigo ninguém pode” de George Clooney nos filmes de Soderbergh. Como nos longas anteriores, “Oito Mulheres e um Segredo” também não apresenta conflitos ou grandes riscos para o elenco principal, muito mesmos reviravoltas surpreendentes. O enredo até inclui uma reviravolta. Mas ela não é memorável, pois só acontece quando, digamos, o filme esquece que havia terminado, estendendo-se desnecessariamente até gerar um anti-clímax. E há o problema da direção que não decola. Gary Ross é um cineasta que entrega o que está no roteiro. Seu talento aparece mais quando revisita o cinema clássico, mesmo que seja para atualizá-lo, como fez nos belos “Pleasantville” e “Seabiscuit”. Mas, aqui, sua dedicação é tão impessoal que ele visivelmente se esforça para parecer Steven Soderbergh. O detalhe é que nem sequer foi Soderbergh quem criou “Onze Homens e um Segredo”, materializado pela primeira vez em 1960 como veículo para Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. Claro que o remake de 2001 foi mais marcante. Mas o ponto é que Ross não tinha a necessidade de reproduzir os tiques de Soderbergh, que nem estava em sua praia indie quando topou entrar na brincadeira de “Onze Homens e um Segredo” com seus amigos. Ali, todos ganharam para se divertir. Da mesma forma que as atrizes deste filme. Afinal, se houvesse pretensão feminista e não apenas comercial no resgate da franquia como veículo para estrelas femininas, por que não contaram com uma mulher na direção? Assim, até a piada sobre isso, nos minutos finais, soaria mais pessoal e com personalidade. Fica a ideia para a sequência, já que estes caça-niqueis costumam virar trilogia. Se Soderbergh fez “Onze Homens”, “Doze Homens e “Treze Homens”, Sandra, Cate, Anne e cia devem retornar ainda em “Nove Mulheres” e “Dez Mulheres”. Até os números batem. Quem sabe, assim, consigam provar que conseguem fazer melhor, agora que já estabeleceram as personagens, podendo finalmente deixar a sombra dos “Onze Homens” e suas referências para trás.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita atinge US$ 2 bilhões de faturamento mundial

    12 de junho de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” se tornou o quarto filme da história a faturar US$ 2 bilhões em bilheteria mundial. A marca foi registrada nesta terça-feira (12/9), quando a produção da Marvel atingiu exatamente US$ 2,001,136,398 em todo o mundo. Deste total, US$ 655,1 milhões vieram da América do Norte, enquanto o mercado internacional respondeu por 1,346 bilhão. A chegada a esse montante era considerada inevitável desde o momento em que o terceiro “Vingadores” se tornou o filme que mais rapidamente chegou à soma de US$ 1 bilhão em venda de ingressos. O longa da Marvel é também o primeiro filme de super-heróis a superar os US$ 2 bilhões. Antes dele, a cifra bilionária só tinha sido atingida por “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 2,06b), “Titanic” (US$ 2,18b) e “Avatar” (US$ 2,78b). Agora, a expectativa se volta ao momento em que “Vingadores: Guerra Infinita” superará “Star Wars: O Despertar da Força” como a terceira maior bilheteria mundial de todos os tempos. A diferença entre os dois filmes é de apenas US$ 67,1 milhões. “Vingadores 4”, que continuará a saga de “Guerra Infinita” rumo aos recordes de faturamento, tem estreia marcada para o próximo dia 2 de maio.

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  • Etc

    Trump exibiu trailer falso de filme de ação como proposta de paz para Kim Jong-un

    12 de junho de 2018 /

    O encontro entre o presidente Donald Trump e o ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un, que aconteceu em Cingapura nesta terça (12/6), teve clima de thriller hollywoodiano, com direito a trailer, exibido para a imprensa, com a visão de Trump sobre o futuro. Trump encomendou um vídeo em tom de filme de ação genérico, com um enredo maniqueísta ao extremo, para exemplificar sua proposta de paz. E ele foi registrado pelo site do jornal britânico The Guardian, que o disponibilizou na internet para provar que a ideia não foi concebida como piada, embora pareça algo que internautas criariam como deboche. A “trama” explora a opção pela paz entre cenas de guerra – “o passado” – e imagens de “ficção científica” – “o futuro”, que mostram uma Coreia do Norte pujante, um país com trens de alta velocidade, arranha-céus espelhados, fábricas modernas e gigantescas linhas de transmissão de energia. “A história pode se repetir por gerações, em ciclos que parecem intermináveis”, diz o narrador, evocando os documentários trash do cineasta favorito de Trump, o indiano Dinesh D’Souza. “Chega a hora em que poucos são chamados para fazer a diferença”, continua a narração de tom ufanista, escrita ao estilo dos tuítes de Trump, com repetição de palavras e conceitos simplórios. “Uma história de oportunidade, uma nova história, um novo começo. Dois homens, dois líderes, um destino”. O presidente dos Estados Unidos afirmou à imprensa que mostrou o vídeo a Kim Jong-un e seus assessores no final do encontro. “Acho que eles amaram”, disse Trump. A ideia do trailer falso foi uma aposta na tradição cinéfila da família de Kim. É conhecida a história do pai do ditador, Kim Jong-il, que sequestrou em 1978 o renomado diretor sul-coreano Shin Sang-ok e sua ex-esposa, a atriz Choi Eun-hee, para que eles criassem uma indústria cinematográfica na Coréia do Norte. A dupla conseguiu escapar oito anos depois, durante uma ida ao Festival de Berlim. Esta aventura da vida real voltou à tona recentemente, por ocasião da morte de Choi Eun-hee, falecida em abril deste ano.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada transforma Luke Cage em coadjuvante de sua própria série

    12 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer legendado da 2ª temporada de “Luke Cage”. A prévia não mostra a participação de Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro, antecipada em fotos oficiais, e apenas vagamente a mafiosa Rosalie Carbone, supostamente a grande vilã dos novos episódios, vivida por Annabella Sciorra (da série “Família Soprano”). Em vez disso, concentra-se na guerra entre os criminosos “Black Mariah” Dillard (Alfre Woodard), que busca se estabelecer como “Rainha do Harlem”, e o recém-chegado Bushmaster, que não teve seu nome traduzido, apesar de ser conhecido nos quadrinhos nacionais como Cobra Venenosa. Ele é interpretado por Mustafa Shakir (da série “The Night Of”). O trailer não deixa claro qual versão do personagem entrou na série, já que dois irmãos adotaram o mesmo nome. Nos quadrinhos, é o mais velho, John McIver, o primeiro Cobra Venenosa, que se envolve com Luke Cage, Punho de Ferro, Misty Knight e até Claire Temple, todos presentes na 2ª temporada da série – as duas últimas, vividas por Simone Missick e Rosario Dawson. Esta versão do personagem foi introduzida nos quadrinhos do Homem de Ferro em 1977, criada pela dupla dinâmica Chris Claremont e John Byrne. Os novos episódios ainda incluem Tilda Johnson, a Sombra da Noite, uma vilã clássica do Capitão América, criada em 1973 por Steve Englehart e Alan Weiss como uma cientista que transformava pessoas em lobisomens. Desde então, ela tem alternado aparições como antagonista e aliada de heróis como Luke Cage e o Pantera Negra. A personagem é interpretada por Gabrielle Dennis (da série “Rosewood”) e, pelo que o trailer mostra, filha de Black Mariah – o que é bem diferente da genealogia dos quadrinhos. Além destes personagens, o capanga Hernan “Shades” Alvarez (Theo Rossi) continua ao lado de Mariah. E é esperada uma participação muito especial de Reg E. Cathey (1958–2018) em seu último papel, como pai de Luke Cage (Mike Colter). O que realmente falta no trailer é o personagem que dá título à série, que parece ter virado coadjuvante dos demais. A 2ª temporada de “Luke Cage” estreia em 22 de junho.

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  • Filme

    Rose McGowan é acusada de posse de cocaína e pode pegar até 10 anos de prisão

    12 de junho de 2018 /

    A atriz Rose McGowan foi oficialmente acusada de posse de cocaína na segunda-feira (11/6), no estado da Virgínia, nos EUA. Rose, que se entregou à justiça em novembro, afirma que foi incriminada por Harvey Weinstein após ser uma das dezenas de mulheres a acusar o ex-produtor de abuso sexual, dando início ao movimento #MeToo, que desencadeou em uma série de denúncias contra pessoas poderosas em Hollywood. Ela alega que, no dia 20 de janeiro do ano passado, deu falta de sua carteira no Aeroporto Internacional de Dulles, em Washington. E quando a equipe do aeroporto a encontrou, continha dois pacotes de cocaína. A atriz, entretanto, diz que sua carteira sumiu enquanto esperava sua bagagem na esteira e que recebeu uma mensagem via Instagram, 20 dias depois, sobre a carteira e as drogas. Por isso, afirma ter sido vítima de uma conspiração envolvendo Weinstein. “Eles estão tentando calar a minha boca? Há um pedido de prisão para mim na Virgínia. Que monte de merda”, desabafou ela em seu Twitter. Os advogados de Weinstein negam as acusações. Se condenada, a atriz pode pegar até 10 anos de prisão. Ela chegou a ser presa e fichada por se recusar a comparecer à audiência preliminar do caso, alegando complô. Um dia antes, a atriz compartilhou um tuíte afirmando que se tivesse aceitado a proposta de US$ 1 milhão oferecida por Weinstein para que ficasse em silêncio, durante a investigação do jornal The New York Times, ela não teria sido presa. “FATO”, escreveu McGowan, apostando na teoria da conspiração. “Rose mantém sua inocência”, disse seu advogado, José Baez, em um comunicado, após a confirmação da acusação. “Essas acusações nunca teriam sido trazidas à tona se não fosse por seu ativismo como uma voz para as mulheres em todos os lugares. Eu garanto a vocês que este processo seletivo será enfrentado com uma forte defesa.” Por sua vez, o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein foi indiciado por estupro e crime sexual, e também se declarou inocente em audiência em Nova York no último dia 5. Ele se entregou à polícia da cidade americana no dia 25 de maio, após meses de investigação, e foi indiciado formalmente, podendo pegar até 25 anos de prisão se for condenado.

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    Comercial de Suits mostra tumulto causado pelas saídas de Patrick J. Adams e Meghan Markle

    12 de junho de 2018 /

    O canal pago americano USA divulgou um novo comercial da 8ª temporada de “Suits”, que destaca as muitas mudanças sofridas pela série, a ponto dos próximos episódios parecerem um reboot. A série será retomada após a saída de Mike (Patrick J. Adams) e Rachel (Meghan Markle), que deixaram Seattle após seu casamento. As baixas repercutem num clima tumultuado no escritório de advocacia, agora formado por Harvey Specter (Gabriel Macht), seu parceiro Louis Litt (Rick Hoffman) e a secretária Donna Paulsen (Sarah Rafferty), com o apoio do formidável Alex Williams (Dulé Hill) e a inegavelmente talentosa Katrina Bennett (Amanda Schull). Mas não vai demorar para a advogada Samantha Wheeler (Katherine Heigl) se juntar às fileiras da empresa e desafiar o status quo, conforme demonstra a prévia. Criada por Aaron Korsh e produzida pelo cineasta Doug Liman (“Feito na América”), “Suits” retorna com novos episódios em 18 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, a série faz parte da programação da Netflix.

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