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  • Filme

    Personagens de Han Solo ganham duas novas coleções de pôsteres individuais

    26 de abril de 2018 /

    A Disney divulgou duas novas coleções de pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Os cartazes voltam a trazer os personagens centrais em poses individuais, alguns pela primeira vez. Além do trio formado por Han Solo (Alden Ehrenreich, de “Ave César!”), Chewbacca (Joonas Suotamo) e Lando Calrissian (Donald Glover, de série “Atlanta”), que ganham versões jovens, há as novidades de Qi’Ra (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”), Beckett (Woody Harrelson), Val (Thandy Newton), Dryden (Paul Bettany), o robô L3-37 (voz de Phoebe Waller-Bridge) e um alien chamado Rio (voz de Jon Favreau). O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e Ron Howard assina a direção final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia de “Han Solo” está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Cara Gente Branca: Trailer legendado da 2ª temporada vira do avesso piadas de temática racial

    25 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou cinco fotos novas, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que vira do avesso piadas sobre equívocos e preconceitos raciais. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.

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  • Série

    Here and Now: Nova série do criador de True Blood é cancelada pela HBO após uma temporada

    25 de abril de 2018 /

    O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série “Here and Now” após sua 1ª temporada, que teve seu último episódio exibido em 10 de abril. Criada por Alan Ball, responsável por dois dos maiores sucessos do canal, “True Blood” e “Six Feet Under”, a série se provou um fracasso de público e crítica. A produção teve apenas 24% de aprovação no site Rotten Tomatoes e uma média de público em torno dos 370 mil telespectadores. Em comunicado, a HBO declarou que “após uma análise cuidadosa, decidimos não seguir com uma segunda temporada de Here and Now. Agradecemos a Alan por sua dedicação com esse programa inovador, e estamos ansiosos para conferir o seu próximo projeto”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou em 2016, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. “Here and Now” girava em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e uma filha biológica. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ter visões. O elenco era liderado por Holly Hunter (“Barman v Superman”) e Tim Robbins (“Um Dia Perfeito”) e incluía os jovens Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Raymond Lee (“Mozart in the Jungle”) e Daniel Zovatto (“Revenge”).

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    Um Lugar Silencioso vai ganhar continuação

    25 de abril de 2018 /

    O terror “Um Lugar Silencioso”, fenômeno de bilheteria escrito, dirigido e estrelado pelo ator John Krasinski, vai ganhar uma continuação. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (25/4) pelo presidente da Paramount Pictures, Jim Gianopoulos, na CinemaCon, convenção americana de exibidores, realizada anualmente em Las Vegas. “Estamos felizes em dizer que já estamos trabalhando na sequencia de ‘Um Lugar Silencioso'”, disse Gianopoulos aos exibidores. O executivo, no entanto, não deu mais detalhes sobre a produção, nem se Krasinski voltaria à cadeira de diretor. O filme, que custou apenas US$ 17 milhões para ser produzido, arrecadou até agora US$ 134 milhões nos Estados Unidos e US$ 213 milhões no mundo inteiro. A produção também conquistou a crítica, com média de 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    John Travolta surge irreconhecível no set de filme do cantor da banda Limp Bizkit

    25 de abril de 2018 /

    Lembra de Fred Durst? O cantor da banda de rock dos anos 1990 Limp Bizkit está dirigindo seu terceiro filme, que será estrelado por John Travolta. E fotos feitas por paparazzi revelaram o ator irreconhecível no set. Barbudo, de óculos e com um corte de cabelo bem diferente, Travolta foi flagrado filmando no famoso Hollywood Boulevard. Em “Moose”, o ator vive um fã obscecado que persegue um astro de cinema. A história foi inspirada por uma experiência semelhante vivida por Durst com um fã, anos atrás. Mas também é a mesma história de uma dúzia de outros filmes – curiosamente, dois deles estrelados por Robert DeNiro, “O Rei da Comédia” (1982) e “Estranha Obsessão” (1996) O elenco de “Moose” também inclui Devon Sawa (série “Nikita”), Ana Golja (série “Degrassi: A Próxima Geração”) e James Paxton (série “Eyewitness”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Comcast cobre oferta da Fox pela rede europeia de canais pagos Sky

    25 de abril de 2018 /

    A Disney venceu a Comcast na disputa pela compra da Fox. Mas o conglomerado americano, que é dono do estúdio Universal e da rede NBC, resolveu dar o troco e cobriu a oferta da Fox pela rede de canais pagos europeus Sky. Oferecendo US$ 31 bilhões pela rede sediada em Londres, a Comcast superou o que havia sido oferecido pela Fox anteriormente e o comitê de acionistas retirou a recomendação de vender os canais Sky para a Fox. “Como resultado do anúncio desta oferta de maior valor, o comitê independente (da Comcast) está descartando a recomendação pela oferta da 21st Century Fox de 15 de dezembro de 2016 e está encerrando o acordo de cooperação que foi feito com a 21st Century Fox na mesma data”, disse a diretoria da Sky. Brian L. Roberts, presidente da Comcast, afirmou: “Estamos animados em formalizar nossa oferta pela Sky hoje. Nós acreditamos há tempos que a Sky é uma grande companhia e que casa bem com a Comcast. A Sky tem negócios fortes, lealdade de clientes e uma marca valiosa. É gerida por uma equipe ótima, com quem estamos ansiosos para trabalhar, construir e crescer os negócios”. Roberts citou ainda os 23 milhões de assinaturas da rede de TV paga e a posição de liderança em países como Reino Unido, Itália e Alemanha para justificar a confiança em um bom negócio. “Será nossa plataforma para crescer na Europa e nos permitirá investir em mais programação original e inovação, para entregar uma experiência diferenciada aos assinantes.” Agora, as agências regulatórias precisam estudar a proposta e o impacto dela, para concretizar ou não o negócio. Isto se a Disney não ajudar a Fox a cobrir a oferta…

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  • Etc

    Atriz de Smallville é acusada de tentar aliciar Emma Watson para seita sadomasoquista

    25 de abril de 2018 /

    A atriz Allison Mack deixou a prisão na terça-feira (24/4) após pagar a fiança de US$ 5 milhões estabelecida por um juiz da Califórnia. Ela agora vai aguardar em liberdade o julgamento por acusações de recrutar mulheres para servirem como escravas sexuais de uma seita sadomasoquista. Procuradores federais em Nova York acusaram a atriz de desempenhar um papel importante na seita DOS. Ao justificar sua prisão, afirmaram que ela teria tentado aliciar mulheres famosas, como a atriz Emma Watson (“A Bela e a Fera”) e a cantora Kelly Clarkson, para o esquema. Tuítes para as duas, com convites para “conversas” sobre um “movimento feminino”, ainda podem ser lidos em sua linha do tempo. A decisão de libertar a intérprete de Chloe Sullivan em “Smallville” se deu após acordo que a manterá sob a custódia de seus pais. Ela deverá ficar na casa da família em Los Alamitos, na Califórnia, até o julgamento. Ela também está proibida de ter qualquer contato com Keith Raniere, o líder da seita, atualmente preso, ou com outros integrantes do grupo, incluindo classes de auto-ajuda da NXIVM (pronuncia-se “Nexium”). Caso seja condenada, a atriz pode pegar de 15 anos a prisão perpétua. A estrela de “Smallville” foi identificada como braço direito de Raniere na organização. “Como consta na acusação, Allison Mack recrutou mulheres para o que supostamente seria um grupo de orientação feminina, que foi, de fato, criado e liderado por Keith Raniere”, afirmou o procurador Richard Donoghue, ao oferecer a denúncia contra a atriz. “As vítimas foram então exploradas, tanto sexualmente quanto por seu trabalho, em benefício dos réus”. Raniere se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização conhecida como NXIVM para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram aliciadas para a seita DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. Em novembro, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização, iniciada como um grupo de auto-ajuda, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar na DOS. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A polícia federal americana também investiga o envolvimento de Kristin Kreuk, a Lana Lang de “Smallville”. Kreuk teria sido a responsável por recrutar Mack, ainda na época de “Smallville”, mas, segundo testemunhos de ex-membros, afastou-se da seita antes que ela se tornasse bizarra de verdade. Kreuk assumiu ter feito o curso do NXIVM, mas negou participação no DOS. “As acusações de que eu faria parte de uma ‘cúpula interna’ ou recrutaria mulheres como ‘escravas sexuais’ são descaradamente falsas”, afirmou a atriz no Twitter, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás, e que nunca fez parte do grupo das escravas. “Eu entendia que era algo focado em auto-ajuda/crescimento pessoal e que me ajudou a lidar com minha timidez”, ela contou. “Durante meu período, eu nunca vi nenhuma atividade ilegal ou nefasta. Estou horrorizada pelo que foi revelado do DOS. Obrigada a todas as corajosas mulheres que compartilharam suas histórias e revelaram a verdade sobre o DOS; não posso imaginar a dificuldade que vocês passaram. Estou triste e envergonhada de ter sido associada com o NXIVM. Espero que as investigações levem justiça a todos os afetados”, ela escreveu.

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    Os Simpsons: Dublador de Apu afirma que pode abandonar personagem após controvérsia

    25 de abril de 2018 /

    A polêmica evolvendo o personagem Apu, devido à forma preconceituosa como os indianos são retratados na série animada “Os Simpsons”, fez o ator Hank Azaria, que dubla Apu, afirmar que pode deixar o papel. Durante entrevista ao “Late Show” de Stephen Colbert, na noite de terça (24/4), ele revelou ter refletido sobre o assunto e disse estar disposto a deixar de dublar o personagem, abrindo espaço para um dublador indiano, além de pedir roteiristas indianos na série. “Eu pensei muito nisso. Muito mesmo. E meus olhos foram abertos. Eu acho que o mais importante é escutar as pessoas de origem indiana neste país e suas experiências. Ouvir as vozes deles significa incluí-los na sala dos roteiristas. Eu realmente quero ver indianos e pessoas do sul da Ásia nas salas de roteiro, informando em que direção o personagem pode seguir”, afirmou Azaria, que também dubla outros 30 personagens, entre eles Moe e o chefe de polícia Wiggam. “Eu estou perfeitamente disposto a sair e ajudar a fazer uma transição para algo melhor. Espero que ‘Os Simpsons’ façam isso. É o que eu sinto que é a coisa certa a fazer agora”, afirmou ele. O tratamento dado a Apu já rendeu até um documentário lançado em 2017, “The Problem with Apu”, em que o comediante Hari Kondabolu questionou tanto o estereótipo indiano, quanto o fato de ele ser dublado por alguém imitando o sotaque dos asiáticos. A resposta veio num episódio de “Os Simpsons” exibido no começo de abril, que só piorou a situação. Na trama, Lisa dizia: “Algo que começou há décadas, aplaudido e inofensivo, agora é politicamente incorreto. O que se pode fazer?” O comediante Hari Kondabolu, produtor e narrador de “The Problem with Apu”, reagiu negativamente logo após a exibição do episódio. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Uau. Politicamene incorreto? Este foi o aprendizado do meu filme e da discussão que ele despertou? Cara, eu realmente amava este programa. Isto é triste.” Veja abaixo a entrevista com Hazaria, que aborda a controvérsia.

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    Viúva Negra surra alienígenas em cena inédita de Vingadores: Guerra Infinita

    25 de abril de 2018 /

    A blitz de divulgação de “Vingadores: Guerra Infinita” chegou ao programa de Jimmy Kimmel na noite de terça (24/4). E além das entrevistas com parte do elenco, foi exibida uma das lutas do longa, em que Viúva Negra (Scarlett Johansson) rouba a cena, surrando alienígenas da Ordem Negra de Thanos ao lado do Nômade/Capitão América (Chris Evans) e do Falcão (Anthony Mackie). Veja abaixo. O filme dividiu a crítica nos Estados Unidos, entre elogios rasgados de sites geeks e comentários depreciativos da imprensa tradicional. Com direção dos irmãos Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia nesta quinta (26/4) no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

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    Imprensa tradicional norte-americana considera Vingadores: Guerra Infinita medíocre

    25 de abril de 2018 /

    O lançamento de “Vingadores: Guerra Infinita” escancarou um abismo entre os ditos críticos geeks e a imprensa tradicional dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Após os resenhistas de blogs e sites dedicados à quadrinhos babarem elogios ao filme nas redes sociais e outros buracos negros da internet, as críticas impressas chegaram às bancas apontando que o novo longa da Marvel não passa de uma versão imponente e exagerada de uma obra medíocre. Como resultado desta disputa de narrativas, a média do filme no Rotten Tomatoes está com 88% de aprovação. Isto o coloca em 10º lugar entre as produções da Marvel no ranking do site, que é liderado por “Pantera Negra” (96%). Mas se forem considerados apenas os chamados “top critics”, os críticos principais, geralmente da imprensa tradicional, o resultado cai para 73% de aprovação, menos que o longa anterior da franquia, “Vingadores: Era de Ultron”, que conquistou 74% entre os “top critics”, e que, em retrospectiva, até fanboys acham fraco – rendeu pedido de desculpas do próprio diretor, Joss Whedon, por ter errado a mão. Uma curiosidade das críticas negativas é que a maioria tem trechos dedicados a expôr os pedidos do estúdio para evitar spoilers e a condenar os fanboys por policiarem a mídia contra quem ousar desafiar estas ordens, comparando-os a minions da Marvel. The New York Times, Los Angeles e o canadense Globe and Mail citaram cansaço com esse tipo de comportamento e como isso engessa críticas, já que não se pode comentar o enredo ao se escrever sobre um filme. Veja abaixo alguns trechos das críticas negativas. “A ação é especialmente tediosa e previsível. Tanto as cenas de luta e de voo quanto o ritmo geral das primeiras duas horas ou mais. As pessoas falam por um tempo, espalhando piadas e pedaços de personalidade, e então lutam da maneira esperada, jogando objetos gigantes (e um ao outro) e atirando ondas de cor de suas mãos” – AO Scott, jornal The New York Times. “Grande parte do filme, em outras palavras, mantém uma atitude insolente e levemente cansativa de bro-vs-bro, mesmo diante de um desastre iminente… Poucos dos personagens nos deixam querendo mais porque, nessa fase tardia, não parece haver mais nada… Mas nem mesmo a ameaça de aniquilação universal, ao que parece, vai impedir que essa linha de montagem avance com sua assinatura, eficiência mecanizada e polida” – Justin Chang, jornal The Los Angeles Times. “Não há ritmo em ‘Vingadores: Guerra Infinita’. É tudo sensação e sem pulso. Tudo é grande o tempo todo” – Stephanie Zacharek, revista Time. “Recorrer ao típico enredo de encontrar pedras preciosas parece desanimadoramente básico, mas há um problema mais espinhoso com Thanos em geral… Ele não parece um adversário profundo e sim um ogro deslocado do mundo de ‘Warcraft'” – Tim Robey, jornal The Telegraph. “É muito. Muitos personagens, muita ação, muito tudo. É um xarope de super-herói com muitos heróis e tela insuficiente. É sobrecarga infinita” – Adam Graham, jornal Detroit News. “Isto não é um filme, é um seminário de convergência de marketing… Mas o final é tudo o que será comentado pelos fãs. O tempo e a segunda semana de bilheteria dirão se o cliffhanger é lucrativamente controverso ou simplesmente uma coisa destinada a frustrar o público para convencê-los a aliviar sua frustração daqui a um ano, vendo o próximo filme ‘Vingadores'” – Michael Phillips, jornal Chicago Tribune. “‘Vingadores: Guerra Infinita’ é uma versão de ‘Treze Homens e um Novo Segredo’ de roupa colante, se alguém conseguir visualizar este filme com o dobro de Brad Pitts e nenhum jogador de pôquer. Combinar os elencos de ‘Os Vingadores’, ‘Pantera Negra’, ‘Doutor Estranho’ e ‘Guardiões da Galáxia’ pode ter soado como uma alquimia genial para os cientistas de estúdio que pensam que filmes são como lugares em que você pode consumir tudo ao mesmo tempo… Não há spoilers aqui, mas tudo o que é preciso é dar uma espiada na própria franquia para saber que a morte é temporária. Somente a criação de franquias é infinita” – Joshua Rothkopf, revista Time Out. “Mesmo pelos próprios padrões da Marvel de mediocridade útil, a ‘Guerra Infinita’ é um fracasso… Mas não há spoilers aqui. E não por causa das ordens do estúdio ou porque as reviravoltas do filme são especialmente geniais. Simplesmente porque nada em “Guerra Infinita” vale spoiler. Afinal de contas, os conceitos mágicos que distorcem a realidade e distorcem o tempo introduzidos na franquia efetivamente tornam todas as mortes reversíveis. E como até mesmo um leitor casual de tais histórias em quadrinhos sabe, o conceito de ‘morte de super-heróis’ de curta duração é um meme de longa data do gênero. Esses heróis caídos não valem suas lágrimas” – John Semley, jornal Globe and Mail.

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    Lauren Cohan confirma que continuará em The Walking Dead

    25 de abril de 2018 /

    Acabou a novela. A atriz Lauren Cohan confirmou que estará na 9ª temporada de “The Walking Dead”. A intérprete de Maggie estava evolvida numa longa renegociação de salário com a produção e sua presença ainda não havia sido garantida. Tanto que chegou a gravar o piloto de uma nova série. “Vou voltar, ainda tem muitas histórias da Maggie para contar e, vocês sabem, não posso contar nada. Mas será bom!”, disse ela, durante um painel da CinemaCon, em Las Vegas, na terça-feira (24/4), enquanto divulgava longa “Mile 22”. Não se sabe, porém, se ela estará no elenco fixo da atração ou se aparecerá apenas em alguns episódios, justamente devido ao seu compromisso com outra atração. A atriz foi escalada como a protagonista feminina do piloto de “Whiskey Cavalier”, série de ação da ABC. O piloto ainda não foi avaliado para o canal definir se o transformará em série. Mesmo assim, segundo o site The Hollywood Reporter, seu contrato no novo programa lhe permitiria continuar a fazer “The walking dead”, mas de uma forma mais limitada. Neste caso, contribui o fato de a série de terror do canal pago AMC normalmente começar a produção de suas temporadas na primavera americana, quando a maioria dos programas de TV dos Estados Unidos já terminou de ser gravada.

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    Clayne Crawford responde acusações de causar problemas nas gravações da série Máquina Mortífera

    24 de abril de 2018 /

    Após Clayne Crawford ser denunciado por diversos sites por supostamente causar problemas nas gravações da série “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator veio à público comentar os rumores de que ele poderia ser responsável pelo cancelamento da produção. O intérprete do policial Martin Riggs na série baseada nos filmes da franquia “Máquina Mortífera” assumiu ter sido repreendido durante as gravações, mas não vestiu a carapuça de vilão, sugerida pelas reportagens. Leia abaixo a íntegra da declaração que o ator postou em sua conta pessoal no Instagram. “É verdade que fui repreendido duas vezes durante a última temporada de ‘Máquina Mortífera’. A primeira repreensão foi porque eu reagi com raiva contra condições de trabalho que senti que não eram seguras ou favoráveis ​​ao bom trabalho, sob o comando de um diretor convidado e assistente de direção, que, por sua vez, ficaram com raiva da minha reação. Eu estive nos Recursos Humanos, pedi desculpas pela minha parte do conflito e completei a terapia indicada pelo estúdio em outubro. Até compartilhei uma parte considerável do meu pagamento com uma das partes envolvidas, de acordo com as instruções do estúdio. A segunda reprimenda aconteceu apenas algumas semanas atrás, durante o episódio que eu estava dirigindo. Um ator no set se sentiu inseguro porque um fragmento de um efeito especial o atingiu. Foi um evento infeliz, que aconteceu apesar de todas as precauções e procedimentos que estavam sendo seguidos. Eu assumo a responsabilidade pelo incidente, porque eu estava no comando do set. Eu absolutamente amo, respeito e cuido da minha equipe e elenco e nunca colocaria intencionalmente tantos empregos em risco. Além disso, eu amo o processo de fazer cinema e televisão. Eu aprecio e respeito o trabalho de todos os envolvidos. É preciso uma comunidade para fazer acontecer e lamento muito se a minha paixão por fazer um bom trabalho alguma vez tenha feito com que alguém se sentisse menos à vontade no set ou se sentisse menos do que apreciado pelos seus esforços. Por fim, peço desculpas a toda a equipe e elenco por qualquer atenção negativa que ‘Máquina Mortífera’ esteja recebendo por causa desses incidentes. Tenho muito orgulho em tratar todos na minha vida com dignidade e gentileza. Sou muito grato pelo meu trabalho e trabalho muito duro nisso. Eu tenho a responsabilidade de fazer um bom trabalho para meus colegas de trabalho, minha família e meu estado de origem, e mais especialmente para os fãs. Espero que eles fiquem comigo e com a série.” Forgive my delayed response. #truth Uma publicação compartilhada por Clayne Crawford (@claynecrawford) em 24 de Abr, 2018 às 12:53 PDT

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    Ross Butler entra em Shazam!, que tem mais quatro atores especulados como super-heróis

    24 de abril de 2018 /

    Aparentemente, Billy Batson não será o único menino a dizer a palavra mágica e virar um super-herói fortão em “Shazam!”. A revista Variety confirmou que Ross Butler (da série “13 Reasons Why”) entrou no elenco do filme como a “versão adulta” de um dos irmãos adotivos de Billy, Eugene Choi – interpretado por Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) em sua “versão mirim”. Além disso, circulam rumores de que Michelle Borth (série “Hawaii Five-0”), Adam Brody (série “StartUp”), D.J. Cotrona (série “From Dusk till Dawn”) e Meagan Good (série “Minory Report”) viveriam as versões adultas dos outros irmãos de Billy Batson. Os personagens são Mary Bromfield, Freddy Freeman, Pedro Peña e Darla Dudley, que são interpretados respectivamente por Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”), Jovan Armand (série “The Middle”) e Faithe Herman (série “This Is Us”) em suas versões mirins. Já Billy Batson é vivido por Asher Angel (série “Andi Mack”) e vira Zachary Levi (série “Chuck”) ao pronunciar a palavra “Shazam!” O filme vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos de Shazam, que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, o herói chegou a sua nova forma em 2012 (nos “Novos 52”), que aumentou bastante a antigamente chamada Família Marvel. Nos quadrinhos originais, Billy tinha apenas uma irmã (gêmea, ainda por cima), Mary Batson, que virava Mary Marvel, e um amigo adolescente, Freddy Freeman, que se transformava no Capitão Marvel Jr (Shazam Jr. no reboot anterior). Tudo isso acabou. Após o terceiro reboot, Billy ganhou nada menos que cinco irmãos. Eles formam uma família inclusiva, adotados por pais que também foram adotados quando crianças. Outro detalhe que contraria a história original é que Mary (agora Mary Bromfield) é a mais velha dos seis. Todos ganham superpoderes como efeito colateral de uma briga de Shazam contra Adão Negro nos quadrinhos. Mas, no filme, quem vai brigar com o herói será o Dr. Silvana (Mark Strong, de “Kingsman: O Círculo Dourado). “Shazam!” tem direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) e é o segundo filme na fila de estreias dos heróis da DC – após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. As filmagens começaram em fevereiro em Toronto, no Canadá, e a previsão de estreia é para abril de 2019.

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