Novo pôster de Jurassic World: Reino Ameaçado alerta que o parque acabou
A Universal divulgou um novo pôster de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que avisa, em inglês, que o Parque dos Dinossauros acabou. A imagem mostra uma grande destruição vulcânica na Ilha Nublar, enquanto um T-Rex urra solto, aterrorizando os protagonistas. A cena remete às imagens vislumbradas no primeiro trailer da produção, quando os personagens de Bryce Dallas Howard e Chris Pratt, protagonistas do primeiro “Jurassic World”, tentavam salvar os répteis gigantes de uma segunda extinção explosiva. O elenco também Justice Smith (série “The Get Down”), Daniella Pineda (da série “The Originals”), Toby Jones (“Alice Através dos Espelhos”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), James Cromwell (“O Artista”), Ted Levine (série “Monk”), Geraldine Chaplin (“O Impossível”) e a menina Isabella Sermon, além dos retornos de BD Wong (também de “Jurassic World”) e Jeff Goldblum (que retoma seu personagem de “Jurassic Park”). O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção está a cargo do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) e a produção é de Steven Spielberg (“Jurassic Park”). “Jurassic World: Reino Ameaçado” estreia em 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo comercial de Han Solo mostra primeiro voo com a nave Millennium Falcon
A Disney/Lucasfilm divulgou um novo comerical de “Han Solo: Uma História Star Wars”, que destaca o personagem-título (agora encarnado por Alden Ehrenreich, de “Ave César!”) embarcando pela primeira vez na nave Millennium Falcon, ao lado de seu fiel escudeiro Chewbacca (Joonas Suotamo). Também há destaque para cenas de um jogo de cartas, que incluem o jovem Lando Calrissian (Donald Glover, da série “Atlanta”). Segundo a mitologia de “Star Wars”, foi num jogo desses que Han Solo ganhou a Millennium Falcon. Além destes personagens da trilogia original de “Star Wars”, o prólogo também traz novos papéis para Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e Thandie Newton (série “Westworld”) – além de Phoebe Waller-Bridge (série “Fleabag”), que dubla o droide L3-37. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e sua produção teve bastidores tumultuados. O diretor Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. “Han Solo” terá sua première mundial em 15 de maio, numa exibição especial durante o Festival de Cannes, e chega aos cinemas brasileiros nove dias depois, em 24 de maio.
Grupo com fantasias de La Casa de Papel é preso ao tentar entrar em presídio de Pernambuco
Um grupo de quatro homens mascarados, imitando o visual dos assaltantes da série “La Casa de Papel”, foi preso nesta terça-feira (17/4) em Abreu e Lima, no Grande Recife, ao tentar entrar num presídio. Eles foram detidos ao causarem tumulto no estacionamento do Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), usando as máscaras de Salvador Dali e os macacões vermelhos que identificam o personagem da série espanhola da Netflix. Segundo a Secretaria Executiva de Ressocialização, a abordagem do grupo foi feita por agentes penitenciários, que encaminharam as quatro pessoas à polícia. Os quatro seriam YouTubers pernambucanos que tentavam gravar uma pegadinha. Um dos integrantes chegou a postar vídeos na noite de segunda (16/4) usando a fantasia. E antes de serem presos, gravaram imagens em frente a uma agência bancária em Igarassu, na Região Metropolitana do Recife. Em nota, a Polícia Civil explicou que o grupo entrou no perímetro do presídio portando celulares e causando tumulto no local. Três dos quatro suspeitos foram autuados em flagrante pelos crimes de violação de domicílio qualificada (por entrarem contra a vontade expressa em compartimento não aberto ao público), favorecimento real (por terem ingressado com celulares em estabelecimento prisional), falso alarme (por terem provocado tumulto no estabelecimento prisional) e corrupção de menores. O quarto era um adolescente, que após procedimentos de Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC) foi liberado. Em nota, o secretário de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco, Pedro Eurico, recriminou a tentativa de invasão. “É de uma irresponsabilidade inimaginável. Foi uma ação arriscada e que só não teve um final trágico graças a experiência dos nossos agentes penitenciários. Recentemente 21 pessoas morreram numa tentativa de resgate no presídio do Pará. Na ação de hoje o grupo poderia facilmente ser confundido com estes mesmos criminosos”, apontou no texto.
Próximo filme de Pedro Alomodóvar vai juntar Antonio Banderas e Penélope Cruz
o diretor espanhol Pedro Almodóvar vai voltar a trabalhar com os atores Antonio Banderas e Penélope Cruz em seu próximo filme, “Dolor y Gloria” (Dor e Glória). No comunicado que anunciou o projeto, o começo das filmagens foi marcado para a primeira quinzena de julho. Ao contrário de “Julieta”, o filme anterior de Almodóvar, “Dolor y Gloria” terá protagonistas masculinos, interpretados por Banderas e Asier Etxeandía (de “A Porta Aberta”), enquanto Cruz viverá uma coadjuvante, junto de outra antiga colaboradora do diretor, Julieta Serrano (“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”). “Dolor y Gloria” será o 21º longa-metragem de Almodóvar, e tratará “da criação, cinematográfica e teatral, e da dificuldade de separar a criação da própria vida”, na definição do próprio diretor. Segundo o comunicado, a trama narra “uma série de reencontros, alguns físicos e outros recordados depois de décadas, de um diretor no seu declínio: os primeiros amores, os segundos amores, a mãe, a mortalidade, um ator com o qual o diretor trabalhou, os sessenta, os oitenta, a atualidade e o vazio, o incomensurável vazio perante a impossibilidade de seguir filmando”. Antonio Banderas será o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997), mas que também inclui um curta – “A Vereadora Antropófaga” (2009). Até então, os dois trabalharam sempre em filmes diferentes de Almodóvar, à exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram pouco mais que figuração. Nenhum deles, contudo, estava a tanto tempo sem trabalhar com o diretor quanto Julieta Serrano, parceira desde “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980). O último filme em que Almodóvar dirigiu a atriz foi “Ata-me” (1989). Ainda não há previsão para a estreia de “Dolor y Gloria”.
Pantera Negra será primeiro filme exibido nos cinemas da Arábia Saudita após mais de 35 anos
“Pantera Negra” foi o filme escolhido para abrir a primeira sala de cinema da Arábia Saudita, após mais de 35 anos de proibição de cinemas no país. A projeção do longa do super-herói da Marvel vai acontecer nesta quarta (18/4) em Riad, capital da Arábia Saudita, com a inauguração de um complexo cinematográfico da empresa americana AMC Entertainment. A sala que exibirá o filme tem 620 assentos, que serão preenchidos por convidados do governo e vários nomes da indústria cultural do país. Ao anunciar o encerramento da proibição aos cinemas em dezembro, o público árabe viu diversos teatros improvisando telas para projetar filmes aprovados pelo governo – a maioria, desenhos animados dos Estados Unidos. Mas só agora o país voltará a ter salas específicas para este fim. O governo saudita prevê que o setor do cinema possa criar 30 mil postos de trabalho permanentes e mais de 130 mil temporários até 2030 no país, além de contribuir para o aumento do faturamento da indústria cultural saudita. Entretanto, ainda não foi divulgado se homens e mulheres poderão se juntar na mesma sala, já que o reino saudita impõe normas de comportamento muito conservadoras, chegando a exigir a separação de pessoas por sexo nos espaços públicos. Considerando que a projeção acontece no escuro, o mais provável é que homens e mulheres tenham que assistir filmes em salas separadas. Vale lembrar que as salas de cinema foram fechadas na Arábia Saudita nos anos 1980, justamente após o endurecimento das normas e a imposição de severas restrições às liberdades individuais, à cultura, ao lazer e a todas as manifestações artísticas. A decisão das autoridades sauditas de dar licenças para abrir salas de cinema ocorre em meio a uma política de “abertura”, que vem sendo adotada desde junho, sob orientação do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, de apenas 32 anos. Um mês antes de anunciar mudanças nas regras rígidas do país, como a permissão para mulheres irem a estádios de futebol e dirigir carros, cerca de 40 príncipes, militares, ministros e empresários foram presos sob a acusação de corrupção, tirando do poder lideranças conservadoras que aconselhavam o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, de 82 anos.
Criador de Downton Abbey prepara série sobre a família mais rica do mundo
Famoso por retratar a aristocracia britânica do começo do século 20 na série “Downton Abbey” (2010-2015), o produtor e roteirista Julian Fellowes prepara outra série de época sobre uma família milionária. Mas desta vez será uma história verídica. Fellowes irá contar a história real da família mais rica do mundo, os Rothschild, uma dinastia de banqueiros que se originou nos guetos judaicos de Frankfurt, na Alemanha, em meados do século 18. O começo humilde, entretanto, virou um império. E a série pretende contar esta evolução, com muitos dos elementos que transformaram “Downton Abbey” em um fenômeno de público e crítica, como ostentação de riqueza, conflitos familiares e guerras. Mas há outra relação do projeto com “Downton Abbey”. O Castelo Highclere, usado como o lar dos protagonistas da famosa série, pertence a herdeiros da filha ilegítima de Alfred de Rothschild, neto do banqueiro fundador da dinastia. A saga dos Rothschild começa ainda na época da Revolução Francesa (1789-1799), quando Mayer Amschel Rothschild deu o pontapé na ascensão da família, acumulando dinheiro no comércio, durante a ascensão da burguesia, mas principalmente com negociações com governos, como em toda história de enriquecimento súbito que se preze. Estrategicamente, Mayer enviou os filhos para cidades-chave da Europa, para criar relacionamentos com políticos e comerciantes. Um deles foi para Paris, durante a revolução. Mas o filho que chegou em Londres foi o mais bem-sucedido. Em 1811, ele fundou na capital inglesa o banco Rothschild, instituição financeira que logo se espalhou pelo mundo. A influência da família se tornou tão grande no Reino Unido que Sir Evelyn de Rothschild, pentaneto de Mayer e presidente do banco durante 21 anos, foi conselheiro financeiro da rainha Elizabeth II. Estima-se que a fortuna pessoal de Evelyn, ainda vivo aos 86 anos, gire em torno dos US$ 20 bilhões. A atração ganhou o nome de “Five Arrows” (Cinco Flechas), referência aos cinco filhos pioneiros do império, e está sendo desenvolvida para o canal pago britânico Sky Atlantic. Desde o final de “Downton Abbey” há três anos, Fellowes tem escrito peças de teatro, mas não abandonou totalmente a TV. Ele também desenvolve outro drama de época para o público americano: “The Gilded Age”, minissérie de dez episódios ambientada na Nova York dos anos 1880, com previsão de estreia para 2019 na rede NBC. “Five Arrows” será a segunda série recente sobre os maiores milionários do mundo. A primeira, “Trust”, do cineasta Danny Boyle, estreou no final de março no canal pago FX, acompanhando a família Getty.
O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil
Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.
The Walking Dead registra sua pior audiência de final de temporada desde 2010
A série “The Walking Dead” terminou sua 8ª temporada com a audiência em queda livre. O episódio final, exibido no domingo (15/4), foi visto por 7,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, de acordo com a apuração da Nielsen. É o pior público de season finale desde a 1ª temporada, em 2010, quando o encerramento foi visto por 5,9 milhões. Na ocasião, a série não era tão conhecida. A previsibilidade da história, repleta de idas e vindas, teria frustrado o público, assim como a expectativa de um final anticlimático, sem mortes ou vinganças. Em relação ao final da 7ª temporada, assistido por 11,4 milhões, o desfecho do fim de semana interessou menos 30% de telespectadores. Este foi o legado da passagem de Scott M. Gimple como showrunner da série. Ele se despediu da função no último episódio, tendo “caído para cima”, com uma promoção a um cargo de supervisão da franquia (que inclui a série “Fear the Walking Dead”), após ser alvo de uma petição na internet que pedia sua demissão. Para o lugar de Gimple, o canal pago AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Ela vai comandar a atração a partir da 9ª temporada, que irá introduzir a ameaça dos Sussurradores, e ainda precisará lidar com uma possível ausência da atriz Lauren Cohan. O impasse sobre a renovação do contrato da intérprete de Maggie continua no mesmo ponto há vários meses, como se não fosse importante resolver logo a questão. No mês passado, o ator Khary Payton, intérprete de Ezekiel, desabafou em seu Instagram, ao lado de uma foto da atriz: “Paguem a mulher”. Maior sucesso da história do canal pago AMC, “The Walking Dead” sofre paradoxalmente com uma sucessão de descasos e decisões controversas para economizar trocados, que teve como ponto mais baixo a demissão de seu criador, o cineasta Frank Darabont, na metade da 2ª temporada.
Quinzena dos Realizadores levará filmes brasileiros ao Festival de Cannes 2018
A Quinzena dos Realizadores, mostra paralela ao Festival de Cannes, anunciou sua seleção oficial. E entre os filmes anunciados há um longa e um curta brasileiros, respectivamente “Los Silencios”, de Beatriz Seigner, e “O Órfão”, de Carolina Markowicz. Além destes, “Skip Day” tem codireção do americano Patrick Bresnan e de Ivete Lucas, que nasceu no Brasil e trabalha nos Estados Unidos. Coprodução entre Brasil, França e Colômbia, “Los Silêncios” acompanha o reencontro de uma família em uma ilha desconhecida onde o pai, dado como morto em conflitos locais, está escondido. O elenco destaca o peruano radicado no Brasil Enrique Diaz (da série “O Mecanismo”). A diretora Beatriz Seigner comemorou a inclusão na mostra de seu segundo longa – após “Bollywood Dream – O Sonho Bollywoodiano” (2010) – , por meio das redes sociais. “Depois de 9 anos de trabalho, 37 editais públicos dos quais ganhamos 10 e perdemos 27, uma gravidez surpresa e filhote lindo nascido no caminho, muitas parcerias para levar pra vida toda, finalmente este filme vai chegar ao mundo, no maior festival de cinema deste planeta, tendo passado por uma seleção de 2 mil filmes dos quais apenas 20 são selecionados”. Rodado no rio Amazonas, na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, o longa já tem distribuição garantida no Brasil pela Vitrine Filmes. Além dos filmes brasileiros, a mostra trará, entre outros títulos, “Clímax”, o novo longa erótico do polêmico argentino Gaspar Noé (“Love”), “Mandy”, terror de Panos Cosmatos (filho de George P. Cosmatos), “Le Monde Est à Toi”, segundo longa do premiado diretor francês de clipes Romain Gavras (filho do mestre Costa-Gavras), e “Pájaros de Verano”, do premiado colombiano Ciro Guerra (“O Abraço da Serpente”), em parceria com sua produtora Cristina Gallego. A Quinzena dos Realizadores foi fundada em 1969 pela Société des réalisateurs de films, o sindicato dos diretores franceses, após a greve geral e a revolta de maio de 1968, após o Festival de Cannes ter sido cancelado em solidariedade aos grevistas. A mostra não se restringe a Cannes, nem mesmo à França. Após a seção na Riviera, viaja para Marselha, Paris, Genebra, Roma, Milão, Florença e Bruxelas. Confira abaixo a seleção completa de filmes da Quinzena dos Realizadores 2018. Longas “Amin”, de Philippe Faucon “Carmen y Lola”, de Arantxa Echevarria “Climax”, de Gaspar Noé “Cómprame un Revólver”, de Julio Hernández Cordón “Les Confins du Monde”, de Guillaume Nicloux “El Motoarrebatador”, de Agustín Toscano “En Liberté!”, de Pierre Salvadori “Joueurs”, de Marie Monge “Leave no Trace”, de Debra Granik “Los Silencios”, de Beatriz Seigner “The Pluto moment”, de Ming Zhang “Mandy”, de Panos Cosmatos “Mirai”, de Mamoru Hosoda “Le Monde Est à Toi”, de Romain Gavras “Pájaros de Verano”, de Ciro Guerra & Cristina Gallego (filme de abertura) “Petra”, de Jaime Rosales “Samouni Road”, de Stefano Savona “Teret”, de Ognjen Glavonic “Troppa Grazia”, de Gianni Zanasi (filme de encerramento) “Weldi”, de Mohamed Ben Attia Curtas “Basses”, de Félix Imbert “Ce Magnifique Gâteau!”, de Emma De Swaef e Marc James Roels “L’Arbre et la Pirogue”, de Sébastien Marques “La Chanson”, de Tiphaine Raffier “La Lotta”, de Marco Bellocchio “La Nuit des Sacs Plastiques”, de Gabriel Harel “Las Cruces”, de Nicolas Boone “Le Sujet”, de Patrick Bouchard “O Órfão”, de Carolina Markowicz “Our Song to War”, de Juanita Onzaga “Skip Day”, de Patrick Bresnan e Ivete Lucas
Choi Eun-hee (1926 – 2018)
A atriz Choi Eun-hee ícone do cinema sul-coreano dos anos 1950 e 1960, faleceu na segunda-feira (16/4), em Seul, aos 91 anos, após uma longa doença. Ela fez sucesso numa época em que o cinema do país não tinha tanta repercussão no Ocidente quanto hoje. Mas formou, ao lado do marido, o diretor Shin Sang-ok, o principal casal da indústria cinematográfica do país asiático durante duas décadas. A parceria dos dois rendeu mais de 100 filmes, como “A Flower in Hell” (1958), “A Happy Day of Jinsa Maeng” (1961), “Rice” (1962), “Red Scarf” (1963) e “Phantom Queen” (1967), nenhum deles lançado no Brasil. Em 1978, após descobrir que o marido mantinha uma amante, a atriz Oh Su-mi, com quem teve dois filhos, ela se divorciou de Shin. Mas a história do casal não terminou aí, e acabou se tornando mundialmente conhecida por razões alheias à sua vontade. Dois anos depois, Choi foi sequestrada depois durante uma viagem a Hong Kong e levada para a Coreia do Norte, por ordem de Kim Jong-il (pai do atual líder norte-coreano, Kim Jong-un). Desesperado com o sumiço da ex-mulher, Shin seguiu o rastro de Choi até Hong Kong, onde também foi sequestrado e levado para a Coreia do Norte. Apaixonado pela sétima arte, Kim comunicou seu plano de transformá-los no pilar do cinema de propaganda norte-coreano. E para reforçar os planos, obrigou-os a se casarem novamente. Eles viveram oito anos no país, sem a menor liberdade, e chegaram a realizar sete filmes para o ditador antes de fugirem. Sua fuga aconteceu de forma cinematográfica. Após convencerem Kim de que suas realizações no cinema norte-coreano precisavam ser reconhecidas no mundo inteiro, conseguiram incluir um filme na seleção do Festival de Berlim, para onde viajaram em 1986. Lá, conseguiram despistar seus guardas e escaparam para a Áustria, sendo perseguidos até chegar em Viena e entrar na embaixada dos Estados Unidos, onde seu pesadelo acabou, ao conseguirem asilo. Após conquistar a liberdade, o casal permaneceu junto por vontade própria. Ambos viveram os anos 1990 nos Estados Unidos, antes de retornar para a Coreia do Sul, onde Shin faleceu em 2006. No mesmo ano, Choi recebeu um prêmio pela carreira da Academia Sul-Coreana de Cinema, mas sua saúde imediatamente começou a se deteriorar, de acordo com familiares e repórteres que a entrevistaram na casa de repouso onde vivia, nos arredores de Seul. Ela fazia um tratamento de rotina quando faleceu, revelou seu filho mais velho, Shin Jeong-gyun.
Teaser de Cara Gente Branca revela data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou seis fotos e um teaser legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.
Mark Hamill vai aparecer no casamento de Sheldon e Amy em The Big Bang Theory
O final da temporada de “The Big Bang Theory” vai acontecer em grande estilo, com o esperado casamento de Sheldon (Jim Parsons) e Amy (Mayim Bialik). E a festa vai contar com muitos convidados especiais. Entre eles, Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) e Kathy Bates (série “American Horror Story”). Ainda não foram divulgados quais papéis os atores viverão no episódio-evento, nem mesmo se interpretarão a si mesmos. Mas eles não estarão sozinhos. Lauren Lapkus (série “Crashing”) também vai aparecer, num papel que está sendo mantido em segredo, e Jerry O’Connell, previamente anunciado como a versão adulta de Georgie, irmão de Sheldon – visto ainda criança na série “Young Sheldon”. O casamento de Sheldon e Amy vai ao ar no dia 10 de maio nos Estados Unidos, encerrando a 11ª temporada da atração, que já foi renovada para mais um ano de produção. “The Big Bang Theory” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Jason Clarke negocia estrelar o remake de Cemitério Maldito
O sucesso de “It: A Coisa” tirou o projeto do remake de “Cemitério Maldito”, também baseado num livro de Stephen King, do fim da fila de produções em desenvolvimento na Paramount. Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”) abriu negociações para viver o pai da família da história. Clarke recentemente atuou em um outro filme de terror, “A Maldição da Casa Winchester”, que foi um grande fracasso de crítica e bilheteria. Apesar de Andy Muschietti, diretor de “It: A Coisa”, ter afirmado que adoraria fazer o remake de “Cemitério Maldito”, o filme acabou nas mãos dos diretores Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão perto de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem. Ali perto também existe um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, quem volta à vida age de modo estranho e violento. O livro publicado em 1983 teve sua primeira adaptação para o cinema em 1989, dirigida por Mary Lambert, e que originou uma famosa música-tema da banda Ramones.












