Teaser de Suits explora a despedida de Meghan Markle e Patrick J. Adams
O canal pago USA Network divulgou um novo teaser da série “Suits”. Em tom de despedida, o vídeo é focado no relacionamento de Rachel Zane e Mike Ross — vividos por Meghan Markle e Patrick J. Adams – , e convida o espectador a assistir ao final feliz do casal. O vídeo de 30 segundos exibe cenas do romance. “Eu quis me casar com você desde o primeiro segundo em que te conheci”, diz Mike a Rachel. Ao fim, um texto promete: “Descubra como termina essa história”. Após o anúncio de seu noivado com o Príncipe Harry, do Reino Unido, ficou difícil para Meghan Markle continuar no elenco da série jurídica, que ela estrela desde o piloto da atração. E seu colega de elenco e par romântico na trama aproveitou para sair junto. Patrick J. Adams, que recentemente se casou com a atriz Troian Belissario (de “Pretty Little Liars”), estaria buscando novos projetos para sua carreira. Ele já queria ter saído no passado, mas o adiamento desses planos por uma temporada permitiu um desfecho melhor para seu personagem. O final feliz do casal será exibido ao longo da segunda metade da 7ª temporada, que tem estreia marcada para 28 de março nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pela Netflix. “Suits”, que já se encontra renovada para a 8ª temporada, continuará a ser produzida sem a participação do casal.
Atriz de The Americans sofre grave acidente de carro e perde a filha de 4 anos
A atriz Ruthie Ann Miles, que interpretou a coreana Young Hee Seong na série “The Americans”, perdeu a filha de quatro anos e foi parar no hospital devido a um grave acidente de carro na segunda-feira (5/3), em Nova York. A filha morreu na batida, assim como outra criança, de 1 ano, filho de uma amiga que estava no carro. O carro da atriz foi abalroado em um cruzamento por outro veículo que passou pelo sinal vermelho. Segundo o jornal The Daily News, o motorista de 46 anos que provocou a batida afirma ter sofrido uma convulsão e não se lembra de nada do acidente. Ruthie, que está gravida, está internada e estável, assim como sua amiga. O motorista responsável pela batida também se encontra hospitalizado. A atriz conquistou em 2015 o Tony Award, o Oscar do teatro, pela peça “O Rei e Eu”, na Broadway. Além de aparecer em metade dos episódios da 4ª temporada de “The Americans”, ela também participou da série “Elementary” no ano passado.
Atriz de Sex and the City pode disputar eleições para o governo de Nova York
A atriz Cynthia Nixon, intérprete de Miranda Hobbes na série “Sex and the City”, quer ser a próxima governadora de Nova York, segundo o NY1. O canal de TV diz ter ouvido de fontes confiáveis que ela já começou a montar sua equipe para disputar as convenções primárias do Partido Democrata. A agente da atriz não confirma nem nega os planos, afirmando que Nixon está “explorando” a ideia. “Muitos nova-iorquinos preocupados têm encorajado Cynthia a concorrer ao cargo, e, como ela disse anteriormente, ela irá continuar explorando isto”, disse Rebecca Capellan, em comunicado. “Caso e quando tal decisão for tomada, Cynthia certamente tornará público seus planos”, completou a agente. As primárias acontecem em 13 de setembro e a eleição geral em 6 de novembro. Cuomo, de 60 anos e filho do falecido governador de Nova York Mario Cuomo, busca seu terceiro mandato neste ano. Cynthia Nixon, que tem 51 anos, estrelou “Sex and the City” de 1998 a 2004. A série tinha a cidade de Nova York praticamente como um personagem, e fez tanto sucesso que mais tarde gerou dois filmes. Ainda bastante ativa como atriz, ela recentemente viveu a poeta Emily Dickson na cinebiografia “Além das Palavras” e venceu o Tony Awards como Melhor Atriz de teatro do ano passado, pela nova montagem de “The Little Foxes”. Paralelamente, ela tem se envolvido cada vez mais na política, particularmente em defesa dos direitos LGBTQ e contra o governo de Donald Trump. Perguntado nesta terça-feira sobre um possível desafio da artista, Cuomo disse a repórteres em teleconferência: “Sobre pessoas que podem ou não concorrer ao governo em ambos lados do corredor, isto cabe a elas e nós iremos lidar com isto conforme a campanha progredir”.
Filho de Gary Oldman defende o pai contra acusações de abuso feitas por sua mãe
Gulliver Oldman, filho de Gary Oldman, vencedor do Oscar 2018 de Melhor Ator por “Destino de Uma Nação”, publicou uma carta aberta na terça (6/3) em defesa do pai, após o ressurgimento das acusações de abuso físico e moral feitas por sua mãe, Donya Fiorentino, ex-mulher do ator. A carta do jovem de 20 anos foi uma reação à entrevista de sua mãe ao site TMZ após o Oscar, em que ela voltou a atacar o ator. “Parabéns a Gary e à Academia por premiar dois abusadores. Pensei que tivéssemos evoluído”, afirmou ela, também se referindo ao ex-jogador de basquete Kobe Bryant, vencedor do Oscar de Curta Animado, que sofreu acusações de abuso no passado. “Foi preocupante e doloroso ver essas falsas acusações contra o meu pai sendo publicadas novamente, especialmente depois de tantos anos. Há boas razões para que essas acusações tenham sido encerradas anos atrás”, respondeu Gulliver. O intérprete de Winston Churchill em “O Destino de uma Nação” foi acusado de agredir a ex-esposa em 2001 na frente dos dois filhos. Apesar da agressão constar no processo de separação, Oldman sempre sustentou que as acusações estavam repletas de mentiras e meias verdades. Fiorentino detalhou o episódio numa entrevista de 2015. “Assim que peguei o telefone para ligar para a Polícia, Gary colocou as mãos no meu pescoço e apertou. Eu recuei com a base do telefone e tentei discar para o 911. Gary pegou o telefone da minha mão e me bateu no rosto com o aparelho por três ou quatro vezes. Meus dois filhos estavam chorando”, ela relatou, acusando-o também de abusar de drogas. Apesar desse relato, a justiça deu a guarda dos filhos para o ator. Segundo Gulliver, que citou em sua carta a entrevista publicada pela imprensa, as acusações são mentirosas. “Meu pai é minha única e verdadeira luz guia. Meu único herói”, escreveu ele, classificando mãe como uma pessoa deprimida e problemática ao longo da vida. As acusações de violência doméstica voltaram à tona logo após o Globo de Ouro 2018, quando Oldman apareceu como favorito a vencer todos os prêmios de interpretação da temporada. Mesmo assim, não impediram sua conquista no Oscar. Veja abaixo a íntegra da carta escrita por Gulliver Oldman. ❗️IMPORTANT – please read AND share!!Gulliver Oldman's statment about the totally false allegations against his father Gary Oldman. It saddens us he had to write this, but hopefully he'll be heard and understood.https://t.co/JKIDGiR793 pic.twitter.com/POJu8bUhTN — Gary Oldman Web ? (@GaryOldmanWeb) 5 de março de 2018
Oscar de Uma Mulher Fantástica impacta projeto de direitos transexuais no Chile
O cinema pode mesmo ajudar a mudar o mundo. Após a conquista do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira pelo chileno “Uma Mulher Fantástica” e a participação da atriz trans Daniela Vega na cerimônia de premiação, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, impôs “suma urgência” a um projeto de lei que garante o reconhecimento jurídico de pessoas transexuais, como a protagonista do longa. Não por acaso, Bachelet recebe nesta quarta-feira (7/3), no palácio presidencial de La Moneda, o diretor Sebastián Lelio e o elenco do filme, responsável por acender o debate sobre os direitos da comunidade trans no Chile. “É uma rara coincidência que uma importante mostra de arte, como é o cinema, instale na agenda pública um debate que foi tremendamente anônimo de organizações de pessoas trans durante muitíssimo tempo”, ressaltou a porta-voz da presidência, Paula Narváez. O sucesso do filme “significou um empurrão muito importante, já que pôs na discussão pública o tema e a necessidade de inclusão das pessoas trans”, acrescentou o ativista Rolando Jiménez, porta-voz do Movimento de Integração e Libertação Homossexual, para a agência France Press. Na prática, isto significa acelerar a apreciação do projeto de identidade de gênero no Senado chileno. O projeto de lei entrou no Congresso em 2013 e foi aprovado pela Câmara de Deputados em janeiro. Com a decisão da presidente, ele deverá ser debatido no Senado ainda nesta semana, a última do governo de Bachelet, antes dela passar o cargo ao conservador Sebastián Piñera. “O crescente consenso de que o Chile tenha uma lei de identidade de gênero deve se transformar em fatos concretos. Por isso, decidi dar suma urgência ao projeto que está em sua última etapa no Congresso. As pessoas transgênero não podem continuar esperando!”, escreveu Bachelet em sua conta de Twitter. O projeto estabelece o direito à retificação do nome e do sexo no registro de adultos, quando estes não coincidem com a identidade de gênero.
Atriz processa novo terror do diretor de Martyrs por acidente que deformou seu rosto
A atriz Taylor Hickson está processando os produtores do terror “Ghostland”, dirigido pelo francês Pascal Laugier, que ficou conhecido pela brutalidade extrema de “Martyrs” (2008). Para a jovem de 19 anos, vista também em “Deadpool”, “Tudo e Todas as Coisas” e a série “Aftermath”, o filme se provou um horror muito real, após um vidro se partir sobre sua face. O acidente nas filmagens rasgou seu rosto (veja a imagem forte aqui), e, após suturas, deixou uma cicatriz marcante. No processo movido contra a produção, os advogados de Hickson alegam que “durante a filmagem, o diretor insistentemente pediu a Hickson para bater cada vez mais forte em uma porta de vidro com os punhos. Em determinado momento, depois de pedirem para bater com mais força, ela perguntou aos produtores e ao diretor se era seguro. Ambos responderam que sim. O vidro se quebrou, ela atravessou a porta e caiu sobre os cacos. Como resultado do acidente, sofreu cortes graves na parte esquerda do rosto e precisou correr ao hospital, onde recebeu cerca de 70 pontos”. Ainda segundo os advogados, a atriz perdeu diversas oportunidades de trabalho devido ao tempo de recuperação do acidente, período em que ficou deformada, e após operações plásticas ainda tem uma cicatriz no lado esquerdo do rosto. O processo também menciona danos psicológicos. A produtora responsável pelo filme, Incident Productions, não se pronunciou sobre as alegações. Já a atriz decidiu não comparecer à pré-estreia de “Ghostland” na França. “Eu nunca trabalhei tão duro em uma produção em toda a minha vida, e agora esta é uma maneira amarga de terminar a obra à qual me dediquei tanto”, afirmou a atriz. Repleto de cenas violentas, “Ghostland” traz Crystal Reed (série “Gotham”) como uma escritora de livros de horror, que faz sucesso com uma história que a assombra na vida real. Seu livro descreve o que lhe aconteceu na adolescência, após se mudar com sua mãe e irmã para uma casa herdada de uma tia. Na primeira noite no novo lar, a casa foi invadida e as mulheres brutalizadas, com as crianças mantidas vivas para serem abusadas sem parar. Dezesseis anos depois, as duas irmãs se reencontram, mas realidade e fantasia também se entrelaçam, quando visitam a velha casa. Hickson interpreta a versão adolescente da irmã da protagonista. Por coincidência, o pôster do filme é uma mulher com o rosto mutilado, numa arte que evoca uma boneca de porcelana quebrada. O filme estreia em 14 de março na França e chega em abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Filme de Edir Macedo já vendeu 3 milhões de ingressos antecipados
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, batizada de “Nada a Perder – Contra Tudo. Por Todos”, já vendeu 3,1 milhões de ingressos antecipados durante um mês de pré-venda, segundo a Paris Filmes, produtora do longa. Em termos de comparação, a produção bíblica “Os Dez Mandamentos” vendeu pouco menos de 3 milhões na pré-venda e, após a estreia, se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos desde a criação da Embrafilme, em 1970, com 11,2 milhões. O recorde é controvertido, porque, apesar de esgotar ingressos, os cinemas não encheram. A ação envolveu a Igreja Universal, que teria distribuído ingressos nos cultos. A comunicação da igreja, na época, negou a compra de ingressos e afirmou apenas apoiar, “juntamente com nossos grupos voluntários e de projetos beneficentes em todo Brasil, que o público em geral tenha a oportunidade de assistir ao filme.” O mesmo envolvimento acontece agora com o filme do líder da Universal. “Nada a Perder”, que só chega aos cinemas em 29 de março, já esgotou algumas sessões do fim de semana de estreia nas principais capitais do país. Nas redes Cinépolis e Cinemark, a maior parte das sessões só têm ingressos disponíveis nas primeiras fileiras. No caso do Cinépolis, a compra do ingresso tem sido impulsionada pelo sorteio de uma viagem a Israel, “com um acompanhante e seu líder religioso”, e mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Mas a divulgação só está começando. De acordo com o colunista do UOL Flávio Ricco, a Record tem montado uma megaoperação para promover o filme. Além de uma série especial para o “Jornal da Record” e reportagens para o “Domingo Espetacular”, o plano inclui a exibição de 16 chamadas diárias até o dia do lançamento e o envio de uma equipe ao exterior para colher depoimentos de atores famosos que já interpretaram personalidades marcantes em filmes biográficos. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Cinemateca Brasileira tem gestão assumida por organização social
Enfrentando dificuldades financeiras, a Cinema Brasileira teve sua gestão assumida pela Associação Comunicativa Roquette Pinto (ACERP), uma organização social (OS) ligada ao Ministério da Educação. Os ministros da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e da Educação, Mendonça Filho, assinaram na tarde de terça-feira (6/3) o contrato válido por três anos, com possibilidade de renovação. O investimento direto do MinC será de R$ 9 milhões no primeiro ano, mas o novo modelo prevê a possibilidade de ampliar a captação de recursos por meio de leis de incentivo e de patrocínio de terceiros. “Além dessa verba de custeio, teremos um valor ainda a ser definido, mas que será bem superior a esse, para o investimento na política de preservação, restauração e difusão de acervo que será oriundo do Fundo Setorial Audiovisual. A gestão dessas linhas de fomento será feita pela Cinemateca”, disse Sá Leitão na sede da Cinemateca, em São Paulo. A coordenadora-geral da Cinemateca, Olga Futema, continuará à frente da instituição, assim como serão mantidos os 14 funcionários públicos e 42 técnicos especializados na restauração, preservação e manutenção do acervo. Mas, com o novo modelo de gestão, os quadros poderão ser ampliados. “O ideal, para manter os serviços básicos, é chegarmos a 85 técnicos”, dise Olga, após a cerimônia de assinatura do contrato. “Para o pleno funcionamento, seria preciso de 140 técnicos, número que tínhamos em 2012”. O Conselho Consultivo da Cinemateca, que havia sido dissolvido, também será restaurado, assim como será preservada a Sociedade de Amigos da Cinemateca, que reúne representantes da sociedade civil. Com um acervo de cerca de 245 mil rolos de filmes, a Cinemateca Brasileira é responsável pela preservação da produção audiovisual do país. Seus arquivos possuem cerca de 30 mil títulos, incluindo obras produzidas a partir de 1895. Surgida do Clube de Cinema de São Paulo, na década de 1940, integra a estrutura do MinC desde 1984 e é a mais antiga instituição de cinema do Brasil.
Compra da Weinstein Company é cancelada após descoberta de dívidas milionárias
A compra do estúdio The Weinstein Company deu para trás. O grupo de investimento encabeçado por Maria Contreras-Sweet, ex-funcionária do governo do ex-presidente americano Barack Obama, retirou sua oferta na terça-feira (6/3), após analisar minunciosamente a contabilidade da empresa. Segundo a agência Reuters, a desistência foi consequência da descoberta de que as dívidas do estúdio eram muito maiores do que previamente revelado durante a negociação. O conselho da Weinstein Company disse que continuará trabalhando para “determinar se existem quaisquer opções viáveis que não sejam a falência”. Apesar da desistência de seus principais financiadores, Maria Contreras-Sweet disse que ainda acredita na ideia de um estúdio liderado por mulheres e que estudará comprar ativos se eles se tornarem disponíveis em um processo de falência. A empresária pretendia formar um conselho de maioria feminina para reformular o estúdio de Hollywood. Em comunicado, ela chegou a afirmar que planejava lançar uma nova empresa, poupar cerca de 150 empregos, proteger os pequenos negócios aos quais se deve dinheiro e criar um fundo de indenização para as vítimas de Harvey Weinstein, que cobriria eventuais processos. Os investidores descobriram, porém, que a dívida da empresa era de US$ 280 milhões e não os US$ 225 milhões revelados anteriormente. Haveria a existência de obrigações de pagamentos de royalties até então desconhecidas e outras remunerações de trabalho pendentes, além de dívidas a fornecedores e um processo de arbitragem comercial. O entusiasmo do conselho durou menos de uma semana. Apesar de existirem outros interessados na compra da TWC, os valores deverão ser diferentes. E não está descartada a falência do estúdio. Anteriormente, os diretores da empresa chegaram a anunciar que buscariam a falência, mas a ameaça foi usada como forma de pressionar a Procuradoria Geral a aprovar sua venda. É que o negócio deveria ter sido fechado no mês passado, mas o procurador Eric Schneiderman paralisou tudo com um processo contra a TWC. A falência deixaria os credores e as vítimas de abuso sexual de Harvey Weinstein sem possibilidade de compensação financeira. A agonia da TWC, inaugurada em 2005, representa o fim de uma era no cinema, que começou ainda nos anos 1980 na Miramax, o primeiro estúdio dos irmãos Bob e Harvey Weinstein, e fomentou a carreira de cineastas como Quentin Tarantino, Robert Rodriguez, Kevin Smith, Paul Thomas Anderson, David O. Russell, os irmãos Coen, etc. Até Walter Salles teve filme distribuído nos Estados Unidos pelos irmãos Weinstein. O prelúdio deste desfecho foram as denúncias contra Harvey Weinstein, que vieram à tona em outubro, em reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker, detalhando décadas de abusos sexuais. Desde então, mais de 70 mulheres acusaram o produtor de má conduta sexual, incluindo estupro, e a repercussão incentivou outras mulheres a denunciarem a conduta sexual de diversos homens poderosos no cinema, na TV e em outras indústrias. Harvey Weinstein foi demitido de sua própria empresa no dia 8 de outubro e logo depois expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar. Paralelamente aos processos civis, investigações criminais também foram abertas contra ele em delegacias de Los Angeles, Beverly Hills, Nova York e Londres. Por meio de seus advogados, Weinstein alega só ter feito sexo consensual.
Leandro Hassum vence processo contra a Oi por uso indevido de imagem
O ator Leandro Hassum venceu um processo contra a empresa Oi por danos materiais e morais por uso indevido de sua imagem. A empresa teria usado o ator num comercial sem autorização. A Oi alegou que utilizou a imagem de Hassum para divulgar o produto (TV com fibra ótica) especificamente para divulgar um filme que ele estrelava, num acordo comercial. Já Hassum afirma que a empresa exibiu sua imagem em dois momentos: no primeiro, faz referência ao filme que havia estreado na Rede Telecine, “Os Caras-de-Pau”, mas, no segundo, mostrou apenas a imagem dele, dissociada de qualquer contexto do filme, e associada ao produto comercializado pelo réu. “Desta forma, concluiu que o réu utilizou a imagem do autor e seu prestígio para agregar valor ao produto comercializado, mediante uso indevido de sua imagem”, diz o processo. A juíza deu razão a Hassum e determinou que a empresa indenize o humorista em R$ 20 mil. A decisão ainda é de primeira instância e cabe recurso.
Spin-off de The Originals será centrado em Hope e Alaric
A série “The Originals” vai chegar ao fim nos próximos meses, mas o universo de vampiros apresentados em “The Vampire Diaries” pode continuar em uma nova atração: um spin-off centrado em Hope, a filha de Klaus (Joseph Morgan) e Hayley (Phoebe Tonkin). Embora o piloto ainda tenha sido oficialmente encomendado, o site TVLine apurou que a rede CW assinou contratos com seis atores para evitar que eles se comprometam com outros projetos, visando que estrelem o spin-off em potencial. Além de Danielle Rose Russell (“Extraordinário”), que faz sua estréia como a Hope adolescente no arco final da série, também foram reservados o ator Aria Shahghasemi, que aparecerá na temporada de despedida de “The Originals” como o interesse amoroso de Hope, e o trio Quincy Fouse (“The Goldbergs”), Kaylee Bryant (“Santa Clarita Diet”) e Jenny Boyd (“A Jornada dos Vikings”), cujos personagens estão sendo mantidos em segredo. Completa a lista um veterano de “The Vampire Diaries”: o ator Matthew Davis, intérprete de Alaric Saltzman. Visto pela última vez no final da 4ª temporada de “The Originals”, ele se tornou responsável pela criação de Hope, após os eventos dos últimos capítulos. Caso o spin-off seja aprovado, a trama dever continuar a história de “The Originals”, desta vez sem salto temporal. O salto, na verdade, acontecerá no retorno de “The Originals” em abril, para mostrar Hope adolescente. Com 16 anos, Danielle Rose Russell vai substituir a pequena Summer Fontana, de apenas 9, que roubou as cenas na temporada passada como a menina Hope. A trama vai encontrá-la vários anos após a derrota do espírito maligno Hollow, que teve sua essência dividida pelos corpos de seus pais e tios vampiros. Para garantir que a criatura não ressurja e tente possuir Hope novamente, a família Mikaelson se comprometeu a viver separada e distante pelo resto de suas vidas. Graças a isso, Hope cresceu longe da família, aos cuidados de Alaric e da vampira Caroline (Candice King, também da série “The Vampire Diaries”), que abriram o Instituto Salvatore para crianças sobrenaturais – na qual também estudam as gêmeas bruxas Josie e Lizzie, filhas do casal. No ano passado, a criadora de “The Originals” Julie Plec lembrou ao TVLine que “a idéia da escola como um refúgio seguro para os jovens seres sobrenaturais certamente tem muita relevância para Hope”. E o spin-off pode partir dessa ideia, trazendo Alaric como uma espécie de Professor Xavier de jovens com poderes fantásticos. “The Originals” começou justamente como uma série derivada de “The Vampire Diaries” e o presidente do canal CW, Mark Pedowitz, afirmou que não descarta uma nova série no mesmo universo. “Acho que é uma discussão que podemos ter, porque ela [Plec] desenvolveu a premissa de forma certa”, ele observou há exatamente um ano, em entrevista para a revista The Hollywood Reporter. A 5ª temporada de “The Originals” tem estreia marcada para 20 de abril nos Estados Unidos.
Piloto de nova série vai juntar protagonistas de Grimm, Psych e Blood Drive
A temporada de pilotos reuniu três protagonistas de séries populares já canceladas numa mesma atração. James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”) e Christina Ochoa (de “Blood Drive” e também “Valor”) vão estrelar “A Million Little Things”, em desenvolvimento na rede ABC. A série foi criada pelo roteirista-produtor DJ Nash, que após fracassar com comédias – “Growing Up Fisher” (2014) e “Truth Be Told” (2016) foram canceladas na 1ª temporada e o piloto de “Losing It” não foi aprovado no ano passado – , vai se arriscar numa narrativa dramática. A sinopse afirma que a série compartilha o tom do filme clássico “O Reencontro” (1983). A trama gira em torno de um grupo de amigos que, por diferentes razões, estão se sentindo presos em suas vidas. Quando um deles morre inesperadamente, percebem que precisavam mudar tudo e finalmente começar a viver. O bom elenco inclui também Romany Malco (séries “Weeds” e “Blunt Talk”), Allison Miller (“Terra Nova” e “Incorporated”), Christina Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”) e Anne Son (“My Generation”).
Atriz de Invocação do Mal verá fantasmas em novo piloto do criador de Cougar Town
A atriz Joey King cresceu. Após vários papéis de criança – nos filmes “Invocação do Mal”, “O Ataque”, “Oz – Mágico e Poderoso”, na 1ª temporada de “Fargo”, etc – ela viverá uma policial no piloto de uma nova série do produtor Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”). Mas sua personagem tem um viés sobrenatural: ela vê gente morta. Ao menos, vê seu irmão morto. Escrito por Katie Lovejoy (roteirista da série “Dracula”) e intitulado “Dead Inside”, o piloto acompanha Emmy Gates (King), uma policial de Portland não muito bem-sucedida que sobrevive a uma explosão que mata seu irmão mais velho, Zach Gates, que, ao contrário dela própria, era um detetive popular e renomado. Entretanto, a morte não os separa. Ela passa a ver o fantasma dele, que a ajuda a se tornar uma policial melhor, ao mesmo tempo em que os dois tentam descobrir quais assuntos inacabados mantém o espírito de Zach preso na Terra. Freddie Stroma, que foi o solteirão da 1ª temporada de “UnReal” e estrelou a encurtada “Time After Time”, negocia viver o irmão fantasma. O elenco também inclui Hayley Marie Norman (“No Auge da Fama”) no papel de Jayla Harris, a recepcionista desbocada da delegacia de polícia. Ela é uma das poucas colegas a dar apoio às aspirações de Emmy na polícia, enquanto persegue suas próprias: ser famosa no Instagram. “Dead Inside” está sendo desenvolvida para a rede CW, que precisa aprovar o piloto para o projeto virar série.












