Série baseada na Operação Lava-Jato, O Mecanismo ganha novo trailer
A Netflix divulgou um novo trailer de “O Mecanismo”, sua segunda série brasileira, que é livremente inspirada na Operação Lava-Jato. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, vinculando malas de dinheiro à “campanha presidencial mais rica da história deste país”. “Vai rodar todo mundo”, diz o protagonista, um policial vivido por Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). Além de Selton Mello, o elenco destaca Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série estreia no dia 23 de março.
Artista de rua se inspira em Três Anúncios para um Crime para atacar o Oscar 2018
O artista de rua que se identifica como Sabo lançou mais uma peça provocativa contra Hollywood. Ele se inspirou no filme “Três Anúncios para um Crime” para criar outdoors criticando os membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, por acobertar pedófilos e assediadores sexuais. Seus três anúncios foram erguidos nesta quarta-feira (28/2) com as frases: “E o Oscar de maior pedófilo vai para…”; “Todos nós sabíamos e ainda ninguém foi preso”; “Diga os nomes no palco ou então calem a boca”. O trio de mensagens foi colocado em Hollywood e o artista afirma que este foi seu maior desafio profissional. Segundo o site The Hollywood Reporter, que o contatou de alguma forma – não foi revelado como – , Sabo afirmou que seu objetivo é criticar a hipocrisia das estrelas de cinema, que supostamente conhecem mais casos de assédio e nada falam, além de deixar claro para as celebridades que elas deveriam parar de fazer pregações políticas hipócritas durante os discursos das premiações. Embora a identidade de Sabo não seja conhecida, sua política é notória. Graças às “mensagens” de sua arte, ele foi apelidado de “Banksy de direita” pelo jornal The Guardian. Este é seu segundo ataque recente contra Hollywood após as denúncias de assédio contra Harvey Weinstein. Em dezembro, Sabo espalhou por Los Angeles diversos pôsteres com uma foto da atriz Meryl Streep ao lado do produtor Harvey Weinstein, acompanhada pela inscrição “Ela sabia” sobre seus olhos. A mensagem implícita era a de que Meryl tinha conhecimento sobre os casos de assédio sexual perpetrados pelo produtor, o que ela nega. Na época, ele declarou ao The Guardian: “Ela nos atacou, agora nós a atacamos”, referindo-se ao discurso duro da atriz contra Donald Trump, ao aceitar um prêmio pela carreira no Globo de Ouro do ano passado. É a mesma mensagem repetida agora com três anúncios, que podem ser vistos abaixo. Desta vez, porém, a ideia não é muito criativa, já que três manifestações “de esquerda” usaram a mesma tática anteriormente. Saiba mais aqui.
Trailer da continuação de Detona Ralph mostra como o protagonista vai parar na internet
A Disney divulgou o primeiro trailer dublado em português da continuação de “Detona Ralph”, que mostra como Ralph e Vanellope saem de seu mundo de games antigos e entram na internet, graças ao wi-fi. E essa tecnologia rende uma curiosidade nacional. Aparentemente, o estúdio mudou o título do filme para o Brasil, baseando-se no detalhe do wi-fi. O primeiro material nacional do filme trazia o título “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que tornava o título maior do que o necessário. Entretanto, o trailer revela outro nome: “WiFi Ralph”. Mais curto, inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos nacionais com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não é o único país do mundo a reparar em como o título em inglês da continuação é longo e repetitivo. Ele continua chamado “Ralph Breaks the Internet: Wreck-It Ralph 2” nos Estados Unidos, mas também virou “WiFi Ralph” em espanhol e “Ralph 2.0”, de forma mais simples e efetiva, para o mercado francês. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Veja abaixo a versão dublada em português e a original, com as vozes de John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope.
Ryan Seacrest fará cobertura do Oscar 2018 após denúncia de assédio
Como nos últimos anos, o apresentador Ryan Seacrest vai participar da cobertura do Oscar 2018 pelo canal pago E!, fazendo entrevistas no tapete vermelho. Mas este ano sua presença terá um impacto diferente. Ele foi acusado de assédio sexual. Seacrest, que ficou conhecido pelo programa de TV “American Idol”, foi acusado por sua ex-estilista Suzie Hardy de abuso sexual durante os seis anos que trabalharam juntos. O apresentador nega as acusações. Em artigo escrito para a revista The Hollywood Reporter, ele afirmou que apoia os movimentos de mulheres que buscam combater desigualdades, mas afirmou que foi falsamente acusado. Ele ainda acusou Suzie Hardy de tentar chantageá-lo exigindo “milhões de dólares” em troca de seu silêncio. A estilista negou, e afirmou que foi o apresentador quem lhe perguntou “o quanto eu queria para sumir”. A estilista disse ao jornal The New York Times que foi demitida em 2013, quando reportou ao estúdio onde trabalhava que vinha sendo assediada por Seacrest. “Me disseram ‘Vai procurar outro emprego'”, ela relatou. “Fiquei sem trabalhar por três anos.” Já um porta-voz do canal E!, disse ao jornal americano que Suzie não foi demitida, mas que foi dispensada porque Seacrest havia deixado o trabalho diário no programa que apresentava. O canal afirmou que a decisão de manter Seacrest da cobertura do Oscar foi baseada nos resultados de suas investigações sobre o caso, que não encontrou indícios de mau comportamento. “No decorrer de um processo de dois meses, nosso conselho externo entrevistou dezenas de pessoas em relação às alegações, incluindo várias reuniões separadas com o requerente e todas as testemunhas de primeira mão que ela forneceu. Qualquer reivindicação que questiona a legitimidade desta investigação é completamente sem fundamento”, disse o comunicado da empresa.
Disney anuncia série animada do Rocketeer que não aproveita nada dos quadrinhos
A Disney vai transformar os quadrinhos de “The Rocketeer” numa série animada. O detalhe é que a série não terá nada a ver com os quadrinhos. Serão personagens diferentes, bem mais jovens e de outra época, e sem as inúmeras referências às pin-ups dos anos 1950 que inspiraram sua criação, uma vez que seu público alvo serão crianças em idade pré-escolar. Ironicamente, em seu comunicado o estúdio elogia o material original, que não vai aproveitar. “A vasta narrativa encontrada nos quadrinhos originais oferece a oportunidade perfeita para criar uma nova e emocionante série de aventuras contada a partir de uma perspectiva de super-herói jovem que toda a família pode desfrutar juntos”, diz o texto assinado por Joe D’Ambrosia, vice-presidente de programação do canal pago Disney Junior. A série vai girar em torno de uma adolescente moderna chamada Kit, que recebe um pacote com o famoso uniforme do herói de aniversário, junto com um bilhete afirmando que ela é a herdeira do lendário Rocketeer. Armada com seu jet-pack e identidade secreta, Kit acredita estar pronta para voar e salvar o dia com seu melhor amigo, Tesh, e o tio mecânico Ambrose, que se juntam a ela em “aventuras épicas”. Cada episódio de “The Rocketeer” contará com duas histórias diferentes de 11 minutos e uma música original. A responsável pela produção é Nicole Dubuc (“Transformers: Rescue Bots”) e a animação será criada pelo estúdio Wild Canary. Já o verdadeiro Rocketeer não tem nada a ver a descrição dessa série. O personagem foi criado em 1982 por Dave Stevens como homenagem aos seriados de aventura dos anos 1930 e 40. Na trama, Cliff Secord era um piloto ousado que descobre um misterioso jet-pack em 1938 que lhe permite voar. Além do visual baseado no seriado “O Homem Foguete (1949), os quadrinhos também conquistaram muitos fãs por conta da namorada do protagonista, Betty, baseada na famosa pin-up Betty Page. “Roketeer” também já virou filme. Em 1991, rendeu uma aventura estrelada por Billy Campbell (série “The Killing”) e Jennifer Connelly (que dez anos depois venceu o Oscar por “Uma Mente Brilhante”). A adaptação foi dirigida por Joe Johnston, que revisitaria a estética do período em outra famosa adaptação de quadrinhos, “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011).
Agents of SHIELD ganha pôsteres comemorativos para marcar os 100 episódios da série
A Marvel divulgou cinco pôsteres comemorativos de “Agents of SHIELD”, que revisitam os temas de cada temporada, em antecipação à exibição do 100º episódio da série. A atração vai atingir a marca história no segundo episódio da midseason, intitulado “The Real Deal” e previsto para ser exibido no dia 9 de março nos Estados Unidos. Neste capítulo, Coulson (Clark Gregg) finalmente vai revelar o acordo que fez com o Motoqueiro Fantasma (Gabriel Luna). Segundo os produtores, a trama sofrerá uma grande reviravolta por conta disso. Mas “Agents of SHIELD” volta uma semana antes disso, já nesta sexta (2/3), com o capítulo “All the Comforts of Home”, em que os agentes voltam à Terra, após se aventurarem no espaço – e no futuro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Donald Glover teria sofrido racismo de Chevy Chase durante Community
Donald Glover teria sido alvo de comentários racistas constantes do colega Chevy Chase durante as gravações da série “Community”. Quem fez a revelação foi Dan Harmon, criador da atração exibida entre 2009 a 2015, em uma reportagem da revista The New Yorker. Segundo o autor, Chase fazia comentários pejorativos para “perturbar” Glover, dizendo coisas como “as pessoas acham você mais engraçado porque você é negro”. “Chevy foi o primeiro a perceber o quão talentoso Donald era, e a forma como ele expressou sua inveja foi tentando desestabilizar Donald”, afirmou Harmon. “Eu me lembro de pedir desculpas a Donald depois de uma noite particularmente difícil de verborragia por parte de Chevy, e Donald disse ‘nem me preocupo com isso’”. Chevy Chase saiu de “Community” após se desentender com Harmon e fez sua última aparição no primeiro capítulo da 5ª temporada. Donald Glover saiu da série quatro episódios depois, alegando que pretendia criar sua própria série. O resultado foi “Atlanta”, que em seu primeiro ano venceu mais prêmios que “Community” em todas as suas seis temporadas. Em declaração à revista, Glover falou com condescendência sobre Chase sem mencionar os supostos comentários racistas. “Eu via Chevy como alguém que lutava contra o tempo – um verdadeiro artista tem que estar bem com o fim de seu reinado. Sei que há um ser humano lá em algum lugar – ele é quase humano demais”. Convidado a se manifestar, Chevy Chase disse apenas estar “entristecido” com a opinião dos colegas. Glover e Chase fizeram parte do elenco principal de “Community” durante as quatro primeiras temporadas da série. Atualmente, Glover conduz a série “Atlanta”, da qual é protagonista e criador.
Atores originais de Once Upon a Time devem voltar para o final da série
Os produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis revelaram que o final de “Once Upon A Time”, anunciado há 20 dias, ainda não foi escrito, porque estão tentando trazer todos os atores originais para participar do encerramento da produção. “Vamos ver muitos rostos familiares no final”, garantiu Kitsis, em entrevista realizada durante uma sessão de imprensa do episódio de retorno da série. “Houve um convite aberto para todos os atores que já participaram para voltar agora no final. Vamos ver quem está disponível”, explicou o criador da série. Um dos retornos foi confirmado no evento: Jared Gilmore, que interpretou o jovem Henry Mills por seis temporadas e foi substituído por Andrew J. West (série “The Walking Dead”) como sua versão adulta na 7ª temporada. “Estamos muito entusiasmados por ter Jared de volta”, disse o co-criador Adam Horowitz. “Ele é de muitas maneiras o coração e a alma da série. Ele cresceu literalmente na série e é realmente maravilhoso vê-lo de volta. Espero que o público aproveite. Nós sentimos que temos uma aventura divertida”. O jovem Henry vai aparecer num episódio de flashback, ao lado de sua madrasta, a Rainha Má de Branca de Neve (vivida por Lana Parrilla), que irá mostrar o começo de sua vida universitária. O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. “Mas isso significa que todos estão voltando? Não, porque eles são pessoas reais com vidas reais e não podemos forçá-las a trabalhar mais. Nós tentamos!”, desabafou Kitsis, prevendo desapontar alguns fãs. Afinal, a maioria espera as voltas de Ginnifer Goodwin e Josh Dallas, intérpretes respectivamente de Branca de Neve e o Príncipe Encantado, que iniciaram um romance real durante as gravações da série. Apesar de faltarem apenas 90 dias para a exibição do capítulo final, previsto para 18 de maio, Horowitz e Kitsis seguem trabalhando na história. Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” começará a exibir seus últimos episódios no dia 2 de março nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
Vida de Paul Walker vai virar documentário
A vida do ator Paul Walker, da franquia “Velozes e Furiosos”, vai virar documentário do canal pago Paramount. O filme será dirigido por Adrain Buitenhuis, que antes fez “I Am Heath Ledger”, documentário sobre Heath Ledger, que também morreu no auge na fama. O novo filme se chamará… “I Am Paul Walker”, dando sequência a uma série de documentários sobre personalidades falecidas do produtor Derik Murray – como “I Am Bruce Lee” (2012), “I Am Steve McQueen” (2014), “I Am Chris Farley” (2015), “I Am JFK Jr.” (2016) e o vindouro “I Am MLK Jr.”, que estreia em abril no Paramount. O filme de Paul Walker contará com imagens de arquivo e entrevistas com amigos e colegas do ator, mas além de explorar sua carreira nos cinemas, mostrará sua paixão pelo mar, a velocidade e o trabalho humanitário que realizou no Haiti. Paul Walker morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro, enquanto estava de folga das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. A família do ator chegou a processar a Porsche, fabricante do veículo em que ele estava, mas a empresa foi inocentada.
The Walking Dead retorna com piores números de recomeço de temporada da série
A morte de Carl em “The Walking Dead” pode ter sido muito comentada, mas não ajudou a impedir a tendência de queda de audiência da série. Depois do pior midseason finale de sua trajetória, visto por 7,9 milhões de telespectadores em dezembro, a série voltou com o segundo pior recomeço de temporada já registrado, com 8,3 milhões de telespectadores no domingo (25/2) nos Estados Unidos. O número só é melhor que a primeira midseason da série, que aconteceu na metade da 2ª temporada, vista por 8,1 milhões em 2012. Entretanto, em termos do público da demo, o número atual foi bem pior. Em 2012, o início da midseason rendeu 4,2 pontos, enquanto agora marcou 3,6 entre os adultos de 18 a 49 anos, a faixa mais valorizada pelo mercado publicitário nos Estados Unidos. A partir do terceiro ano e até o final da 7ª temporada, todos os episódios tiveram sintonia de mais de 10 milhões nos Estados Unidos. A queda vista na atual 8ª temporada foi precedida por reclamações do público contra o ritmo lento da série, especialmente à tática de dispersar a trama com episódios consecutivos focados em personagens secundários. A alardada morte de Carl, interpretado pelo jovem Chandler Riggs, também foi motivo de protestos, que levaram à criação de uma petição pedindo a demissão do showrunner Scott M. Gimple. A pressão foi tanta que ele foi afastado da função, embora pareça ter “caído para cima”, promovido para um cargo recém-criado: Diretor de Conteúdo da franquia, com a função de supervisionar o universo compartilhado das séries de zumbis e expandir o mundo de “The Walking Dead” em novos derivados e produtos – ninguém sabe quais. O episódio que marcou a volta da série foi vítima do tipo de narrativa privilegiado por Gimple, com cortes constantes entre cenas importantes e situações secundárias, uma tática que vem matando o suspense e a dramaticidade da série. As audiências do começo e recomeço da temporada costumam ser as mais altas de uma série. Assim, as atenções se voltam para os números do próximo episódio, que definirão exatamente o tamanho do buraco cavado pelo showrunner antes de passar a responsabilidade de comandar a série para seu substituto. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Mas ela só assumirá na 9ª temporada, que pode não contar mais com Maggie, a personagem de Lauren Cohan, devido a picuinhas financeiras. A 8ª temporada será exibida até o dia 25 de abril – com transmissão simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.
Netflix anuncia que investirá US$ 8 bilhões em 700 produções originais em 2018
A Netflix anunciou nesta terça-feira (27/2) que planeja investir US$ 8 bilhões em 700 produções originais… apenas neste ano. As cifras elevadas foram reveladas pelo diretor financeiro da empresa, David Wells, em uma conferência em São Francisco. “Vamos continuar acrescentando conteúdo: está funcionando e gera crescimento”, defendeu o responsável pelas finanças da plataforma. A Netflix fechou 2017 com 117,6 milhões de assinantes em todo mundo, o que Wells considera pouco. “Há mais não-membros do que assinantes no mundo e essa é a nossa oportunidade”, afirmou o executivo, que tomou como parâmetro a existência estimada de 700 milhões de usuários globais “disponíveis” para o conteúdo da companhia. Para isso, estão sendo desenvolvidos produtos para vários países diferentes, desde o Brasil até o Líbano. Além do alto investimento em produções originais, a Netflix também vai aumentar os investimentos em marketing em mais de 50% neste ano. O objetivo é chamar ainda mais atenção para a plataforma. “Costumávamos acreditar que era melhor gastar com conteúdo, mas o marketing multiplica o valor que gastamos com conteúdo”, explicou o executivo sobre a decisão. Apesar do alto investimento em conteúdo original, David Wells afirma que a Netflix pretende continuar fazendo licenciamentos de filmes e séries já exibidos no cinema e na TV. “Não acho que vamos chegar a 100%, mas pode ser que passe dos 50%”, explicou sobre o crescimento do material exclusivo. Esta ênfase na produção de conteúdo original é a estratégia da plataforma para enfrentar ameaças a seus planos de domínio mundial, manifestadas pelo anúncio de novos serviços de streaming, em desenvolvimento por gigantes como Apple e Disney.
Jennifer Lawrence diz que superou trauma e se sentiu bem ao filmar nua pela primeira vez
O filme “Operação Red Sparrow” é o primeiro a mostrar Jennifer Lawrence nua. E a atriz, que até então tinha receio de fazer esse tipo de cena, considerou que tirar a roupa foi uma terapia. “‘Red Sparrow’ realmente me assustou, porque eu fico nua. Eu tentei fazer o filme sem nudez, mas percebi que não seria correto colocar a personagem em algo que eu, eu mesma de verdade, não estava disposta a passar”, ela contou, em entrevista à revista Vanity Fair. A atriz disse que as filmagens a ajudaram a superar a violação sofrida em sua vida pessoal, após o vazamento de fotos íntimas na internet, em 2014. Desta vez, a decisão foi sua e não de outras pessoas, e assumir o controle a fez se sentir melhor em relação ao trauma. “O meu maior medo era que as pessoas pensassem: ‘Oh, como você pode se queixar de ter sido hackeada se você decide ficar nua mesmo assim?’ Mas dessa vez foi minha escolha. Peguei de volta algo que foi tirado de mim e isso me fez bem”, explicou. Ela contou que o diretor do filme, Francis Lawrence, com quem já tinha trabalhado na franquia “Jogos Vorazes”, foi responsável por fazê-la se sentir mais confortável no set. “Ele me olhou diretamente nos olhos como se eu tivesse com roupas e então, de repente, eu me liguei, ‘Oh, é como eu se tivesse vestida’. Todo mundo aqui é profissional. Você ainda está no trabalho. Um olhar apenas me fez sentir confortável. Não me fez sentir nua”, explicou. Em “Operação Red Sparrow”, a atriz interpreta uma superespião russa, treinada nas artes da sedução e do assassinato. O filme estreia no Brasil na quinta-feira, dia 1 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Barbra Streisand fez clones de sua cachorrinha favorita, morta no ano passado
A atriz e cantora Barbra Streisand fez uma revelação curiosa. Ela tem dois cachorros clonados. Em entrevista à revista Variety, Streisand contou que as cachorrinhas Miss Violet e Miss Scarlett foram originadas de Coton du Tulear Samantha, morta aos 14 anos em 2017. Violet e Scarlett nasceram no fim do ano passado, a partir de células retiradas da boca e do estômago de seu bichinho de estimação falecido. Para diferenciá-las, a cantora as vestiu com duas cores: como seus nomes, violeta e vermelho escarlate. “Elas têm personalidades diferentes. Estou esperando elas ficarem mais velhas para ver se têm os mesmos olhos castanhos e a mesma seriedade de Samantha”, afirmou Barbra. Além dos dois clones, Barbra Streisand tem uma terceira cachorrinha, Miss Fanny, que, por sinal, é uma prima distante de Samantha, a cadela que morreu. Para quem não lembra, Fanny é o nome da personagem da comédia clássica “Funny Girl – A Garota Genial” (1968), que rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Streisand.












