Warner vai produzir animações baseadas nos clássicos infantiis do Dr. Seuss
A Warner Bros. Animation fechou um contrato com a empresa que administra os direitos autorais das obras literárias de Dr. Seuss para produzir filmes com os personagens clássicos do escritor e cartunista, cujo nome completo era Theodor Seuss Geisel (1904–1991). O estúdio montará uma equipe de roteiristas, produtores e diretores para desenvolver diversos projetos baseados nos livros infantis de Dr. Seuss. Entre os primeiros filmes planejados está uma animação de “O Gato”, livro de 1957 sobre um felino que usa um chapéu com listras brancas e vermelhas. A obra já foi adaptada para os cinemas em 2003, num filme “live action” protagonizado por Mike Myers. Outros personagens famosos do escritor incluem o Grinch, o Lorax e o elefante Horton, todos já adaptados em filmes e/ou animações de outros estúdios.
Robert Dowdell (1932 – 2018)
O ator Robert Dowdell, astro da série clássica “Viagem ao Fundo do Mar”, morreu na terça-feira (23/1) de causas naturais em Coldwater, Michigan. Ele tinha 85 anos. Dowdell nasceu em 10 de março de 1932, em Park Ridge, Illinois, e trabalhou como mensageiro, guia de caça, ferroviário e engenheiro militar antes de estrear na Broadway em 1956, na peça “The Lovers”, escrita por Leslie Stevens (o futuro criador de “5ª Dimensão”). Após várias peças de sucesso e roteiros de cinema, Stevens decidiu criar sua primeira série em 1962 e convidou Dowdell a integrar o elenco. Intitulada “Stoney Burke”, a atração da rede ABC trazia Jack Lord (futuro astro de “Havaí 5-0”) no papel-título, um peão de rodeio que, acompanhado pelo parceiro Cody Bristol (papel de Dowdell), enfrentava perigos e violência no circuito das competições de cowboys. O elenco da produção era tão bom que ainda incluía Warren Oates (“Meu Ódio Será Sua Herança”) e Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), mas a série só durou uma temporada. O ator continuou na folha de pagamento da ABC ao ser imediatamente escalado para uma nova série, “Viagem ao Fundo do Mar”. Desta vez, sua experiência militar foi aproveitada no papel, como o imediato Chip Morton do submarino Seaview. Embora fosse uma adaptação do filme homônimo de 1961, o personagem foi criado especialmente para a série de 1964 e ganhou status de principal coadjuvante, atrás apenas da dupla de protagonistas, o Almirante Nelson (vivido por Richard Basehart, de “Moby Dick”) e o Capitão Crane (David Hedison, de “A Mosca da Cabeça Branca”). Primeira e mais bem-sucedida das séries de ficção científica do produtor-cineasta Irwin Allen nos anos 1960, “Viagem ao Fundo do Mar” durou quatro temporadas e 109 episódios, até 1968. Originalmente concebida como uma série militar futurista, que lidava com perigos da Guerra Fria, a série evoluiu para uma sci-fi mais tradicional, com monstros marinhos e invasores do espaço. A mudança de tom foi refletida de forma visual, com a gravação a cores a partir da 2ª temporada. Após o fim da produção, Dowdell ainda foi convidado por Allen a participar de um episódio de sua quarta série do período, “Terra dos Gigantes”, e também entrou no piloto daquela que seria a quinta, “Cidade Sob o Mar”. Este projeto acabou rejeitado, mas tinha orçamento tão elevado que o piloto foi exibido nos cinemas em 1971. O ator nunca mais emplacou um papel fixo na TV, mas ainda apareceu em diversas séries até 1991, como “S.W.A.T.”, “Buck Rogers”, “CHiPs”, “Casal 20”, “Fama”, “V: A Batalha Final”, “Dinastia”, “Max Headroom” e “Hunter”. Paralelamente, teve pequenas papéis no terror “Iniciação” (1984), com Vera Miles, no filme de ação “Assassinato nos Estados Unidos” (1987), com Charles Bronson, e nas comédias “A Madrasta” (1989), de Larry Cohen, e “As Confusões De Um Sedutor” (1989), de Blake Edwards. Dowdell foi casada com a atriz Sheila Connolly (“Bandoleira por Vingança”) por 14 anos até seu divórcio em 1979. Segundo seus primos, ele achava impressionante que muitos se lembrassem de “Viagem ao Fundo do Mar” e ainda lhe pedissem autógrafo, meio século depois da exibição original.
Damnation: Série do diretor de A Qualquer Custo é cancelada após 1ª temporada
O canal pago americano USA Network anunciou o cancelamento de “Damnation”, série coproduzida com a Netflix. Com 680 mil telespectadores em média, a série nunca emplacou na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), marcando mínimos 0,18 pontos de audiência. Produzida e dirigida por David Mackenzie, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Direção por “A Qualquer Custo”, e escrita por Tony Tost (produtor-roteirista de “Longmire”), a série se passava durante a depressão econômica dos anos 1930. A trama girava em torno do confronto entre um falso pastor (Killian Scott, da série “Ripper Street”) e um fura-greve profissional (Logan Marshall-Green, de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) em meio a uma insurreição de trabalhadores contra um magnata do interior. O elenco também contava com Sarah Jones (séries “Vegas” e “The Path”), Zach McGowan (das séries “Black Sails” e “The 100”), Gabriel Mann (série “Revenge”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Timothy V. Murphy (série “The Bastard Executioner”), Melinda Page Hamilton (série “Mad Men”) e Joe Adler (série “Grey’s Anatomy”). “Damnation” estreou em novembro nos Estados Unidos e não entusiasmou a crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes e 57 no Metacritic.
James Franco é apagado de capa de revista e retoque deixa atrizes com três mãos e três pernas
A capa da edição especial da revista americana Vanity Fair dedicada às estrelas do momento de Hollywood precisou passar por um “retoque”, após as acusações de assédio contra James Franco. O ator, que tinha participado das sessões de foto – além de ter dado entrevistas para a publicação – foi apagado da capa com a ajuda do Photoshop. “Tomamos a decisão de não incluir Franco na capa da ‘Edição Hollywood’ quando soubemos das acusações que existiam contra ele”, disse uma fonte da revista ao site The Hollywood Reporter. Como a capa foi resultado de uma montagem de diversas sessões de fotografia, em que os astros foram fotografados separadamente e em pequenos grupos, e posteriormente combinados por meio de edição das imagens digitais, a remoção de Franco aconteceu com pinceladas digitais. Mas isso criou outro problema. Vários leitores apontaram que Reese Witherspoon ficou com uma terceira perna e Oprah Winfrey, que parece colocá-la em seu colo, ficou com três mãos em algumas fotos da sessão. Reese brincou com a ideia nas redes sociais. “Bem … acho que todo mundo sabe agora … eu tenho 3 pernas. Espero que você ainda possa me aceitar por quem eu sou. E eu não acredito que recebi colinho de Oprah. Se você tiver a oportunidade, eu recomendo”. Oprah respondeu: “Eu aceito sua terceira perna. Desde que você aceite minha terceira mão”. Além das duas citadas, a capa da revista traz ainda Nicole Kidman, Tom Hanks, Michael B. Jordan, Zendaya, Jessica Chastain Claire Foy, Michael Shannon, Harrison Ford e Gal Gadot. O trabalho é assinado pela renomada fotógrafa Annie Leibovitz, que não deve ter culpa pela mutação causada pelo Photoshop politicamente radioativo.
Final da franquia Maze Runner simplifica distopia com muita ação
Um dos problemas das franquias de cinema que se estendem por capítulos é que elas exigem certa fidelidade do espectador. Não exatamente pela obrigação de ver os referidos filmes, mas por precisar lembrar do que aconteceu nos anteriores. “Maze Runner: A Cura Mortal” é o desfecho de uma série que começou de maneira bem modesta no segmento das ficções científicas juvenis de universos distópicos. O primeiro filme, “Maze Runner: Correr ou Morrer” (2014), aliás, nem dava pistas de que se tratava de mais uma dessas distopias. Era mais um terror interessante em que jovens acordavam desmemoriados em um perigoso labirinto cercado por monstros. E se firmava muito bem sozinho, por conta disso. Mas a partir do momento em que descobrimos que aqueles garotos são cobaias de um experimento científico de uma grande corporação, e que o resto do mundo está em ruínas, “Maze Runner” se torna mais um produto genérico, que depende da ação constante para evitar o tédio. A seu favor, o herói Thomas, vivido por Dylan O’Brien (da série “Teen Wolf”), é exemplar. Corajoso, apaixonado, bom de briga e disposto a enfrentar desafios gigantes para salvar aqueles a quem ama. Há também um complicador que ajuda a tornar a trama mais interessante: a única menina do labirinto, Teresa (Kaya Scodelario, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), revela-se uma espécie de traidora do grupo, embora ela tenha suas razões para se aliar à corporação Cruel (o nome da corporação é Cruel). Ela acredita que a companhia pode criar uma cura para o vírus mortal que avassala a humanidade. Apesar disso, “Maze Runner: A Cura Mortal” é um filme com poucas complicações. Os heróis têm como missão libertar um dos amigos que acabou como rato de laboratório da corporação. E, claro, Thomas vai querer ver de novo Teresa. Então, há obstáculos pelo caminho, mas as soluções para superá-los são mais ou menos preguiçosas. O que há de interessante nesse percurso é a volta de um antagonista do primeiro filme. O diretor Wes Ball não parece interessado em transformar sua franquia em algo mais do que uma simples aventura juvenil, arriscando-se pouco. De todo modo, as sequências finais, bem dramáticas, são suficientemente boas, ainda que não exijam de seu elenco mais do que demonstra ser capaz de render. Já os efeitos especiais da destruição apocalíptica deixam a desejar. Assim como a caracterização exagerada do vilão vivido por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). Entre prós e contras, o filme oferece o que a saga “Divergente” não proporcionou: conclusão para quem investiu em três ingressos para assistir uma história completa.
Brie Larson usa uniforme “diferente” nas primeiras fotos das filmagens de Capitã Marvel
As filmagens de “Capitã Marvel” começaram em Atlanta, nos Estados Unidos, e os paparazzi foram rápidos para registrar as primeiras fotos de Brie Larson vestida como a heroína. Mas as imagens também revelaram uma surpresa, que deixou os fãs dos quadrinhos espantados. Afinal, que uniforme é aquele? A Capitã Marvel é conhecida por usar uniforme azul e vermelho, com detalhes em amarelo, desde os tempos em que era chamada de Miss Marvel. Mas o uniforme visto nas filmagens é verde e preto, com detalhes prateados. A explicação deve ser simples, já que o uniforme kree usado pelo primeiro Capitão Marvel nos quadrinhos, durante a década de 1960, era esverdeado. Antes de adotar o traje clássico que seria incorporado por Carol Danvers, Mar-Vell também inspirou a heroína a usar uma versão esverdeada de seu uniforme original, numa das versões desta história cheia de reboots (veja abaixo). Segundo rumores ainda não oficializados, o ator Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) vai interpretar Mar-Vell no filme – bem como sua identidade secreta, o cientista Walter Lawson. O primeiro filme de super-heroína da Marvel também voltará a trazer Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) como Nick Fury, além de Ben Mendelson (“Rogue One”) e DeWanda Wise (série “She’s Gotta Have It”). O roteiro foi finalizado por Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Tomb Raider”), contratada em agosto para trabalhar em cima da premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). “Capitã Marvel” chega aos cinemas em março de 2019.
Ex-assistente processa Harvey Weinstein por assédio e acusa de estúdio de conivência
O produtor Harvey Weinstein, que protagoniza um enorme escândalo sexual, após dezenas de mulheres o denunciarem por assédio e abuso sexual, recebeu mais um processo na justiça. E desta vez a ação envolve sua empresa, porque quem o acusa de assédio é uma ex-funcionária. sua ex-assistente pessoal Sandeep Rehal. “Por mais de dois anos, a requerente Sandeep Rehal foi forçada a trabalhar em um ambiente de trabalho sexualmente hostil na Weinstein Company, caracterizado por inúmeras ações, declarações e toques ofensivos, degradantes e sexualmente intimidantes por parte de seu chefe Harvey Weinstein”, diz o processo, ao qual o site Deadline teve acesso. Segundo o documento, Rehal teve que deixar o emprego em 2015, depois que a situação chegou a um “ponto limite”. Funcionária da TWC desde 2013, ela também acusa o irmão de Harvey e seu sócio, Bob Weinstein, e o chefe do RH Frank Gil de serem coniventes com o comportamento do produtor. De acordo com o processo, a ex-funcionária afirma que o cotidiano de assédios a fez desenvolver severos problemas emocionais, ansiedade, depressão, humilhação, medo e perda de autoestima. Weinstein está atualmente sob investigação pelas polícias de Nova York, Los Angeles e Londres. Desde as primeiras denúncias, que surgiram em outubro em reportagens do jornal The New York Times e da revista New Yorker, mais de 80 mulheres contaram que sofreram assédio, abuso e até estupro do produtor, e foram intimidadas com ameaças a suas carreiras para ficarem caladas.
Cinema russo desafia governo e exibe comédia proibida sobre a morte de Stalin
Um cinema russo resolveu desafiar o governo do país com a exibição da comédia “The Death of Stalin” (A Morte de Stalin), proibida pelo Ministério da Cultura local. A sessão aconteceu para uma plateia lotada nesta quinta-feira (25/1) no cinema Pioneer, em Moscou. Após a sessão, o Ministério da Cultura emitiu um comunicado afirmando que qualquer um que desafiar a proibição será responsabilizado legalmente pelas ações. O filme, do diretor escocês Armando Iannucci (criador da série “Veep”), ridiculariza o comunismo e foi proibido após “intelectuais” russos enviaram uma carta ao governo dizendo que a obra desrespeitava a história da Rússia e a memória daqueles que derrotaram o nazismo. Ironicamente, Stalin foi repudiado pela União Soviética após sua morte e reconhecido como responsável pela morte de milhões, através de políticas que incluíram a coletivização forçada de fazendas, responsável por uma fome sem precedentes no país, e por uma sucessão de expurgos que resultaram em execuções e aprisionamentos em massa – cujo resultado final foram mais mortes que o Holocausto de Adolf Hitler.
Demolidor: Atriz de Os Bórgias viverá a mãe do herói na 3ª temporada
A produção de “Demolidor” contratou a atriz inglesa Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) para um papel muito importante na 3ª temporada da série, especialmente se atração seguir a trama dos quadrinhos. Whalley vai viver a freira Maggie. “Nós somos grandes fãs do trabalho de Joanne e muito sortudos de ter alguém do calibre dela se juntando à nossa talentosa família”, disse em comunicado oficial o produtor Jeph Loeb, chefe das produções de TV da Marvel. O novo showrunner da série, Erik Oleson, também comemorou a entrada da atriz no elenco. “Joanne é um talento raro e uma colaboradora maravilhosa. Vê-la dar vida ao papel está nos deixando abismados”. Os fãs dos quadrinhos sabem da importância da personagem, que foi criada por Frank Miller no arco de “A Queda de Murdock”, marco dos quadrinhos da Marvel, publicado em 1986 nos Estados Unidos. Ela surge para cuidar de Murdock após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe do herói. A introdução da personagem na série se dará de forma diferente, já que reflete a última cena de “Os Defensores”, em que Murdock (vivido por Charlie Cox) apareceu sob o cuidado de freiras, após ser dado como morto. Além de Charlie Cox retornar à série como o protagonista, a 3ª temporada também trará de volta Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson) e Vincent D’Onofrio (o vilão Rei do Crime). Ainda não há cronograma de produção nem previsão para a estreia da temporada.
Diretor de La La Land desenvolve série para a Apple
O cineasta Damien Chazelle, vencedor do Oscar de Melhor Direção por “La La Land“, fechou com a Apple a produção de uma nova série dramática. Ainda sem título, a atração não teve premissa divulgada, mas, segundo o site The Hollywood Reporter, Chazelle planeja escrever e dirigir todos os episódios de uma hora de duração. Ele vai trabalhar na série com os produtores de “La La Land”, Jordan Horowitz e Fred Berger. O projeto da Apple será a segunda série do cineasta, que está atualmente trabalhando em “The Eddy”, série musical de oito episódios, passada num club de jazz de Paris, que será lançado pela Netflix. Além disso, Chazelle trabalha em seu próximo filme, “First Man”, filme sobre a conquista da Lua que voltará a reunir o diretor com Ryan Gosling, após o sucesso de “La La Land”. Já a Apple segue apostando nomes de grande porte para lançar suas primeiras séries. Ainda sem previsão de estreia, a empresa prepara um remake de “Amazing Stories”, de Steven Spielberg, uma nova sci-fi de Ronald D. Moore (criador de “Battlestar Galactica”), uma série que juntará Jennifer Aniston e Reese Witherspoon e duas outras produções de Witherspoon, com Kristen Wiig e Octavia Spencer.
Continuação de Mamma Mia! ganha novo trailer legendado repleto de hits do Abba
A Universal divulgou um pôster internacional e o novo trailer legendado da continuação do musical “Mamma Mia!”, repleto de músicas da banda Abba. Chamado de “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, o filme volta a reunir o elenco do primeiro filme no mesmo cenário idílico – uma ilha grega – , mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Meryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado. O roteiro e a direção estão a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e praticamente todo o elenco do filme original retoma seus papéis – incluindo as já citadas Meryl Streep e Amanda Seyfried, mãe e filha da trama, mas também Julia Walters, Christine Baranski, Dominic Cooper, Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth. As novidades incluem as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e a cantora Cher (“Burlesque”) como “vovó”. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Pressionado, Casey Affleck desiste de apresentar prêmio no Oscar 2018
O ator Casey Affleck desistiu de participar da cerimônia do Oscar 2018. Vencedor do Oscar de Melhor Ator de 2017, ele deveria anunciar e premiar a Melhor Atriz deste ano, conforme a tradição da Academia. Mas não teria suportado a pressão do ressurgimento de suas acusações de assédio sexual. Affleck foi premiado por “Manchete à Beira-Mar”, após ser acusado de assédio por duas mulheres com quem trabalhou no documentário “Eu Ainda Estou Aqui” (2010). Na ocasião, a atriz Brie Larson, que entregou o prêmio, fez questão de não aplaudi-lo. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair. Ele foi acusado pela produtora Amanda White e pela diretora de fotografia Magdalena Gorka, que acionaram Affleck judicialmente e o caso foi resolvido em sigilo, com uma indenização financeira. Após vencer o Oscar, o ator deu entrevista ao jornal Boston Globe em que confirmou que todos os envolvidos no caso estavam proibidos por contrato de comentar o assunto. Desde então, o escândalo sexual de Harvey Weinstein veio à tona, repleto de contratos similares, e a tolerância com assediadores diminuiu a zero. No caso de Affleck, havia até uma campanha online para impedir sua participação no Oscar deste ano. Quase 20 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado no site Change.org para que ele não fosse convidado a apresentar o prêmio – e o site agora registra que a campanha foi vitoriosa. Segundo o site Deadline, o ator teria ficado com receio e, diante do tom anti-assédio que deverá marcar a cerimônia, preferiu cancelar sua participação a comprometer o resto de sua carreira. A informação foi confirmada por um representante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A revista Variety chegou a procurar Affleck para comentar a desistência, mas não obteve resposta. A equipe de assessoria do ator, porém, revelou que ele nem sequer vai marcar presença no Oscar. Após três meses intensos, carregados de escândalos de assédios e abusos sexuais, a expectativa é que o Oscar 2018 seja marcada por discursos e manifestações de protesto.
O Nome da Rosa vai virar minissérie estrelada por John Turturro
O clássico best-seller “O Nome da Rosa”, fenômeno literário dos anos 1980, vai virar minissérie. Segundo a revista Variety, o próprio escritor Umberto Eco supervisionou o roteiro, antes de falecer em 2016. A produção é italiana, mas será falada em inglês, visando o público internacional. O roteiro ficou a cargo do cineasta Andrea Porporati (“Missão Romana”) em parceria com o britânico Nigel Williams (“Elizabeth I”), e os oito episódios serão dirigidos por Giacomo Battiato (“O Jovem Casanova”). O ator americano John Turturro (“Transformers”) viverá o protagonista, o monge franciscano William de Baskerville, e o alemão Damien Hardung (“Transpapa”) será seu aprendiz. Na trama de mistério medieval, os dois investigam uma série de assassinatos macabros num longínquo mosteiro nos alpes italianos, no século 14. O elenco ainda destaca o britânico Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como o inquisidor Bernard Gui, inimigo de Baskerville, enviada pelo papa para investigar os crimes, além dos alemães Sebastian Koch (“Ponte dos Espiões”) e Richard Sammel (série “The Strain”). As gravações começaram nesta semana e devem durar cinco meses, nos históricos estúdios de Cinecittà, em Roma. “O Nome da Rosa” foi publicado em 1980, vendendo 50 milhões de cópias pelo mundo, e já teve uma adaptação para o cinema. Dirigida pelo francês Jean-Jacques Annaud em 1986, a produção foi estrelada por Sean Connery e Christian Slater.












