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    Comercial explica obsessão da Marvel com cenas de carros em Pantera Negra

    25 de janeiro de 2018 /

    Da primeira imagem de divulgação à primeira cena completa do filme “Pantera Negra”, a Marvel priorizou sempre a mesma sequência, em que o herói aparece sobre o capô de um carro. Recém-divulgado, o comercial do novo Lexus explica a motivação ($$) por trás desta preferência. “Pantera Negra” não é “Velozes e Furiosos”, apenas faz comercial de carro. Misturando imagens do filme com cenas publicitárias, estreladas pelo ator Chadwick Boseman (o Pantera Negra), o novo comercial do Lexus mostra como as negociações comerciais invadiram descaradamente as tramas cinematográficas, e estão embutidas até na divulgação dos filmes, fixando mensagens subliminares em fanboys impressionáveis.

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    Astro das séries infantis Zeke e Luther e Par de Reis é preso por assalto à mão armada

    25 de janeiro de 2018 /

    O ator e músico Adam Hicks, que foi estrela de produções de sucesso do Disney Channel, como as séries “Zeke e Luther” e “Par de Reis” e o telefilme musical “Lemonade Mouth”, foi preso por assalto à mão armada. Segundo o site TMZ, Hicks é acusado de cinco assaltos no período de duas horas. O ator de 25 anos e sua namorada estavam abordando pessoas a pé na área de San Fernando Valley, exigindo dinheiro, celulares e outros itens. Duas das vítimas seriam senhoras com idade acima dos 70 anos. Hicks, que além de atuar possui uma carreira musical, também gravou a canção-tema da série original do Disney Channel “Mighty Med”. Recentemente, ele estrelou as duas temporadas da série de terror “Freakish”, disponibilizada na plataforma Hulu, e participou do drama indie “Windsor”.

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    Anne Heche diz ter sido demitida de filme por recusar sexo com Harvey Weinstein

    25 de janeiro de 2018 /

    A atriz Anne Heche, atualmente na série militar “The Brave”, compartilhou sua história de assédio traumático nas mãos de Harvey Weinstein. Ela fez seu desabafo numa entrevista ao podcast “Allegedly with Theon Vonn & Matthew Cole Weiss”, no qual afirma ter sido demitida de uma produção do estúdio Miramax por não ter aceitado os avanços do magnata. Weinstein teria lhe mostrado o pênis e, após ela se recusar a fazer sexo oral, perdeu o papel num filme para o qual já estava contratada. “Eu não chupei o pênis de Harvey, apesar de ele tê-lo mostrado para mim, e saí da sala antes que pudesse haver qualquer contato físico”, contou, de forma clara. “O fato é: eu fui demitida de um trabalho para o qual eu havia sido contratada na Miramax. As repercussões de se defender são tão profundas quanto algumas das cicatrizes de mulheres que foram, infelizmente, fisicamente atingidas”. Ela ainda disse que não denunciou o caso por medo de uma vingança do produtor. “Em primeiro lugar, você era ameaçada assim que passava pela porta. É por isso que cada uma de nós [sobreviventes das violências do produtor] tinha 19, 20, 21 ou 22 anos. Ele não ia atrás de mulheres de 40. Ele deu em cima de mim quando eu era jovem, vulnerável, assustada, amedrontada”. “Estamos falando de meninas. Jovens atrizes são vulneráveis. Muitas de nós vêm de lares abusivos, não têm orientação, apoio dos pais. E você é seguida, ameaçada”, explicou sobre as circunstâncias que ajudaram a a manter os abusos do produtor em segredo durante décadas. “Se eu não tivesse sido abusada sexualmente quando era criança, não sei se teria tido a força de enfrentá-lo — e enfrentar a tantos outros. Não era apenas o Harvey, devo dizer. A frieza que eu mantinha em relação a todo mundo, que tentava se aproveitar de mim, era enorme”, concluiu.

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    Diretor do sexto Missão Impossível explica significado do título

    25 de janeiro de 2018 /

    O título do sexto filme da franquia “Missão Impossível” foi revelado por Tom Cruise nesta quinta (25/1), em sua estreia no Instagram, e já ganhou sua versão oficial para o Brasil. O filme será lançado nos cinemas brasileiros como “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Mas o que exatamente significa “Fallout”? Em inglês, a palavra pode dizer tanto “efeito adverso” quanto “chuva radioativa”. E, segundo o diretor e roteirista Christopher McQuarrie (responsável também por “Missão: Impossível – Nação Secreta”), os dois sentidos ecoam a trama do filme. “O título tem múltiplos significados para o filme, que podem ser literais ou figurativos”, disse McQuarrie, em entrevista à revista Empire. “Existe uma ameaça de terrorismo nuclear pairando sobre o filme, que é uma ameaça literal”, explicou. E, do ponto de vista figurativo, o título representa a “noção de que o que ocorrer no final do filme é o resultado das escolhas que Ethan Hunt fez em sua vida. O passado do personagem, interpretado por Tom Cruise, vai voltar para assombrá-lo”, afirmou. Vale lembrar que Tom Cruise se machucou fazendo uma cena do filme e precisou se afastar das filmagens para se recuperar. A continuação da franquia estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Tom Cruise revela título oficial e foto do novo Missão Impossível em sua estreia no Instagram

    25 de janeiro de 2018 /

    Tom Cruise finalmente estreou no Instagram nesta quinta (25/1) e em poucas horas conquistou mais de 600 mil seguidores com duas postagens reveladoras. Seu primeiro post foi a revelação do nome oficial do sexto filme da franquia “Missão Impossível”, que recebeu o subtítulo de “Fallout”. O segundo foi o close de uma sequência de ação, em que ele aparece pendurado num helicóptero. Confira abaixo. A Paramount divulgou a versão oficial da foto em seguida, que pode ser vista acima, além da tradução nacional do título. O filme será lançado no Brasil como “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Seu colega de elenco, Henry Cavill, não quis ficar para trás e também compartilhou uma imagem de ação, agarrando-se num carro em movimento, contracenando com um cachorro. Na legenda, ele dá boas-vindas a Cruise no Instagram. Mas o que chama atenção na foto é o bigode do ator, que virou um dos mais famosos do cinema, após ter que ser apagado do rosto de Superman durante as refilmagens de “Liga da Justiça”, gerando um dos piores efeitos visuais já vistos numa superprodução de Hollywood. Vale lembrar que Tom Cruise se machucou fazendo uma cena do filme e precisou se afastar das filmagens para se recuperar. Com roteiro e direção de Chrisotopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação da franquia estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Get ready. #MissionImpossible Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em 25 de Jan, 2018 às 5:00 PST We’ve upped the ante for the sixth #MissionImpossible. I can’t wait for you guys to see more. Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em 25 de Jan, 2018 às 5:03 PST I see your death defying stunt Mr Cruise and I raise you one trained stunt Akita! Welcome to Instagram my friend! @TomCruise #StuntAkita #MI6 Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 25 de Jan, 2018 às 11:07 PST

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    Paul Bettany não fecha acordo e fica fora da série The Crown

    25 de janeiro de 2018 /

    Os produtores da série “The Crown” não entraram em acordo com o ator Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”) e a negociação para que ele interpretasse o Príncipe Philip na 3ª temporada foi encerrada. Nenhum motivo foi dado para a desistência. Agora, os produtores avaliarão outros candidatos ao papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Por enquanto, o elenco tem confirmadas apenas Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. Além dos personagens vistos nas duas primeiras temporadas, a série também introduzirá Camilla Parker-Bowles e a jovem Diana Spencer, futura Princesa Diana. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).

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    3ª temporada de The Crown vai introduzir a Princesa Diana

    25 de janeiro de 2018 /

    A 3ª temporada da série “The Crown” vai mostrar a juventude de Diana Spencer, antes de Lady Diana virar a Princesa Diana, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter. Ela vai aparecer no final do terceiro ano da série da Netflix e ganhará mais destaque na 4ª temporada, cuja produção também foi confirmada pela publicação. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Embora sua intérprete ainda não tenha sido revelada, o nome de Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) tem sido especulado por alguns sites. Além de Diana, os novos episódios também devem apresentar Camilla Parker Bowles. Ela foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. Esta situação será abordada na 4ª temporada. Passado nos anos 1970, o terceiro ano de “The Crown” também trocará os intérpretes dos protagonistas da série. Olivia Colman (da série “Broadchurch”) substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”) será a nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby.

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    Festival de Berlim inclui documentário sobre Impeachment de Dilma e novo drama dos diretores de Beira-Mar

    25 de janeiro de 2018 /

    Mais dois filmes brasileiros foram selecionados para a mostra Panorama da 68ª edição do Festival de Berlim: “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, e “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher. “O Processo” é o primeiro documentário sobre o Impeachment da presidente Dilma Rousseff a vir à tona. Na ocasião, foram rodados cinco filmes com aval do PT, que ofereceu acesso a reuniões fechadas e aos corredores do Congresso durante o enfrentamento contra o chamado “golpe”. Este material compõe a maioria das horas de filmagem da diretora brasiliense. Mas (supostamente) haveria registros também de desabafos e críticas à atuação da própria Dilma e do partido, e situações não reveladas nos noticiários. Com a obra, a diretora dá sequência à sua temática de investigação do sistema legal brasileiro, que inclui os documentários “Justiça” (Grand Prix no Festival Visions du Réel, Suiça 2004) e “Juízo” (Festival de Locarno, Prêmio da Crítica no Dok- Leipzig, 2008). Ela também filmou os corredores da burocracia em “Morro dos Prazeres” (Melhor Direção, Fotografia e Som no Festival de Brasília, 2013). Por sua vez, “Tinta Bruta” é o único trabalho de ficção da seleção brasileira em Berlim. O filme conta a história de Pedro (Shico Menegat), um jovem que tenta sobreviver em meio a um processo criminal, à partida de irmã e única amiga e aos olhares que recebe sempre que sai na rua. Sob o codinome GarotoNeon, Pedro se apresenta no escuro do seu quarto para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. Com o corpo coberto de tinta, ele realiza performances eróticas na frente da webcam. Ao descobrir que outro rapaz (Bruno Fernandes) de sua cidade está copiando sua técnica, Pedro decide confrontá-lo. O trabalho anterior de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, “Beira-Mar” (2015), também teve première mundial na Berlinale – na mostra Forum. Os dois filmes se juntam a “Aeroporto Central”, de Karim Aïnouz, “Ex Pajé”, de Luiz Bolognesi, e “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, anteriormente selecionados. O festival acontece de 15 a 25 de fevereiro, na Alemanha.

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    Maze Runner chega em mais de mil cinemas contra estreias do Oscar 2018

    25 de janeiro de 2018 /

    Lançado em mais de mil telas, “Maze Runner – A Cura Mortal” é a estreia mais ampla desta quinta (25/1). E também uma das mais fracas. As opções são três filmes indicados ao Oscar 2018 e três estreias infantis. Clique em seus títulos para ver os trailers de cada lançamento da semana. O terceiro e último filme da franquia “Maze Runner” conclui a trama iniciada com “Maze Runner: Correr ou Morrer” em 2014, quando adaptações de distopias juvenis eram a última moda em Hollywood. Desde então, a franquia “Divergente” foi abandonada sem final e outras tentativas de emplacar sagas, como “A 5ª Onda”, fracassaram. Os produtores de “Maze Runner”, ao menos, não dividiram o último livro da trilogia em dois longas – como aconteceu com “Jogos Vorazes” e o fatídico “Divergente”. Se o lançamento parece chegar de forma tardia, é porque a produção ficou interrompida por um ano, após um grave acidente sofrido pelo protagonista durante as filmagens. O acidente de Dylan O’Brien aconteceu em 18 de março de 2016, quando filmava uma cena preso no teto de um carro em movimento. Ele acabou arremessado para o alto e atingido por outro automóvel, quebrando vários ossos, foi levado às pressas para um hospital e ficou vários dias internado. Mas o ator já está bem, tanto que veio ao Brasil participar da Comic Con Experience. A conclusão da história é o grande atrativo para os fãs. Mas quem já tinha se decepcionado com o segundo filme não deve contar com uma possibilidade de redenção. O terceiro é o pior lançamento da franquia, com apenas 45% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Como nos anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito e Patricia Clarkson. A comédia “Artista do Desastre” teve menos indicações do que o esperado no Oscar 2018. Isto porque, após vencer o Globo de Ouro 2018 e o Critics Choice, o ator James Franco enfrentou denúncias de assédio sexual, que barraram seu nome no prêmio da Academia. Mas a produção concorre com o que tem de melhor: o roteiro da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (ambos de “A Culpa É das Estrelas”). A história é real e o filme recria os bastidores daquele que é conhecido como o “Cidadão Kane dos filmes ruins”, cultuado por ser ruim de morrer de rir: “The Room”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pelo megalomaníaco Tommy Wiseau em 2005. Na trama, Franco vive Wiseau, o pior ator e diretor do mundo, incapaz de decorar um diálogo simples ou falar de forma inteligível, e que mesmo assim resolveu criar uma “obra-prima”. Franco quase repete a mesma façanha, acumulando as funções de estrela, diretor e produtor. O elenco ainda inclui seu irmão Dave Franco (“Vizinhos”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Zac Efron (“Vizinhos”), Alison Brie (“O Durão”), Josh Hutcherson (franquia “Jogos Vorazes”), Kate Upton (“Mulheres ao Ataque”), Zoey Deutch (“Tinha que Ser Ele?”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”), Sharon Stone (série “Agent X”), Christopher Mintz-Plasse (“Vizinhos”), além de Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Adam Scott (série “Parks and Recreation”) e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”), que interpretam a si mesmos. “The Post – A Guerra Secreta” é o filme que rendeu a 21ª indicação ao Oscar para a atriz Meryl Streep. O longa também concorre a Melhor Filme do ano, mas Steven Spielberg ficou fora da lista de Melhor Direção. O drama também é baseado em fatos reais e narra a revelação do escândalo dos “Papéis do Pentágono”, documentos ultra-secretos de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título original é uma referência ao jornal The Washington Post e a trama gira em torno do dilema sofrido pela dona do jornal, pressionada por seu editor a desafiar o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Ela poderia ser acusada de traição e perder o Washington Post na justiça. Tom Hanks (“O Resgate do Soldado Ryan”), em seu quinto trabalho com Spielberg, vive o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), tem o papel da proprietária Kay Graham. Curiosamente, é a primeira vez que os dois atores, gigantes de Hollywood, atuam juntos num filme. Indicado ao Oscar de Melhor Documentário, “Visages, Villages” oferece um contraponto lúdico às produções engajadas que preencheram a categoria neste ano. A obra junta a cineasta veterana da nouvelle vague Agnès Varda (“As Duas Faces da Felecidade”) e o fotógrafo JR numa viagem pelo interior da França, fazendo artes pelo caminho. Foi premiada em inúmeros festivais de prestígio, como Cannes e Toronto, além de ter sido votada em 1º lugar nas listas de final de ano dos críticos de Los Angeles e Nova York. Também foi exibida na Mostra de São Paulo, onde venceu o prêmio do público. “Sem Fôlego” é o primeiro longa infantil de Todd Haynes (“Carol”), que adapta o livro homônimo de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”) sobre duas crianças surdas, Ben e Rose, cujas histórias são separadas por 50 anos. Rose foge de casa em 1927, rumo a Nova York para conhecer Lillian Mayhew, estrela de cinema que idolatra. Jack também escapa para Nova York, mas em 1977, em busca de seu pai. A edição distingue a diferença de suas épocas aos ilustrar as cenas com imagens em preto e branco para o começo do século 20 e cores para a década de 1970. Até que as vidas de ambos se cruzam de maneira inesperada. O próprio Selznick assina o roteiro da adaptação, que destaca em seu elenco Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) e as crianças Oakes Fegley (“Meu Amigo, o Dragão”) e Millicent Simmonds (estreante). Exibido no Festival de Cannes, o longa foi bastante elogiado, mas não deixou a crítica “sem fôlego” – teve 70% de aprovação, 25% a menos que a média dos indicados ao Oscar. “Peixonauta – O Filme” traz aos cinemas a série infantil brasileira, exibida no Discovery Kids, na TV Cultura, SBT, TV Brasil e até Netflix. A atração já foi exportada para mais de 90 países e em seu novo filme visita São Paulo. Na trama, o agente secreto Peixonauta sai pela primeira vez do Parque das Árvores Felizes para resolver um grande mistério: o desaparecimento de todos os habitantes. A história lida com questões do meio ambiente, como o lixo e a contaminação dos mananciais de água. A direção é de Celia Catunda, Kiko Mistrorigo e Rodrigo Eba. Os dois primeiros também foram responsáveis por “Peixonauta: Agente Secreto da O.S.T.R.A.”, primeiro longa animado da franquia, lançado em 2012. Para completar, a trilha do filme foi musicada por Paulo Tatit (Palavra Cantada), Zezinho Mutarelli e a banda Titãs. Último da lista, “Encolhi a Professora” tem a distinção de ser o pior lançamento da semana. A produção alemã, que chega dublada em português, reflete uma especialidade do diretor Sven Unterwaldt: as paródias com mash-ups de tramas conhecidas. Neste caso, a premissa de “Querida, Encolhi as Crianças” (1989) no contexto da escola mágica da franquia “Harry Potter”. “Detetives do Prédio Azul” se sai melhor, com menos orçamento.

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    Roteirista indicada ao Oscar 2018 vai adaptar o best-seller A Grana

    25 de janeiro de 2018 /

    A roteirista Emily V. Gordon, indicada ao Oscar 2018 de Melhor Roteiro Original por “Doentes de Amor”, vai adaptar o best-seller “A Grana” (The Nest), de Cynthia D’Aprix Sweeney, para o Amazon Studios. Lançado em 2016, o livro já foi traduzido para 25 idiomas, inclusive no Brasil pela Intrínseca. A história acompanha a família disfuncional Plumb, após anos de tensões finalmente atingem um ponto de ruptura, levando Melody, Beatrice e Jack Plumb a se juntarem para enfrentar seu irmão mais velho Leo, recém-saído da reabilitação. Meses antes, bêbado e drogado, Leo fugiu sorrateiramente da festa de casamento do primo, levando uma das garçonetes a tiracolo. Mas sofreu um acidente de carro com graves consequências. Para fazer com que seus problemas desaparecessem, Leo precisou usar o dinheiro de uma conta da família, um dinheiro sagrado: o pé-de-meia que garantiria o futuro dos irmãos Plumb. “A Grana” tem o ingrediente mais explosivo de qualquer boa briga de família: dinheiro. O filme terá produção da cineasta Jill Soloway (criadora da série “Transparent”) e ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    MaddAddam: Vem aí nova série sci-fi baseada nos livros da autora de The Handmaid’s Tale

    25 de janeiro de 2018 /

    A Paramount Television e a Anonymous Content anunciaram que vão produzir uma nova série baseada na obra da escritora canadense Margaret Atwood. Autora dos livros que inspiraram a série multipremiada “The Handmaid’s Tale” e a minissérie “Alias Grace”, Atwood está em alta e a bola da vez é sua trilogia “MaddAddam” (publicada no Brasil pela editora Rocco). Assim como “The Handmaid’s Tale”, “MaddAddam” também é uma distopia. Os três livros da série (“Oryx e Crake”, “O Ano do Dilúvio” e “MaddAddam”) se encaixam no que Atwood descreve como “ficção especulativa”, abordando assuntos como catástrofes biológicas, experiências genéticas e regimes totalitários provocados por colapsos ambientais. Na trama, o mundo é apresentado como um lugar pós-apocalíptico e melancólico, habitado por criaturas biologicamente modificadas e tomadas pelo vício. Desastres ambientais e experiências genéticas ajudaram a transformar o planeta num território devastado, e as consequências são narradas pelo último sobrevivente da humanidade, que tem apenas a companhia de crianças criadas num laboratório. Em comunicado, a autora de 78 anos disse estar entusiasmada com a “deslumbrante apresentação visual” que os produtores imaginam para a adaptação. Há três anos, o diretor Darren Aronowsky (“Mãe!”) tentou desenvolver uma adaptação da trilogia para a HBO, mas o projeto não foi adiante pelo custo elevado. Ainda não há cronograma para a nova produção nem canal definido para a exibição da série, embora a Paramount tenha demonstrado interesse em investir mais em seu próprio canal pago nos Estados Unidos, lançado agora em janeiro – no lugar do antigo canal Spike.

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    Série dos anos 1990 Murphy Brown vai ganhar revival

    25 de janeiro de 2018 /

    Uma das séries mais premiadas da rede CBS, vencedora de 17 prêmios Emmy, vai voltar à TV após 20 anos. O canal encomendou o revival de “Murphy Brown” para a criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco prêmios Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal, que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. O revival deverá refletir os dias atuais, com a proliferação das mídias sociais e das notícias falsas (fake news), além do governo de Donald Trump. Segundo o site Deadline, a produção terá 13 episódios, mas ainda não há previsão para a estreia.

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    Continuação de Jumanji deve chegar nos cinemas em dezembro de 2019

    24 de janeiro de 2018 /

    A Sony vai mesmo fazer a sequência de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. E, segundo o The Wall Street Journal, a ideia do chefe do estúdio, Tom Rothman, é lançar o filme em dezembro de 2019, quando irá competir com “Star Wars: Episódio IX” nos cinemas. O filme chegou aos cinemas em dezembro de 2017 e surpreendeu nas bilheterias, mesmo enfrentando “Star Wars: O Último Jedi”. Até agora, a produção arrecadou US$ 769 milhões mundialmente, para um orçamento estimado em US$ 90 milhões. Ainda não foi divulgado se os integrantes do elenco voltarão ou se a continuação terá uma nova história com novos personagens. Estrelado por Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi o segundo filme da franquia, e bem diferente do primeiro “Jumanji”, clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995.

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