PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    It: A Coisa apavora América do Norte com maior bilheteria de estreia da história do terror

    10 de setembro de 2017 /

    A bilheteria de “It: A Coisa” se provou espantosa. Em pleno fim de semana do furacão Irma, em que os cinemas da Flórida estiveram fechados, a nova adaptação de Stephen King acumulou recordes e se consagrou como o terror mais bem-sucedido de todos os tempos. Em seu primeiro fim de semana, o filme fez US$ 117,1 milhões na América do Norte, maior estreia de uma produção de terror da História. Até então, o máximo que um filme de terror tinha conseguido atingir num fim de semana tinha sido menos da metade deste valor: US$ 52 milhões, obtidos por “Atividade Paranormal 3” em 2011. O valor superou até as projeções mais otimistas, após caírem os primeiros recordes de arrecadação. Para começar, o novo longa do diretor Andy Muschietti (“Mama”) teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. Depois disso, as projeções apontavam uma bilheteria “flutuante” entre US$ 100 e US$ 115 milhões no acumulado do final de semana, o que também foi superado. Para se ter noção, os US$ 117,1 milhões arrecadados em três dias já fazem de “It: A Coisa” a sexta maior bilheteria de terror da América do Norte – em arrecadação total! Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Além do recorde de maior estreia do terror, também ficou para trás a marca de maior lançamento de setembro (o recorde trucidado pertencia a “Hotel Transilvânia 2”, com US$ 41 milhões), mas a produção não superou os três dias iniciais de “Deadpool” (US$ 132 milhões), tendo que se contentar com o 2º lugar como maior estreia com classificação “R”. A diferença do desempenho de “It: A Coisa” para o 2º lugar das bilheterias foi abissal. A posição foi ocupada por outra estreia, a comédia “De Volta para Casa”, estrelada por Reese Witherspoon, que fez somente US$ 9 milhões. O desencontro também foi similar na opinião da crítica. Enquanto o terror teve 87% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a comédia recebeu só 35% de críticas positivas. Assim, o que foi feito para rir acabou virando o verdadeiro horror nos cinemas. Após três semanas na liderança do ranking, a comédia de ação “Dupla Explosiva” fecha o Top 3. Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias da América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: A Coisa Fim de semana: US$ 117,1 milhões Total EUA: US$ 117,1 milhões Total Mundo: US$ 179,1 milhões 2. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 3. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 64,9 milhões Total Mundo: US$ 64,9 milhões 4. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 96,2 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 5. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 25 milhões Total Mundo: US$ 25 milhões 6. A Bailarina Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 15,8 milhões Total Mundo: US$ 98,9 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 327,7 milhões Total Mundo: US$ 823 milhões 8. Dunkirk Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 183,1 milhões Total Mundo: US$ 492,2 milhões 9. Roubo em Família Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 25,2 milhões Total Mundo: US$ 31,7 milhões 10. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 82,5 milhões Total Mundo: US$ 170,9 milhões

    Leia mais
  • Etc

    Disney decide incluir Marvel e Star Wars em seu serviço de streaming

    10 de setembro de 2017 /

    A Disney definiu que os filmes da Marvel e de “Star Wars” farão parte do acervo de lançamento de seu serviço de streaming, que deve ser inaugurado em 2019. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria seu contrato de licenciamento de conteúdo para a Netflix. Na ocasião, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que o serviço incluiria apenas desenhos e franquias da própria Disney e da Pixar, pois ainda estavam em análise lançamentos de plataformas diferenciadas para os produtos da Marvel e da Lucasfilm. Aparentemente, o estúdio percebeu que um produto unificado teria mais força para competir no mercado. “Agora decidimos que vamos colocar os filmes da Marvel e de ‘Star Wars’ nesse aplicativo também”, afirmou Iger, em um evento recente, segundo a revista Variety. Com isso, a Disney se prepara para rivalizar com a Netflix no negócio de distribuição de conteúdo audiovisual por streaming. Além de disponibilizar seus filmes com exclusividade, a Disney irá lançar produções originais exclusivas para streaming, visando justamente atrair o público que consumo este tipo de produto. A Netflix, porém, deve continuar a distribuir as produções da Disney no mercado internacional e a produzir as séries dos personagens da Marvel anteriormente contratadas. “Continuamos a fazer negócios com a Walt Disney Company globalmente em muitas frentes, incluindo o nosso relacionamento com a Marvel TV, em andamento”, diz o comunicado oficial da empresa.

    Leia mais
  • Filme

    The Square: Comédia sueca que venceu a Palma de Ouro ganha trailer americano em busca do Oscar

    10 de setembro de 2017 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer americanos de “The Square”, comédia sueca que venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017. Como estratégia de divulgação, a prévia destaca a participação da atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e os elogios da imprensa do país à produção, enquanto explora a discussão do que, afinal de contas, é arte, com cenas absurdas e surreais. Em tom de humor negro, a trama acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, vítima de um pequeno incidente que desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, “The Square” também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além de Elisabeth Moss, o elenco internacional destaca o dinamarquês Claes Bang (série “Bron/Broen”, que é a versão original de “The Bridge”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). A obra venceu o recente Festival de Cannes sem estar entre as mais baladas do evento, mas o diretor Ruben Östlund já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar três anos antes. Candidato da Suécia a uma vaga no Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira, “The Square” estreou em 25 de agosto em seu país de origem e chega em 25 de outubro nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    As Meninas Superpoderosas vão virar quarteto com nova integrante negra

    10 de setembro de 2017 /

    O trio das “Meninas Superpoderosas” vai virar um quarteto. O Cartoon Network pretende introduzir a nova integrante no próximo domingo (17/9), e chegou a fazer bastante mistério sobre a identidade da personagem, mas imagens já chegaram na internet, revelando que ela será a primeira menina superpoderosa negra. A personagem se chama Bliss (felicidade) em inglês e tem cabelos azuis, no que parece ter sido inspirada por Nicki Minaj. Sua dubladora original, por sinal, é uma cantora negra, a sul-africana Toya Delazy (veja abaixo). Mas a primeira imagem divulgada causou certa polêmica ao apresentar Bliss com cabeça e quadris maiores que as outras três meninas, o que seria um estereótipo racista. De todo modo, ainda não há contexto para a personagem, que será oficialmente revelada no próximo episódio da série, intitulado “Power of Four”. A sinopse fala apenas que as quarto terão sua vida virada do avesso e precisarão de se juntar para salvar a cidade de Townsville de “forças do mal maiores do que nunca”. A nova série de “As Meninas Superpoderosas” estreou no Brasil em abril de 2016 pelo canal pago Cartoon Network.

    Leia mais
  • Filme

    Jogo Perigoso: Carla Gugino se desespera em trailer de nova adaptação de Stephen King

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer do filme “Jogo Perigoso” (Gerald’s Game), nova adaptação de um livro de terror de Stephen King (“It: A Coisa”). A prévia reflete o desespero vivido por Carla Gugino (série “Wayward Pines”), numa situação vista num dos maiores sucessos baseados numa obra do escritor, “Louca Obsessão” (1990). Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer subitamente de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada em parte na imaginação da protagonista e com terríveis cenas brutais de ataque animal, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusaram produzir sua adaptação, apesar da popularidade das obras de Stephen King. O cineasta Mike Flanagan (“O Espelho”) passou uma década imaginando como abordar o livro e ninguém quis bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. A adaptação é a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, após o terror “Hush – A Morte Ouve”, no ano passado. Além de Gugino, o elenco enxuto inclui Bruce Greenwood (“Star Trek”) como o responsável por algemar a mulher na cama. A estreia está marcada para 29 de setembro.

    Leia mais
  • Filme

    Cena do filme sobre a origem da Mulher-Maravilha afirma que os quadrinhos eram impublicáveis

    10 de setembro de 2017 /

    A Annapurna divulgou uma cena do filme que conta a história real da criação da Mulher-Maravilha, “Professor Marston & the Wonder Women”. A prévia ilustra como a ideia dos quadrinhos de uma guerreira amazona, que vivia numa ilha só com mulheres e dirigia um avião invisível, era considerada impublicável na época. O filme acompanha o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, que inventou o detector de mentiras e criou a Mulher-Maravilha, destacando o período em que precisou defender a super-heroína feminista contra as acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantinha um segredo que poderia arruiná-lo. Isto porque a inspiração da Mulher-Maravilha foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. Por muitos anos, o segredo real de Marston foi mais bem guardado que a identidade secreta da super-heroína. A produção traz Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como os protagonistas do escândalo que nunca estourou, mas é considerado verídico. A história já rendeu livros e uma peça de sucesso (“Lasso of Truth”), apesar de ainda parecer novidade para o grande público. Isto deve mudar com o filme, escrito e dirigido por Angela Robinson (“Herbie, Meu Fusca Turbinado”), e produzido por Jill Soloway (criadora da série “Transparent”). A estreia está marcada para 13 de outubro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    Scandal ganha pôster e comercial de sua última temporada

    10 de setembro de 2017 /

    A rede ABC divulgou o pôster e o comercial da 7ª e última temporada de “Scandal”, que acompanha Olivia Pope (Kerrie Washington) ponderando sua escalada rumo ao poder, ao som do funk clássico “Higher Ground”, de Stevie Wonder. A série criada e produzida por Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”) teve um começo humilde, como um tapa-buraco de sete episódios durante a midseason de 2012, mas disparou entre as atrações mais comentadas da TV americana a partir da 2ª temporada, graças a várias reviravoltas ao final de cada episódio e os chamados momentos OMG de sua trama. A 6ª e mais recente temporada abriu com a maior audiência já registrada pela atração: 7,6 milhões de telespectadores ao vivo. Os novos capítulos estreiam no dia 5 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

    Leia mais
  • Filme

    Sheena, A Rainha das Selvas vai ganhar novo filme

    10 de setembro de 2017 /

    Sheena, a Rainha das Selvas vai ganhar um novo filme. De acordo com o site Deadline, a Millennium Films já está trabalhando no novo longa, 33 anos após a personagem dos quadrinhos ter sido vivida por Tanya Roberts num biquíni de peles. Ela foi a primeira heroína dos quadrinhos a ter suas próprias histórias individuais a partir de 1937, quatro anos antes da Mulher-Maravilha. Mas foi mesmo o sucesso do recente filme da “Mulher-Maravilha” que voltou a despertar interesse na personagem. Inspirada tanto em Tarzan quanto em sua predecessora literária Rima, a Garota das Selvas (criada em 1904 e vivida por Audrey Hepburn no filme “A Flor que Não Morreu”, de 1959), Sheena foi concebida por S. M. “Jerry” Iger e ninguém menos que Will Eisner (o criador de “The Spirit”). Órfã como Tarzan, Sheena era filha de uma exploradora que morreu ao tomar acidentalmente uma poção mágica de um xamã na África, sendo a partir daí criada pelo próprio xamã. E é graças aos ensinamentos místicos de seu “pai” que Sheena se torna a rainha da selva, adotando um visual que virou a fonte original da subcultura pulp das loiras selvagens de maiô de oncinha. A ideia de uma rainha loira das selvas africanas era típica do período colonial e já se mostrou difícil de ser levada à sério pelo público dos anos 1980, quando foi adaptada pelo roteirista Lorenzo Semple Jr. (mesmo autor da adaptação de “Flash Gordon”) como uma heroína que falava com animais. Além do filme estrelado por Tanya Roberts em 1984, Sheena teve duas séries. A pin-up Irish McCalla incorporou a personagem entre 1955 a 1956, e Gena Lee Nolin fez a versão mais recente, entre 2000 e 2002, que ironicamente foi a mais pudica de todas, mostrando a heroína num maiô comportadíssimo. Ao menos, McCalla era sincera. Ela costumava dizer que não sabia atuar, mas era insuperável ao balançar seu corpo entre as árvores. Para completar as referências, a música dos Ramones “Sheena Is a Punk Rocker” (de 1977) é mesmo uma referência aos quadrinhos clássicos da personagem. A quarta encarnação de Sheena vai começar sua produção em 2018 e ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    Nikolaj Coster-Waldau diz que protagonistas vão virar zumbis no final de Game of Thrones

    10 de setembro de 2017 /

    O ator Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister em “Game of Thrones”, afirmou, em entrevista à revista Esquire, que alguns protagonistas da série devem se tornar zumbis na 8ª e última temporada. “O medo é virar um desses zumbis. Isso seria um saco. Você sabe que alguns dos personagens principais vão virar. Vamos ter alguns protagonistas com olhos azuis correndo por aí. E, deus, espero não ser eu. São três horas de maquiagem pela manhã. Sei que se David Benioff e Dan Weiss lerem isso, eles dirão ‘ah, vai ser sim’.” O último ano da série terá apenas seis episódios, mas eles serão mais longos que o usual e começarão a ser gravados mais tarde que o habitual. Segundo o próprio Coster-Waldau, a produção começa em outubro. Mas esta será apenas a primeira etapa. Com o aumento de cenas em meio à neve, refletindo a chegada do inverno na trama, as dificuldades serão ainda maiores. Isto significa mais cenas na Islândia, na Irlanda do Norte, na Croácia e na Espanha, onde estão os principais cenários naturais da série, mas no período de inverno, que começa em dezembro, além de uma longa fase de pós-produção para a inclusão de efeitos especiais, cada vez mais complexos e que demandam cada vez mais tempo. Por conta disso, a estreia da 8ª e última temporada pode ficar apenas para 2019.

    Leia mais
  • Série

    Atriz-mirim de Mama e It: A Coisa vai estrelar série de terror do diretor dos dois filmes

    10 de setembro de 2017 /

    A série “Locke & Key” vai marcar a terceira parceria entre a atriz-mirim Megan Charpentier e o diretor Andy Muschietti, após a adolescente participar de seus dois longa-metragens de terror, “Mama” (2013) e “It: A Coisa” (2017). Segunda atriz confirmada no elenco, ela viverá uma das filhas da personagem de Frances O’Connor (“Invocação do Mal 2”) na produção da plataforma Hulu, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King. “Locke & Key” conta a história de Nina Locke (papel de O’Connor) e seus três filhos adolescentes. Após o brutal assassinato de seu marido, Nina e seus filhos mudam-se para Keyhouse, a antiga casa da família em Massachusetts. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo de cada um que passa por elas. A publicação foi indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011. Da última vez, rendeu o prêmio de melhor roteirista para Joe Hill. O piloto terá texto do próprio Joe Hill e produção de Carlton Cuse (séries “Bates Motel”, “The Strain” e “Colony”). Por sinal, não é a primeira vez que este projeto tenta virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação a Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). O elenco incluía Miranda Otto (série “24: Legacy”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Jesse McCartney (série “Greek”) e Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e o piloto foi dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”). Mesmo assim, a série foi recusada. O detalhe é que o piloto acabou vazando e era excelente. O problema parece ter sido o timing: a produtora Fox lançou no mesmo ano “American Horror Story”, também passada numa casa mal-assombrada, no canal pago FX. Ainda não há previsão de estreia da versão dirigida por Andy Muschietti, mas o sucesso de “It: A Coisa” praticamente garante que, desta vez, “Locke & Key” ganhará encomenda de temporada completa.

    Leia mais
  • Série

    Trailer revela nova versão da série animada clássica O Ônibus Mágico

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer da nova versão de “O Ônibus Mágico”, série animada originalmente exibida entre 1994 e 1997, sobre uma professora que leva sua turma de estudantes para descobrir e aprender ciência num passeio num ônibus com tecnologia de ponta. No Brasil, a série foi transmitido pelos canais pagos Nickelodeon e Boomerang, e também em rede aberta pela Globo. Intitulada “O Ônibus Mágico Decola Novamente” (The Magic School Bus Rides Again), a nova versão foi totalmente repaginada, com novo visual e dubladores. Escrita por Mark Banker (“Clarêncio, O Otimista”), traz Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”) no papel da professora Frizzle e uma nova trilha de Lin-Manuel Miranda (compositor de “Moana”). Por conta disso, seria interessante que o trailer também tivesse sido disponibilizado em versão legendada. Como só foi lançado dublado, segue abaixo o trailer americano para comparar. A estreia está marcada para 29 de setembro no serviço de streaming.

    Leia mais
  • Série

    Chris Pine vai viver Robert F. Kennedy em série do criador de Bloodline

    10 de setembro de 2017 /

    A Hulu está desenvolvendo um série sobre o político americano Robert F. Kennedy, que será estrelada e produzida por Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), segundo o Deadline. Ainda sem título, a produção é baseada no livro “Bobby Kennedy: The Making of a Liberal Icon”, de Larry Tye, lançado no ano passado. A série está sendo desenvolvida por Todd E. Kessler, criador de “Damages” e “Bloodline”, e ainda não tem previsão de estreia. Robert Kennedy foi procurador-geral dos Estados Unidos na década de 1960, quando lutou contra a máfia e se destacou por seu envolvimento na luta pelos direitos civis. Dois anos após a morte de seu irmão, o presidente John F. Kennedy, ele se tornou senador pelo estado de Nova York. Em 1968, ano em que fazia campanha eleitoral como favorito para assumir a presidência dos Estados Unidos, foi assassinado com tiros à queima-roupa.

    Leia mais
  • Série

    Gordon vai enfrentar Bruce Wayne na 4ª temporada de Gotham

    10 de setembro de 2017 /

    A 4ª temporada de “Gotham” pretende mostrar os primeiros passos de Bruce Wayne (David Mazouz) para tornar-se o Batman. Mas isso o colocará na mira do detetive James Gordon (Ben McKenzie). Em entrevista ao DC All Access, o produtor executivo John Stephens explicou: “Na primeira metade dessa temporada, Jim Gordon tentará diminuir a força do Pinguim na cidade ao formar uma aliança com Sofia Falcone, interpretada por Crystal Reed, onde ambos tentarão tira-lo do trono. Ao mesmo tempo, Bruce Wayne começará a operar como vigilante mascarado. Quando Jim Gordon percebe isso, decide caçá-lo. Assim teremos um conflito entre Gordon e Wayne mascarado.” Este conflito é reminiscente da trama de “Batman: Ano Um”, uma das histórias em quadrinhos que inspira a trama da temporada. Publicada em 1987, a obra de Frank Miller e David Mazzucchelli tem três desdobramentos importantes. O mais claro é a transformação de Bruce Wayne em Batman. Mas há também seu conflito com Gordon, além de uma segunda transformação: Selina Kyle em Mulher-Gato. Além de “Batman: Ano Um”, Ben McKenzie já tinha adiantado que a série também será influenciada por “O Longo Dias das Bruxas”, de Jeph Loeb e Tim Sale. Publicado entre 1996 e 1997, esta história apresentou um serial killer chamado Feriado (Holiday) que reivindica uma vítima por mês. A história se passa no início da carreira de Batman e inclui muitos dos personagens que já aparecem de alguma forma na série – como Chapeleiro Louco, Hera Venenosa, Selina Kyle, Pinguim e Harvey Dent. Além disso, poderia revelar que Jerome Valeska (Cameron Monaghan) é, na verdade, Feriado, como muitos fãs suspeitam. Há ainda uma subtrama importante sobre o destino de Harvey Dent, que irá virar Duras Caras. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie