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    The Middle vai acabar na 9ª temporada

    3 de agosto de 2017 /

    A rede ABC aproveitou o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) para anunciar que a 9ª temporada de “The Middle” será a última da série. “Sentamos com o elenco no fim do ano passado e tomamos a decisão em conjunto de encerrar a trajetória da família Heck. Foi uma excelente trajetória, uma experiência única na vida, e teremos um ano inteiro para nos despedirmos. Queremos contar todas as histórias”, disse a criadora DeAnn Heline na entrevista coletiva da TCA. “Tivemos a ideia há alguns anos e ela foi se aperfeiçoando ao passar do tempo. Será um fim honesto para o programa, e um que os fãs irão gostar.” “The Middle” começou a ser exibida em 2009 e, junto com “Modern Family”, é uma das séries de comédia mais antigas do canal. Criada por Eileen Heisler e DeAnn Heline (ambas da série “Commited”), a série gira em torno de uma típica família da classe média endividada, e destaca a atriz Patricia Heaton (série “Everybody Loves Raymond”) como a esposa e mãe eternamente sofredora. A temporada final vai estrear 3 de outubro nos Estados Unidos, fazendo a série superar os 200 episódios. “The Middle” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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    A Torre Negra recebe críticas negativas e começam os boatos de problemas nos bastidores

    3 de agosto de 2017 /

    O lançamento de “A Torre Negra” neste fim de semana nos Estados Unidos está sendo acompanhado por críticas muito negativas e notícias inquietantes sobre como o filme teria sido mal-visto dentro do próprio estúdio. Fontes ouvidas pela revista Variety apontam que o cofundador da Media Right Capital, Modi Wiczyk, e o CEO da Sony Pictures, Tom Rothman, teriam ficado insatisfeitos com a primeira edição do longa, realizada pelo diretor dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante da Rainha”). A montagem desagradou tanto que os executivos teriam pensado em interferir e realizar uma edição com outro profissional mais experiente. Wiczyk e Rothman negaram os rumores. Segundo eles, apenas ofereceram ao diretor algumas sugestões. O diretor também respondeu à reportagem. “Num filme com dois estúdios e produtores poderosos, obviamente acontecem muitos debates criativos acalorados sobre como trabalhar determinadas ideias, mas senti que estava tendo apoio durante o processo. Se alguém tivesse assumido minha sala de edição, eu teria saído instantaneamente.” As notícias negativas em torno da produção começaram a surgir em outubro do ano passado, quando aconteceram as primeiras sessões de teste, que teriam sido rejeitadas pelo público. A ideia de substituir Arcel começou a germinar naquele momento, e desde então os executivos passaram a acompanhar mais de perto a pós-produção, assim como o produtor Ron Howard, responsável direto pelo projeto. O filme originalmente estrearia em fevereiro desse ano, mas seu lançamento foi adiado para 24 de agosto, o que revela a atenção dada à pós-produção. Mesmo assim, “A Torre Negra” chega aos cinemas com uma recepção crítica do nível de um “Transformers”, com apenas 18% de aprovação (e caindo) no site Rotten Tomatoes. A expectativa é que o filme estreie em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas na casa dos US$ 20 milhões, o que não é exatamente um valor de blockbuster, muito menos de franquia, considerando os planos de continuações e séries de Ron Howard. Vale observar que, enquanto dedos apontam para Arcel, ninguém parece perceber o elefante no meio da sala. Afinal, “A Torre Negra” é mais uma bomba escrita por Akiva Goldsman, o roteirista mais superestimado de Hollywood, que dá prejuízo atrás de prejuízo, enquanto fecha contratos cada vez mais milionários. O gênio, que tem até Oscar, assina nada menos que “Transformers: O Último Cavaleiro”, “O Chamado 3”, “A 5ª Onda”, “A Série Divergente: Insurgente” e “Um Conto do Destino”, para citar as cinco aberrações mais recentes de sua filmografia tenebrosa. “A Torre Negra” estreia no Brasil em 24 de agosto.

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    Planeta dos Macacos: A Guerra e novo filme de Selton Mello chegam aos cinemas

    3 de agosto de 2017 /

    “Planeta dos Macacos: A Guerra” é a maior estreia desta quinta (3/8), com lançamento em mais de mil cinemas. O longa encerra com chave de ouro a trilogia da Fox, mostrando o confronto final entre o último exército humano e os símios evoluídos liderados por César, numa escala épica e com efeitos visuais bastante realistas. Andy Serkis, o intérprete de César, esteve no Brasil para divulgar a produção, resumindo seu tema como “empatia”. Dirigido por Matt Reeves, que assinou “Planeta dos Macacos: O Conflito”, a continuação estreou com elogios rasgadíssimos e em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. Ao atingir 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, ainda realizou uma façanha rara, encerrando uma trilogia com o capítulo mais bem-avaliado de todos. Nem “Star Wars” conseguiu isso. A semana registra apenas outro lançamento com distribuição ampla, o nacional “O Filme da Minha Vida”, terceiro longa dirigido por Selton Mello, que chega em 274 salas. E também é um caso em que o terceiro é o melhor, apesar de “O Palhaço” (2011) já ser sensacional. Selton Mello virou um senhor diretor, entregando um filme belíssimo justamente sobre o amadurecimento. A trama adapta o livro “Um Pai de Cinema”, do escritor chileno Antonio Skármeta (“O Carteiro e o Poeta”). Passado nos anos 1960, gira em torno de Jacques (Johnny Massaro, de “A Frente Fria que a Chuva Traz”), jovem professor de um povoado que foi abandonado pelo pai, um forasteiro francês (Vincent Cassel, de “Em Transe”), há vários anos, herdando apenas uma motocicleta e um amigo, papel do próprio Selton Mello. O elenco também destaca Bruna Linzmeyer (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), mais linda que nunca. Outro bom drama nacional chega em circuito limitado. Exibido no Festival de Berlim, premiado no Festival de Brasília e vencedor do Festival de Jeonju, na Coreia do Sul, “Rifle” marca a estreia em longas de ficção do diretor Davi Pretto, que já tinha chamado atenção internacional com seus curtas e documentários. A trama é um western gaúcho, sobre um jovem que vive isolado com sua família em uma região rural e remota do sul do país. Quando um rico proprietário tenta comprar suas terras, ele passa a carregar sempre um rifle para defender seu território. O circuito alternativo também destaca o argentino “Eva Não Dorme”, de Pablo Agüero (“Salamandra”), estrelado por Gael García Bernal (“Neruda”). Com atmosfera claustrofóbica de terror, o drama conta o destino insólito e mórbido do cadáver de Eva Peron, refletindo ao mesmo tempo os horrores que se abateram sobre a Argentina após sua morte. Completam a programação três filmes falados em francês. “Os Meninos que Enganavam Nazistas” é uma coprodução franco-canadense sobre as aventuras de dois meninos judeus em fuga dos nazistas pela Europa dos anos 1940, e reflete a tradição do diretor Christian Duguay (“Belle e Sebastian: A Aventura Continua”) em filmes comerciais medianos. “O Reino da Beleza” é de outro cineasta canadense, Denys Arcand (“As Invasões Bárbaras”), e gira em torno da infidelidade de um arquiteto, o que explica sua estética de revista de decoração. Por fim, “Saint Amour – Na Rota do Vinho” é uma desculpa para Gérard Depardieu encher a cara e ser pago por isso, cortesia dos diretores Gustave Kervern e Benoît Delépine, que já o tinham dirigido em “Mamute” (2010). Trata-se de mais um filme de turismo gourmet, desta vez rodado com câmera na mão para criar um realismo de pseudo-documentário. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Hayley Atwell entra em Christopher Robin, nova fábula com atores da Disney

    3 de agosto de 2017 /

    A atriz Hayley Atwell (a “Agent Carter”) entrou no elenco de “Christopher Robin”, nova fábula com atores da Disney. Desta vez, o filme é sobre o Ursinho Pooh. O site da revista Variety, que adiantou a informação, não revelou o papel da atriz. Mas ela pode ser a mulher do protagonista. Na trama, Ewan McGregor (série “Fargo”) fará o papel de Robin adulto. Curiosamente, Hayley Atwell e Ewan McGregor já tinham participado antes de fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano da obra infantil de A.A. Milne. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, será apresentado como um homem de negócios que prioriza o trabalho à sua esposa e filha. Por isso, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas o ursinho reaparece pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Robin terá que achar uma maneira de ajudar o velho amigo sem perder tudo o que conquistou como adulto. Vale observar que a sinopse é muito parecida com “Hook” (1991), com Christopher Robin no lugar do Peter Pan adulto vivido por Robin Williams. A direção está a cargo de de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”), que, por sinal, fez um ótimo filme sobre a origem da história de Peter Pan, “Em Busca da Terra do Nunca” (2004). O roteiro é de Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”) e Tom McCarthy (“Spotlight”), e ainda não há previsão de estreia. Além deste, há outro filme sobre o Ursinho Pooh que chega aos cinemas em novembro, contando a história do verdadeiro Christopher Robin, filho do escritor A.A. Milne, que realmente não quis mais saber de Pooh quando ficou adulto. Com título provisório de “Goodbye Christoper Robin”, o filme já teve trailer divulgado, é dirigido por Simon Curtis (“A Dama Dourada”) e estrelado por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”).

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    Próximo crossover de super-heróis da DC Comics vai acontecer em novembro

    3 de agosto de 2017 /

    O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, anunciou durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) que o próximo crossover de séries de super-heróis da DC Comics vai acontecer em novembro. Ao contrário de “Invasion”, que durou quatro noites, a nova interação dos personagens de “Arrow”, “Supergirl”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow” vai acontecer em duas noites, 27 e 28 de novembro, com a exibição de dois episódios de cada série por dia. “O último crossover foi a semana mais bem sucedida na história da CW em termos de audiência e tudo. Nós sentimos que, neste caso particular, como já temos ‘The Flash’ e ‘Legends’ no mesmo dia, o melhor era adiantar ‘Supergirl’ para ir ao ar com ‘Arrow’ e exibir a história como se fossem dois filmes de duas horas – ou uma minissérie. Tivemos muitas conversas com produtores e pessoas de marketing e achamos que este foi o melhor caminho a seguir. Mas, no ano que vem, podemos voltar para um evento de quatro noites”, ele explicou. As quatro séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner, que curiosamente exibiu “Invasion” numa sessão contínua como um filme.

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    Ian McShane será o pai adotivo de Hellboy no novo filme da franquia

    3 de agosto de 2017 /

    O ator Ian McShane (série “American Gods/Deuses Americanos”) entrou no elenco de “Hellboy: Rise of the Blood Queen”, reboot da franquia baseada nos quadrinhos de Mike Mignola. Segundo o site The Hollywood Reporter, McShane viverá o professor Broom, pai adotivo do protagonista, que nos filmes dirigidos por Guillermo del Toro foi interpretado pelo já falecido John Hurt. O novo filme será dirigido por Neil Marshall e estrelado por David Harbour (o xerife Hopper da série “Stranger Things”). Marshall não filmava desde 2010, quando lançou o ótimo “Centurião”, estrelado por Michael Fassbender. Desde então, voltou-se para o universo televisivo, destacando-se entre os diretores das séries “Game of Thrones”, “Hannibal”, “Black Sails” e “Westworld”. Ele também está cotado para filmar a continuação de “Kong: A Ilha da Caveira”. O roteiro foi escrito por Mignola em parceria com Andrew Cosby (criador da série “Eureka”) e Christopher Golden (roteirista de videogames de “Buffy – A Caça-Vampiros”). Ainda não há previsão de estreia.

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    Veja o trailer dublado e a abertura nacional de Dragon Ball Super, que traz Goku de volta à TV

    3 de agosto de 2017 /

    O Cartoon Network divulgou a abertura nacional e o primeiro trailer dublado de “Dragon Ball Super”, nova animação do universo de “Dragon Ball” que estreia no próximo fim de semana no Brasil. “Dragon Ball Super” marca a volta à televisão de Goku, Vegeta e companhia após 18 anos – a data é relativa à estreia japonesa, em 2015. O design de personagens e a nova história são creditados a Akira Toriyama, o criador da franquia em 1984. Mas o mais interessante é reparar que o lançamento nacional preserva a dublagem tradicional, com as vozes estabelecidas em “Dragon Ball Z”. A estreia acontecerá no sábado (5/8), com a exibição consecutiva dos quatro primeiros capítulos a partir das 17h. Uma reprise está marcada para as 23h. Já a exibição regular acontecerá todos os dias, de segunda à sábado, às 23h. Também haverá reprises todos os dias, às 15h30. E não faltarão episódios. Apesar de ter sido lançada há apenas dois anos no Japão, a série já tem mais de 100 capítulos.

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    Emma Roberts entra em American Horror Story: Cult

    3 de agosto de 2017 /

    Emma Roberts vai voltar à “American Horror Story” após o cancelamento de “Scream Queens”. Ryan Murphy, produtor das duas séries, deu a notícia em seu Instagram, onde publicou uma foto da atriz de faca em punho, acompanhada da legenda: “Veja quem apareceu glamourosa e pronta para ação no set de Cult”. Ela vai se juntar novamente a Billie Lourd, filha de Carrie Fisher, com quem coestrelava “Screen Queens”, e voltará a trabalhar com seu ex (e talvez atual) namorado Evan Peters, assíduo no elenco da antologia de terror. Além deles, o elenco conta com outros dois veteranos da atração, Sarah Paulson e Cheyenne Jackson, além de várias novidades, como Lena Dunham (série “Girls”), Colton Haynes (série “Arrow”), Leslie Grossman (série “The Good Place”), Alison Pill (série “The Newsroom”) e Billy Eichner (série “Parks and Recreation”). A 7ª temporada de “American Horror Story”, que ganhou o subtítulo “Cult”, vai estrear em 5 de setembro nos Estados Unidos e poucas horas depois, às 0h30 da madrugada seguinte, no Brasil, com exibição pelo canal pago FX. Look who showed up on the set of Cult looking glamorous and ready for action. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em Ago 1, 2017 às 1:10 PDT

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    Vídeo legendado dos bastidores de The Walking Dead celebra gravações do 100º episódio da série

    2 de agosto de 2017 /

    O canal pago AMC divulgou um vídeo de bastidores da 8ª temporada de “The Walking Dead”, que comemora as gravações do episódio de número 100 da série. Já legendado pelos fãs brasileiros, o vídeo traz os atores centrais agradecendo aos fãs pela grande audiência, que permitiu a produção chegar tão longe. Eles também relembram momentos de suas trajetórias na série. O elenco aparece no set caracterizado como seus personagens: Rick (Andrew Lincoln), Maggie (Lauren Cohan), Carol (Melissa McBride), Daryl (Norman Reedus), Negan (Jeffrey Dean Morgan), Tara (Alanna Masterson), Jesus (Tom Payne), Michonne (Danai Gurira), Carl (Chandler Riggs), Morgan (Lennie James), Aaron (Ross Marquand), Dwight (Austin Amelio), Eugene (Josh McDermitt), Gregory (Xander Berkeley), Jadis (Pollyanna McIntosh), Ezekiel (Khary Payton) e o padre Gabriel (Seth Gilliam) O 100º episódio da série será o primeiro da 8ª temporada, que vai iniciar a narrativa conhecida nos quadrinhos de Robert Kirkman como Guerra Total. A exibição está marcada para 22 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” vai ao ar no mesmo dia pelo canal pago Fox e também pela Fox Premium (sem intervalos).

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    Jessica Chastain confirma que vai filmar X-Men: Fênix Negra

    2 de agosto de 2017 /

    A atriz Jessica Chastain usou seu Instagram para confirmar que viverá a antagonista de “X-Men: Fênix Negra”. Em uma foto em que aparece beliscando James McAvoy, intérprete de Charles Xavier na franquia mutante, a atriz escreveu: “Pronto para mim em Montreal? Farei você chorar muito #xmen”. Não foi divulgado que personagem ela interpretará, mas a imagem com McAvoy e a referência às lágrimas refletem o papel a que ela tem sido relacionada desde junho, quando começaram os rumores de sua participação – no mesmo momento em que o elenco original renovou seus contratos. Na ocasião, comentava-se que ela estava cotada para viver a Imperatriz Lilandra, apresentada como a principal vilã da trama. Leitores dos quadrinhos da Marvel sabem que Lilandra Neramani não é exatamente uma vilã. Na verdade, ela se torna um dos grandes amores da vida de Charles Xavier. Mas sua presença assinala dois fatos importantes: a chegada de alienígenas na franquia e uma abordagem mais próxima dos quadrinhos para a história da Fênix Negra que o infame “X-Men: O Confronto Final” (2006), que já contou uma versão dessa história no cinema – sem Lilandra. Nos quadrinhos, a imperatriz shi’ar chega na Terra ao final da “Saga da Fênix Negra”, com o objetivo de prender, julgar e executar Jean Grey pela destruição de naves de seu planeta e o extermínio de mundos com seus poderes de Fênix. O final trágico é bastante conhecido, mas não definitivo, graças à mania da Marvel de ressuscitar personagens. O roteiro está a cargo de Simon Kinberg, que é produtor da franquia e – atenção! – foi exatamente quem escreveu “X-Men: O Confronto Final”. Ele também fará sua estreia na direção com o longa. A estreia está marcada para novembro de 2018. Hey @jamesmcavoyrealdeal you ready for me up in Montreal? Im gonna make you cry so hard ? #xmen @simondavidkinberg Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em Ago 1, 2017 às 3:29 PDT

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    Saga Divergente vai mesmo ser concluída numa produção televisiva

    2 de agosto de 2017 /

    Após o adiamento das filmagens e os boatos de que a franquia “Divergente” seria concluída num telefilme, o site Deadline apurou que o canal Starz irá exibir o projeto. Recentemente, a Lionsgate, que produziu os filmes de “Divergente”, comprou o canal pago americano, visando transformá-lo numa plataforma para suas produções. O projeto ainda estaria em estágios iniciais, com roteiro de Adam Cozad (“A Lenda de Tarzan”) e direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). Os dois estavam previamente acertados para escrever e dirigir “A Série Divergente: Ascendente”, o filme que encerraria a franquia. Eles também terão créditos como produtores. O Deadline não soube precisar se a produção será um telefilme ou uma série, mas afirmou que há definitivamente planos para uma série baseada nos livos de Veronica Roth. A crise com “Divergente” foi criada pela própria Lionsgate, que decidiu dividir o último livro da trilogia literária em dois filmes, imitando “Harry Potter”, “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”. O problema é que, enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016), com metade de uma história, implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo, tornando a filmagem da parte final inviável do ponto de vista financeiro. A franquia acabou ficando sem fim. Como a produção ainda está em estágio inicial, não está claro se a trama trará de volta os personagens do filme ou se os atores irão repetir seus papéis. Shailene Woodley, que interpreta a protagonista Tris, já se disse disposta a concluir a história para os fãs. Após inicialmente rejeitar a ideia de fazer um telefilme, ela mudou a ideia, afirmando que tinha se comprometido a “contar a história completa de Tris e adoraria ser capaz de fazer isso”. Mas o elenco inclui outros jovens que acabaram deslanchando suas carreiras após o primeiros filme, como Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Miles Teller (“Whiplash”). Também fazem parte do elenco cinematográfico Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Theo James (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”), Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Naomi Watts (série “Gypsy”) e Jeff Daniels (“Steve Jobs”). Vale observar que as séries da Lionsgate são tão divisivas quanto seus filmes. Entre as produções do estúdio, destacam-se positivamente “Orange Is the New Black”, “Dear White People” e “The Royals”, e negativamente “MacGyver”, a já cancelada “Guilt” e o desastroso tele-remake de “Dirty Dancing”.

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    Vin Diesel vai produzir remake da série clássica Miami Vice

    2 de agosto de 2017 /

    A série clássica “Miami Vice”, um dos maiores sucessos dos anos 1980, vai voltar à televisão. A rede NBC, que exibiu originalmente a atração, encomendou o piloto de uma nova versão, que será produzida pelo astro Vin Diesel e o produtor Chris Morgan, ambos da franquia “Velozes e Furiosos”. O remake está em desenvolvimento desde a temporada passada e tem roteiro escrito por Peter Macmanus (séries “The Mist” e “Satisfaction”). A produção é da Universal, da Chris Morgan Productions e da One Race TV, produtora de Vin Diesel. A série original, criada por Anthony Yerkovich e produzida pelo (futuro) cineasta Michael Mann, trazia Don Johnson como James “Sonny” Crockett e Philip Michael Thomas como Ricardo “Rico” Tubbs, dois detetives da polícia que usavam ternos claros sobre camisetas e sapatos sem meias no cenário ensolarado de Miami, lançando moda em todo o mundo. Com direção visual inspirada em clipes da MTV e muita música new wave, a série virou fenômeno pop durante sua exibição, de 1984 a 1989, na NBC. “Miami Vice” chegou a inspirar um filme, dirigido pelo próprio Michael Mann em 2006, com Colin Farrell e Jamie Foxx nos papéis principais. Caso a produção vá em frente, irá reforçar a tendência de remakes e sequências em voga entre os canais de TV, que incluem séries tão diferentes quanto “Twin Peaks” e a vindoura “Dynasty”.

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    First They Killed My Father: Novo filme de Angelina Jolie ganha primeiro trailer legendado

    2 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado de “First They Killed My Father”, o novo filme dirigido por Angelina Jolie. Assim como “Na Terra de Amor e Ódio” (2011) e “Invencível” (2014), trata-se de uma história de sobrevivência em tempos de guerra. O filme aborda a loucura genocida do Khmer Vermelho, partido comunista que, ao assumir o poder, massacrou milhões de habitantes no Cambodja nos anos 1970. A trama é baseada no livro de memórias homônimo da ativista de direitos humanos Loung Ung, que relata sua infância cercada pela violência, após testemunhar a morte de toda sua família. A própria autora escreveu o roteiro ao lado de Angelina, que também trouxe para a produção o cineasta Rithy Pahn, diretor do premiadíssimo documentário “A Imagem que Falta” (2013), sobre o mesmo assunto. Com elenco composto por crianças selecionadas em orfanatos, circos e escolas de favelas do Cambodja, o filme gerou polêmica após uma reportagem da revista Vanity Fair acusar o responsável pelo casting de recorrer a tortura psicológica e abuso infantil para realizar sua seleção. Angelina Jolie refutou a acusação. “First They Killed My Father” teve première mundial na cidade de Siem Reap, no Cambodja, no dia 18 de fevereiro, e chegará ao público ocidental no Festival de Toronto, que acontece entre 7 e 17 de setembro. De forma abrupta, a estreia na Netflix não vai sequer esperar o final do evento canadense, marcada para 15 de setembro.

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