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  • Filme

    A Garota Ocidental examina a repressão feminina na tradição muçulmana

    29 de julho de 2017 /

    Certos filmes se fazem necessários menos por suas implicações estéticas e mais pela necessidade de chamar atenção para injustiças sociais. Especialmente em se tratando de uma cultura muito resistente como a tradição muçulmana, que influencia variados povos, etnias e crenças com sua inequívoca mensagem de repressão feminina. “A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição”, de Stephan Streker (“Michael Blanco”), apresenta história de Zahira (Lina El Arabi, da série francesa “Kaboul Kitchen”), uma jovem paquistanesa que é obrigada pela tradição a se casar com um homem paquistanês, mesmo morando em uma moderna cidade belga e contrariada com a imposição de sua família. Para piorar ainda mais a situação da moça, ela está grávida de um rapaz que não quer assumir a paternidade. Ela tenta, em algum momento, fazer o aborto, mas é impedida por sua consciência. Ela pede para que o procedimento seja interrompido. Um dos grandes méritos do filme é colocar o espectador no lugar de Zahira, já que, desde o começo, sentimos uma angústia que permanece até o fim da projeção. Aliás, que permanece um bom tempo depois que os créditos sobem. Mas será que a culpa do destino de Zahira é mesmo da religião e da cultura, elementos que aprisionam as pessoas, ou há algo que se aproxima de maldade pura na história? O que é mostrado no filme é uma questão complexa, mas não deixa de conter esse tipo de questionamento. O filme tem uma aproximação tão forte com a protagonista que quase beira um registro documental, com uso de câmera na mão em diversos momentos. Mesmo os momentos em que Zahira tenta se libertar, fugindo de casa ou mesmo da cidade, com um rapaz que diz gostar dela, parecem inquietantes, pois há sempre uma impressão de algo muito ruim que esteja prestes a acontecer. Isso demonstra a força da direção de Streker, cineasta belga que tem sua primeira obra lançada no Brasil em circuito comercial. E talvez tenha chamado atenção dos distribuidores justamente pela temática apelativa, no bom sentido do termo.

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  • Filme

    Certas Mulheres é um dos melhores filmes não lançados nos cinemas brasileiros em 2017

    29 de julho de 2017 /

    Dentre os filmes que não chegaram aos cinemas brasileiros neste ano, “Certas Mulheres”, de Kelly Reichardt (“Movimentos Noturnos”), lançado direto em DVD no país, talvez seja o que mais fez falta na telona. Não que seja uma obra de muitos planos gerais ou coisas do tipo. É justamente essa aproximação mais requerida entre personagem e espectador que seria importante na intimidade da sala de cinema. Mas ver o filme com o espírito tranquilo, numa madrugada dessas, também funciona que é uma beleza. Inclusive para deixar o espectador sem dormir com suas histórias. Entre suas histórias paralelas, a mais impactante, no sentido de trazer dor e angústia, mostra Kristen Stewart como uma professora de Direito e Lily Gladstone (“Subterranea”) como uma vaqueira de jeito simples, que fica encantada com aquela jovem mulher que leva quatro horas para chegar até sua cidadezinha. A beleza de cada palavra não dita, os momentos em que os olhares se encontram e, principalmente, não se encontram – Kristen é ótima em fazer o tipo tímida e imaginem ela dentro de uma sala de aula, toda desconcertada –, tudo neste terceiro segmento contribui para que seja uma leve e gentil facada no peito. E este segmento é o que mais torna a obra de Reichardt valiosa e muito parecida com alguns contos modernistas que lidam com problemas simples e do dia a dia de certas mulheres. É possível se lembrar de Clarice Lispector, Katherine Mansfield ou Virginia Woolf. O que, aliás, é muito bom, levando em consideração que muitas vezes o cinema parece se contentar com pouco, em sua estrutura convencional. As demais histórias, ainda que menos impactantes, não deixam de ter também o seu valor, ainda mais pela força das atrizes que as interpretam. A primeira traz a grande Laura Dern (“Livre”) como uma advogada que tenta ajudar um cliente frustrado. É a história em que mais coisas acontecem, ainda que o tom seja exatamente o oposto de um filme de enredo amarradinho, levando em consideração que há uma situação envolvendo polícia e refém. Numa dessas histórias em que nada parece acontecer, brilha Michelle Williams, fazendo um papel bem distinto do visto em “Manchester à Beira-Mar” (2016). O tom é mais sutil, mas ela traz igualmente aquele sorriso sem graça que lhe caracteriza há algum tempo. Sua personagem está acampando com o marido e a filha adolescente e percebemos que há um atrito entre ela e a filha. Mas o que mais torna a história incômoda é a conversa que ela tem com um senhor que mora isolado. Ela deseja comprar dele umas pedras que remontam a tempos históricos dos Estados Unidos. O velho senhor não parece muito feliz com a proposta, embora não negue doar as pedras. No fim do segmento, fica aquele gosto amargo. Mal sabíamos que um amargo maior ainda estaria por vir no melhor segmento, o que traz a já citada história estrelada por Kristen Stewart, que está cada vez mais se provando uma atriz de primeira grandeza. De dar gosto mesmo. Quanto à diretora Kelly Reichardt, é o caso de reclamar porque suas obras, todas maravilhosas, não chegam aos cinemas brasileiros. Uma delas, inclusive, “Wendy and Lucy” (2008), traz Michelle Williams como protagonista e rendeu o prêmio para a atriz no Festival de Toronto. Por sinal, “Certas Mulheres” venceu o Festival de Londres do ano passado.

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  • Filme

    Richard Linklater volta aos anos 1980 com o divertido Jovens, Loucos e Mais Rebeldes

    29 de julho de 2017 /

    A filmografia de Richard Linklater é bem irregular. O homem que dirigiu obras tão intensas quanto a trilogia “Antes do Amanhecer” (1995), “Antes do Pôr-do-Sol” (2004) e “Antes da Meia-Noite” (2013) tem em seu currículo alguns filmes inexpressivos e que muitas vezes passam batido. Porém, não dá pra dizer que ele seja um diretor sem uma marca autoral. Uma das características de seus filmes, como dá para perceber pela citada trilogia, é a preocupação com a passagem do tempo, em pensar sobre o tempo como algo fugaz e por isso mesmo tão valioso. “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes” (Everybody Wants Some, 2016) é uma continuação espiritual de “Jovens, Loucos e Rebeldes” (Dazed and Confused, 1993), que mostrava as aventuras de um grupo de estudantes do ensino médio no último dia de aula em 1976, com todo aquele espírito dos anos 1970 impresso. O novo filme traz outro grupo de jovens, desta vez em seu primeiro dia no ambiente universitário, antes de as aulas começarem no ano de 1980. A virada da década está presente nos figurinos, no comportamento, na bem selecionada trilha musical, na direção de arte, na fotografia colorida e no espírito festivo do filme. O que pode incomodar um pouco, especialmente aos fãs do cineasta que gostam de conversas de cunho mais aprofundado, é o quanto é rasa a filosofia de vida dos vários personagens que passeiam pela tela, especialmente se pensarmos que estamos diante de um filme do mesmo diretor de “Acordar para a Vida” (2001). Mas Linklater também é o cara que dirigiu “Escola de Rock” (2003) e que também gosta de pura diversão, sem muitas pretensões intelectuais. O olhar principal do filme é o de Jake Bradford (Blake Jenner, da série “Glee”). Sua perspectiva apresenta e filtra os demais membros da turma que farão parte dessa importante etapa de sua vida. Cada um deles tem a sua importância em um filme que não se preocupa com o enredo, mas que prefere deixar fluir um fluxo narrativo com naturalidade e leveza, como se estivéssemos testemunhando aquele momento e olhando com carinho para aquelas pessoas, sem nenhuma preocupação com uma conclusão. Afinal, a vida deles está mal começando. São jovens que estão mais interessados em jogar beisebol, namorar e brincar do que exatamente estudar. E é muito bom testemunhar o otimismo de quem que está acabando de chegar àquele ambiente e se enturmando. Para aqueles jovens, estar ali era uma questão de autoafirmação. Por isso, em muitos momentos, o grupo fica parecendo um clube do Bolinha com pouca sensibilidade, quase machista, embora haja algumas personagens femininas bem marcantes e encantadoras – principalmente a personagem de Zoey Deutch (“Tinha Que Ser Ele?”). A alegria contagia pela liberdade que os jovens finalmente encontram, depois de superar tudo o que lhes é proibido durante o colegial. E uma vez que o público consiga embarcar nessa atmosfera, “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes” (título brasileiro tosco e nada a ver) pode ser uma experiência muito divertida.

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  • Série

    Criadora de Crepúsculo vai produzir série de fantasia paranormal

    29 de julho de 2017 /

    O canal pago americano Starz anunciou a produção de uma nova série de fantasia, intitulada “The Rook”, que será produzida por Stephenie Meyer, a criadora da “Saga Crepúsculo”. “The Rook” é baseada no romance homônimo de Daniel O’Malley, publicado em 2012, que gira em torno de uma mulher de 30 anos de nome estranho, Myfanwy (pronuncia-se como “Tiffany”, mas com um “M”) Thomas. O detalhe é que o nome é a menor estranheza de sua história. Ela acorda num parque de Londres, sem lembrar nada a seu respeito, e cercada por cadáveres que usam luvas de látex. Pouco a pouco, ela descobre que trabalha para uma agência secreta do governo britânico que combate ameaças sobrenaturais, é perseguida por inimigos mortais e tem os seus próprios poderes paranormais. Apesar do projeto continuar a bem-sucedida estratégia do canal com adaptações de best-sellers, que rendeu as séries aclamadas “Outlander” e “American Gods”, a produção de “The Rook” marcará o começo de um novo regime no Starz. Trata-se da primeira série produzida pela Lionsgate após o estúdio comprar o canal. Além de contar com Stephenie Meyer na produção, a atração terá como showrunner Stephen Garrett (produtor da minissérie “The Night Manager”). Apesar de estar nos estágios iniciais, a expectativa do Starz é lançar a série em 2018.

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  • Série

    4ª temporada de Transparent ganha trailer e equipe aproveita para protestar contra Trump

    29 de julho de 2017 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Transparent”, sua série mais premiada. E, a propósito, a Amazon não legenda suas séries para o Brasil como a Netflix, apesar de funcionar no Brasil como a Netflix. A prévia mostra dois novos desdobramentos para as aventuras transexuais de Maura (Jeffrey Tambor). Para começar, a família inteira viaja para Israel de férias, entrando em contato com suas raízes judaicas, numa jornada espiritual e política. Ao mesmo tempo, Maura dá um novo passo que voltará a chocar sua família já acostumada em ter um pai transexual. Ela começa a namorar novamente, e desta vez é um homem. Além da divulgação do vídeo, o elenco e os criadores da série também soltaram uma declaração conjunta para refletir a decisão do presidente Trump de proibir transgêneros nas forças armadas. “Compartilhar este trabalho em meio ao ataque contínuo do presidente Trump contra a comunidade transgênero é doloroso. Estamos indignados que ele tenha anunciado com um tuíte que as pessoas transgênero não poderiam ingressar ‘em qualquer capacidade’ no serviço militar dos EUA. É reprovável negar trabalho a estimados 15 mil membros trans atuais no serviço militar e a dignidade, o respeito e a segurança que 134 mil veteranos trans merecem”, afirma o comunicado. “Em ‘Transparent’, acreditamos na integridade da comunidade trans, que conhecemos de primeira mão, porque somos todos trans ou aliados da comunidade trans. É um ato revolucionário para uma pessoa trans simplesmente sair da casa e caminhar pela rua. Contamos a incrível história de sobrevivência da comunidade trans, conquistada contra todas as probabilidades, sabendo que nossa luta é nobre e estamos do lado da justiça e dos direitos humanos”, conclui o texto. A 4ª temporada de “Transparent” estreia em 22 de setembro.

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  • Filme

    Novo trailer da Liga da Justiça finalmente ganha versão legendada

    29 de julho de 2017 /

    A Warner levou uma semana para legendar, mas finalmente disponibilizou a versão brasileira do trailer da “Liga da Justiça”, exibido na Comic-Con. A prévia se passa num mundo sem Superman (Henry Cavill), ainda em luto pela morte do herói em “Batman vs. Superman”, quando os parademônios comandados pelo vilão Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) desembarcam diante das amazonas da Ilha de Temiscira, iniciando uma invasão planetária. Batman (Ben Affleck) e Mulher-Maravilha (Gal Gadot) juntam-se a Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher) para enfrentar a ameaça, mas eles próprios temem não serem suficientes para deter um ataque alienígena. Por sorte, Alfred (Jeremy Irons) convocou um reforço. O suspense da última cena assinala 1) a ressurreição de Superman ou 2) o reboot de Lanterna Verde. Infelizmente, a resposta correta só virá no próximo material de marketing. Dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Nova versão de Ducktales ganha vídeo em 360 graus

    29 de julho de 2017 /

    O canal pago Disney XD divulgou um novo vídeo de “Ducktales”, que desta vez mostra o clima aventureiro dos episódios e os divertidos personagens em 360 graus. O vídeo não tem legendas, mas a voz reconhecível do Tio Patinhas é mesmo do ator David Tennant (ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”). Além dele, os três sobrinhos ganharam as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), e nesses tempos inclusivos há também uma sobrinha, Patricia, dublada por Kate Micucci (série “Raising Hope”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Tony Anselmo, que dubla o Pato Donald desde o “DuckTales” original, há 30 anos – sucedendo ao grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” estreia em 12 de agosto nos Estados Unidos, pelo canal pago Disney XD, que também deve exibir a atração no Brasil.

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  • Série

    Chris Messina vai voltar a The Mindy Project para o final da série

    29 de julho de 2017 /

    O ator Chris Messina vai voltar a aparecer em “The Mindy Project” em múltiplos episódios da 6ª e última temporada da série. A confirmação foi feita durante a participação dos produtores de séries da plataforma Hulu no evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Messina saiu da série no episódio inicial da 5ª temporada. Os fãs, porém, não devem esperar um reavivamento do relacionamento entre Mindy (Mindy Kaling) e Danny (o personagem de Messina), pois ambos estão casados com outros personagens nesta altura da trama. “Eles sempre estarão na vida do outro, eles têm um filho juntos”, explicou o produtor Matt Warburton. “Então será ótimo ver o que isso significa nesta temporada”. “Eles são pais, o que tem sido muito divertido de escrever. Foi ótimo poder contar com ele novamente”, completou Kaling, que além de estrelar é criadora, produtora e roteirista da série. Mindy ainda acrescentou que escreveu um monte de “coisas divertidas” para Messina. A derradeira temporada de “The Mindy Project” estreia em 12 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Jennifer Aniston vai estrelar sua primeira série desde o fim de Friends

    29 de julho de 2017 /

    A atriz Jennifer Aniston foi a única intérprete de “Friends” a ter uma carreira cinematográfica bem-sucedida após o término da série, mas agora até ela está voltando para a televisão. E na companhia de uma ex-integrante da sitcom até hoje adorada por milhões de fãs em todo o mundo. Segundo o site The Hollywood Reporter, Aniston se juntou a Reese Witherspoon para estrelar uma série sobre um programa matinal da TV em Nova York. Pode não ser a reunião de “Friends” que fãs mais esperam ver, mas Witherspoon participou sim da série, justamente como a irmã mais nova de Rachel, a personagem de Aniston. Ainda sem título, a atração é um projeto de Michael Ellenberg, produtor de “The Leftovers” e ex-chefe do departamento de drama da HBO. Também não há canal definido, mas, ao assegurar um elenco de cinema, o produtor pretende seguir o esquema de leilão por melhores ofertas, que tem virado norma numa época em que se multiplicam competidores por séries premium. O envolvimento de Ellenberg e Witherspoon, que recentemente estrelou e produziu “Big Little Lies”, parecem apontar que a HBO tem vantagem para dar o primeiro lance no projeto. Além disso, não custa lembrar que a recém-encerrada “The Leftovers” na HBO era estrelada por Justin Theroux, o marido de Aniston.

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    Série Harlots, sobre prostitutas do século 18, é renovada para a 2ª temporada

    29 de julho de 2017 /

    A plataforma de streaming Hulu renovou a série de época “Harlots”, em que a atriz Jessica Brown Findlay (Lady Sybil na série “Downton Abbey”) vive uma prostituta de luxo para a aristocracia britânica do século 18. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração se passar na Londres do século 18 e acompanha Margaret Wells (Samantha Morton, de “John Carter”) e suas filhas, enquanto ela se esforça para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel. Quando seu negócio sofre o ataque de Lydia Quigley (Lesley Manville, de “Malévola”), uma senhora rival e cruel, Margaret resolve contra-atacar, mesmo que isso signifique colocar sua família em risco. Brown Findlay interpreta Charlotte, a filha mais velha de Margaret e cortesã mais cobiçada da cidade. Ao mesmo tempo em que explora o corpo feminino, com muita nudez e cenas de sexo, a série paradoxalmente conta uma história de empoderamento feminino. “É uma série que trata tanto sobre economia quanto sobre sexo”, definiu a atriz Lesley Manville, quando a atração estreou. Ainda não há previsão para o lançamento da 2ª temporada.

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    2ª temporada da série Shooter é encurtada após acidente com Ryan Phillippe

    29 de julho de 2017 /

    A 2ª temporada da série “Shooter” será mais curta que o esperado. Originalmente programada para 10 episódios, ela só durará oito, de acordo com o Deadline. A decisão de encurtar a produção foi tomada após o ator Ryan Phillippe quebrar a perna durante uma folga das gravações, em 16 de julho. Ele precisou passar por um procedimento cirúrgico devido à gravidade do acidente e precisará ficar imobilizado, impedindo seu retorno ao set para finalizar a temporada. O ator usou o Twitter para informar seus seguidores de que tinha sofrido um acidente bizarro enquanto passeava com sua família, mas não deu maiores detalhes, apenas que sua “perna foi gravemente quebrada e necessitou cirurgia”. A 2ª temporada de “Shooter” estreou em 19 de julho nos Estados Unidos e seu final irá ao ar em 5 de setembro, muito provavelmente sem concluir a trama. Como a série tem boa audiência no canal pago USA Network, deve ser renovada e retomar a história no terceiro ano da produção.

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    Britt Robertson vai estrelar nova série jurídica da produtora de How to Get Away with Murder

    29 de julho de 2017 /

    Britt Robertson já definiu seu próximo projeto após o cancelamento de “Girlboss” pela Netflix. Estrela também das igualmente canceladas “Under the Dome” e “The Secret Circle”, a atriz vai voltar às redes de TV para encabeçar uma nova série jurídica da produtora Shondaland, “For the People”. De acordo com o Deadline, Britt interpretará uma advogada chamada Sandra, que decidiu cursar Direito após testemunhar uma injustiça cometida contra sua família quando era criança. Ela entrou no lugar da atriz Britne Oldford (série “Hunter”), que viveu a personagem no piloto aprovado pela rede ABC e que ainda podia ser vista no primeiro trailer divulgado. Sua escalação fez com que o papel fosse reformulado. Além disso, o episódio inicial também terá que ser parcialmente regravado. Criada por Paul William Davies (roteirista de “Scandal”), a série acompanha advogados recém-formados que entram para o serviço público, precisando provar seu valor em casos de defesa e acusação em Nova York. Embora separados em dois times distintos, suas vidas acabam se misturando dentro e fora do tribunal. A série foi a que sofreu maior intervenção do ABC Studios. Mesmo com a aprovação do piloto, o estúdio decidiu mudar o elenco, e além de Britne Oldford, o papel da atriz Lyndon Smith (série “Extant”) também terá outra intérprete. Os demais atores são Ben Rappaport (“Mr. Robot”), Susannah Flood (“Chicago Fire”), Wesam Keesh (“Awkward.”), Regé-Jean Page (minissérie “Raízes/Roots”), Ben Shenkman (“Royal Pains”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Vondie Curtis-Hall (“Demolidor”) e Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”). O piloto tem direção do ator Tom Verica (o Sam Keating de “How to Get Away with Murder”, outra série jurídica da Shondaland) e a estreia vai acontecer na midseason, no começo de 2018 nos Estados Unidos.

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    The Girlfriend Experience revela o pôster e as primeiras fotos da 2ª temporada

    29 de julho de 2017 /

    O canal pago americano Starz divulgou o pôster e as duas primeiras fotos da 2ª temporada de “The Girlfriend Experience”. As imagens trazem as novas protagonistas da série, que tem formato de antologia e muda história e personagens a cada temporada. A nova temporada vai acompanhar duas histórias paralelas, reunindo de um lado Anna Friel (série “American Odissey”) e Louisa Krause (série “Billions”), numa trama passada na capital dos Estados Unidos, e outro enredo centrado na personagem de Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”) no Novo México. A atração terá, inclusive, um episódio a mais em 2017. Será uma temporada de 14 episódios, em vez dos 13 deste ano. Inspirada no filme “Confissões de uma Garota de Programa” (2009), de Steven Soderbergh, a 1ª temporada acompanhou Christine Reade (Riley Keough, de “Mad Max: Estrada da Fúria”), uma estudante do segundo ano de Direito que descobre o mundo dos relacionamentos transacionais. Produzida pelo próprio Soderbergh, em sua segunda incursão pelo mundo das séries – após “The Knick” – , “The Girlfriend Experience” é totalmente escrita e dirigida pela dupla Lodge Kerrigan (“Esquizofrenia”) e Amy Seimetz (“Sun Don’t Shine”), que como atriz também participou da 1ª temporada. A 2ª temporada estreia em 5 de novembro nos Estados Unidos.

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