Sindicato dos Roteiristas dos EUA decide entrar em greve
Vai parar tudo. Mais de 96% dos membros do WGA (Writers Guild of America), o sindicato dos roteiristas de cinema, rádio e televisão dos EUA, votaram pela realização de uma greve em protesto contra as produtoras americanas de séries e filmes. Mas não vai parar agora. A paralisação está marcada para iniciar em 2 de maio, quando o atual contrato do sindicato e a entidade patronal AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) se encerra. Até lá, as negociações continuam. E o sindicato vai usar a perspectiva da greve para pressionar os produtores. “Estamos empenhados em chegar a um acordo que mantenha a indústria funcionando”, divulgou a AMPTP em comunicado. “A greve de 2007 machucou a todos. Escritores perderam mais de US$ 287 milhões, negócios foram cancelados e muitos roteiristas tomaram empréstimos para compensar suas despesas.” Segundo a revista Variety, o apoio atual dos membros da WGA, de cerca de 96%, é maior que o registrado na greve de 2007, que contou com aval de 90% de seus então 5.507 associados. Agora, 6.310 cédulas foram emitidas. A greve de uma década atrás durou 100 dias, entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008, atrasando cronogramas de filmes e séries. Quem sentiu mais foram as produções televisivas. As séries tiveram temporadas abreviadas ou estreias adiadas, sendo substituídas por uma proliferação de reality shows – parindo, sem querer, “Keeping up with the Kardashians”. A paralisação também provocou um prejuízo de US$ 2,1 bilhões para o Estado da Califórnia, onde se concentra boa parte da indústria de entretenimento. Cerca de 37 mil pessoas perderam emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken. Na época, os estúdios não resistiram à pressão e acabaram cedendo, inclusive tendo que enfrentar o engajamento de atores conhecidos, que se juntaram aos piquetes. Como antes, os roteiristas querem, basicamente, ganhar mais. Segundo alegam, a indústria de entretenimento lucrou US$ 51 bilhões no ano passado e não precisa ser tão gananciosa. As produtoras rebatem, mostrando que a ganância é do sindicato. A quantidade de séries no ar atualmente é absurda, portanto não faltam empregos, e a disputa pelos melhores roteiristas tem levado a aumentos salariais. De acordo com relatório divulgado pelo canal FX, foram exibidas 455 séries em 2016, a maior quantidade em todos os tempos. O sindicato retruca que se aumentaram as séries, diminuíram os episódios. Atualmente, o salário mínimo dos roteiristas tem como base o trabalho em séries de 22 episódios por temporada, que estão cada vez mais escassas. Canais pagos e serviços de streaming estão estimulando até as redes a optarem por séries mais curtas, entre 10 e 13 episódios, que rendem aos roteiristas metade do salário-base. Por conta disso, o sindicato pede aumentos nas remunerações mínimas e sobre os direitos dos roteiros na tentativa de compensar estas mudanças na produção de séries de TV. O objetivo é igualar estruturas de pagamento para aqueles que trabalham em programas da TV paga e streaming, nos quais os valores permanecem inferiores aos pagos pelas redes de TV tradicionais. De acordo com o WGA, a renda de um roteirista de nível médio caiu 23% de 2015 para cá (o salário anual médio é de cerca de US$ 195 mil). O sindicato também exige aumento nas contribuições para plano de saúde por parte das empresas.
Começo da carreira de Madonna vai virar filme
A história do começo da carreira de Madonna vai parar no cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Universal comprou o roteiro de Elyse Hollander (do curta “Nikolai”) sobre a cantora, um dos destaques da Black List de 2016, a lista dos melhores roteiros inéditos de Hollywood. Intitulada “Blonde Ambition”, a trama se passa nos anos 1980 e acompanha Madonna Louise Ciccone trabalhando em seu primeiro álbum, lutando contra um mercado que não respeita artistas femininas, ao mesmo tempo em que precisa lidar com o começo da fama e o impacto disso tudo em sua vida amorosa. Madonna mudou-se para Nova York em 1978 para tentar uma carreira de dançarina, mas acabou optando por cantar e compor. Depois de tentar fazer sucesso numa banda de rock, ela mergulhou na música dançante e no pop, conseguindo algum sucesso com os primeiros singles. Mesmo assim, ninguém apostava no estouro de seu álbum de estreia, “Madonna”, que foi lançado em 1983, trazendo hits como “Holiday”, “Borderline” e “Lucky Star”, muito menos que o segundo disco, “Like a Virgin”, teria grande impacto na história da música pop. “Blonde Ambition” é o primeiro roteiro de Hollander, que trabalhou como assistente do cineasta Alejandro G. Inarritu em “Birdman”. A produção ficou a cargo de Michael De Luca, responsável pela franquia “Cinquenta Tons de Cinza”, e Brett Ratner, diretor da trilogia “A Hora do Rush” e sócio da produtora RatPac. A produção ainda não tem cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Mas, curiosamente, servirá como “continuação” de um longa que já está sendo filmado. A produção indie “Emmy and the Breakfast Club” conta a história das bandas de rock de Madonna, em seu começo de carreira, e já teve fotos divulgadas. Confira aqui.
Gil, Elza, Ney, Céu, Criolo e muitos outros se unem em clipe de 15 minutos pelos direitos indígenas
Um clipe lançado nesta segunda (24/4) reuniu cantores de várias gerações da música brasileira – e convidados de adjacências artísticas – para protestar contra a situação de abandono em que se encontram os índios no país. Intitulada “Demarcação Já”, a composição de Carlos Rennó e Chico César rendeu um clipe de 15 minutos e mais de 100 versos, dirigido por André D’Elia, responsável pelos documentários “Belo Monte: Anúncio de uma Guerra” (2012), sobre o impacto do propinoduto de Belo Monte nas comunidades indígenas do Xingu, e “A Lei da Água (Novo Código Florestal)” (2015), de título autoexplicativo. Entre os que entoam as frases urgentes da canção estão Gilberto Gil, Elza Soares, Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Zeca Pagodinho, Lenine, Céu, Criolo, Arnaldo Antunes, Tetê Espíndola, Zélia Duncan, Zeca Baleiro, Nando Reis, Dona Onete, Felipe Cordeiro, Lira, Margareth Menezes, Marlui Miranda, Russo Passapusso, a atriz Letícia Sabatella e o diretor de teatro Zé Celso, além do próprio compositor, Chico César. Os artistas não receberam cachê para participar do projeto, que visa chamar a atenção para a tramitação de projetos de lei no Congresso que buscam dificultar a demarcação de terras indígenas. É importante destacar que a demarcação de terras indígenas no Brasil está praticamente parada e, segundo movimentos sociais e pesquisadores, enfrenta um momento de grande dificuldade e instabilidade. Desde que assumiu o governo, Michel Temer não assinou nenhum decreto homologando demarcação de terras. E, para completar, a Funai (Fundação Nacional do Índio) teve corte de cargos e fechamento de unidades. Mas o descaso não é de hoje. Os índios brasileiros denunciaram o governo Dilma à ONU, alertando que suas lideranças tinham sido cooptados pelo partido da presidente para não realizarem protestos após uma comunidade indígena inteira ser desalojada durante a construção de Belo Monte. E como se não bastasse a usina, o governo petista ainda autorizou a construção da maior mineradora de ouro a céu aberto do país na mesma região. A relatora da ONU para direitos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, chegou a visitar o Rio Xingu no começo do ano passado, registrando o tamanho da catástrofe. Os cara-pálidas de pau têm línguas dividas em todos os partidos.
7 Desejos: Terror do diretor de Annabelle ganha novo trailer
A Broad Green Pictures divulgou o pôster e o segundo trailer de “7 Desejos” (Wish Upon), novo terror de John R. Leonetti (“Annabelle”), que gira em torno da velha lição de moral: “cuidado com o que deseja”. Sem legendas, a prévia mostra o estrago que uma caixa de música mágica pode fazer na mão de uma menina de 17 anos (Joey King, de “Independence Day: O Ressurgimento”), ao lhe dar o direito de realizar sete desejos. Não demora para ela descobrir que, a cada desejo concedido, deve pagar um preço terrível. O elenco inclui Ryan Phillippe (série “Shooter”), Ki Hong Lee (“Maze Runner”), Alice Lee (série “Switched at Birth”), Shannon Purser (a Barb de “Stranger Things”), Elisabeth Rohm (série “The Last Ship”) e Sherilyn Fenn (série “Twin Peaks”). O lançamento está marcado para 14 de julho nos EUA e 3 de agosto no Brasil.
Taissa Farmiga vai estrelar o filme de terror da freira de Invocação do Mal 2
A atriz Taissa Farmiga (série “American Horror Story”) foi confirmada no papel principal de “The Nun”, terror derivado de “Invocação do Mal 2” sobre a freira diabólica daquele filme. Por curiosidade, Taissa é irmã de Vera Farmiga, estrela da franquia “Invocação do Mal”. Ela vai se juntar ao mexicano Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), anteriormente confirmado no elenco. A produção ainda não teve sinopse divulgada, mas deve contar como a freira foi amaldiçoada. O diretor James Wan (de “Invocação do Mal” e sua continuação) e o roteirista Gary Dauberman (de “Annabelle” e sua sequência), assinam a história, que será dirigida por Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”) e tem estreia prevista para 13 de julho de 2018. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a freira demoníaca foi inserida na trama de “Invocação do Mal 2” numa última versão do roteiro, durante as filmagens. James Wan chegou a rodar uma primeira versão do filme em que o antagonista de Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) era uma figura com chifres. Insatisfeito, ele “teve um momento de iluminação” e decidiu mudar o conceito para uma freira, o que acarretou filmagens adicionais – realizadas três meses antes da estreia. O investimento não só valeu a pena, pelo sucesso de “Invocação do Mal 2”, como agora vai render um filme novo, inteiramente dedicado à personagem improvisada. Os dois “Invocação do Mal” mais “Annabelle”, derivado do primeiro filme, arrecadaram juntos quase US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, algo realmente assustador para uma franquia de terror. E, além do filme da freira, uma continuação de “Annabelle” chegará aos cinemas em agosto.
Liga da Justiça ganha trailer internacional que enfatiza participação de Batman
O filme da “Liga da Justiça” ganhou um trailer internacional. Novamente ao som de um cover de “Come Together”, dos Beatles, a prévia é bastante similar ao vídeo anterior, divulgado com legendas e dublado em português. A diferença é uma maior ênfase no Batman (Ben Affleck). Os outros heróis que aparecem no vídeo são Mulher Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher). Por enquanto, Superman (Henry Cavill) continua guardado para outra fase do marketing. O trailer também repete um vislumbre dos parademônios, que compõem o exército de Darkseid, e desfila diversos coadjuvantes da história, entre eles Amy Adams como Lois Lane e J.K. Simmons como o Comissário Gordon. Dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Luana Piovani é intimada pela polícia em processo movido por Kadu Moliterno
Luana Piovani foi intimada a comparecer à 42ª Delegacia de Policia Civil, no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira (3/5), para prestar esclarecimentos no processo movido contra ela pelo ator Kadu Moliterno, que acusa a atriz de calúnia, difamação e injúria. O processo foi aberto pelo advogado do ator após Luana citá-lo em um vídeo em seu canal no YouTube. Na ocasião, a atriz usou o seu canal no Youtube para falar sobre machismo e violência doméstica, e lembrou que Kadu foi acusado de agredir a esposa, comparando seu caso com o de José Mayer, que cometeu assédio sexual contra uma figurinista da Globo. “Kadu Moliterno, que já foi meu par, bateu na esposa, ela foi capa da revista ‘Veja’ com a manchete: ‘Não foi a primeira vez’ e não soube de condenação. Continua trabalhando, fazendo novelas, posando com as novas namoradas para as revistas de celebridades”, criticou ela, no vídeo. Veja a íntegra aqui. Por meio de um comunicado enviado por sua assessoria de imprensa, Kadu classificou a atitude de Luana como “desnecessária e desprovida de legitimidade”. “Lamento profundamente a atitude de minha colega, totalmente desnecessária e desprovida de legitimidade, trazer um assunto acontecido há 12 anos atrás e resolvido nos termos legais é passível de processo. Tenho com minha família uma relação de amor e amizade. Atualmente estou casado com uma mulher maravilhosa, cercado de paz, amor cumplicidade e respeito! Estou muito triste, pois essa inconsequência atingiu toda minha família, esposa e amigos!”, disse o ator, atualmente casado com Cristianne Rodriguez. Segundo Jonas Tadeu Nunes, advogado do ator, foram abertas três ações contra Luana Piovani. Além da queixa-crime e uma notícia-crime, Kadu também busca indenização num processo civil. Ele compareceu pessoalmente na delegacia reafirmando a denúncia e por isso a atriz foi intimada para prestar esclarecimentos. Para o advogado, a atriz “extrapolou” em sua declaração. “Ela extrapolou pois poderia até ter falado do Kadu que não teria nenhum problema. Ela poderia ter falado: ‘Conforme já saiu nas revistas, existe esse fato aqui do Kadu com a ex-mulher e etc…’. Ela poderia até ter falado, mas no momento que ela fala: ‘Ele continua por aí, trabalhando, fazendo novelas, posando com as namoradas nas revistas de celebridades, viajando para o Caribe e tal…’, isso se chama ‘Plus’. Ela fez um plus subjetivo indagando a sociedade que ele não deveria estar trabalhando e que deveria estar segregado e repudiado pela sociedade. Então ele não deveria estar trabalhando? Não deveria estar fazendo novelas? Deveria estar segregado, repudiado pela sociedade? Isso carateriza um plus para difamação e injúria e é passível de processo criminal conforme está sendo feito e de reparação cível conforme também já foi feito”, disse Jonas Tadeu Nunes em entrevista para o jornal O Globo. Kadu foi casado durante 15 anos com Ingrid Saldanha, com quem teve três filhos. Eles se separaram em 2006, quando Ingrid acusou o ator de espancamento e chegou a registrar queixa em uma delegacia no Rio. Em 2014, a ex-namorada do ator, Brisa Ramos, relatou que foi agredida três vezes por ele. Ela também chegou a procurar a delegacia para prestar queixa. Entretanto, apesar das duas acusações diferentes, o ator não foi condenado. “Kadu nunca bateu em ninguém, em nenhum momento a Justiça o condenou por lesão corporal. O processo foi julgado e encerrado. Ao comparar Kadu com José Mayer, a atriz o coloca como um costumeiro agressor”, afirmou o advogado.
Velozes e Furiosos 8 lidera bilheterias com público de 5 milhões de pessoas no Brasil
Assim como nos EUA, “Velozes e Furiosos 8” não teve dificuldades para se manter no topo das bilheterias de cinema no Brasil. Em seu segundo fim de semana de exibição, o longa protagonizado por Vin Diesel e Dwayne Johnson vendeu 1,6 milhão de ingressos e rendeu R$ 27,8 milhões. Os números são impressionantes, porque, em apenas 11 dias, o longa ultrapassou a marca de 5 milhões de ingressos vendidos e faturou R$ 82,7 milhões nas bilheterias brasileiras. A diferença entre a venda de ingressos do oitavo filme da franquia de carros e os demais lançamentos é simplesmente brutal. Segundo o levantamento da consultoria Comscore, “Velozes e Furiosos 8” responde sozinho por metade da bilheteria do Top 10 do último fim de semana. Os dez filmes de maior sucesso renderam juntos R$ 54,5 milhões e venderam 3,2 milhões de ingressos. Ou seja, “Velozes e Furiosos 8” rendeu praticamente o mesmo que a soma total dos outros filmes. Antes da estreia do longa, o top 10 brasileiro vinha se mantendo no patamar de cerca de R$ 40 milhões de renda e 2,5 milhões de ingressos. Na semana em que “Velozes e Furiosos 8” chegou aos cinemas, os números subiram para R$ 62,6 milhões e 3,7 milhões de ingressos. Isto porque o filme teve a maior estreia do ano no país. Apesar da diferença abissal, o blockbuster da Universal não foi o único filme a repetir seu desempenho da semana passada. O resto do Top 3 também se manteve inalterado, com a fantasia religiosa “A Cabana” na 2ª colocação, com R$ 9,5 milhões e 582,3 mil ingressos, e a animação “O Poderoso Chefinho” em 3º lugar, com R$ 5,5 milhões e 356,3 mil ingressos. Já as estreias da semana não empolgaram. “Vida”, “Gostosas, Lindas e Sexies” e “Paixão Obsessiva” levaram, respectivamente, 660 mil, 494 mil e 386 mil espectadores aos cinemas. Mas este “fracasso” era esperado. O maior lançamento da quinta-feira (20/4), a sci-fi “Vida”, abriu em apenas 220 salas. Em comparação, “Velozes e Furiosos 8” foi lançado, uma semana antes, em cerca de 1,4 mil salas, o que é quase metade de todos os cinemas disponíveis no país (são pouco mais de 3 mil, ao todo). Nesta quinta, outro blockbuster vai enfrentar a correria de Diesel e Johnson nos cinemas: “Guardiões da Galáxia Vol. 2”.
Vídeo destaca inovações tecnológicas do novo uniforme do Homem-Aranha
A Sony divulgou um pequeno vídeo de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” para as redes sociais, que destaca os detalhes tecnológicos do novo uniforme do herói, cortesia de Tony Stark. Quem viu o segundo trailer já sabe que Stark (Robert Downey Jr.) vai confiscar esse uniforme tecnológico após Peter Parker (Tom Holland) querer fazer mais do que o inventor-empresário-super-herói acredita que ele deveria realizar. Além dos dois atores citados, estão no elenco Michael Keaton, Zendaya, Donald Glover, Jacob Batalon e Marisa Tomei, entre outros. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil. E, por sinal, o ator Tom Holland virá a São Paulo para o lançamento do filme. In with the new. ? #SpiderManHomecoming pic.twitter.com/5PaALxbsAN — Sony Pictures (@SonyPictures) April 24, 2017
Clint Eastwood vai dirigir filme sobre atentado terrorista em Paris
O cineasta Clint Eastwood definiu seu próximo filme. De acordo com o site Deadline, ele vai dirigir “The 15:17 To Paris”, adaptação do livro de mesmo nome, sobre um atentado terrorista em Paris. A trama acompanha três soldados americanos que impedem um ataque em um trem que viaja para Paris. Diante dos atentados cometidos na capital francesa, o tema é bastante atual, mas volátil. Devido a um ataque acontecido no feriado do Dia da Bastilha, em julho de 2016, o filme “Bastille Day” teve seu lançamento cancelado na França e ainda sofreu mudança de título para “The Take” no mercado internacional, sem chegar ao Brasil. Por sinal, o filme já tinha sido adiado anteriormente por causa dos ataques de Paris em novembro de 2015. A adaptação de “The 15:17 To Paris” está a cargo de Dorothy Blyskal, que estreia como roteirista de cinema, após trabalhar como produtora assistente em filmes como “A Lei da Noite” e “Logan”, lançados recentemente. A expectativa é que Eastwood comece a definir elenco em breve, já que a Warner planeja começar a produção ainda em 2017. Não há previsão para a estreia nos cinemas.
Joe Manganiello divulga foto dos bastidores das filmagens de Rampage
O ator Joe Manganiello (“Magic Mike”) divulgou em seu Instagram uma foto do set de “Rampage”, adaptação do game clássico de mesmo nome, protagonizada por Dwayne Johnson. A imagem mostra o colete à prova de balas de seu figurino, como um mercenário. Além dos dois atores citados, o elenco da produção inclui Naomie Harris (indicada ao Oscar por “Moonlight”), Jeffrey Dean Morgan (série “The Walking Dead”), Marley Shelton (“Planeta Terror”), Malin Akerman (série “Billions”) e Jake Lacy (série “Girls”). Lançado em 1986, o game acompanhava três monstros gigantes (o macaco George, o lagarto Lizzy e o lobisomem Ralph) que percorriam os EUA destruindo cidades e lutando contra os militares. Todas as criaturas já foram seres humanos, antes de participarem de uma experiência genética feita por um cientista maluco. A adaptação foi escrita pelos roteiristas Carlton Cuse e Ryan Condal (criadores da série “Colony”), marcando um reencontro entre Condal e Johnson após “Hércules” (2014). “Rampage”, por sinal, também reunirá o astro com o cineasta Brad Peyton, que o dirigiu em “Terremoto: A Falha de San Andreas” (2015) e “Viagem 2: A Ilha Misteriosa” (2012). A estreia de “Rampage” está marcada para 19 de abril de 2018 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Paterson eleva o cotidiano com poesia cinematográfica
Quantas vezes deixamos passar momentos preciosos de nossas vidas só porque eles não parecem dignos de serem lembrados – por não serem, por assim dizer, extraordinários? E quantas vezes deixamos de perceber que estamos, sim, diante de momentos extraordinários, apesar de ordinários? É tudo uma questão de perspectiva, de olhar a vida como poeta, de perceber a beleza nos detalhes, como a posição dos sapatos de uma dupla de pessoas que conversam no ônibus ou uma simples caixa de fósforos. Isso pode ser alimento para a poesia. “Paterson”, o novo trabalho de Jim Jarmusch, serve para lembrar disso. E o faz com uma beleza e uma humanidade tão delicada que combina muito bem com seu personagem-título, vivido por Adam Driver. Trata-se, aliás, do melhor papel de sua carreira até o momento, superando e contrastando com o intenso Adam, seu personagem em “Girls”, a série recém-encerrada de Lena Dunham. Paterson, ao contrário de Adam, tem uma sobriedade e uma serenidade para lidar com a vida que dá até vontade de tomar como exemplo. Quando um colega de trabalho pergunta sobre sua vida, ele diz que está tudo bem, enquanto o tal colega está sempre reclamando de algumas coisas (várias, na verdade). Mas, de fato, Paterson é um homem de sorte: é casado com uma mulher amável e que ele ama (lindas as cenas do amanhecer, com os dois na cama), tem uma rotina tranquila em um bairro tranquilo e consegue tempo para transformar os seus pensamentos em poemas, os quais guarda em um caderninho. Sua esposa Laura (a iraniana Golshifteh Farahani, de “Procurando Elly”, de Asghar Farhadi) tenta fazer com que Paterson faça uma cópia de seus escritos e mostre ao mundo seus belos poemas. Ele, porém, hesita. O filme não diz, mas talvez a fama ou uma possível e indesejada mudança de rotina atrapalhasse o modo como ele vê a vida. Esse talvez seja um dos motivos também de ele não querer um telefone celular ou mesmo um computador. A vida de motorista de ônibus, para ele, lhe basta, provavelmente. A esposa gosta de pintar coisas em sua casa e planeja ser cantora de música country, além de cozinheira de cup cakes e outras novidades, geralmente com uma obsessão pelo contraste entre o preto e o branco. Quanto a Paterson, sua poesia se nutre do cotidiano, que se faz necessário na rotina de uma pessoa comum – no caso, alguém que é motorista de ônibus, é casado, tem um cachorro que leva para passear e que também gosta de tomar uma cerveja no mesmo bar todos os dias. Além do mais, no ônibus, ele aprecia ouvir as conversas dos passageiros. Tudo é combustível para sua poesia. Por outro lado, a opção narrativa de Jarmusch, de apresentar os eventos separados em dias da semana, parece antecipar algo de muito extraordinário ou mesmo perigoso. Afinal, isso é comum em filmes que abordam motoristas. Mas se há algo que vai mexer com o equilíbrio de Paterson no desenrolar da trama – e também afetar o telespectador – , não é nenhum fim do mundo. O sentimento despertado pelo filme não é apenas um modo de envolver o público com o personagem, mas também uma forma de encontrar afinidade no que se refere à valorização da arte como meio de expressar de forma transcendental a vida. A arte nos eleva. E de vez em quando é bom sair de um filme que consegue passar uma mensagem sobre a linguagem lírica utilizando a força da palavra sensível, falada e escrita, mas também extraindo poesia do próprio fazer cinematográfico.
Baby Groot rouba as cenas em novos comerciais de Guardiões da Galáxia Vol. 2
A Marvel divulgou dois novos comerciais de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, um deles internacional. E ambos têm em comum a fofura, a estupidez e a bravura de Baby Groot. Além de um bom rock das antigas – “Fox on the Run”, da banda Sweet. O filme vai estabelecer uma nova formação do grupo, que inclui o Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldana), Drax (David Bautista), Rocket Raccoon (voz de Bradley Cooper), Baby Groot (voz de Vin Diesel), Mantis (Pom Klementieff) e os azulados Yondu (Michael Rooker) e Nebula (Karen Gillan). Além destes, o longa contará com Ego (Kurt Russell), que se revela o pai de Peter Quill, o Senhor das Estrelas, a dourada Ayesha (Elizabeth Debicki), alguns mercenários alienígenas e até os Guardiões da Galáxia originais dos quadrinhos. Novamente dirigido por Gunn, responsável pelo primeiro filme, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” estreia na quinta-feira (27/4) no Brasil.












