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    Netflix compra mais um filme estrelado por Adam Sandler

    15 de abril de 2017 /

    Não satisfeita com o filme que ainda resta rodar no contrato original que fechou com o comediante Adam Sandler e os quatro contratados num novo acordo, a Netflix comprou os direitos de distribuição de outro longa com o ator. Trata-se de “The Meyerowitz Stories”, a nova obra do cineasta indie Noah Baumbach (“Frances Ha”). “The Meyerowitz Stories” gira em torno da família do título, que se reúne para preparar uma festa de retrospetiva da carreira do patriarca. Sandler é um dos integrantes da família e a produção também conta com interpretações de Ben Stiller (“Zoolander”), Elizabeth Marvel (série “House of Cards”), Candice Bergen (“O Casamento do Meu Ex”), Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), a cineasta Rebecca Miller (“Maggie Tem um Plano”) e Dustin Hoffman (“Trocando os Pés”) como o patriarca. O filme foi selecionado para o Festival de Cannes 2017, o que coloca a empresa na festa mais exclusiva dos cinéfilos europeus, que barrou os grandes estúdios de Hollywood neste ano.

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    Carrie Fisher não estará em Star Wars: Episódio XIX

    15 de abril de 2017 /

    A atriz Carrie Fisher, que morreu em dezembro, não estará no nono episódio da franquia “Star Wars”, previsto para 2019. A presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, fez a revelação em entrevista à ABC News durante o evento “Star Wars Celebration”, em Orlando. Veja abaixo. A executiva pôs fim às especulações sobre a participação da General Leia, personagem de Carrie, no último longa da nova trilogia “Star Wars”, após o irmão da atriz, Todd Fisher, afirmar que Carrie faria sua despedida da saga no “Episódio XIX”. “Infelizmente, Carrie não estará lá. Mas nós ainda veremos muito dela no oitavo episódio”, disse Kathleen, referindo-se a “Star Wars – Os Últimos Jedi”, que estreia no próximo dia 14 de dezembro no Brasil. “Todd provavelmente fez confusão por termos finalizado o episódio oito com Carrie, e ela estava realmente fenomenal no filme. Ficamos tão felizes que conseguimos finalizar as filmagens em meados do ano passado. Mas, infelizmente, Carrie se foi.” Carrie Fisher retornou a “Star Wars” ao lado de Harrison Ford (Han Solo) e Mark Hamill (Luke Skywalker) em “O Despertar da Força” (2015), após mais de três década longe da franquia. Ela morreu aos 60 anos, um dia antes da mãe, a também atriz Debbie Reynolds, após concluir as filmagens de “Os Últimos Jedi”. Em entrevista em março, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que, mesmo com a morte da atriz, não foi preciso fazer alterações no roteiro do filme. Ou seja, é provável que a personagem Leia não morra durante a próxima história. No spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars”, lançado em dezembro do ano passado, a personagem foi vista em uma versão digitalizada, para parecer jovem, o que dividiu a opinião dos fãs.

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    Diretor de A Bela e a Fera negocia filmar remake de A Noiva de Frankenstein

    14 de abril de 2017 /

    O diretor Bill Condon, do sucesso “A Bela e a Fera”, está negociando com a Universal para comandar outro remake de história de amor de um monstro incompreendido. Ele deve assumir o comando da refilmagem de “A Noiva de Frankenstein”, clássico de 1935 estrelado por Elsa Lanchester e Boris Karloff, com direção de James Whale. Condon, inclusive, já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), que ele também dirigiu, sobre os últimos anos da vida de James Whale, o cineasta original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. A refilmagem está sendo produzida por Alex Kurtzman e Chris Morgan, como parte do universo compartilhado de monstros góticos do estúdio Universal, que debutará nos cinemas com “A Múmia”, em 9 de junho. Anteriormente, o estúdio tentou convencer Angelina Jolie a viver a personagem-título e negocia com Javier Bardem para viver o monstro. A Universal tem buscado grandes nomes para estrelar estes filmes, escalando Tom Cruise para enfrentar a Múmia e Johnny Depp no vindouro remake de “O Homem Invisível” (1933). O novo roteiro de “A Noiva de Frankenstein” foi escrito por David Koepp (“Parque dos Dinossauros” e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”).

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  • Série

    Disney vai lançar série de curtas animados com personagens femininas da franquia Star Wars

    14 de abril de 2017 /

    A franquia “Star Wars” vai investir no empoderamento feminino com uma nova série de curtas de animação com heroínas de suas sagas, como a Princesa Leia, Rey e Jyn Erso. Intitulada “Star Wars: Forces of Destiny”, a nova série animada terá episódios de 2 a 3 minutos e irá revelar “histórias não contadas do heroísmo cotidiano que molda os destinos das principais personagens femininas da franquia”, segundo anunciaram a Disney e a LucasFilm. A primeira leva será disponibilizada no canal do YouTube da Disney, a partir de julho, e a segunda chegar no Disney Channel no outono norte-americano (entre setembro e novembro). “‘Star Wars: Forces of Destiny’ é para todos que se sentiram inspirados pelo heroísmo de Leia, pela coragem de Rey ou pela tenacidade de Ahsoka”, disse Kathleen Kennedy, presidente da LucasFilm, no comunicado. As atrizes Daisy Ridley (Rey), Felicity Jones (Jyn) e Lupita Nyong’o (Maz Kanata) irão dublar suas personagens. Devido à morte de Carrie Fisher, a voz da Princesa Leia ficará por conta de Shelby Young. A iniciativa visa ampliar o público majoritariamente masculino de “Star Wars”, que está comemorando 40 anos do lançamento de seu primeiro filme, estrelado por Carrie Fisher, Harrison Ford e Mark Hamill. Além dos curtas animados, também serão lançados brinquedos com as personagens femininas, algo muito cobrado pelos fãs. John Frascotti, presidente da fabricante de brinquedos Hasbro, afirmou em um comunicado que a base de fãs de “Star Wars” se ampliou ao longo destes 40 anos e que a linha de brinquedos “Forces of Destiny” irá “ajudar a atrair novas plateias, além de ter apelo para os fãs atuais”.

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    Fundador do festival É Tudo Verdade vai voltar a dirigir um filme

    14 de abril de 2017 /

    Amir Labaki, fundador do festival É Tudo Verdade, vai voltar a dirigir um filme. Ele prepara “1961”, documentário sobre o tema de seu primeiro livro, escrito 30 anos: “1961 — A Crise da Renúncia e a Solução Parlamentarista”. O foco é a renúncia de Jânio Quadros, a crise política que se seguiu, a campanha da legalidade no Rio Grande do Sul, em favor da posse do vice-presidente João Goulart, e a tentativa de golpe militar, então derrotado. “Parto da minha pesquisa original, então pioneira. Mas importantes materiais audiovisuais afloraram nestas três décadas”, disse Labaki, ao jornal O Globo. Labaki, que é originalmente jornalista, dirigiu apenas um filme em sua carreira: “27 Scenes About Jorgen Leth” (2008), sobre o documentarista dinamarquês Jorgen Leth.

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  • Etc

    Don Cheadle vai viver o primeiro milionário negro dos EUA

    14 de abril de 2017 /

    O ator Don Cheadle (“Capitão América: Guerra Civil”) vai escrever e estrelar um filme sobre a vida de Jeremiah G. Hamilton, o primeiro negro milionário dos EUA. Intitulado “Prince of Darkness”, o filme é baseado num livro de Shane White, e terá roteiro de Cheadle em parceria com Steven Baigelman, a mesma dupla de “Miles Ahead” (2015), que marcou a estreia do ator na direção. A história de Hamilton é bastante obscura. Ele foi mencionado em um obituário de Cornelius Vanderbilt como o verdadeiro rival do magnata. O livro de White detalha sua ascensão após ele ser expulso do Haiti e se tornar um agente de corretagem e imóveis na Nova York do século 19, conquistando grande fortuna. Seu sucesso no mundo dos negócios quebrou muitos tabus da época. Ele conseguiu negociar de igual para igual com empresários brancos, teve uma esposa branca, comprou uma mansão na região rural de New Jersey e era dono de trens dos quais não podia andar por ser negro. Não há previsão para o começo das filmagens, uma vez que Cheadle vai participar de dois longas consecutivos dos Vingadores, como o herói Máquina de Combate.

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  • Filme

    Diretor do terror O Homem nas Trevas vai filmar remake de Labirinto

    14 de abril de 2017 /

    A Sony contratou Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas” e “A Morte do Demônio”) para dirigir o remake/continuação da fantasia infantil “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. Segundo o site Deadline, o diretor uruguaio e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”) vão escrever a história, que seria uma nova aventura passada no mesmo universo e não uma refilmagem do longa original. O filme de 1986 acompanhava a jornada da adolescente vivida por Connelly, que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura vivida por Bowie e recuperar seu irmãozinho. “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra, a ponto de muitos até acharem que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. A decisão de realizar o remake foi tomada no ano passado, quando se comemorou 30 anos de lançamento do original e aconteceu a morte de Bowie. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento. Antes de filmar “Labirinto”, Alvarez e Basu vão trabalhar juntos em outro projeto: a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”.

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    Velozes e Furiosos 8 transforma exagero em lugar-comum para superar os filmes anteriores

    14 de abril de 2017 /

    Quem lembra de “Uma Saída de Mestre” (2003), um belíssimo filme de assalto estrelado por Charlize Theron e Jason Statham? E que o diretor desse filme fez no mesmo ano “O Vingador”, com Vin Diesel? Pois 14 anos depois, F. Gary Gray está novamente à frente dessa turma, na direção de “Velozes e Furiosos 8”. Gray voltou a ser um nome quente em Hollywood com a aclamação de público e crítica a seu filme anterior, “Straight Outta Compton – A História do NWA” (2015), e é o principal responsável por a franquia furiosa sacudir a poeira e continuar acelerando após a trágica morte de Paul Walker. Galinha dos ovos de ouro da Universal, o oitavo lançamento da franquia tem orçamento milionário e se nota, pois tudo parece ainda maior, inchado e megalomaníaco. Se isso já era tendência nos trabalhos anteriores, no novo filme o exagero é o lugar-comum, desde a escolha de várias locações em países diferentes até o elenco de celebridades, que não só conta com uma vilã maravilhosa (Charlize Theron), como com uma coadjuvante de muito luxo (Helen Mirren). O que se percebe de imediato é que o quinto roteiro de Chris Morgan para a franquia foi concebido a partir das cenas de ação. Mais do que no fiapo de história, que até é interessante – já que traz a discórdia para a família de Dominic Toretto (Diesel) – , são as situações velozes e furiosas que se destacam. E elas são muitas. Algumas vão ficar grudadas na memória, envolvendo carros desgovernados, perseguição no gelo, fuga de prisão e o prólogo, em Cuba (trata-se do primeiro filme de Hollywood filmado na ilha de Fidel), que serve para lembrar ao público e aos próprios envolvidos na produção que essa história começou com um filme de rachas nas ruas. Apesar desse lembrete, a trama logo ganha ares de thriller de espionagem, com heróis e vilões tendo o poder de visualizar eventos em qualquer lugar do mundo, graças às maravilhas da tecnologia. O problema é que a ansiedade por mostrar ação ininterrupta não deixa tempo para um respiro e as tentativas de causar impacto emocional, como a própria separação de Toretto do grupo, acabam não sendo levadas a sério por ninguém. Se bem que essa falta de seriedade talvez seja intencional, já que Deckard, o personagem de Statham, acaba integrando-se ao grupo de protagonistas numa boa, mesmo tendo assassinado um deles em outro filme passado. A inclusão de Statham no time dos mocinhos rende, ainda, uma excelente parceria com Dwayne Johnson, resultando em algumas das melhores cenas da produção. Após ter participação reduzida no filme anterior – conflitos de agenda, segundo revelou o diretor de “Velozes e Furiosos 7”, James Wan – , ele assume a vaga de coprotagonista deixada por Paul Walker, aproveitando o gancho da trama, que mostra o personagem de Vin Diesel aliciado por uma megaterrorista (Charlize) para executar seus planos diabólicos. Conta muitos pontos positivos o fato de a vilã não ser nada estereotipada, o que poderia tornar tudo muito chato. Lembremos que Charlize já fez o papel de bruxa má duas vezes e se saiu muito bem. Ajudam também sua beleza, sua elegância e sua sensualidade natural, mas a verdade é que a atriz é uma força da natureza, como bem demonstrou em “Mad Max – Estrada da Fúria”. A combinação de filme leve de ação, paixão por carros e adrenalina, aliada a uma noção de amizade capaz de criar laços de família, faz com que “Velozes e Furiosos” continue sendo uma franquia apreciada pelo grande público. Seus personagens são carismáticos e encontraram espaço para se destacar individualmente, mesmo com o grupo se tornando maior a cada filme. Mas a franquia se beneficia mesmo é do show de pirotecnia, barulho e efeitos especiais sempre melhores, que superam as incongruências do gênero com o tipo de atordoamento que só Hollywood é capaz de criar.

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    Mulheres do Século 20 mostra surgimento da família moderna

    14 de abril de 2017 /

    O americano Mike Mills estava prestes a completar 40 anos quando finalmente decidiu se lançar como diretor de um longa de ficção com “Impulsividade” (2005), após produzir curtas e documentários. De lá, foi dirigir Christopher Plummer na interpretação que lhe valeu um Oscar em “Toda Forma de Amor” (2010). E agora retorna entregando aquele que é o seu melhor trabalho até aqui. Em “Mulheres do Século 20”, a própria adolescência do diretor serve de base para a narrativa, que enaltece a sua mãe, renomeada como Dorothea, numa interpretação magistral de Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”). No Sul da Califórnia do final dos anos 1970, era do punk/new wave, essa mãe solteira cuida do filho Jamie (Lucas Jade Zumann, de “A Entidade 2”) e divide a sua casa com Abbie (Greta Gerwig, finalmente num papel que não a obriga a repetir os cacoetes de “Frances Ha”), uma fotógrafa acometida por um câncer cervical, e William (Billy Crudup, de “Spotlight”), um carpinteiro que desconhece a importância de medidas estáveis. Embora não viva nesse mesmo teto, Julie (Elle Fanning, de “Demônio de Neon”) é uma das vizinhas que está a maior parte de seu tempo livre na residência, inclusive dormindo todas as noites com o jovem Jamie sem que esteja em jogo algo além da amizade. Desenha-se assim com esse quinteto uma espécie de panorama daquele período, especialmente importante para os modelos de novas famílias que se formavam com o boom dos divórcios e para a multiplicação de mulheres que vislumbraram um destino além daquele de meras donas de casa. Por se tratar de um projeto tão íntimo para Mike Mills, acaba havendo em “Mulheres do Século 20” certa superficialidade nos atritos entre mãe e filho, talvez por serem tão ratificados no curso do filme. Em contrapartida, existe um cuidado e carinho na construção de indivíduos que se atraem justamente por terem poucas coisas em comum. Paulatinamente, Jamie, um garoto em progresso, vai constituindo a sua própria personalidade com o processo de troca sempre enriquecedor com pessoas mais maduras, ainda que não seja o único a experimentá-lo, como se testemunha quando outros laços se estreitam, como o de Dorothea com William ou deste com Abbie. Por essas interações, as inevitáveis rupturas do desfecho, acompanhadas bela música de Roger Neill, tornam-se tão comoventes quanto uma última despedida.

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    Primeiro trailer do novo Star Wars traz Luke Skywalker anunciando o fim dos Jedi

    14 de abril de 2017 /

    A Disney divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Com imagens de explosões e naves espaciais características da franquia, a prévia é narrada por Mark Hamill, o intérprete de Luke Skywalker, cuja onipresença compensa sua diminuta participação no filme anterior. É ele, por sinal, quem alude ao título do longa, ao declarar ter chegado a conclusão de que “é hora dos Jedi acabarem” – após uma exposição sobre a necessidade de equilíbrio entre a luz e a escuridão, que deve ser explorada na trama. Rey (Daisy Ridley) também pode ser vista treinando com Luke em sua ilha irlandesa de outro mundo, e cenas curtas ainda registram aparições de Poe Dameron (Oscar Isaac), Finn (John Boyega), Kylo Ren (Adam Driver) e da General Leia (Carrie Fisher) de costas. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Galeria F documenta época trágica, quando presos políticos eram condenados à morte no Brasil

    14 de abril de 2017 /

    Num tempo em que a insanidade e a ignorância de alguns pretende trazer de volta os militares ao poder, é muito importante não esquecer o que foi o período de trevas da ditadura militar brasileira (1964-1985). Muitas histórias já foram contadas pelo caminho documental, outras foram recriadas pela via da ficção, mas ainda há muito a desvendar. E a memória precisa ser estimulada, refrescada, para que não nos esqueçamos do que vivemos e não venhamos a cometer os mesmos erros. Os mais jovens precisam se informar sobre o que aconteceu naquele período, para poderem avaliar o que se passa hoje e para se posicionarem com clareza, já que há muita confusão e desinformação no ar. O documentário “Galeria F”, de Emília Silveira, reconstrói uma história muito relevante do período: a do preso político baiano Theodomiro Romero dos Santos, que desde os 14 anos de idade lutou combatendo a ditadura. Entrou para a luta armada atuando junto ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário. Aos 18 anos, foi capturado junto com outros companheiros e reagiu à prisão, matando um militar que tentava alvejar um dos militantes detidos na rua. Foi preso, sobreviveu às bárbaras torturas que sofreu ao longo de 9 anos de prisão, até que veio a anistia, que não foi ampla, geral e irrestrita, como se pretendia. Classificado como terrorista, ficou de fora da anistia, foi mantido preso, enquanto poucos permaneciam encarcerados, e foi ameaçado de morte. Mais do que isso, estava de fato condenado à morte, o primeiro da história republicana. A única alternativa seria fugir da prisão, o que, surpreendentemente, aconteceu em 1979, deixando a todos perplexos. Incluído aí o governador Antônio Carlos Magalhães, que se refere na TV a essa fuga e à busca que se empreendeu a partir de então. O filme de Emília Silveira, ela também uma ex-prisioneira política, refaz com o próprio Theodomiro, seu filho Guga e outros participantes daquele período, a incrível fuga, os lugares por onde ele passou, os refúgios, e como foi possível ludibriar desde os carcereiros da prisão a toda a estrutura policial militar do cerco à sua recaptura. É um belo trabalho documental, cheio de humanidade, que não se alimenta de ódio nem de vingança, mas da retomada de um período histórico brasileiro que não pode ser esquecido, com os elementos emocionais que estão envolvidos na vida das pessoas. Por exemplo, o filho Guga, com o documentário, pôde finalmente conhecer a verdadeira história do pai. E a galeria F, onde fica a cela que abrigou o prisioneiro político por muitos anos, acaba sendo a testemunha de uma época trágica, que ainda estamos buscando superar definitivamente. Será possível?

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    “Polêmica” série Cara Gente Branca ganha primeiro trailer legendado

    14 de abril de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado completo da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), que provoca discussões sobre racismo com muito bom humor. O tom é bem mais leve que o primeiro teaser, que levou usuários brancos a proporem boicote à plataforma, acusando a série de ser racista, e deixou o cineasta Justin Simien feliz da vida. “Obrigado por me ajudarem a fazer o teaser da série se tornar o vídeo mais visto na história da Netflix!”, ele postou no Twitter. “Mais de 3 milhões de visualizações. Mal posso esperar para ver o que vai acontecer quando lançar o trailer propriamente dito”. Pois ele lançou. E é perfeitamente inofensivo. A série tem o título original do filme, “Cara Gente Branca”, que foi premiado no Festival de Sundance de 2014. O diretor e roteirista do longa, Justin Simien, assina todos os textos e a direção do capítulo de estreia. Totalmente independente, o filme original foi feito por meio de financiamento coletivo e contava a história de quatro jovens negros que ingressavam na universidade e se deparavam com o racismo da instituição. Quando os alunos brancos decidem dar uma festa temática sobre a raça negra, os quatro se mobilizam e passam a questionar tudo, inclusive o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. “Cara Gente Branca” também foi premiado como Melhor Roteiro de Estreia no Spirit Awards (o Oscar indie) de 2015. Mesmo assim, foi lançado no Brasil apenas em VOD (video on demand). A série também já chega à Netflix premiada. A produção foi exibida no Festival SXSW, de onde saiu com o troféu da seção Episodic, dedicada a produções seriadas.

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    Carrie Fisher ganha homenagem emocionante na festa dos 40 anos de Star Wars

    13 de abril de 2017 /

    A LucasFilm realizou um emocionante tributo à Carrie Fisher durante as comemorações dos 40 anos de “Star Wars”. O evento, realizado no Centro de Convenções de Orlando, na Flórida, contou com a participação do diretor George Lucas e dos atores Mark Hamill e Harrison Ford, além da filha da atriz, Billie Lourd. A eterna rebelde Princesa Leia, falecida no final do ano passado, também foi homenageada por meio de um vídeo criado para o evento, ao som de “Rebel Rebel”, de David Bowie. “Não havia muita gente como a Carrie. Ela dizia que não sabia muito onde Leia começava e onde Carrie terminava. Ela era a mais durona do grupo e, ao mesmo tempo, a mais frágil. Seu papel era especialmente difícil, e ela foi brilhante, divertida e um tanto quanto crítica, especialmente com certos diálogos. Para mim, ela sempre será a princesa que jamais recuou, protagonista que salvou muitas vezes as peles dos seus colegas mocinhos nos filmes”, disse Lucas. “Era a chefa. Quando Carrie apareceu (no teste de elenco), ela era esse personagem. Era muito forte, muito inteligente, muito divertida, muito atrevida, muito dura. Não há muita gente como ela: era uma em um bilhão”, completou. A filha da atriz, que faz parte do elenco da nova trilogia, revelou que sua mãe adorava os fãs de “Star Wars” porque sempre a aceitaram e apoiaram, tanto quando era uma mulher independente e “uma soldado forte” como quando mostrava suas imperfeições e seu “lado vulnerável”. Lourd ganhou os aplausos dos fãs ao recitar do início ao fim um monólogo da princesa Leia no primeiro filme, “Guerra nas Estrelas” (1977). Para completar, o compositor John Williams, responsável pela famosa trilha sonora da franquia, regeu ao vivo uma orquestra que interpretou a música “Princess Leia’s Theme” em homenagem a Fisher, o que levou muitos fãs às lágrimas. Mas para chorar basta ver o vídeo realizado para o evento, que o YouTube oficial de Star Wars rapidamente disponibilizou para todos os fãs. Confira abaixo.

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