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  • Série

    Novo vídeo da série distópica The Handmaid’s Tale destaca o tema da opressão sexual

    7 de março de 2017 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou um vídeo de bastidores da série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, em que o elenco e os produtores abordam a história da produção, acompanhados por diversas cenas inéditas de visual estilizado. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss vive Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”). A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e a estreia está marcada para 26 de abril nos EUA.

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  • Filme

    Terror que marca a volta do diretor de A Hora do Espanto e Brinquedo Assassino ganha trailer

    7 de março de 2017 /

    Há mais de duas décadas sem filmar, o veterano diretor Tom Holland volta ao cinema em 2017 com um novo terror, “Rock Paper Dead”. Holland marcou época nos anos 1980 com os clássicos “A Hora do Espanto” (1985) e “Brinquedo Assassino” (1988), o primeiro filme de Chucky, e o trailer de seu novo longa retoma a ideia do perigo sobrenatural em lugares insuspeitos. A prévia mostra um serial killer supostamente curado, que, após ser libertado de um hospital psiquiátrico estadual, retorna à sua casa de infância, onde se vê atormentado pelas visões fantasmagóricas de suas vítimas passadas. O roteiro foi escrito pelo estreante Kerry Fleming em parceria com outro veterano do terror, Victor Miller, autor da história do primeiro “Sexta Feira 13” (1980), e o elenco inclui alguns canastrões conhecidos, como o canadense Luke Macfarlane (série “Killjoys”), Michael Madsen (“Os Oito Odiados”), Jennifer Titus (“Zoombies”) e a ex-atriz mirim Tatum O’Neal (vencedora do Oscar de 1974 por “Lua de Papel”, aos 10 anos de idade). O filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Trailer e imagens de nova aventura juvenil de Luc Besson trazem Dave Bautista como vilão

    7 de março de 2017 /

    A EuropaCorp divulgou pôsteres de personagens, fotos e o trailer de “Warrior’s Gate”, a nova aventura escrita por Luc Besson e Robert Mark Kamen, criadores da franquia “Busca Implacável”. Kamen também foi o roteirista do clássico “Karatê Kid” (1984), que pode ser citado como possível inspiração do filme, mas a má fama de Besson como plagiador – https://pipocamoderna.com.br/2016/07/luc-besson-e-condenado-a-pagar-mais-por-plagio-de-john-carpenter/ – alerta que a premissa é muito, mas muito parecida com “O Reino Proibido” (2008). Em ambos os filmes, um adolescente contemporâneo é enviado à China medieval para viver uma aventura mística. Desta vez, o jovem é um campeão de videogames, que, mesmo sem saber nada de artes marciais, é transportado no tempo para salvar uma beldade das garras de um vilão maléfico, usando sua técnica nos games para vencer as lutas reais. Apesar de falado em inglês – como é praxe nos filmes da EuropaCorp – “Warrior’s Gate” é a primeira grande coprodução entre a França e a China. Mas, curiosamente, a direção é do alemão Matthias Hoene (“Cockneys vs Zombies”) e o ator principal é o americano Uriah Shelton (das séries “The Glades” e “Girl Meets World”). O elenco ocidental ainda inclui a inglesa Sienna Guillory (“Resident Evil: Retribuição”) e o americano Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) como vilão. Já os principais personagens chineses são interpretados por Mark Chao (“Operação de Risco: Contagem Regressiva”), Francis Ng (“Operação Secreta”) e Ni Ni (“Flores do Oriente”). A estreia está marcada para 22 de março na França e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    O tempo passa voando no novo trailer da continuação de Trainspotting

    7 de março de 2017 /

    “Vinte anos passam voando”, diz Spud no novo trailer de “T2 Trainspotting”, a continuação do clássico britânico de 1996, e a prévia é toda focada na passagem desse tempo. Com o mesmo clima de sexo, drogas e música eletrônica dos anos 1990, o vídeo convida às inevitáveis comparações, entremeando imagens do filme original e cenas da produção atual, que escancaram como os atores envelheceram bastante. O ponto de partida é a volta de Renton (Ewan McGregor), após duas décadas em Amsterdã, completamente desintoxicado, reencontrando Sick Boy (Jonny Lee Miller), Spud (Ewen Bremner) e Begbie (Robert Carlyle) nas mesmas vidinhas de Edimburgo. Além deles, o diretor Danny Boyle e o roteirista John Hodge, que fizeram a adaptação do romance original de Irvine Welsh, também retornam à produção, que teve uma première bastante elogiada no Festival de Berlim. A estreia no Brasil está marcada para 23 de março

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  • Série

    Vilão de Harry Potter será o capitão de Star Trek: Discovery

    7 de março de 2017 /

    O ator Jason Isaacs, que viveu o vilão Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter” e foi visto mais recentemente na série “The OA”, foi contratado para viver o capitão da nave Discovery, na nova série do universo “Star Trek”. Seu personagem será o Capitão Lorca e sua escalação contradiz uma entrevista do antigo showrunner da produção, Bryan Fuller (série “Hannibal”), que em agosto afirmou que “Star Trek: Discovery” seria centrada numa protagonista feminina e não teria capitão. Desde então, Fuller saiu da produção – ou foi saído – para se concentrar em outros projetos e tudo pode ter mudado. Mas qualquer afirmação a esta altura é pura conjectura. O fato de a série ainda estar escalando seu elenco condiz com o clima tumultuado que parece existir em seus bastidores. Além da saída de Fuller, a atração teve estreia adiada duas vezes e ninguém assume a responsabilidade de dizer quando ela poderá ser vista. Isaacs vai se juntar a um elenco que já tem confirmadas as participações de Sonequa Martin-Green (a Sasha de “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”) e James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai de Spock – além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), intérpretes de klingons. “Star Trek: Discovery” será a primeira série da franquia em mais de dez anos e foi concebida por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”).

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  • Filme

    Filmagens de Maze Runner: A Cura Mortal são retomadas após um ano

    7 de março de 2017 /

    A produção do capítulo final da trilogia “Maze Runner” foi retomada nesta semana, após hiato de um ano. O autor dos livros, James Dasher, publicou duas imagens do reencontro do elenco em seu Instagram, registrando a volta de Dylan O’Brien, recuperado do grave acidente que causou a interrupção das filmagens de “Maze Runner: A Cura Mortal”. O acidente aconteceu em 18 de março de 2016, quando o protagonista filmava uma cena preso no teto de um carro em movimento. Ele acabou arremessado para o alto e atingido por outro automóvel, quebrando vários ossos. O ator foi levado às pressas para um hospital da região e ficou vários dias internado. Com o atraso no cronograma original, o longa também ganhou nova data de estreia. Ele será lançado apenas em janeiro de 2018, exatamente 11 meses após a previsão original. Com direção de Wes Ball, responsável pelos dois primeiros longas da franquia, o filme que encerra a trilogia traz o personagem de O’Brien em busca da cura para uma doença fatal e misteriosa, que dizima os sobreviventes de um futuro distópico. Please, Tommy, please…. pass the salt. Good to see these guys back together!!! #DeathCure Uma publicação compartilhada por James Dashner (@dashnerjames) em Mar 6, 2017 às 2:28 PST Look at these beautiful people, ready to start filming #TheDeathCure in Cape Town. Uma publicação compartilhada por James Dashner (@dashnerjames) em Fev 25, 2017 às 3:23 PST

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  • Série

    Astro de Two and a Half Men planeja volta à TV em nova série de comédia

    7 de março de 2017 /

    O ator Jon Cryer, que marcou época no papel de Alan Harper em 12 temporadas de “Two and a Half Men” (2003–2015), está planejando sua volta à televisão. Ele vai protagonizar o piloto de “Losing It”, em desenvolvimento para a rede americana ABC. De acordo com informações do site The Hollywood Reporter, o projeto vai girar em torno de três irmãos adultos e seus pais, que estão perdendo tudo em suas vidas, desde casamentos até a sanidade mental. Cryer será Andy, um acupunturista de sucesso que recorreu à filosofia oriental para conseguir lidar com sua família insana. Ele é obcecado por controle, e sempre acha que pode consertar absolutamente tudo, exceto talvez seu casamento. O roteiro e a produção executiva são de DJ Nash (criador das séries “Growing Up Fisher” e “Truth Be Told”, ambas canceladas na 1ª temporada), e o piloto será dirigido por Julie Anne Robinson (do filme “A Última Música”). Desde o fim de “Two and a Half Men”, em fevereiro de 2015, Cryer fez breves participações em “NCIS”, “The Ranch” e “Lady Dynamite”. Caso o piloto seja aprovado, “Losing It” marcará seu primeiro papel regular em dois anos.

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  • Filme

    Uma Thurman vai encontrar serial killer em novo filme de Lars Von Trier

    7 de março de 2017 /

    A atriz Uma Thurman vai voltar a trabalhar com Lars Von Trier, após a parceria em “Ninfomaníaca” (2013). Seu papel não foi divulgado, mas não é difícil imaginar seu destino na trama, uma vez que o novo filme do cineasta, “The House That Jack Built”, é sobre um serial killer. O personagem será vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). O elenco também inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o serial killer enquanto ele “tenta criar sua última obra”. As filmagens vão acontecer em Trollhätan (Suécia) e Copenhague (Dinamarca) a partir deste mês e a estreia é esperada apenas para 2018.

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  • Série

    Record vai produzir minisséries sobre os grandes vilões da Bíblia

    7 de março de 2017 /

    A rede Record planeja produzir minisséries baseadas no conceito “Os Grandes Vilões da Bíblia”. Segundo a coluna de Flávio Ricco no UOL, a estreia acontecerá com a produção de “Jezabel – A Rainha Má”, em 10 episódios previstos para 2018. A sinopse apresentada pela autora Cristianne Fridman (das novelas “Vidas em Jogo”, “Vitória” e “Chamas da Vida”) já teria sido aprovada. Ela vai estrear no filão bíblico da emissora com a minissérie “O Rico e Lázaro”, que começa a ser exibida na próxima segunda (13/3). Entre as outras tramas discutidas, estariam as histórias de Judas e Caim. A produção de minisséries sobre vilões bíblicos segue o sucesso das novelas e séries de heróis da Bíblia, que reforçam o caráter religioso da teledramaturgia do canal.

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  • Série

    Crossover musical de Supergirl e The Flash ganha primeiro teaser

    7 de março de 2017 /

    A Warner Bros Entertainment divulgou o primeiro teaser do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. A prévia mostra alguns números de dança e confirma que a atração terá ambientação nos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. A primeira parte será exibida em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, e a conclusão acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.

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    Patrulha ideológica faz ator de Punho de Ferro sair do Twitter

    7 de março de 2017 /

    O ator Finn Jones, que interpreta o papel-título da vindoura série de super-heróis “Punho de Ferro”, sofreu assédio de um patrulheiro ideológico no Twitter por não ser asiático como “deveria ser” o herói. A discussão se estendeu por horas no fim de semana e inspirou o ataque de outros trolls, levando o ator a deletar provisoriamente seu perfil na rede social. A discussão começou quando Jones citou o ator Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”), que compartilhou um link de uma palestra sobre a importância da representatividade étnica no cinema. O intérprete de Punho de Ferro acrescentou que “representatividade é importante”. E não demorou para que alguém o confrontasse a respeito da sua própria escalação para o papel na série. Bombardeado, Finn tirou sua conta do ar por 24 horas. Ao retornar, ele deu a seguinte explicação: “Existe um grande benefício de se engajar em conversações nas mídias sociais, especialmente quando se trata de dar voz para questões sociais. Minha intenção original era de amplificar o discurso feito por Riz Ahmed na Câmara dos Comuns do Reino Unido. Foi um discurso muito importante e articulado de representação com o qual eu totalmente concordo. Depois de publicar, eu fui inundado de acusações de pessoas dizendo que eu não tinha permissão de compartilhar a voz dele, baseado na presunção de que nossa série irá ampliar os problemas da má representação racial. Eu abordei isso educadamente, diplomaticamente e tentei servir como ponte para encerrar essa divisão. Eu estou atualmente no meio das gravações [dos ‘Defensores’] e preciso me manter concentrado em trazer este personagem à vida sem julgamento, então eu decidi me retirar do Twitter por um tempo.” O ataque sofrido pelo ator, porém, não faz sentido do ponto de vista dos quadrinhos em que a série se baseia. Nas revistas da Marvel, Danny Rand, a identidade de Punho de Ferro, é um jovem americano loiro, resgatado de um acidente no Himalaia, que treina com monges numa cidade mística para adquirir suas habilidades nas artes marciais e dominar o poder que acaba por batizá-lo. Mas as adaptações de quadrinhos têm tomado liberdades para incluir uma maior diversidade racial, com a justificativa de que isso não era refletido nas publicações originais. O próximo filme do Homem-Aranha, por exemplo, trará diversos atores negros em papéis que eram de brancos nos quadrinhos. Diante disso, chegou a existir um movimento para que Punho de Ferro virasse asiático na série, justificando a mudança com o fato de a etnia do personagem não ser fundamental para a manifestação dos seus poderes e que a história podia soar mais poderosa a partir de uma perspectiva oriental. Afinal, o enredo da trama perpetua alguns estereótipos de Hollywood, destacando um homem branco que treina lutas orientais e se torna melhor do que seus professores asiáticos. A história da série não é essa, mas pouco importa para a polêmica. O fato é que esse questionamento fez o patrulheiro se sentir com autoridade moral para protestar contra a escalação de Jones, atacando o ator por ser loiro como o personagem e não asiático como a série deveria retratá-lo. “Por favor, não faça suposições sobre a nossa série antes de assisti-la. A caracterização de Danny Rand pode ter permanecido fiel ao seu material de origem, mas a nossa série incorpora e comemora atores de todas as origens étnicas”, Jones ainda tentou argumentar. Talvez o patrulheiro nunca tenha aberto uma página de quadrinhos na vida e não saiba que a série introduz a primeira heroína asiática da Marvel, Coleen Wing, vivida por outra atriz de “Game of Thrones”, Jessica Henwick – que, a propósito, é tão inglesa quanto Finn, apesar das feições orientais. E ela é que é a melhor lutadora dos quadrinhos originais. Mas tudo pode ser resumido numa simples questão: por que transformar o herói loiro em oriental, se já há um personagem inteiramente asiático nos quadrinhos da Marvel – Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu? Não faria mais sentido pressionar por uma série para o herói? A trama renderia uma belíssima produção de espionagem e ação internacional, envolvendo inclusive o maior vilão asiático da literatura (ocidental), Fu Manchu. Cadê a campanha pela série do Mestre do Kung Fu? Enquanto ninguém se manifesta com petições a favor do Mestre do Kung Fu, a série do Punho de Ferro estreia em 17 de março na Netflix.

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  • Etc

    Hugh Jackman faz vídeo de agradecimento aos fãs por “17 anos incríveis” como Wolverine

    7 de março de 2017 /

    Ainda sob a grande emoção de encerrar sua trajetória como o mutante Wolverine, o ator Hugh Jackman publicou um vídeo em seu Instagram para agradecer aos fãs pelo apoio ao longo dos “17 anos incríveis” em que viveu o personagem no cinema. Para evidenciar sua ligação com o público, o vídeo reúne diversas ilustrações feitas por fãs sobre “Logan”, o último filme de Wolverine, ao som da gravação de “Hurt”, de Johnny Cash, usada no primeiro trailer da produção. “Logan” chegou aos cinemas brasileiros em 2 de março e arrebentou nas bilheterias, faturando mais de R$ 25 milhões para se tornar a maior estreia do ano no país. O filme também se consagrou nos EUA, onde teve a maior estreia de toda a franquia solo do super-herói mutante. Thank you. HJ Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Mar 5, 2017 às 10:35 PST

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  • Filme

    Logan registra maior estreia da Fox em todos os tempos no Brasil

    7 de março de 2017 /

    A Fox Filme do Brasil informou que “Logan”, o filme de despedida de Hugh Jackman do personagem Wolverine, repetiu no Brasil o desempenho visto mundialmente, superando as estimativas iniciais do mercado. “Logan” teria faturado R$ 28 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição no país, R$ 3 milhões a mais que o estimado. Graças a isso, o longa registrou novos recordes nacionais. “Logan” já tinha sido destacado como maior estreia do ano no país. Mas agora também é oficialmente a maior estreia da história da Fox no Brasil. O recorde anterior pertencia a outro lançamento para maiores de 16 anos, “Deadpool”, que faturou R$ 25,1 milhões e levou 1,7 milhão de espectadores aos cinemas no ano passado. Em sua abertura, “Logan” foi visto por 1,8 milhões. Para completar, o filme ainda quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia em 2D no Brasil. Apenas filmes com exibição em 3D e ingressos mais caros faturaram mais que ele em estreias nacionais. A revisão mundial das bilheterias da produção, que superaram todas as estimativas, também renderam outros recordes, como maior estreia internacional de um filme com classificação etária “R” (acima de 17 anos nos EUA) em todos os tempos. Saiba mais detalhes aqui.

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