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  • Filme

    Diretora de Persépolis vai filmar cinebiografia de Marie Curie, primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel

    22 de fevereiro de 2017 /

    A diretora iraniana Marjane Satrapi, indicada ao Oscar de Melhor Animação por “Persepolis” (2007), irá dirigir a cinebiografia de Marie Curie, primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel. Não apenas uma vez, mas duas vezes e em áreas distintas: Física em 1903 e Química em 1911. O filme será uma adaptação do livro “Radioactive: Marie & Pierre Curie: A Tale of Love and Fallout”, de Lauren Redniss, que conta a história de Marie Curie e suas descobertas científicas, sob o prisma de seu casamento com Pierre, além de acompanhar os efeitos transformadores de sua descoberta do rádio, elemento químico altamente radioativo, que impactou a ciência do século 20. Nascida na Polônia em 1867, Marie se mudou para a França em 1891 e casou com Pierre em 1895. Eles desenvolveram juntos a teoria da radioatividade e técnicas para isolar isótopos radioativos. Além disso, descobriram dois elementos químicos, polônio e rádio. Estas descobertas deram início a uma nova era científica e tecnológica, que culminou, décadas depois, com a criação da energia nuclear. Intitulado “Radioactive”, o filme deverá abranger a influência de suas descobertas, pois Satrapi afirmou, no comunicado sobre o projeto, que o filme “não é apenas um resumo da vida dessa mulher excepcional. Ele conta a história da radioatividade desde sua descoberta até hoje”. O roteiro do filme será escrito pelo inglês Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers”) e os atores devem ser definidos em breve, para as filmagens acontecerem no outono do hemisfério norte. O comunicado não especifica se a obra será falada em inglês. Depois de “Persépolis”, Satrapi filmou três filmes com atores, dois deles em francês e um em inglês, estrelado por Ryan Reynolds (“As Vozes”, de 2014). Ela está atualmente envolvida na antologia “Berlin, I Love You”, coleção de curtas sobre a cidade de Berlim, ao estilo de “Rio, Eu Te Amo” (2014).

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  • Música

    A Bela e a Fera: Emma Watson canta música tema de sua personagem, agora com legendas

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou a versão legendada do trecho de “A Bela e a Fera” em que Emma Watson solta sua voz, cantando a música tema de sua personagem, “Belle”. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Tom Hanks vai estrear como escritor com sua primeira coleção de contos

    22 de fevereiro de 2017 /

    O ator Tom Hanks vai iniciar uma nova carreira, aos 60 anos. Ele vai estrear como escritor de livros com o lançamento da coleção de contos “Uncommon Type: Some Stories”. A obra será lançada nos Estados Unidos e na Inglaterra em outubro, com 17 histórias escritas pelo astro de Hollywood. O livro está em produção desde que Hanks publicou uma crônica na revista New Yorker em 2014. A história chamou a atenção do editor-chefe da editora Alfred A Knopf, Sonny Mehta. “Fiquei impressionado com sua voz notável e seu comando como escritor. Eu esperava que pudesse haver mais histórias. Felizmente, para os leitores, havia”, ele explicou ao jornal inglês The Guardian. Estimulado pelo editor, Hanks começou a escrever o livro em 2015. “Nos dois anos de trabalho, eu fiz filmes em Nova York, Berlim, Budapeste e Atlanta e escrevi nos sets de todos eles. Escrevi nas férias, em aviões, em casa e no escritório”, disse o ator em um comunicado oficial. Apesar de independentes entre si, os contos compartilham um tema que reflete uma paixão pessoal do ator: máquinas de escrever. Cada história do livro envolve de alguma maneira uma dessas máquinas, hoje em dia cada vez mais raras e menos utilizadas. Segundo o editor adiantou, as páginas de “Uncommon Type” incluirão “uma história sobre um imigrante que chega em Nova York depois que sua família e sua vida foram destruídas pela guerra civil de seu país; outro sobre um homem que faz um jogo perfeito, se tornando a mais nova celebridade da ESPN; outro sobre um bilionário excêntrico e seu fiel assistente executivo em busca de algo maior na América; e a vida imprudente de um ator.”

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  • Etc

    Vídeo mostra momento em que Harrison Ford quase provocou um acidente aéreo

    22 de fevereiro de 2017 /

    O site americano TMZ divulgou um vídeo que registra o quase-acidente aéreo provocado por Harrison Ford no último dia 14 de fevereiro. O ator pilotava seu avião particular quando pousou na pista errada do aeroporto John Wayne, na Califórnia, passando por cima de outra aeronave, que taxiava com mais de 100 passageiros a bordo. De acordo com a NBC News, que deu primeiro a notícia, nas instruções passadas pelos controladores, ele deveria se dirigir à pista 20-L. Mas se confundiu e desceu em uma pista de apoio logo ao lado, usada por aeronaves que estão taxiando. Assim que percebeu a outra aeronave, Ford teria perguntado no rádio se “era para esse avião estar embaixo de mim?” Foi quando os controladores informaram que ele pousou na pista de apoio, não na principal. De acordo com a FAA (Federal Aviation Administration), órgão que regula a aviação nos EUA, pousar na pista de apoio é uma violação de segurança. A FAA investiga o incidente e o ator pode receber uma punição, que pode ser branda como uma ou grave, como a perda da licença para pilotar. A FAA afirmou que não houve erro por parte dos controladores. Eles passaram a instrução correta a Ford que a repetiu em seguida, num procedimento típico de qualquer voo. Este não é o primeiro incidente aéreo em que Ford se envolve. Em 2015, o avião que ele pilotava caiu em um campo de golfe dos EUA, devido a uma pane no motor pouco após a decolagem. Na ocasião, sua ação foi aprovada pelos peritos, que constataram que o ator conseguiu realizar uma manobra difícil, evitando se chocar contra uma árvore. Como consequência do pouso de emergência, o ator quebrou um braço e sofreu pequenos machucados na cabeça.

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  • Filme

    Próximo filme de Martin Scorsese será distribuído pela Netflix

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix vai lançar o próximo filme de Martin Scorsese. A plataforma de streaming adquiriu os direitos de “The Irishman”, um projeto que voltará a reunir o cineasta e Robert De Niro. Os dois não filmam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto estava em desenvolvimento no estúdio Paramount Pictures, mas com a recente saída do presidente da companhia, Brad Grey, o cineasta preferiu buscar uma alternativa. Estima-se que filme custará US$ 100 milhões, uma quantia elevada após a última parceria entre o cineasta e o estúdio, o filme “Silêncio”, ter fracassado nas bilheterias. Superprodução que não teve o orçamento divulgado, “Silêncio” fez apenas US$ 7 milhões nos EUA. “O filme de Scorsese é arriscado e a Paramount não está em condições de assumir riscos. Desta forma, ele pode fazer o projeto que quiser”, indicou uma fonte com conhecimento do acordo ao site. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian criado a partir do livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, que detalha a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana, supostamente envolvido na morte do sindicalista Jimmy Hoffa. A ideia é que “The Irishman” tenha também Al Pacino e Joe Pesci no elenco. O fato de um diretor da estatura de Scorsese lançar um filme diretamente pela Netflix deve acender alguns alertas no parque exibidor. Woody Allen também está filmando para uma plataforma de streaming, a Amazon. Que, por sinal, concorre ao Oscar com a produção de “Manchester à Beira-Mar” e disponibilizou nos EUA “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, um dos favoritos ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

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  • Etc

    David Cassidy, da série clássica Família Dó Ré Mi, está com demência

    22 de fevereiro de 2017 /

    O ex-ídolo adolescente David Cassidy, que se tornou conhecido pela série “Família Dó Ré Mi”, revelou que está sofrendo de demência. Ele assumiu a doença um dia após apresentações na Califórnia durante as quais esqueceu letras e pareceu cair do palco, preocupando os fãs. Atualmente com 66 anos, ele disse à revista People que está lutando contra a doença, que também afetou sua mãe. “Eu estava em negação, mas parte de mim sempre soube que isso iria acontecer”, contou ele à publicação. Cassidy disse à People que a partir de agora deixaria de excursionar como músico para se dedicar à sua saúde. “Quero me concentrar no que sou, em quem eu sou e como tenho sido, sem quaisquer distrações”, afirmou. “Quero amar. Quero aproveitar a vida.” O agente do artista confirmou a doença, mas não deu maiores detalhes. Na época da série, nos anos 1970, Cassidy chegou a emplacar hits nas paradas de sucessos, como “Cherish” e “I Think I Love You”, e fez meninas suspirarem como as fãs de Harry Styles hoje em dia. Mas nos últimos anos precisou lutar contra a bebida e problemas financeiros. Ele foi preso três vezes por dirigir alcoolizado entre 2010 e 2014 e foi obrigado a passar por uma desintoxicação, devido a uma sentença. Há dois anos, também precisou leiloar sua casa na Flórida depois de pedir falência. Relembre abaixo um dos maiores hits de David Cassidy, da época da série clássica.

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  • Filme

    Seijun Suzuki (1923 – 2017)

    22 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o diretor Seijun Suzuki, um dos mais influentes cineastas japoneses dos anos 1960. Ele ganhou projeção mundial pelo filme que causou sua maior decepção, “A Marca do Assassino” (1967), que o levou a ser demitido pelo estúdio Nikkatsu. O diretor faleceu em Tóquio, em 13 de fevereiro, devido a uma doença pulmonar obstrutiva crônica. Seijun Suzuki fez cerca de 40 filmes para o estúdio Kikkatsu, entre 1954 e 1967, geralmente focando a vida violenta de marginais. A lista inclui clássicos como “Portal da Carne” (1964), sobre prostitutas que se aliam para trabalhar sem cafetões após a 2ª Guerra Mundial, “História de uma Prostituta” (1965), acompanhando uma prostituta no front da guerra, “A Vida de um Tatuado” (1965), focado num matador da Yakuza traído pela própria gangue, e “Tóquio Violenta” (1966), sobre o submundo do crime. Estes quatro filmes estão disponíveis em DVD no Brasil, num pack sob o título “A Arte de Seijun Suzuki”. Mas sua obra-prima é mesmo “A Marca do Assassino”, em que um matador fetichista falha num trabalho e se torna alvo de um assassino mais letal. Estilizadíssimo, fracassou nas bilheterias e não foi compreendido pelo estúdio, que simplesmente o demitiu. Mas o filme logo se tornou objeto de culto e devoção de cinéfilos obcecados pela era mod e pelas origens do cinema ultraviolento. O diretor não aceitava fazer filmes comuns, após ter desenvolvido, progressivamente, uma marca própria, em parceria com o designer de produção Takeo Kimura. Caracterizados por um visual surrealista, atuação de influência Kabuki, cores fortes e cenas de ação que pareciam extraídas de uma paisagem de sonhos, os longas que ele dirigiu nos anos 1960 se tornaram tão distintos que eram referidos como exemplos do “estilo Suzuki” de cinema. Sem aceitar a demissão, Suzuki entrou na justiça contra o estúdio e acabou conseguindo um acordo extrajudicial, mas, em contrapartida, foi banido da indústria cinematográfica japonesa por mais de uma década. Ele só voltaria a trabalhar em 1980 e fazendo terror. O detalhe é que, a esta altura, seu cinema tinha sido descoberto pelo Ocidente e seu retorno era tão esperado que “Zigeunerweisen”, seu terror surreal, foi exibido no Festival de Berlim. Para pavimentar de vez sua volta, a própria Academia Japonesa decidiu premiar o longa. Suzuki continuou dirigindo histórias de fantasmas e até um anime, mas não esqueceu de “A Marca do Assassino”, sua assombração pessoal. Em 2001, ele filmou “Pistol Opera”, um remake do filme de 1967, que foi premiado pelo experimentalismo visual no Festival de Brisbane. A influência do “estilo Suzuki” é marcante em filmes de cineastas tão distintos quanto o americano Quentin Tarantino e o chinês Wong Kar-wai. Mas até o diretor indie Jim Jarmusch prestou homenagem ao mestre japonês, citando referências de “A Marca do Assassino” em seu único filme de ação “Ghost Dog” (1999). Veja abaixo o trailer original de “A Marca do Assassino” e um vídeo da distribuidora Versátil sobre os demais filmes de sua carreira.

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  • Série

    Punho de Ferro ganha trailer comentado que resume a origem do novo herói das séries da Marvel

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou uma espécie de trailer comentado de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. A prévia inclui apenas cenas inéditas, que são narradas e detalhadas pelo intérprete do novo herói, Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”). A prévia segue muito de perto a história dos quadrinhos, resumindo como Danny Rand (Jones) virou o Punho de Ferro. Embora pule a parte do treinamento árduo, o vídeo resume a tragédia que matou seus pais e o deixou órfão ainda criança, no Himalaia. Ele só não morreu porque foi resgatado por monges de uma cidade mística que lhe ensinaram artes marciais. O detalhe é que Danny não aprendeu apenas kung fu nos 15 anos em que ficou desaparecido, como mostram seus socos que brilham e arremessam portas de aço à distância. Mais obscuro dos quatro heróis que compõem o universo Marvel da Netflix, Punho de Ferro é, entretanto, o que tem uma história de origem mais bem-acabada, que se mescla numa trama de vingança, conforme ele ressurge, já adulto, para buscar o que lhe pertence: a empresa criada por seu pai e atualmente dirigido pelo sócio responsável pela morte de sua família, Harold Meachum. A trama tem até elementos de soup opera, como os herdeiros do vilão que podem ou não ser boa gente, especialmente a filha, Joy Meachum, possível interesse romântico ou inimiga de Danny. É Shakespeare com kung fu e novela, conforme delineado na trama original dos quadrinhos, escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane. De quebra, a história ainda introduz Colleen Wing, uma das principais personagens asiáticas da Marvel, mestre das artes marciais que se alia a Danny em sua luta contra a família Meachum. A adaptação foi desenvolvida por Scott Buck (ex-showrunner de “Dexter”) e o elenco destaca Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) como Colleen Wing, Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum, Jessica Stroup (série “The Following”) como Joy Meachum e David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como Harold Meachum. A produção também inclui Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, em sua quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth, vista em “Jessica Jones”. “Punho de Ferro” vai estrear em 17 de março com 13 episódios.

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  • Série

    Gravações de Game of Thrones no inverno islandês acontecem a 25 graus abaixo de zero

    22 de fevereiro de 2017 /

    O inverno chegou com tudo em “Game of Thrones”. A ideia dos produtores de retardar as gravações para aproveitar a neve do inverno europeu está fazendo o elenco sofrer com um inverno severo na Islândia. Segundo a coluna Page Six, do jornal New York Post, os atores Kit Harington (Jon Snow), Liam Cunningham (Davos Seaworth), Joe Dempsie (Gendry), Rory McCann (Sandor) e Kristofer Hivju (Tormund Giantsbane), entre outros, estão enfrentando ventos de 160 km/h e um frio de nada menos que 25 graus negativos. A fonte da publicação descreve que “a luz do dia é escassa, durando apenas cinco ou seis horas, e superjipes são necessários para trazer equipamentos”. Além disso, os atores são vestidos e maquiados em hotéis e levados para o local das filmagens 90% prontos (para evitarem mais exposição às péssimas condições climáticas), enquanto abrigos, durante os intervalos, são oferecidos em formas de tendas russas, que têm aquecimento interno e podem suportar a forte ventania. Ainda de acordo com o informante, os ventos, como era de esperar, dificultam as gravações das cenas, o que obrigam os atores a literalmente “gritarem” um com o outro para um bom entendimento dos diálogos entre seus personagens. O site acredita que uma das sequências filmadas na região envolve uma missão da Patrulha da Noite ao norte da Muralha. Ironicamente, apesar do frio intenso, há falta de neve em certos locais de planície, o que atrapalha o plano original de apresentar um cenário totalmente enevado. A 7ª temporada de “Game of Thrones” terá apenas sete episódios, que estão programados para julho no canal pago HBO.

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    Primeiras fotos do set de Robin Hood traz cruzados e beijo na filha de Bono Vox

    22 de fevereiro de 2017 /

    Surgiram as primeiras fotos do set de filmagem de “Robin Hood”, nova produção sobre lendário herói britânico, que traz Taron Egerton (“Kingsman: Serviço Secreto”) no papel principal. As imagens registram o elenco em trajes de cruzados e até um beijo entre Egerton e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”). A filha do cantor Bono Vox interpreta Lady Marian. No elenco, ainda estão Jamie Foxx (“Django Livre”) como João Pequeno, Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck e Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham Sob a direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), o novo longa mostrará o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a Floresta de Sherwood repleta de corrupção e maldade. A estreia está marcada para maio de 2018.

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    Descendentes 2 ganha pôster, foto e vídeo centrados nos novos filhos de vilões da Disney

    22 de fevereiro de 2017 /

    O Disney Channel divulgou uma foto, um pôster e um vídeo do telefilme “Descendentes 2” para destacar os novos filhos de vilões da história. As imagens registram Uma (China Anne McClain, da série “Programa de Talentos”), filha da Úrsula, Harry Hook (o novato Thomas Doherty), filho do Capitão Gancho, e Gil (Dylan Playfair, de “Se Eu Tivesse Asas”), filho do Gastão. Eles irão causar confusões para Jay (Booboo Stewart), Evie (Sofia Carson), Mal (Dove Cameron) e Carlos (Cameron Boyce), que abandonaram as maldades de seus pais (Jafar, Rainha Má, Malévola e Cruella De Vil) e se tornaram amigos do Príncipe Ben (Mitchell Hope), filho da Bela e da ex-Fera. A franquia se passa num reino idílico, após o príncipe herdeiro oferecer uma chance de redenção para os filhos dos maiores antagonistas dos contos de fadas, que foram presos em uma ilha com todos os vilões, ajudantes, madrastas e meia-irmãs malvadas. E ao passar a frequentar a escola ao lado dos filhos da Fada Madrinha, Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan, os jovens decidem romper com seus pais vilões, abraçando a oportunidade de se tornarem pessoas boas. O problema é que a nova classe de “Descendentes 2” não pretende ser tão cooperativa. Novamente escrito por Sara Parriott e Josann McGibbon e dirigido por Kenny Ortega, “Descendentes 2” vai estrear na temporada de verão dos EUA, entre maio e agosto.

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    Vídeo legendado destaca o elenco e a grandiosidade dos bastidores de A Bela e a Fera

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores de “A Bela e a Fera”, em que o diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o elenco estelar falam sobre a grandiosidade da produção e a motivação para criar uma versão com atores de um clássico animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) no papel de Bela e Dan Stevens (série “Legion”) no papel da Fera, o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Vilão de Game of Thrones é primeiro ator confirmado na série dos Inumanos

    22 de fevereiro de 2017 /

    A Marvel e a rede ABC anunciaram o primeiro ator contratado para o elenco de sua nova série de super-heróis, “Inhumans”, sobre os poderosos Inumanos dos quadrinhos. E é ninguém menos que Iwan Rheon, conhecido do grande público por ter interpretado o sádico Ramsay Bolton em quatro temporadas de “Game of Thrones”. Curiosamente, Rheon já teve a experiência de interpretar um personagem que era uma espécie de super-herói: o encapuzado Simon da série britânica “Misfits”. Mas em “The Inhumans” viverá um personagem mais parecido com Ramsay, assumindo o papel de Maximus. Enquanto a maioria dos sites incorporou simplesmente a descrição oficial divulgada pela rede ABC (“personagem charmoso, inteligente e devotado ao povo de Attilan e ao seu irmão”), o Maximus dos quadrinhos é um vilão sádico e enlouquecido, que faz de tudo para tomar o trono de Atillan de seu irmão, o herói Raio Negro, rei dos Inumanos. “A capacidade de Iwan de ser charmoso, engraçado e completa e inesperadamente perigoso preenche todos os requisitos que precisávamos para trazer o personagem à vida. Estamos felizes por tê-lo a bordo”, disse o chefe da Marvel TV, Jeph Loeb, em comunicado. A série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck, que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix, e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.

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