Próximo filme da franquia Cloverfield já estaria sendo produzido
A franquia “Cloverfield” pode já estar prestes a ganhar um novo filme. De acordo com o site The Wrap, o projeto “God Particle”, produzido em segredo por JJ Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), seria incorporado à franquia para expandir ainda mais o universo de monstros gigantes e alienígenas revelados nos dois primeiros filmes. Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”), o roteiro acompanha um grupo de astronautas que faz uma descoberta, chocante que muda o entendimento deles sobre a realidade. O filme já tem elenco, formado por David Oyelowo (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Elizabeth Debicki (“O Agente da U.N.C.L.E.”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) e Chris O’Dowd (“Missão Madrinha de Casamento”). Assim como nos dois filmes anteriores da franquia “Cloverfield”, o novo será dirigido por um jovem promissor, Julius Onah (“The Girl Is in Trouble”). A estreia está marcada para 24 de fevereiro de 2017 nos EUA. Tem mais. Ainda segundo o site The Wrap, “God Particle” não apenas será o terceiro “Cloverfield” como Abrams estaria planejando lançar um filme por ano desse mundo compartilhado de monstros gigantes. O detalhe é que nem a produtora Bad Robot, de Abrams, nem o estúdio Paramount, responsável pela distribuição dos filmes, confirmam as informações.
Silêncio: Novo filme de Martin Scorsese ganha fotos oficiais
“Silêncio”, o novo filme de Martin Scorsese, ganhou sete fotos oficiais, que destacam o elenco e o período da trama, além de registrar uma imagem do próprio diretor. Adaptação do romance homônimo de Shusaku Endo, o filme acompanha padres jesuítas portugueses, que viajam ao Japão feudal para localizar seu mentor e espalhar o evangelho do cristianismo no século 17. Estrelado por Liam Neeson (“Busca Implacável”), Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”), o longa chegará aos cinemas americanos em 23 de dezembro, em distribuição limitada, visando atender as regras do Oscar. O lançamento mais amplo acontece em janeiro. A produção vem sendo desenvolvida por Scorsese dá décadas e a perspectiva de lançamento ou não neste ano era uma das grandes dúvidas em relação à disputa do Oscar 2017. Os dois últimos filmes do cineasta, “O Lobo de Wall Street” e “Hugo”, receberam um total de 16 indicações ao Oscar.
Roteiro inédito de Ingmar Bergman será filmado por uma de suas maiores inimigas
Um roteiro até então desconhecido, escrito pelo cineasta sueco Ingmar Bergman para uma antologia nunca concluída, que contaria também com obras do italiano Federico Fellini e do japonês Akira Kurosawa, finalmente vai sair do papel e virar filme, informou o jornal Dagens Nyheter. Intitulado “Sessenta e Quatro Minutos com Rebecka” e apontado como uma trama feminista, o roteiro foi escrito em 1969, mas a colaboração entre os lendários diretores não foi a frente. Por conta disso, texto ficou guardado até o início dos anos 2000, quando Bergman doou sua coleção para a fundação criada para preservar sua obra. A diretora que irá conduzir as filmagens, porém, talvez fosse vetada pelo próprio Bergman. Os dois eram inimigos declarados e se comportavam de forma hostil um com o outro até a morte do diretor, em 2007. Isto porque Bergman, apesar de seu cinema de grandes personagens femininas, era visto como tradicionalista e patriarcal, enquanto Suzanne Osten foi uma das fundadoras do movimento Grupo 8, coletivo feminista radical. Além disso, os dois também tiveram conflitos pessoais. A mãe de Suzanne, crítica de cinema e cineasta, havia trabalhado com Bergman em um de seus primeiros filmes, mas não conseguiu progredir numa indústria dominada por homens. O primeiro filme de Suzanne, “Mamma”, narra sua luta nesse meio, e retrata Bergman de forma pouco lisonjeira. Em 1990, quando lançou “The Guardian Angel”, Suzanne ganhou prêmios em vários festivais, mas não conseguiu nenhuma das oito estatuetas a que concorria no Festival de Glasgow. Bergman era o presidente do júri e ela atribui a ele sua derrota. Logo depois, a cineasta mandou uma longa carta atacando o diretor. Segundo Suzanne, Bergman teria dito a um amigo em comum para não trabalhar com ela. “Não chegue perto dela, eu vou dar um tiro nela”, teria dito o cineasta. O roteiro foi parar nas mãos de Suzanne de forma curiosa. E sem o seu envolvimento, talvez ele nunca fosse filmado. É que a ideia original se limitava à transformação do texto numa radionovela, a ser gravada em comemoração ao centenário de Bergman, em 2018. Como o diretor do departamento de drama da rádio nacional da Suécia, Sveriges Radio, era ex-aluno de Suzanne, ele ofereceu a tarefa de dirigir a versão radiofônica para a ex-professora, sem saber a fundo os problemas entre os dois cineastas. Contra todas as expectativas, Suzanne adorou o texto e decidiu ir além, adaptando a obra também para o cinema. “No começo, eu estava um pouco relutante”, contou a cineasta ao jornal The Guardian. “Eu tinha zero ideia do que era. E então eu fiquei muito entusiasmada quando li. Eu gritei na hora: uau! Ele foi feminista por 64 minutos!”. Muitos dos roteiros do cineasta sueco não chegaram a ser filmados, mas “Sessenta e Quatro minutos com Rebecka” se mantinha desconhecido mesmo dos mais dedicados estudiosos da obra do mestre sueco, segundo o Instituto Bergman. O roteiro finalmente se tornar conhecido por ocasião da radionovela, que irá ao ar no dia 6 de novembro. Já o lançamento do longa metragem está previsto para 2018, quando será comemorado o centenário de Bergman.
Dib Lutfi (1936 – 2016)
Morreu Dib Lutfi, um dos principais diretores de fotografia da história do cinema brasileiro. Ele faleceu nesta quarta-feira (27/10), aos 80 anos, informou o irmão dele, o músico Sergio Ricardo, no Facebook. Ele morava no Retiro dos Artistas desde 2011 e sofria de mal de Alzheimer. Segundo a instituição, o seu estado de saúde piorou no sábado, quando foi diagnosticada uma pneumonia. Ele foi internado no Hospital Vitória, na Barra, mas não resistiu. Responsável pelas imagens de mais de 50 filmes, Lutfi foi responsável por enquadrar grandes clássicos do Cinema Novo, sendo literalmente a mão que segurava a câmera, na famosa frase definitiva: “uma ideia na cabeça e uma câmera na mão”, de Glauber Rocha. Pioneiro no uso da câmera na mão no cinema brasileiro, ele chamou atenção de Glauber, que o convidou para trabalhar no clássico “Terra em Transe”, de 1967, como operador de câmera. Muito antes da invenção da steady cam, ele conduziu o espectador à vertigem sentida pelo personagem emblemático vivido por Jardel Filho apenas com a delicadeza de seus movimentos e um olhar apurado. O resultado foi uma revolução visual para os padrões do cinema nacional. “Ele era a própria steady cam. A câmera na mão já era utilizada no cinema americano e francês, mas ninguém fez melhor do que o Dib. E isso influenciou muito a estética do Cinema Novo”, disse Luiz Carlos Barreto, produtor e diretor de fotografia de “Terra em Transe”, em entrevista ao jornal O Globo. “Nenhum plano do filme foi feito com tripé, e isso facilitou muito o trabalho, porque poupava tempo. Operando a câmera, o Dib conseguia andar, subir escada e pular muro. Nunca houve alguém igual”. Lutfi nasceu em Marília, no interior de São Paulo, em 1936. No fim da adolescência se mudou para o Rio e, em 1957, começou a trabalhar como câmera da extinta TV Rio, onde o irmão, o compositor Sérgio Ricardo, trabalhava como ator. O recurso da câmera na mão foi adotado desde o primeiro filme em que trabalhou como diretor de fotografia, “Esse Mundo é Meu” (1964), dirigido pelo irmão. E aprofundou a técnica e a estética em outros filmes dos pioneiros do movimento cinemanovista. Trabalhou com Nelson Pereira dos Santos (em “Fome de Amor”, de 1968, e “Azyllo muito Louco”, de 1969, pelos quais ganhou o prêmio de Melhor Fotografia no Festival de Brasília), Arnaldo Jabor (“Opinião Pública”, de 1967, “O Casamento”, de 1975, e “Tudo Bem”, de 1978), Ruy Guerra (“Os Deuses e os Mortos”, 1970) e Cacá Diegues (“Os Herdeiros”, 1970, “Quando o Carnaval Chegar”, 1972, e “Joanna Francesa”, 1973), entre outros. “O Dib foi o maior diretor de fotografia do cinema brasileiro, ele inventou uma nova maneira de fazer isso, que permitiu a existência do nosso cinema”, resumiu Cacá Diegues. “Ele não era só um grande cameraman, função pela qual sempre é reconhecido, mas também um fotógrafo de muita imaginação, e muito capaz de fazer um grande filme com as circunstâncias pobres da produção brasileira da época”, recordou. Apesar de ter uma relação íntima com as câmeras, ele só apareceu uma única vez na frente delas, no documentário “Dib”, feito em 1997 por Marcia Derraik, sobre sua carreira. Seu último trabalho foi o filme “Profana”, de João Rocha, lançado em 2011.
Criador de Fringe vai produzir série limitada sobre o fim do mundo
A rede americana CBS anunciou a encomenda de “Salvation”, uma série limitada sobre o fim do mundo com produção de Alex Kurtzman, um dos criadores de “Fringe”. A série foi originalmente desenvolvida para a rede CBS em 2013 com roteiro de Matt Wheeler (“Hawaii Five-O”), mas só despertou interesse de verdade com o envolvimento de Kurtzman, e agora está sendo repaginada para servir como atração-evento da próxima temporada de verão. Um novo roteiro está sendo escrito por Liz Kruger e Craig Shapiro (ambos de “Necessary Roughness”), mas a premissa apocalíptica permanece a mesma. Na trama, um estudante e um especialista em tecnologia descobrem que um asteroide colidirá com a Terra e se unem a um membro do baixo escalão do Pentágono para descobrir uma forma de evitar a destruição do planeta e garantir o futuro da humanidade. A produção é da Secret Hideout, empresa de Kurtzman, em parceria com o CBS Studios, que cuidará da distribuição internacional.
Disney prepara nova série animada dos Muppets Babies
O canal pago americano Disney Junior anunciou a produção de uma nova série dos “Muppets Babies”, no formato de animação computadorizada. O visual da atração será este aí em cima, como os pequenos e alegres Muppets apresentados de forma “realista”. O visual é bem diferente da primeira série “Muppets Babies”, criada em 1984 com a ideia de acompanhar as aventuras de Caco, Fozzie, Miss Piggy, Gonzo e cia. enquanto eles bebês, brincando juntos em um berçário. A nova série vai manter a premissa e será voltada para crianças entre as idades de quatro e sete anos. A produção está sendo desenvolvida por Debbie McClellan, produtora da recente série live action dos Muppets, e o lançamento é previsto para 2018.
Aliados: Marion Cotillard e Brad Pitt vão à guerra em pôsteres e fotos
A Paramount Pictures divulgou os pôsteres (um deles, nacional) e fotos oficiais de “Aliados”, filme de espionagem de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). A produção acabou envolvida em fofocas, por conta do divórcio de Pitt. A suspeita de que os atores teriam se envolvido de verdade durante as filmagens, alimentada por tabloides, ainda que negada veementemente por Cotillard, pode ter impacto sobre o lançamento, alimentando a curiosidade do público, como aconteceu na época de “Sr. e Sra. Smith” (2005), que marcou o início do envolvimento entre Brad Pitt e Angelina Jolie. No filme, Pitt e Cotillard interpretam agentes secretos numa missão para eliminar um embaixador nazista, em Casablanca, durante a 2ª Guerra Mundial. Enfrentando o perigo, eles acabam se apaixonando. Mas após decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para os nazistas e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O elenco de “Aliados” também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia está marcada para 1 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Após vídeo eleitoral, Will & Grace pode voltar para valer na televisão
Após o reencontro do elenco original para um vídeo de propaganda eleitoral, “Will & Grace” pode acabar ganhando mesmo um revival na rede NBC. O site TV Line apurou que a emissora viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Vale ressaltar que o canal não confirmou a informação. Mas o elenco se divertiu muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. Durante as entrevistas que o reencontro rendeu, todos falaram que adorariam voltar com a série se tivessem oportunidade. O problema é a agenda dos atores. Atualmente, Eric McCormack está na nova série “Travelers”, que estreia no Netflix em dezembro, Debra Messing participa do remake de “Dirty Dancing”, que será exibido como especial musical de fim de ano na rede ABC, Megan Mullally tem diversos filmes em andamento, além de uma participação na vindoura antologia sci-fi “Dimension 404”, e Sean Hays, que virou um produtor de sucesso, atuará a seguir no especial “Hairspray Live!”, previsto para dezembro na rede NBC.
Série As Visões de Raven vai ganhar sequência no Disney Channel
A série juvenil “As Visões da Raven” (That’s So Raven), que revelou a atriz e cantora Raven-Symoné, ganhará uma sequência no Disney Channel. Raven-Symoné voltará ao elenco e também vai produzir a nova atração, anunciou o canal em comunicado. “As Visões da Raven” durou quatro temporadas, exibidas entre 2003 e 2007, e um total de 100 episódios, registrando recordes de audiência no canal. Tanto que, até hoje, é considerada uma das mais bem-sucedidas da Disney. A série acompanhava a adolescente Raven, que tinha visões do futuro e acabava se metendo num monte de trapalhadas por conta disso. Raven vai reprisar o papel-título no spin-off, mas agora como uma mulher divorciada com dois filhos pré-adolescentes, um dos quais herdou sua capacidade de prever o futuro. Atualmente, a atriz é uma das apresentadoras do talk-show “The View”, exibido pelo canal ABC. Ela deixará o programa e está prestes a se mudar de Nova York para Los Angeles para se dedicar ao novo projeto, segundo o Deadline. O piloto está sendo escrito e produzido por Scott Thomas e Jed Elinoff, mesma dupla responsável por “Amigas a Qualquer Hora” (Best Friends Whenever). Não há previsão de estreia para a nova atração, que também ainda não teve seu título oficial divulgado.
Jack O’Connell vai estrelar cinebiografia do estilista Alexander McQueen
O ator inglês Jack O’Connell (“Jogo do Dinheiro”) vai viver o estilista Alexander McQueen numa cinebiografia. Considerado o infant terrible da moda inglesa – ou o “holligan” do mundo fashion – , McQueen causou uma verdadeira revolução cultural ao assumir a grife Givenchy em 1996. Ele vestiu os maiores ícones do mundo pop, como Bjork, Beyoncé, Lady Gaga, Cameron Diaz, Cate Blanchett e até a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama. O auge de sua carreira foi o vestido de noiva de Kate Middleton, em seu casamento real com o príncipe William. Infelizmente, ele sofria de depressão. E com a morte da mãe, acumulada com grande pressão no trabalho, ele acabou cometendo suicídio em 2010. De acordo com a produtora Pathe, o filme vai explora o processo criativo de McQueen durante um período de seis meses, enquanto preparava a coleção outono/inverno de 2009. “A produção é uma celebração de um gênio visionário cujo design transcendeu a moda e se tornou arte”, informou o estúdio, em comunicado. As filmagens devem começar em 2017, com direção de Andrew Haigh, do premiado drama “45 Anos”, mas a data de lançamento ainda não está definida.
Sexta-Feira 13: Reboot da franquia já tem data para começar a ser filmado
O reboot da franquia de terror “Sexta-Feira 13” já tem cronograma de produção, com data para começar a ser filmado. Em entrevista ao site Collider, os produtores Brad Fuller e Andrew Form revelaram que o filme será rodado no segundo trimestre de 2017. “Encontramos a locação. Encontramos o lago, encontramos o acampamento. Encontramos um roteiro incrível, de Aaron Guzikowski (‘Os Suspeitos’). Breck Eisner (‘O Último Caçador de Bruxas’) dirigirá o filme. O filme será rodado no início da primavera”, os produtores disseram. A razão da demora para a retomada das matanças de Jason Voorhees foram questões burocráticas, porque os direitos pertenciam a dois estúdios, Warner e Paramount, e isto só se resolveu quando a Warner abriu mão de sua participação numa negociação para distribuir o filme “Interestelar” (2014), de Christopher Nolan. Quando isto foi solucionado, começaram as questões criativas. A Paramount achou que poderia reviver a franquia como um filme em estilo “found footage”, em que as vítimas registrariam Jason em câmeras amadoras. Os produtores foram contra, até que conseguiram convencer o estúdio de que isto jamais daria certo, porque é Jason quem vê as vítimas nos filmes, sem que elas saibam até ser tarde demais. Segundo os produtores, o roteiro de Guzikowski agradou a todos, o que foi uma grande vitória, e em breve começarão a escalar o elenco do longa-metragem.
Fragmentado: James McAvoy é psicopata de múltiplas personalidades em trailer legendado
A Universal Pictures divulgou o segundo trailer legendado de “Fragmentado” (Split), novo suspense escrito e dirigido por M. Night Shyamalan (“A Vila”). A prévia mostra James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) em clima de Norman Bates, como um psicopata de múltiplas personalidades, que rapta três garotas com propósitos sombrios. O elenco inclui Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”), Haley Lu Richardson (série “Ravenswood”) e Jessica Sula (série “Recovery Road”) como as garotas raptadas. A estreia está marcada para 27 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
3%: Primeira série brasileira do Netflix ganha trailer completo
A Netflix divulgou o trailer completo de “3%”, sua primeira série brasileira original. A prévia traz João Miguel (“Xingu”) anunciando o Processo que dará a 3% dos candidatos ao teste um lugar na sociedade perfeita desta distopia, e logo mostra alguns dos testes pelos quais os candidatos terão que passar, revelando os conflitos e o clima de vale tudo que toma conta dos jovens desesperados por uma chance. Curiosamente, o resultado final lembra mais a competição de um reality show que uma sci-fi distópica ao estilo de “Jogos Vorazes”. “3%” é uma série de ficção científica juvenil criada por Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), que teve seu piloto divulgado em 2011 no YouTube, antes de “Jogos Vorazes” lançar tendência. A trama retrata uma sociedade futurista dividida entre o progresso e a devastação. A história acompanha jovens que pertencem ao lado desfavorecido e querem tentar a sorte do outro lado, mas para isso precisam passar por um processo de seleção, e só 3% conseguem. No projeto original, isto embutia uma crítica ao vestibular e ao sistema de ensino. Mas a produção da série transformou o tema numa questão social mais ampla. Os sete episódios estreiam em 25 de novembro com direção do uruguaio Cesar Charlone (“Artigas, La Redota”), que foi indicado ao Oscar pela fotografia de “Cidade de Deus” (2002).












