Um Homem Só consegue ir além do pastiche da comédia fantástica
Bem como a maioria de nós, Arnaldo (Vladimir Brichta, de “Muitos Homens Num Só”) é um sujeito sufocado por um cotidiano banal, não encontrando em suas tarefas padronizadas algum respiro para repensar o que o importuna e qual a melhor maneira de agir. Os seus incômodos vão desde um casamento no piloto automático com Aline (Ingrid Guimarães, numa personagem ainda mais antipática que a Nena de “Um Namorado Para Minha Mulher”) até o emprego burocrático no qual o único alívio é a amizade com Mascarenhas (Otávio Muller, de “O Gorila”). Ao usar o banheiro privativo do seu trabalho, Arnaldo ouve uma conversa sobre uma clínica secreta capaz de clonar pessoas. O intento do procedimento é fazer com que a cópia assuma as funções do original enquanto este recebe uma segunda chance para viver uma outra possibilidade. A única regra é que as duas versões jamais devem se cruzar: caso infringida, a cópia deverá ser imediatamente eliminada e o original reassumir o seu posto. A princípio, Cláudia Jouvin, diretora de primeira viagem e roteirista com vasta experiência em produções televisivas e cinematográficas, parece fazer nada mais que um pastiche de comédia e fantasia, como “O Homem do Futuro” (2011) realizou com “De Volta ao Futuro” (1985). O teor fantástico da premissa se mostra sem qualquer complexidade e as coisas parecem rumar para um romance de pegada hipster com a entrada de Josie (Mariana Ximenes, “Uma Loucura de Mulher”), uma jovem tresloucada que trabalha em um cemitério de animais com a sua “tia” Leila (Eliane Giardini, de “Olga”), que é, na realidade, a ex-companheira de sua falecida mãe. Ledo engano. O diferencial de “Um Homem Só” já começa pelo tratamento visual e cenográfico. Premiado no penúltimo Festival de Gramado, o diretor de fotografia argentino Adrian Teijido (série “Narcos”) transforma uma cidade ensolarada como o Rio de Janeiro no ambiente mais lúgubre imaginável, algo que reverbera ainda mais com a direção de arte de Claudio Amaral Peixoto e Joana Mureb (que trabalharam juntos em “Qualquer Gato Vira-Lata”), conferindo no acúmulo de objetos nas residências de cada personagem um sentimento de apego por algo que já partiu, seja uma pessoa ou uma ambição de vida. Há também outra virtude em “Um Homem Só” e ela deve ser creditada totalmente à Cláudia Jouvin. A diretora e roteirista carioca tem um domínio de seu material, comprovado não somente pelas surpresas que prega na segunda metade do filme, mas principalmente ao não abrir nenhuma concessão no ato final. É como se Jouvin sustentasse o discurso de que não há mágica capaz de camuflar a nebulosidade de nossas escolhas. Um ceticismo em forma de um risco que vai fazer muita gente sair de cabeça baixa do cinema, mas que fortalece a nossa singularidade como indivíduos que não podem ser duplicados.
A Passageira embarca nas feridas abertas da América Latina
“A Passageira”, que dá título ao filme de Salvador del Solar no Brasil, é o nome do romance de Alonso Cueto (La Pasajera), o que põe em evidência uma mulher que toma um táxi e abala os sentimentos do motorista, que a partir daí passará a procurá-la, com a intenção de se redimir de um passado cheio de culpa. Esse homem é “Magallanes”, título original do filme peruano, que se centra, de fato, na figura desse personagem, que enfrentará seu passado comprometido, umbilicalmente ligado ao de seu país. Ele foi soldado do exército peruano, lutou contra o Sendero Luminoso, na guerra civil que abalou o Peru e produziu a ditadura de Fujimori. Um passado violento e terrível, que todos parecem querer esquecer. Mas é possível? Magallanes, vivido pelo ótimo ator mexicano Damián Alcazar (série “Narcos”), trabalha hoje transportando e servindo ao “coronel”, papel do grande ator argentino Federico Lupi (“O Labirinto do Fauno”). Coronel, evidentemente, remete aos núcleos de poder militar e também de domínio da terra, representação de uma elite dominante opressora. A passageira que Magallanes reconhece é Celina, papel da atriz peruana Magaly Solier (“A Teta Assustada”), em excelente atuação. Celina sofreu diretamente sob o jugo do tal coronel, de modo vil, ainda muito jovem. Ela é a primeira a querer esquecer o sofrimento atroz que passou. Ao coronel, a seu filho e seus colaboradores policiais e políticos, não interessa mexer nisso. As atrocidades se esquecem. No caso do coronel, a idade avançada já lhe produziu a doença de Alzheimer, ou equivalente, de modo que ele não se lembra de nada. É do esquecimento, do não se lembrar, do não querer saber, do propósito declarado de pôr uma pedra em cima de tudo, que se move esse pequeno grande filme. Uma metáfora das feridas deixadas em aberto pelas ditaduras e guerras da América Latina, de 25, 30 anos atrás, que não fecharam, mas que não podem ser ignoradas. Remetem a uma história que compromete cada um e todos, de um modo ou de outro. Algozes, vítimas, omissos, a todos cabe a tarefa de resgatar a memória do passado recente, para poder superá-lo e não repetir a tragédia. “Magallanes” é um filme que tem uma trama muito bem urdida, no sentido de nos revelar, na história pessoal dos três principais personagens, as dimensões sociopolíticas da realidade peruana e, claro, latino-americana do período. Uma época que esperávamos superada pela democracia recém-conquistada, mas que está sempre em risco. Sobretudo, quando tudo o que se quer é esquecer e não enfrentar os fantasmas e demônios que se produziram por aqui. Além disso, “A Passageira” trabalha com uma narrativa policial e de suspense que mantem o espectador muito ligado nas cenas e sequências apresentadas. A resolução do filme é fantástica, para mostrar a quem interessa e as motivações que estão por trás desse desejo de apagar a História. A produção envolve a participação de diversos países de língua espanhola, como Argentina, Colômbia e Espanha. O peruano Salvador del Solar já tem uma larga trajetória como ator de cinema e TV. Sua estreia como diretor é muito convincente.
Lembranças de um Amor Eterno exacerba romantismo melodramático
Alguns filmes têm uma pegada tão sentimental que é até compreensível que cheguem a irritar alguns espectadores. Ainda mais os de hoje, que são menos tolerantes a sentimentalidades. Pode ser muito bem o caso de “Lembranças de um Amor Eterno” (2016), novo trabalho de Giuseppe Tornatore (“O Melhor Lance”). O filme é um exemplar perfeito de um cinema canceriano por excelência (algo que não se via desde “Rocky Balboa”, de Sylvester Stallone), derramando romantismo exacerbado por todos os lados e com personagens trocando juras de amor, ainda que a situação em si seja bastante complicada para os dois. Até o símbolo do caranguejo aparece em pelo menos duas vezes no filme, seja isso uma coincidência ou não, intenção ou não do diretor. Mas há também a questão do guardar, da força das palavras de afeto, seja em cartas, seja em vídeo. Com a impossibilidade do amor físico dos personagens, o que sobra são as cartas – no caso, ou principalmente, os e-mails recebidos numa tentativa de enfrentar a morte até o último respiro de vida. Outra coisa que pode incomodar, até mesmo para aqueles que curtem a proposta estética do filme, é o clima carregado que fica no ar, como um luto prolongado. Tornatore leva o tema do amor impossível – pelo menos o amor carnal e presente – a um novo patamar. Aqui não é exatamente uma família que impede o amor do casal, como em Romeu e Julieta, para citar um exemplo clássico, mas algo maior. E esse algo maior é desafiado pelos personagens. E embora seja um filme que fala sobre questões existenciais ligadas à física, à ciência, há também uma carga de mistério e de espiritualidade, ainda que apareça de maneira quase sutil. É especialmente tocante a primeira sequência, quando o casal de amantes vivido por Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”) e Olga Kurylenko (“Oblivium”) está se beijando e se abraçando calorosamente antes de se despedirem. Há, naquele momento, um descompasso entre os dois discursos. Ele quer que ela lhe conte um segredo; ela quer focar no amor físico, fala que quer uma camisa dele para sentir o seu cheiro quando dormir. Aquele amor adquire um tom de urgência poucas vezes impresso no cinema recente. Lembremos que a atriz ucraniana já esteve em uma espécie de filme-ensaio sobre o amor, no arriscado “Amor Pleno” (2012), de Terrence Malick. E ela tem uma aura de beleza e um olhar que passa uma melancolia que combina com esse tipo de papel. No caso do filme de Tornatore, vemos Amy, sua personagem, quase sempre desolada, em busca de migalhas deixadas pelo amor de sua vida. Pequenas mensagens, pequenos e-mails rápidos, mas que demonstram uma paixão intensa daquele homem por ela. O fato de ele saber tudo sobre ela, onde estaria em determinado momento, é um indicativo de que o mundo dele girava em torno dela, por mais que os encontros fossem escassos para tão grande amor. Pra completar, o filme ainda conta com trilha sonora do grande Ennio Morricone, este senhor de quase 90 anos que ainda está ativo e fazendo temas tão lindos. A presença da música do maestro é fundamental para a construção deste melodrama que não tem medo de ser melodrama. Algumas notas até lembram o que o músico fez em parceria com Tornatore em sua obra mais conhecida, “Cinema Paradiso” (1988). São dois artistas mais uma vez tratando da saudade. Mas muitos cinéfilos vão sentir é saudades de “Cinema Paradiso”, após o novo trabalho.
Série animada Hora da Aventura vai acabar em 2018
O Cartoon Network anunciou que a série animada “Hora de Aventura”, vencedora do Emmy, vai terminar em 2018. Mas a despedida será caprichada. Nos próximos dois anos, a série ganhará especiais, minisséries e seus episódios finais. Criada por Pendleton Ward (roterista de “As Trapalhadas de Flapjack”), a série vai estrear em novembro sua 7ª temporada e vai produzir episódios inéditos até sua 10ª e última temporada. Mesmo com o cancelamento, “Hora de Aventura” manterá seu lugar na história do Cartoon Network, como uma das séries mais queridas, premiadas e duradouras do canal pago infantil. E, como se não bastasse, a produção da série também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como: “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Já num clima de despedida, o criador da animação declarou, em comunicado: “‘Hora de Aventura’ foi um projeto de paixão, todas as pessoas da equipe derramaram seu coração para criar a arte e essas histórias. Nós tentamos colocar em cada episódio algo genuíno e com uma mensagem sobre nossas vidas, o show era algo muito pessoal para nós, e de algum jeito nós encaixávamos piadas nesse meio! Estou muito feliz que ele tenha se conectado com uma audiência por tanto tempo. É uma coisa especial”. Ao todo, a série completará 142 episódios, acompanhando a jornada nonsense de Jake, o cão, e Finn, o garoto. Juntos, eles combatem ameaças e estabelecem a desordem adorável na Ilha de Ooo. No Brasil, a série também é exibida pelo canal Cartoon Network e disponibilizada pela Netflix.
Doutor Estranho: Pôsteres dos personagens ganham versões animadas
A Marvel divulgou as versões animadas dos pôsteres dos personagens de “Doutor Estranho”. Os cartazes destacam individualmente o herói Doutor Estranho (Benedict Cumbarbatch, de “O Jogo da Imitação”), o interesse romântico Christine Palmer (Rachel McAdams, de “Uma Questão de Tempo”), a mestre Anciã (Tilda Swinton, de “Expresso do Amanhã”), os colegas Mordo (Chiwetel Ejiofor, e “12 Anos de Escravidão”) e Wong (Benedict Wong, da série “Marco Polo”) e o vilão Kaecilius (Mads Mikkelsen, da série “Hannibal”). O filme introduz o primeiro super-herói místico da Marvel, mostrando a transformação de Stephen Strange. Inicialmente um médico arrogante, após sofrer um acidente e perder sua habilidade como cirurgião ele busca a cura no Himalaia, onde é acolhido pela Anciã, uma mestre das artes místicas, e inicia sua jornada de redenção para se tornar o maior mago do universo Marvel. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”), Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e Dan Hamon (criador da série “Cummunity”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Um vídeo publicado por Marvel Studios (@marvelstudios) em Set 29, 2016 às 9:01 PDT Um vídeo publicado por Marvel Studios (@marvelstudios) em Set 27, 2016 às 2:04 PDT Um vídeo publicado por Marvel Studios (@marvelstudios) em Set 27, 2016 às 2:06 PDT Um vídeo publicado por Marvel Studios (@marvelstudios) em Set 27, 2016 às 2:07 PDT Um vídeo publicado por Marvel Studios (@marvelstudios) em Set 28, 2016 às 2:04 PDT Um vídeo publicado por Marvel Studios (@marvelstudios) em Set 28, 2016 às 2:06 PDT Um vídeo publicado por Marvel Studios (@marvelstudios) em Set 28, 2016 às 2:09 PDT
Shots Fired: Série limitada sobre tensão racial ganha novo trailer
A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “Shots Fired”, série limitada que será exibida de grande potencial polêmico. A prévia enfatiza os elementos dramáticos da trama, que envolve conflitos raciais e contestação de ação policial com resultado fatal. Mas, ao contrário dos casos que agitaram os EUA recentemente, a produção inverte a situação, mostrando um policial negro (Tristan Wilds, da série “90210”) assassinando um jovem branco. A trama vai explorar as consequências desta morte numa pequena cidade do Tennessee. Uma experiente investigadora (Sanaa Lathan, de “Alien Vs. Predator”) investiga este caso, ao lado de um procurador (Stephan James, de “Selma”) enviado para o local pelo departamento de Justiça. Esta dupla vê-se obrigada a navegar entre a atenção mediática, o debate público e o esgotamento social, enquanto a cidade se divide entre dois grupos de opiniões distintas. O bom elenco também conta com Helen Hunt (“Melhor Impossível”), Richard Dreyfuss (“Piranha”), Stephen Moyer (série “True Blood”), Will Patton (série “Falling Skies”), Conor Leslie (minissérie “Klondike”) e Aisha Hinds (série “Under the Dome”). Vale observar que Helen Hunt não integrava o elenco de uma série desde o final da sitcom clássica “Mad About You”, em 1999. Na trama, ela interpreta a governadora da Carolina do Norte. “Shots Fired” foi criada pelo casal de roteiristas Gina Prince-Bythewood (“Nos Bastidores da Fama”) e Reggie Rock Bythewood (“Notorious”), e teve seus 10 episódios encomendados sem passar pelo estágio de produção de piloto. A estreia vai acontecer em 2017 nos EUA, em data ainda não determinada.
Westworld: Veja três cenas e dez fotos novas da série sci-fi da HBO
O canal pago HBO divulgou três cenas e dez fotos novas de “Westworld”, série sci-fi produzida por J.J. Abrams (criador de “Lost” e diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”). Sem legendas, os vídeos mostram o ambiente do Velho Oeste e os cientistas responsáveis pela criação do parque temático mais avançado do mundo, onde é difícil distinguir os clientes dos robôs sintéticos. A série é inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”). O filme original contava a história de um parque de diversões futurístico, em que robôs encenavam situações do Velho Oeste, até um defeito transformar um dos pistoleiros numa ameaça real. A produção é repleta de atores famosos, como Anthony Hopkins (“Thor”), Ed Harris (“Expresso do Amanhã”), Jeffrey Wright (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Evan Rachel Wood (série “True Blood”), Ingrid Bolsø Berdal (“Hércules”), Ben Barnes (“As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian”), James Marsden (“X-Men”), Thandie Newton (série “Rogue”), Clifton Collins Jr. (“Círculo de Fogo”), Angela Sarafyan (“Era uma Vez em Nova York”), Simon Quarterman (“Filha do Mal”), Jimmi Simpson (série “House of Cards”) e o brasileiro Rodrigo Santoro (“Ben-Hur”). A adaptação para a TV foi desenvolvida por Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) em parceria com Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e a estreia está marcada para este domingo (2/10). Assim como “Game of Thrones”, “Westworld” será exibida no mesmo dia no Brasil.
Criminal Minds contrata novo ator após perder dois de seus protagonistas
A reformulação do elenco de “Criminal Minds” continua. Após a saída de Shemar Moore no final da 11ª temporada e a demissão de Thomas Gibson durante as gravações dos novos episódios da atração, a série ganhará o reforço de Damon Gupton (das séries “Bates Motel” e “Empire”). Seu personagem será o agente especial Stephen Walker, do programa de análise de comportamento, uma subdivisão de contraespionagem do FBI. De acordo com a descrição da rede CBS, Walker será um experiente “profiler”, que vai levar suas habilidades de traçar e rastrear perfis para a BAU. Walker será apresentado no oitavo episódio da atual 12ª temporada da série. O site TV Line já tinha informado em agosto que a produção adicionaria dois novos personagens regulares em sua 12ª temporada. A primeira confirmação foi o retorno de Emily Prentiss, a personagem interpretada por Paget Brewster, que voltou a fazer parte do elenco fixo da série após cinco temporadas. Vale lembrar que a série já tinha anunciado previamente algumas mudanças para este novo ciclo, incluindo a promoção de Aisha Tyler para o elenco regular e a entrada de Adam Rodriguez (série “CSI: Miami”) no papel de Alvez. “Criminal Minds” retornou à televisão americana nesta semana, no dia 28 de setembro.
Série Aquarius é cancelada ao final da 2ª temporada
A rede NBC anunciou oficialmente o cancelamento da série “Aquarius”, estrelada por David Duchovny, após duas temporadas de baixa audiência. O programa já parecia destinado ao cancelamento quando a emissora decidiu mudar seu dia de exibição de quinta para sábado, nos episódios finais exibidos em agosto. Em geral, as emissoras americanas não exibem inéditos de séries nas noites de sábado, considerado um dia “morto” da TV. De todo modo, a história chegou a seu final natural, mostrando os assassinatos cometidos pela “família” de Charles Manson. Uma 3ª temporada teria apenas os julgamentos para se focar. Criada pelo roteirista John McNamara (de “In Plain Sight” e “Fastlane”), a série acompanhou o policial (Duchovny) que investigou o vigarista que encantou e reuniu diversas mulheres para formar uma “família” de seguidores, capazes de fazer tudo por ele: ninguém menos que o psicopata Charles Manson (Gethin Anthony, da série “Game of Thrones”). O elenco ainda contava com Grey Damon (série “Friday Night Lights”), Claire Holt (série “The Originals”), Emma Dumont (série “Bunheads”), Michaela McManus (série “The Vampire Diaries”), Chance Kelly (série “Fringe”), Tara Lynne Barr (“6 Miranda Drive”), Gaius Charles (série “Grey’s Anatomy”) e Ambyr Childers (série “Ray Donovan”). Com o fim de “Aquarius” e “The Fall”, estrelada por Gillian Anderson, os dois atores ficaram com as agendas livres para se dedicarem a uma nova temporada de “Arquivo X”.
Sandra Oh entra na 3ª temporada de American Crime
A atriz Sandra Oh entrou no elenco da 3ª temporada de “American Crime”, premiada série de antologia criminal da rede ABC, que em seu novo ano focará uma hitória sobre “problemas trabalhistas, divisões econômicas e direitos individuais”, revelou o site The Hollywood Reporter. Recentemente, um boato espalhou que Sandra voltaria à série “Grey’s Anatomy”, de onde saiu em 2014. Mas ela mesma rechaçou o rumor, dizendo que isto não estava em seus planos. Entretanto, a atriz acabou voltando para o mesmo canal, apenas num programa diferente. Em “American Crime”, ela dará vida a Abby Tanaka, uma assistente social que dedica sua vida a ajudar vítimas de abuso doméstico. Além de sua estreia na série, também foram confirmados os retornos de Timothy Hutton, Felicity Huffman, Regina King, Lili Taylor, Richard Cabral e Connor Jessup na nova história da atração, criada pelo roteirista John Ridley (“12 Anos de Escravidão”). A 3ª temporada de “American Crime” estreia em 2017, em data a ser anunciada.
Grimm: Frankenstein vai aparecer na 6ª e última temporada da série
A série “Grimm” vai receber um famoso convidado gótico em sua 6ª e última temporada. Segundo o site TV Line, ninguém menos que Frankenstein aparecerá em meio à batalha épica entre Nick (David Giuntoli) e o capitão Renard (Sasha Roiz), agora prefeito de Portland. Não há maiores informações sobre a aparição, nem se o nome Frankenstein se refere ao cientista ou, equivocadamente como muitos fazem, à criatura. E as respostas devem demorar a surgir, pois “Grimm” só retornará à TV americana no dia 6 de janeiro, com os 13 episódios finais que encerram a atração.
Homem-Aranha: Tom Holland se pendura numa sacada em novas fotos das filmagens
Os paparazzi flagraram a filmagem de uma nova cena do novo “Homem-Aranha” em Nova York. As foto registram Tom Holland (“No Coração do Mar”) com o uniforme do herói, pendurando-se numa sacada do lado de fora de um prédio – uma cena que lembra muito os quadrinhos. Primeiro filme solo do Aranha estrelado por Holland, a produção também contará com Robert Downey Jr. no papel de Tony Stark/Homem de Ferro e Marisa Tomei como a Tia May (ambos vistos em “Capitão América: Guerra Civil”), além de Michael Keaton (“Birdman”), Zendaya (série “Agente KC”), Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”), Donald Glover (“Perdido em Marte”), Logan Marshall-Green (“Prometheus”), Martin Starr (série “Silicon Valley”) e Laura Harrier (novela “One Life to Live”). Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.
Manchester à Beira-Mar: Trailer legendado multiplica críticas elogiosas a Casey Affleck
A Sony divulgou o pôster e o trailer legendado de “Manchester à Beira-Mar”, drama do diretor e roteirista Kenneth Lonergan (autor do roteiro de “Gangues de Nova York”). A trama mostra Casey Affleck (“Interestelar”) sendo obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, além de muitos trechos de críticas elogiosas, a ponto de “Obra-prima” parecer o slogan da produção. O elenco de “Manchester By the Sea” ainda inclui Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”), Lucas Hedges (“O Teorema Zero”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Matthew Broderick (“Roubo nas Alturas”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), e C.J. Wilson (“Um Senhor Estagiário”). O filme fez muito barulho no Festival de Sundance, mas não chegou a vencer nada. Mesmo assim, o marketing do estúdio já ensaia a possibilidade de Casey Affleck ser indicado pela primeira vez à estatueta de Melhor Ator, posicionando sua estreia na época das premiações de fim de ano. A estreia está marcada para 18 de novembro nos EUA e apenas em 12 de janeiro no Brasil.












