Pantera Negra: Forest Whitaker entra no filme de super-herói da Marvel
O ator Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) entrou no elenco do filme “Pantera Negra”, da Marvel. Segundo o site da revista Variety, o ator interpretará Zuri, um ancião do governo de Wakanda, reino governado pelo super-herói. Um detalhe curioso é que Whitaker, que tem um Oscar por sua atuação em “O Último Rei da Escócia” (2007), produziu a estreia do diretor Ryan Coogler no cinema, o drama indie “Fruitvale Station: A Última Parada”, vencedor do Festival de Sundance de 2013. Coogler agora dirige “Pantera Negra”, que tem estreia prevista para fevereiro de 2018.
Fim da fofoca: Brad Pitt nunca foi investigado pelo FBI por violência contra o filho
O TMZ e a People bem que tentaram espalhar a lama, mas as fontes citadas por ambos para atacar a reputação de Brad Pitt eram mentirosas. Para manter as aparências, o site de fofocas cita outra fonte para desmentir a si mesmo. Na verdade, Brad Pitt nunca foi investigado pelo FBI por abuso verbal e físico contra o filho mais velho, Maddox. A notícia da suposta agressão foi publicada após a confirmação da separação entre o ator e Angelina Jolie, e teria até uma testemunha passando informações ao Departamento de Família e da Criança de Los Angeles, que, segundo o site, encaminhou o caso ao FBI. A história, entretanto, agora é outra. Segundo fontes de dentro do departamento, o FBI jamais chegou a investigar o astro, já que não existiria caso. Até para a Vara da Família, o caso fez água, já que testemunhas dizem que o contato de Brad com o filho Maddox foi acidental, e que ele não saiu ferido. Já o site Radar Online recebeu informações da fonte do campo rival, que revelou que os pais do astro, Jane e Bill, estão enfurecidos com as atitudes de Angelina, que teria mentido sobre as agressões de Brad contra o filho. Nesta nova fofoca, a fonte das publicações maldosas seria integrante da equipe da Angelina. Os pais de Brad Pitt estariam “preocupados com o estado do filho, ainda muito abalado”. “A Jane não entende o que aconteceu”, disse a fonte.
Batman da série de 1966 encontrará a Mulher Maravilha de 1977 nos quadrinhos
O anúncio de um crossover que os fãs nunca esperavam ver agitou a New York Comic-Con neste fim de semana, no painel em comemoração aos 75 anos de criação da Mulher Maravilha. A DC Comics revelou que lançará uma minissérie em quadrinhos de 12 edições, que permitirá vislumbrar um encontro que nunca aconteceu na TV, entre o Batman da série clássica dos anos 1960, estrelada por Adam West, com a Mulher Maravilha da década de 1970, vivida por Lynda Carter. Intitulada “Batman ’66 Meets Wonder Woman ’77”, a minissérie começa a ser publicada em 23 de novembro, com novas edições saindo a cada duas semanas. A DC Comics tem feito bastante sucesso com suas edições nostálgicas. Tanto “Batman ’66” quanto “Wonder Woman ’77” têm revistas próprias, que preservam o espírito das atrações televisivas em que são baseadas, além de retratarem os personagens com o visual dos atores que os interpretaram. Para completar, “Batman ’66” ainda faz crossovers com séries clássicas da década de 1960, como “Os Vingadores” e “Agente da UNCLE”. Jeff Parker (roteirista de “Batman ’66”) e Marc Andreyko (“Wonder Woman ’77”) estão coescrevendo a minissérie, que terá artes de David Hahn, Karl Kesel e capas ilustradas por Michael Allred e o mestre Alex Ross (autor da imagem acima). A primeira edição de “Batman ’66 Meets Wonder Woman ’77” revelará que as versões televisivas de Batman e Mulher-Maravilha são conhecidos de longa data. Na New York Comic-Con, Andreyko afirmou que a revista mostrará os heróis lutando contra “um antigo mal através de três décadas”. “Nós planejamos muitas reviravoltas, participações especiais e surpresas ao longo do caminho para os fãs de ambas as séries apreciarem”, acrescentou o roteirista.
Black Sails: Última temporada da série de piratas ganha trailer épico
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer épico da 4ª e última temporada da série de piratas “Black Sails”. A prévia revela cenas de combate intenso, na busca dos piratas por retomar o controle da ilha de Nova Providência das forças do governo britânico, além de traições, reviravoltas e a ascensão de Long John Silver. Uma das melhores e mais subestimadas atrações da TV americana, a série é produzida pelo cineasta Michael Bay (franquia “Transformers”) e inspirada no clássico “A Ilha do Tesouro”, romance de Robert Louis Stevenson publicado no final do século 19. Criação de Jon Steinberg e Robert Levine (ambos roteiristas das séries “Jericho” e “Human Target”), a série se passa antes dos eventos do livro de Stevenson e acompanha a tripulação do Capitão Flint (Toby Stephens, de “007 – Um Novo Dia Para Morrer”), o pirata mais temido da história, além de mostrar como John Silver (Luke Arnold) virou o mais famoso pirata de perna de pau da literatura. A estes dois, ainda se junta na luta final o célebre pirata Barba Negra, vivido por Ray Stevenson (“Divergente”). Filmada em locações na África do Sul, a 4ª temporada vai estrear em 29 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo Fox Action e também pela Netflix.
Power Rangers: Primeiro trailer é muito melhor que o esperado
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Power Rangers – O Filme”, em versão com legendas e dublado. E embora não seja exatamente original, a prévia surpreende por ser muito melhor que o esperado. Optando por um registro mais realista que a série televisiva, o vídeo revela uma história de origem derivada do clássico “Clube dos Cinco” (1985) e “Poder sem Limites” (2012), em que cinco adolescentes em detenção escolar formam uma improvável amizade e entram em contato com um objeto do espaço que lhes dá superpoderes. Há também uma aparição da vilã Rita Repulsa, quase como personagem de terror, antes dos protagonistas assumirem a identidade de Rangers, o que acontece só nos últimos segundos. A expectativa agora é ver até que ponto o estúdio mantém essa linha realista, já que “Quarteto Fantástico” seguia rumo parecido, antes de sofrer intervenção e ir parar no lixo. A versão de cinema da série dos anos 1990 é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como o intérprete do robô Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Quase metade da população brasileira mora em cidades sem cinema
Um relatório divulgado pelo Sindicato da Indústria Audiovisual (SICAV) revelou que o número de salas de cinema no Brasil cresceu 12,2% entre 2013 e 2015, de 2.679 telas para 3.005. Mas o resultado mal pode ser comemorado, porque, apesar do crescimento, 46% dos brasileiros moram em cidades em que não há cinema algum. Os dados fazem parte do estudo Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro, que teve consultoria da Associação de Cinema dos EUA (MPA), entidade que representa os seis maiores estúdios de Hollywood em todo o mundo, e foi revelado no RioMarket, área de negócios do Festival do Rio. “Há uma concentração geográfica das salas de cinema em relativamente poucos estados, portanto, precisa ter mais oferta física para que as pessoas possam consumir também produto audiovisual”, disse o diretor da divisão da associação americana para a America Latina (MPA-AL), Ricardo Castanheira, à Agência Brasil. Entre 2013 e 2015, o número de ingressos vendidos nos cinemas do país também subiu de 149,5 milhões para 173 milhões, o que provocou alta no faturamento de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,4 bilhões. O levantamento aponta ainda que, embora a participação dos filmes nacionais tenha crescido no total de lançamentos, saindo de 26,5% em 2009 para 28,9% em 2015, a renda com a venda de ingressos para as produções nacionais não acompanhou esse crescimento. E o motivo é o que os filmes estrangeiros concentram a maior parte da renda das bilheterias. O diretor da MPA-AL disse que muitos brasileiros ainda não frequentam o cinema por causa do valor dos ingressos, considerado elevado. “O valor médio do ingresso em 2013 corresponde 0,6 da renda mensal per capita do brasileiro. Nos países desenvolvidos, é apenas 0,3. Isso se deve à uma elevada carga tributária que incide sobre o setor audiovisual, que se projeta no preço final do ingresso. Reduzir a carga tributária é um desafio extremamente importante para dar um estímulo e vitalidade maior”, apontou. Apesar destes dados, Castanho conclui, como já é tradicional e piloto automático para a MPA, que o maior culpado pela dificuldade de expansão da indústria cinematográfica no país é a pirataria. Esta simplificação simplesmente não cola mais, já que o próprio relatório aponta a falta de salas, preços elevados e até a ausência completa de cinema em muitas cidades. Falta uma política audiovisual decente no país, que não incentive apenas a produção de filmes que a maioria da população não tem acesso. Uma reação à falta de infra-estrutura cinematográfica pode ser constatada em outra parte do relatório, que diz respeito ao crescimento do mercado dos serviços de Vídeo On Demand (VoD), como a plataforma Netflix. Em um ranking mundial, o Brasil é o 8º país que mais consome este tipo de serviço, com receita estimada em US$ 352,3 milhões em 2016. Superando, por exemplo, o México, com receita estimada em US$ 188,4 milhões, e Argentina (US$ 124,8 milhões). No entanto, o VoD também depende de uma política de expansão das telecomunicações, com ampliação do acesso à internet de banda larga a preços mais baixos e de maior velocidade. Afinal, mesmo somando o VoD, apenas 11% da população têm acesso a serviços audiovisuais no país. Se quase metade da população brasileira mora em cidades em que não existem cinemas, se apenas 11% da população tem acesso a serviços VoD, dá realmente para culpar a pirataria? Ao contrário, apenas a pirataria tem cumprido o serviço de levar filmes à maioria da população do país. E combatê-la, em vez de “resolver o problema”, só tende a agravar a dificuldade de acesso aos produtos audiovisuais para o público brasileiro. Infelizmente, a MPA vê a América Latina como um continente criminoso e busca incentivar táticas de repressão numa guerra frontal contra a pirataria, repetindo o que fez a DEA, em sua guerra ao narcotráfico. Tanto é que seu relatório aponta a existência de mais de 400 websites de pirataria voltados para o mercado brasileiro. Desta lista, 57 recebem mais de 1 milhão de visitas mensais. Então, aí está. Um país com 3 mil salas de cinema tem 1 milhão de visitas mensais em sites de pirataria cinematográfica e a culpa é do crime. Que fácil seria se fosse tão simples. Mas, gente, bora ler o relatório completo. Afinal, pagaram por isso.
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças pode virar série
O cultuado filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” pode ganhar uma versão para a TV, informou o site The Hollywood Reporter. A produtora Anonymous Content, responsável pelo filme original e pelas séries “True Detective” e “Mr. Robot”, está desenvolvendo a adaptação em parceria com a Universal TV. O projeto ainda está em seus estágios iniciais e, por enquanto, só tem fechada a participação do produtor Steve Golin, que produziu o filme de 2004. Antes de ser oferecida no mercado, a adaptação precisa definir um roteirista e negocia com Zev Borow (séries “Forever” e “Chuck”) para escrever o episódio piloto. A trama original, que rendeu um Oscar para seus roteiristas, Michel Gondry (também diretor do filme), Charlie Kaufman e Pierre Bismuth, acompanhava um casal, vivido por Jim Carrey e Kate Winslet, que, após terminar o namoro, resolve apagar as memórias do seu relacionamento. Algo em voga no futuro próximo em que a história acontece. Entretanto, sem lembrarem do que passaram, os dois acabam se atraindo novamente.
Logan: Foto traz Patrick Stewart envelhecido como Professor X no novo filme de Wolverine
O diretor James Mangold postou em seu Twitter uma foto em preto e branco do ator Patrick Stewart, que aparece envelhecido ao interpretar o Professor X/Charles Xavier em “Logan”, terceiro filme solo de Wolverine. O filme se passa no futuro e também mostrará a passagem do tempo para o herói, interpretado pela última vez por Hugh Jackman. Numa página do roteiro, anteriormente divulgada pelo cineasta, há a seguinte descrição: “Wolverine está mais velho e vive como um alcoólatra. Ele bebe, porque seus poderes de cura estão desaparecendo, então ele está em um estado constante de dor”. “Logan” foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e o estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo longa anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia no Brasil está marcada para 2 de março, um dia antes do lançamento nos EUA.
Planeta dos Macacos: Caesar retorna no primeiro teaser do terceiro filme
A 20th Century Fox divulgou o primeiro teaser de “Planeta dos Macacos: A Guerra”. O vídeo é uma espécie de pôster animado, no qual Caesar aparece no meio da neve pedindo desculpas por a guerra ter começado, enquanto aconselha alguém a fugir. No terceiro filme do reboot da franquia, Andy Serkis volta a viver Caesar e Woody Harrelson (série “True Detective”) será o vilão humano da trama. Na trama, os macacos vão entrar em conflito com um exército humano. A direção está a cargo de Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), e a estreia está marcada para julho de 2017.
Invasão Zumbi: Veja o trailer legendado do melhor filme de zumbis do ano
A Paris Filmes divulgou o trailer nacional (legendado e dublado) de “Train to Busan”, batizado de forma preguiçosa como “Invasão Zumbi”. Infelizmente, o título genérico pode dar a impressão de que se trata de mais um filme B de mortos-vivos. Mas não é o caso. O filme sul-coreano é uma superprodução com grande orçamento, ótimos efeitos e muita tensão, que bateu recorde de arrecadação na Ásia e deixou Hollywood em polvorosa. A prévia já dá ideia do ritmo intenso do longa, que mistura epidemia zumbi com cinema de catástrofe, numa escala só vista antes em cenas de “Guerra Mundial Z”, o maior blockbuster de zumbis de todos os tempos. O filme centra a ação num grupo de passageiros de trem, durante o início da epidemia que transforma os infectados em criaturas raivosas. No elenco estão Gong Yoo (“O Suspeito”), Jeong Yu-mi (“A Visitante Francesa”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Lee Joon (“Ninja Assassino”). “Train to Busan” é o primeiro filme com atores do diretor e roteirista Yeon Sang-ho, conhecido por seu trabalho em longas de animação adulta. Por curiosidade, ele também vai lançar um vindouro longa animado chamado “Seoul Station” com a mesma premissa. Após conquistar a maior bilheteria da Coreia do Sul e de Hong Kong em todos os tempos, o aqui chamado “Invasão Zumbi” já tem continuação confirmada e ainda ganhará um remake ocidental – Sony, Fox, Gaumont e EuropaCorp disputam os diretos. A razão de tanta comoção chega nos cinemas brasileiros em 24 de novembro.
A origem secreta da Mulher Maravilha, inspirada por relacionamento a três, vai virar filme
Com a chegada da Mulher Maravilha aos cinemas, era inevitável que a situação peculiar que levou à sua criação viesse à tona. E agora um filme sobre os bastidores de sua origem está sendo produzido. Não pela Warner, detentora dos direitos da heroína, que talvez preferisse evitar o assunto, mas pela Sony. A produção vai trazer Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) no relacionamento à três que inspirou o surgimento da primeira super-heroína dos quadrinhos. Intitulado “Professor Marston & The Wonder Women”, o filme pretende revelar a história real de um escândalo que nunca aconteceu, graças ao caráter reservado, bom senso e ótimo relacionamento dos envolvidos. A trama vai acompanhar o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, o inventor do detector de mentiras e criador da Mulher Maravilha, durante o período em que precisa defender seu super-heroína feminista contra as acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantém um segredo que pode destruí-lo: que a inspiração para a Mulher Maravilha foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. O segredo real de Marston foi mais bem guardado que a identidade secreta dos super-heróis. A história já rendeu livros e uma peça (“Lasso of Truth”). O filme será escrito e dirigido por Angela Robinson (“Herbie, Meu Fusca Turbinado”), e produzido por Jill Soloway, criadora da série “Transparent”.
Eyewitness: Cinco vídeos exploram os personagens da série criminal da diretora de Crepúsculo
O canal pago americano USA divulgou cinco vídeos de bastidores de sua nova série “Eyewitness”, que destaca cada um dos atores centrais e a cineasta Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), responsável pela direção dos dois primeiros episódios, além de produzir a atração. Apesar da trama ser um suspense criminal, os depoimentos destacam os relacionamentos dos personagens, especialmente o par de garotos que dá título à produção. “Eyewitness” é remake da série policial norueguesa “Øyevitne”, e como bom noir nórdico explora um crime horrendo que ocorreu numa pequena comunidade. Na trama, o assassino fará todo o possível para escapar da justiça, inclusive silenciar as testemunhas e tentar enganar a xerife, conduzindo-a a pistas falsas num sinistro jogo de gato-e-rato. Para complicar, as testemunhas são dois adolescentes que não querem que ninguém saiba que estavam juntos, no lugar e na hora errada, devido à natureza de seu relacionamento homossexual. A adaptação americana está a cargo de Adi Hasak (criador de “Shades of Blue”) e o elenco inclui Tyler Young (da série teen espanhola “The Avatars”), James Paxton (filho do ator Bill Paxton), Julianne Nicholson (série “Masters of Sex”), Gil Bellows (minissérie “11.22.63”) e Warren Christie (série “Alphas”). “Eyewitness” estreia no dia 16 outubro nos EUA.
Liga da Justiça: Vídeo de bastidores revela o trabalho e a diversão das filmagens
A Warner Bros. divulgou um vídeo de bastidores do filme da “Liga da Justiça”, que mostra o trabalho das filmagens e a diversão do elenco entre os takes, com direito a Aquaman roubando a espada da Mulher Maravilha e a primeira (e breve) aparição de Superman na produção. O vídeo se encerra com do diretor Zack Snyder agradecendo ao elenco e a equipe técnica, num registro do final das filmagens. A sinopse oficial do filme resume assim a história: “Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo a formação de uma liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) – , poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.” Novamente escrito por Chris Terrio e dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), o filme tem estreia marcada para novembro de 2017.












