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  • Filme

    Espanha escolhe Julieta, de Pedro Almodóvar, para disputar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

    7 de setembro de 2016 /

    A Espanha definiu o drama “Julieta”, de Pedro Almodóvar, como seu candidato a tentar uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2015. É a sexta vez que um filme do diretor vai representar o país na categoria. “Julieta” foi exibido pela primeira vez no último Festival de Cannes, junto com o brasileiro “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, e “Toni Erdmann”, de Maren Ade, candidato da Alemanha à mesma vaga. O Brasil vai anunciar o seu representante na segunda-feira (12/9). A Espanha já venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro quatro vezes, sendo o mais recente em 2005, por “Mar Adentro”, de Alejandro Amenábar.

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  • Filme

    Aquarius ganha classificação livre para todas as idades na França

    7 de setembro de 2016 /

    O filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, foi classificado como livre para todas as idades na França. Mas a decisão da CNC (Le Centre National du Cinéma et de l’Image Animée), entidade que regula o setor, não tem a conotação politizada que andou ganhando em alguns sites. Afinal, assim como “Aquarius”, “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, também recebeu a mesma classificação. No Brasil, os dois filmes foram exibidos com recomendação indicativa para maiores de 16 anos. O mercado de cinema francês é o mais liberal do mundo, e apenas pornografia recebe classificação para maiores de 18 anos. Filmes com closes de sexo explícito, como “Love”, “Um Estranho no Lago” e “Ninfomaníaca”, receberam indicação para maiores de 16 anos no país. Mas para balizar com um parâmetro mais expressivo, o drama francês “Azul É a Cor Mais Quente”, que tem longas cenas de sexo lésbico explícito, foi exibido para maiores de 12 anos no país. No Brasil, a classificação dos quatro longas citados foi de 18 anos e as empresas nacionais de replicação de Blu-ray se recusaram a produzir seus discos, devido ao conteúdo.

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  • Música

    Sia lança novo clipe com participação de Maddie Ziegler

    7 de setembro de 2016 /

    A cantora e compositora Sia lançou um novo clipe, “The Greatest”, que destaca a quinta participação consecutiva da dançarina mirim Maddie Ziegler. Após três anos (desde o vídeo de “Chandelier”), a menina já está entronizada como avatar videográfico de Sia, mas continua surpreendendo por sua expressividade. Detalhe: Sia vai estrear como diretora de cinema com um drama chamado “Sister”, que será estrelado por Ziegler no papel-título. Além de Ziegler, “The Greatest” marca os retornos do diretor Daniel Askill e do coreógrafo americano Ryan Heffington, que também colaboram com as produções visuais da cantora australiana desde “Chandelier”. A crítica americana encontrou paralelos entre a encenação visual e uma homenagem às vítimas do atentado à boate gay de Orlando – a partir da contagem de dançarinos, das paredes com buracos de bala e dos corpos caídos. Mas nada disso está na letra, que recicla diversas frases de auto-ajuda da cartilha de Muhammad Ali (todas as palavras da letra vem de frases famosas de Ali, a começar pelas mais repetidas, “The greatest”, título de sua biografia, e “Don’t give up”, ao ser diagnosticado com Parkinson). A música em si vai um pouco além do pop genérico que Sia tem ajudado a disseminar – via composições similares para Rihanna, Britney Spears e Beyoncé – graças a uma pontinha de inspiração dos anos 1980. Em particular, os ecos evidentes de “Don’t Give Up”, música de Peter Gabriel com vocais de Kate Bush. A gravação original de Sia tem participação do rapper Kendrick Lamar, que curiosamente foi limada do clipe. Lançado como download digital, “The Greatest” é o primeiro single do oitavo álbum da cantora, intitulado “We Are Your Children”, que ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Filme

    Diretor diz que novo Blade Runner é “projeto insano” e “encontro artístico enorme”

    7 de setembro de 2016 /

    O cineasta canadense Denis Villeneuve falou rapidamente sobre a continuação de “Blade Runner”, durante o Festival de Veneza. Sem querer revelar muito, ele adiantou apenas elogios ao ator Ryan Gosling (“Dois Caras Legais”) e afirmou que se trata de um “projeto insano”. “Não posso dizer nada. É um projeto insano que está indo em frente”, resumiu, antes de revelar sua satisfação com o trabalho e com seu protagonista. “Estamos no meio da filmagem neste momento e Ryan Gosling é fantástico. Para mim, é um encontro artístico enorme, enorme, enorme… Jamais me senti tão inspirado por um ator… Ele está fazendo algo realmente especial diante da câmera neste momento”. Além de Gosling, o elenco inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e o retorno de Harrison Ford, que viveu o protagonista do filme original. O roteiro foi escrito por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Lanterna Verde”) e deve se passar décadas após o enredo do longa dirigido por Ridley Scott em 1982, adaptado de um conto do escritor Philip K. Dick. A continuação de “Blade Runner”, ainda sem título definitivo, será a segunda sci-fi de Villeneuve, que levou a Veneza sua estreia no gênero, “A Chegada”, bastante elogiada pela crítica. A estreia está marcada para 5 de outubro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Festival de Documentários In-Edit deixa São Paulo mais roqueira

    7 de setembro de 2016 /

    A 8ª edição do Festival de Documentários In-Edit Brasil traz a São Paulo 57 filmes de temática musical, numa programação quase toda gratuita. Com abertura nesta quarta (7/9), com a exibição de “Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words”, de Thorsten Schütte, sobre o roqueiro Frank Zappa, a mostra tomará 11 salas da cidade e terá 18 estreias nacionais. O In-Edit também contará com filmes sobre os Beatles, Leonard Cohen, Tangerine Dream, Adam Ant, Cream, heavy metal. Mas a programação não tem só o rock. Há um pouco de tudo, como o documentário brasileiro “Waiting for B”, sobre fãs da cantora Beyoncé no país, e “Funk Brasil: 5 Visões do Batidão”, que fazem parte da seleção de curtas do festival, além de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, sobre o maestro paulista da Tropicália, “Cool Cats”, que acompanha os jazzistas Ben Webster e Dexter Gordon nos anos 1960 e 70, “Esto Es lo que Hay”, que revela o hip-hop cubano, e “Fonko”, sobre os estilos da música pop africana, entre diversas outras opções. O evento deste ano ainda homenageará o documentarista Tony Palmer, com a exibição de oito de seus filmes, que cobrem desde a carreira da cantora erudita Maria Callas até o rock psicodélico dos anos 1960, e contará com feira de vinil, seminários, debates e shows, como das bandas Pin-Ups, cuja trajetória é coberta no documentário “Time Will Burn”, Invasores de Cérebros, presente em “Ariel – Sempre Pelas Ruas”, e do músico Chico Saraiva, tema de “Violão-Canção: Uma Alma Brasileira”. Para mais informações sobre o evento, visite o site oficial.

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  • Filme

    Willen Dafoe vence prêmio de Melhor Ator pelo último filme de Hector Babenco

    7 de setembro de 2016 /

    O ator Willen Dafoe venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Montreal por seu papel em “Meu Amigo Hindu”, último longa dirigido por Hector Babenco, que faleceu em julho. Encerrado na segunda-feira (5/9), o festival premiou “The Constitution”, do croata Rajko Grlic, como Melhor Filme, e foi marcado também por uma notícia triste. Membro do júri, o inglês Donald Ranvaud, produtor de diversos filmes brasileiros importantes, como “Central do Brasil” (1998), “Cidade de Deus” (2002), “Madame Satã” (2002) e “Cidade Baixa” (2005), não resistiu a um ataque cardíaco e morreu no domingo.

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  • Etc,  Filme

    Warner lista a si mesma como site pirata

    7 de setembro de 2016 /

    O estúdio Warner Bros surtou em sua caça à pirataria online. O site Torrent Freak encontrou uma lista de endereços, apresentada pela Vobile (empresa caça-piratas) em nome da produtora, que inclui serviços legítimos de streaming e até a própria Warner Bros. como piratas. A lista foi publicada no site da Lumen, que agrega pedidos de retirada de conteúdos online, e encaminhada ao Google para que os sites sejam removidos do serviço de buscas. Além de querer que o Google bloqueie o endereço warnerbrothers.com — oficial do estúdio — , a Warner aponta como piratas os sites que ela própria criou para seus filmes, como “Matrix” e “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, além das plataformas da Amazon e do canal pago europeu Sky, que pagam direitos autorais aos estúdios. Até mesmo links do IMDb — Internet Movie Database —, que trazem apenas informações sobre filmes, como sinopse e elenco, aparecem na lista por suposta infração de direitos autorais. Segundo o Google, a Vobile, empresa contratada pela Warner para esse serviço, já pediu que mais 13 milhões de links fossem retirados de seu índice de pesquisas.

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  • Etc,  Série

    Classificação indicativa deixa de ser proibitiva na TV brasileira

    7 de setembro de 2016 /

    O Supremo Tribunal Federal acabou com a vinculação entre o horário de programas de TV e a sua classificação indicativa. A decisão, em vigor desde quinta (1/9), permite aos canais maior flexibilidade na programação de suas atrações. Até então, a classificação era restritiva e não indicativa de fato. Programas “não recomendados para menores de 14 anos” só podiam ser exibidos a partir das 21h impreterivelmente. Esta classificação, incorporada ao Estatuto da Criança e do Adolescente, foi responsável por transformar a tradicional “novela das oito” em “novela das nove” na TV brasileira. Vale lembrar que, no ano passado, Gilberto Braga precisou mudar o destino de uma personagem – inicialmente uma garota de programa – na novela das 21h “Babilônia” para evitar que fosse classificada para 16 anos e, portanto, só liberada para ir ao ar após às 22h. E a Record teve que cortar cenas em que escravos eram chicoteados em “Escrava Mãe”, sua atual novela das 19h, para manter a recomendação em 10 anos. O novo entendimento também facilita a exibição de reprises de novelas durante a tarde. Recentemente, a Record encontrou dificuldades para adequar ao horário sua reprise de “Chamas da Vida”, que tinha classificação de “não recomendada para menores de 14 anos”, resultando numa edição muito retalhada. Sucessos do cinema juvenil com censura 12 anos, como “Esquadrão Suicida” e “Star Trek: Sem Froteiras”, atualmente em cartaz nos cinemas, também não precisarão mais sofrer cortes para passar à tarde. Além disso, a chamada Rede Fuso, que apresentava programação atrasada exclusivamente para os estados do Norte e Nordeste durante o período de horário de verão, deve terminar. Os programas costumavam ir ao ar mais tarde nestas regiões, pela obrigação de vincular a classificação etária e o horário de exibição. Agora, a programação nacional poderá permanecer unificada, apesar do horário de verão nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Foi uma longa batalha. Para se ter ideia, a ação que resultou nessa decisão foi apresentada há nada menos que 15 anos pelo PTB, com apoio da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV). Trata-se, claro, de um exemplo notável da celeridade do judiciário brasileiro. Mas foi mesmo uma batalha. Em contraste à celebração dos canais, organizações de proteção à infância lamentaram a decisão. Várias ONGs, como Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, o Instituto Alana, a ANDI – Comunicação e Direitos e a Artigo 19 encamparam uma campanha contrária à desvinculação dos horários na televisão. Para elas, é grande o risco de maior exposição de crianças a conteúdos violentos e erotizados durante horários impróprios, como ocorria nos anos 1990, antes do Estatuto da Criança e do Adolescente, quando o quadro sensual “Banheira do Gugu” ocupava a faixa das 16h. A publicação do acórdão do STF suprimiu trecho do Estatuto que proibia exibir programas fora dos horários reservados a cada idade, segundo a classificação do Ministério da Justiça. A pasta continuará avaliando a classificação indicativa, que deve ser informada no início de cada atração, mas a partir de agora ela será, como diz seu nome, apenas indicativa – e não mais proibitiva.

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  • Filme

    Brimstone: Veja três cenas e dez fotos do western ultraviolento estrelado por Dakota Fanning

    6 de setembro de 2016 /

    Com a première de “Brimstone” no Festival de Veneza, a Paradiso Entertainment divulgou três cenas e dez fotos do filme, dirigido pelo holandês Martin Koolhoven (“AmnesiA”). As prévias dão uma mostra do clima tenso, sádico e ultraviolento da produção, com cenas de tortura psicológica, um assassinato escatológico e o açoitamento de uma mulher. Primeiro filme falado em inglês do cineasta, que também assina o roteiro, “Brimstone” conta a história de sobrevivência de uma mulher muda chamada Liz, interpretada por Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”). Na trama, ela é vítima da violência exacerbada de um padre vingativo, vivido por Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), e sofre na carne tormentos de um inferno na Terra. O elen co também inclui os ingleses Kit Harington (série “Game of Thrones”) e Emilia Jones (“High-Rise”), a suiça Carla Juri (“Zonas Úmidas”), a sueca Vera Vitali (“Blind”) e a holandesa Carise Van Hotten (também de “Game of Thrones). Após Veneza, o filme ainda será exibido nos festivais de Toronto e Londres, mas ainda não tem previsão de estreia comercial.

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  • Filme

    Veneza: Dakota Fanning sofre horrores em western sádico “feminista”

    6 de setembro de 2016 /

    Até parece que western feminista é novidade, pela recepção de parte da crítica a “Brimstone” no Festival de Veneza. Feminismo dirigido por um homem? Hollywood faz isso desde os anos 1950, com “Johnny Guitar”, do mestre Nicholas Ray, cujo cartaz trazia Joan Crawford de roupa “masculina” (calças e botas) e prestes a tirar o revólver do coldre. Mas foi assim que o diretor holandês Martin Koolhoven (“AmnesiA”) vendeu “Brimstone”, durante a entrevista coletiva do Festival de Veneza, onde disse ter escolhido mostrar “uma mulher no papel principal para finalmente apresentar o universo masculino do Velho Oeste sob o ponto de vista feminino”. Se sadismo puder ser confundido com “ponto de vista feminino”, é claro. “Brimstone” é o primeiro filme falado em inglês do cineasta, e o tema não poderia ser mais americano: uma história de vingança passada no Velho Oeste. “Sempre fui muito fã do gênero, mas também fiquei um pouco intimidado, porque há muitos grandes filmes de western”, explicou Koolhoven. Além de dirigir, ele assina o roteiro, que conta a história de sobrevivência de uma mulher muda chamada Liz, interpretada por Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”). Na trama, ela é vítima da violência exacerbada de um padre vingativo, vivido por Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), e sofre na carne tormentos de um inferno na Terra. Segundo Fanning, os horrores da tela foram prazerosos, na hora de filmar. “Todo o filme foi uma aventura completamente nova para mim, porque nunca vi nada parecido, então fiquei feliz em poder participar deste desafio. Acho que todos nos superamos, encontrando novos limites, e adoro isso, porque não gosto de coisas fáceis”, disse a atriz, que apesar da longa filmografia ainda tem apenas 22 anos. Os créditos da produção revelam financiamento de empresas de meia dúzia de países europeus, quase num reflexo da escalação do elenco, que também inclui os ingleses Kit Harington (série “Game of Thrones”) e Emilia Jones (“High-Rise”), a suiça Carla Juri (“Zonas Úmidas”), a sueca Vera Vitali (“Blind”) e a holandesa Carise Van Hotten (também de “Game of Thrones). Não deve ser mera coincidência, mas Koolhoven valorizou a coprodução por lhe permitir mais flexibilidade “para fazer o que quisesse”, do que, na sua opinião, se o filme fosse realizado por um estúdio americano. As locações também aconteceram na Europa, como nos velhos tempos dos spaghetti western. Mas o que se vê em “Brimstone” ultrapassa até a ultraviolência dos clássicos de Sam Peckinpah. É torture porn. Pior: torture porn com menores. A jovem Emilia Jones, que aos 14 anos interpretou a versão infantil da heroína, revelou que algumas das cenas eram tão violentas que Guy Pearce hesitou em fazer o que estava previsto no roteiro. “Mas eram muito importantes para o roteiro e, no momento em que falavam ‘corta’, ele me abraçava e pedia desculpas”, disse. “Seria moralmente duvidoso filmar a violência de forma suave”, justificou-se o diretor. “Tem que ser desconfortável, e se for muito fácil de ver, então fiz algo errado”, completou. Filme sádico, repleto de violência contra mulheres, e que se define “feminista”… De todo modo, a fotografia em grande scope, a estrutura narrativa inversa (a história acontece de trás para frente, sem avisos) e os arroubos estilísticos são de fato tecnicamente impressionantes.

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  • Filme

    Veneza: Exibição para o público do novo filme de Mel Gibson é aplaudida de pé por 10 minutos

    6 de setembro de 2016 /

    Após arrancar elogios da crítica, “Até o Último Homem” (Hacksaw Ridge), volta de Mel Gibson à direção após hiato de dez anos, recebeu uma das maiores aprovações que poderia ter. A exibição do filme ao público, durante sua première mundial no Festival de Veneza, foi aplaudida de pé, durante dez minutos, com direito a gritos de viva e assobios. Os aplausos continuaram mesmo após o final da projeção dos créditos e das luzes se acenderem. O longa-metragem foi o mais aplaudido dentre as atrações internacionais do festival deste ano, ainda que sua exibição tenha ocorrido fora de competição. Ele conta a história verídica de Desmond Doss, vivido na tela por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), um jovem adventista que se alista como médico durante a 2ª Guerra Mundial, mas, por causa da religião, recusa-se a pegar em armas. O filme emocionou o público e poderia ser considerado favorito ao Oscar, não fosse o diretor Mel Gibson. Por seu passado recente de confusões, em que passou a encarnar a imagem de um misógino racista, Gibson dificilmente bisará o reconhecimento que seu talento já mereceu, quando a Academia lhe premiou com os Oscars de Melhor Filme e Direção por “Coração Valente” (1995).

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    São Paulo vive dias de terror com a ressurreição do Cinefantasy, festival de cinema fantástico

    6 de setembro de 2016 /

    O Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico voltou do além. Sua última edição tinha ocorrido há cinco anos. Mas, como Jason Voorhees, ele não morreu. Desta terça (6/9) até o dia 11, o evento volta à vida no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, exibindo diversos filmes, eventos, concursos, palestras e debates. A programação conta com uma mostra competitiva de longas e curtas-metragens, que exibirá 98 títulos. O cinema brasileiro está representado por 4 longas e 32 curtas, que concorrerão ao troféu Corpo-Seco Dourado entregue pelo festival. Entre eles, está o inédito em circuito comercial “Clarisse – Ou Alguma Coisa sobre Nós Dois” (foto acima), de Petrus Cariry, que rendeu o troféu de Melhor Atriz à Sabrina Greve no Cine Ceará. O país melhor representado, porém, é a Espanha, presente com 28 filmes. Entre os destaques internacionais da Mostra Competitiva está o longa finlandês “Bunny the Killer Thing”, de Joonas Makkonen, inédito no Brasil e premiado no Rojo Sangre de Buenos Aires, e o italiano “Fantasticherie di un Passagiatore Solitario”, primeiro filme do diretor Paolo Gaudio, vencedor do Prêmio Mario Bava de Melhor Filme de Estreante no Fantasfestival de Roma. O festival terá também uma sessão especial dedicada ao diretor brasileiro Victor-Hugo Borges, criador da série “Historietas Assombradas (Para Crianças Malcriadas)” exibida no Cartoon Network. A sessão terá exibição de dois curtas-metragens do diretor, “O Menino que Plantava Invernos” (2008) e “Historietas Assombradas (Para Crianças Malcriadas)” (2013), que deu origem à série televisiva. Além da exibição dos filmes, a programação tem eventos para fãs de Harry Potter e Pokémon, além de um concurso de Cosplay e até uma festa temática dos anos 1980, em homenagem à série “Stranger Things”. Confira mais informações no site oficial do Cinefantasy.

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    Narcos é renovada para mais duas temporadas com foco no perigoso cartel de Cali

    6 de setembro de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix divulgou um vídeo anunciando a renovação de “Narcos” para sua 3ª temporada. O vídeo afirma que “a carreira tem que continuar”, num trocadilho com uma gíria usada entre consumidores de cocaína, enquanto substitui o rosto de Wagner Moura, que viveu Pablo Escobar, com o intérprete do novo chefão das drogas do próximo arco. A 3ª temporada será centrada no traficante Gilberto Rodriguez-Orejuela, chefe do cartel de Cali, já introduzido na série com interpretação do mexicano Damián Alcázar (“A Ditadura Perfeita”). Como o serviço de streaming já havia adiantado, Escobar morre na 2ª temporada da trama, que estreou na sexta (2/9). Em uma entrevista à edição latina da revista Variety, Alcazar já havia dito que gostaria de tomar o posto de Moura. “Eu adoraria. Acho que é isso que eles planejam fazer. Se eles querem seguir a terrível rota do tráfico de drogas, há muitos lugares para onde eles podem levar a história dele”. O anúncio oficial da Netflix, por sinal, revela que a série irá realmente longe. Em comunicado para a imprensa, a plataforma informou que atração foi renovada, na verdade, para mais duas temporadas, até seu quarto ano de produção. A próxima temporada da série estreará em 2017. O cineasta brasileiro José Padilha e o produtor americano Eric Newman, que trabalharam juntos em “RoboCop” (2014), continuam como produtores executivos.

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