Mestres do Universo: Ator de Crepúsculo é cotado para virar o novo He-Man
O diretor McG, que está à frente da nova versão de “Mestres do Universo” no cinema, revelou ter se encontrado com Kellan Lutz (o vampiro malvado de “Crepúsculo” e o “Hércules” menos bombado) para discutir sua escalação no papel do herói de brinquedo He-Man. “Kellan é um bom garoto e nós tivemos uma ótima reunião”, declarou o diretor, durante encontro com a imprensa no evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Ele é apaixonado pelo He-Man, por sua história. Realmente sabe muita coisa. Fiquei encantado com o seu foco e intensidade. Ele está sendo considerado muito, muito cuidadosamente, mas não chegamos lá ainda. Primeiro nós precisamos viabilizar o projeto, depois escalar o elenco”, completou. McG também falou sobre o papel do vilão Esqueleto. “Eu quero a pessoa certa para o papel. Gosto de trabalhar com grandes astros, mas também de trabalhar com revelações. Vamos fazer o que é certo, escolher alguém que incorpore a energia do Esqueleto, que precisa ser uma ameaça espetacular”, declarou. Para completar, o diretor declarou que o filme será inspirado em “Guardiões da Galáxia”, o que pode ser traduzido como bem-humorado. “Nós precisamos levar em conta os incríveis resultados que Kevin Feige tem conquistado com a Marvel, com um filme capaz de convencer e emocionar, cheio de ação, e contando a história da jornada de um herói”, completou. Aparentemente, McG encomendou um novo roteiro para a produção, que já coleciona uma lista inflacionária de scripts recusados – ou seja, seu orçamento já está sendo gasto sem que o filme tenha começado a ser rodado. A pilha de lixo começou em 2009 e já descartou, entre outras, páginas e páginas escritas por Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”) e Michael Finch (“Hitman: Agente 47”). A versão mais recente da história foi escrita por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que, por sinal, tinha a pretensão de dirigir o longa. A dificuldade em acertar o tom se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987 com Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) no papel de He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) como o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (séries “Friends” e “Cougar Town”). Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto.
Making a Murder: Série de documentários do Netflix ajuda a inocentar jovem condenado
A investigação conduzida pela série de documentários “Making a Murderer”, do Netflix, pode tirar um dos condenados de sua história da prisão. Um juiz federal dos EUA anulou na sexta-feira (12/8) a condenação de Brendan Dassey, que estava há dez anos preso pelo estupro e morte da fotógrafa Teresa Halbach. Dassey, que tinha 16 anos quando foi condenado, em 2007, é sobrinho de Steven Avery, foco do documentário. Ele cumpria prisão perpétua por participação no crime e agora, aos 26 anos, deve ser libertado da prisão em até 90 dias, a menos que autoridades agendem um novo julgamento. Em sua decisão, o juiz William E. Duffin, de Wisconsin, cita exatamente os problemas apontados pela série, que sugere que a polícia interrogou Dassey de forma injusta, sem um advogado ou um parente presente. A série dá a entender ainda que o jovem era mentalmente incapaz e que foi coagido a confessar. O juiz foi categórico ao afirmar que o acusado teve os direitos violados, citando a idade de Dassey durante o processo, a ausência de um adulto durante o interrogatório, onde foi obtida sua confissão involuntária, e o seu déficit intelectual. “Os investigadores repetidamente afirmavam saber o que tinha acontecido no dia 31 de outubro e garantiram que Dassey não tinha nada com o que se preocupar”, o juiz escreveu em sua sentença. “Essas promessas falsas repetidas, quando consideradas em conjunto com os outros fatores relevantes, violam a Quinta e a Décima Quarta Emenda” da constituição americana. “Making a Murderer” investigou os bastidores do crime, que aconteceu em 2005, e apontou os problemas de condução do caso pela polícia. O depoimento do jovem acabou sendo crucial para a condenação dele e de seu tio, Avery, pela morte da fotógrafa. Avery permanece preso, e a decisão do juiz americano não interfere em sua condenação. Sua família trabalha até hoje para tentar provar a sua inocência. Foco do documentário, Avery esteve preso por 18 anos por tentativa de assassinato e agressão sexual, até que foi inocentado por um exame de DNA. Dois anos depois de ser libertado, ao pedir uma indenização milionária e denunciar policiais do condado de Manitowoc, ele voltou a ser condenado, desta vez à prisão perpétua, pelo homicídio da fotógrafa. A série sustenta a tese de que sua condenação e a de seu sobrinho foram injustas e resultado de manipulação, por parte da polícia, para incriminar e calar Avery. A produção de “Making a Murderer” acabou tendo uma grande repercussão nos EUA e o Netflix já encomendou uma 2ª temporada para suas responsáveis, a dupla de cineastas Moira Demos e Laura Ricciardi, que escreveram, dirigiram e produziram os dez episódios da atração.
The Get Down: Comercial com rappers paulistas vira clipe e convite para maratona da série
O serviço de streaming Netflix, mais uma vez inovando no marketing de suas séries, juntou três artistas do “novo” rap paulista num comercial que está mais para videoclipe. Rodrigo Ogi, Jamés Ventura e Tássia Reis cantam um rap envolvente,com produção musical do Nave e gravada e mixada por Leo Grijó, que convida o espectador a dispensar qualquer festa do fim de semana para encarar uma maratona de “The Get Down”. Série de temática hip-hop, “The Get Down” conta a origem do gênero musical no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção vai incorporar fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e o crítico de música e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o criador da atração, o cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) para que a série fosse o mais realista possível. “The Get Down” está disponível no Netflix desde sexta (12/8).
Suposta ex-funcionária da Warner afirma que filme da Mulher Maravilha é outro desastre
O fracasso consecutivo dos filmes da Warner inspiraram uma carta aberta, supostamente assinada por uma ex-funcionária usando um pseudônimo, que desanca o estúdio e seu CEO, Kevin Tsujihara, por insistir nos mesmos erros e ter os mesmos resultados ruins, filme após filme, revelando, ao final, que “Mulher-Maravilha” é outra bomba esperando estourar. Publicada no site Pajiba, a carta de Gracie Law (nome da personagem de Kim Cattrall em “Os Aventureiros do Bairro Proibido”) ataca a falta de rumo do estúdio, que vem causando demissões em série pelas péssimas decisões tomadas nos últimos anos. “Um monte de fãs podem estar com raiva (e com razão), porque estão destruindo personagens que a gente ama, mas isso é um pouco mais pessoal para mim. Veja, eu sou uma ex-funcionária da Warner Bros”, ela afirma, lembrando que, apesar de o fracasso de “O Homem de Aço” ter causado várias demissões em 2014, o estúdio recompensou o diretor Zack Snyder com filmes de orçamentos ainda mais caros. E “Batman vs. Superman” tampouco deu o retorno esperado. “Zack Snyder não está dando resultados. Ele está sendo punido? Ele está sendo recompensado com mais oportunidades de fazer mais pessoas serem demitidas”, ela desabafa, dizendo que isso era uma verdadeira lição de vida: “Quem está por cima estraga tudo e quem está embaixo é que sofre”. Para ela, o problema não se resume aos filmes da DC. E ela lista uma relação considerável de fracassos: “O Destino de Jupiter”, “O Durão”, “Max”, “Férias Frustradas”, “Pan”, “Caçadores de Emoção: Além do Limite”… “As pessoas perdem seus empregos e você decide que ‘Pan’ era uma boa ideia. Você acha que realizar outro ‘Mogli’ (depois da Disney) é uma boa ideia”, escreve a ex-funcionária na carta para Tsujihara. Revelando que acabara de sair de uma sessão de “Esquadrão Suicida”, ela assume que foi motivada a escrever pela raiva de ver como o estúdio conseguiu estragar o filme que poderia resgatá-lo da mediocridade. “O que vocês estão fazendo?”, lamentou, culpando a Warner por “arruinar completamente personagens que os fãs estão desesperados para amar.” A pá de cal vem na revelação sobre o próximo lançamento da DC Comics. “Quem sabe ‘Mulher Maravilha’ não seja um desastre tão grande. Mas não se enganem com o bom trailer, as pessoas dentro da produção já estão dizendo que as coisas estão horríveis”. Atualmente em pós-produção, “Mulher-Maravilha” tem estreia prevista para junho de 2017.
Diretor de Irmã Dulce vai filmar personagens de desenhista brasileiro da Marvel
O diretor Vicente Amorim (“Corações Sujos” e “Irmã Dulce”) está começando a filmar seu novo projeto, “Motorrad”, baseado em personagens criados por Danilo Beyruth, desenhista brasileiro da Marvel (“Gwenpool”, “Deadpool vs. Gambit” e a vindoura nova série do “Motoqueiro Fantasma”), que também assinou as graphic novels “Bando de Dois”, sobre cangaceiros, “Necronauta”, de terror, e “Astronauta – Magnetar”, dedicada ao personagem espacial de Mauricio de Sousa. Sem revelar qual obra será adaptada, o filme vai acompanhar um grupo de motoqueiros forçados a enfrentar a ameaça de algo que os caça numa trilha misteriosa. Vale observar que sinopse tem gancho para a estreia cinematográfica do Necronauta, o super-herói dos mortos (veja a imagem acima). Com produção da Filmland, as filmagens vão começar nesta semana na Serra da Canastra, com os atores Guilherme Prates (“Confissões de Adolescente”), Carla Salle (novela “Totalmente Demais”) e Emilio Dantas (“Em Nome da Lei”) no elenco.
Luke Cage: Veja seis fotos da próxima série de super-heróis da Marvel
Após divulgar o trailer, o serviço de streaming Netflix divulgou seis fotos dos episódios de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. As imagens destacam a superforça do herói vivido por Mike Colter (introduzido em “Jessica Jones”), seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”), a amizade com Pops (Frankie Faison, da série “Banshee”) e alguns dos vilões, como Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), Shades Alvarez (Theo Rossi, da série “Sons of Anarchy”) e Mariah Dillard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”), Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Capitã Marvel terá origem alterada no cinema
O filme da heroína Capitã Marvel não deve seguir a origem da personagem nos quadrinhos. A revelação foi feita pela roteirista Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) durante a participação num podcast nos EUA. O motivo: a forma como ela ganha superpoderes é muito parecida com a origem do Lanterna Verde, apresentada recentemente nos cinemas. Nos quadrinhos escritos por Roy Thomas e desenhados por Gene Colan, no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que adquiriu superpoderes ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Descontando o fato de Hal Jordan também ser um piloto, no caso de testes, e receber seus poderes de um alienígena à beira da morte, não há quase nada em comum entre as duas histórias. Mesmo assim, a história de Danvers “precisará” ser reinventada. “Não acho que já estive num projeto com mais potencial de impacto importância”, disse a roteirista, referindo-se ao fato da Capitã Marvel ser a primeira heroína a ganhar seu filme solo da Marvel. “Ela é uma personagem muito forte e Kelly Sue DeConnick fez algo incrível nos quadrinhos recentes dela. Mas tem uma coisa: se você for fazer uma adaptação literal dos quadrinhos, a história de origem dela é bem similar a do Lanterna Verde. E, obviamente, não é isso que queremos fazer. Há muita reinvenção que precisa acontecer. Ela também tem uma personalidade própria e é uma grande personagem. Precisamos estar cientes do que já aconteceu em outros filmes da Marvel, para ter certeza que a história dela será algo único e divertido, e que também vai se encaixar nesse mundo que está acontecendo ao mesmo tempo. É uma história interessante, desafiadora e é bom ter uma parceira”, completou, referindo-se a sua colega na criação da história, a roteirista Meg LeFauve (“Divertida Mente”). O filme será estrelado por Brie Larson, atriz vencedora do Oscar de 2016 por “O Quarto de Jack”, e ainda não tem diretor (a) definido(a). A estreia está marcada para março de 2019.
Liga da Justiça: Primeiro trailer ganha versão legendada
A Warner Bros. finalmente divulgou a versão legendada do trailer do filme da “Liga da Justiça”, exibido durante a San Diego Comic-Con. A prévia mostra Bruce Wayne formando o time de super-heróis. Ele alista pessoalmente Aquaman e Flash, além de trocar ideias com a Mulher Maravilha a respeito do grupo, que ainda inclui Ciborgue. Curiosamente, Superman é o grande ausente, devido ao desfecho de “Batman vs Superman”. O vídeo também demonstra que a seriedade retumbante do filme anterior foi substituída por um tom mais leve, que inclui até algumas tentativas de humor. A sinopse oficial diz: “Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.” Novamente escrito por Chris Terrio e dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), o filme tem estreia marcada para novembro de 2017.
Bon Jovi retorna sombrio no primeiro clipe com a nova formação
A Island Records divulgou o primeiro clipe da “nova formação” de Bon Jovi, com Phil X, que já vinha tocando com a banda desde 2013, no lugar do guitarrista Richie Sambora, e a oficialização do baixista Hugh McDonald, integrante não oficial do grupo há mais de uma década. A mudança de formação renovou o som da banda, que em “This House Is Not For Sale” chega a lembrar seu conterrâneo Bruce Springsteen. Para completar a estranheza, o refrão tem até corinho de fundo e raiva de hardcore melódico – o título é uma metáfora quase punk rock entre a casa simbólica e a banda, que supostamente “não está à venda”. Dirigido pela premiada curtametragista indiana Indrani Pal-Chaudhuri, o clipe também traz uma estética diferente, mais sombria, com Jon Bon Jovi dirigindo por uma cidade vazia e caminhando num cemitério, durante um dia especialmente nublado, antes de adentrar a casa escura em que a banda ensaia a música. “This House Is Not For Sale” também batiza o novo CD do Bon Jovi, que será lançado no dia 21 de outubro.
Aliados: Marion Cotillard seduz Brad Pitt em trailer de filme de espionagem
A Paramount Pictures divulgou uma foto oficial e o primeiro trailer legendado de “Aliados”, filme de espionagem de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). A prévia mostra o encontro e o envolvimento do casal numa missão para eliminar um embaixador nazista, em Casablanca, no Marrocos, traçando rapidamente os perigos que enfrentam durante a 2ª Guerra Mundial, antes de avançar no tempo e revelar que o jogo de espionagem não terminou ali e pode ter incluído sedução pelo inimigo. Na trama, após se apaixonarem e decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para outro país e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O elenco também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia está marcada para 1 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
The Get Down: Vídeos destacam clima dançante da série hip-hop de Baz Luhrman
O serviço de streaming Netflix divulgou duas cenas de “The Get Down”, série sobre a origem do hip-hop criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), que tem tudo para ser o que “Vinyl” prometia. As prévias mostram duas cenas dançantes, que também refletem dois universos diferentes: um momento de breakdancing entre manos, numa festa de hip-hop, e um dança sincronizada entre minas, num salão de beleza, ao som de um hit das discotecas. A reconstituição da época é apuradíssima, do figurino aos embalos musicais. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai conservador (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção vai incorporar fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e o crítico de música e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para que a série fosse o mais realista possível. O elenco destaca uma nova geração de atores negros e latinos, mas há alguns rostos mais conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). “The Get Down” está disponível no Netflix a partir desta sexta (12/8).
Criminal Minds: Após agressão, Thomas Gibson é demitido da série
As produtoras CBS Television e ABC Studios resolveram demitir o ator Thomas Gibson de “Criminal Minds”, após agredir um dos roteiristas da série no set de gravações. A princípio, ele seria apenas suspenso. Mas os produtores acabaram optando por uma decisão mais radical, anunciando a decisão nesta sexta-feira (12/8), sem darem mais detalhes do caso. Protagonista da atração, o intérprete do agente Aaron Hotchner teria, segundo fontes do site TMZ, chutado a perna de um escritor, cujo nome não foi revelado, durante as gravações da série policial. Na quinta-feira, o ator divulgou um pedido de desculpas, comentando rapidamente o episódio. “Aconteceram diferenças criativas no set e não chegamos a um acordo. Me arrependo do que houve”, ele explicou. Gibson estrelou “Criminal Minds” desde sua estreia em 2015. Anteriormente, ele também foi o protagonista do drama médico “Chicago Hope” e da sitcom “Dharma & Greg”.
Pretty Little Liars: Campeã olímpica Simone Biles é convidada a visitar as gravações de sua série favorita
Ao descobrir que a ginasta Simone Biles, medalhista de ouro e fenômeno americano das Olimpíadas do Rio, era fã de “Pretty Little Liars”, a atriz Shay Mitchell, interprete de Emily na série, e a criadora da atração I. Marlene King gravaram vídeos para parabenizá-la e convidá-la a conhecer o set de gravações. Ambos os vídeos foram postados no Twitter. “Pretty Little Liars” está atualmente gravando os episódios da segunda metade de sua 7ª temporada, que serão exibidos apenas no começo de 2017, provavelmente concluindo a série. A primeira metade se encerra no dia 30 de agosto, no canal pago americano Freeform. PLL star @ShayMitch has a special shout out for Olympic gold medalist @Simone_Biles! #Rio2016 @TeamUSA pic.twitter.com/Y1RNLz0WZo — Pretty Little Liars (@PLLTVSeries) August 11, 2016 Hey @Simone_Biles! @imarleneking wants you & the #FinalFive to come to PLL set when you get back – are you in? pic.twitter.com/zzMvR8mCkV — Pretty Little Liars (@PLLTVSeries) August 12, 2016












