Ash vs. Evil Dead: Fotos do elenco destacam participações de Lee Majors e Ted Raimi
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e as fotos promocionais do elenco da 2ª temporada de “Ash vs Evil Dead”. Além do quarteto principal, vivido por Bruce Campbell, Ray Santiago, Dana DeLorenzo e Lucy Lawless, as imagens apresentam algumas novidades, como o veterano Lee Majors (“O Homem de Seis Milhões de Dólares”), que viverá o pai de Ash, e Ted Raimi, irmão do cineasta Sam Raimi (que criou a franquia de terror “Evil Dead”), como amigo de infância do protagonista. Ted já tinha aparecido nos filmes “A Morte do Demônio” (1981) e “Uma Noite Alucinante” (1987), mas como monstro. Será a primeira vez que usará sua aparência real na franquia iniciada nos filmes dos anos 1980. A 2ª temporada estreia em 2 de outubro nos Estados Unidos.
Scream: Série baseada em Pânico vai ganhar especial de Halloween
A série “Scream”, baseada na franquia cinematográfica “Pânico”, encerrou sua 2ª temporada na terça (16/8), mas voltará à TV para novos sustos em apenas dois meses. O canal pago americano MTV anunciou, por meio de um vídeo, que a atração terá um especial de Halloween em outubro, com nada menos que duas horas de duração. Será basicamente um telefilme, que deverá ter alguma novidade em relação à trama, já que a identidade do segundo assassino foi revelada no desfecho da temporada. Não veja o vídeo abaixo se não quiser saber quem é o culpado. A conclusão, claro, deixou aberta a possibilidade de estender o mistério, com a inclusão de um novo psicopata, como demonstra o teaser. Intitulado “Scream After Dark”, o especial promete revelar o que estaria por trás da aparição do terceiro assassino mascarado. A exibição está marcada para em 18 de outubro nos EUA. Detalhe: a MTV ainda não anunciou a renovação da série para uma 3ª temporada.
New Girl: 6ª temporada ganha pôster e vídeo de bastidores
A rede americana Fox divulgou o pôster e um vídeo de bastidores da 6ª temporada de “New Girl”. No vídeo, o elenco comenta a nova situação de Schmidt (Max Greenfield) como um homem casado, enquanto Zooey Deschanel, que tirou licença maternidade na temporada passada, comemora sua estreia como diretora no episódio que abrirá o novo arco. Além do elenco fixo, Megan Fox também voltará a aparecer na 6ª temporada, após substituir Zooey por sete episódios no começo ano. Série de comédia mais antiga na programação atual da Fox, “New Girl” ultrapassou seu 100º episódio em março nos EUA. No Brasil, a série é exibida no canal pago Foxlife.
Drama esportivo Marcação Cerrada vai virar série
O drama esportivo “Marcação Cerrada” (Varsity Blues, 1999) vai seguir os passos de “Tudo Pela Vitória” (Friday Night Lights, 2004) e virar série. O canal pago americano CMT planeja expandir sua oferta de séries originais com uma adaptação do longa, que foi precursor da mescla de drama teen e futebol americano colegial no cinema. O filme foi estrelado por James Van Der Beek (durante sua fase mais popular na série “Dawson’s Creek”), no papel de um quaterback reserva de um time colegial do Texas, que sai do banco após o titular se machucar com a obrigação de levar a equipe à vitória. A premissa foi posteriormente evocada pelo próprio “Tudo Pela Vitória” (2004) e reapresentada na TV na excepcional série “Friday Night Lights”. Além de Van Der Beek, o elenco de “Marcação Cerrada” incluía os jovens Paul Walker e Ron Lester, precocemente falecidos. O CMT é uma espécie de MTV da música country, e começou a enveredar para o mercado das séries dramáticas com o resgate de “Nashville”, que tinha sido cancelada pela rede ABC em maio. A adaptação, que manterá o título “Varsity Blues”, será feita pelo roteirista W. Peter Iliff, que escreveu o longa original, com produção da Paramount TV.
Supergirl: Foto de bastidores registra encontro com “Mulher-Maravilha”
A atriz Melissa Benoist publicou em seu Instagram uma foto dos bastidores de “Supergirl”, em que posa ao lado de Lynda Carter, até hoje lembrada como a estrela da série “Mulher-Maravilha” dos anos 1970. O encontro entre as duas super-heroínas da TV vai acontecer na 2ª temporada de “Supergirl”. A imagem também adianta o visual da personagem de Carter, que interpretará a Presidente dos EUA na trama. Além de Lynda Carter, a série conta com outros intérpretes clássicos de super-heróis da DC Comics, como Helen Slater, que estrelou o filme “Supergirl” (1984), e Dean Cain, protagonista de “Lois e Clark – As Novas Aventuras do Superman” (1993-97). Os dois interpretam os pais adotivos de Kara Danvers/Supergirl, papel de Melissa Benoist. Além disso, a 1ª temporada ainda trouxe Laura Vandervoort (a Supergirl de “Smallville”) num arco como a vilã Indigo. A 2ª temporada de “Supergirl” estreia no dia 10 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida pelo canal Warner.
Extraordinário: Sonia Braga será mãe de Julia Roberts em adaptação de best-seller
A atriz Sonia Braga (“Aquarius”) entrou para o elenco do drama “Extraordinário”. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, ela viverá a mãe da personagem de Julia Roberts (“Álbum de Família”) e avó do protagonista Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”). O filme é uma adaptação do livro homônimo de R.J. Palacio, que passou 32 semanas entre os mais vendidos da lista do jornal The New York Times, e gira em torno de um menino de dez anos chamado Auggie Pullman (Tremblay), que estudava em casa por conta de uma deformidade facial, até começar a 5ª série e finalmente ir para escola. Lá, ele vai lutar para mostrar aos seus colegas de classe que, apesar das aparências, é apenas um garoto comum. A história deve explorar a temática do bullying por diversos pontos de vista. Roberts faz o papel de Isabel, mãe do garoto, enquanto Owen Wilson (“Meia-Noite em Paris”) vive Nate, o pai. As filmagens de “Extraordinário” já começaram em Vancouver, no Canadá, com direção de Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”) e o lançamento é aguardado para 11 de maio de 2017 no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Diretor de Aquarius ataca crítico escolhido para integrar comissão que escolherá candidato brasileiro ao Oscar 2017
O diretor Kleber Mendonça Filho publicou uma carta aberta no jornal Folha de S. Paulo e no Facebook nesta sexta (19/8) para, com a justificativa de defender seu filme “Aquarius” como candidato brasileiro ao Oscar 2017, atacar um crítico de cinema. O problema estaria no fato de Marcos Petrucelli, que discorda publicamente de suas posições políticas, ter sido convidado a participar da comissão do Ministério da Cultura que definirá o filme escolhido para representar o Brasil na busca de uma vaga na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Mesmo dizendo que “tecnicamente” o jornalista “seria um nome adequado” para compôr a comissão, Mendonça ataca o posicionamento “estridente” de Petrucelli contra seu “protesto democrático” no Festival de Cannes. Ele se refere, obviamente, ao fato de ter levantado, junto a integrantes de sua equipe, placas em inglês e francês que afirmavam que “Um golpe ocorreu no Brasil”, “O Brasil não é mais uma democracia” e “O mundo não pode aceitar esse governo ilegítimo”, enquanto estava no tapete vermelho do festival francês. Segundo o cineasta, o comportamento do jornalista “faz da sua participação nesta comissão algo constrangedor”, dizendo que a questão se tornava ainda mais “séria”, porque “alguns desses ataques sugerem publicamente mentiras sobre a equipe de mais de 30 profissionais de ‘Aquarius’ ter ido a Cannes ‘de férias'”, com suas estadias “pagas pelo dinheiro público”. “É triste ter que corrigir com fatos, puros e simples, o tipo de mentira destrutiva que um comunicador tem espalhado de forma tão irresponsável. E essa pessoa está numa comissão que deveria defender os interesses do país, para julgar um filme que ele mesmo vem caluniando da forma mais torpe imaginável”, ele completa. A polêmica merece algumas considerações. Na verdade, Petrucelli escreveu no Facebook: “Vergonha é o mínimo que se pode dizer sobre a equipe e o elenco de ‘Aquarius’, filme que está em Cannes esse ano. Ao passar pelo tapete vermelho, os brasileiros protestaram contra o impeachment com cartazes que diziam ‘O Brasil não é mais uma democracia’. Ah não? Qual regime é esse, então, que permitiu ao diretor do filme levar 30 pessoas da equipe para tirar férias na Riviera Francesa? Nem blockbuster de Hollywood comparece a Cannes com tantas pessoas”. A comparação do contraste entre os protestos pela falta de democracia e a existência de liberdade para a equipe do filme ir à Cannes em peso, tratada ironicamente como “férias na Riviera Francesa”, ultrajou Filho, que ignorou a pergunta “Que regime é esse” e transformou o verbo “permitir” (antônimo de proibir, como numa ditadura) em “financiar”, para justificar um ataque num jornal de grande circulação e repercussão nacional. Além disso, a publicação da Carta Aberta à Comissão Brasileira do Oscar, que detalha frases nunca ditas ou escritas por Petrucelli, conquistou apoio de vários outros cineastas e repercutiu com a complacência do silêncio da Abraccine (a suposta Associação dos Críticos de Cinema do Brasil). Vale observar que, embora o crítico não tenha escrito nem mesmo em seu Facebook pessoal que a viagem para o Festival de Cannes foi paga pelo governo, o filme “Aquarius” recebeu, sim, verba da Ancine para participar do evento, dentro do Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais e de Projetos de Obras Audiovisuais Brasileiras em Laboratórios e Workshops Internacionais, que prevê pagamento de passagens, hospedagem, transportes, alimentação e “despesas afins” para diretor, produtor e ator/atriz. Levando em conta que o cineasta gostaria de corrigir o que chama de calúnia, seria interessante, em nome da transparência, que os valores destas despesas financiadas fossem tornados públicos, evitando assim “mentiras destrutivas” com a apresentação de “fatos, puros e simples”, para encerrar de vez a mera retórica inflamada – e inflamatória. Também seria interessante, em nome do “processo democrático”, respeitar a opinião de quem lhe contesta. Não é a primeira vez que o diretor bate boca publicamente com quem discordou de sua photo-op em Cannes. Mas, assim como Kleber Mendonça Filho teve o direito democrático de realizar seu protesto de gala, as vozes contrárias têm o mesmo direito de se manifestarem. Qualquer outra atitude não passa de autoritarismo com disfarce politicamente correto. Leia a carta de Kleber Mendonça Filho na edição da Folha e também no Facebook oficial do filme “Aquarius”.
Black Mirror: Bryce Dallas Howard e Mackenzie Davis ilustram primeiras fotos da 3ª temporada
A 3ª temporada da serie de antologia sci-fi “Black Mirror” ganhou suas primeiras fotos. Até então produzida pelo Channel 4 britânico, a atração retorna pelo Netflix e com elenco cinematográfico, como demonstram as imagens. O material registra cenas de dois episódios: “Nosedive”, com Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) e celulares, sob direção de Joe Wright (“Peter Pan”), e “San Junipero”, com Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”) e Mackenzie Davis (“Perdido em Marte”) num visual retrô, dirigido por Owen Harris (“Kill Your Friends”). Criada por Charlie Brooker (também criador da série de zumbis “Dead Set”), a série apresenta histórias independentes que exploram o terror criado por novas tecnologias. O retorno de “Black Mirror” está marcado para 21 de outubro no Netflix e contará com 6 episódios, o dobro das duas primeiras temporadas.
Refilmagem de Ben-Hur não é novo clássico, mas rende suspiros épicos
Deveria existir um manifesto que mantivesse as maiores obras cinematográficas intocáveis. A ideia de revisitar um épico como “Ben-Hur” soa tão profana quanto flertar com outros clássicos como “…E o Vento Levou” e “Lawrence da Arábia”. São obras que sobrevivem à passagem do tempo e que encantam ao serem (re)vistas hoje por olhos fascinados. Claro, antes do clássico de William Wyler houve um épico do cinema mudo. E, antes deste, um curta. Portanto, o “Ben-Hur” dirigido pelo cazaque Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) não é o primeiro remake e, como todas refilmagens, sustenta ser apenas a mais nova versão do livro original, de Lew Wallace, originalmente publicado em 1880. Mas se o filme de 1959 é um clássico que venceu 11 Oscars, o que chega agora aos cinemas tem um potencial enorme de cair no esquecimento assim que encerrar a sua carreira comercial, já que o imaginário popular nunca lhe permitiria uma comparação favorável. Mesmo assim, não seria correto ignorar que há virtudes no novo trabalho. A fragilidade do relacionamento entre os irmãos Judah Ben-Hur (Jack Huston) e Messala Severus (Toby Kebbell), por exemplo, é mais evidente. Na nova versão, Messala tem um complexo de inferioridade por ser o filho adotivo de uma família de judeus. Na busca por sua própria identidade, Messala se converte em um oficial do exército romano, que vem protagonizando uma guerra contra os judeus para dominar Jerusalém. Assim como o Ben-Hur personificado por Charlton Heston, o jovem herói de Jack Huston é acusado de traição em uma tentativa mal-sucedida da comunidade judaica em atentar contra a vida do governador romano. Sem julgamento, Ben-Hur e a sua família são imediatamente penalizados – somente a sua esposa Esther (Nazanin Boniadi) consegue fugir antes que todos sejam rendidos. Paralelamente, Jesus (Rodrigo Santoro) vai se tornando uma presença secundária mais recorrente, com uma trajetória que irá fazê-lo cruzar com o destino de Ben-Hur em algumas ocasiões decisivas. Quem acompanhou o trabalho de Timur Bekmambetov até aqui, sabe que o realizador não é afeito a sutilezas no desejo de promover uma experiência visual bem particular. Por isso mesmo, o ritmo alucinado é concentrado somente quando a ação se manifesta com intensidade, mas sempre com um cuidado para não corromper a seriedade de uma narrativa de cunho religioso. A contenção funciona. Não há como negar a humanidade que Rodrigo Santoro traz para a figura mais influente da cultura ocidental, bem como a sede de vingança expressa por Jack Huston, que após um período de cinco anos como escravo se renova ao ganhar a simpatia de Ilderim (Morgan Freeman, excelente), um homem rico que pretende desmoralizar o império romano ao inscrever Ben-Hur em uma disputa no coliseu. Se esses esforços podem ser insuficientes, o filme consegue se sustentar como espetáculo. Impressionam a longa sequência em que o protagonista se vê entre outros escravos remando em batalhas navais, mas principalmente a recriação da icônica corrida de bigas, ponto alto de todas as versões anteriores. São nessas cenas que esse “Ben-Hur” consegue compreender o que caracteriza um bom épico. Nem que seja por alguns suspiros.
Esperando Acordada encontra graça e leveza numa tragédia fortuita
Um susto produz uma queda. Homem desconhecido, não deu nem para ver o rosto. E se ele tiver morrido? É preciso socorrê-lo. Mas a garota atrapalhada, vestida de morte para animar festas infantis, se perdeu e já está muito atrasada. Um telefonema para a polícia resolve isso. É só usar o celular e se mandar… E agora? Fazer de conta de que nada aconteceu? Impossível. A culpa não deixaria. Será que ele morreu? É preciso saber. Parece que está em coma. Ufa! Ainda há reparação possível. É preciso descobrir quem ele é, como vive, onde mora. Entrar na sua vida, cuidar das suas necessidades. E até de seu filho. Quem sabe, amá-lo. A trama de “Esperando Acordada” explora as circunstâncias fortuitas da vida que podem mudar tudo de uma hora para outra. E as adaptações e acomodações que temos de fazer para dar conta da nova situação. A insatisfação, a infelicidade, a mediocridade são componentes rotineiros da vida das pessoas. Se algo extraordinário acontece, o sentido dessas vidas pode até se iluminar, descobrir algo onde quase não havia nada. O filme da cineasta francesa Marie Belhomme traz essa história curiosa e transformadora, apresentando um caso de amor e dedicação, ancorado na expiação da culpa e no fascínio pela vida do outro. Como estreia em longas da diretora, é um bom começo. Isabelle Carré (“Românticos Anônimos”) faz a jovem Perrine, com todas as nuances que o personagem pede, e carrega o filme. Apesar de haver no elenco ninguém menos do que Carmen Maura (“Volver”), que sempre será lembrada pelos incríveis papéis que fez nos filmes de Pedro Almodóvar. Aqui, ela parece um tanto deslocada, numa função coadjuvante, sem maior brilho. Philippe Rebbot (“Os Cavaleiros Brancos”) e Nina Meurisse (“Além do Arco-Íris”) completam o elenco com eficiência. “Esperando Acordada” não é nenhuma grande obra do cinema, mas é uma graça de filme.
Amber Heard doa todo o dinheiro de seu divórcio de Johnny Depp
A atriz Amber Heard informou ter doado os US$ 7 milhões do seu acordo de divórcio com o ator Johnny Depp para a caridade. Em comunicado, ela afirmou dividiu a quantia total entre as organizações American Civil Liberties Union, dedicada a prevenir a violência contra as mulheres, e o Hospital de Crianças de Los Angeles, que tem apoiado há uma década. “Como descrito na ordem de restrição e no acordo do divórcio, dinheiro não teve nenhum papel para mim pessoalmente e não tem, exceto pelo fato de que eu posso doá-lo para a caridade e, fazendo isso, espero ajudar aqueles com menor capacidade para se defender”, declarou a atriz. O representante de Depp não respondeu aos pedidos para comentar a informação. Depp e a atriz entraram em acordo na terça-feira (16/8) para finalizar seu divórcio, um dia antes de uma sessão judicial sobre a acusação de violência doméstica contra o ator e quatro dias após um vídeo mostrando o ator bêbado e violento chegar na internet. O casal divulgou um comunicado conjunto chamando a relação entre eles de “intensamente passional e às vezes volátil, mas sempre ligada pelo amor”, acrescentando que “nunca houve qualquer intenção de danos físicos e emocionais”.
Os Garotos Perdidos: Filme de vampiros dos anos 1980 vai virar série
O cultuado filme de vampiros “Os Garotos Perdidos” (1987) vai virar série de TV. Segundo o site The Hollywood Reporter, a rede americana CW venceu a disputa pelo projeto, que estava sendo oferecido para várias emissoras e será desenvolvido por Rob Thomas, criador das séries “Veronica Mars” e “iZombie”. O projeto, porém, é bem diferente do filme dirigido por Joel Schumacher e estrelado por Jason Patrick (série “Wayward Pines”), Kiefer Sutherland (série “24 horas”), Corey Haim (“Adrenalina 2”) e Corey Feldman (“Os Goonies”). No longa, dois irmãos recém-chegados a uma pequena cidade litorânea descobrem que a região é repleta de jovens vampiros. Já a série não terá essa história, sendo centrada nos vampiros e não nos humanos. O plano é que a atração dure sete temporadas, com cada ano correspondendo a uma época diferente. Assim, o primeiro ano se passará durante o verão do amor na cidade de San Francisco, em 1967, numa referência à época da banda The Doors, cuja música embalava o filme original. A cada temporada, os personagens humanos, o local e a história mudarão, mas os intérpretes dos vampiros permanecerão os mesmos, jovens para sempre. Segundo o site, a rede CW imagina que “The Lost Boys” (o título original) possa substituir “The Vampire Diaries”, que começa a exibir em outubro a sua última temporada.
Alexander Skarsgard, Keira Knightley e Jason Clarke viverão drama entre as ruínas pós-guerra da Alemanha
O drama “The Aftermath”, produzido pela Fox Searchlight vai reunir um grande elenco. Segundo o site da revista Variety, Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Keira Knightley (“Mesmo Se Nada Der Certo”) e Jason Clarke (“Planeta dos Macacos – O Confronto”) serão os protagonistas do projeto, que relata a reconstrução da Alemanha após a 2ª Guerra Mundial. Baseado no romance escrito por Rhidian Brook, “The Aftermath” acompanha uma mulher, que viaja com seu filho à Alemanha em 1946 para encontrar o marido, um coronel britânico, ocupado com a reconstrução da cidade de Hamburgo. Ao chegar na nova casa, ela acaba descobrindo que precisará dividir o novo lar com os antigos donos, um viúvo alemão e sua problemática filha, porque seu marido decidiu não desalojá-los. Lá fora, crianças reduzidas a feras, cadáveres ainda não recolhidos da guerra e escombros compõem o que restou da cidade. “The Aftermath” tem produção do cineasta Ridley Scott, por meio de sua produtora Scott Free, que atualmente negocia a direção com James Kent (“Juventudes Roubadas”). O filme ainda não tem data prevista de estreia.












