Lançamento de Chatô pode evitar que Guilherme Fontes pague multa milionária
O TCU (Tribunal de Contas da União) aceitou rever um recurso de Guilherme Fontes referente à prestação de contas do incentivo fiscal do filme “Chatô, o Rei do Brasil” (2015). Com a revisão, o ator e diretor pode se isentar de ter que devolver um total de R$ 66,2 milhões ao Fundo Nacional da Cultura, valor corrigido e acrescido de juros. O recurso reavalia a decisão do TCU que condenava o ator por não ter o filme, que foi rodado nos anos de 1990 e só ficou pronto em 2014. Agora que “Chatô” entrou e saiu de cartaz e está na programação do Netflix, os ministros consideraram que a produção foi concluída, o que pode ser considerada prova de reconsideração. “Chatô”, que demorou quase 20 anos para estrear, custou mais de R$ 8 milhões, valor bem acima das grandes produções da época – “O Auto da Compadecida” (2000), por exemplo, não passou de R$ 3,5 milhões. No entanto, Fontes garante que o valor do trabalho ficou abaixo do que qualquer outro do mercado, já que, além do filme, o projeto compreendia também uma minissérie e um documentário, que ele pretende lançar em breve. O filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor Fernando Morais e conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que engloba jornais, emissoras de rádio e de TV. Fontes disse que estava muito feliz e emocionado pela reviravolta no caso. “A justiça está sendo feita com quem acreditou em mim e com a minha família”, ele comentou, em entrevista ao UOL. “Fui acusado pelo Ministério da Cultura da época e os jornais abraçaram a ideia. Destruíram um projeto lindíssimo de cinema. E isso prova que eu estava certo”, falou. “O mais legal de tudo é as pessoas terem gostado do filme. Isso é impagável. Saber que as minhas contas estariam boas no final não foi surpresa. Saber que o filme ficaria bom não foi surpresa. Surpresa foi tudo mundo ter achado isso”.
Noel Neill (1920 – 2016)
Noel Neill, a primeira atriz a interpretar Lois Lane no cinema, morreu no domingo (3/7) aos 95 anos em Tucson, nos EUA, de causas não reveladas. Ela ficou famosa ao viver o interesse romântico de Superman nos seriados de aventura dos anos 1940, mas antes disso fez muitas figurações e chegou a integrar o elenco de uma série de “high school” musicais do estúdio Monogram, vivendo a estudante Betty Rogers em seis filmes, entre 1946 e 1948. Neill estrelou “Super-Homem” em 1948, ao lado de Kirk Alyn, o primeiro Superman do cinema. Produzido pela Columbia Pictures, o seriado mostrava o super-herói enfrentando a Mulher-Aranha, uma vilã que nunca existiu nos quadrinhos da DC Comics. Apesar de ter sido lançado quando o formato dos seriados entrava em decadência, a produção fez bastante sucesso e ganhou sequência, “O Homem Atômico Contra o Super-Homem” (1950), voltando a reunir o elenco original e destacando o vilão Lex Luthor, o “Homem Atômico” do título, interpretado por Lyle Talbot. Paralelamente, ela participou de alguns westerns de baixo orçamento, vivendo a donzela em perigo em produções como “As Aventuras de Frank e Jesse James” (1948), “Contrabando de Armas” (1949) e “Pistolas nos Prados” (1951). Mas após o último seriado do Superman, as oportunidades de trabalho no cinema voltaram a se resumir a figurações. Ela até apareceu no clássico “Os Homens Preferem as Louras” (1953), antes de voltar ao papel de sua vida. A identificação com Lois Lane foi tanta que Neill foi contratada para retomar a personagem na TV, na série “As Aventuras do Super-Homem”, como substituta da intérprete original, Phyllis Coates, que saiu da produção em 1953. Entrando na 2ª temporada, ela flertou com o herói vivido por George Reeves até o sexto ano, em 1958, quando a série saiu do ar. Mas nem o fim da série fez os fãs a esquecerem. Neill foi homenageada duas vezes pelos produtores dos filmes de Superman, aparecendo brevemente como Ella Lane, a mãe de Lois, no primeiro longa-metragem do herói, “Superman: O Filme” (1978), e como uma milionária enganada por Luthor em “Superman: O Retorno” (2006). Em 2010, a cidade de Metropolis, no Illinois, inaugurou uma estátua de Lois Lane, modelada em sua fisionomia.
Procurando Dory é um dos grandes filmes da Pixar
Assim como já fez com “Toy Story” (1995), “Monstros S.A.” (2001) e “Carros” (2006), o estúdio Pixar revisita agora os personagens de “Procurando Nemo” (2003), um dos seus maiores sucessos. Entretanto, “Procurando Dory” se diferencia mais do original que as continuações anteriores, não apenas por se concentrar na coadjuvante do primeiro filme, mas por algumas ousadias, como a inclusão de aspectos mais sombrios e temas humanistas. De fato, se não tivesse “Procurando Nemo” como predecessor, “Procurando Dory” estaria sendo louvado como um dos grandes filmes originais do estúdio. A nova animação é uma história de superação, destacando uma personagem com problema mental, que consegue não apenas atingir o seu objetivo, como se tornar um exemplo de obstinação e até de heroísmo. Mas chegar lá não é nada fácil. O filme começa com um pequeno prólogo, apresentando a pequena Dory ainda morando com os pais, antes de se perder, ficar adulta e conhecer Marlin, o perturbado pai do desaparecido Nemo, e ajudá-lo em sua jornada em busca do filho. Difícil não se solidarizar com a personagem, que sofre de perda de memória recente e por isso acaba não conseguindo muitos amigos. A trama encontra os personagens um ano após os eventos de “Procurando Nemo”, com Dory morando com Marlin e Nemo, e de vez em quando tem sonhos com sua família, flashes que podem servir de pistas para ela reencontrar seus pais. De certa forma, a busca da heroína pela família encontra paralelos no filme anterior do estúdio, “O Bom Dinossauro” (2015), embora aposte menos nas lágrimas e mais no desespero e na ansiedade de seus personagens. Ganham destaque alguns coadjuvantes novos que ajudam Dory na jornada, como o polvo com medo de espaços abertos Hank, a tubarão baleia míope Destiny e o inseguro beluga Bailey. Como se vê, a maioria dos personagens sofre de transtornos físicos, psicológicos ou mentais e essa é uma das belezas do filme: mostrar como podem ser capazes de enfrentar suas próprias limitações. Para completar, a Pixar ainda presenteia seus espectadores com um curta de abertura muito bonito, que ecoa o mesmo tema. Em “Piper – Descobrindo o Mundo”, de Alan Barillaro, um filhote de passarinho enfrenta um breve trauma – uma onda gigante que o arrasta e faz com que ele fique inseguro para sair e se alimentar junto com sua mãe e seus irmãos na praia – e o modo como ele consegue aprender a enfrentar esse problema.
Abbas Kiarostami (1940 – 2016)
Morreu o cineasta iraniano Abbas Kiarostami, vencedor da Palma de Ouro em Cannes por “Gosto de Cereja” (1997). Ele faleceu aos 76 anos em Paris, onde tratava um câncer, informou nesta segunda-feira (4/7) a agência de notícias oficial do Irã, ISNA. O diretor já tinha passado por uma série de cirurgias e estava em Paris para completar o tratamento. Kiarostami era considerado um dos mais influentes diretores de seu país. Nascido em Teerã, em 22 de junho de 1940, fez faculdade de belas-artes e começou seu envolvimento com o cinema em 1969, quando foi nomeado diretor do departamento de cinema do Instituto para o Desenvolvimento Intelectual de Jovens e Adultos do Irã (Kanoon, na sigla original). Nesse período no Kanoon, no qual se manteve mesmo após a revolução islâmica, o cineasta se tornou uma das figuras mais proeminentes da new wave iraniana – equivalente à nouvelle vague francesa – , dirigindo diversos filmes de ficção e documentários a partir de meados dos anos 1970. Ele passou a chamar atenção internacional com “Onde Fica a Casa do Meu Amigo?” (1987), que lhe rendeu o Leopardo de Bronze em Locarno. O filme abriu uma trilogia, constituída ainda por “E a Vida Continua” (1992) e “Através das Oliveiras” (1994), que lidavam com os problemas da infância. Ambos foram premiados na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, evento que o tornou conhecido no país e que o homenageou com uma retrospectiva em 2004. A Palma de Ouro por “Gosto de Cereja” o consagrou definitivamente como autor, ao contar a história surreal de um homem em busca de alguém para enterrá-lo depois que ele se matar. Seu filme seguinte, “O Vento Nos Levará” (1999), foi premiado no Festival de Veneza. E a fama conquistada lhe permitiu avançar em projetos diversificados, indo filmar no exterior, pela primeira vez, para o documentário “ABC África”, um olhar contundente sobre a expansão da AIDS em Uganda. Também enquadrou a condição feminina, tema pouco explorado no cinema iraniano, no drama “Dez” (2002), centrada numa jovem mãe divorciada. Kiarostami também se tornou conhecido por incentivar outros cineastas de seu país. Ele escreveu os roteiros de “O Balão Branco” (1995) e “Ouro Carmim” (2003), que projetaram a carreira de seu ex-assistente Jafar Panahi com prêmios em Cannes – respectivamente, Melhor Filme de Estreia e Melhor Filme da Mostra Um Certo Olhar – , além de “Willow and Wind” (2000), dirigido por Mohammad-Ali Talebi, “Desert Station” (2002), de Alireza Raisian, “Men at Work” (2006), de Mani Haghighi, e “Meeting Leila” (2011), de Adel Yaraghi. Ele também realizou um filme que registrava apenas as expressões do público sentado no cinema, diante de uma projeção que ninguém mais vê. “Shirin” (2008) representou a materialização de sua ideia de que todo filme é uma obra inacabada, que só se completa com a ajuda do olhar do público. “Enquanto cineasta, eu conto com a intervenção criativa do público, caso contrário, filme e espectador desaparecerão juntos. No próximo século de cinema, o respeito ao espectador enquanto elemento inteligente e construtivo é inevitável. Para alcançá-lo, é preciso talvez se distanciar da ideia segundo a qual o cineasta é o mestre absoluto. É preciso que o cineasta também seja espectador de seu filme”, afirmou Kiarostami, na ocasião. Nos últimos anos, vinha filmando no exterior, num exílio autoimposto, em decorrência do recrudescimento político que, entre outras coisas, levou à prisão seu amigo Jafar Panahi, proibido pelo governo de dirigir por duas décadas. Seus últimos longas foram “Tickets” (2005), rodado num trem rumo à Roma na companhia de outros dois mestres, o britânico Ken Loach e o italiano Ermanno Olmi, “Cópia Fiel” (2010) na região da Toscana, com a estrela francesa Juliette Binoche, e “Um Alguém Apaixonado” (2012) feito no Japão. Sua morte emocionou outro amigo, Ashgar Farhadi, cineasta premiado com o Oscar por “A Separação” (2011), que comendou a perda para o jornal britânico The Guardian: “Kiarostami não foi só um cineasta, foi um místico moderno, tanto no seu cinema como na sua vida privada. Ele abriu caminho a outros e influenciou inúmeras pessoas. O mundo inteiro, não apenas o mundo do cinema, perdeu um grande homem.”
Fergie celebra as M.I.L.F.s em clipe com as tops brasileiras Isabeli Fontana e Alessandra Ambrosio
A cantora Fergie lançou seu novo clipe, “M.I.L.F. $” (que se pronuncia “Milf Money”). O vídeo é uma celebração do tipo de beldade que antes da pornografia era chamada de balzaquiana. Fergie justifica o uso da expressão Milf ao mudar o significado da última letra da sigla – “moms I’d like to follow” (mães que eu gostaria de seguir), em vez de “f” outra coisa. “Mudar a sigla para ‘mães que gostaria de seguir’ é algo para empoderar as mulheres que fazem tudo. Elas têm uma carreira, uma família e ainda têm tempo de cuidarem delas mesmas e se sentirem sensuais”, ela justificou ao site da revista Entertainment Weekly. Na prática, porém, o vídeo registra clichês de fantasia pornográfica com mulheres maduras, num dos paradoxos do empoderamento feminino. O diretor Colin Tilley é o mesmo que celebrou o traseiro de Nicki Minaj no clipe de “Anaconda”. E a coleção de belas da tarde que fazem o modelo/ator espanhol Jon Kortajarena (“Direito de Amar”) suspirar, em seu uniforme de leiteiro, reúne as mães-celebridades Kim Kardashian, Chrissy Teigen, Angela Lindvall, Gemma Ward, a cantora Ciara, as atrizes Devon Aoki (“Sin City”) e Amber Valletta (série “Revenge”) e até as modelos brasileiras Isabeli Fontana e Alessandra Ambrosio (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”). “M.I.L.F. $” é o primeiro single do próximo disco de Fergie, “Double Duchess”, sucessor de “The Duchess” (2006), que ainda não teve a data de lançamento divulgada.
Star: Nova série musical do criador de Empire ganha segundo trailer
A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “Star”, série musical que reforça a parceria do canal com o cineasta Lee Daniels (criador de “Empire”). A prévia resume a trama, sobre três garotas de vidas bem diferentes que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato. O trio central é formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas são os coadjuvantes que se destacam, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”) e Queen Latifah (“Bessie”). O piloto foi dirigido pelo próprio Daniels, que criou a série em parceria com o roteirista Tom Donaghy (“A História de Um Bad Boy”). A estreia vai acontecer na próxima midseason, que começa em janeiro nos EUA.
Personagem Crô, de Marcelo Serrado, pode ganhar série
O mordomo Crô pode voltar à TV. Após o sucesso na novela “Fina Estampa”, da rede Globo, e de “Crô – O Filme” (2013) nos cinemas, o personagem de Marcelo Serrado poderá estrelar uma série de comédia, segundo o colunista Flávio Ricco. O projeto está sendo encabeçado pelo diretor Ricardo Waddington, que já teria realizado uma primeira conversa com o autor Aguinaldo Silva para definir se a ideia será levada adiante. Além disso, a produção também depende da disponibilidade do ator, que atualmente está no elenco da novela “Velho Chico”. De todo modo, o plano prevê a produção de 15 episódios, que seriam exibidos em um dos canais da Globosat, como MultiShow ou Viva, com a possibilidade de posteriormente passar para a televisão aberta.
Veja 20 fotos novas de Star Trek: Sem Froteiras
A Paramount Pictures divulgou 20 novas fotos oficiais de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam a maioria dos protagonistas: Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov), além da nova integrante do elenco Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), que vive a alienígena Jaylah, e o diretor Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”). Ficou de fora apenas o antagonista principal, Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e visto na primeira leva de imagens. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e apenas em 1 de setembro no Brasil.
Ghost Team: Trailer mostra Caça-Fantasmas indie
O que aconteceria se “Os Caça-Fantasmas” (1984) fossem refilmados com mulheres? Uma forte reação negativa dos fãs dos filmes originais. Ok, mas e se fizessem uma versão indie rebatizada de “Ghost Team”? O trailer e o pôster dessa hipótese podem ser conferidos abaixo, com piadas ainda menos engraçadas que as mostradas no odiado trailer das “Caça-Fantasmas” da Sony. Escrito e dirigido por Oliver Irving (“Uma Vida sem Regras”), “Ghost Team” gira em torno de um balconista que decide juntar os amigos fracassados num grupo de caça-fantasmas para filmar uma casa supostamente assombrada e “fazer alguma coisa” com suas vidas. O time é formado por Jon Heder (“Napoleon Dinamite”), David Krumholtz (série “Numb3rs”), Justin Long (“Amor à Distância”), Melonie Diaz (“Trocando os Pés”), Paul W. Downs (série “Broad City”) e Amy Sedaris (“Garota Infernal”). Claro que não parece nenhum pouco com “Os Caça-Fantasmas”. Na verdade, a ideia dos caça-fantasmas amadores lembra mais criações de episódios de séries como “Supernatural” e “Haven”. De todo modo, a estreia está marcada para 12 de agosto nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Isis Valverde aparece loira nos bastidores da cinebiografia de Wilson Simonal
A atriz Isis Valverde postou no Instagram uma foto dos bastidores de seu novo filme, uma cinebiografia do cantor Wilson Simonal. A imagem em preto e branco também mostra Fabrício Boliveira, que viverá Simonal na película. Os dois já tinham trabalhado juntos em “Faroeste Caboclo” (2013), e voltam a fazer par romântico. Isis escreveu na legenda da foto que “Cinema é amor”. Isis vai interpretar Teresa Pugliese, a mulher de Simonal. Loira no filme, ela também postou uma foto na mesa de maquiagem da produção, durante a transformação para o papel, além de um curto vídeo com Boliveira. Intitulado “Simonal”, o longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). Ainda não há previsão para a estreia. Um vídeo publicado por isisvalverde (@isisvalverde) em Jun 27, 2016 às 7:15 PDT
American Gods: Gillian Anderson divulga primeira foto da nova série sobrenatural
Gillian Anderson (“Arquivo X”) divulgou no Twitter a primeira imagem de sua nova série, “American Gods”, baseada no livro “Deuses Americanos” de Neil Gaiman. A foto não revela muito, mostrando a atriz fora de foco, atrás de um controle remoto, mas remete à sua identidade na produção. Anderson vai interpretar Media (mídia, em português), uma das mais visíveis faces dos Novos Deuses, o grupo de entidades contemporâneas que confrontam os Velhos Deuses na trama. Media se fortalece a partir da devoção do público às telas, telefones e laptops. Ela sempre toma forma de figuras públicas e celebridades. No livro, uma das formas mais famosas que a deusa assume é a da comediante clássica Lucille Ball, que, por sinal, Anderson já encarnou num ensaio fotográfico. Na produção, a atriz vai repetir sua parceria com Bryan Fuller, com quem trabalhou na série “Hannibal”. Em desenvolvimento para o canal pago americano Starz, a série acompanha Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado mais cedo da prisão quando a sua esposa e o seu melhor amigo morrem num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O ótimo elenco também inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Peter Stormare (série “Prison Break”), Emily Browning (“Sucker Punch”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). Criada por Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”) e Michael Green (roteirista do filme do “Lanterna Verde”), a série terá uma 1ª temporada de oito episódios com estreia prevista para 2017.
Ricky Gervais estrela clipe musical com seu personagem da série The Office
A Entertainment One divulgou um vídeo musical do filme “David Brent: Life on the Road”, derivado da série britânica “The Office” (2001-2003). A prévia mostra o personagem David Brent, o chefe do escritório da série original, encenando um clipe de balada romântica, em que canta como se apaixonou por uma cigana. Apesar da afinação do ator Ricky Gervais, que criou “The Office”, os trejeitos, a encenação e a letra são completamente constrangedores – num dos trechos, ele pergunta à cigana se ela é uma prostituta e se o sexo é grátis. O filme foi concebido como um falso documentário, ao estilo de “The Office”, e vai acompanhar a nova carreira de Brent, que virou cantor-compositor e chegou a realizar uma turnê de verdade com sua banda fictícia, Foregone Conclusion, no ano passado. Trata-se de um mockumentary, que, ao estilo de “Borat” (2006), deve incorporar a reação de pessoas comuns às encenações. “David Brent: Life on the Road” estreia em 19 de agosto no Reino Unido e não tem previsão de lançamento no Brasil.
The Good Place: Kristen Bell vai para o céu em novo comercial da série de comédia
A rede americana NBC divulgou o novo comercial de “The Good Place”, série de comédia que se passa no “céu”. A prévia mostra a chegada de Kristen Bell (série “House of Lies”) ao “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. Mas, por uma confusão burocrática, ela não deveria ter ido parar lá e sim no “Lugar Ruim”. Cercada por gente boazinha, como se o céu fosse uma festa beneficente permanente, ela quer enlouquecer, mas logo percebe que a outra opção é pior. Assim, resolve parar de reclamar e aproveitar o que for possível daquele lugar feliz e tedioso. Criada por Michael Schur (criador de “Parks and Recreation” e “Brooklyn 9-9”), a série também inclui Ted Danson (série “CSI”) como mentor da pós-vida de Kristen e William Jackson Harper (“História Verdadeira”) como sua alma gêmea. A estreia vai acontecer na temporada de outono, em 19 de setembro nos EUA.












