Os Caça-Noivas: Zac Efron é sacaneado por Anna Kendrick em trailer legendado de comédia
A 20th Century Fox divulgou o novo pôster e um trailer comentado e legendado de “Os Caça-Noivas” (Mike and Dave Need Wedding Dates), nova comédia estrelada por Zac Efron (“Tirando o Atraso”). Com comentários de Efron e Adam DeVine (“A Escolha Perfeita”), o vídeo inclui cenas inéditas que revelam seu humor apelativo, exagerado e até grotesco, típico da fase atual das comédias americanas, mas também uma premissa que parece realmente engraçada, como já havia sido “Vizinhos” (2014), dos mesmos autores. A trama acompanha dois irmãos infantilóides, vividos por Efron e DeVine, que após estragarem muitas festas da família recebem um ultimato: só poderão aparecer no casamento da irmã acompanhados por namoradas. Logicamente, eles fazem o que qualquer idiota faria: vão à internet anunciar sua busca por pretendentes, atraindo duas jovens bagunceiras, que vêem nos trouxas a chance de ganhar uma viagem de graça para o Havaí, onde o matrimônio acontecerá. As sacaninhas, vividas por Anna Kendrick (também de “A Escolha Perfeita”) e Aubrey Plaza (também de “Tirando o Atraso”), logo se revelam um páreo duro para os irmãos, que se vêem inferiorizados na condição de desordeiros e estraga-festas. Como curiosidade, o filme recombina os pares que já contracenaram juntos, colocando Efron com Kendrick e DeVine com Plaza. Escrita por Andrew J. Cohen e Brendan O’Brien, que também trabalharam com Efron em “Vizinhos”, a comédia marca a estreia do diretor Jake Szymanski (programa “Saturday Night Live”) no cinema. A estreia está marcada para 28 de julho no Brasil, 20 dias após o lançamento nos EUA.
Trolls: Animação dos bonecos de cabelo arrepiado ganha primeiro trailer
A Fox divulgou o primeiro trailer completo da animação “Trolls”, em versão dublada e legendada, após um teaser inicial que só mostrava os personagens dançando. A nova prévia apresenta os dois protagonistas, o mau-humorado Tronco (Branch, em inglês) e a insanamente feliz Poppy, líder dos trolls, que é cor-de-rosa e nunca enfrentou um problema de verdade, até a vila das criaturinhas ser atacada por um gigante e feioso Berguen. O filme deve explicar melhor, mas a premissa básica é que os dois personagens opostos precisam se unir para derrotar o inimigo e salvar o resto dos trolls. O vídeo também destaca uma música de Justin Timberlake, que produz a trilha e dubla o protagonista Tronco. Produção da DreamWorks Animation, o filme leva para os cinemas aqueles bonecos de cabelos arrepiados que viraram febre nos anos 1960 e tiveram um grande revival há 20 anos. Seu criador, o lenhador dinamarquês Thomas Dam, concebeu os bichos feios como presente para sua filhinha em 1959, batizando-os de Trolls. Concebido como uma animação musical, “Trolls” ainda traz as vozes originais de Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Zooey Deschanel (série “New Girl”), Gwen Stefani (“O Aviador”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Russell Brand (“Rock of Ages”), Kunal Nayyar (série “The Big Bang Theory”), Ron Funches (“O Durão”) e da dupla Icona Pop. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção da dupla Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), a animação estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.
Independence Day ressurge sem a mesma potência
Assim como a Terra, o diretor Roland Emmerich teve 20 anos para se preparar para a volta dos alienígenas em “Independence Day: O Ressurgimento”. Mas como um dos personagens conclui de forma metalinguística na metade do filme, não foi suficiente. Fato: estamos mais velhos desde o primeiro “Independence Day” (1996). Mas não é desculpa para o segundo episódio da (agora) franquia parecer tão velho. E a culpa é do próprio Emmerich. Não pelas soluções fáceis e rápidas que a resistência humana encontra para fazer frente aos alienígenas. Ou pelo filme ser brega, clichê e pregar a mesma diversão escapista de quando os cinemas cheiravam à pipoca e ninguém levava blockbusters a sério. Mas por Emmerich ter estabelecido, com mérito, em 1996, um padrão para destruições em grande escala, que tantos outros aprenderam a copiar. “Independence Day” foi o grande evento cinematográfico dos anos 1990, quando as superproduções podiam ser contadas nos dedos da mão. Há duas décadas, só dividiu atenções com “Twister” e o primeiro “Missão: Impossível”. Hoje, Hollywood lança um filme desse porte quase toda semana. Fica difícil sentir o prazer de se surpreender, de ficar impressionado, quando a destruição do planeta vira o lugar-comum cinematográfico – só neste ano, os efeitos digitais ameaçaram a Terra em “Batman vs Superman”, “X-Men: Apocalipse” e até “As Tartarugas Ninja”. Mas Emmerich não estabeleceu um padrão por acaso. Pode-se falar qualquer coisa dele, menos que o diretor se repita na escala de sua destruição. Os efeitos catastróficos do novo “Independence Day” são diferentes dos vistos em “Godzilla” (1998), que não são iguais aos de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), que por sua vez são diversos em “2012” (2009). Mesmo assim, como espetáculo, é estranho que “O Ressurgimento” pareça maior em suas ambições e, ao mesmo tempo, menor na execução. É visível a intenção de Emmerich em tornar as sequências de ação e destruição ainda mais monumentais, porém com durações mais curtas, talvez por ter a noção de que praticamente tudo foi explorado nesse quesito nos anos anteriores. Mas os esforços digitais, embora muito bem trabalhados, já não impressionam como os resultados alcançados pelo filme original, que mesclou os primórdios da tecnologia usada atualmente com os sempre bem-vindos efeitos práticos. O resultado é que não há uma cena sequer em “O Ressurgimento” que deixe o espectador com o queixo no chão, como aconteceu com a sombra da nave no primeiro filme, o início dos ataques e a clássica explosão da Casa Branca em 1996. Em parte, isso também se deve à tendência iniciada nesta segunda metade da década de 2010: as continuações que copiam o template dos filmes originais. Não que sejam exatamente iguais, como os remakes, mas utilizam a mesma estrutura de roteiro. Foi a principal reclamação em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que copiou a estrutura de “Guerra nas Estrelas” (1977). Tudo bem, porque se você vai copiar, copie dos melhores. Acontece que “Independence Day” não é uma obra tão relevante quanto a que George Lucas criou em 1977. Assim, onde o primeiro longa se inspirava nos filmes B, com pitadas do cinema de Lucas e Spielberg, “O Ressurgimento” se inspira basicamente na obra do próprio Emmerich. No elenco, Bill Pullman, Jeff Goldblum e Brent Spiner brilham sempre que aparecem, agindo como “mestres” e deixando as cenas de ação para uma nova geração de “aprendizes”. Mas se Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac convencem como substitutos de Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars”, o mesmo não acontece com Jessie T. Usher, Liam Hemsworth (ambos péssimos) e Maika Monroe (a melhor do trio, mas não tão aproveitada quanto os dois rapazes), que nem somados conseguem fazer frente à ausência de Will Smith, que não topou fazer a continuação. Por outro lado, há uma preocupação em transmitir maior tolerância na representação da espécie humana. O mundo que surge no começo do filme é mais harmônico, sem preconceitos raciais e sexuais, após a população mundial perceber que “não estamos sozinhos”. E, pelo jeito, a humanidade precisará se unir ainda mais, porque há um gancho safado no final do longa-metragem para uma continuação. Infelizmente, esta é outra aposta de Emmerich em seu próprio taco que pode gerar frustração, devido às fracas bilheterias.
Star Trek: Novo trailer com música de Rihanna ganha versões legendada e dublada
A Paramount divulgou as versões dublada e legendada do novo trailer de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que apresenta a nova música de Rihanna, “Sledgehammer”, criada para a trilha do filme. O vídeo também resgata cenas do primeiro filme da franquia para introduzir a motivação do Capitão Kirk (Chris Pine), a destruição da Enterprise e a luta pela sobrevivência da tripulação num planeta hostil. Além de Chris Pine (como Capitão Kirk), o elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Após críticas negativas em Cannes, Irmãos Dardenne vão reeditar totalmente seu novo filme
Os irmãos Luc e Jean-Pierre Dardenne tomaram uma decisão radical, após refletirem sobre as primeiras críticas negativas de suas carreiras, direcionadas à exibição de “La Fille Inconnue” (título internacional: “The Unknown Girl”) no último Festival de Cannes. Segundo o site da revista Variety, os veteranos cineastas belgas vão reeditar totalmente o longa antes de lançá-lo nos cinemas mundiais. Não há informações sobre o que será alterado, mas estão previstas 32 mudanças e um corte de sete minutos em sua duração, em relação ao material exibido em Cannes. O filme dividiu opiniões em Cannes e foi considerado uma das decepções do festival, ao lado de “The Last Face”, de Sean Penn, e “It’s Only The End of the World”, de Xavier Dolan, que acabou premiado. Assim como em seu filme anterior, o ótimo “Dois Dias e uma Noite” (2014), os Dardenne voltam a trabalhar com uma atriz francesa no auge de sua carreira. Antes, foi Marion Cotillard. Agora, é Adèle Haenel, vencedora de dois prêmios César (por “Suzanne” e “Amor à Primeira Briga”). Ela vive uma médica que se recusa a atender uma mulher negra após fechar o consultório, apenas para descobrir, no dia seguinte, que a desconhecida foi morta ali perto. O sentimento de culpa ainda lhe cobra pelo afastamento de um estagiário, que chegou a desistir da Medicina depois de uma crise. E isso a torna obcecada por descobrir mais a respeito da falecida, lançando-a numa investigação mais intensa que a da própria polícia. Até que fica claro que, por questões sociais, ela é na verdade a única interessada em descobrir algo sobre aquela morte. A produção ainda não tem data de estreia definida nos cinemas brasileiros.
Alicia Vikander e Emma Stone podem viver Agatha Christie em filmes rivais
As atrizes Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) e Emma Stone (“Birdman”) podem interpretar o mesmo papel em dois filmes diferentes, sobre a vida da escritora Agatha Christie (1890–1976). Os estúdios Paramount e Sony estão por trás de dois projetos rivais, centrados na vida da célebre romancista britânica. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, Vikander está sendo sondada pela Sony para interpretar a escritora durante o começo de sua carreira, quando se mostrava insatisfeita com a tradicional vida de esposa e mãe. O projeto pretende mostrar a autora de romances de mistério como uma proto-feminista. Já Emma Stone entrou em negociações com a Paramount para viver um mistério real da vida de Agatha Christie, que esteve desaparecida por 11 dias em 1926. Christie nunca divulgou onde esteve e por qual razão sumiu no período, mas supõe-se que a infidelidade do marido, a sua depressão por escrever constantemente e a morte da sua mãe no início daquele ano tenham lhe causado um colapso nervoso. Há tantas teorias que o fato já foi explorado até na série sci-fi “Doctor Who”, numa trama envolvendo alienígenas e abelhas gigantes. Estes dois filmes, porém, não serão os únicos relacionados a Agatha Christie em produção. O cineasta Kenneth Branagh (“Cinderela”) prepara uma nova versão do clássico “Assassinato no Expresso Oriente” e Morten Tyldum (“O Jogo da Imitação”), irá comandar nova adaptação “E Então Não Sobrou Nenhum”, baseado em dois dos livros mais famosos da escritora.
Idris Elba e Freida Pinto vão estrelar minissérie do criador de American Crime
O ator inglês Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e a indiana Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”) vão estrelar uma minissérie do produtor-roteirista John Ridley, criador de “American Crime” e vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão” (2013). Intitulada “Guerrilla”, a série é descrita como “uma história de amor ambientada em um dos momentos políticos mais explosivos na história do Reino Unido”. Dividida em seis episódios, a atração vai acompanhar um casal – Jas (Pinto) e Marcus (ator ainda não escalado) – que liberta um prisioneiro político durante a década de 1970. Juntos, eles formam um grupo que luta contra a Black Power Desk, unidade de inteligência britânica disposta a exterminar qualquer tipo de ativismo negro. Além de co-estrelar, Idris Elba será produtor executivo do projeto, ao lado de Ridley, que vai dirigir metade dos episódios de “Guerrilla”. A outra metade da série será dirigida por Sam Miller (série “Luther”). Desenvolvida para o canal pago americano Showtime, a produção ainda não tem previsão de estreia.
Novo filme de Xavier Dolan, premiado em Cannes, ganha primeiro trailer
A distribuidora canadense Les Films Séville divulgou o primeiro trailer de “Juste la Fin du Monde” (título internacional: “It’s Only the End of the World”), novo longa de Xavier Dolan, premiado com o Grand Prix no Festival de Cannes. Na ocasião, o filme dividiu a crítica. O filme marca a primeira produção do jovem cineasta canadense estrelada exclusivamente por atores franceses. E que atores! Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”) tem o papel principal e o elenco ainda inclui Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Marion Cotillard (“Macbeth”), Vincent Cassel (“Em Transe”) e Nathalie Baye (“Uma Doce Mentira”). Dolan, que já tinha vencido antes o Prêmio do Juri de Cannes por “Mommy” (2014), leva à tela a adaptação da peça homônima de Jean-Luc Lagarce. Na trama, Louis, um escritor, retorna a sua cidade natal após 12 anos de ausência, pensando em anunciar a eminência de sua morte para a família. Mas pequenas picuinhas e ressentimentos logo mudam o rumo da tarde, enquanto todas as tentativas de empatia são sabotados pela incapacidade das pessoas para ouvir e amar. A estreia está marcada para 21 de setembro, simultaneamente no Canadá e na França, e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Tyrese Gibson retorna à franquia Transformers
O ator Tyrese Gibson anunciou em seu Instagram que voltará à franquia “Transformers”. Intérprete do militar Robert Epps nos três primeiros filmes, ele retornará no quinto, “Transformers: The Last Knight”. A notícia foi compartilhada num vídeo (abaixo), em que o ator aparece ao lado do cineasta Michael Bay, que dirigiu todos os “Transformers”. Tyrese vai juntar-se a Josh Duhamel, que também participou dos três primeiros longas, e Mark Wahlberg, protagonista do quarto, “Transformers: A Era da Extinção” (2014). Entre as novidades do elenco estão a adolescente Isabela Moner (série “100 Coisas para Fazer Antes do High School”), que será a protagonista, Anthony Hopkins (“Thor”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”), Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Mitch Pileggi (série “Arquivo X”) e Allen Phoenix (“The Birth of a Nation”) em papéis ainda não especificados. Novamente dirigido por Michael Bay, o quinto “Transformers” vai estrear em 22 junho de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Rumor has it………… Nah…. Robert Epps is back!!!!!! #T5 summer 2017 just got even more interesting…… @MichaelBay aka #MrImAlwaysAwesome Um vídeo publicado por TYRESE (@tyrese) em Jun 27, 2016 às 2:24 PDT
O Bebê de Bridget Jones: Colin Firth e Patrick Dempsey disputam Renée Zellwegger em novo trailer
A Universal Pictures divulgou uma coleção de pôsteres e o novo trailer legendado de “O Bebê de Bridget Jones”, que retoma a saga da eterna solteirona inglesa, iniciada no cinema em 2001 e que agora se torna grávida. A prévia continua mostrando Bridget dividida entre dois amores, o que rende diversas piadas em torno de quem é o pai de seu bebê – embora nenhuma particularmente original. De volta ao papel principal, Renée Zellwegger volta a ser disputada por Colin Firth e, no lugar do ausente Hugh Grant, um novo interesse romântico, vivido por Patrick Dempsey, em seu primeiro papel após sair da série “Grey’s Anatomy”. Qualquer um dos dois pode ser o pai do bebê do título, já que Bridget não sabe qual deles a engravidou. A trama não traz nenhuma referência ao terceiro livro de Helen Fielding, “Louca pelo Garoto”, lançado em 2013, e que gerou mais polêmica que elogios. Isto porque os fãs ficaram revoltadíssimos com a morte de Mark Darcy, o personagem de Firth. Afinal, no final de “Bridget Jones: No Limite da Razão”, Darcy finalmente tinha proposto casamento a Bridget, e os fãs estavam ansiosos em ler sobre suas vidas de casados. Isto tampouco aconteceu no novo filme. O terceiro “Bridget Jones” foi roteirizado pela própria Fielding e por David Nicholls (“Um Dia”). A direção, por sua vez, está a cargo de Sharon Maguire, que comandou o primeiro filme da franquia. A estreia está prevista para 16 de setembro nos EUA e duas semanas depois, em 29 de setembro, no Brasil.
Revelações mirins ilustram as primeiras fotos do novo filme do diretor de Jurassic World
A Focus Features divulgou as primeiras fotos do novo filme de Colin Trevorrow (“Jurassic World”), o drama “The Book of Henry”, que gira em torno de dois irmãos muito jovens, interpretados por Jacob Tremblay, revelação de “O Quarto de Jack” (2015), e Jaeden Lieberher, revelação de “Um Santo Vizinho” (2015). Na trama escrita por Gregg Hurwitz (série “V: Visitantes”), eles são filhos de uma mãe solteira (Naomi Watts, de “Diana”) e o mais velho da dupla (o Henry do título, vivido por Lieberher) é um pequeno gênio, que decide resgatar sua vizinha (Maddie Ziegler, a bailarina dos clipes de Sia) das mãos de um pai cruel. Os quatro intérpretes principais podem ser vistos nas imagens divulgadas, bem como o cineasta, que aparece conversando, nos bastidores, com Tremblay. O elenco ainda inclui Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”), Dean Norris (série “Breaking Bad”) e Bobby Moynihan (“Irmãs”). A estreia está marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.
Quarry: Logan Marshall-Green é veterano do Vietnã em trailer de nova série de ação
O canal pago americano Cinemax divulgou as primeiras fotos e o trailer da série “Quarry”, adaptação do livro de Max Allan Collins sobre um veterano da Guerra do Vietnã, estrelado por Logan Marshall-Green (“Prometheus”). A trama gira em torno de um fuzileiro, que ao voltar do Vietnã em 1972 é evitado por aqueles que ama e vira alvo de comentários pejorativos. O combatente duro e desiludido é então recrutado por uma rede de assassinos de aluguel, que atua ao longo do rio Mississippi. A série foi desenvolvida por Graham Gordy e Michael D. Fuller, ambos roteiristas da série dramática “Rectify”. Eles dividirão a produção com Greg Yaitanes, diretor e produtor de “Banshee”, a série mais bem-sucedida do Cinemax. Yaitanes também assinou o episódio piloto. Além de Logan Marshall-Green, o elenco destaca Jodi Balfour (série “Bomb Girls”), Peter Mullan (“Cavalo de Guerra”), Nikki Amuka-Bird (“O Destino de Jupiter”), Damon Herriman (série “Flesh and Bone”) e Edoardo Ballerini (série “Boardwalk Empire”). A 1ª temporada de “Quarry” terá 8 episódios e estreia em 9 de setembro nos EUA.
Alexander Skarsgård e Michael Peña são policiais corruptos em trailer de comédia
A produtora Icon divulgou o primeiro trailer da comédia policial “War on Everyone”, novo filme do inglês John Michael McDonagh, diretor de “O Guarda” (2011), um dos melhores filmes do gênero nesta década. A prévia comprova sua capacidade para criar humor de situações politicamente incorretas. Escrita pelo cineasta, a trama traz Alexander Skarsgård (série “True Blood”) e Michael Peña (“Homem-Formiga”) como dois policiais corruptos do Novo México, que incriminam e fazem chantagem com todos os bandidos que cruzem seus caminhos. Até que tentam intimidar alguém mais perigoso do que eles. O elenco também inclui Theo James (“Divergente”), Tessa Thompson (“Creed”), Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Caleb Landry Jones (“Byzantium”) e Paul Reiser (“Um Homem Entre Gigantes”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.












