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  • Série

    Amazon renova Bosch para sua 3ª temporada

    3 de abril de 2016 /

    O site de streaming Amazon encomendou a 3ª temporada da série policial “Bosch”, baseada no livros de detetive “Harry Bosch”, escritos por Michael Connelly. A renovação aconteceu um mês após a disponibilização da 2ª temporada. Embora não divulgue dados, como o Netflix, a Amazon afirma que “Bosch” representa uma de suas maiores audiências, ocupando o 2º lugar entre as séries mais vistas de sua plataforma digital, atrás apenas de “The Man in the High Castle”. O personagem Harry Bosch já apareceu em 19 livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. A série foi desenvolvida por Eric Overmyer (criador de “Treme”). Focada num detetive de Los Angeles (Titus Welliver, da série “Lost”) e inspirado em clássicos do cinema noir, “Bosch” já mostrou o protagonista investigando o assassinato de um produtor de Hollywood, que lavava dinheiro para a máfia, e perseguindo um serial killer. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”), Lance Reddick (série “Fringe”) e Sarah Clarke (saga “Crepúsculo”). “Bosch” é a terceira série da Amazon a garantir uma 3ª temporada. As anteriores foram as comédias premiadas “Transparent” e “Mozart in the Jungle”. Mas, apesar da popularidade nos EUA, a atração permanece inédita no Brasil, onde o Amazon ainda não disponibilizou seu serviço de streaming.

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  • Reality,  TV

    The Faith Diaries: Veja os 10 episódios da websérie derivada de UnReal

    3 de abril de 2016 /

    Uma das melhores séries de 2015 ganhou spin-off. O canal pago americano Lifetime produziu uma série derivada de “UnReal” para a internet. A atração acompanha uma das personagens favoritas da trama televisiva, a concorrente Faith, que durante sua participação num reality show ao estilo “The Bachelor” acabou descobrindo que era lésbica. Intitulada “The Faith Diaries”, a produção é a primeira websérie do canal, que disponibilizou gratuitamente os 10 episódios em seu canal oficial do YouTube, infelizmente sem legendas. Escrita pela cocriadora de “UnReal” Sarah Gertrude Shapiro, “The Faith Diaries” mostra o que aconteceu com Faith (vivida, como na série, por Brenda Wool) após o fim da competição, acompanhando seu envolvimento com a amiga Amy (Malea Mitchell), conforme elas viajam para Los Angeles em busca de seus sonhos e de um relacionamento longe de suas famílias preconceituosas. Além de Shapiro, “UnReal” é escrita e produzida por Marti Noxon, veterana de séries clássicas como “Buffy – A Caça-Vampiros” e “Mad Men”. A trama gira em torno dos bastidores de um reality show de namoro, “Everlasting”, que é uma paródia sensacionalista de “The Bachelor”, em que um dúzia de mulheres disputam a atenção de um aristocrata britânico – que, na verdade, está falido. Repleta de manipulações por parte dos produtores, a trama da 1ª temporada alimentou alguns dos textos mais ácidos e cruéis já vistos na TV americana. A 2ª temporada tem estreia marcada para 6 de junho nos EUA.

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  • Série

    Cada Um na Sua Casa vai virar série animada do Netflix

    3 de abril de 2016 /

    O longa animado “Cada Um na Sua Casa” vai virar série animada do Netflix. A produção faz parte de um acordo entre o serviço de streaming e a DreamWorks Animation, que visa levar ao Netflix adaptações de seus longa-metragens e que já rendeu as séries “Dawn of the Croods”, derivada de “Os Croods” (2013), “The Mr. Peabody & Sherman Show”, desmembrada de “As Aventuras de Peabody & Sherman” (2014), “As Aventuras do Gato de Botas”, spin-off da franquia iniciada por “Shrek” (2001) e “Dragões: Pilotos de Berk”, com os personagens de “Como Treinar Seu Dragão” (2010). O desenho original acompanhava um desastrado alienígena (voz original de Jim Parsons, da série “The Big Bang Theory”), que se esconde na Terra depois de aprontar em seu planeta, e acaba fazendo amizade com uma adolescente terráquea (dublada pela cantora Rihanna). Mas a situação se complica quando o restante da raça alienígena chega à Terra, visando destruir o planeta. Intitulada, em inglês, “Home: Adventures with Tip & Oh”, a série contará com a voz da adolescente Rachel Crow (“Rio 2”), no papel que pertenceu a Rihanna, e Mark Whitten (série “Rolling High”) como a voz do alienígena Oh. Desenvolvida por Ryan Crego (série animada “Sanjay e Craig”), a 1ª temporada estará disponível em 29 de julho no Netflix, inclusive no Brasil.

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  • Série

    HBO anuncia série da autora de Garota Exemplar estrelada por Amy Adams

    3 de abril de 2016 /

    O canal pago americano HBO anunciou a produção da 1ª temporada de “Sharp Objects”, adaptação do romance “Objetos Cortantes”, primeiro livro escrito por Gillian Flynn (que já teve dois best-sellers filmados, “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”). A produção foi aprovada sem passar por fase de piloto, graças aos talentos envolvidos. Além da própria Flynn, que assinará os oito episódios da temporada inaugural em parceria com produtora-roteirsta Marti Noxon (criadora da série “UnReal”), a atração será estrelada por Amy Adams (a Lois Lane de “Batman vs. Superman”) e terá todos os seus capítulos dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (“Clube de Compras Dallas”). Publicado em 2006, o livro acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A adaptação marcará o retorno de Amy Adams à televisão e seu reencontro com Marti Noxon. As duas começaram suas carreiras praticamente juntas na mesma série, “Buffy – A Caça-Vampiros”. Amy Adams também apareceu “Charmed”, “That ’70s Show” e outras séries do ano 2000, mas não participava de uma produção televisiva há uma década, desde que levou um fora de Jim (John Krasinski) num episódio de “The Office” de 2006. Acumulando sucessos no cinema desde então, ela está atualmente em cartaz em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, e será vista ainda este ano na sci-fi “Story of Your Life”, de Denis Villeneuve (“Sicario”), e no thriller “Nocturnal Animals”, de Tom Ford (“Direito de Amar”), ambos ainda sem data de lançamento definida.

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  • Filme

    Bilheterias: Batman vs. Superman mantém 1º lugar e já supera O Homem de Aço

    3 de abril de 2016 /

    “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” se manteve como o filme mais visto do mundo pelo segundo fim de semana consecutivo. Em cartaz há apenas 11 dias, o lançamento da Warner já soma US$ 682,8 milhões em todo o mundo, superando toda a bilheteria de “O Homem de Aço”, o longa anterior de super-heróis da DC Comics, que fez US$ 668 milhões em 2013. Foram mais US$ 52,3 milhões arrecadados apenas nos últimos três dias na América do Norte, elevando, por sua vez, a bilheteria doméstica a US$ 261,4 milhões. Mesmo assim, há quem veja o copo meio vazio. A razão está na queda da arrecadação, de 68% em relação ao fim de semana inaugural. Foi um dos maiores desabamentos de um filme de super-herói já registrados, atrás apenas do fraco “X-Men Origens: Wolverine” (2009), que vazou 69% em sua segunda semana. Entretanto, o desempenho não representa a queda mais brusca de um blockbuster. “Transformers: A Vingança dos Derrotados” perdeu 73% do público em sua segunda semana e mesmo assim foi a segunda maior bilheteria de 2009, perdendo somente de “Avatar”. A própria Warner experimentou solavanco maior com seu campeão de ingressos vendidos, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, que caiu 72% antes de bater o recorde de faturamento do estúdio. Analistas do mercado consideraram que filmes baseados em franquias populares costumam perder tração em sua segunda semana, devido ao grande número de ingressos adquiridos em pré-venda pelos fãs mais ansiosos. Como não caiu mais de 70% como nos casos mencionados e permanece em cartaz em muitos cinemas, a perda de público pode ser considerada normal e não deve virar motivo real de preocupação para a Warner. “Não estamos preocupados com a queda”, disse, por sinal, o diretor de distribuição doméstica da Warner Jeff Goldstein ao site The Hollywood Reporter. “Não importa qual filtro seja usado, atingir US$ 52 milhões de bilheteria em qualquer fim de semana é uma realização enorme. Estamos mais focados no total que atingimos. E nosso número global é gigantesco”. O estúdio comemora vários recordes com o lançamento. Uma marca expressiva foi atingida justamente no Brasil, onde “Batman vs. Superman” já se tornou a maior arrecadação da Warner em todos os tempos. Mas os super-heróis da DC não são os únicos comemorando recordes. “Deadpool” também fez História. Com US$ 754,4 milhões mundiais e ainda aparecendo no Top 10 norte-americano, o lançamento de fevereiro da 20th Century Fox atingiu nesta semana a maior bilheteria de um filme para maiores (classificação “R” nos EUA) de todos os tempos. O recorde pulverizado pertencia a “Matrix Reloaded”, que fez US$ 742 milhões em 2003. O maior lançamento da semana, porém, decepcionou. “Deus Não Está Morto 2” abriu em 4º lugar, com US$ 8,1 milhões, um desempenho mais fraco que o registrado pelo filme original (US$ 9,2 milhões) em sua estreia em 2013. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 52,3 milhões Total EUA: US$ 261,4 milhões Total Mundo: US$ 682,8 milhões 2. Zootopia Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 275,9 milhões Total Mundo: US$ 787,6 milhões 3. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 11,3 milhão Total EUA: US$ 36,4 milhões Total Mundo: US$ 54,8 milhões 4. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 8,1 milhões Total EUA: US$ 8,1 milhões Total Mundo: US$ 8,1 milhões 5. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 46,8 milhões Total Mundo: US$ 50,2 milhões 6. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 5,7 milhões Total EUA: US$ 56,3 milhões Total Mundo: US$ 136,6 milhões 7. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 63,5 milhões Total Mundo: US$ 81,7 milhões 8. Meet the Blacks Fim de semana: US$ 4,08 milhões Total EUA: US$ 4,08 milhões Total Mundo: US$ 4,08 milhões 9. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 4,05 milhões Total EUA: US$ 6,1 milhões Total Mundo: US$ 6,1 milhões 10. Deadpool Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 355,1 milhões Total Mundo: US$ 754,4 milhões

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  • Música

    Gato Barbieri (1932 – 2016)

    3 de abril de 2016 /

    Morreu Gato Barbieri, saxofonista argentino que ficou mundialmente conhecido pela trilha do filme “O Último Tango em Paris” (1972). Ele faleceu no sábado (2/4) aos 83 anos, de pneumonia num hospital em Nova York, depois de recentemente ter sido submetido a uma cirurgia por causa de uma trombose. Leandro “Gato” Barbieri nasceu em Rosário, na Argentina, em 28 de Novembro de 1932, em uma família de músicos, e decidiu virar jazzista depois de ouvir Charlie Parker. Começou tocando clarinete e só aos 18 anos, quando se mudou para Buenos Aires, é que se dedicou ao saxofone. A opção definitiva pelo instrumento aconteceu durante uma excursão com o pianista argentino Lalo Schifrin (criador do tema de “Missão Impossível”) nos anos 1950. Ele se tornou conhecido como “Gato” neste período, devido à forma como saltava de clube em clube em Buenos Aires, acompanhado pelo seu saxofone para tocar com diversos artistas. Seu relação com o cinema começou logo em seguida, compondo trilhas para o cinema argentino. Uma de suas primeiras composições deu ritmo e melodia à adaptação de Julio Cortázar “El Perseguidor” (1965). Na vidada da década, ele desenvolveu uma forte ligação com o Brasil, passando meses no país. O período acabou registrado nos cinemas. Barbieri tocou seu sax em três filmes brasileiros. Juntou-se a Lenny Gordin e Naná Vasconcelos como músico de “Pindorama” (1970), de Arnaldo Jabor, serviu como diretor musical da comédia “Minha Namorada” (1970), de Armando Costa e Zelito Viana, e compôs a trilha sonora de “Na Boca da Noite”, de Walter Lima Jr, em parceria com as feras do jazz Ron Carter e James Spaulding. Após um começo influenciado por John Coltrane e outros saxofonistas do free jazz, Barbieri passou, a partir de então, a fundir a música tradicional sul-americana em seu estilo, do tango ao samba. A guinada coincidiu com a obra que lhe deu maior visibilidade, a trilha sonora de “O Último Tango em Paris”, de Bernardo Bertolucci. “Foi como um casamento entre o filme e a música”, descreveu Barbieri em uma entrevista de 1997 para a agência de notícias Associated Press. “Bernardo me disse: ‘Eu não quero que a música seja muito Hollywood ou muito europeia, que é mais intelectual. Quero um tom mediano.'” Foi o que levou ao tango e a redescoberta de sua alma argentina. “O tango sempre é uma tragédia”, ele explicou. “A mulher deixa o homem ou o mata. É como uma ópera, mas se chama tango… e é muito sensual.” O álbum derivado do filme rendeu-lhe um prêmio Grammy e impulsionou sua adoção de um estilo mais latino, levando-o a se consagrar como pioneiro do chamado “alma-jazz” ou jazz latino. O ponto alto desta transformação se deu com o sucesso comercial da gravação de “Europa (Earth’s Cry Heaven’s Smile)”, de Carlos Santana, em 1976. Preferindo se concentrar no universo musical, Barbieri acabou deixando de lado o cinema. Seguiram-se poucos trabalhos cinematográficos, como as trilhas de “Poder de Fogo” (1979), de Michael Winner, e “Uma Estranha Paixão” (1983), de Matthew Chapman. Mas a morte de sua esposa Michelle o levou a se retirar até do circuito jazzista durante um longo período. Ele foi reemergir em duas trilhas realizadas para cineastas iranianos nos anos 1990, “Manhattan by Numbers” (1993), de Amir Naderi, e “Seven Servants” (1996), de Daryush Shokof, suas últimas composições para o cinema. Os trabalhos ajudaram a devolver-lhe a energia e preparam terreno para o lançamento de um de seus discos mais populares, “Que Pasa”, que atingiu o 2º lugar da parada de jazz da revista Billboard em 1997. Apesar de afastado das trilhas, ele permaneceu ativo com gravações e shows nos últimos anos. Desde 2013, fazia apresentações regulares no tradicional clube de jazz nova-iorquino Blue Note, que emitiu uma nota lamentando seu falecimento. “Hoje perdemos um ícone, um pioneiro e um querido amigo. A contribuição significativa do Gato para a música e para as artes foram uma inspiração para todos nós.” Com um estilo geralmente definido como “torrencial e quente”, Barbieri era considerado um dos grandes saxofonistas contemporâneos e, para muitos, o segundo maior músico argentino do jazz moderno, atrás apenas de Lalo Schifrin, em cuja orquestra também tocou. Em 2015, Barbieri recebeu um prêmio pela carreira do Grammy Latino, em reconhecimento a seu talento, que cobriu “virtualmente toda a paisagem do jazz”.

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  • Série

    Vaza o áudio do final da temporada de The Walking Dead

    3 de abril de 2016 /

    O fórum The Spoiling Dead Fans, dedicado a discutir “The Walking Dead”, vazou o áudio de 10 minutos de duração da cena final da 6ª temporada. Trata-se do discurso de introdução Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan, que culmina na morte de um personagem. O fato é que o canal pago AMC, que exibe a série nos EUA, iniciou uma ofensiva contra o site, conseguindo bloquear sua página no Facebook. O canal também lançou uma blitz para apagar todas as cópias dos áudios que se propagaram pela internet. Portanto, nem adianta procurar mais. Detalhe: era real. Intitulado “Last Day on Earth”, o final da temporada vai ao ar no próximo domingo (3/4), com 1h30 de duração e transmissão simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Rumor espalha que Esquadrão Suicida passa por refilmagens para ficar mais engraçado

    3 de abril de 2016 /

    A Warner estaria refilmando cenas de “Esquadrão Suicida” para tornar o filme mais leve e engraçado. Quem garante é o site Birth.Movies.Death., que afirma ter conversado com uma “excelente fonte”. Não se sabe se é a mesma fonte que espalhou rumores controversos sobre os bastidores de “Batman vs. Superman”. Mas o autor do texto, David Faraci, foi um dos responsáveis por atacar este filme precocemente, espalhando pelo Twitter, em fevereiro, que “Batman vs. Superman” fracassaria e colocaria em risco a produção de “Liga da Justiça”. Vale observar que a premissa do novo boato é a mesma. De acordo com o relato do blogueiro, a Warner foi pega de surpresa pelo sucesso do último trailer de “Esquadrão Suicida”, divulgado em janeiro. Ao som de “Bohemian Rhapsody”, do Queen, as cenas indicavam que o longa fugiria do tom sombrio das últimas adaptações de super-heróis da DC Comics. O problema é que, segundo a tal “excelente fonte”, o trailer não representa o tom da produção. “Todas as piadas do filme estão naquele trailer”, disse a garganta profunda a Faraci. Ainda segundo essa narrativa, diante da resposta positiva dos fãs, o estúdio teria decidido encomendar mudanças, visando incluir mais piadas. As refilmagens estariam acontecendo neste momento e envolveriam cenas grandes, de “dezenas de milhões de dólares”, garante a garganta. Com roteiro e direção de David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc,  Filme

    Lutando contra o câncer, Abbas Kiarostami teria entrado em coma

    3 de abril de 2016 /

    O cineasta Abbas Kiarostami, grande mestre do cinema iraniano, está enfrentando uma luta contra um câncer no intestino. Segundo o site iraniano da Radio Zamaneh, especializado em notícias do país, o diretor teria entrado em coma durante seu tratamento, que acontece em um hospital do Irã. Segundo o site, Kiarostami passou por cirurgia bem-sucedida, mas sofreu uma hemorragia que levou ao coma. A notícia foi corroborada pelo cineasta Fereydoon Jeyrani (“Parkway”). Há, porém, informações desencontradas. A agência de notícias iraniana, Mehr News, afirma que, ao contrário, Kiarostami passa bem e receberia alta para continuar o tratamento em sua casa. Estranhamente, sua família ainda não se pronunciou sobre o assunto. Conhecido por trabalhos fundamentais do cinema iraniano como “Onde Fica a Casa do Meu Amigo?” (1987), “Close-Up” (1990), “Atrás das Oliveiras” (1994) e “O Vento nos Levará” (1999), Abbas Kiarostami venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes em 1997 com o filme “Gosto de Cereja” e também escreveu o roteiro de “O Balão Branco” (1995), de Jafar Panahi, diretor condenado como subversivo pelo governo iraniano. Desde que Panahi foi proibido de filmar, Kiarostami vinha optando por trabalhar no exterior, o que resultou em “Cópia Fiel” (2010), rodado na Europa, e “Um Alguém Apaixonado” (2012), no Japão.

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  • Filme

    Diretor de O Quarto de Jack desenvolve filme de guerra e drama de boxe

    2 de abril de 2016 /

    O cineasta irlandês Lenny Abrahamson já pondera qual será seu próximo filme, após o sucesso do premiado “O Quarto de Jack” (2015). Segundo o site da revista Variety, ele vai adaptar o livro do historiador Neal Bascomb “The Grand Escape”, ambientado durante a 1ª Guerra Mundial, mas também está envolvido com um drama de boxe. Ambos são baseados em fatos reais. O livro, ainda inédito, aborda a história verídica de três pilotos que, durante a guerra, foram abatidos e capturados pelos alemães, passando a tramar um meio de escapar do campo de concentração em que foram aprisionados. O resultado foi a maior fuga de prisioneiros registrada durante o conflito do início do século 20. Lenny Abrahamson também está envolvido com o projeto de “A Man’s World”, igualmente baseado num livro (de Donald McRae) sobre o boxeador Emile Griffith, que matou um oponente a socos durante uma luta televisionada em 1962. Griffith seria um bissexual enrustido que teve um surto após Benny “The Kid” Paret chamá-lo de homossexual, golpeando o rival até matá-lo. Nenhum dos dois filmes tem cronograma de produção ou previsão de lançamento.

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    O Estranho que Nós Amamos: Sofia Coppola vai dirigir remake de western estrelado por Clint Eastwood

    2 de abril de 2016 /

    O clássico western “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), filmado por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, mesmo ano em que a dupla eternizou Dirty Harry em “Perseguidor Implacável”, vai ganhar remake. Segundo o site da revista Variety, a adaptação será escrita e dirigida por Sofia Coppola (“Bling Ring”), que já negocia com Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Cinderela”) para estrelarem a produção. Exemplar marcante do revisionismo do gênero western em curso nos anos 1970, “O Estranho que Nós Amamos” trazia a história de um soldado da União (Clint Eastwood) gravemente ferido durante a Guerra Civil, que é socorrido por alunas de um internato para moças sulistas, em pleno território Confederado. As professoras e as estudantes têm medo de manter aquele estranho morando com elas, mas, à medida que o rapaz se recupera, desperta paixões e intrigas entre as mulheres. O elenco feminino original tinha Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”), Elizabeth Hartman (“Agora Você É Um Homem”) e duas atrizes de “Piranha” (1978), Darleen Carr e Melody Thomas. Caso o elenco desejado por Sofia Coppola seja confirmado, o remake marcará a segunda parceria da diretora com Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”).

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    Diretor de Ex-Machina prepara nova sci-fi com Oscar Isaac e Natalie Portman

    2 de abril de 2016 /

    O diretor Alex Garland já prepara seu segundo filme, após a estreia premiada com “Ex-Machina” (2015), vencedor do Oscar de Melhores Efeitos Visuais. Segundo o site Variety, na nova sci-fi, intitulada “Annihilation”, o cineasta vai voltar a trabalhar com Oscar Isaac, protagonista de “Ex-Machina”, além de quatro estrelas femininas: Natalie Portman (“Thor”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Tessa Thompson (“Creed”). O filme vai adaptar o livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, quatro mulheres de campos científicos diversos embarcam na 12ª expedição a uma região desabitada e abandonada, conhecida como Área X, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Isaac interpretará uma das pessoas que desapareceu na região, marido da personagem de Portman, que usará sua pesquisa na Área X para encontrar pistas sobre o destino dele. As filmagens devem começar nos próximos dias, mas ainda não há previsão para o lançamento.

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    Veja o primeiro trailer da cinebiografia americana de Pelé

    2 de abril de 2016 /

    A produtora americana IFC Films divulgou o primeiro trailer de “Pelé: O Nascimento de uma Lenda”, que mostra o jovem Edson Arantes do Nascimento, desde as primeiras peladas até a consagração internacional, aos 17 anos de idade, na Copa do Mundo de 1958, na Suécia. A prévia chama atenção por ser falada em inglês, apesar de ser estrelada majoritariamente por brasileiros, como Seu Jorge (“E Aí… Comeu?”), Milton Gonçalves (“Giovanni Improtta”), André Mattos (“Tropa de Elite 2”) e Rodrigo Santoro (“Golpe Duplo”). O detalhe é que a luta com o sotaque parece se estender à performance do americano Vincent D’Onofrio (“Jurassic World”), que fala de forma pausada e hesitante em todas as suas aparições como o técnico Feola. O filme foi escrito e dirigido pelos irmãos Michael e Jeff Zimbalist (ambos do documentário “The Two Escobars”) e ainda tem no elenco Diego Boneta (“Rock of Ages”) e Colm Meaney (série “Hell on Wheels”). Na pele do vencedor de três Copas do Mundo estão os estreantes Leonardo Carvalho e Kevin de Paula, vivendo as versões criança e adolescente de Pelé. Concebido para chegar aos cinemas junto da Copa do Brasil, o filme atrasou como as obras de mobilidade previstas para 2014 – e que ainda não saíram do papel. Ele será apresentado pela primeira vez ao público mundial em 23 de abril, durante o Festival de Tribeca, em Nova York, aproveitando a popularidade de Pelé na cidade, onde defendeu o time de futebol New York Cosmos nos anos 1970. A estreia comercial está marcada para 6 de maio nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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