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    Star Wars: Veja o trailer legendado de Rogue One, o primeiro spin-off da franquia espacial

    7 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou o trailer legendado e um pôster com o logotipo do próximo “Star Wars”. Trata-se do primeiro spin-off da franquia, uma aventura independente da saga central, que introduz diversos personagens novos. A prévia confirma que a ação se passa entre as duas primeiras trilogias e envolve um missão das forças rebeldes contra a Estrela da Morte. O tom é bem mais sombrio que o material de divulgação de “Star Wars: O Despertar da Força”, destacando a atitude “rebelde” da nova heroína, Jyn Erso, vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Intitulado “Rogue One: Uma História de Star Wars”, o filme está sendo considerado o mais aguardado de 2016. Em seu elenco também estão Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Além disso, circulam rumores sobre uma aparição de Darth Vader na trama. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: Uma História de Star Wars” estreia em 16 de dezembro deste ano.

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    Estreias: Terrorismo, apocalipse e Deus disputam espaço nos cinemas

    7 de abril de 2016 /

    Duas semanas após “Batman vs. Superman” ocupar 45% das salas de cinema do país, ainda há pouco espaço para a renovação da programação. Lançamento mais amplo desta quinta (7/4), o thriller “Invasão a Londres” chega em “apenas” 350 salas pelo país. O filme de ação é uma sequência de “Invasão à Casa Branca” com mais explosões e ainda mais clichês. Desta vez, o elenco é vítima de atentados na capital da Inglaterra, quando terroristas aproveitam o funeral do primeiro ministro britânico para atacar outros líderes mundiais. Com 23% de aprovação no site “Rotten Tomatoes” e arrecadação de US$ 59,4 milhões, o filme não, digamos, explodiu. Fãs do gênero tem opção melhor, com pior distribuição. “Decisão de Risco” discute a ética da guerra moderna, que mata à distância, com drones, sem poupar vítimas civis. Estrelado por Helen Mirren (“A Mulher Dourada”), o filme tem 93% de aprovação no RT, mas entra em cartaz em somente 69 telas no país.   Outra boa opção da safra hollywoodiana é “Rua Cloverfield, 10”, que registra 89% no RT. Rodado com pequeno orçamento e pouco marketing, a nova produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) estabelece um clima de mistério do começo ao fim, ao acompanhar uma jovem que, após um acidente, acorda num bunker com dois desconhecidos que alegam tê-la salvo do apocalipse. Chega em 287 salas. Quase com o mesmo número de telas, o drama religioso “Deus Não Está Morto 2” infelizmente é pouco mais que material de lobby em favor de mudanças na Constituição (americana, mas há margem para extrapolar), visando transformar as salas de aula em extensões das igrejas cristãs. Foi rechaçado nos EUA, com 23% de aprovação na imprensa e uma estreia pífia, em 4º lugar na semana passada. Para as crianças, a programação dos shoppings destaca a animação francesa “Asterix e o Domínio dos Deuses”, adaptação de um dos melhores álbuns em quadrinhos de René Goscinny e Albert Uderzo. Publicado originalmente em 1971, traz uma trama mais madura que os demais, refletindo concepções de modernidade da época. Estreia em 64 salas (29 com 3D). Em circuito mais restrito, há ainda a animação “Barbie e as Agentes Secretas”, que saiu direto e vídeo nos EUA e aqui vai ocupar 31 salas, exclusivamente nos cinemas da rede Cinépolis.   O circuito limitado ainda destaca dois filmes europeus que depositam seu apelo em atores conhecidos. Em 30 salas, a comédia britânica “A Senhora da Van” é um veículo para Maggie Smith (série “Downton Abbey”) exibir seu talento lendário, vivendo uma velhinha sem teto adorável. Já o drama norueguês “Mais Forte que as Bombas” mostra Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”) buscando superar o luto e o distanciamento da família causado pela morte da mãe (Isabelle Hupert, de “Amor”), uma fotógrafa de guerra. Estreia em inglês do cineasta Joaquin Trier (“Oslo, 31 de Agosto”), teve sua première em Cannes e chega ao Brasil em 16 salas.   Três estreias nacionais completam a programação. A comédia romântica “De Onde Eu Te Vejo”, de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”), leva a 79 salas a história de um ex-casal que passa a morar na mesma rua. Com uma pegada mais autoral, “A Bruta Flor do Querer” conta a história de um cineasta recém-formado, que precisa ganhar a vida filmando casamentos. A estreia dos diretores Dida Andrade e Andradina Azevedo foi premiada no Festival de Gramado, mas chega só em 17 salas. Igualmente premiado – venceu o In-Edit Brasil – , o documentário musical “Yorimatã”, sobre a dupla Luli e Lucina, que fundiu MPB, batuque e movimento hippie nos anos 1970, ganha ainda menos telas: apenas quatro, divididas entre Rio, São Paulo e Niterói. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado https://www.youtube.com/watch?v=Yc-RDFzgDIk

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  • Filme

    Novo comercial explora os filmes de Capitão América e Homem de Ferro como preparação da Guerra Civil

    7 de abril de 2016 /

    A Marvel divulgou um novo comercial épico de “Capitão América: Guerra Civil”, que resgata cenas dos filmes anteriores de Capitão América, Homem de Ferro e Vingadores para explorar as motivações, as emoções conflituosas e o confronto dos dois personagens centrais, destacando as interpretações de Chris Evans e Robert Downey Jr. ao longo de diferentes produções como os icônicos heróis. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    A Juventude repete a Grande Beleza do cinema de Paolo Sorrentino

    7 de abril de 2016 /

    Há uma cena de enorme carga poética em “A Grande Beleza” (2013), o filme anterior de Paolo Sorrentino, na qual um melancólico Jep (Tony Servillo) encontra um velho amigo do circo que, enquanto ele olha para o lado, faz desaparecer uma girafa. Diante da surpresa de Jep, ele diz: “É como te disse Jep… é só um truque”. Neste filme, com o fator surpresa, a maestria técnica, a conjugação dos elementos (música, fotografia, artes plásticas etc), os achados vagamente filosóficos e uma tempestade emocional, Sorrentino descobriu a fórmula da magia. Ou, pelo menos, da sua magia. O problema de “A Juventude” é que o italiano parece ter trazido novamente a mesma cartola. “A Grande Beleza” tratava filosoficamente do ocaso de uma era: em “A Juventude” o tema é o fim da vida humana. O filme aborda, com a habitual estrutura fragmentada, a temporada de um maestro aposentado (Michael Caine) num spa, por onde também anda a filha (Rachel Weisz), um velho amigo (Harvey Keitel) e um ator jovem (Paul Dano), entre outros. A elegância continua suprema: câmeras vêm e vão em todas as direções, com cortes suaves marcando o ritmo para mergulhar em imagens oníricas ou mostrar esplendores naturais, enquanto circulam personagens atípicos com suas frases de efeito embalados, claro, por muita música. Longe de pretensioso ou exagerado, consegue os efeitos desejados numa linguagem única. O problema é mesmo o déjà vu em relação ao antecessor. Em “A Juventude”, o modus operandi vai apresentado uma cascata ininterrupta de repetições que vão pondo a olho nu o mecanismo de “A Grande Beleza”. E, como um mágico não pode agradar duas vezes com os mesmos artifícios, o que antes era estimulante, aqui é apenas menos convincente. O filme estreia numa altura pacífica (para o filme, bem esclarecido) no Brasil – quase um ano depois da batalha campal no Festival de Cannes onde adoradores e detratores engalfinharam-se verbalmente como se estivessem defendendo a destituição de Luís XVI. As polarizações na Europa continuaram ao longo do ano à medida que o filme ia ganhando distribuição comercial – com ódios (apareceu em listas de “piores do ano” na imprensa) e prêmios (Melhor Filme no European Awards, da Academia de Cinema Europeu, entre outros). Passada a tempestade, os infiéis continuam com seus argumentos, enquanto os fiéis seguidores passam a torcer para que Sorrentino apresente novos truques, que justifiquem os aplausos em seu próximo filme. No meio de ambos, os espectadores seguem tendo possibilidades de desfrutar de bom cinema.

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  • Filme

    Voando Alto acerta o tom ao evocar os filmes esportivos dos anos 1980

    7 de abril de 2016 /

    Um dos méritos de “Voando Alto” (2016) é que se trata de um drama esportivo sobre superação à moda antiga, ou pelo menos como se costumava fazer na década de 1980. Nesse ponto, o ator e diretor de apenas três filmes, Dexter Fletcher, foi feliz em evocar aquela década, tanto na dramaturgia, quanto na música, com direito a “Jump”, do Van Halen, tocando em determinado momento. Por isso, há quem vá achar o filme cafona ou muito Sessão da Tarde – ele tem sido comparado bastante com “Jamaica Abaixo de Zero” (1993). Mas muito do sucesso de crítica que o filme tem obtido vem justamente de não se esperar muito de uma obra desse tipo. Fletcher e seus dois atores principais são bem-sucedidos em encontrar o ponto certo diante, apesar da linha tênue que condua a história de um rapaz, com um pouco de deficiência mental, cujo maior sonho é participar das Olimpíadas, não importando o esporte. A história real de Michael “Eddie” Edwards parece saída das mãos de algum roteirista sem-noção, de tão absurda que parece. Mas é só mais um caso da vida real que supera a ficção. O sonho de Eddie vem desde a infância, quando, apesar das quedas, dos vários óculos quebrados, do problema no joelho e da total falta de estímulo do pai e de quem quer que seja, o menino cresce com a ideia fixa de se tornar atleta olímpico. Até que, aos 22 anos, resolve partir para a Alemanha sozinho, em 1987, encontrando uma brecha nas regras para que possa competir nas Olimpíadas de Inverno no Canadá, em 1988. O esporte que ele escolhe é o perigoso salto de ski. O filme apresenta ao público esse esporte pouco conhecido (ao menos no Brasil), que traz grandes riscos de vida – os acidentes não são incomuns. Por isso, imaginar que alguém que nunca praticou ski conseguisse saltar após alguns poucos treinos expõe toda a loucura por trás da obsessão do jovem. Do mesmo modo, o fato dele conseguir, também prova-se um feito e tanto. Quem interpreta Eddie é Taron Egerton (o protagonista de “Kingsman – Serviço Secreto”), que no começo passa a impressão de estar exagerando no tom cartunesco do personagem. Mas essa impressão logo se dissipa quando se confere os registros do verdadeiro Eddie. Por sua vez, Hugh Jackman, que vive seu treinador beberrão, já havia feito um trabalho semelhante em “Gigantes de Aço” e não se esforçou tanto para essa espécie de reprise. “Voando Alto” ainda acerta o tom ao tratar a história com muito bom humor, mostrando os adversários ou obstáculos de Eddie como caricaturas, sejam os esportistas que zombam dele, sejam os seus próprios pais, ou mesmo os locutores esportivos, quando o protagonista vai finalmente para o Canadá – impossível não ficar encantado com a simpatia de Jim Broadbent (“A Viagem”). Por isso, o filme encanta e emociona como poucos do subgênero. Talvez até seja esquecido no futuro, mas quem se dispor a vê-lo encontrá uma verdadeira raridade: uma história de superação que não deprime ninguém. Ao contrário, é pura diversão.

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  • Filme

    Star Wars: Diretor divulga imagem de bastidores do Episódio VIII com Maz Kanata

    7 de abril de 2016 /

    O diretor Rian Johnson (“Looper”) divulgou em seu Tumblr uma imagem dos bastidores da produção de “Star Wars: Episódio VIII”, que traz Maz Kanata, uma criação digital interpretada, via captura de performance, por Lupita Nyong’o. Clique na foto acima para ampliá-la. A imagem confirma que a ex-pirata, dona de um bar interestelar, estará de volta na continuação de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Ainda sem título oficial, “Star Wars: Episódio VIII” também foi escrito por Johnson e tem estreia marcada para 15 de dezembro de 2017 no Brasil.

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  • Série

    Grace and Frankie: Nova temporada da série de Jane Fonda e Lily Tomlin ganha trailer

    7 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Grace and Frankie”, estrelada por Lily Tomlin e Jane Fonda. Bem humorada, a prévia explora situações divertidas, em que as duas amigas, que se tornam solteiras na terceira idade, precisam lidar com vibradores, encontros e a recriminação de suas famílias. Criada por Marta Kauffman (criadora da série “Friends”) e Howard J. Morris (criador da série “In Case of Emergency”), “Grace and Frankie” acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, até o dia em que suas vidas são viradas de cabeça para baixo, com a revelação de que seus maridos estão apaixonados um pelo outro e têm planos de se casarem. E o que é pior, elas percebem que estarão eternamente ligadas por esse acontecimento. Com o tempo, porém, as velhas rivais descobrem que podem contar uma com a outra para superar a situação e conviver com a nova configuração de suas famílias. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”). O Netflix está tão satisfeito com a atração que já a renovou para sua 3ª temporada, com data de estreia prevista para 2017.

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  • Série

    The Boys: Seth Rogen emplaca nova série baseada em quadrinhos do autor de Preacher

    7 de abril de 2016 /

    O ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg são mesmo fãs dos quadrinhos de Garth Ennis. Após emplacar a série “Preacher”, que estreia em 22 de maio no canal pago americano AMC, eles já preparam a adaptação de outra criação do autor britânico para a televisão. Trata-se de “The Boys”, em desenvolvimento para o canal pago Cinemax. Segundo o site Deadline, Rogen e Goldberg se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural”, para produzir a série, que será escrita por Kripke e dirigida pela dupla. É curioso como os dois, mais conhecidos por comédias de humor grosseiro, como “É o Fim” (2013) e “A Entrevista” (2014), que ambos dirigiram, resolveram se especializar em adaptações de quadrinhos para a televisão. Mas a boa relação criada com Ennis para o lançamento de “Preacher” também explica a decisão de transformar “The Boys” em sua segunda série. “The Boys” é uma sátira violenta e de humor negro aos super-heróis. Os quadrinhos originais têm como protagonista Billy Carniceiro, que vigia os super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública, devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A história durou 72 exemplares, publicados entre 2008 e 2012, pelas editoras Wildstorm (braço da DC Comics) e Dynamite. E nos últimos oito anos também esteve cotada para virar filme, primeiro pela Sony, depois pela Paramount. Curiosamente, “Preacher” teve a mesma carreira, atraindo diversos interessados em colocá-lo no cinema, mas os projetos nunca saíram do papel, até Rogen e Goldberg resolverem produzir sua série.

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  • Filme

    Pharrell vai produzir e compôr trilha de filme sobre cientistas negras da NASA

    7 de abril de 2016 /

    O cantor Pharrell Williams vai produzir o filme “Hidden Figures”, sobre as cientistas negras da NASA, revelou o site da revista Variety. Ele também vai criar músicas originais para a trilha sonora do longa-metragem. Pharrell já teve muito sucesso ao compôr uma canção para o cinema. A música “Happy”, da trilha de “Meu Malvado Favorito 2”, foi indicada ao Oscar e se tornou o maior sucesso de sua carreira – e de todo o ano de 2014 – , vendendo 13,9 mil unidades (discos e downloads). “Hidden Figures” será seu segundo trabalho como produtor cinematográfico, após estrear na função com a comédia indie “Um Deslize Perigoso” (Dope), um dos destaques do Festival de Sundance do ano passado. Dirigido por Ted Melfi (“Um Santo Vizinho”), o filme mais mostrar como o brilhantismo de algumas mulheres negras, desconhecidas do grande público, ajudou a NASA a atingir sucesso em suas primeiras missões espaciais. O filme vai mostrar que, além de colocarem naves no espaço, as personagens também precisaram superar uma dupla discriminação na metade do século 20: sexual e racial. O elenco destaca as atrizes Octavia Spencer (vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas”) e Taraji P. Henson (série “Empire”), além de Kirsten Dunst (série “Fargo”), Jim Parsons (série “The Big Bang Therory”), Mahershala Ali (franquia “Jogos Vorazes”), Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”) e Kevin Costner (“O Homem de Aço”). A trama é baseada num livro ainda inédito de Margot Lee Shetterly, adaptada com roteiro de Allison Schroeder (“Meninas Malvadas 2”). O estúdio Fox 2000 está planejando o lançamento para 13 de janeiro de 2017, para coincidir com o feriado americano dedicado a Martin Luther King.

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    Estreia do filme da Mulher Maravilha é antecipada em três semanas

    7 de abril de 2016 /

    O “fracasso” de “Batman vs. Superman” subiu mesmo à cabeça da Warner Bros. No dia em que o longa superou os US$ 700 milhões de bilheteria mundial e dois novos filmes da DC Comics foram acrescentados a seus lançamentos futuros, o estúdio anunciou a antecipação da estreia do primeiro longa individual da Mulher Maravilha. O filme da guerreira amazona estrelado por Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) vai estrear agora em 2 de junho de 2017 nos EUA, três semanas antes do previsto. Escrito por Jason Fuchs (“Peter Pan”) e dirigido por Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), o filme vai mostrar a origem da heroína e como a princesa Diana deixou a ilha mitológica para se integrar ao mundo dos homens, durante a 1ª Guerra Mundial, e se tornou a Mulher Maravilha.

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    The Walking Dead: Nem o elenco sabe quem morreu no final da temporada

    6 de abril de 2016 /

    Os atores de “The Walking Dead” também não sabem quem Negan (interpretado por Jeffrey Dean Morgan) matou na última cena da 6ª temporada. Chandler Riggs, que vive Carl, anunciou no Twitter que “se isso faz você se sentir melhor, eu também não sei quem morreu e já faz seis meses que li esse roteiro”. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o produtor executivo e diretor do episódio final da temporada, Greg Nicotero, comentou que não nem a vítima deve saber que morreu. “Nós não filmamos a cena [que revela o morto] ainda, e eu não sei se a pessoa sabe ou não”, disse, confirmando que mantém o mistério também junto ao elenco. A decisão de terminar a 6ª temporada da série em um grande cliffhanger, mantendo o suspense sobre quem teve a cabeça esfacelada a golpes de taco de beisebal por Negan, porém, não foi bem vista pelo público, que protestou nas redes sociais, expressando raiva e frustração. Nicotero defendeu a decisão, dizendo que “seria muito ordinário matar um grande personagem nos últimos minutos”. Entretanto, será muito difícil manter em segredo a identidade da vítima até a 7ª temporada, uma vez que as gravações da série acontecem ao ar livre, no interior da Georgia, e os fãs costumam se fartar com fotos não oficiais, feitas nos bastidores da produção.

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    Warner anuncia dois novos filmes “misteriosos” de super-heróis da DC Comics

    6 de abril de 2016 /

    O “fracasso” de “Batman vs. Superman” deve ter subido à cabeça da Warner Bros. No dia em que o longa superou os US$ 700 milhões de bilheteria mundial, o estúdio anunciou a produção de mais dois filmes de super-heróis da DC Comics em seu já lotado calendário de lançamentos. Os novos filmes, ainda sem título ou maiores detalhes, foram programados para 5 de outubro 2018 e 1 de novembro de 2019, dando início a diversas especulações. Nos últimos dias, o diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) comentou que gostaria de filmar mais uma aventura solo de Superman, e os agentes de Ben Affleck comentaram que ele escreveu o roteiro de um novo filme de “Batman”. Mas a Warner também encomendou um roteiro sobre o anti-herói espacial Lobo. As novas datas aumentam os lançamentos já confirmados de adaptações dos quadrinhos da DC Comics. O calendário da Warner prevê ainda as estreias de “Esquadrão Suicida” em agosto, “Mulher-Maravilha” em junho de 2017, “Liga da Justiça – Parte 1” em novembro de 2017, “Flash” em março de 2018, “Aquaman” em julho de 2018, “Shazam!” em abril de 2019, “Liga da Justiça – Parte 2” em junho de 2019, “Ciborgue” em abril de 2020 e “Tropa dos Lanternas Verdes” em junho de 2020.

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    Zack Snyder quer fazer mais um filme solo do Superman

    6 de abril de 2016 /

    O cineasta Zack Snyder revelou interesse em comandar um novo filme solo do Superman, dando continuidade a “O Homem de Aço” (2013) e à trama de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), que ele dirigiu. “Acho que se tivéssemos um bom roteiro, seria ótimo ter um novo filme solo do Superman. Eu acho que seria divertido”, disse o diretor, em entrevista ao site IGN. O astro Henry Cavill ecoou o interesse, mas ressalvou que a Warner “já têm um plano feito para outras coisas, ‘Liga da Justiça e vários outros filmes’. “É mais sobre encontrar espaço no cronograma, na realidade, mas eu estaria interessado em fazer”, acrescentou. Para completar, o produtor Charles Roven afirmou que, embora não haja previsão para o filme, o sucesso de “Batman vs. Superman” pode mudar isso. “Ainda estamos no processo de descobrir isso”, avaliou. O estúdio Warner Bros. planejou uma série de filmes com personagens da DC, incluindo duas produções da Liga da Justiça e aventuras solo da Mulher Maravilha, Flash Aquaman e Tropa de Lanternas Verdes, mas não reservou datas para novas produções do Superman. Nem de Batman. Entretanto, após diversos rumores sobre um filme solo do herói de Gotham City, os agentes de Ben Affleck revelaram que ele escreveu um roteiro para um novo “Batman”. Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

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