Série Sense8 terá cenas de sua 2ª temporada gravadas em São Paulo
Após passar por nove cidades e oito países em seu primeiro ano, “Sense8” terá cenas rodadas no Brasil em sua 2ª temporada. A série da Netflix vai incluir gravações na cidade de São Paulo ainda no primeiro semestre de 2016. A novidade foi anunciada pela O2 Filmes, que irá auxiliar na produção local das gravações. O produtor americano Bill Bowling, inclusive, já esteve na sede da empresa em São Paulo para acompanhar os trabalhos de pesquisa e levantamento de locações. Ainda não se sabe quais atores da série visitarão o país, mas a atriz transgênero Jamie Clayton, que interpreta Nomi, já avisou no Twitter: “Prepare-se Brasil!”. Por sinal, ela está atualmente gravando cenas em Mumbai, na Índia. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série também é estrelada por Naveen Andrews (série “Lost”), Brian J. Smith (série “SGU Stargate Universe”), Doona Bae (“A Viagem”), Aml Ameen (série “Harry’s Law”), Tena Desae (“O Exótico Hotel Marigold”), Freema Agyeman (série “Doctor Who”), Max Riemelt (“A Onda”), Tuppence Middleton (“Distúrbio”), Alfonso Herrera (novela “Rebelde”), Erendira Ibarra (série “Capadocia”) e Terrence Mann (série “The Dresden Files”).
Netflix vai gastar quase US$ 100 milhões para produzir novo filme de Will Smith
O serviço de streaming Netflix vai produzir o próximo filme de Will Smith. E, para isso, financiará um orçamento de quase US$ 100 milhões. Depois de duas semanas de negociações e um concorrido leilão com múltiplos estúdios de Hollywood, a empresa cobriu as ofertas da concorrência e adquiriu os direitos da produção, intitulada “Bright”. O filme é um thriller policial que mistura elementos fantásticos, com roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e direção de David Ayer (“Corações de Ferro”). A produção marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro Will Smith, após rodarem o vindouro “Esquadrão Suicida”, que tem estreia marcada para 4 de agosto. Além de Smith, o ator Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”) também está em negociações para participar do projeto. “Bright” contará a história de um policial que vive em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com fadas e Orcs. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobrirão as despesas de filmagens. Trata-se, definitivamente, do maior projeto da história da Netflix até o momento, superando os US$ 60 milhões investidos na produção de “War Machine”, filme que será dirigido por David Michod (“The Rover – A Caçada”) e estrelado e produzido por Brad Pitt (“A Grande Aposta”). As filmagens de “Bright” estão marcadas para setembro em Los Angeles e ainda não há previsão de estreia. Não se sabe também se o filme passará nos cinemas, mas é certo que terá lançamento simultâneo para os assinantes do Netflix em todo o mundo.
Minissérie LGBT do roteirista de Milk será estrelada por Guy Pearce e Mary Louise-Parker
A rede ABC anunciou os primeiros nomes do elenco da minissérie “When We Rise”, que vai narrar as lutas pessoais e políticas dos pioneiros do movimento pelos direitos homossexuais. A produção contratou Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Mary Louise-Parker (série “Weeds”), Rachel Griffiths (série “Brothers and Sisters”), Carrie Preston (série “True Blood”) e Meredith McGeachie (série “The L Word”). Guy Pearce vai interpretar o ativista Cleve Jones, enquanto que Mary-Louise Parker será Roma Guy, uma líder feminista, casada com a personagem ativista de Rachel Griffiths, chamada Diane. A minissérie é uma criação de Dustin Lance Black, roteirista vencedor do Oscar por “Milk – A Voz da Igualdade” (2008). A produção, por sinal, marcará uma retomada de sua parceria com o diretor de “Milk”. Além de coproduzir, Gus Van Sant dirigirá os dois primeiros episódios – de um total de oito. Em “Milk”, a dupla abordou um desses pioneiros da causa LGBT, contando a história de Harvey Milk, o primeiro gay assumido a ser eleito para um cargo público nos Estados Unidos. A minissérie pretende apresentar um painel bem mais abrangente, iniciando com a rebelião de Stonewall, em 1969, que deu origem ao Dia do Orgulho Gay. Ainda não há data de estreia prevista.
Mogli – O Menino Lobo ganha pôsteres e fotos especiais com os personagens e seus dubladores
A Disney divulgou sete pôsteres de personagens e seis fotos especiais de “Mogli – O Menino Lobo”. As fotos trazem os dubladores originais ao lado de seus personagens no filme, destacando o realismo dos animais que vem marcando a divulgação do longa-metragem. No filme, o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, intérprete de Mogli, é o único ator real da produção. Os demais personagens foram criados por computação gráfica. Mas em contraste ao apuro com que eles se movimentam e interagem, a trama mantém o principal elemento de fantasia da história clássica: os bichos são falantes. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Revolution”) e Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”), o único ausente na sessão fotográfica. O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Ator de Guardiões da Galáxia vai viver o super-herói Tick em nova série
O ator Peter Serafinowicz, que viveu um dos personagens secundários de “Guardiões da Galáxia” (2014), foi escolhido para viver o “super-herói” Tick em uma nova série desenvolvida para o serviço de streaming Amazon. Personagem de quadrinhos, The Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração está sendo desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). Além de Serafinowicz, a produção também contratou Griffin Newman (série “Vinyl”), como seu parceiro juvenil Arthur Everest, e Valorie Curry (série “The Following”) como Dot, irmã de Arthur. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. O episódio terá direção de Wally Pfister (“Transcendence”). Como de praxe, a Amazon disponibilizará o piloto na internet para ser avaliado pelo público, e apenas após esse feedback determinará se a produção ganhará uma temporada completa.
Game of Thrones: 6ª temporada vai abandonar história dos livros de George R.R. Martin
Desde que ficou confirmado que a 6ª temporada de “Game of Thrones” ultrapassaria as histórias conhecidas dos livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, escritas por George R.R. Martin, o público vive a expectativa de ver na TV tramas ainda não publicadas. Entretanto, em entrevista ao site da revista Entertainment Weekley, os criadores da série revelaram que a situação será ainda mais complexa, pois os próximos episódios não terão relação com a história que Martin está escrevendo para o próximo volume da saga. Serão, na verdade, tramas completamente autônomas e criadas especificamente para a série, podendo divergir radicalmente dos livros ainda inéditos. “As pessoas estão discutindo se os livros receberão spoilers — e isso não é mesmo verdade”, disse David Benioff. “Muito do que estamos fazendo diverge dos livros, nesse ponto. Embora haja alguns elementos-chave que serão iguais, não falaremos muito sobre isso — e acho que George também não. De modo que as pessoas ficarão muito surpresas ao ler os livros após a série”, resumiu o produtor. Seu parceiro na série, D.B. Weiss, confirmou que havia a expectativa, desde o princípio, de a série ultrapassar os livros, e tanto os produtores quanto o escritor sabiam qual seria a consequência disso. “Nós escolhemos ver isso como uma grande coisa para ambos os lados. Existe esse incrível mundo que George criou e agora há duas versões diferentes; e não tem razão para não ficar empolgado, surpreso e consternado com ambas”, opinou. O aguardado retorno de “Game of Thrones” acontece no dia 24 de abril, no canal pago HBO. Já o sexto livro de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, intitulado “Os Ventos do Inverno”, segue sem previsão de lançamento.
Críticas negativas de “Batman vs. Superman” deixam Ben Affleck em silêncio
Os cinemas estão lotados, mas a crítica internacional tem sido implacável com “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça”. Tanto que o assunto virou tema de piada viral. Um vídeo editado e postado no canal Sabconth, do YouTube, destaca a reação – ou falta dela – de Ben Affleck, diante de uma pergunta sobre as críticas negativas. Enquanto Henry Cavill tenta responder, Affleck simplesmente encara o vazio com um olhar inconsolável, que ganha mais impacto com a adição de uma trilha, o clássico “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel. Veja abaixo o som do silêncio de Batman.
Miley Cyrus e Alicia Keys são as novas juradas do reality show The Voice
Duas cantoras com currículos de atrizes entraram na 11ª temporada do reality show americano de competição “The Voice”. Miley Cyrus e Alicia Keys serão as novas juradas do programa, em substituição a Christina Aguilera e Pharrel Williams. Elas vão se juntar a Adam Levine e Blake Shelton, que continuarão na atração. Em comunicado, Paul Telegdy, diretor da programação da rede NBC, disse que Miley e Alicia representarão grande contribuição para o sucesso contínuo do programa. “A expertise musical e a energia que essas mulheres incrivelmente talentosas vão trazer para o show é marcante. Nós estamos animados em saber que elas vão se juntar a Adam e Blake no que nós sabemos que vai ser uma mágica 11ª temporada”, ele disse, em comunicado. A participação de Miley, porém, será “adiantada”. Apesar da 11ª temporada só estrear em setembro, ela já poderá ser vista na próxima semana em “The Voice”, como mentora dos concorrentes da 10ª temporada. Miley também será vista no elenco da primeira série escrita e dirigida por Woody Allen, que estreia até o fim do ano no serviço de streaming da Amazon. Já Alicia foi vista recentemente em dois episódios da série “Empire”, e pode bisar a dose em breve.
Mulher Maravilha: Veja a primeira foto das amazonas do filme
A Warner Bros. divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira imagem das amazonas de Themyscira, a mitológica ilha habitada pelas guerreiras do filme “Mulher-Maravilha” (clique para ampliá-la). A foto mostra Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) à frente, como a Princesa Diana, acompanhada por Menalippe (Lisa Loven Kongsli, de “Força Maior”), que nos quadrinhos é oráculo das amazonas, sua mãe, a rainha Hipólita (Connie Nielsen, de “Ninfomaníaca”), e sua tia, a brava general Antiope (Robin Wright, da série “House of Cards”). Escrito por Jason Fuchs (“Peter Pan”) e dirigido por Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), o filme vai mostrar a origem da heroína e como a princesa Diana deixou a ilha mitológica para se integrar ao mundo dos homens, durante a 1ª Guerra Mundial, e se tornou a Mulher Maravilha. A estreia está marcada para 22 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Festival É Tudo Verdade 2016 terá 22 estreias mundiais
A organização do festival É Tudo Verdade anunciou a programação de sua 21ª edição. Serão, ao todo, 85 títulos, dentre os quais 22 são estreias mundiais. Os filmes serão exibidos entre 7 e 17 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro, com entrada gratuita. O primeiro documentário a vencer o Festival de Berlim, “Fogo no Mar” (“Fuocoammare”, no original), de Gianfranco Rosi, vai abrir o festival em São Paulo, no dia 7 de abril. O filme aborda o impacto da onda de refugiados sobre o cotidiano da pequena ilha mediterrânea de Lampedusa, visto pelos olhos do pré-adolescente Samuele. O cineasta italiano já havia vencido o Festival em Veneza em 2013 com outro documentário, “Sacro GRA”. Já a abertura carioca do É Tudo Verdade acontece um dia depois, em 8 abril, com a exibição de outro filme: a estreia mundial de “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana”, de Paola Ribeiro e Cláudio Lobato. O longa resgata o movimento de “poesia marginal” do coletivo de poetas Nuvem Cigada, da Zona Sul do Rio nos anos 1970, em plena ditadura militar. Por meio de livros mimeografados e encontros híbridos, entre “happenings” e saraus, batizados de “Artimanhas”, uma nova geração lançou-se na literatura nacional: Bernardo Vilhena, Chacal, Charles, Ronaldo Santos, além do próprio diretor Cláudio Lobato, entre outros. Após as sessões de abertura para convidados, os dois filmes serão exibidos em projeções abertas ao público dentro da programação do festival, que fará ainda uma retrospectiva da obra do diretor Carlos Nader. Haverá também uma mostra especial com documentários sobre Olimpíadas e sessões dedicadas aos cineastas Chantal Akerman, Ruy Guerra, Claude Lanzmann e Haskell Wexler. Em nota, o fundador e diretor do festival, Amir Labaki, afirmou ser “um privilégio apresentarmos uma safra tão excepcional, tanto da produção brasileira, quanto internacional, com a marca muito expressiva de 22 estreias mundiais”. “Foi um processo de seleção particularmente difícil, devido à alta qualidade e ao recorde de inscrições, superando 1,7 mil títulos dos cinco continentes”, completou. Confira, abaixo, a lista dos filmes selecionados para o festival. FESTIVAL É TUDO VERDADE 2016 Competição brasileira: longas ou médias-metragens “Cacaso na corda bamba”, de José Joaquim Salles e Ph Souza Cícero Dias, o compadre de Picasso”, de Vladimir Carvalho “Galeria F”, de Emília Silveira “Imagens do Estado Novo 1937-45”, de Eduardo Escorel “Jonas e o circo sem lona”, de Paula Gomes “Manter a linha da cordilheira sem o desmaio da planície”, de Walter Carvalho “O futebol”, de Sergio Oksman Competição internacional: longas ou médias-metragens “327 cadernos”, de Andrés Di Tella (Argentina/Chile) “Anos claros, de Frédéric Guillaume (Bélgica) “Catástrofe”, de Alina Rudnitskaya (Rússia) “Chicago boys”, de Carola Fuentes e Rafael Valdeavellano (Chile) “Gigante”, de Zhao Liang (França) “Kate interpreta Christine”, de Robert Greene (EUA) “No limbo”, de Antoine Viviani (França) “Nuts!”, de Penny Lane (EUA) “Paciente”, de Jorge Caballero Ramos (Colômbia) “Sob o sol”, de Vitaly Mansky (Rússia/Letônia/Alemanha/República Checa/Coreia do Norte) “Tudo começou pelo fim”, de Luis Ospina (Colômbia) “Um caso de família”, de Tom Fassaert (Holanda/Bélgica/Dinamarca) Competição brasileira: curtas-metragens “A culpa é da foto”, de Eraldo Peres, André Dusek e Joédson Alves “Abissal”, de Arthur Leite “Aqueles anos em dezembro”, de Felipe Arrojo Poroger “Buscando Helena”, de Roberto Berliner e Ana Amélia Macedo “Fora de quadro”, de Txai Ferraz “O oco da fala”, de Miriam Chnaiderman “Praça de guerra”, de Edi Junior “Sem título # 3 : E para que poetas em tempo de pobreza?”, de Carlos Adriano “Vida como rizoma”, de Lisi Kieling Competição internacional: curtas metragens “A visita”, de Pippo Delbono (França) “Caracóis”, de Grzegorz Szczepaniak (Polônia) “Carmen”, de Mariano Samengo (Argentina) “Cosmopolitanismo”, de Erik Gandini (Suécia) “Eu tenho uma arma”, de Ahmad Shawar (Palestina) “Fatima”, de Nina Khada (Alemanha) “Munique 72 e além”, de Stephen Crisman (EUA) “O atirador de elite de Kobani”, de Reber Dosky (Holanda) Programas especiais “Cidadão rebelde”, de Pamela Yates (EUA) “Claude Lanzmann: Espectros do Shoah”, de Adam Benzine (Canadá/Reino Unido/EUA) “Não pertenço a lugar algum – O cinema de Chantal Akerman”, de Marianne Lambert (Bélgica) “O homem que matou John Wayne”, de Diogo Oliveira e Bruno Laet (Brasil) O estado das coisas “Atentados: As faces do terror”, de Stéphane Bentura (França) “Danado de bom”, de Deby Brennand (Brasil) “Faraóis do Egito Moderno (Mubarak/Nasser/Sadat)”, de Jihan El Tahri (França) “Lampião da esquina”, de Lívia Perez (Brasil) “O deserto do deserto”, de Samir Abujamra e Tito Gonzalez Garcia (Brasil) “Overgames”, de Lutz Dammbeck (Alemanha) “Vida ativa – O espírito de Hannah Arendt, de Ada Ushpiz (Israel/Canadá) Foco latino-americano “Allende meu avô Allende”, de Marcia Tambutti Allende (Chile/México) “Favio, a estética da ternura”, de Luis Rodríguez e Andrés Rodríguez (Venezuela) “Gabo: A criação de Gabriel García Márquez”, de Justin Webster (Espanha/Colômbia) “Toponímia”, de Jonathan Perel (Argentina) Retrospectiva brasileira – Carlos Nader “A paixão de JL” “Carlos Nader” “Chelpa Ferro” “Concepção” “Eduardo Coutinho, 7 de outubro” “Homem comum” “O beijoqueiro: Portrait of a serial kisser” “O fim da viagem” “Pan-cinema permanente” “Preto e branco” “Tela” “Trovoada” Mostra especial: Cinema Olympia “Anéis do mundo”, de Sergey Miroshnichenko (Rússia) “Espírito em movimento”, de Sofia Geveyler,Yulia Byvsheva e Sofia Kucher (Rússia) “Olympia 52”, de Chris Marker (Finlândia/França) “Os campeões de Hitler”, de Jean-Christophe Rosé (França) “Um novo olhar sobre Olympia 52”, de Julien Faraut (França) É tudo verdade no Itaú Cultural “Mataram meu irmão”, de Cristiano Burlan (Brasil) “O longo amanhecer – Cinebiografia de Celso Furtado”, de José Mariani (Brasil) “Rocha que voa”, de Eryk Rocha (Brasil) É tudo verdade no Circuito de Cinema: Cine Olido – Documentários olímpicos brasileiros “As incríveis histórias de um navio fantasma”, de André Bomfim “Bete do peso”, de Kiko Mollica “João do voo – A história de uma medalha roubada”, de Sergio Miranda e Pedro Simão “Maria Lenk, a essência do espírito olímpico”, de Iberê Carvalho “Meninas”, de Carla Gallo “México 1968 – A última Olimpíada livre”, de Ugo Giorgetti “Ouro, suor e lágrimas”, de Helena Sroulevich “Se essa vila não fosse minha”, de Felipe Pena “Reinado Conrad – A origem do iatismo vencedor”, de Murilo Salles É tudo verdade no Circuito SPCine de cinema: CEUS Butantã, Jaçaná, Meninos e Quinta do Sol “Cidade cinza”, de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo (Brasil) “Premê – Quase lindo”, de Alexandre Sorriso e Danilo Moraes (Brasil)
Blu-ray de Star Wars: O Despertar da Força vira hit pirata duas semanas antes de chegar nas lojas
O blu-ray de “Star Wars: O Despertar da Força” vazou na internet e já virou sucesso, duas semanas antes de chegar nas lojas dos EUA. Em 12 horas, 250 mil pessoas baixaram o arquivo. Os dados são do site TorrentFreak, especializado em notícias sobre pirataria online. Na programação da Disney, o blu-ray só chegaria às lojas americanas no dia 5 de abril. Mas quatro grupos distintos da “cena” pirata já disponibilizam o filme, incluindo entre os arquivos para download uma foto do disco oficial, como prova da fonte usada para as cópias. Com isso, os piratas pularam uma “etapa” de seu processo tradicional, indo das gravações feitas com câmeras de celulares nos cinemas, de baixíssima qualidade, para a imagem topo de linha, sem passar pela fase de cópia de versão lançada na internet. Isto se deve ao fato de Disney ainda não ter oferecido acesso online ao filme, cuja estreia em serviços VOD só acontecerá no dia 1 de abril. Por enquanto, os blu-ray da internet não disponibilizaram o material extra, exclusivo dos lançamentos físicos, mas a Disney tem feito isso por iniciativa própria, divulgado para diversos sites algumas imagens e cenas deletadas da produção. Maior bilheteria de todos os tempos nos EUA, com US$ 933 milhões arrecadados no mercado doméstico, e terceira maior bilheteria mundial da História, com um total de US$ 2 bilhões, “Star Wars: O Despertar da Força” terá sequência nos cinemas em 2017, com o lançamento de “Star Wars: Episódio VIII”, que já está sendo filmado.
Rede de cinemas Cinépolis vira pólo lançador de filmes exclusivos
Segundo maior grupo exibidor do Brasil, a rede de cinemas Cinépolis inaugurou uma estratégia diferenciada e promissora, apostando em lançamentos exclusivos em seu circuito. Após experimentar essa abordagem com sucesso com dois lançamentos religiosos, o drama americano “Quarto de Guerra”, em dezembro, e o mexicano “Little Boy – Além do Impossível”, no começo de março, a rede lançou seu primeiro filme brasileiro exclusivo neste fim de semana. A iniciativa foi feita com a distribuição de “A Luneta do Tempo”, primeiro longa dirigido pelo cantor e compositor Alceu Valença, que chegou em 14 salas da Cinépolis, boa parte delas no Nordeste, em parceria com distribuidora Fênix. “Há alguns produtos que não chegam no mercado, mas tem o seu potencial. É um nicho a ser explorado”, explicou Paulo Pereira, diretor comercial da rede, em entrevista ao site Filme B. Com 44 cinemas e 341 salas pelo país, que representam 11,5% do parque exibidor nacional, a iniciativa da Cinépolis, rede de origem mexicana, pode se provar uma boa solução para os bons filmes brasileiros que estão padecendo para encontrar salas disponíveis no mercado. “Chatô – O Rei do Brasil”, por exemplo, com todo o seu potencial, foi lançado em apenas 16 salas no ano passado, e mesmo assim foi o segundo filme que mais encheu salas em seu fim de semana de estreia. Diante da falta de iniciativa da Ancine (Agência Nacional de Cinema), o próprio mercado começa a desenrolar o grande nó de distribuição que pressiona negativamente o cinema brasileiro de qualidade, impedindo seu crescimento. “Estamos olhando muito os filmes nacionais agora”, disse o diretor da Cinépolis, que já prepara outro lançamento exclusivo ainda neste semestre. Será um filme infantil.
Rede CBS renova nove de suas séries veteranas
A rede americana CBS anunciou, de uma só vez, a renovação de nove séries, todas atrações veteranas. A lista traz “NCIS: Los Angeles” (que vai para sua 8ª temporada), “Blue Bloods” (para a 7ª temporada), “Hawaii Five-0” (também para a 7ª), “2 Broke Girls” (6ª), “Elementary” (5ª), “Mom” (4ª), “NCIS: New Orleans” (3ª), “Scorpion” (3ª) e “Madam Secretary” (3ª). Elas se juntam aos campeões de audiência e longevidade da rede, “The Big Bang Theory” (10ª temporada) e “NCIS” (renovada por dois anos, até a 15ª), cuja continuidade tinha sido garantida antecipadamente. A CBS também já definiu o cancelamento das produções de “Mike & Molly”, “Person of Interest”, “The Good Wife” e da novata “Angel From Hell”, que foi retirada do ar. Com isso, resta apenas uma série veterana com destino incerto: “Criminal Minds”, atualmente em sua 11ª temporada. Além dela, aguardam definição nada menos que seis lançamentos de 2015: “CSI: Cyber”, “The Odd Couple”, “Supergirl”, “Limitless”, “Code Black” e “Life in Pieces”. Mas parte do suspense foi aliviado na primeira semana de março, quando o presidente da CBS, Les Moonves, revelou, num evento do Deutsche Bank, que “cerca de cinco” séries estreantes da rede retornariam na próxima temporada.












