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    O Sono da Morte: Terror estrelado pelo menino de O Quarto de Jack ganha trailer legendado

    7 de março de 2016 /

    A PlayArte divulgou o trailer legendado do terror “O Sono da Morte” (Before I Wake), que destaca o ator-mirim Jacob Tremblay, revelação de “O Quarto de Jack” (2015). A prévia resume bem a trama, que volta a desenvolver a temática favorita do diretor Mike Flanagan (“O Espelho”): os conflitos de uma família com o além. Além do vídeo, foram divulgados três pôsteres internacionais da produção. Na trama, um casal que perdeu seu filho resolve adotar outro da mesma idade, mas coisas estranhas começam a acontecer assim que o menino (Tremblay) dorme em sua nova casa. Os sonhos do pequeno Cody se tornam realidade, o que, a princípio, cria situações singelas, mas se transformam radicalmente quando viram pesadelos. O elenco inclui Kate Bosworth (“Para Sempre Alice”) e Thomas Jane (série “Hung”) como os pais do menino, além de Anabeth Gish (série “Sons of Anarchy”) como a funcionária responsável pela adoção. A estreia está marcada para 8 de abril nos EUA e apenas dois meses depois, em 16 de junho, no Brasil.

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  • Série

    Continuação de Três É Demais, Fuller House é renovada para sua 2ª temporada

    7 de março de 2016 /

    O Netflix anunciou a renovação de sua nova série “Fuller House” para a 2ª temporada. A atração, que estreou em 26 de fevereiro no serviço de streaming, é uma continuação a clássica “Três É Demais” (Full House, no original). O anúncio da renovação foi compartilhado por meio de um vídeo postado no canal oficial de “Fuller House” no Twitter, contando que a casa vai ficar ainda mais cheia na 2ª temporada. Confira logo abaixo. A série original acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de dois filhos – de 12 e 7 anos de idade – e grávida do terceiro, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário do sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também trouxe de volta Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. E até Lori Loughlin reapareceu como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. Your list will get even fuller. Season 2. Coming soon to @Netflix. #FullerHouse ?❤️?https://t.co/aEdTwbLDLM — Fuller House (@fullerhouse) March 2, 2016

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  • Filme

    Capitão América: Guerra Civil revela fotos de seus bastidores

    6 de março de 2016 /

    A Marvel divulgou nove fotos novas de “Capitão América: Guerra Civil”, boa parte delas revelando cenas de bastidores. O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Para dar grandiosidade ao conflito, a produção junta uma galeria impressionante de super-heróis. De um lado, estão Capitão América (Chris Evans), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Homem-Formiga (Paul Rudd) e Sharon Carter (Emily VanCamp). De outro, Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle), Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”) e até o Homem-Aranha (Tom Holland, de “No Coração do Mar”). Os coadjuvantes de luxo incluem o General Ross (William Hurt, retomando seu papel de “O Incrível Hulk”), Pepper Potts (Gwyneth Paltrow, retornando à Marvel após “Homem de Ferro 3”) e o agente do governo Everett Ross (Martin Freeman, de “O Hobbit”), além dos vilões Barão Zemo (Daniel Brühl, de “Rush – No Limite da Emoção”) e Ossos Cruzados (Frank Grillo, visto em “Soldado Invernal”). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Jordana Brewster vai estrelar piloto da série baseada no filme Máquina Mortífera

    6 de março de 2016 /

    A atriz Jordana Brewster, uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”, entrou no elenco do piloto de “Lethal Weapon”, projeto televisivo baseado no filme “Máquina Mortífera” (1987). Segundo o site da revista Variety, ela interpretará uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. Jordana se junta a Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”), que vai interpretar Roger Murtaugh (vivido por Danny Glover no cinema), e Golden Brooks (série “Hart of Dixie”), intérprete de Trish Murtaugh (Darlene Love no cinema), esposa do personagem de Wayans. Até o momento, ainda não foi escalado quem viverá Martin Riggs, papel de Mel Gibson nos quatro filmes da franquia. A série está sendo desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”, e acompanha a convivência entre o destemido (e suicida) policial Martin Riggs e o detetive Roger Murtaugh, que acaba de completar 50 anos e é “muito velho para isso”. Na série, Murtaugh ainda sofrerá um ataque cardíaco, que o obriga a evitar estresse, enquanto Riggs se joga em missões perigosas, achando que não tem nada a perder após a morte de sua família. O piloto será dirigido pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”) e precisará ser aprovado pelos executivos da rede Fox para poder virar série.

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  • Filme

    Bruce Willis vai estrelar o remake de Desejo de Matar

    6 de março de 2016 /

    O ator Bruce Willis vai reviver o mais famoso personagem de Charles Bronson no cinema. Após ser “Duro de Matar”, ele sentirá “Desejo de Matar”. Segundo o site Deadline, Willis vai estrelar o remake do clássico de ação de 1974, como Paul Kersey, o homem que busca justiça pela morte de sua esposa e filho de arma em punho. A refilmagem de “Desejo de Matar” é um projeto antigo da Paramount Pictures, que lançou o filme original. Depois de recusar ideias dos diretor Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”), o estúdio finalmente fechou com a dupla israelense Aharon Keshales e Navot Papushado (“Os Lobos Maus”) para assumirem a direção da refilmagem. A intenção é que a nova versão seja mais próxima do livro de Brian Garfield no qual a franquia é baseada, do que do filme dirigido por Michael Winner, mostrando um arquiteto que tem sua vida destruída após um violento crime cometido contra sua esposa e filha. Frustrado pelos responsáveis não terem sido punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O “Desejo de Matar” original influenciou a cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que explodiram na época em que o cinema se tornou ultraviolento, durante os anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. As filmagens do remake devem acontecer no verão americano (entre junho e agosto) e, por enquanto, não há nenhum outro ator confirmado. A produção marcará o retorno de Willis ao cinema, após uma breve parada para se dedicar ao teatro (a peça “Misery” na Broadway), que o levou a recusar produções de Woody Allen e do próprio Joe Carnahan.

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    Takeshi Kitano entra na adaptação de Ghost in the Shell, estrelada por Scarlett Johansson

    6 de março de 2016 /

    O lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) entrou no elenco da adaptação americana de “Ghost in the Shell”, um dos mais famosos mangás/animes já criados, que será estrelada por Scarlett Johansson (“Os Vingadores”). Kitano, que não trabalhava em Hollywood desde a sci-fi “Johnny Mnemonic: O Cyborg do Futuro” (1995), vai interpretar Daisuke Aramaki, o chefe da Sessão 9, divisão policial da heroína ciborgue Mokoto Kusanagi, vivida por Johansson. Por sinal, o nome da personagem de Johansson pode ser alterado, uma vez que a atriz não tem traços japoneses. O elenco também inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), e o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), como o policial Batou, parceiro de Kusanagi. Considerado uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história de Shirow também influenciou a animação mundial ao ser transformada em longa animado em 1995 – lançado no Brasil como “Fantasma do Futuro” – , surpreendendo a crítica com uma trama adulta de ficção científica, num período em que abundavam, no mercado americano, produções de desenhos infantis medíocres. A trama tem ritmo de thriller futurista. Passa-se em 2029 e acompanha a major Mokoto Kusanagi, cyborg comandante de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. Infelizmente, o filme deve manter o péssimo título do VHS nacional, “O Fantasma do Futuro”, em seu lançamento no Brasil, que está marcado para 13 de abril de 2017, duas semanas após a estreia nos EUA (em 31/3/17).

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    Disney prepara nova versão da fábula O Quebra-Nozes com o diretor de Um Porto Seguro

    6 de março de 2016 /

    Após “Um Conto de Natal”, outra obra conhecidíssima de Natal vai ganhar nova adaptação cinematográfica. Segundo o site Variety, o cineasta sueco Lasse Hallström (“Um Porto Seguro”) vai dirigir uma nova versão de “O Quebra-Nozes” para a Disney. A produção vai integrar a nova leva de refilmagens de fábulas clássicas que vem ocupando o cronograma do estúdio. Inspirado no famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, o filme contará a história de Clara, uma menina que ganha um boneco quebra-nozes do seu padrinho na noite de Natal e descobre que o boneco ganha vida durante a noite. Intitulado “The Nutcracker and the Four Realms”, o projeto ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. O balé de Tchaikovsky já rendeu muitas versões cinematográficas, inclusive da própria Disney, quando integrou um dos segmentos da animação clássica “Fantasia” (1940). O filme mais recente foi o musical “O Quebra Nozes: A História Que Ninguém Contou” (2010), com letras de Tim Rice (“O Rei Leão”) e participação da atriz Elle Fanning (a Bela Adormecida de “Malévola”). Já o mais recente filme de Lasse Hallström foi o drama culinário “A 100 Passos de um Sonho” (2015), que fez um sucesso modesto nas bilheterias mundiais, arrecadando US$ 88,8 milhões (para um orçamento de US$ 22 milhões). Atualmente, ele trabalha na pós-produção da comédia dramática “A Dog’s Purpose”, com Britt Robertson (“Tomorrowland”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”), que chega aos cinemas americanos em 27 de janeiro.

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    Lena Dunham é hospitalizada de emergência e passará por cirurgia

    6 de março de 2016 /

    A atriz americana Lena Dunham, criadora da série “Girls”, foi hospitalizada de emergência no sábado (6/3) após sofrer a ruptura de um cisto em um ovário. Em comunicado, seu agente lembrou que ela tornou pública sua luta contra a endometriose e revelou que ela será submetida a uma cirurgia. A endometriose é uma patologia caracterizada pela presença de tecido uterino fora da cavidade uterina. O rompimento de cisto é uma complicação comum da doença. No dia 8 de fevereiro, a atriz já tinha explicado os problemas que vinha enfrentando, dizendo em seu perfil do Facebook que não daria entrevistas para promover a 5ª temporada de “Girls” em consequência do agravamento de sua saúde.

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    Pesquisa revela que cinema brasileiro tem pouca diversidade racial

    6 de março de 2016 /

    A falta de diversidade no cinema não é um problema exclusivo de Hollywood. A questão racial, colocada em evidência no último Oscar, foi escancarada numa nova pesquisa sobre o cinema brasileiro. E o resultado desse levantamento mostra que o panorama é muito mais grave no Brasil. Realizada pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Geema), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), a pesquisa mostra que as maiores bilheterias da última década foram escritas, dirigidas e estreladas por homens brancos. Nenhuma mulher negra escreveu ou dirigiu qualquer longa no período. E os negros são minoria absoluta em todas as funções criativas do cinema brasileiro. Separados por gênero e raça, os dados revelam que os homens brancos dominaram 45% dos papéis mais relevantes dos filmes lançados entre 2002 e 2014 no país. Depois vêm mulheres brancas (35%), homens negros (15%) e, por último, as mulheres negras (apenas 5%). Em 2002, 2008 e 2013, simplesmente nenhum filme analisado pelos pesquisadores foi protagonizado por uma mulher negra. A discrepância é ainda mais gritante quando se avalia os diretores e roteiristas do cinema nacional: 84% dos cineastas são homens brancos, 14% mulheres brancas, 2% homens negros e nenhuma mulher negra dirigiu uma produção sequer de destaque nos 13 anos analisados pelo estudo – 2002 a 2014. Também não assinou roteiro algum. Já os homens brancos foram responsáveis por 69% dos textos. “O que saltou aos olhos é que não é só uma problema racial, mas mais ainda de gênero”, disse Márcia Rangel Cândido, coautora do estudo, em entrevista ao jornal O Globo. “Vimos nos debates que a pesquisa suscitou que o problema é sério e pouco discutido, praticamente um tabu”, completou. Para piorar, a participação de negros no cinema brasileiro pode ter sido superdimensionada pela própria pesquisa, que considerou pardos e mestiços entre os negros. Este critério permitiu, por exemplo, o diretor Fábio Barreto (“Lula, o filho do Brasil”), de pele visivelmente clara, ser considerado negro. Além disso, a lista ainda confunde nacionalidades, listando o uruguaio Enrique Fernández (“O Banheiro do Papa”). Assim, os cinco diretores negros listados, na verdade, resumem-se a três: Jeferson De (“Bróder”), Estevão Ciavatta (“Made in China”) e Joel Zito Araújo (“Filhas do Vento”). Entrevistado por O Globo, Joel Zito Araújo ainda alertou que, se é difícil conseguir financiamento como diretor negro, mais difícil ainda é ser um diretor negro interessado em filmar artistas negros. Por isso, ele não conseguiu rodar mais nenhuma ficção desde que “Filhas do Vento” (2004) venceu sete prêmios no Festival de Gramado, inclusive de Melhor Direção, Ator, Atriz e Coadjuvantes, todos negros. Mas Zito concorda que o panorama tem mudado para melhor nos últimos anos, por causa de ações afirmativas e de discursos de celebridades proeminentes, como Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”) e Taís Araújo (“Filhas do Vento”), que além de estrelarem novelas e séries têm ocupado protagonismo também no cinema. É o caso ainda de Cintia Rosa, protagonista de “O Fim e os Meios” (2014). Para a atriz, que interpretou uma jornalista negra, o fato da cor da pele ter sido irrelevante para a trama mostrou um caminho diferente, que precisa ser mais trilhado pelo cinema brasileiro. “Fui uma das poucas atrizes negras que protagonizaram um filme, além de não ter feito um papel estereotipado, como empregada ou bandida. A pele sequer era mencionada no roteiro. Portanto, considero esse trabalho um marco na minha carreira profissional”, ela disse ao jornal carioca. “E que fique de alerta para que os diretores escalem mais mulheres negras”, conclamou.

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    Zootopia registra maior bilheteria de estreia da Disney nos EUA

    6 de março de 2016 /

    A estreia da animação “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho” superou as expectativas da Disney. O filme assumiu o 1º lugar das bilheterias americanas com a maior abertura do estúdio em todos os tempos – sem contar as produções da Pixar – , faturando US$ 73,7 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. O recorde anterior pertencia a “Frozen – Uma Aventura Congelante”, com US$ 67,3 milhões. O filme dos animais falantes também lotou cinemas ao redor do planeta, arrecadando US$ 25 milhões na China, igualmente a maior abertura de uma animação da Disney no país. Ao todo, a produção somou US$ 232,5 milhões em todo o mundo, liderando também a bilheteria mundial no fim de semana. Além disso, “Zootopia” proporcionou uma daquelas raras ocasiões em que público e crítica compartilharam a mesma opinião. A pesquisa da CinemaScore rendeu nota A à produção, de completa satisfação entre seus espectadores, enquanto o site Rotten Tomatoes registrou 98% de aprovação entre os críticos americanos. A estreia no Brasil está marcada para 17 de março. Com menos impacto, o thriller de ação “Invasão à Londres” rendeu US$ 21,7 milhões e a segunda maior bilheteria do fim de semana. Mas o desempenho do lançamento ficou abaixo do primeiro longa, “Invasão à Casa Branca” (2013), que faturou US$ 30,4 milhões em sua estreia, há dois anos. A crítica, por sinal, fulminou o longa, com apenas 25% de aprovação. “Deadpool” caiu para o 3º lugar, após liderar as bilheterias por três fins de semana consecutivos. Mas a queda se deu com números espetaculares. A produção ultrapassou os US$ 300 milhões nos EUA. E para dar a medida exata do que isso representa, vale lembrar que em 2014 apenas três filmes superaram esta marca. No ano passado, que foi repleto de blockbusters, foram seis. O detalhe é que esses lançamentos tinham classificação etária livre ou PG-13 (impróprio para menores de 13 anos). A censura de “Deadpool” foi R nos EUA (impróprio para menores de 17 anos). A terceira estreia ampla da semana ficou em 4º lugar. Apesar de agradar a crítica (60% de aprovação), “Uma Repórter em Apuros” não encontrou muito público, faturando somente US$ 7,6 milhões, praticamente metade da abertura da comédia anterior estrelada por Tina Fey, “Irmãs” (US$ 13,9 milhões), lançada em dezembro. Completa o Top 5 o desastre “Deuses do Egito”, que já se configura como um dos maiores prejuízos do ano. Em dois fins de semana, o filme rendeu US$ 22,8 milhões nos EUA. A conta é de US$ 140 milhões apenas com o orçamento de produção – estima-se em mais US$ 40 milhões de gastos em marketing. E a crítica odiou – 13% no Rotten Tomatoes. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Zootopia Fim de semana: US$ 73,7 milhões Total EUA: US$ 73,7 milhões Total Mundo: US$ 232,5 milhões 2. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 21,7 milhões Total EUA: US$ 21,7 milhões Total Mundo: US$ 21,7 milhões 3. Deadpool Fim de semana: US$ 16,4 milhões Total EUA: US$ 311,1 milhões Total Mundo: US$ 673,2 milhões 4. Uma Repórter em Apuros Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 7,6 milhões Total Mundo: US$ 7,6 milhões 5. 5. Deuses do Egito Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 22,8 milhões Total Mundo: US$ 72,4 milhões 6. Ressurreição Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 28,6 milhões Total Mundo: US$ 29 milhões 7. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 133,8 milhões Total Mundo: US$ 323,8 milhões 8. O Regresso Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 175,9 milhões Total Mundo: US$ 429,4 milhões 9. Voando Alto Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 10,8 milhões Total Mundo: US$ 10,8 milhões 10. A Bruxa Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 20,9 milhões Total Mundo: US$ 21,5 milhões

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    Joseph Gordon-Levitt abandona adaptação dos quadrinhos de Sandman

    6 de março de 2016 /

    A adaptação dos quadrinhos de “Sandman” para os cinemas contratou um novo roteirista, mas perdeu seu protagonista. E uma coisa tem a ver com a outra. Poucas horas após o site da revista Variety confirmar a participação do roteirista Eric Heisserer, especializado em remakes de filme de terror, como “A Hora do Pesadelo” (2010) e “A Coisa” (2011), o ator Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”) abandonou o projeto. Além de atuar, Gordon-Levitt também estava desenvolvendo a produção, em parceria com David S. Goyer (“O Homem de Aço”), e havia contratado o roteirista Jack Thorne (criador da série britânica “The Last Panthers”) para escrever a adaptação. Em seu perfil oficial no Facebook, o ator escreveu que não concorda com os rumos que a New Line, subsidiária da Warner Bros., quer dar ao filme. A produtora ficou com todos os direitos dos quadrinhos da Vertigo após uma reestruturação dentro da própria Warner. E, logo nos primeiros encontros com os novos executivos do projeto, ficou claro para Levitt “que não concordávamos em nada” a respeito de como abordar “Sandman”. A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama acompanha Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo, ao lado de seus irmãos Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio. A revista em quadrinhos foi publicada entre 1989 e 1996. Com a saída de Levitt, a New Line precisará recomeçar a busca por um novo ator e diretor. Também não se sabe se Neil Gaiman, criador do personagem, continuará ligado à produção. Enquanto Levitt esteve envolvido, ele apoiava o projeto. Em seu Twitter, o escritor disse somente que respeita muito o ator e que ele é uma pessoa “especial”. A propósito, a premissa da série “Lucifer”, que atualmente faz sucesso na TV americana, é derivada de uma história de “Sandman”, escrita por Gaiman. O próximo filme roteirizado por Eric Heisserer a chegar aos cinemas é “Invocação do Mal 2”, que estreia no Brasil em 9 de junho. Ele também está envolvido na nova adaptação da história de Van Helsing, com a ficção científica “Story of Your Life”, dirigida por Denis Villeneuve (“Sicario”) e com o terror “Lights Out”, adaptação do curta-metragem de mesmo nome.

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    Loving Vincent: Primeira animação feita com pinturas a óleo ganha trailer e vídeos belíssimos

    6 de março de 2016 /

    O estúdio polonês BreakThru divulgou os pôsteres, o trailer e vídeos de bastidores de “Loving Vincent”, primeira animação criada inteiramente com pinturas a óleo. O filme contará a história do pintor holandês Vincent Van Gogh, utilizando como cenários e personagens as suas próprias pinturas. Trata-se de um trabalho de beleza rara, como demonstram as prévias, mas também exaustivo por sua opção artística. Com direção da pintora e cineasta polonesa Dorota Kobiela (“The Flying Machine”) e por Hugh Welchman, que venceu o Oscar em 2008 pelo curta animado “Pedro e o Lobo”, o filme tem cada um de seus frames pintados manualmente como se fossem quadros. Isto demandou o envolvimento de uma equipe com mais de cem pintores, que trabalham arduamente no projeto desde 2012. Mesmo assim, ainda não há previsão para o término da obra, o que faz com que os cineastas tentem engajar mais pintores na produção – objetivo de um dos vídeos divulgados. Assim que ficar pronta, a obra terá dublagem em inglês de um time respeitável de atores, como Saoirse Ronan (“Brooklyn”), Aidan Turner (trilogia “O Hobbit”), Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Jerome Flynn (série “Game of Thrones”), Chris O’Dowd (“Thor: O Mundo Sombrio”), Eleanor Tomlinson (série “Poldark”) e John Sessions (“Sr. Sherlock Holmes”).

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    Sacha Baron Cohen planeja pegadinha com Donald Trump em seu novo filme

    6 de março de 2016 /

    O candidato à presidência dos Estados Unidos pelo partido Republicado, Donald Trump, está na mira do comediante Sacha Baron Cohen. O site da revista Variety apurou que Cohen filmou uma pegadinha com o empresário que virou político e pretende exibi-la durante os créditos finais de “Irmão de Espião”. O problema é que, na “piada”, Trump é infectado acidentalmente com HIV e isso não estaria sendo bem visto pelo estúdio responsável pela distribuição do filme. A Sony tem pressionado o humorista para que a cena seja retirada do filme com o objetivo de prevenir que o magnata abra um processo na justiça. Uma das alternativas considerada é a inclusão de um aviso afirmando que Trump não esteve envolvido nas filmagens. Em 2014, a Sony fez piada com outro político, o ditador norte-coreano Kim Jong-un na comédia “A Entrevista”, e o resultado foi um ataque hacker que vazou diversos documentos sigilosos do estúdio. Ao contrário de “A Entrevista”, porém, a trama de “Irmão de Espião” não tem contexto político. A comédia de Sacha Baron Cohen conta a história de um assassino da agência secreta britânica MI6 (vivido por Mark Strong, de “Kingsman – Agente Secreto”), que se envolve em uma conspiração global após reencontrar o seu irmão sem noção (Cohen), separado dele na infância. A estreia está marcada para a próxima sexta (11/3) nos EUA, mas apenas em 7 de abril no Brasil.

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