Assassin’s Creed: Michael Fassbender aparece em nova foto da adaptação do game
A 20th Century Fox divulgou uma imagem inédita da adaptação do game “Assassin’s Creed” e disponibilizou, em alta resolução, as três fotos que já tinham sido antecipadas por revistas de entretenimento. A foto nova destaca Michael Fassbender (“Macbeth: Ambição e Guerra”) como Callum Lynch, em sua cela, nos dias de hoje. Na trama, Fassbender vive dois personagens criados especialmente para o filme: Callum e seu ancestral, o assassino Aguilar. O elenco ainda inclui Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”) e Michael Kenneth Williams (série “Boardwalk Empire”). O filme marca o reencontro de Fassbender e Cotillard com o diretor Justin Kurzel, após a recente colaboração dos três em “Macbeth: Ambição e Guerra”. Atualmente em produção, “Assassin’s Creed” tem previsão de estreia para dezembro de 2016.
Gal Gadot divulga foto inédita da Mulher Maravilha
A atriz Gal Gadot divulgou, em seu Twitter, uma foto inédita em que ela aparece como Mulher Maravilha, destacando um close em seu olhar determinado e braceletes reluzentes. Clique na imagem acima para ampliá-la. Junto da foto, ela também deixou transparecer sua ansiedade por sua estreia no papel, que acontece no filme “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. “Está quase na hora!! Só mais uma semana!! Mal posso esperar para compartilhar isso com vocês”, ela escreveu. “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” vai mostrar, pela primeira vez no cinema, o encontro dos principais super-heróis da editora de quadrinhos DC Comics, trazendo também Henry Cavill (“Homem de Aço”) como Superman e Ben Affleck (“Argo”) como Batman. O roteiro foi escrito por David Goyer (“O Homem de Aço”) e Chris Terrio (“Argo”), e a direção é de Zack Snyder (“O Homem de Aço”). A estreia acontece na quinta-feira (24/3) no Brasil, um dia antes do seu lançamento nos EUA.
Produtora acusa pirataria pelo cancelamento da série Hannibal
A produtora Martha De Laurentiis acusou a pirataria de ter sido responsável pelo cancelamento da ótima série “Hannibal”, inspirada na criação do escritor Thomas Harris, o psicopata Hannibal Lecter. O desabafo aconteceu por meio de uma carta enviada ao site The Hill. “Quando a NBC optou por não renovar ‘Hannibal’ para uma 4ª temporada, não foi difícil ligar isso ao fato de que ela foi a 5ª série mais baixada ilegalmente no ano de 2013. E quando um terço da audiência vem de sites piratas, apesar de cada episódio estar disponível para download legítimo no dia seguinte à exibição, você não precisa de um cálculo complexo para entender a situação”, escreveu a produtora na sua carta. Filha do lendário Dino De Laurentiis, produtor de “Barbarella” (1968) e “King Kong” (1976), além das versões cinematográficas de “Hannibal” (2001) e “Dragão Vermelho” (2002), Martha De Laurentiss conclui: “Os piratas mataram ‘Hannibal’? Com mais de 2 milhões de espectadores vendo nosso seriado ilegalmente, é difícil não pensar que eles foram pelo menos em parte responsáveis por centenas de pessoas perdendo os empregos e milhões de pessoas, que o assistiam de forma legítima, sendo privadas do show”. Apesar do sucesso de crítica e do grande elenco, que incluía Laurence Fishburne, Hugh Dancy e Gillian Anderson, além de Mads Mikkelsen no papel-título, os índices de audiência da série nunca foram considerados altos, inviabilizando sua produção. Em todo caso, “Hannibal” teve uma trajetória que pode ser considerada vitoriosa, graças ao nível de excelência de sua produção e por ter encerrado sua trama, concluída na véspera da história celebrada nos cinemas pelo filme “O Silêncio dos Inocentes” (1991).
Filho de Oscarito procura quem cuide e exiba o acervo de seu pai
Com o apartamento lotado de objetos referentes à carreira do grande comediante Oscarito, seu filho, o músico José Carlos Teresa Dias, está em busca de interessado em cuidar e exibir o vasto acervo herdado de seu pai, informou o jornal O Globo. Desde a morte da atriz Margot Louro, viúva do artista, em 2011, José Carlos e a esposa vivem apertados entre projetores raros, filmadoras a manivela, troféus, instrumentos musicais diversos, rolos de filmes obscuros, cartazes e fotos que pertenceram ao grande ídolo das chanchadas brasileiras – e que completaria 110 anos em agosto de 2016. “Deve haver alguma instituição que possa cuidar desse material para que não fique aqui escondido, que possa torná-lo mais útil. É a memória do teatro, do cinema brasileiro. Veja este violão: antes de ser o ator das chanchadas, como muita gente o conhece, meu pai era um músico espetacular. Ele tocava violão e violino em orquestras no fosso dos cinemas durante a exibição de filmes mudos. O tempo todo em casa estava tocando. É um lado pouco conhecido dele”, disse José Carlos a O Globo. A parte cinematográfica, no entanto, é mais rara: Oscarito tinha projetores que usava para exibir filmes no bairro em que morava, o Méier, para a crianças da vizinhança (“Ele pendurava um lençol no meio da rua, cresci vendo aquilo”, lembra José Carlos), moviolas, filmadoras a manivela, que mandava vir do exterior, e editoras de película 16 milímetros — uma espécie de “cortador” de células fílmicas — que ele mesmo manuseava em filmetes caseiros. Há ainda alguns objetos curiosos, provavelmente sobras de cenários de alguma de suas dezenas de peças e filmes — como um capacete da 1ª Guerra Mundial e um sino de ferro fundido, além de partituras de composições do próprio Oscarito, alguns roteiros em que ele aparece como produtor e não apenas como ator, mostrando seu lado empresarial, alguns manuscritos de peças escritas por ele e muitos gibis, que tiveram edições limitadas e cujos personagens são Oscarito e o seu grande parceiro, Grande Otelo Em dezembro de 2015, a família de Oscarito decidiu procurar o Museu da Imagem e do Som (MIS) para oferecer a guarda de todo o material. A diretora técnica do acervo da instituição, Thereza Kahl, esteve na casa de José Carlos, porém só selecionou itens iconográficos, como fotos de família, imagens de sets de filmagens, cartazes de filmes e 350 documentos civis, como contratos, registros de obras (inclusive o do nome artístico “Oscarito”), roteiros e argumentos de peças, bem como manuscritos em geral. Os objetos, no entanto, ficaram. Ao saber que a família procura quem cuide do acervo, o escritor e crítico teatral Flavio Marinho, autor da biografia “Oscarito, o Riso e o Siso”, fez um apelo: “É fundamental preservar a memória de um dos gênios que o Brasil já teve. Ele surgiu no circo, foi para o teatro de revista, e de lá para o cinema, criando o estilo que convencionou-se chamar de chanchada. Ele pulava, cantava, dirigia, fazia paródias quando ninguém ainda fazia, era o demônio. E, por trás do palhaço, havia o compositor melancólico: ele compunha boleros, sambas-canções. Quem se lembra disto? Seria uma pena se esse material se perdesse. Aliás, por que não temos um busto de Oscarito na Cinelândia? Uma praça chamada Oscarito?”
Star Trek: Sem Fronteiras passa por refilmagens e inclui atriz da série The Expanse
“Star Trek: Sem Fronteiras”, terceiro longa do reboot da franquia “Star Trek”, passou por uma semana de refilmagens que, curiosamente, incluíram uma nova atriz no elenco, Shohreh Aghdashloo, vencedora do Emmy e indicada ao Oscar pelo filme “Casa de Areia e Névoa” (2003). A atriz iraniana, que atualmente estrela a série sci-fi “The Expanse”, não teve seu papel revelado, mas especula-se que viverá uma oficial de alta patente da Federação de Planetas. As filmagens adicionais também envolveram as presenças dos atores Chris Pine (o novo Capitão Kirk), Zoe Saldana (Uhura) e o indonésio Joe Taslim, revelação de “Operação Invasão” (2011). Dirigido por Justin Lin, da franquia “Velozes e Furiosos”, “Star Trek Sem Fronteiras” estreia em julho, dois meses antes da celebração dos 50 anos da franquia, inaugurada com a série “Jornada nas Estrelas” em setembro de 1966.
Impeachment de Collor vai virar filme
Os produtores de cinema e séries começa a reagir ao ambiente político brasileiro. Depois do projeto de um filme sobre o Plano Real e de uma série sobre a operação Lava Jato, a RT Features anuncia a produção de um longa-metragem focado no impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, em 1992. Segundo informou o jornal Folha de S. Paulo, a RT Features comprou os direitos do livro “Notícias do Planalto”, escrito por Mário Sérgio Conti, para fazer a versão cinematográfica. A produtora, responsável por filmes como “Alemão”, “Tim Maia”, “Frances Ha” e “A Bruxa”, deve começar as filmagens apenas no segundo semestre de 2017 e, no momento, busca um ator para viver Collor. Eleito em 1989, na primeira eleição direta a presidente do Brasil após o período da ditadura militar, Fernando Collor de Melo começou o governo cercado de esperanças, mas logo após sua posse lançou o Plano Collor, que confiscou a poupança dos brasileiros e aprofundou a recessão econômica, sem debelar a inflação na casa de 1200%. A situação se deteriorou com as denúncias de corrupção envolvendo seu tesoureiro, Paulo César Farias, reformas milionárias em sua residência, presentes de empresários e uma entrevista bombástica de seu irmão, Pedro Collor de Melo, à revista Veja. Horas antes de ser julgado no Senado, o político alagoano renunciou à Presidência da República, deixando o cargo para o mineiro Itamar Franco. Ao recuperar seus direitos políticos, elegeu-se senador por Alagoas e se aliou ao presidente Lula, voltando a participar da corrupção federal, flagrado durante a operação Lava-Jato no escândalo conhecido como Petrolão.
José Padilha vai fazer série americana sobre a Lava-Jato
O cineasta José Padilha quer transformar a Operação Lava-Jato numa série policial americana. O diretor, que se especializou em filmes e séries sobre crime e corrupção, vê na investigação sobre as entranhas da política brasileira todos os ingredientes de uma série envolvente, com apelo internacional. Ao contrário de Wagner Moura, que estrelou os dois “Tropa de Elite” e a série “Narcos”, produções comandadas por Padilha, o diretor acredita que a Lava-Jato “não tem viés político nenhum”. Enquanto Moura defende que a politização da investigação ameaça a democracia, Padilha diz que, ao contrário, são os roubos cometidos em nome de um partido que fraudam o processo democrático. “Toda vez que alguém fala dos indícios avassaladores contra Lula, um petista diz que o PSDB também rouba. Tenta-se transformar tudo numa questão ideológica. Mas tudo é caso de polícia”, ele resumiu, em entrevista à revista Veja. Padilha, que vive nos Estados Unidos com a mulher e o filho de 12 anos, contou à Veja que seu projeto sobre a Lava-Jato será baseada em um livro ainda inédito, composto por entrevistas com os envolvidos no escândalo. “O objetivo é narrar a operação policial em si e mostrar inúmeros detalhes esclarecedores que a própria imprensa desconhece”, ele adiantou. Como a série será uma produção internacional, ela terá título em inglês. Padilha trabalha com o nome provisório de “Jet Wash”, mas isso deve mudar, já que, nos Estados Unidos, a tradução literal não faz sentido. Lá, lava-jato é Car Wash – título de uma famosa comédia dos anos 1970. Atualmente, Padilha prepara a 2ª temporada de “Narcos” para o Netflix e desenvolve uma atração sobre a história das gangues das prisões americanas, intitulada “The Brand”, para o canal pago Showtime. Além disso, vaidirigir o filme de ação “Entebbe”, sobre uma operação histórica de combate contra o terrorismo.
Wagner Moura grava vídeo em que critica politização da Lava-Jato
O ator Wagner Moura gravou um vídeo, postado no Facebook, em que, sem dizer o nome da Lava-Jato, tece críticas à politização da investigação criminal que atingiu em cheio os governantes do país, dizendo-se preocupado com o rumo das investigações. O vídeo já foi compartilhado por vários integrantes do Partido dos Trabalhadores. Nele, Moura afirma ser favorável a que se investigue a corrupção no país, mas faz várias ressalvas e insinuações, dizendo que a grande imprensa de hoje é a mesma que esteve envolvida no golpe de 1964 e dando a entender que as prisões dos corruptos, referendadas pelo Supremo Tribunal Federal, seriam usadas como “massa de manobra política” de interesses escusos. “Me preocupam essas prisões midiáticas e a Justiça brasileira estar trabalhando sob uma influência de uma agenda política ou sob influência de um circo midiático fazendo uma determinada parte da população bater palma. Sou a favor das investigações, mas sou mais a favor da democracia”, ele diz. Segundo o ator, a Justiça estaria visando apenas o PT, esquecendo que vários caciques do PMDB e do PP constam das investigações do Ministério Público, além das delações terem atingido o presidente do PSDB. Buscando construir sua teoria de conspiração, Wagner sintetiza seu pensamento de forma curiosa: “Eu quero que políticos corruptos sejam presos, julgados e condenados, mas eu quero que tudo isso aconteça de forma democrática e que siga os ritos democráticos, a Constituição, o Código Penal brasileiro”. As contradições da peça transpiram um intertexto preocupante, como se o ator defendesse que se investigue apenas até certo ponto. Afinal, seu desejo por uma justiça “democrática” não é diferente daquilo que vem sendo feito pela força tarefa e pelo juiz Sérgio Moro. Ou, por acaso, todos os passos da operação Lava-Jato não estão sendo realizados de acordo com a legislação, a Constituição e, para não deixar dúvidas, com aval dos poderes instituídos, como o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal? Para deixar claro: é impossível ser mais constitucional, legal e democrático que isto neste país. Vale lembrar ao ator seu próprio desempenho – por sinal, brilhante – na série “Narcos”, em que incorpora o traficante Pablo Escobar. Na trama, o chefão do crime também virou político e foi eleito democraticamente, mas encontrou um Congresso disposto a destituí-lo, uma polícia federal firme e um judiciário intransigente, que impediu a Colômbia de ser governada por bandidos. A História – e a série estrelada por Wagner Moura – demonstra que uma justiça destemida apenas fortalece a democracia. Como registro, é interessante considerar que José Padilha, diretor e produtor de “Narcos”, tem opinião contrária a de Moura sobre o tema. Curta Verdade sem manipulação (y)Wagner Moura sempre sensato e inteligente. Publicado por Verdade sem manipulação em Terça, 15 de março de 2016
Hush: Novo terror do diretor de O Espelho ganha primeiro trailer
A Blumhouse Productions divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Hush”, novo terror de Mike Flanagan, diretor do ótimo “O Espelho” (2013). A prévia acompanha uma mulher muda, ou seja, incapaz de gritar, que se vê aterrorizada numa casa isolada por um homem mascarado, que brinca com sua insegurança como os psicopatas dos filmes slasher. A mulher é vivida por Kate Siegel, que também trabalhou em “O Espelho” e coescreveu o roteiro do novo longa-metragem. Além dela, o elenco inclui John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”), Michael Trucco (série “Battlestar Galactica”) e Samantha Sloyan (série “Grey’s Anatomy”). “Hush” teve sua première mundial no Festival SXSW (South by Southwest) em 12 de março, quando foi adquirido pelo Netflix. O lançamento será exclusivo do serviço de streaming. A estreia está marcada já para o dia 8 de abril.
Águas Rasas: Blake Lively é atacada por tubarão em trailer legendado de suspense
A Sony Pictures divulgou o pôster e o primeiro teaser legendado do suspense “Águas Rasas” (The Sallows), estrelado por Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”). A prévia mostra a situação tensa da surfista vivida por Lively, que, após um acidente no mar, vê-se isolada num pequeno recife, enquanto um grande tubarão bloqueia sua fuga para a costa. Para piorar, a maré está subindo. Escrito por Anthony Jaswinski (“Mistério da Rua 7”) e dirigido por Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), “Águas Rasas” ainda conta em seu elenco com Óscar Jaenada (“Cantinflas: A Magia da Comédia”) e a estreante Sedona Legge. A estreia está marcada para 11 de agosto no Brasil.
Genius: Jude Law vive o escritor Thomas Wolfe em trailer de cinebiografia
A Roadside Attractions divulgou o primeiro trailer de “Genius”, filme que narra a complicada relação de trabalho entre o escritor Thomas Wolfe (vivido por Jude Law, de “A Espiã que Sabia de Menos”) e seu primeiro editor, Max Perkins (Colin Firth, de “Kingsman – Serviço Secreto”). A prévia mostra como Perkins, que lançou escritores icônicos como F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, percebeu o talento bruto no autor que ninguém queria publicar, mas precisou contornar a difícil personalidade de Wolfe e sua falta de disciplina para realizar um trabalho insano de edição e transformá-lo num escritor referenciado. Tudo isso a um enorme custo pessoal. A obsessão dos dois pelo trabalho se prova demais para quem os acompanha, mas forja uma amizade complexa, celebrada pela literatura. Apesar de Perkins ter revelado Wolfe para o mundo, há quem sustente que ele sufocou seu talento cru, a ponto de a versão recuperada, sem edições, de seu manuscrito original ser considerada superior ao texto editado em “Look Homeward, Angel” (1929). Seja como for, o próprio Wolfe teve dúvidas a este respeito, mudando de editor em seus livros finais. O roteiro de “Genius” foi escrito por John Logan (“007 Contra Spectre”), com base no livro “Max Perkins – Um Editor de Gênios”, de A. Scott Berg, e a direção ficou a cargo de Michael Grandage, diretor de teatro que faz sua estreia no cinema. O elenco ainda conta com Nicole Kidman (“Segredos de Sangue”), Dominic West (série “The Affair”), Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Laura Linney (“Sr. Sherlock Holmes”) e Vanessa Kirby (“Questão de Tempo”). “Genius” chega aos cinemas americanos em 29 de julho e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Tom Hanks tenta fazer negócios na Arábia no trailer da adaptação de Um Holograma para o Rei
A Roadside Attractions divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Negócio das Arábias” (A Hologram for the King), nova dramédia estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”). A prévia é bem interessante, desde o começo, em que Hanks encarna um videoclipe dos Talking Heads (“Once in a Lifetime”) como forma de demonstrar sua falência, até o choque cultural que está no centro da trama, sobre um americano que tenta vender tecnologia de ponta (o holograma do título) na Arábia, para um rei saudita. Como a produção é hollywoodiana, o vídeo também trata de encaixar um desencaixado romance entre o protagonista e uma mulher árabe. O filme é uma adaptação do romance “Um Holograma para o Rei” do escritor Dave Eggers, publicado nos EUA em 2012 e lançado no Brasil no ano passado pela Companhia das Letras. Curiosamente, Hanks vai estrelar neste ano outra adaptação do mesmo autor, a sci-fi “O Círculo”, baseado no livro seguinte de Eggers. Na trama, Hanks vive Alan Clay (Hanks), um empresário americano falido que busca novas oportunidades na Arábia Saudita, para continuar pagando os estudos de sua filha. Na cidade de Jeddah, onde ele arruma trabalho, Alan é levado todo dia de carro para encontrar o Rei Abdullah, que pretende transformar o deserto numa cidade vibrante com tecnologia de ponta. O problema é que o rei sempre falta ao compromisso. Com roteiro e direção do alemão Tom Tykwer (“A Viagem”), o filme também traz em seu elenco os atores Tom Skerritt (“Alien – O Oitavo Passageiro”), Ben Wishaw (“007 Contra Spectre”), Sarita Choudhury (série “Homeland”), Sidse Babett Knudsen (“O Duque de Burgundy”), Jay Abdo (“Rainha do Deserto”), Dhaffer L’Abidine (série “Hunted”) e Atheer Adel (também da série “Homeland”). “Negócio das Arábias” tem estreia marcada para o dia 22 de abril nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Mente Criminosa: Kevin Costner incorpora Ryan Reynolds em novo trailer
A Lionsgate divulgou dois novos pôsteres e mais um trailer do filme de ação “Mente Criminosa”, que combina elementos de sci-fi e espionagem. A prévia resume a premissa e destaca o elenco grandioso da produção, que inclui atores famosos até em pequenos papéis. A trama gira em torno de um assassino sociopata condenado à morte, que é usado numa experiência, tendo as memórias de um agente da CIA implantadas no seu cérebro. A expectativa do governo é que o condenado ajude a completar a última missão do agente, que morreu antes de revelar onde escondeu um importante refugiado. Mas um ataque inesperado permite que ele fuja e siga as memórias do falecido até encontrar a bela viúva. O criminoso também começa a descobrir sentimentos que não possuía e que se provarão decisivos para salvar vidas inocentes. O elenco impressionante traz Kevin Costner (“3 Dias para Morrer”) como o criminoso, Gary Oldman (“RoboCop”) e Tommy Lee Jones (“Homens de Preto 3”) como os responsáveis pela missão, Ryan Reynolds (“Deadpool”) como o agente morto e Gal Gadot (“Batman vs. Superman: Origem da Justiça”) como a viúva. E em papeis secundários ainda se destacam Alice Eve (“Além da Escuridão – Star Trek”), Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), Antje Traue (“O Homem de Aço”), Jordi Mollà (“Riddick 3”) e Scott Adkins (“Hércules”). O roteiro é de Douglas Cook e David Weisberg (ambos de “A Rocha”) e a direção do israelense Ariel Vromen (“O Homem de Gelo”). A estreia acontece em 14 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












