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  • Filme

    Papa Francisco vai “estrear como ator” em filme infantil

    1 de fevereiro de 2016 /

    O Papa Francisco vai “virar ator”. Num evento inédito na história da Igreja Católica, o sumo pontífice deve fazer uma pequena participação no filme “Beyond the Sun” (além do sol, em tradução literal). O anúncio foi feito pela produtora Ambi Pictures. “Francisco será retratado em uma história baseada nos evangelhos, que, por meio de muitas histórias entrelaçadas, contém a mensagem de Jesus”, aponta comunicado. Ainda de acordo com a nota, Francisco aceitou participar do filme para ajudar organizações de caridade – todo lucro do filme será revertido para duas ONGs argentinas, El Almendro e Los Hogares de Cristo. Segundo o release da produtora Ambi Pictures, “Beyond the Sun” é uma história de aventura na qual crianças de várias culturas representarão os apóstolos. O Papa aparecerá apenas ao final, como ele mesmo, contando às crianças onde e como encontrar Jesus. Andrea Iervolino, co-fundador da Ambi Pictures, disse que “nosso entusiasmo e gratidão ao Papa Francisco vai além das palavras”. O início das filmagens está previsto para ainda este trimestre na Itália. Mais midiático de todos os papas, Francisco também lançou recentemente um disco de rock, “Wake Up”, em que gravou sermões acompanhados por uma trilha instrumental progressiva, além de se encontrar seguidamente com astros de Hollywood. Na semana passada, por exemplo, conversou com Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) sobre as mudanças climáticas que afetam o mundo.

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  • Série

    The Collection: Série vai abordar os bastidores da moda dos anos 1940

    1 de fevereiro de 2016 /

    O serviço de streaming Amazon anunciou o início das gravações da série “The Collection”, série passada nos bastidores da alta costura parisiense dos anos 1940. Coproduzida em parceria com a BBC Worldwide e a France Télévision, “The Collection” vai acompanhar a vida de dois irmãos, responsáveis pela grife fictícia Sabine, na Paris do pós-guerra. Paul Sabine (Richard Coyle, da série “Crossbones”) é um jovem romântico que sonha em ressuscitar o glamour de Paris. Mas é seu irmão Claude (Tom Riley, de “Da Vinci’s Demons”) o verdadeiro gênio por trás da marca Sabine. Os dois são filhos de Yvette (Frances de la Tour, da série “Vicious”), uma mulher manipuladora que usa os filhos para conquistar seus objetivos. Outras mulheres na vida dos irmãos são Helen (Mamie Gummer, de “Emily Owens”, a esposa americana de Paul, e Nina (Jenna Thiam, de “Les Revenants”), filha de uma costureira que se torna o rosto da marca. “The Collection” foi criada por Oliver Goldstick, produtor-roteirista da série “Pretty Little Liars” e terá oito episódios em sua 1ª temporada. As gravações estão acontecendo no País de Gales e na França, e devem se estender até maio. Ainda sem estreia prevista, a produção se junta à encomenda do piloto de “Model Woman”, sobre uma agência de modelos nos anos 1970, entre as primeiras incursões ao mundo da moda pelo universo das séries.

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  • Filme

    Animais Fantásticos e Onde Habitam ganha vídeo de bastidores com cenas inéditas

    1 de fevereiro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um vídeo de bastidores de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, filme derivado da franquia “Harry Potter”, que traz comentários do diretor e do elenco sobre a trama e a produção, além de mostrar imagens inéditas. O filme vai acompanhar o protagonista Newt Scamander (Eddie Redmayne, de “A Teoria de Tudo”), um mago britânico que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O elenco inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. O roteiro foi escrito pela própria criadora de “Harry Potter”, marcando a estreia da escritora J.K. Rowling nesta função. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Sem apoio federal, O Menino e o Mundo apela ao público por ajuda na disputa do Oscar 2016

    1 de fevereiro de 2016 /

    O cineasta brasileiro Alê Abreu, que concorre a uma indicação ao Oscar de Melhor Animação por “O Menino e o Mundo”, lançou uma campanha de crowdfunding para divulgar seu filme e tentar conquistar os votos dos eleitores da Academia. A tarefa é inglória, pois o filme está concorrendo com produções de orçamentos milionários. A campanha foi lançada no site Catarse, a primeira plataforma brasileira de financiamento coletivo online. A meta inicial é arrecadar R$ 100 mil que serão utilizados para ações de investimento em relações públicas, envio de DVDs e organização de sessões especiais para os votantes. No primeiro fim de semana, as contribuições chegaram à 40% da meta inicial, mostrando o apoio do público brasileiro à iniciativa. Para ajudar, basta entrar no site oficial da campanha. Mas… e o apoio das “autoridades”? É engraçado que o filme não conte com apoio do governo federal em sua campanha. Afinal, “Que Horas Ela Volta?”, indicado pelo Ministério da Cultura para disputar uma vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, recebeu aporte financeiro da Ancine de R$ 250 mil, para uso na fase inicial de sua divulgação internacional, visando obter uma indicação ao Oscar. Ou seja, gastou mais que o dobro do que pede “O Menino e o Mundo” sem chegar tão longe quanto o filme de Alê Abreu. Até onde se saiba, “O Menino e o Mundo” é tão brasileiro quanto “Que Horas Ela Volta?”. Mas, em seu site oficial, a Ancine apenas “parabeniza o diretor Alê Abreu e toda a equipe do filme ‘O Menino e o Mundo’ pela indicação ao Oscar 2016 de melhor longa-metragem de animação”. Bacana, né? Veja abaixo o vídeo em que Alê Abreu pede apoio para a campanha de “O Menino e o Mundo” no Oscar 2016.

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  • Etc

    Um dia após perder o pai, Vanessa Hudgens arrasa em Grease Live. Veja 11 clipes do musical

    1 de fevereiro de 2016 /

    O especial “Grease Live”, apresentação ao vivo do musical “Grease”, superou as expectativas da crítica e diversas dificuldades inesperadas para se tornar o maior sucesso da noite de domingo no canal americano Fox. A produção atraiu 12,2 milhões de espectadores e marcou 4.3 pontos na medição demográfica do instituto Nielsen, que foca a audiência do público-alvo dos anunciantes. A transmissão teve que enfrentar uma chuva imprevista nas cenas ao ar livre, trocas de figurino complicadas e uma angustiante perda de áudio, mas os principais comentários nas redes sociais se focaram no drama de bastidores de Vanessa Hudgens. Seu pai faleceu de câncer um dia antes da apresentação e, mesmo assim, ela participou do espetáculo, dando vazão ao velho mote de que “o show não pode parar”. Ao final, ela deu a melhor performance da noite, como Betty Rizzo, e os créditos do especial homenagearam a memória de seu pai. Vanessa não cantava numa produção desde a franquia televisiva “High School Musical” (2006-2008) e o filme “High School Band” (2009). Sua colega em “High School Musical”, Ashley Tisdale prestou sua solidariedade no Twitter. “Eu não esperaria menos do que isso. Vanessa Hudgens está detonando! Tão orgulhosa da minha garota!”, ela escreveu. O espetáculo foi baseado na peça homônima de 1971, mas manteve referências ao sucesso de cinema “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), estrelado por John Travolta (“Dupla Implacável”) e Olivia Newton-John (“Depois dos 30”), a maior bilheteria de um filme musical na história. Aaron Tveit (série “Graceland”) e Julianne Hough (“Rock of Ages”) ficaram com os papeis principais, como o casal Danny Zucko e Sandy. “Grease Live” foi o segundo maior sucesso dos revivals musicais que viraram moda na TV americana desde a exibição de “The Sound of Music”, versão ao vivo de “A Noviça Rebelde” estrelada pela cantora Carrie Underwood em 2014. Sua audiência só perdeu para a do próprio “The Sound of Music”, visto por 18 milhões de espectadores. Os demais especiais foram “The Wiz” (11,5 milhões) e “Peter Pan Live” (9,2 milhões). Confira abaixo algumas cenas do especial:

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    Atriz confirma volta de Phasma em Star Wars: Episódio VIII

    1 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”) confirmou que voltará à armadura prateada de Phasma em “Star Wars: Episódio VIII”. Dando spoiler, ela garante que a personagem não morreu no compactador de lixo da Base Starkiller, conforme visto em “Star Wars: O Despertar da Força” A revelação veio à tona durante uma entrevista de Gwendoline Christie à revista Empire. “Estarei no próximo ‘Star Wars’. Acho que isso é uma exclusiva, na verdade”, ela contou. Primeira Stormtrooper feminina, ainda por cima comandante e com uma armadura chamativa, a Capitã Phasma acabou tendo um papel secundário em “O Despertar da Força”, e a expectativa é que, agora, venha a desempenhar um função mais importante. “Star Wars: Episódio VIII” terá roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper”). As filmagens devem começar agora em fevereiro e a estreia está prevista para 15 de dezembro de 2017.

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  • Série

    Terror e Sci-fi marcam novos projetos da rede americana CW

    1 de fevereiro de 2016 /

    Além de “Riverdale” e “No Tomorrow”, a rede americana CW encomendou mais quatro pilotos de séries novas, todos de temática fantasiosa e centrados em protagonistas femininas. Entre as novas opções, destaca-se uma versão do filme “Alta Frequência” (2000). Desenvolvido por Jeremy Carver (criador da série “Being Human”), “Frequency” vai acompanhar uma policial que entra em contato, pelo rádio, com seu pai falecido. Policial veterano, ele a ajuda a resolver um caso, mas isso cria um efeito borboleta no presente. O filme original (imagem acima) contava a história de um policial (Jim Caviezel, da série “Person of Interest”) que consegue se comunicar com o pai (Dennis Quaid, de “A Qualquer Preço”), um bombeiro falecido há 30 anos, por meio de um rádio amador. Conforme o pai o ajuda a desvendar um mistério, o policial tenta salvar a vida dele no passado. Também lidando com o sobrenatural, “Transylvania” vai se passar em 1880 e acompanhar a busca de uma mulher por seu pai desaparecido, que a leva de Nova York até a Transilvânia, na Romênia, onde se junta a um detetive descreditado da Scotland Yard para testemunhar o nascimento dos monstros e vilões mais famosos da história. Criação de Hugh Sterbakov (série “Frango Robô”), o projeto tem produção da equipe de “Zoo”, Jeff Pinkner, Josh Appelbaum, Andre Nemec e Scott Rosenberg. Há um terceiro projeto sobrenatural, ainda sem título, desenvolvido por Kevin Williamson (criador das séries “The Vampire Diaries” e “The Following”). A trama gira em torno de uma jovem, que começa a experimentar fenômenos paranormais e busca ajuda de um parapsicólogo. Trata-se do terceiro piloto de Williamson na temporada, após as encomendas do thriller de espionagem “Recon” na Fox e a sci-fi de viagem no tempo “Time After Time” na ABC. O diretor David Nutter (dos episódios mais falados de “Game of Thrones”) vai comandar o novo piloto, com a intensão de manter sua fama de sempre aprovar os projetos que assina – desde “Space: Above and Beyond”, em 1995! Outro projeto sem título vai combinar mistério e sci-fi. Criado por Doris Egan (roteirista-produtora de “Dark Angel”, “Tru Calling”, “Torchwood” e “Black Sails”), a trama acompanha a chegada de uma equipe de exploradores na primeira colônia humana de Marte, apenas para encontrar o acampamento vazio. Liderados por uma mulher, cujo marido está entre os desaparecidos, eles precisam se adaptar à surpresa, mudando sua missão para investigar e sobreviver ao que quer que tenha acontecido. O piloto está sem título porque, originalmente, deveria se chamar “Colony”, mas outra série com este nome tomou a sua frente e já entrou no ar. Caso alguma dessas séries seja aprovada, o CW terá que encontrar espaço em sua programação, substituindo as atrações que lutam com audiências baixas. No ano passado, o canal chamou a atenção por ter sido o que menos fez cancelamentos na temporada – apenas dois: “Hart of Dixie” e a estreante “The Messengers” – , mas já em novembro anunciou que a renovação de “Beauty and the Beast” seria para sua última temporada. Atualmente, as séries de menor audiência do CW incluem as duas mais premiadas, as comédias “Crazy Ex-Girlfriend” (média de 878 mil telespectadores) e “Jane the Virgin” (1 milhão), além de “The Originals” (985 mil), o drama de época “Reign” (1 milhão) e – surpresa! – “The Vampire Diaries” (1,2 milhão). Recentemente, Mark Pedowitz, presidente do CW, disse que só cancelaria “The Vampire Diaries” se os intérpretes dos irmãos Salvatore, Paul Wesley e Ian Somerhalder, lhe pedissem.

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    No Tomorrow: Versão americana de Como Aproveitar o Fim do Mundo tem piloto encomendado

    1 de fevereiro de 2016 /

    A minissérie brasileira “Como Aproveitar o Fim do Mundo” deu mais um passo para ganhar versão americana. A rede americana CW aprovou o roteiro e encomendou a produção do piloto da atração, que recebeu o nome de “No Tomorrow”. Escrita por Corinne Brinkerhoff e produzida por Ben Silverman (que juntos produzem “Jane the Virgin”, adaptação bem-sucedida de uma novela venezuelana), o piloto da comédia vai acompanhar a gerente de um grande depósito de vendas que passou a vida inteira evitando riscos, até se apaixonar por um homem aventureiro. Ela descobre que ele vive intensamente por acreditar que o apocalipse é iminente, e é convencida a embarcar numa jornada para realizar todos os seus desejos antes que o mundo acabe. A série brasileira era estrelada por Alinne Moraes e Danton Mello, e tinha como história central a ideia de que, segundo uma profecia maia, o mundo acabaria em 21 de dezembro de 2012. Durou oito episódios e foi cancelada na véspera da data em que o planeta “acabaria”, mas mesmo assim conseguiu ser indicada ao Emmy Internacional em 2013, chamando atenção dos produtores americanos. Relatos anteriores da imprensa americana viam dificuldades na adaptação, porque a Globo insistia em créditos de coprodução, o que estaria emperrando as negociações. Mas este é o único piloto de comédia encomendado pelo CW para a próxima temporada, gênero que, se não tem atraído público, vem rendendo reconhecimento crítico ao canal, graças aos prêmios conquistados pela própria “Jane the Virgin” e, mais recentemente, “Crazy Ex-Girlfriend”. Caso “No Tomorrow” tenha seu piloto aprovado e vire série, será a segunda aprovação da temporada para um projeto de Brinkerhoff, que já emplacou “American Gothic”, sobre os filhos de um serial killer, no calendário de verão da rede CBS.

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    Riverdale: Turma do Archie pode virar série com atores reais

    1 de fevereiro de 2016 /

    O canal CW encomendou o piloto de uma série baseada nos quadrinhos e desenhos animados da “Turma do Archie”. A produção está a cargo de Greg Berlanti, que com os sucessos de “Arrow” e “The Flash” vem se especializando em adaptações televisivas de quadrinhos. O piloto foi escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista da série “Glee” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que tem realizado uma verdadeira revolução como diretor criativo da Archie Comics, tornando a editora das histórias do Archie uma das mais faladas da atualidade, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas. Aparentemente, a série vai refletir essa abordagem. E isto chegou a ser considerado um problema logo de cara. Intitulado “Riverdale”, o projeto foi originalmente desenvolvido para a rede Fox, que, entretanto, considerou o roteiro sombrio demais. A CW comemorou. “A abordagem sombria é consequência de ter Roberto e Greg, e se eles colocam algo na cabeça, você tem que aproveitar e lhes dar corda”, disse Mark Pedowitz, presidente da CW, defendendo a abordagem para o site The Hollywood Reporter. “É por isso que topamos ir para as sombras com eles”. O título “Riverdale” se refere à cidade fictícia e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Uma cultuada banda punk americana também adotou o nome de The Riverdales em homenagem à criação de Vic Bloom e Bob Montana. Os quadrinhos dos Archies são publicados desde 1941 nos EUA, acompanhando o cotidiano do estudante Archie Andrews e seus amigos do colegial. Eles se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que acabou se tornando ainda mais popular que a turma original, sobre a feiticeira adolescente “Sabrina”. A ideia de Aguirre-Sacasa é incluir outros personagens famosos da Archie Comics, como a própria Sabrina e Josie e as Gatinhas, uma banda feminina que também teve um desenho animado popular em 1970. A trama, porém, não terá elementos de nostalgia, pois vai se passar no presente, explorando o clima surrealista da vida na cidade pequena que lhe dá nome, com direito à toda escuridão e estranheza que borbulha sob a fachada saudável de Riverdale. A escalação do elenco deve começar nas próximas semanas, e será curioso ver quem viverá o popular estudante Archie Andrews, a garota do lado Betty Cooper e a socialite rica Veronica Lodge, além de todo o elenco de apoio da franquia, inclusive o personagem gay Kevin Keller, recentemente criado nos quadrinhos. Entretanto, a 1ª temporada só será encomendada se o piloto agradar.

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    Playlist: 13 clipes de clássicos do rock psicodélico

    1 de fevereiro de 2016 /

    Uma viagem psicodélico pelos anos 1960, em homenagem à cantora Signe Toly Anderson e ao guitarrista Paul Kantner, membros do Jefferson Airplane que faleceram em 28 de janeiro. O cantor Marty Balin resumiu tudo, ao dizer: “Eu imagino que ela e Paul acordaram no Céu e disseram: ‘E aí, o que você está fazendo aqui? Vamos fazer uma banda”. A jornada começa atrás do coelho branco do Jefferson Airplane, e segue por Electric Prunes, The Animals, Amboy Dukes, Strawberry Alarm Clock, Lemon Pipers, The Monkees, Iron Butterfly, Vanilla Fudge, Yardbirds, Jimi Hendrix, Country Joe & The Fish até The Doors, “The End”.

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