Legends of Tomorrow: Super-heróis vão aos anos 1970 em comercial e fotos da nova série
A rede americana CW divulgou um novo comercial e diversas fotos da próxima série de super-heróis dos quadrinhos da DC Comics, “Legends of Tomorrow”, que irá juntar os coadjuvantes de “Arrow” e “The Flash” numa equipe de combatentes do crime. A prévia destaca o humor da trama, ao mostrar os personagens em uma missão nos anos 1970. O grupo das lendas do amanhã inclui Brandon Routh (“Superman: O Retorno”) como o super-herói Eléktron, Victor Garber (“Argo”), como o Dr. Martin Stein (metade do super-herói Nuclear), Franz Drameh (série “River”) como Jax (a outra metade de Nuclear), Dominic Purcell (série “Prison Break”) como o vilão Onda Térmica, Wentworth Miller (também da série “Prison Break”), como Capitão Frio, Caity Lotz (“A Batalha do Ano”) como Canário Branco, Falk Hentschel (“O Ataque”) como Gavião Negro, Ciara Renée (série “Crime Stoppers Case Files”) como Mulher Gavião e Arthur Darvill (série “Doctor Who”), intérprete do viajante do tempo Rip Hunter, que é o responsável por juntar os personagens no mesmo time. “Legends of Tomorrow” vai estrear em 21 de janeiro nos EUA, com apenas 16 episódios em sua 1ª temporada. “]
Novos comerciais de The Flash e Arrow mostram futuro sombrio em 2016
A rede americana CW divulgou novos comerciais dos próximos episódios das séries “The Flash” e “Arrow”, que retornam no final de janeiro após hiato do fim do ano. Enquanto o destaque de “The Flash” é a volta do vilão Flash Reverso e um mergulho nas diferentes personalidades das Terras paralelas, o caso de “Arrow” é mais trágico, com juras de vingança proferidas à beira de um túmulo. Apesar do destino de Felicity (Emily Bett Rickards) parecer sombrio, o desfecho sempre pode estar relacionado a outro personagem. “The Flash” retorna em 19 de janeiro e “Arrow” no dia seguinte nos EUA. No Brasil, as duas séries são exibidas pelo canal pago Warner.
Robert Downey Jr ganha indulto de Natal e é perdoado por seus crimes nos anos 1990
O governador do Estado norte-americano da Califórnia, Jerry Brown, concedeu um indulto de Natal ao ator Robert Downey Jr. A clemência atendeu a um pedido do intérprete do Homem de Ferro, que, pelas leis americanas, perdera diversos direitos devido à sua condenação por posse de drogas e armas na década de 1990. Downey foi condenado em 1996 e ficou um ano e três meses preso por violação de condicional, posse de drogas e por levar uma arma escondida em seu veículo. Após isso, ainda passou vários anos em liberdade condicional, terminando de cumprir sua sentença apenas em 2002. Os problemas legais do ator lhe deram a reputação de ser um dos “bad boys” de Hollywood, o que prejudicou sua carreira após ter sido indicado ao Oscar por interpretar Charlie Chaplin no filme “Chaplin”, de 1992. Com o apoio de amigos, como o diretor Shane Black, ele conseguiu dar a volta por cima. Bancado por Jon Favreau no papel-título de “Homem de Ferro”, em 2008, Downey comprovou que tinha se tornado um ator responsável. Mais que isso, virou o astro que Hollywood sempre esperou que ele se tornasse. O perdão do governador da Califórnia permitirá a Downey recuperar todos os seus direitos civis, como a possibilidade de fazer parte de um júri. Além de suas ramificações legais, o indulto também tem a força de reconhecer a grande mudança pela qual o astro passou.
Sergio Mendes compartilha foto e história de Harrison Ford antes da fama
O músico brasileiro Sergio Mendes compartilhou uma foto histórica em sua página do Facebook, em que presta homenagem ao melhor carpinteiro do espaço. Aproveitando a estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, ele revelou que, há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante daquela mostrada nos filmes, Harrison Ford foi carpinteiro e um dos responsáveis por construir seu estúdio de gravação nos anos 1970. Em inglês, Sergio explicou: “Antes de Han Solo, havia um ótimo carpinteiro chamado Harrison Ford. E aqui está ele, com sua equipe, no dia em que eles terminaram a construção do meu estúdio de gravação lá nos anos 1970. Obrigado, Harrison e que a força esteja com você”. Em preto e branco, a foto já teve quase 5.000 curtidas. Atualmente com 73 anos, o ator aparece bem jovem e sem camisa na foto, o que gerou comentários sobre sua forma física. “Antes de Han Solo, Harrison Ford era um carpinteiro gostoso”, escreveu uma americana. Outros agradeceram Sergio por compartilhar a história. E houve até quem comparasse os cabelos compridos e a barba que o ator usava na época com a de outro famoso carpinteiro, que nasceu em Belém. Sergio Mendes vive nos Estados Unidos desde 1964 e alcançou o sucesso ao lançar uma versão bossa nova de “Mas Que Nada”, de Jorge Ben Jor. Ele também concorreu ao Oscar em 2012 na categoria Melhor Canção Original pela música “Real in Rio”, da animação “Rio”.
Próximo filme dos Vingadores será totalmente filmado em IMAX
O próximo filme dos Vingadores, intitulado “Vingadores: Guerra Infinita – Parte 1”, será totalmente filmado com câmeras IMAX. A revelação foi feita pelos diretores responsáveis, os irmãos Joe e Anthony Russo, que assinam também o vindouro “Capitão América: Guerra Civil”. A novidade foi revelada durante uma entrevista na China, realizada para a divulgação de “Guerra Civil”. “Porque você só sai de casa para ir ao cinema se for para ter uma experiência que não tem em casa”, explicou Joe Russo. Será a primeira vez que um longa-metragem de ficção será totalmente filmado em IMAX, embora cada vez mais filmes incorporem cenas rodadas com a tecnologia – o filme com mais cenas em IMAX é “Interestelar”, que registrou uma hora inteira em imagens gigantes. A iniciativa, por sinal, só será possível graças ao lançamento de uma nova câmera 2D digital, mais leve que as verdadeiras monstruosidades usadas até então para registrar as imagens do padrão IMAX. Os irmãos russo foram os primeiros a testar a novidade em “Capitão América: Guerra Civil”, que tem 15 minutos rodados em IMAX. O resultado os estimulou a inovar e planejar as duas partes de “Guerra Infinita” para o formato da tela gigante.
Deadpool se veste de vermelho para dar “presentes” de Natal: trailer, pôsteres e piadas
Deadpool esteve mais ocupado que um duende neste Natal. Eis alguns dos produtos de marketing que ele estrelou para a 20th Century Fox nesta época de consumo abençoado: um novo trailer legendado, dois comerciais sem legenda, uma “mensagem de Natal” e três novos pôsteres. Todos cheios de piadinhas. Ho-ho-ho! O filme vai mostrar a origem do anti-herói da Marvel, com roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick (ambos de “G.I. Joe: Retaliação” e “Zumbilândia”) e direção de Tim Miller, técnico de efeitos especiais que convenceu o estúdio após dirigir um curta teste com o personagem. Além do desbocado Ryan Reynolds (“Lanterna Verde”) no papel principal, o elenco ainda inclui Morena Baccarin (série “Gotham”), Gia Carano (“Velozes & Furiosos 6”), T.J. Miller (série “Sillicon Valley”) e Ed Skrein (“Carga Explosiva: O Legado”). A estreia está agendada para 11 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Portanto, sem mais delongas, confira abaixo o que o homem que se veste de vermelho preparou para o Natal.
Macbeth – Ambição e Guerra explora a força das palavras de Shakespeare
As palavras têm muita força, ainda mais quando escritas por William Shakespeare. Palavras levaram Othelo à perdição e Hamlet à loucura, mas foi com Macbeth que manifestaram seu poder mais devastador. Ditas por bruxas, são levadas à sério por um nobre demasiadamente mundano, virando maldição ao alimentar o que há de pior na alma humana. Ver uma nova adaptação de “Macbeth” – assim como, aliás, de qualquer obra popular – é basicamente buscar apreciar o que ela traz de novo, percebendo o quanto da fonte foi preservada e a estrutura escolhida para apresentá-la. Recentemente, até o cinema brasileiro se aventurou pela mesma tragédia shakespeareana, resultando em “A Floresta que se Move”, que nem é tão original quanto se imagina. A opção do diretor australiano Justin Kurzel (“Snowtown”) em “Macbeth – Ambição e Guerra” foi por preservar as palavras de Shakespeare, mantendo os diálogos rebuscados da peça original, mas montando o proscênio em locações autênticas das Highlands escocesas. O contraste é conflitante como a diferença entre o cinema e o teatro, resultando num trabalho esteticamente belo, mas frio. Na prática, até as cenas de viés épico, que remontam à direção de arte e figurino de “Coração Valente” (1995), com os escoceses pintados e vestidos para a guerra contra os ingleses, são relegadas a mero pano de fundo, servindo para inaugurar o primeiro ato e introduzir o encontro entre Macbeth (Michael Fassbender), um general do exército escocês, com as três bruxas que lhe contarão que ele será um rei. Aproveitando a encenação ao ar livre, Kurzel explora a paisagem com uma fotografia que privilegia o vermelho em diferentes tonalidades – o próprio céu é lindamente vermelho. Sem, entretanto, atingir o extremo sangrento de Roman Polanski em seu “Macbeth” escarlate de 1971. A nova versão não é tão violenta, mas não é por falta de mortes. Como se sabe, a profecia das bruxas vira a cabeça de Macbeth que, incentivado pela esposa, Lady Macbeth (Marion Cotillard), passa a acreditar em seu destino e a racionalizar um plano para assassinar o rei vigente, o bondoso Duncan, vivido por David Thewlis. A força das palavras o impulsiona para sua própria destruição. O filme destaca muito bem essa marca da peça, retomando o tema na cena em que Lady Macbeth ora para as forças do mal dentro de uma igreja cristã, tão disposta que estava em atingir o seu objetivo. Perturbador e um dos melhores momentos do longa, o chamado através das palavras contribui para o terrível pecado, que depois perturbará o espírito daqueles que o cometeram. Mas a filmagem também contempla silêncios, que servem como contraponto para as palavras fortes e poéticas do texto. Servem também para imprimir uma atmosfera de crescente tensão, acentuada pela trilha sonora de Jed Kurzel, irmão do diretor e guitarrista da banda The Mess Hall, que valoriza instrumentos de percussão nos momentos mais intensos e violentos. Uma pena que todo esse cuidado não resulte na catarse esperada.
Norte, O Fim da História desafia o circuito comercial com espetáculo cinéfilo
Certos filmes requerem uma predisposição por parte do espectador. E, no caso de “Norte, O Fim da História”, nem é tanto pelo andamento arrastado ou pelos chamados “tempos mortos”, que até são poucos neste longa de Lav Diaz, o primeiro do celebrado cineasta filipino a ser lançado comercialmente no Brasil – o que constitui um ato nobre e até político por parte dos exibidores, num momento em que a força do dinheiro vem sufocando a arte. O trabalho de composição e rigor visual de Diaz é admirável, com uma tela larga que valoriza os planos médios e gerais, sendo assim um convite para que seja melhor apreciado no cinema, ainda que poucas salas ousem exibi-lo. O que parece pesar são os 250 minutos de duração. É até pouco para o padrão de Diaz, um diretor de maratonas cinematográficas, mas o suficiente para impedir o filme de alcançar um público maior. O que é uma pena, pois “Norte”, além de grande cinema, ainda se revela vitrine para uma cultura pouco conhecida no Brasil: a das Filipinas, país que ainda tenta se reerguer de um duro período de ditadura e que convive com os idiomas inglês e o espanhol – após séculos de dominação espanhola, o arquipélago virou território dos Estados Unidos durante algum tempo. Isso explica, em parte, o papo filosófico em inglês em um cyber cafe, que abre a projeção. O filme é uma adaptação livre do romance “Crime e Castigo”, de Fiódor Dostoiévski, com uma narrativa que une três personagens. Temos Fabian, o sujeito que se orgulha de suas ideias pouco ortodoxas com relação à sociedade e à ética; Eliza, a mulher que, com muito sacrifício, procura sobreviver à pobreza e à maldade de uma agiota local; e o seu marido Joaquin, homem que é preso por um crime que não cometeu. Os três personagens principais possuem seu rincão de cenas admiráveis: Fabian e os momentos em que contracena com a irmã, além de seu último encontro com a agiota, refletem aspectos bastante trágicos de sua existência; Eliza e as tentativas de vender objetos e animais para sair da miséria, e logo depois seu posicionamento heroico frente à crise e ao fato de o marido estar preso; e Joaquin e sua redenção pela bondade durante a prisão, o que torna a curva de sua vida o extremo oposto do que ocorre com Fabian. Enquanto Fabian tem o espírito corroído pela culpa, Joaquin aceita a injustiça e mostra um espírito puro que chega, inclusive, a comover um presidiário maculado pela maldade. Apesar disso, “Norte” não é um filme com lição de moral, do tipo que ensina a fazer o bem para ser bem recompensado e vice-versa. Os destinos dos personagens são diversos e apresentam a vida como uma sucessão de eventos que tendem a seguir um caminho totalmente diferente do que se veria em narrativas mais convencionais e arquetípicas sobre causa e efeito. Aqui todos são vítimas, sejam culpados ou não por seus atos. É a fatalidade que, em suma, norteia o fim da história.
Anne Heche vai namorar Alice Silverstone em comédia
A atriz Anne Heche (série “Hung”) vai voltar a seus dias de lésbica na ficção. Heche, que namorou a apresentadora Elle DeGeneres há 15 anos, viverá uma artista lésbica, namorada de Alicia Silverstone (“As Patricinhas de Beverly Hills”), na comédia “Catfight”, informou o site Variety. Escrito e dirigido por Onur Tukel (“Applesauce”), o filme indie mostrará a rivalidade de duas mulheres, que foram muito amigas na faculdade. Na trama, Heche é uma artista que luta para se sustentar. Numa festa de aniversário, ela reencontra a antiga amiga, vivida por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”), e descobre que ela se tornou uma dona de casa rica. As duas demonstram opiniões radicalmente opostas sobre tudo, o que leva a uma briga gigantesca, que as transforma em amargas rivais. As filmagens já começaram em Nova York, e segundo o diretor, estão sendo “brilhantes”. “Esperava atuações brilhantes, mas, o que elas fizeram, foi incrível. As cenas de briga são intensas. Fizemos uma divertida comédia, mas, ao mesmo tempo, com tons trágicos”, afirmou Onur Tukel ao Variety.
Acabou a farra: Ancine vai auditar bilheterias e distribuição de filmes no Brasil
As bilheterias de cinema passarão a ser auditadas pelo governo federal a partir de 2016. A Agência Nacional do Cinema (Ancine) publicou nesta quinta (24/12) uma nova Instrução Normativa, que regulamenta o Sistema de Controle de Bilheteria (SCB), obrigando os exibidores a fornecer periodicamente dados oficiais sobre distribuição de filmes e bilheteria dos cinemas brasileiros. O objetivo da Ancine é fiscalizar e regular o mercado com mais precisão. Entre outras informações, os relatórios enviados à agência terão de informar sobre a sessão de exibição com data, hora, tecnologia, assentos disponibilizados, legendagem, alternativas de linguagem e acessibilidade. A Ancine também recolherá dados sobre os bilhetes vendidos e a receita bruta de bilheteria da sessão, discriminados por tipo de assento, categoria de ingresso e forma de pagamento. Com a implantação do sistema, a agência publicará os números em seu portal periodicamente. A resolução foi tomada na mesma semana em que os dados voluntariamente fornecidos pelas distribuidoras nacionais beiraram o surreal, informando o lançamento de mais cópias de filmes que o total de salas existentes no país. No artigo publicado pela Pipoca Moderna, a questão da auditagem foi levantada. A nova regra entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2016 e as redes com mais de 20 salas terão até 120 dias para se adaptar à legislação. Já as redes menores terão um prazo maior, de 180 dias.
Joy: Jennifer Lawrence estrela comerciais sobre o poder do empreendedorismo
A 20th Century Fox divulgou dois novos comerciais de “Joy – O Nome do Sucesso”, um deles curto e legendado e o outro bastante extenso, mas sem legendas. Ambos destacam a moral da história, baseada em fatos reais, que ensina a importância de se acreditar num sonho, em tom de fábula moderna sobre o poder do empreendedorismo. Pelo filtro do cinismo, não deixa de ser uma celebração do capitalismo como lição edificante de superação, embelezada pelo clima mais artificial de todos, a neve dos comerciais de Natal. Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), o filme é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco inclui Robert De Niro, que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.
O Regresso: Novo trailer e vídeo de bastidores revelam cenas inéditas do western com Leonardo DiCaprio
A 20th Century Fox divulgou um longo comercial legendado e um vídeo de bastidores do western “O Regresso” (The Revenant), que traz depoimentos do cineasta Alejandro González Iñárritu, do diretor de fotografia Emmanuel Lubezki (ambos vencedores do Oscar 2015 por “Birdman”) e do astro Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”). Além de diversas cenas inéditas, o mais interessante nesta prévia é a forma como Iñarritu compara o filme à obra do escritor Jack London (“O Grito da Selva”, “Caninos Brancos”), dando pistas de sua inspiração. Na trama, DiCaprio vive um caçador de peles do Velho Oeste, que, após ficar ferido pelo ataque de um urso, é traído por um companheiro (Tom Hardy, de “Mad Max: Estrada da Fúria”) e abandonado para morrer. A covardia inclui ainda o assassinato do filho do protagonista. Só que, mesmo enterrado vivo, ele sobrevive, motivado pela raiva e o desejo de vingança, e passa a caçar o traidor. Escrito e dirigido por Iñárritu, o filme também inclui no elenco Domhnall Gleeson (“Questão de Tempo”), Will Poulter (“Família do Bagulho”), Lukas Haas (“Transcendence”) e Paul Anderson (“Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas em 4 de fevereiro no Brasil.
Novo comercial da série explica que Lúcifer é o diabo, não um jedi
Nem a vindoura série “Lucifer” escapou de fazer referências a “Star Wars”. O novo comercial traz o protagonista explicando que seus poderes não são de um mero jedi. Na verdade, ele é o diabo. Apesar de inspirada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics), a série pouco tem a ver com a história controversa escrita por Mike Carey ao longo de 75 edições, optando por mostrar o anjo caído ajudando a polícia a resolver crimes. Estrelada por Tom Ellis (série “The Fades”), a atração foi desenvolvida pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), com a adesão de dois pesos pesados, o cineasta Len Weiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Weiseman dirige o piloto, como fez com “Sleepy Hollow”. O elenco também inclui Lauren German (série “Chicago Fire”), Lesley-Ann Brandt (série “Spartacus”), D.B. Woodside (séries “Buffy” e “24 Horas”) e Kevin Alejandro (série “True Blood”). A estreia está marcada para 25 de janeiro nos EUA.











