Rick e Maggie se encontram em nova foto da 8ª temporada de The Walking Dead
O canal pago AMC divulgou a segunda foto da 8ª temporada de “The Walking Dead”. A imagem junta Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan), dois dos personagens favoritos do público. “The Walking Dead” terminou sua temporada anterior num ponto bastante crítico, com o início do arco dos quadrinhos conhecido como Guerra Total, em que Rick e as comunidades aliadas de Alexandria se unem contra os Salvadores de Negan (Jeffrey Dean Morgan). Ainda sem título, o próximo capítulo será o 100º da série, com exibição marcada para 22 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida no mesmo dia pelo canal pago Fox.
The Walking Dead ganha pôsteres com a data de estreia da 8ª temporada
O canal pago AMC divulgou os cartazes da 8ª temporada de “The Walking Dead”, que destacam o conflito entre Rick (Andrew Lincoln) e Negan (Jeffrey Dean Morgan). “The Walking Dead” terminou sua temporada anterior num ponto bastante crítico, com o início do arco dos quadrinhos conhecido como Guerra Total, em que Rick e as comunidades aliadas de Alexandria se unem contra os Salvadores de Negan. As artes também revelam a data de estreia dos novos episódios, que vai acontecer em 22 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida no mesmo dia pelo canal pago Fox. Ainda sem título, o próximo capítulo será o 100º da série.
George A. Romero (1940 – 2017)
O diretor George A. Romero, que criou o conceito dos zumbis modernos com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (16/7). Ele faleceu durante o sono, enquanto lutava contra um câncer de pulmão, aos 77 anos. Foi Romero quem concebeu a ideia de um apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Para fazer sua estreia como diretor, Romero juntou todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, rodando o filme com apenas US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. “A Noite dos Mortos-Vivos” virou um fenômeno. Mas o diretor não recuperou o investimento. Afinal, o filme foi registrado sob o título original, “The Night of the Flesh-Eaters” (a noite dos canibais). Quando os produtores optaram por um nome menos sensacionalista, os direitos autorais caíram no limbo, colocando o longa em domínio público. Romero nunca viu nenhum centavo dos lançamentos em vídeo. Arrasado, ele resolveu mostrar que era um diretor sério, filmando uma comédia romântica (“There’s Always Vanilla”, em 1971), que foi um fracasso. Também tentou misturar drama e sobrenatural numa história de dona de casa que se envolve com bruxaria (“Season of the Witch”, em 1972). Nenhum desses filmes despertou o mesmo interesse de sua estreia. Assim, decidiu retomar conceitos de seu clássico. Seu quarto filme voltou a lidar com infecção, claustrofobia, ataque de contaminados enraivecidos e a reação desumana do governo federal. “O Exército do Extermínio” (1973) mostrou um vírus que transformava a população de uma cidadezinha da Pensilvânia em assassinos alucinados. Desta vez, porém, não bastava enfrentar os infectados. O terror também vinha dos militares que cercavam o local, forçando uma quarentena para impedir a fuga dos sobreviventes. O longa virou cult e ganhou um remake em 2010 (“Epidemia”), mas na época não rendeu o suficiente para que Romero continuasse a se aventurar no cinema de forma independente. Ele foi, então, dirigir documentários esportivos para a TV. Fez até um filme sobre um jovem esportista em ascensão, chamado O.J. Simpson. Mas só conseguiu ficar cinco anos tempo longe de sua paixão. Ao voltar, fez outro cult, “Martin” (1978), história de um rapaz obcecado por sangue, um serial killer que acreditava ser um vampiro. Tornou-se o filme favorito do diretor, ainda que não tenha feito sucesso nas bilheterias. A esta altura, a influência de “A Noite dos Mortos-Vivos” já tinha chegado ao cinema europeu. Um grupo de investidores italianos procurou Romero, interessado em produzir um novo filme de zumbis, entre eles o cineasta Dario Argento (“Suspiria”). Romero ganhou seu primeiro grande orçamento e carta branca para escrever e dirigir como quisesse. E o resultado foi sua obra-prima visceral. Para “Despertar dos Mortos” (1978), o diretor quis mostrar como a epidemia zumbi afetava um grande centro urbano. Juntou uma produtora de telejornal, um piloto de helicóptero e dois policiais da tropa de choque em fuga de uma metrópole infestada, com zumbis irrompendo em estúdios televisivos, em cortiços superlotados e… num shopping center. Ao concentrar a ação no shopping gigante dos subúrbios de Pittsburgh, o filme estabeleceu um dos cenários mais famosos do terror, ao mesmo tempo em que superou seu próprio gênero, inserindo comentário social de humor negro na materialização de zumbis consumistas, que continuavam a demonstrar fervor materialista após a morte. Perguntado porque os zumbis estavam reunidos ali, um personagem responde: “Algum tipo de instinto. Memória do que costumavam fazer. Este era um lugar importante nas suas vidas”. Foi durante a produção que Romero descobriu que perdera direito ao título “Mortos-Vivos”. Um produtor lançaria uma nova franquia com este nome, referenciando “A Noite dos Mortos Vivos” e espalhando ainda mais o gênero – a partir de “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). O próprio “Despertar dos Mortos” originou outra saga, ao ganhar uma continuação de seus produtores italianos, chamada “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” (1979). Alheio à proliferação dos filmes de zumbis, Romero rodou “Cavaleiros de Aço” (1981), sobre gangues de motoqueiros que se portavam como se fossem cavaleiros medievais, estrelado por Tom Savini – que liderou a gangue de motoqueiros de “Despertar dos Mortos”. A ideia bizarra também virou cult. Para sacramentar sua fama como diretor de terror, ele ainda firmou uma parceria com o escritor Stephen King, que escreveu um de seus raros roteiros originais para o diretor: “Creepshow – Show de Horrores” (1982), uma homenagem aos antigos quadrinhos de terror da editora EC Comics (que publicava, entre outros, “Tales of the Crypt”). Ao perceber que os mortos-vivos tinham virado febre, ele retomou as criaturas em “Dia dos Mortos” (1985), passado num bunker militar. Mais claustrofóbico que nunca e igualmente influente, o filme tratou de mostrar que a ameaça humana podia ser tão ou mais perigosa que o ataque das criaturas, num mundo em que os sobreviventes se tornavam psicopatas. De quebra, o longa rendeu o primeiro trabalho da carreira de Greg Nicotero, futuro produtor da série “The Walking Dead”, como assistente de Tom Savini na criação das maquiagens dos zumbis. A reputação conquistada com a trilogia zumbi levou Romero a produzir uma série de TV, “Galeria do Terror” (Tales from the Darkside), que durou quatro temporadas, e também o aproximou dos grandes estúdios. O thriller “Instinto Fatal” (1988) foi uma produção da Orion, distribuída por Fox e Warner no exterior. Mas a história do macaco que aterrorizava seu dono paraplégico teve mais mídia que público. Ele voltou a colaborar com Dario Argento em “Dois Olhos Satânicos” (1990), que levou às telas dois contos distintos de Edgar Allan Poe – um dirigido por Romero, outro por Argento. E com Stephen King, na adaptação de “A Metade Negra” (1993), outra produção grandiosa para os padrões do diretor. Apesar da expectativa, os filmes não agradaram à crítica e nem renderam as bilheterias esperadas. Assim, Romero não encontrou as mesmas facilidades para realizar novos projetos. Só foi retomar a carreira sete anos depois com “A Máscara do Terror” (2000), uma história original sobre um homem deformado, que não teve impacto algum. Mas lá atrás, em 1990, ele se envolveu em algo que lhe daria dividendos. O próprio Romero produziu e roteirizou o primeiro remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”, desta vez realizado à cores e com um final bem diferente. A produção foi um sucesso e inaugurou a tendência de refilmagens de sua obra. Em 2004, Zack Snyder fez o remake de “Despertar dos Mortos”, lançado no Brasil com o título de “Madrugada dos Mortos”. E a obra fez tanto sucesso que muita gente passou a perguntar porque Romero não fazia mais filmes de zumbis. A própria Universal Pictures, que distribuiu o filme de Snyder, procurou Romero interessada em saber sua disposição para retomar o gênero. O diretor se viu com o maior orçamento de sua carreira para filmar “Terra dos Mortos” (2005). Ele não esqueceu do amigo Dario Argento e convidou a filha do cineasta, Asia Argento, para estrelar a produção, ao lado de astros como o veterano Dennis Hopper, John Leguizamo e Simon Baker. Para completar, diversos figurantes famosos viveram zumbis na produção, como Simon Pegg e o diretor Edgar Wright, que recém tinham feito a comédia zumbi “Todo Mundo Quase Morto” (2004), sem esquecer de Savini e Nicotero. Desta vez, a trama se passava numa cidade-fortaleza, com milionários encastelados e proletários lutando para manter os privilégios da classe dominante. A mensagem não agradou muito o estúdio, que aproveitou a baixa bilheteria para limar o projeto de continuação, que Romero pretendia rodar com os sobreviventes da história. Seria sua primeira sequência a retomar personagens. A febre dos filmes de “found footage” (imagens encontradas) inspirou Romero a produzir mais um filme de zumbis, desta vez com baixíssimo orçamento, como no começo de sua carreira, na base da câmera na mão e um tiro na cabeça. Com “Diário dos Mortos” (2007), ele ainda revisitou os primeiros dias da epidemia. Mas por mais barato que tenha sido, o filme não se pagou. Não rendeu nem US$ 1 milhão na América do Norte. O cineasta rodou um último filme a partir de algo que sempre lhe questionaram: por que os sobreviventes não vão para uma ilha? “A Ilha dos Mortos” (2009) explicou porquê, com direito a uma cena trash fantástica, de luta entre zumbi e tubarão. Apesar de ter retomado os zumbis em seus últimos filmes, ele via com desgosto a popularização do gênero. Não gostava de zumbis velozes, como os mostrados no remake de “Madrugada dos Mortos”. Recusou até um convite para dirigir um episódio de “The Walking Dead”, porque dizia que a série era “uma novela com zumbis” e achava que sua participação poderia “legitimá-la”. Ele também escreveu para videogames e quadrinhos, e buscava tirar do papel seu sétimo filme de zumbis via crowdfunding. Romero chegou a finalizar o roteiro, intitulado “Road of the Dead” (estrada dos mortos), que previa corridas de carros malucas, em que zumbis competiam para a diversão de humanos ricos. A ideia era lançar o filme em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” completaria 50 anos.
8ª temporada de The Walking Dead ganha primeira foto
O canal pago AMC divulgou a primeira foto da 8ª temporada de “The Walking Dead”. A imagem junta Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride), dois dos personagens favoritos do público, que aparecem armados. “The Walking Dead” terminou sua temporada anterior num ponto bastante crítico, com o início do arco dos quadrinhos conhecido como Guerra Total, em que Rick (Andrew Lincoln) e as comunidades aliadas de Alexandria se unem contra Negan (Jeffrey Dean Morgan). Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios, mas geralmente o lançamento acontece em meados de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
David Fincher é confirmado na direção da sequência de Guerra Mundial Z
David Fincher fechou contrato para dirigir a sequência do filme de zumbis “Guerra Mundial Z” (2013), estrelado por Brad Pitt. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, o novo CEO dos estúdios Paramount, Jim Gianopulos, confirmou a participação do diretor. Originalmente, o diretor espanhol J.A Bayona iria comandar a continuação, mas a finalização de sua fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” acabou se estendendo e ele preferiu optar por um projeto com maior prazo de pré-produção – a sequência de “Jurassic World” (2015). A negociação com Fincher teria começado no verão do ano passado. A demora para o acordo ser fechado se deu por conta dos problemas pessoais do astro Brad Pitt, que pausou todos os seus projetos para lidar com seu divórcio. Em meio a esses problemas, a Paramount chegou a tirar o longa de seu cronograma de lançamentos. Mas, desde então, o estúdio mudou sua chefia. Fincher está atualmente dando os retoques finais em sua nova série para a Netflix, “Mindhunter”, da qual dirigiu três episódios ainda inéditos. Este é o único projeto em sua agenda, após acumular frustrações com seu afastamento da continuação de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), a falta de sinal verde da Disney para rodar “20,000 Léguas Submarinas” e o cancelamento de duas séries que ele estava desenvolvendo para a HBO, o remake de “Utopia”, que seria estrelado por Rooney Mara, e “Living on Video”, série sobre a era dos videoclipes dos anos 1980, que chegou a ter episódios gravados. O primeiro “Guerra Mundial Z” (2013) também teve os seus problemas, tendo rendido uma refilmagem extensa de seu arco final. Apesar da elevação de gastos que isto ocasionou, a intervenção foi bem-sucedida e o filme se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 540 milhões no mundo inteiro. A continuação do blockbuster de zumbis será a quarta parceria entre Fincher e Pitt, após “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), “Clube da Luta” (1999) e “Seven: Os Sete Crimes Capitais” (1995). O filme ainda não tem nova data de estreia, mas o CEO da Paramount adiantou: “Estamos em estágio avançado de produção”.
Glenn Close vai estrelar nova série de zumbis
A atriz Glenn Close vai voltar a estrelar uma série, após a experiência bem-sucedida de “Damages” (2007–2012), que lhe rendeu dois prêmios Emmy. Ela foi confirmada no novo piloto da Amazon, uma comédia de zumbis chamada “Sea Oak”. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, a atriz irá viver uma personagem chamada tia Bernie, mulher solteira de classe média que morre de forma trágica após uma invasão domiciliar. Quando a personagem volta dos mortos, não é mais a alma gentil que foi no passado, mas uma pessoa determinada a viver a vida após a morte ao máximo, além de resolver assuntos inacabados e organizar os negócios da família, que habita o complexo residencial que dá nome à produção. A premissa lembra “Santa Clarita Diet”, comédia zumbi da Netflix. Como é costume na Amazon, o piloto será disponibilizado online para o voto do público, que decidirá se a produção deve ganhar uma temporada completa. Curiosamente, a atriz esteve em outra produção recente de zumbis: o terror britânico “The Girl With All The Gifts” (foto acima), que venceu diversos prêmios de festivais de cinema fantástico no ano passado e ainda é inédito no Brasil.
Zombillenium: Animação baseada em quadrinhos franceses ganha trailer internacional
A animação francesa “Zombillenium” ganhou dois pôsteres e seu primeiro trailer internacional, dublado em inglês. A trama imagina como seria um parte de diversões de horror administrado por monstros de verdade. A trama gira em torno de um pai que, para agradar sua filha, resolve trabalhar no Zombillenium, um parque temático de Halloween que é secretamente operado por zombies, vampiros, lobisomens e outras criaturas sobrenaturais. O filme é baseado nos quadrinhos homônimos de Arthur de Pins, que começaram a ser publicados em 2009 na tradicional revista “Spirou”. O próprio autor assina o roteiro e a direção, em parceria com Alexis Ducord (da série animada “Sally Bollywood”). Exibido no Festival de Cannes, “Zombillenium” vai estrear em outubro na França e ainda não tem previsão de lançamento no resto do mundo.
Pai dos zumbis modernos, George Romero busca financiamento para fazer seu sétimo filme do gênero
O diretor responsável pela invenção dos filmes de zumbis modernos, George A. Romero, está em busca de financiamento para voltar a filmar outro longa do gênero. Foi Romero quem concebeu a ideia de uma apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem: “A Noite dos Mortos-Vivos”. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. Mas a contaminação causada por suas criaturas foi maior que o esperado, infectando o cinema – e hoje em dia a TV – com sua popularidade, a ponto de originar um verdadeiro subgênero, com centenas de filmes de zumbis. O próprio Romero estabeleceu as bases da evolução dos zumbis com mais dois filmes, o igualmente clássico “Despertar dos Mortos” (1978), passado num shopping center, e “Dia dos Mortos” (1985), num bunker militar. Depois da trilogia inicial, ele voltou aos zumbis apenas no século 21, com mais três filmes: “Terra dos Mortos” (2005), “Diário dos Mortos” (2007) e “A Ilha dos Mortos” (2009). Seu novo projeto se chama “Road of the Dead” (estrada dos mortos). Mas, com 77 anos, o lendário mestre do terror não vai dirigir o longa, apenas produzi-lo. A direção ficará a cargo de Matt Birman, que foi diretor assistente da segunda trilogia dos Mortos. Assim como “A Ilha dos Mortos”, a trama vai se passar numa ilha. Lá, zumbis participam de corridas de carros malucas, numa combinação de autódromo e Coliseu moderno, para a diversão de humanos ricos. Romero e Birman roteirizaram o longa, que busca investidores para sair do papel e lançá-lo em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” estará completando 50 anos.
James Wan vai produzir reboot da franquia Resident Evil
Surgiram novos detalhes do projeto da Sony para o reboot de “Resident Evil”. O site Deadline apurou que o diretor James Wan (“Invocação do Mal”, “Velozes e Furiosos 7”) vai produzir o recomeço da franquia. Além disso, foi definido o roteirista do primeiro filme. A história está a cargo de Greg Russo, já responsável pelo reboot inédito de “Mortal Kombat”, que também tem produção de James Wan. Wan não deve dirigir o novo “Resident Evil”, uma vez que está envolvido com as filmagens de “Aquaman” e contratado para comandar, a seguir, a adaptação do anime clássico “Robotech” na própria Sony. A produção só deve começar a escalar o novo elenco após definir o diretor. O projeto vem à tona quatro meses após a estreia do último longa da franquia original, “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, o que representa um recorde na categoria de reciclagens de Hollywood – superando a marca da própria Sony com o novo Homem-Aranha, cujos planos foram revelados nove meses após a chegada de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014) aos cinemas.
Franquia Resident Evil vai voltar aos cinemas num reboot com novo elenco
A Sony vai realizar realizar um reboot da franquia “Resident Evil”, como nova premissa e elenco, pretendo estender novamente a história por seis filmes. O projeto vem à tona quatro meses após a estreia do último longa da franquia original, “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, o que representa um recorde na categoria de reciclagens de Hollywood – superando a marca da própria Sony com o novo Homem-Aranha, cujos planos foram revelados nove meses após a estreia de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014). Antigamente, a retomada de franquias costumava levar ao menos uma década. O reboot será produzido por Martin Moszkowicz, da produtora alemã Constantin Film, parceira da Sony nas adaptações originais. Ele confirmou que o projeto já está em andamento, durante evento de mercado do Festival de Cannes, mas não entrou em detalhes. Não há previsão de estreia para o reboot.
Disney Channel prepara musical de zumbis adolescentes
O Disney Channel também vai entrar na onda dos zumbis. E a ideia é trash. O canal infantil da Disney está preparando um telefilme que vai juntar cheerleaders e zumbis. Claro que não vai ter violência, sanguinolência, nem nada do tipo. Em vez disso, haverá músicas e danças. Afinal, é para crianças. Mas musical zumbi é trash mesmo. Intitulado “Zombies”, o filme vai se passar numa cidadezinha suburbana, que tem orgulho de sua escola de Ensino Médio, a ponto de integrar a comunidade nas festas do time de futebol e nos bailes da high school. Os problemas começam quando chegam novos estudantes, transferidos de uma cidade suspeitamente chamada Zombietown. Logo, o time de futebol passa a ter como principal estrela um zumbi adolescente. A produção será estrelada por Meg Donnelly (série “American Housewife”) e Milo Manheim (série “Ghost Whisperer”). O roteiro foi escrito por David Light e Joseph Raso originalmente para uma série de TV do mesmo canal, intitulada “Zombies and Cheerleaders”. O piloto chegou a ser produzido e recusado em 2011. A Disney foi buscar a trama literalmente no lixo, e contratou Josh Cagan (“High School Band” e “Duff”) para reciclar como telefilme. A direção está a cargo de Jeffrey Hornaday, que também vai assinar as coreografias em parceria com Christopher Scott. Ambos trabalharam juntos no hit da Disney “Teen Beach Movie” (2013) e em sua continuação de 2015. “Estamos entusiasmados por trabalhar com Jeffrey Hornaday novamente para dar vida a este novo mundo de zumbis e cheerleaders”, disse Adam Bonnett, executivo de programação original do Disney Channel. “Jeffrey e Chris Scott entregaram algumas de nossas seqüências musicais mais memoráveis no Disney Channel e estamos empolgados em realizar esta história inspiradora sobre tolerância, inclusão, individualidade e convicção – temas importantes para os nossos telespectadores.” A Disney tem tradição de sucesso com seus musicais televisivos, que renderam franquias como a mencionada “Teen Beach Movie”, “High School Musical” e “Os Descendentes”. Por sinal, o mesmo diretor de “Zombies” está preparando “High School Musical 4”. E “Os Descendentes 2” já estreia em 21 de julho. “Zombies” ainda não tem previsão de estreia
iZombie é renovada para a 4ª temporada
A rede CW anunciou a renovação da série “iZombie” para sua 4ª temporada. Havia receio dos fãs, já que, ao contrário de “The Originals”, também renovada, a série perdeu público ao voltar após longo hiato na programação da atual midseason, caindo de 1,3 milhão para 900 mil telespectadores. Com a renovação, o CW irá trazer 11 séries de volta à sua programação, cortando apenas “Frequency” e “No Tomorrow”, como anteriormente adiantado. Como boa parte da programação do CW, “iZombie” é baseada em quadrinhos (criados por Chris Roberson e Michael Allred, e publicados pelo selo Vertigo da DC Comics). A adaptação é de Rob Thomas, criador da cultuada série “Veronica Mars”, em parceria com Diane Ruggiero (roteirista de “Veronica Mars”), e o resultado evoca o humor ácido da antiga atração. A trama gira em torno de Liv (Rose McIver), uma estudante de medicina que arruma emprego como legista após ser transformada em zumbi, para assim ter acesso a cadáveres e disfarçar seu hábito de comer cérebros humanos. O problema é que, a cada cérebro que ela consome, ela herda as memórias e os hábitos do cadáver, e com a ajuda de seu chefe no necrotério e de um detetive, ela passa a resolver casos de homicídio, a fim de acalmar as vozes perturbadoras em sua cabeça. Cada episódio traz Liv assumindo uma personalidade diferente, enquanto tenta descobrir quem matou seu almoço. O elenco incluiu Malcolm Goodwin, Rahul Kohli, Robert Buckley, David Anders e Aly Michalka. No Brasil, a série é exibida no canal pago Warner.
3ª temporada de Fear the Walking Dead ganha comercial com militares e muitos zumbis
O canal pago americano AMC divulgou um novo comercial da 3ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que revela a presença de militares e uma espécie de base do exército, além de muito mais zumbis que têm aparecido ultimamente em “The Walking Dead”. Segundo a sinopse oficial, os limites territoriais se foram com o fim do mundo e os personagens terão que tentar reconstruir não apenas a sociedade, mas sua família também. Madison (Kim Dickens) se reencontrou com seu parceiro Travis (Cliff Curtis), mas Alicia (Alycia Debnam-Carey) está abalada por ter assassinado Andres. Em sua primeira ação como líder, Nick (Frank Dillane), o filho de Madison que está a meros quilômetros de distância, viu Luciana (Danay Garcia) ser emboscada por uma milícia americana. A dupla escapou da morte, mas Nick não se sente mais intocável. Se recuperando tanto emocional quanto fisicamente, Strand (Colman Domingo) está se focando em tirar vantagem da moeda de troca do novo mundo, enquanto o cativeiro de Ofelia (Mercedes Mason) testará sua habilidade de sobrevivência e mostrará se ela conseguirá evocar a selvageria de seu pai. Entre as novidades da temporada, estão as adições de Sam Underwood (série “The Following”) e Lindsay Pulsipher (série “True Blood”) ao elenco. A 3ª temporada de “Fear The Walking Dead” terá 16 episódios, que serão exibidos a partir de 4 de junho. No Brasil, a série também é disponibilizada pelo canal pago AMC – por enquanto, disponível apenas na operadora Sky.












