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    Diretor revela título da continuação de “Aquaman”

    10 de junho de 2021 /

    O diretor James Wan revelou o título da continuação de “Aquaman”, que ele voltará a dirigir e trará novamente Jason Momoa no papel principal. Wan publicou imagens do título em postagens feitas nesta quinta (10/6) nas redes sociais, revelando que a produção vai se chamar “Aquaman and the Lost Kingdom” (Aquaman e o Reino Perdido, em tradução literal). Na publicação feita no Instagram, ele ainda escreveu: “A maré está subindo”. A observação se deve ao fato das imagens terem sido feitas durante um “encontro de produção” oficial do filme, indicando que as filmagens vão começar em muito breve. O roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick é quem está trabalhando no script. Além de ter ajudado a escrever o primeiro “Aquaman”, ele também colaborou com o diretor James Wan em “Invocação do Mal 2”. Junto com Jason Momoa, a produção também contará com retornos previstos de Amber Heard como Mera, Patrick Wilson como Mestre do Oceano, Yahya Abdul-Mateen II como Arraia Negra e Temuera Morrison como Tom Curry, o pai de Aquaman. A estreia está agendada para dezembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet)

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    Christina Ricci está em “Matrix 4”

    5 de junho de 2021 /

    A atriz Christina Ricci, que marcou época em “A Família Addams” (1991) e “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), fará parte do elenco de “Matrix 4”. A informação foi apurada pelo site Collider e confirmada por uma comunicado da Warner Bros. Apesar da confirmação, não foram revelados detalhes sobre a personagem vivida por Ricci no longa. Vale lembrar que atriz já trabalhou com a diretora Lana Wachowski em “Speed Racer” (2008). O filme ainda contará com Yahya-Abdul Mateen (“Watchmen”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Priyanka Chopra (“Quantico”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum deles teve os papéis revelados. Além deles, a produção trará de volta Keanu Reeves como Neo, Carrie-Anne Moss como Trinity, Jada Pinkett Smith como Niobe, Lambert Wilson como Merovingian e Daniel Bernhardt como o agente Johnson. Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme tem estreia prevista para dezembro.

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    Ator de “Watchmen” vai estrelar filme de ação produzido por The Rock

    5 de junho de 2021 /

    O ator Yahya Abdul-Mateen II, que venceu o Emmy pela série “Watchmen”, vai protagonizar “Emergency Contact”, filme de ação passado na cena musical underground de Austin, Texas – sede do festival SXSW. Detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo, mas o filme da Warner Bros. vai reunir o ator com um especialista em blockbusters de ação, o astro Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), que é um dos produtores executivos das filmagens. O roteiro foi escrito por Rory Haines e Sohrab Noshirvani, que escreveram o drama “O Mauritano” e trabalharam com Johnson no roteiro de “Adão Negro”. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Netflix libera “Os 7 de Chicago” de graça no YouTube

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix vai disponibilizar gratuitamente “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, por dois dias, durante este fim de semana em seu canal oficial americano no YouTube. O filme estará disponível de sexta-feira (19/2) até domingo (21/2) para celebrar o aniversário do veredito do julgamento histórico retratado na produção. Em comunicado, o diretor e roteirista Aaron Sorkin diz que a ação foi feita para “relembrar os verdadeiros patriotas que inspiraram aquela geração a tomar as ruas”. “Quando começamos a filmar no último inverno, nós sabíamos que a história que contávamos não apenas era um capítulo importante da história americana, mas muito relevante aos eventos de hoje”, continua diretor. “Nós certamente não precisávamos tornar mais relevante os eventos, mas eles se tornaram”. A data também ganhou um vídeo comemorativo da Netflix, que faz parte de uma campanha mais ampla para chamar atenção para o filme, na expectativa de conquistar vagas entre os indicados ao Oscar 2021. “Os 7 de Chicago” é um dos filmes da plataforma que chega com grande força na temporada de premiações cinematográficas dos EUA. A trama de “Os 7 de Chicago” é baseada no julgamento de ativistas acusados de conspiração após a realização de protestos que, ao serem reprimidos violentamente pela polícia, viraram um tumulto de grandes proporções em Chicago em 1968. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin e Tom Hayden – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale apontar que os paralelos que podem ser feitos com protestos atuais dizem respeito apenas ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e não ao movimento fascista que atacou a democracia americana por meio do cerco e invasão do Congresso. O novo vídeo disponibilizado pela Netflix conta com a participação dos atores. E também lembra que o filme conta com um elenco grandioso: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”).

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    Atores de Os 7 de Chicago são eleitos Elenco do Ano pelo Gotham Awards

    17 de dezembro de 2020 /

    Os atores de “Os 7 de Chicago” receberão uma homenagem especial do Gotham Awards. O evento indie, que geralmente abre a temporada de premiação cinematográfica dos EUA, escolheu os intérpretes da produção da Netflix como o Melhor Elenco do ano. O IFP (Independent Filmmaker Project), responsável pela premiação, decidiu incluir o novo troféu no evento para destacar “as performances de um grupo dinâmico e notável e celebrar seu esforço coletivo e contribuições para a narrativa do filme”. “Para o nosso 30º aniversário, estamos orgulhosos de apresentar uma nova homenagem, reconhecendo a excelência em um elenco coletivo”, disse o diretor executivo do IFP, Jeffrey Sharp, em um comunicado à imprensa. “A partir deste ano e nos anos que virão, procuraremos celebrar um filme que demonstra a natureza colaborativa de uma performance em grupo e o efeito que tem na elevação de cada indivíduo e da história geral. Cada membro do elenco de ‘Os 7 de Chicago’ oferece uma performance intrincada e poderosa, e temos o prazer de celebrá-los e sua conquista cumulativa.” O filme da Netflix, escrito e dirigido por Aaron Sorkin, dramatiza os eventos que se seguiram a protestos na convenção democrata de 1968 em Chicago e o julgamento que se seguiu, de sete manifestantes contrários à Guerra do Vietnã, e seu elenco é mesmo impressionante. Inclui Sacha Baron Cohen (“Borat: Fita de Cinema Seguinte”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”), Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”), Caitlin Fitzgerald (“Masters of Sex”), Alice Kremelberg (“Orange Is the New Black”), Ben Shenkman (“Billions”) e John Doman (“Gotham”). A 30ª edição do Gotham Awards vai acontecer em 11 de janeiro num formato híbrido, como o Emmy Awards, com os apresentadores num palco e os indicados em participação online. O evento também vai homenagear o ator Chadwick Boseman, a atriz Viola Davis e os diretores Steve McQueen e Ryan Murphy. Entre os indicados, “First Cow”, de Kelly Reichardt, se destaca com quatro indicações, mas até o filme brasileiro “Bacurau” está concorrendo a prêmio, na categoria de Melhor Filme Internacional.

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    Os 7 de Chicago demonstra que a intolerância do passado ainda é muito atual

    15 de novembro de 2020 /

    Aaron Sorkin adora tribunais. Dentre as obras roteirizadas por ele, são comuns tramas passadas de tribunais (como em “Questão de Honra” e “A Grande Jogada”) ou em meio a discussões jurídicas (“A Rede Social” e a série “The Newsroom”). O motivo é simples: a ambientação serve ao objetivo de Sorkin de destilar seus diálogos ácidos, rítmicos, inteligentes e musicalmente compostos. E nesse sentido, “Os 7 de Chicago”, seu trabalho mais recente, mantém a tradição de narrativas desenvolvidas diante de um juiz, mas com uma diferença essencial. O filme narra a história real do julgamento de sete pessoas acusadas de conspiração pelo governo americano. Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Jerry Rubin (Jeremy Strong), David Dellinger (John Carroll Lynch), Tom Hayden (Eddie Redmayne), Rennie Davis (Alex Sharp), John Froines (Danny Flaherty) e Lee Weiner (Noah Robbins) estavam entre as milhares de pessoas envolvidas em protestos contraculturais e contra a Guerra do Vietnã ocorridos em Chicago, durante a Convenção Nacional Democrata em 1968. Os protestos culminaram em um conflito violento com a polícia e, como resultado, os sete foram presos, juntamente com Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), ativista político e co-fundador dos Panteras Negras, e usados como bodes expiatórios com o intuito de frear qualquer manifestação do tipo em território americano. Os interesses escusos do governo são expostos ao jovem promotor Richard Schultz (Joseph Gordon-Levitt) que aceita, a contragosto, a tarefa de tentar condená-los. Estabelecendo uma aproximação com a contemporaneidade, Sorkin mostra a década de 1960 – e mais especificamente, o ano de 1968 – como um período de constantes conflitos e pouco entendimento. Era uma época divisiva, na qual gerações distintas eram incapazes de estabelecer qualquer tipo de diálogo. Os principais articuladores do protesto, vindos do movimento estudantil e da cultura hippie, eram vistos como um oposto perigoso à cultura conservadora, aqui representada pela figura do juiz do caso (interpretado por Frank Langella), que distorce a lei para atender aos seus próprios preconceitos. Porém, a divisão também acontecia dentro das lideranças. E o diretor/roteirista é hábil ao estabelecer essas diferenças logo de início. Ao apresentar os personagens, Sorkin nos mostra as visões de mundo e o que cada um deles espera daquele protesto. São visões complementares, porém distintas. E nisso se destacam as atuações de Sacha Baron Cohen e Eddie Redmayne. Os dois atores encaram seus personagens como figuras inteligentes, mas opostas. Enquanto Hoffman usa a percepção negativa que as pessoas têm sobre ele a seu favor, Hayden é muito mais pragmático e politizado. Um deseja uma revolução sóciocultural, e o outro uma revolução política. Mais do que o julgamento si, o principal conflito de “Os 7 de Chicago” se dá no confronto entre esses dois. E para priorizar esse conflito, Sorkin manipula a temporalidade do filme, abusando de flashbacks e de uma narrativa fora de ordem. Amplamente utilizados ao longo da sua carreira, esses recursos são um pouco confusos em alguns momentos, mas funcionam ao apresentarem as informações ao público na mesma ordem que elas são introduzidas no tribunal. Além disso, diretor adota um estilo frenético, criando tensão ao misturar imagens reais dos protestos com aquelas captadas em tom igualmente realista. Mas a grande diferença deste filme em relação às demais obras do autor é o tom dos diálogos. Aqui, é visível como o roteirista diminuiu um pouco o seu ritmo, apostando muito mais na compreensão da sua mensagem do que na sonoridade das suas palavras. Os diálogos são mais lentos, pausados e, nem por isso, menos significativos. Embora seja menos objetivo do que Spike Lee (“Destacamento Blood” e “Infiltrado na Klan”) em sua abordagem, Sorkin tem o mesmo alvo: olhar para a década de 1960 como tentativa de compreender o presente. Em particular, os abusos racistas sofridos pelo único réu negro do caso, Bobby Seale, aproximam claramente os protestos de antes e os mais recentes – contra abusos similares que levaram aos assassinatos de George Floyd, Breonna Taylor e outros, fomentando o movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Ao incluir neste quadro o abismo de visões de mundo que cercaram a recente eleição presidencial americana, fica bem demonstrado que o passado apresentado na tela ainda é muito atual.

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    Netflix decora cidade com fotos de 1968 para promover Os 7 de Chicago

    19 de outubro de 2020 /

    A Netflix fez uma campanha diferenciada para promover seu filme “Os 7 de Chicago” na cidade que dá título à produção. A plataforma resolveu decorar Chicago com fotos dos protestos reais que inspiraram o longa, escrito e dirigido por Aaron Sorkin (“A Rede Social”). “Os 7 de Chicago” é baseado no julgamento de ativistas acusados de conspiração após a realização de protestos que, ao serem reprimidos violentamente pela polícia, viraram um tumulto de grandes proporções em Chicago em 1968. Na campanha da plataforma, fotos da época foram colocados nos locais em que ocorreram os eventos registrados no filme, criando um efeito de “viagem no tempo”, em que o passado e o presente se misturam. Veja abaixo. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Primeiro dos quatro dramas que a Netflix vai tentar emplacar no Oscar 2021, “Os 7 de Chicago” reúne um elenco grandioso: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”). O filme estreou na sexta-feira (16/10) em streaming. In 1968, during the Democratic National Convention in Chicago, activist groups gathered to demand the end of the Vietnam War. With so many opposing viewpoints assembled, violence was inevitable. pic.twitter.com/B2Btk0tfwq — NetflixFilm (@NetflixFilm) October 17, 2020 On August 26th, activists rallied throughout Chicago. As each side pushed back, activist leader Tom Hayden was arrested. As a response, protesters took this hill in Grant Park and climbed the Logan Monument. pic.twitter.com/OKvnp6BlGD — NetflixFilm (@NetflixFilm) October 17, 2020 On Balbo Drive, tension building for days finally ruptured and Chicago authorities arrested 650 anti-Vietnam war activists and sent 100 to local hospitals. pic.twitter.com/2appx2JLba — NetflixFilm (@NetflixFilm) October 17, 2020 “More Than 7” is an outdoor exhibition by The #TrialOfTheChicago7 taking place in Grant Park, Chicago. Join us as we witness this moment in history when thousands of activists demanded the end of the Vietnam War. pic.twitter.com/ACDs9Qp6jX — The Trial of the Chicago 7 (@trialofchicago7) October 16, 2020

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  • Filme

    Ator de Matrix Reloaded tem volta confirmada em Matrix 4

    30 de setembro de 2020 /

    O ator Daniel Bernhardt, que interpretou o Agente Johnson em “Matrix Reloaded” (2003), teve seu retorno confirmado em “Matrix 4”, continuação da franquia atualmente em produção. Lutador de artes marciais transformado em dublê, Bernhardt tem uma boa relação de trabalho com Keanu Reeves, o intérprete do protagonista Neo, tendo trabalhado com o ator também nos filmes da franquia “John Wick”. Além de Keanu e Bernhardt, Carrie-Anne Moss também vai retornar em “Matrix 4”, repetindo seu papel de Trinity. Atualmente sendo filmado em Berlim, na Alemanha, com direção de Lana Wachowski, o filme ainda contará com Yahya-Abdul Mateen (“Watchmen”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum deles teve os papéis revelados. Apesar das filmagens estarem em andamento, o longa, que estrearia em maio de 2021, teve seu lançamento adiado pela Warner para abril de 2022, devido à pandemia de coronavírus.

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    Os 7 de Chicago: Novo trailer legendado apresenta aposta da Netflix para o Oscar

    23 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o segundo trailer legendado de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg e é a grande aposta da plataforma para o Oscar 2021. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os oito líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo e, curiosamente, tem bastante espaço no trailer dos “7 de Chicago”. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, a começar pelos oito de Chicago: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman, Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden, Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin, Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis, John Carroll Lynch (“Fome de Poder”) como David Dellinger, Danny Flaherty (“The Americans”) como John Froines, Noah Robbins (“Evil”) como Lee Weiner e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz, Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman, Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler, Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como o ativista Fred Hampton, líder dos Pantera Negras. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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    Emmy 2020 registra mais vitórias para artistas negros e LGBTQIA+

    21 de setembro de 2020 /

    O “Pandemmy”, como o apresentador Jimmy Kimmel batizou o evento da Academia da Televisão realizado durante a pandemia, fez História com recordes para “Schitt’s Creek” (primeira série a vencer todos os sete prêmios de Comédia) e Zendaya (mais jovem Melhor Atriz de Drama), mas estas não foram as únicas marcas superadas. A premiação registrou maior diversidade em relação ao Emmy passado. Após contabilizar um grande aumento de indicados entre comunidades historicamente marginalizadas, o evento comemorou um número recorde de vitórias para artistas negros e, graças ao domínio de “Schitt’s Creek”, também uma boa representação LGBTQIA+. Os atores negros que levaram o Emmy para casa foram Zendaya (por “Euphoria”), Regina King (“Watchmen”), Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) e Uzo Aduba (“Mrs. America”), dobrando a inclusão do ano passado – quando os únicos vencedores foram Billy Porter (“Pose”) e Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”). Já a bandeira do arco-íris foi brandida por Dan Levy, que se identifica como membro da comunidade LGBTQIA+ e venceu quatro troféus – como Ator Coadjuvante, Roteirista, Diretor e Produtor de “Schitt’s Creek”, marcando uma vitória significativa para narrativas queer na TV. Apesar dessas conquistas, não houve representação de outras comunidades. Embora seja novidade ver “Ramy” se tornar a primeira comédia muçulmana indicada ao Emmy, Sandra Oh foi a única asiática nas categorias de atuação e nenhum representante latino foi selecionado.

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  • Filme

    Keanu Reeves revela que Matrix 4 não é um prólogo

    17 de setembro de 2020 /

    Keanu Reeves fez algumas revelações importantes sobre “Matrix 4” durante uma entrevista virtual para o programa “The One Show”, da BBC. Em participação remota com Alex Winter para divulgar o lançamento de “Bill & Ted: Encare a Música” no Reino Unido, ele não se esquivou das perguntas sobre seu próximo filme. Questionado sobre como “Matrix 4” lidaria com fato de que seu personagem terminou num “posição difícil” no último longa da franquia – isto é, Neo morreu – , Keanu garantiu que a continuação tem uma boa explicação para seu retorno. “Tudo será revelado”. E fez questão de frisar que a trama não é um prólogo. Isto é, o filme não se passa antes dos eventos do primeiro “Matrix”. “Não ficamos olhando para trás”, provocou. Ele ainda descreveu o roteiro de Lana Wachowski como “uma linda história de amor”, que é “uma nova versão do meu chamado a despertar”. Além de Keanu, Carrie-Anne Moss também vai retornar ao papel de Trinity. Atualmente sendo filmado em Berlim, na Alemanha, com direção de Lana Wachowski, “Matrix 4” ainda contará com Yahya-Abdul Mateen (“Watchmen”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum deles teve os papéis revelados. Apesar das filmagens estarem em andamento, o longa, que estrearia em maio de 2021, teve seu lançamento adiado para 2022 devido à pandemia de coronavírus.

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  • Filme

    Os 7 de Chicago: Aposta da Netflix para o Oscar ganha trailer legendado

    15 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os sete líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, destacando Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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    Os 7 de Chicago: Aposta da Netflix para o Oscar ganha fotos e primeiro trailer

    13 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os sete líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, destacando Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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