Documentário da Xuxa vai mudar devido à pandemia
O documentário que Xuxa Meneghel estava desenvolvendo sobre sua turnê de despedida dos palcos vai sofrer mudanças devido a pandemia de coronavírus. Inicialmente, “O Último Voo da Nave” registraria as últimas apresentações de Xuxa como cantora, em shows no Brasil e na Argentina. O projeto pretendia intercalar os shows com depoimentos de fãs, amigos e parceiros de trabalho. Mas, por causa da covid-19, os shows não devem mais acontecer. Segundo apurou o colunista Fefito, o documentário deve ganhar novo título e mudar sua abordagem para um registro da carreira de sucesso da apresentadora. A produção, que atualmente está em negociações com a TV paga e plataformas de streaming, é um dos muitos projetos que Xuxa pretende realizar em 2021. Ela também prepara um novo programa de TV, uma cinebiografia e seu retorno aos filmes infantis, mas não descarta nem estrelar série em streaming.
Globo e Netflix disputam filme sobre a vida da Xuxa
De saída da rede Record, Xuxa Meneghel está cheia de projetos. Segundo apurou o colunista Fefito, do UOL, ela tem conversas adiantadas com a Globo para um programa de sábado e projetos para a Globoplay. Um desses projetos, porém, também interessa a Netflix. Trata-se de “Rainha”, longa-metragem sobre a vida da apresentadora, que posteriormente deve ser transformado em minissérie – como aconteceu com os filmes sobre Hebe e Elis. A Globo já teria saído em busca de uma atriz para interpretá-la. Xuxa também negocia voltar a estrelar filmes infantis. O interesse nesse revival é da Disney, que vai lançar a plataforma Disney+ (Disney Plus) no Brasil em novembro. Há ainda conversas sobre um possível seriado. Para completar, ela prepara um documentário sobre sua última turnê, chamado “A Última Nave”, com depoimentos de várias celebridades, que sua equipe estaria negociando com a HBO. E, se tiver horas de folga, Xuxa ainda pretende escrever livros infantis.
Xuxa doa RS$ 1 milhão para o SUS e 300 mil sabonetes para famílias carentes do Rio
A apresentadora, atriz e cantora Xuxa Meneghel doou R$ 1 milhão para o SUS (Sistema Único de Saúde) por meio da Espaçolaser, empresa de depilação a laser da qual é sócia, para ajudar a combater a pandemia de coronavírus. Além disso, a eterna Rainha dos baixinhos ainda doou sabonetes da sua marca, Xuxinha, para famílias em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro – foram 300 mil unidades. “Esperamos que esse gesto seja copiado por muitas empresas. As comunidades carentes precisam de cestas básicas, já que muitos não podem trabalhar, por favor ajudem!”, ela escreveu no Instagram, ao lado de uma foto em que aparece em meio às caixas do produto, fabricado pela Baruel – a quem Xuxa agradeceu pela parceria beneficente. Ela também tem pedido para as pessoas ficarem em casa. Na sexta-feira (20/3), ela publicou uma corrente de oração e meditação. “Minha fé pediu para essa corrente acontecer todos os dias. Ore, reze, pense positivo… todos somos um e juntos não existem mal nenhum (juntos virtualmente, é claro”, escreveu ela, fazendo referência à sua famosa música “Lua de Cristal”. Ver essa foto no Instagram Familia Baruel, agradeço a vcs pelas 300 mil famílias ( RJ e SP) que vão receber esse carinho, que ORGULHO!!! A Xuxinha e a Xuxona aqui estão muito felizes e esperamos que esse gesto seja copiado por muitas empresas. As comunidades carentes precisam de cestas básicas, já que mtos não podem trabalhar, por favor AJUDEM!!! @turmadaxuxinhabaruel #proteçãosolidária Uma publicação compartilhada por Xuxa Meneghel (@xuxamenegheloficial) em 26 de Mar, 2020 às 1:54 PDT
Rainha: Vida de Xuxa vai virar filme
A vida da apresentadora Xuxa Meneghel vai virar filme. Segundo a coluna de Leo Dias, no UOL, a produção vai se chamar “Rainha”. De acordo com o colunista, o filme começará pela história de Dona Alda, mãe de Xuxa. Em fase de pré-produção, o longa tem boa parte de sua equipe formada por estrangeiros, a maioria radicada em Los Angeles. A produção, que ainda não tem previsão de estreia, será a primeira biografia de Xuxa em qualquer mídia. Até então, ela não aceitava qualquer tipo de proposta de biografia, escrita ou filmada, por focar demais em sua vida pessoal. Esta história teria outra abordagem. Isto é, tende a ser chapa branca. Xuxa, que viveu o auge de sua carreira nos anos 1980, comemora 57 anos nesta sexta-feira (27/3).
Xuxa vence processo contra canal do YouTube por difamação
A presentadora Xuxa Meneghel venceu um processo por danos morais movido há três anos contra a Salvatore Filmes. A produtora, responsável pelo canal de YouTube Amada Foca, publicou o vídeo “Troll My Life – Xuxa”, repleto de fake news contra Xuxa. Apresentado como “a verdadeira história” da Rainha dos Baixinhos, o vídeo afirmava que a apresentadora teria firmado um pacto com o demônio até 2099, mantido um relacionamento amoroso homossexual e que sua filha seria fruto de inseminação artificial. A produtora foi condenada a pagar R$ 50 mil de indenização para Xuxa, em decisão da 18ª Câmara Cível do Rio. O valor pode ser considerado baixo, em relação à multas sobre casos similares nos Estados Unidos. Sentenças recentes da Europa também incluem detenção para quem espalhar fake news contra a reputação de pessoas públicas.
Stranger Things: Xuxa faz participação hilária em vídeos da série
Xuxa Meneghel voltou a seus dias de apresentadora de programa infantil para participar da campanha de divulgação da série “Stranger Things” no Netflix. Mostrando muito bom humor e capacidade de rir de si mesma, ela revisita seu visual dos anos 1980, época em que a série se passa, para ler uma cartinha de Joyce Byers, que pede sua ajuda para encontrar seu filho desaparecido – “o baixinho que sumiu”. O vídeo é cheio de referências às deficiências de Xuxa como apresentadora (sem paciência com crianças, sem entender as letras das cartas, sem saber falar em inglês) e lendas urbanas sobre seus produtos, como a boneca Xuxa amaldiçoada e seus discos, que tocados ao contrário teriam mensagens diabólicas. A boneca, por sinal, ganhou um vídeo extra, em que mostra os olhos vermelhos e fala o nome ameaçador da criatura dos jogos dos meninos da série, como uma Annabelle brasileira. É ou não é a melhor campanha de divulgação de todos os tempos? A 1ª temporada de “Stranger Things”, claro, está disponível no Netflix, que ainda insiste em manter o suspense sobre a renovação da série – seu maior sucesso em 2016.
Guilherme Karam (1957 – 2016)
Morreu o ator Guilherme Karam, que ficou conhecido por papéis marcantes no humorístico “TV Pirata”, em novelas da rede Globo e nos filmes da Xuxa. Ele sofria da doença de Machado-Joseph, uma síndrome degenerativa que compromete a coordenação motora, e estava internado no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio, vindo a falecer na manhã desta quinta-feira (7/7), aos 58 anos de idade. Karam estreou no cinema em 1978, no filme “Tudo Bem”, de Arnaldo Jabor, e se destacou como um travesti em “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, antes de estrear na televisão em 1984, na novela “Partido Alto”, no papel de Políbio, um charlatão explorador. O personagem caiu nas graças do público e abriu-lhe as portas para demonstrar sua capacidade cômica, o que o levou a estrelar o clássico do teatro besteirol brasileiro “As Sereias da Zona Sul”, fazendo par com Miguel Falabella, e integrar o elenco do revolucionário “TV Pirata”, ambos em 1988. Com a proposta de renovar o formato dos humorísticos da Globo, “TV Pirata” reuniu atores jovens de novelas com experiência teatral, em vez dos velhos comediantes tradicionais, e focou sua sátira na própria TV – com “tipos” icônicos como o personagem Zeca Bordoada, apresentador da TV Macho (um contraponto à TV Mulher), que Karam eternizou. Ao lado de Débora Bloch, foi o único ator a fazer parte de todas as temporadas do programa, até 1992. Paralelamente ao “TV Pirata”, ele ainda estrelou seu papel mais popular nas novelas, como o mordomo Porfírio de “Meu Bem, Meu Mal” (1990). Fofoqueiro, Porfírio sempre se intrometia na vida dos patrões e era obcecado por Magda, a personagem vivida por Vera Zimmerman, a quem chamava de “divina Magda”. Depois desse sucesso, participou de “Perigosas Peruas” (1992), “Explode Coração” (1995), “Pecado Capital” (1998), “O Clone” (2001) e a minissérie “Hilda Furacão” (1998). Ele também se notabilizou por fazer parte do elenco dos filmes da apresentadora Xuxa Meneghel, consagrando-se como o vilão favorito das crianças: o Baixo Astral em “Super Xuxa contra Baixo Astral” (1988) e Gorgom em “Xuxa e os Duendes” (2001) e “Xuxa e os Duendes 2” (2002). Ao todo, o ator participou de 17 filmes, entre eles “O Homem da Capa Preta (1986), de Sergio Rezende, “Rock Estrela” (1986), de Lael Rodrigues, “Leila Diniz” (1987), de Luiz Carlos Lacerda, e “Bela Donna” (1998), de Fábio Barreto, no qual contracenou com a americana Natasha Henstridge (“A Experiência”). Afastado do público desde 2005, quando integrou a novela “América”, Karam passou os últimos anos lutando contra sua doença, herdada da mãe, que morreu devido à mesma anomalia genética. Além do ator, outros três irmãos também tiveram a doença, que é rara, incurável e fatal. Diversos amigos tentaram visitá-lo durante o tratamento, mas ele se recusou a ser visto. “Ele não quis nos receber, preferiu que a gente não visse como ele estava. Então, a lembrança que tenho dele é muito saudável, de muita alegria”, contou Claudia Raia ao jornal O Globo, citando também os demais integrantes do elenco do “TV Pirata”, que ele não deixou visitá-lo. Em 2015, a atriz Vera Zimmerman, a divina Magda, já lamentava não poder lhe prestar solidariedade, durante participação no programa “Domingo Show”, da Record. “Ninguém merece passar por isso. A minha vontade é de dar um abraço no Guilherme. Mas se [não receber visitas] é a vontade dele.” Dois de seus maiores sucessos televisivos estão atualmente no ar, em reprises do canal pago Viva: o humorístico “TV Pirata” e a novela “Meu Bem, Meu Mal”.





