James Franco vai viver o Homem-Múltiplo em filme solo do herói dos X-Men
A Fox definiu mais uma produção do universo dos X-Men. Segundo o site Deadline, o estúdio está desenvolvendo um longa do Homem-Múltiplo, que será estrelado por James Franco. Nos quadrinhos, o personagem já integrou tanto os X-Men quanto o grupo X-Force, que tem introdução prevista na trama de “Deadpool 2” e também deverá ganhar um filme próprio. Capaz de gerar duplicatas infinitas de si mesmo, Jamie Madrox, o Homem-Múltiplo foi concebido em 1975 pelo recém-falecido roteirista Len Wein, que também criou Wolverine e o Monstro do Pântano. Curiosamente, ele apareceu pela primeira vez numa história do Quarteto Fantástico, mas logo foi parar no universo mutante da Marvel. O ponto alto de sua trajetória aconteceu no começo do século 21, quando ganhou revista própria e mostrou a extensão de seus poderes, enviando duplicatas para estudar diferentes técnicas, que aprendia instantaneamente ao absorvê-las de volta em seu corpo. Foi também neste período que ele abriu uma agência de detetives e passou a apresentar sintomas de esquizofrenia. O roteiro está sendo escrito por Allan Heinberg, criador da série “The Catch” e roteirista de “Mulher-Maravilha”, e ainda não há diretor definido. O filme solo não será a primeira aparição de Madrox no universo cinematográfico dos X-Men. O personagem já deu as caras em “X-Men: O Confronto Final”, vivido pelo ator Eric Dane (da série “The Last Ship”). Vale lembrar que James Franco tem experiência em interpretar mais de uma versão de si mesmo. Atualmente, ele vive irmãos gêmeos na série “The Deuce”, da HBO.
Primeiro teaser legendado de Deadpool 2 é um telecurso de pintura
A Fox divulgou o primeiro teaser legendado de “Deadpool 2”. A prévia nonsense traz o super-herói politicamente incorreto de peruca e dando aula de pintura. O vídeo tem visual de telecurso antigo, gravado em VHS, mas seu conteúdo não passaria numa TV Educativa devido às menções às drogas e frases de duplo sentido. A longa piada se estende até haver uma breve interrupção com flashes das primeiras cenas do filme inédito. Ao final, Deadpool apresenta ao público o resultado de seus rabiscos: o pôster anteriormente divulgado, em que os personagens do filme se sentam ao redor de uma mesa, esperando o peru servido pelo herói no Dia de Ação de Graças (imagem acima). Além do herói vivido por Ryan Reynolds, a continuação traz de volta os personagens Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni). Já as duas principais novidades são Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets). Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.
Criador de Cable compartilha foto do encontro com Josh Brolin, intérprete do personagem em Deadpool 2
O criador do herói Cable, Rob Liefeld, publicou em seu Instagram uma foto que registra seu encontro com Josh Brolin, intérprete de Cable, no set de “Deadpool 2”. Na legenda, ele assume seu momento de fanboy, derretendo-se diante do prospecto de ver sua criação ganhar carne e osso, na interpretação do ator “mais perfeito para o papel”. Embora não esteja diretamente envolvido nos filmes de Deadpool, personagem que ele também criou, Liefeld teria sido consultado por Ryan Reynolds, protagonista e produtor da franquia, sobre diversas decisões. Por exemplo, ele recomendou que o primeiro filme não incluísse Cable, já que a origem de Deadpool seria o suficiente para distrair o público, mas está entusiasmado com a introdução de Cable e Dominó (vivida por Zazie Beetz), mais uma de suas criações, no segundo longa-metragem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018. CABLE!! Say what?? I’m going to actually meet him in the flesh and blood(and steel coils)?? And, oh, by the way, he’s one of your favorite and one of the most talented actors of all space and time! Yeah, I dare you to try and meet one of your own creations and not get umpteen butterflies in your stomach. I don’t remember anything that was said here besides me thinking “I’m meeting CABLE!! HOW AWESOME IS THIS?!?!” Mr. Josh Brolin could not be more perfect in this role. He is amazing and outstanding and you will no doubt be as giddy as I was when watching him portray Cable. His commitment to becoming Cable goes beyond his physical transformation, he found the voice that fans will go crazy about! Ryan as Deadpool and Josh as Cable. Look out World this is going to be nuts! #cable #xforce #deadpool #robliefeld #marvel #20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em Nov 13, 2017 às 2:11 PST
Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner
A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017
Ellen Page acusa Brett Ratner de homofobia nas filmagens de X-Men: O Confronto Final
A atriz Ellen Page publicou um longo post em sua conta pessoal no Facebook onde reflete sobre as diversas acusações de abuso sexual em Hollywood, revelando momentos conturbados que ela própria passou durante sua carreira. Logo no começo, ela destaca ter sofrido um ataque homofóbico do diretor Brett Ratner, um dos nomes envolvidos em escândalos sexuais. De acordo com a atriz, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho para o encontro com o elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’. Ele era o diretor do filme, Brett Ratner”, ela recordou. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Ratner também foi descrito como misógino pelas mulheres que o acusaram de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro, entre elas as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ellen Page também lembrou outras situações inconvenientes de sua carreira. Sem citar o nome do diretor, ela contou ter sido assediada aos 16 anos de idade. “Quando eu tinha 16 anos, um diretor me levou para jantar (uma obrigação profissional bem comum). Ele acariciou minha perna debaixo da mesa e disse: “Você tem que tomar a iniciativa, eu não posso”. Eu não tomei e tive a sorte de me afastar dessa situação. Mas foi uma percepção dolorosa: minha segurança não estava garantida no trabalho. Uma figura de autoridade adulta para quem eu trabalhava pretendia me explorar fisicamente. Fui assaltada sexualmente meses depois. E um diretor pediu que eu transasse com um homem de 20 e poucos anos e depois lhe contasse. Isto foi o que me aconteceu durante os meus 16 anos, um adolescente na indústria do entretenimento”. Ela comentou que, enquanto vítimas sofrem, os abusadores seguem festejados em Hollywood. E, neste contexto, menciona que o maior erro de sua carreira foi ter trabalhado com Woody Allen, que foi acusado de ter abusado de sua filha. “Fiz um filme do Woody Allen e é o maior arrependimento da minha carreira. Tenho vergonha de ter feito isto. Eu ainda tinha que encontrar a minha voz e não era quem eu sou agora e me senti pressionada, porque “Claro que você tem que dizer sim a este filme Woody Allen”. No final das contas, no entanto, é minha responsabilidade decidir que fazer e fiz a escolha errada. Cometi um erro terrível.” A atriz participou de “Para Roma, com Amor” (2012), de Allen. Desde então, se assumiu lésbica. E voltou a ser convidada a viver a mutante Kitty Pryde em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), logo após sair do armário publicamente. Desta vez, sem traumas.
Primeiro pôster de Deadpool 2 traz o herói no espírito do Dia de Ação de Graças
A Fox divulgou o primeiro pôster de “Deadpool 2”. No espírito do Dia de Ação de Graças, o cartaz traz o herói vivido por Ryan Reynolds servindo um peru, numa mesa que inclui os personagens do primeiro filme: Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni), além das duas principais novidades da nova produção: Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), sem esquecer o retrato de Stan Lee na parede. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.
Disney estaria negociando a compra da Fox
Uma junção gigantesca de estúdios pode estar prestes a acontecer em Hollywood. A Disney e a Fox, duas das maiores companhias de mídia do mundo, estariam conversando sobre um projeto de aquisição, afirmou o canal americano de notícias CNBC nesta segunda-feira (6/11). Segundo a reportagem, a Disney compraria “a maior parte” da Fox, exceto sua divisão jornalística. Isso significa que a empresa do bilionário Rupert Murdoch manteria canais como Fox News e Fox Sports. Leis anti-truste também podem impedir a aquisição da rede Fox, pois a Disney já possui um canal de TV aberta nos Estados Unidos, ABC. Mas a Disney estaria mais interessada em outras empresas, como o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e até nas participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. Caso a aquisição se consolide, a Marvel recuperaria os X-Men, inclusos no pacote. O negócio é considerado estratégico para a Disney, que pretende lançar um serviço de streaming próprio em 2019. O conteúdo da Fox aumentaria suas ofertas de produções para os assinantes. De acordo com a CNBC, os dois estúdios tem conversado há pelo menos duas semanas. Mesmo sem a garantia de que um acordo final será fechado, parte dos executivos da 21st Century Fox, que administra o conglomerado, começam a crer que a companhia não consegue competir no segmento de streaming e que um investimento elevado no setor não compensaria, quando é mais lucrativo concentrar os negócios onde a empresa já é bem-sucedida: nas notícias e no esporte – justamente os setores que não interessam à Disney. Assim que a notícia foi divulgada, as ações da 21st Century Fox e da Disney dispararam na bolsa de valores americana.
Diretor de X-Men: O Confronto Final é acusado de assédio pela intérprete de Psylocke e outras mulheres
O produtor e diretor Brett Ratner, que dirigiu “X-Men: O Confronto Final” (2006) e a trilogia “A Hora do Rush”, foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estão as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências com Ratner ao jornal Los Angeles Times. A história de Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) já era conhecida, embora mídia e Hollywood não tenham dado a devida atenção. Ela confirmou que o diretor se masturbou em sua frente no set de “Ladrão de Diamantes” (2004), quando ela ainda era uma aspirante a atriz. A experiência foi descrita em seu livro “Suck It, Wonder Woman!: The Misadventures of a Hollywood Geek”, lançado em 2010, sem citar o nome do diretor. Mas Ratner vestiu a carapuça na época, ao dizer que “tinha trepado com ela algumas vezes, mas esquecido”, e que a história era falsa. Um ano depois, ele admitiu que mentiu sobre o relacionamento. “Ele estava sem calças, com sua barriga de fora, com um coquetel de camarões na mão, e na outra ele se masturbava ferozmente”, descreveu a atriz ao Los Angeles Times. “E antes mesmo que eu pudesse pensar em como escapar daquela situação, ele ejaculou.” Olivia disse que começou a gritar e saiu correndo do trailer em que Ratner estava. Quando encontrou o membro da equipe que tinha pedido para ele ir ao local onde estava o produtor para entregar comida, ele disse: “Ah, não estou chocado, nem surpreso. Só me desculpe por isso”. Após o episódio, Olivia entrou em contato com a irmã de Ratner, que a aconselhou a procurar um advogado. Entretanto, o advogado aconselhou a atriz a “não medir forças com um importante diretor” e desistir de processá-lo. “Aquilo causou um grande impacto em mim”, declarou ela. “As pessoas só escutarão as mulheres quando elas estiverem totalmente despedaçadas?”. A atriz engoliu em seco e afirmou que precisou fugir de Ratner em diversos eventos de Hollywood. Mas passagem do diretor pela franquia “X-Men” não a impediu de conseguir o papel de Psylocke em “X-Men: Apocalipse” (de 2016) e ela deve retornar no vindouro “X-Men: Fênix Negra”. Já Natasha Henstridge (“A Experiência”) teve tratamento pior. Ela disse que tinha 19 anos quando participou de um clipe dirigido por Ratner, que a forçou a fazer sexo oral. Ela conta que, na ocasião, estava no apartamento dele, em Nova York, com outras pessoas da equipe. Em dado momento, ela pegou no sono e, quando acordou, percebeu que estava sozinha com o diretor, que a impediu de sair e começou a se masturbar em sua frente. “Ele me segurou de uma maneira muito forte e ficou fazendo força para cima de mim”, explicou ela. “Em certo momento, eu desisti e acabei fazendo o que ele ordenava.” Anos depois, ela tentou entrar numa nova série de TV. Mas o produtor era Ratner, que além de causar desconforto com sua presença no teste, não a aprovou. A série era “Prison Break”. As outras mulheres que acusam o diretor são as atrizes Jaime Ray Newman (que está na vindoura série do “Justiceiro”), Katharine Towne (“A Ameaça”), Jorina King e a modelo Eri Sasaki. As duas últimas eram figurantes em “A Hora do Rush 2” (2001) quando sofreram assédio, e o produtor assistente Kent Richards, que trabalhou no filme, confirma suas histórias, além de acrescentar que mais três figurantes reclamaram do comportamento do diretor durante as filmagens. O advogado de Ratner, Martin Singer, negou todas as acusações feitas pelas seis mulheres. “Trabalho com o Sr. Ratner há duas décadas e, até agora, nenhuma mulher o acusou de má conduta sexual, ou de assédio”, disse Singer por meio de um comunicado. “Além do mais, nenhuma mulher solicitou ou recebeu qualquer apoio financeiro do meu cliente.” De forma significativa, dias antes da reportagem a atriz Gal Gadot cancelou sua participação num evento em entregaria um prêmio ao diretor e produtor pelo conjunto de sua obra. O evento era iniciativa de uma organização judaica (Jewish National Fund), que após o cancelamento procurou evitar polêmica afirmando que tinha acontecido conflito de agenda. Além de diretor, Ratner é produtor como Harvey Weinstein. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), em que Gal Gadot debutou como Mulher-Maravilha!
Josh Brolin revela ter contrato para viver Cable em quatro filmes de super-heróis
O ator Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) revelou que viverá o mutante Cable em quatro filmes de super-heróis do universo dos X-Men. O personagem será introduzido em “Deadpool 2” e voltará no spin-off “X-Force”, que introduzirá a equipe de super-heróis liderada por Cable. “Primeiramente eu estava inseguro. Minha esposa pediu para eu ler o roteiro e eu li. Li no meu telefone. Achei hilário, descompromissado. Eu não tinha ideia do tamanho da comunidade de fãs. E hoje eu acho que fizemos um ótimo trabalho”, disse Brolin, em entrevista ao site Collider, durante a divulgação do filme de bombeiros “Only the Brave”. Na entrevista, ele confirma a produção de “X-Force” e sua participação em “Deadpool 3”, e ainda brinca: “Estamos chamando isso de ‘nossa série limitada'”, em referência à quantidade de vezes que irá aparecer como Cable a partir de 2018. Confira abaixo. A continuação de “Deadpool” (2016) terá os mesmos roteiristas, Rhett Reese e Paul Wernick, com reforço de Drew Goddard (“Perdido em Marte”), mas sofreu uma mudança de diretor, com David Leitch (“Atômica”) no lugar de Tim Miller. A estreia vai acontecer em maio de 2018.
X-Men: Fênix Negra encerra suas filmagens
Poucas horas após Ryan Reynolds anunciar o término das filmagens de “Deadpool 2”, o produtor, roteirista e agora também diretor Simon Kinberg anunciou o final de “X-Men: Fênix Negra”, por meio de uma mensagem em seu Instagram. Veja abaixo. Para quem não lembra, Kinberg passou a escrever as aventuras dos mutantes no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), que quase acabou com a franquia. Com “X-Men: Fênix Negra” ele refilma a mesma história, desta vez também como diretor e, alegadamente, de forma mais próxima dos quadrinhos. O filme volta a reunir os intérpretes de “X-Men: Apocalipse”, Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). A atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) também está no elenco em papel não confirmado – mas que se especula ser a Imperatriz Lilandra Neramani, líder da raça alienígena shi’ar. A estreia está marcada para novembro de 2018. That's a wrap. #darkphoenix #xmenmovies 11.2.18 Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em Out 14, 2017 às 1:39 PDT
Ryan Reynolds anuncia final das filmagens de Deadpool 2
O ator Ryan Reynolds anunciou em seu Instagram que as filmagens de “Deadpool 2” foram encerradas. No post, ele agradeceu o diretor e a equipe técnica, incluindo uma imagem dos bastidores, e dizendo que já estava sentindo falta do set. Mas um seguidor rapidamente lhe cobrou seu esquecimento da dublê que morreu durante a produção. Além de Reynolds no papel de Deadpool e o retorno da maioria dos personagens do primeiro filme, a continuação vai trazer Josh Brolin (“Sicario”) como o mutante Cable e Zazie Beets (da série “Atlanta”) no papel de Dominó. O novo filme tem os mesmos roteiristas, Rhett Reese e Paul Wernick, com reforço de Drew Goddard (“Perdido em Marte”), mas sofreu uma mudança de diretor, com David Leitch (“Atômica”) no lugar de Tim Miller. A estreia vai acontecer em maio de 2018. That’s a wrap on DEADPOOL 2: A SONG OF FIRE AND ICE! Thank you to our beloved Captain, Mr. @davidmleitch… words are too clumsy to properly acknowledge your giant heart and talent. I love my hometown of Vancouver and our obscenely gifted crew. From our PA’s, (who are first in and last out) to our set decorators and prop department, riddling this film with Easter Eggs in almost every scene… Thank you. I already miss being on set. Which is why I’ve decided to continue shooting the film in my underwear from Josh Brolin’s well appointed living room. #MaximumEffort Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em Out 14, 2017 às 5:34 PDT
Fox define data e Gambit será o próximo X-Men a ganhar um filme próprio
A 20th Century Fox definiu a data de lançamento de mais um filme baseado no universo dos X-Men: o longa-metragem individual de Gambit. O anúncio indica que o projeto finalmente superou seus obstáculos, que levou à saída de diretores e sucessivos adiamentos, e agora ganhou prioridade do estúdio, com a marcação de uma estreia próxima, em 14 de fevereiro de 2019. Recentemente, o ator Channing Tatum (“Magic Mike”) confirmou que continuava envolvido com o filme. Ele vai interpretar o protagonista Remy LeBeau, o mutante de Nova Orleans que usa o codinome Gambit e pode transformar objetos em projéteis. Isso inclui um baralho de cartas. “Na verdade eu acho que nós tivemos uma tremenda sorte e vamos olhar para esses contratempos como grandes bençãos”, disse o ator, que também será produtor de “Gambit”. “Tínhamos um primeiro rascunho, que era bom, mas estávamos chegando naquele ponto de virada dos filmes dos ‘X-Men’ e de super-heróis, com ‘Logan’ e ‘Deadpool’ quebrando paradigmas. Nós estávamos tentando fazer algumas coisas que na verdade não poderíamos fazer, e eles derrubaram as portas, então estamos repensando um pouco o projeto”, o astro afirmou. O roteiro mais recente é de Joshua Zetumer (“RoboCop” e “O Dia do Atentado”) e a direção deve ficar a cargo de Gore Verbinski (dos três primeiros “Piratas do Caribe”), com quem o estúdio estava negociando antes de definir o cronograma de lançamento. Os sucessos de “Deadpool” e “Logan” motivaram o estúdio a ampliar ainda mais o universo dos heróis mutantes no cinema. Atualmente, a Fox prepara as estreias de “Os Novos Mutantes”, “Deadpool 2” e “X-Men: Fênix Negra”, que chegarão aos cinemas em abril, junho e novembro de 2018.
Primeiro trailer de Os Novos Mutantes assume aparência de filme de terror
A Fox divulgou o primeiro trailer de “Os Novos Mutantes”, em versões legendada e dublada em português. A prévia confirma o que havia adiantado o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”): o clima é de filme de terror. “Não haverá uniformes. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. A opção é curiosa, pois se consegue se diferenciar dos outros filmes de mutantes da Fox, por outro lado as imagens materializadas no vídeo são indistinguíveis de inúmeras produções de terror genéricas, em que um hospital se revela ambiente amaldiçoado – “Aterrorizada”, “A Cura”, etc – ou que uma entidade transforma a realidade em pesadelo – “A Hora do Pesadelo” e até a série “Legion”, que é de mutantes da Fox. Além disso, os protagonistas parecem adolescentes comuns, vítimas de uma assombração, e não super-heróis da Marvel. Feita a ressalva, há indicações de que a trama segue sim uma história clássica dos Novos Mutantes, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos quadrinhos, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus), o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”), creditada como a médica mutante Dra. Cecilia Reyes. É ela, por sinal, quem domina a prévia com sua voz. Mas só na versão legendada. Não é a voz de Alice Braga que se ouve, quando a personagem fala na versão dublada em português. A estreia está prevista para abril de 2018.











