Hugh Jackman brinda com caipirinha, veste camisa da seleção e conhece seu dublador brasileiro
Hugh Jackman aproveitou bem sua temporada paulista. Depois de tomar seu primeiro pingado, o intérprete de Wolverine vestiu literalmente a camisa do país, brindou com caipirinha, sobrevoou a cidade de helicóptero (batucando em ritmo de carnaval) e aprendeu mais palavras em português, especialmente depois de se encontrar com seu dublador oficial no Brasil, Isaac Bardavid, no programa “The Noite”. Demonstrando sua extrema simpatia, registrou cada momento em seu Instagram, utilizando apenas português nos textos. O ator australiano também participou de uma entrevista coletiva no domingo (19/2), para divulgar o lançamento de “Logan”, seu último filme no papel de Wolverine. Dirigido por James Mangold, “Logan” estreia no Brasil no dia 2 de março. Obrigado São Paulo, obrigado Brasil, feliz carnaval! Saúde! #wponx @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 11:22 PST Não seja aquilo que te fizeram @wponx @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 10:01 PST Feliz Carnaval! @wponx BRASIL! @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 20, 2017 às 7:45 PST Vai Basil! #Logan @20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 19, 2017 às 8:15 PST
Entrevista: Hugh Jackman diz ter sentido paz ao se despedir de Wolverine em Logan
O ator Hugh Jackman participou de uma entrevista coletiva em São Paulo, neste domingo (19/2), para divulgar o lançamento do seu último filme como Wolverine, “Logan”. Dirigido por James Mangold, o terceiro filme solo do super-herói mutante estreia no Brasil no dia 2 de março. E, segundo o ator, “é a história definitiva do Wolverine”. “Não queria que fosse um filme de quadrinhos. Queria que fosse o filme definitivo sobre este homem. Que, ao olhar para trás, eu tivesse orgulho”, ele explicou, reforçando que será a última vez em que viverá o personagem. E que, sim, sentiu muito orgulho do filme, quando o viu projetado pela primeira vez numa tela de cinema. Apesar de “Logan” marcar sua despedida do papel – que viveu em nove filmes, inclusive nos seis longas dos “X-Men” já lançados – , ele garante que jamais deixará de se sentir Wolverine. “Eu amo o Wolverine. Não vou sentir saudade, pois ele sempre estará dentro de mim. Sei que não vou deixar essa família ‘X-Men’ nunca, pois todos os dias encontro fãs que me acenam com os dedos imitando as garras de Wolverine. E isso será pra sempre.” Mas dar um adeus de forma consciente foi complicado. “Foi muito emotivo fazer esse filme. Cheguei a chorar no set”, ele confessou. “Foi difícil me despedir da equipe depois de tantos anos. E se eu não conseguir um emprego logo, talvez eu fique preocupado”, brincou. Foram 17 anos na pele do baixinho invocado. Não há dúvidas de que o personagem marcou a carreira do ator australiano, que era praticamente desconhecido quando surgiu no primeiro “X-Men”, em 2000, aos 32 anos de idade. “Eu nunca tinha ouvido falar de ‘X-Men’ quando me chamaram para o teste. Quando li que garras saiam das mãos dele, pensei: ‘Isso é ridículo’”, ele contou. Mas não demorou a se identificar com a humanidade de Logan, que sempre foi muito mais que garras afiadas. “Wolverine é um personagem diferente. Pra mim, ele é mais definido por sua humanidade do que pelos seus poderes. Com esse filme, ‘Logan’, conseguimos nos aprofundar nessa humanidade. O maior inimigo de Logan é a intimidade. Ter intimidade com amigos, familiares, isso revela quem você realmente é, mostra até o que você não aceita em si. Agora ele se rende e deixa uma família entrar”. Jackman diz que esta era a história que sempre quis contar, desde que sentiu o potencial real de Wolverine. “Sempre senti que existia uma história mais profunda em relação a esse personagem. Tenho muito orgulho dos filmes do passado, mas sentia que tinha algo a mais. Não queria representar só o durão Wolverine, mas o difícil Logan. Espero que os fãs digam: finalmente, este é o filme do Wolverine que eu queria ver.” A busca por uma narrativa mais dramática é equilibrada, na tela, por uma violência jamais vista nos filmes de mutantes da Fox. Segundo Jackman, a violência de “Logan”, que foi classificado como não indicado para menores de idade nos EUA, foi intencional. “É violento de propósito. Não dá para entender Logan sem entender que este é um homem que foi criado para ser uma arma a vida toda”, diz. “Não é um filme em que um prédio cai sobre as pessoas e dizem que elas morreram. Quando pessoas morrem, elas morrem.” “É um filme adulto”, ele acrescenta. “Tem crianças no elenco, mas não é feito pra crianças. Foi uma decisão ousada que tomamos. Agora, existe um entendimento sobre as consequências da violência. Se você é violento, isso fica em você. Não importa se você é violento lutando por algo que acredita. Você carrega aquele peso. Logan sente esse peso. O filme é uma reflexão sobre a morte, sobre envelhecer, sobre se conectar, sobre família.” No filme, Jackman divide a tela com Patrick Stewart, que interpreta uma versão ainda mais envelhecida de Charles Xavier, e Dafne Keen, que encarna uma jovem mutante chamada de Laura nas sinopses oficiais, mas que o ator, na entrevista, chama logo pelo nome que os fãs reconhecem dos quadrinhos e das séries animadas. “A idéia de usar a X-23 e a demência de Xavier foi de Jim [o diretor James Mangold], e acho que foi ótimo. Pegar esse personagem, que é a pessoa com o maior medo de intimidade, e cercá-lo com uma família foi uma grande escolha narrativa”, ele observa. “Nesse filme, Logan finalmente sente algo pela primeira vez: paz. E eu fico até meio emocional pensando nisso, porque eu me senti em paz também ao assistir pela primeira vez, como um ator que vive este homem há 17 anos”, concluiu.
Cena inédita de Logan revela a origem de Laura, a mutante conhecida como X-23
A 20th Century Fox divulgou uma cena inédita de “Logan”, que mostra a “origem” de Laura (Dafne Keen), a mutante que os fãs de quadrinhos e séries animadas conhecem como Laura Kinney – ou X-23. A prévia se passa numa mistura de laboratório e prisão, e usa a estética dos vídeos encontrados (found footage) para registrar as experiências realizadas na menina. O filme teve sua première mundial no Festival de Berlim, onde foi recepcionado por aplausos entusiasmados. A trama se passa no futuro, em 2024, após a população mutante ser reduzida drasticamente e os X-Men terem se separado. Logan, cujo poder de regeneração está enfraquecendo, se entregou ao álcool e ganha a vida como motorista. Certo dia, uma estranha pede que ele leve uma garota chamada Laura até a fronteira canadense e à princípio ele recusa, mas muda de ideia ao descobrir que o Professor Xavier aguarda há anos pela menina. Extraordinariamente habilidosa em lutas, Laura se parece com Wolverine em vários aspectos e é perseguida por sinistras figuras que trabalham para uma poderosa corporação. Seu DNA contém o segredo que a conecta a Logan e uma implacável perseguição tem início. Com direção de James Mangold (“Wolverine: Imortal”), a estreia de “Logan” está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Diretor de Logan já quer fazer filme solo de X-23
“Logan” ainda não estreou, mas as reações entusiasmadas à première do filme no Festival de Berlim acabaram inspirando o diretor James Mangold a já imaginar sua continuação. Só que sem o personagem-título, uma vez que Hugh Jackman não voltará ao papel de Wolverine. Em entrevista ao site We Got This Covered, Mangold revelou seu desejo de fazer uma continuação centrada na menina X-23, personagem vivido por Dafne Keen, que fará sua estreia nos cinemas em “Logan”. “Eu acho que a Dafne está incrível nesse filme e eu adoraria vê-la num filme [solo] da personagem. Isso é algo que eu certamente gostaria muito de me envolver. Para mim, a decisão de abordar o lado familiar e inserir Laura [Kinney, nome original da X-23] e um Charles [Xavier] doente foram minhas maiores contribuições”, declarou. A trama de “Logan” se passa no futuro e mostra Wolverine recebendo uma última missão do Professor Xavier (Patrick Stewart), que aparece bastante debilitado: proteger uma jovem mutante (Dafne Keen) dos mercenários que a perseguem. A estreia acontece em duas semanas, no dia 2 de março no Brasil.
Logan tem a première mais aplaudida e a entrevista mais concorrida do festival de Berlim
A première de “Logan” foi uma das sessões mais aplaudidas do Festival de Berlim 2017. E a que gerou mais comoção, com lágrimas escorrendo dos rostos de críticos internacionais, a ponto de aplausos se confundirem com soluços. Muitos ficaram esperando pela cena pós-crédito em busca de um alívio. Mas ela não veio. A entrevista coletiva, com a participação do diretor James Mangold, do astro Hugh Jackman, do veterano Patrick Stewart e da jovem Dafne Keen, também foi a mais concorrida do festival alemão, com dezenas de jornalistas e um número ainda maior de fotógrafos tentando encontrar lugares que não existiam para registrar a opinião dos artistas. Além do tom dramático, a questão da violência excessiva da trama foi tratada com atenção, assim como a impressionante liberdade conferida pela 20th Century Fox para que fizessem uma produção de super-heróis com pegada autoral… e com aquele final. Jackman afirmou que o projeto foi concebido, desde seu primeiro esboço, para ser completamente diferente dos demais filmes dos X-Men. “Sabíamos que esta seria minha última vez no papel, então não queríamos que o filme fosse limitado por um gênero, classificação indicativa ou conexões com longas anteriores. Decidimos também que não seria um filme divertido. Queríamos apenas que fosse um bom filme. Mas o resultado ultrapassou as minhas expectativas”, explicou. “Não posso dizer que vou sentir saudade dele, porque Logan sempre vai viver aqui comigo. E os fãs vão me lembrar dele também”, disse, rindo. “É parte de quem sou. Mas não vou sentir falta da dieta de frango”, brincou, referindo-se à alimentação com base em proteínas para entrar em forma para o papel. “São 17 anos no personagem”, ele continuou, “mas se alguém me perguntasse o que deveria ver da franquia para poder entendê-lo, eu diria que deveria ir diretamente para ‘Logan’, pois foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine. E é muito bom chegar a esta produção sem que ela carregue o estigma de ‘filme de gênero’ ou de ser mais um filme de super-herói. Esta história sobre a formação de uma família é uma carta de amor aos fãs de Wolverine”, completou. Mangold citou “Os Imperdoáveis”, de Clint Eastwood, e outros westerns como principal referência, em vez das habituais histórias em quadrinhos, que, por sua vez, aparecem na trama como metalinguagem. Os trailers já tinham mostrado Logan criticando os gibis que contavam as “aventuras dele”. “Pensamos muito em ‘Os Imperdoáveis’ na concepção do roteiro, com menção específica à figura do pistoleiro vivido por Richard Harris, que tem sua história narrada por um escritor”, explicou Mangold, à respeito da ideia de incluir os quadrinhos na própria história. “Conversei com Hugh e com nossos parceiros sobre o fato de que os feitos dos X-Men, naquele mundo de ficção, seriam tão populares que alguém escreveria sobre eles como heróis folclóricos. Por isso, seria normal que eles virassem personagens de quadrinhos”, contou. O diretor assegurou que não houve interferências do estúdio, apesar do temor dos executivos, confirmado pela presidente da 20th Century Fox Stacey Snider numa convenção desta semana. “Fiz o filme como quis. O estúdio podia ficar assustado por estarmos fazendo algo fora do normal, mas eles nos apoiaram. Deixaram-nos experimentar e para isso é preciso ter coragem. Agradeço-lhes profundamente”. Na trama, que se passa no futuro, Logan aparece envelhecido e perdendo os poderes, mas é convencido pelo Professor Xavier (Patrick Stewart) a realizar uma última missão: levar uma menina mutante (Dafne Keen) para um local seguro, enquanto é perseguido por mercenários. Mas a menina acaba se revelando tão feroz quanto o velho Wolverine, inclusive demonstrando os mesmos poderes – fãs dos quadrinhos e das animações dos X-Men sabem porquê. Indagado se não deveria evitar retratar uma criança assassina num filme, o diretor se defendeu. “Essas crianças são atores. Criamos um ambiente de muito amor. Fazer um filme é muito diferente de ver. Dafne cresceu neste meio e sabe a diferença entre ficção e realidade”, disse. “Agora, este filme não foi feito para crianças, não apenas por causa da violência, mas dos temas, como a natureza da vida e da morte.” Apesar da resposta, o diretor voltou a ser questionado sobre o excesso de violência na trama, que, apesar das restrições etárias, será vista por jovens quando chegar à TV. “Há programas na TV mais violentos e explícitos que os jovens veem. O trabalho de saber o que o seu filho vê não é meu, é seu. O meu é apenas o de fazer filmes. Quando mostramos violência, temos de saber mostrar as consequências. Que a vida acaba, o que hoje é muito ignorado no cinema. Muitas vezes nos filmes morrem centenas de pessoas, mas, como há menos sangue, a violência não é discutida. E é isso que o meu filme faz”, o cineasta respondeu, sob muitos aplausos. “As grandes histórias jogam luz sobre quem somos”, disse Jackman, que lembrou que, além de lidar com as consequências da violência, “‘Logan’ também é um filme sobre família, sobre cuidar dos mais velhos e dos mais jovens”. “O filme mostra um mundo em transformação, em que discutimos se é melhor se separar ou se conectar. Se é mais seguro viver sozinho e isolado de todos ou se, mesmo mais perigosa, a conexão com outros é melhor solução. Espero que o filme tenha essa ressonância”, concluiu. Logan estreia no Brasil em duas semanas, no dia 2 de março.
Tom sombrio de Logan preocupou a Fox, assume presidente do estúdio
Numa rara confissão sobre a forma como os executivos de cinema tomam suas decisões, a presidente da 20th Century Fox, Stacey Snider, revelou que teve muito medo de aprovar “Logan”. Após as críticas negativas recebidas por “X-Men Origens: Wolverine” (2009) e a indiferença em torno de “Wolverine: Imortal” (2013), Snider ainda não estava convencida de que era necessário uma transformação radical na franquia e ficou com o pé atras com a ideia de filmar um longa dramático e sombrio de super-herói, com classificação etária para maiores nos EUA. Em participação na conferência Recode Media, realizada na quinta (16/2) na Califórnia, ela afirmou que os executivos estavam preocupados que o filme fosse “entediante para caramba”, porque não tinha piadas a cada minuto. “Estávamos preocupados com a intensidade e o tom do filme. É como um poema sobre a vida e a morte. O paradigma é de um western, e meus colegas estavam nervosos com relação ao que estava sendo proposto. Não é um filme divertido e sarcástico com um Wolverine furioso que fuma charutos. Isso se tornou nosso grande debate. ‘Será que não vai ficar entediante pra caramba? Não é animador imaginar o Wolverine como um cara de verdade que está cansado do mundo e que não quer mais lutar até que uma garota precise dele?!’”, afirmou. A produção vem sendo vendida como um filme diferente das típicas adaptações de quadrinhos, tanto que tem sua première mundial marcada para esta sexta (17/2) no Festival de Berlim, um feito raro para uma produção de super-heróis. Novamente dirigido por James Mangold (de “Wolverine: Imortal”), “Logan” estreia em 2 de março no Brasil.
Patrick Stewart insinua que ainda não se despediu do Professor Xavier
O ator Patrick Stewart revelou que “Logan” pode não ser seu último filme do universo dos X-Men como o Professor Xavier. Em entrevista ao programa Entertainment Tonight, o ator britânico afirmou: “Hugh [Jackman] levantou essa bandeira de dizer ‘adeus’. Eu ainda não fiz isso.” Hugh Jackman, de fato, afirmou que “Logan” seria seu último trabalho no papel de Wolverine, embora Ryan Reynolds esteja em campanha para convencê-lo a participar de um crossover com Deadpool. O Professor Xavier, por sua vez, tem sido citado como personagem do filme dos Novos Mutantes, mas acreditava-se que seria interpretado por James McAvoy, que assumiu o papel em “X-Men: Primeira Classe” (2011). Para contradizer tudo isso, uma cena do trailer de “Logan” parece sugerir a morte de Charles Xavier. Mas vale lembrar que a trama deste filme se passa no futuro. “Logan” estreia em 2 de março no Brasil.
Logan ganha novo pôster em estilo retrô para o lançamento em IMAX
A 20th Century Fox divulgou um novo pôster de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine, para os cinemas IMAX. Em estilo retrô, a imagem reúne os personagens centrais da trama: o próprio Logan (Hugh Jackman), a jovem mutante X-23 (Dafne Keen), o Professor Xavier (Patrick Stewart), o vilão Donald Pierce (Boyd Holbrook) e seus mercenários. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novas fotos destacam todos os personagens centrais de Logan
A 20th Century Fox divulgou cinco novas fotos de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. As imagens destacam todos os personagens centrais da trama: o próprio Logan (Hugh Jackman), a jovem mutante X-23 (Dafne Keen), o Professor Xavier (Patrick Stewart), o morlock Caliban (Stephen Merchant), o vilão Donald Pierce (Boyd Holbrook) e o cientista Dr. Zander Rice (Richard E. Grant), que nos quadrinhos é responsável pela experiência que resultou no clone feminino de Wolverine. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Wolverine vira motorista de limousine em cena surreal de Logan
A 20th Century Fox divulgou uma nova cena de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. O vídeo em preto e branco mostra que Wolverine (Hugh Jackman) virou um motorista de limousine, que transporta adolescentes de bailes de formatura, passando totalmente incognito, enquanto ouve uma mensagem. Toda a cena é surreal, especialmente no contexto do personagem. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Wolverine aparece nervoso na primeira cena completa de Logan
A 20th Century Fox divulgou dois novos vídeos de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. Um deles é o comercial do Super Bowl, que destaca a selvageria da menina mutante vivida por Dafne Keen (série “The Refugees”), conhecida nos quadrinhos e em séries animadas como X-23. O outro é uma cena inédita completa, que mostra Wolverine (Hugh Jackman) nervoso diante de um ultimato. A prévia tem participação de Eriq La Salle (até hoje lembrado como o Dr. Peter Benton na série “E.R.”). O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Logan ganha dois comerciais com cenas inéditas da selvageria de X-23
A 20th Century Fox divulgou os primeiros comerciais de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. Repletas de cenas inéditas, as prévias destacam a selvageria de X-23 (Dafne Keen), a clone mirim de Wolverine, que o Professor Xavier (Patrick Stewart) prevê que se tornará mais poderosa que o próprio Logan (Hugh Jackman). Um dos vídeos também destaca um aviso de Caliban (Stephen Merchant) sobre a diminuição do fator de cura do herói. O filme encontra Wolverine no futuro, envelhecido e recrutado pelo Professor X para uma última missão: salvar X-23, que é perseguida pelo grupo de mercenários do vilão Donald Pierce (Boyd Holbrook), denominados Carniceiros (Reavers). O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens para ampliá-las e aproveite e veja o mais recente trailer legendado aqui.
Nova sinopse de Logan confirma ligação entre Wolverine e X-23
A organização do Festival de Berlim 2017 divulgou uma nova sinopse de “Logan”, que detalha a ligação de Wolverine com a pequena e poderosa jovem mutanta vista nas artes e prévias da produção, e ainda revelou a duração do longa, que terá 135 minutos (ou seja, 2h15). A primeira sinopse oficial dizia: “Num futuro próximo, um cansado Logan (Hugh Jackman) cuida do doente Professor Xavier (Patrick Stewart) escondido na fronteira do México. Mas sua tentativa de ficar isolado do mundo e de seu legado termina quando uma jovem mutante surge, sendo perseguida por forças obscuras”. Já a sinopse do festival alemão é bem mais detalhada: “Em 2024, a população mutante foi reduzida drasticamente e os X-Men se separaram. Logan, cujo poder de regeneração está enfraquecendo, se entregou ao álcool e ganha a vida como motorista. Certo dia, uma estranha pede que ele leve uma garota chamada Laura (Dafne Keen) até a fronteira canadense e à princípio ele recusa, mas muda de ideia ao descobrir que o Professor Xavier aguarda há anos pela menina. Extraordinariamente habilidosa em lutas, Laura se parece com Wolverine em vários aspectos e é perseguida por sinistras figuras que trabalham para uma poderosa corporação. Seu DNA contém o segredo que a conecta a Logan e uma implacável perseguição tem início.” A descrição reforça a conexão da trama com os quadrinhos e desenhos animados, nos quais Laura Kinney é mais conhecida como X-23, um clone juvenil do Wolverine. “Logan” terá sua première mundial no Festival de Berlim, onde será exibido fora de competição no dia 17 de fevereiro. A estreia no Brasil está marcada para o dia 2 de março, e Hugh Jackman revelou nas redes sociais que virá a São Paulo divulgar o lançamento.










