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  • Filme

    Diretor de Velozes e Furiosos 8 vai filmar reboot de Homens de Preto

    2 de fevereiro de 2018 /

    O diretor F. Gary Gray, que comandou os sucessos “Velozes e Furiosos 8” (2017) e “Straight Outta Compton” (2015), foi definido pela Sony para assumir o reboot de “Homens de Preto”. Segundo o site Deadline, o filme será centrado na premissa da trilogia original – e dos quadrinhos de Lowell Cunningham e Sandy Carruthers que inspiraram a franquia – , acompanhando agentes de uma organização secreta, dedicada a policiar e acobertar a presença alienígena na Terra. Mas os agentes não serão vividos por Will Smith e Tommy Lee Jones, mas novos personagens. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O reboot já tem roteiro aprovado, escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A previsão de estreia é para o verão norte-americano de 2019.

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    Filmagens de Aladdin, com Will Smith, já acabaram

    26 de janeiro de 2018 /

    As filmagens da versão com atores da animação “Aladdin” foram encerradas nesta semana. O anúncio foi feito no Twitter pelo intérprete do papel-título, o ator Mena Massoud. “Terminamos ‘Aladdin’! Tem sido uma jornada incrível e mal posso esperar para vocês assistirem no verão de 2019”, ele escreveu, ao lado de uma foto de bastidores. A produção foi precedida por uma polêmica reportagem do site The Hollywood Reporter, que revelou uma suposta dificuldade do diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) para encontrar atores de descendência árabe ou indiana para os papéis principais. Cerca de 2 mil atores testaram para o papel de Aladdin e nomes como Riz Ahmed (“Rogue One – Um História Star Wars”) e Dev Patel (“Lion”) chegaram a ser cogitados. Mas o diretor queria um ator na faixa dos 20 anos que soubesse cantar e o papel acabou nas mãos do pouco conhecido Mena Massoud (da vindoura série “Jack Ryan”). O elenco ainda destaca Will Smith (“Bright”) como o Gênio da Lâmpada, Naomi Scott (“Power Rangers”) no papel da Princesa Jasmine e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. Além destes, foi anunciado que Billy Magnussen se juntou ao elenco como o Príncipe Anders. O personagem não faz parte do desenho clássico da Disney nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014), e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. O Príncipe loiro não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também terá um papel (não revelado) criado especialmente para o filme. Com estreia prevista para maio de 2019, “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e o diretor Guy Ritchie. O lançamento faz parte da leva de refilmagens live action do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017). That's a wrap on #Aladdin! It's been an incredible journey and I can't wait for you to see it summer 2019! pic.twitter.com/b7Vynsdnow — Mena Massoud (@MenaMassoud) January 24, 2018

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  • Mary Elizabeth Winstead
    Filme

    Mary Elizabeth Winstead vai estrelar sci-fi com Will Smith

    17 de janeiro de 2018 /

    A atriz Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) entrou no elenco de “Gemini Man”, primeira sci-fi do diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), sobre um assassino que precisa enfrentar um clone de si mesmo. Por ironia, ela superou a concorrência de Tatiana Maslani, uma especialista em clones (na série “Orphan Black”), para conquistar o principal papel feminino. Will Smith (“Bright”) interpreta os dois papéis principais, como Henry, um assassino idoso que quer se aposentar, e também seu oponente, um clone 25 anos mais jovem e no auge da forma física, que tem a missão de matá-lo. Mary Elizabeth Winstead viverá uma agente da mesma empresa, com ordens para vigiar a Henry. Mas, em vez disso, ela resolve se juntar a ele. O elenco também pode contar com Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), que negocia viver um dos vilões da trama, o chefe do programa de clonagem. “Gemini Man” está sendo tratado como prioridade pela Skydance, após passar anos parado na Disney, num pacote de projetos do produtor Jerry Bruckheimer (“Piratas do Caribe”).

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    Netflix oficializa a produção da sequência de Bright

    3 de janeiro de 2018 /

    A Netflix encomendou oficialmente a continuação de “Bright”, sua primeira superprodução, que voltará a reunir as estrelas Will Smith e Joel Edgerton, juntamente com o diretor David Ayer. Além de dirigir, Ayer também vai escrever o roteiro – como fez em “Esquadrão Suicida”. Isto significa que a figura mais controversa da produção foi cortada da sequência. O roteirista Max Landis, que recebeu entre US$ 3 e 4 milhões por seu roteiro em 2016, vive uma tempestade de denúncias de assédio sexual, que inundaram o Twitter. “Bright” se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. A filmagem foi a mais cara já produzida pela Netflix, com custos estimados de quase US$ 100 milhões. E o resultado acabou destruído pela crítica – “o pior filme do ano”, de acordo com uma das resenhas – , mas aparentemente teve um público considerável. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. E, segundo a Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma, de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Entretanto, este o método da Nielsen só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão.

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    Pesquisa de audiência revela que Bright tem público de blockbuster na Netflix

    29 de dezembro de 2017 /

    Apesar de malhado pela crítica, “Bright” atraiu um grande público na Netflix. Segundo pesquisa de audiência da Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma. Os dados contabilizados são de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Vale lembrar que o longa estrelado custou quase US$ 100 milhões de produção, além de uma fábula encantada de marketing. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. Entretanto, este método só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão. Ou seja, os números de “Bright” devem ser muito, mas muito maiores que estes.

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    Netflix providencia seus próprios críticos para elogiar Bright: orcs adolescentes

    28 de dezembro de 2017 /

    Até filmes ruins ganham bons comerciais. E a Netflix está se tornando expert em encontrar formas diferenciadas para promover seus lançamentos. Diante do massacre sofrido por “Bright”, que chegou até a ser chamado de “pior filme do ano” pela imprensa norte-americana, a plataforma providenciou sua própria crítica da produção, num vídeo gravado por dois orcs adolescentes. Que como típicos orcs adolescentes adoram explosões, rock pesado e elfas bonitas. Eles também vibram com a surra sofrida por Will Smith por chamar orcs de Shrek. “Somos orcs, não ogros”, reparam. E só lamentam que o orc policial não seja o herói principal da história – o que justifica uma nota 9. Para que perder tempo com o que humanos acham de um filme, se os orcs são muito mais divertidos? Acredita a Netflix.

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    Bright é acusado de omitir 60 profissionais de maquiagem de seus créditos

    27 de dezembro de 2017 /

    Além das críticas negativas, o filme “Bright”, primeira superprodução da Netflix, está tendo que conviver com polêmicas. Após múltiplas denúncias de assédio sexual disparadas no Twitter contra o roteirista Max Landis, agora a produção é acusada de ter omitido os nomes de 60 maquiadores do studioADI (com extensa filmografia de blockbusters) em seus créditos. O detalhe é que o filme está na lista de finalistas às indicações do Oscar 2018 na categoria de Melhor Maquiagem, o que torna a omissão mais notável. Em nota oficial, o estúdio afirma que grandes produções como “Bright” eventualmente têm problemas nos créditos, dado o tamanho da equipe. Entretanto, pede que a plataforma de streaming corrija o erro. “Em raras ocasiões, créditos são omitidos. Quando você vê aquelas listas sem fim de membros da produção em filmes como ‘Bright’, pode ter certeza de que ocorrerão erros. E foi o que aconteceu com a gente. Nossa equipe inteira ficou de fora dos créditos. Estamos tendo as conversas necessárias sobre corrigir isso (é streaming, certo? Parece possível fazê-lo), mas até termos uma resolução, pensamos em publicar a lista completa dos caras incríveis que trabalharam na equipe do ADI”. A lista integral dos funcionários do studioADI que trabalharam na maquiagem do filme pode ser lida aqui.

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    Bright está na disputa do Oscar 2018 de Melhor Maquiagem

    23 de dezembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas revelou os sete filmes pré-selecionados para a disputa do Oscar 2018 na categoria de Melhor Maquiagem. E “Bright”, da Netflix, que um crítico famosamente considerou “o pior filme do ano”, está no páreo. A fantasia estrelada por Will Smith vai disputar uma vaga com a transformação de Gary Oldman em Winston Churchill, no filme “O Destino de uma Nação”, de Judi Dench na rainha Victoria, em “Victoria & Abdul: O Confidente da Rainha”, de Margot Robbie em Tonya Harding, em “Eu, Tonya”, e do menino Jacob Trembley em Auggie, o protagonista deformado de “Extraordinário”, além do extenso trabalho realizado em dois filmes carregados de efeitos visuais: “Ghost in the Shell – A Vigilante do Amanhã” e “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Os finalistas serão anunciados junto com os indicados nas demais categorias da premiação, no dia 23 de janeiro. A cerimônia de premiação acontecerá em 4 de março e será transmitida para 225 países, incluindo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Evaristo Costa é preso por Will Smith em novo comercial de Bright

    22 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um segundo vídeo promocional de “Bright” com Evaristo Costa. Desta vez, ele aparece preso no camburão de Will Smith, e tenta argumentar em português – e espanhol – que não soltou spoiler e não merece ser preso. Mas Will Smith não entende português e acha que ele está falando a língua dos orcs. O vídeo foi divulgado após Evaristo voltar à bancada de um telejornal num “plantão” para noticiar tiros e explosões na cidade, que iniciou a campanha de marketing brasileira do filme. Apesar de ter se afastado do “Jornal Hoje” em julho, o contrato de Evaristo só foi oficialmente encerrado com a Globo no dia 31 de outubro. Até então, ele não podia fazer campanhas publicitárias ou fornecer conteúdo patrocinado nas redes sociais, mas fortaleceu a presença no meio digital, sobretudo no Instagram, na qual seu perfil acumula quase 6 milhões de seguidores. O jornalista, inclusive, usou suas redes sociais como parte da ação de marketing da Netflix, ao postar uma imagem na bancada de um telejornal como teaser, deixando os fãs curiosos. “Plantão de Natal. De volta para a bancada”, escreveu ele, antecipando o primeiro comercial. “Bright”, a primeira superprodução da Netflix, chegou nesta sexta-feira (22/12) na plataforma de streaming. E a crítica odiou.

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    Evaristo Costa volta a “telejornal” para noticiar explosões e tiroteios de filme com Will Smith

    22 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um comercial brasileiro do filme “Bright”, que usa o formato de um plantão de telejornal para anunciar explosões pela cidade e um tiroteio entre o policial vivido por Will Smith e gangues de orcs. O apresentador é Evaristo Costa, que volta a uma bancada de telejornal após sair do “Jornal Hoje”, em julho. Claro que funcionaria melhor se “Bright” se passasse em São Paulo e não em Los Angeles, e os nomes dos personagens fossem mais fáceis de pronunciar. E também se o filme não tivesse sido destruído pela crítica na véspera. Mas serve para lembrar que a primeira superprodução da Netflix chegou nesta sexta-feira (22/12) na plataforma de streaming. Apesar de ter se afastado da televisão, anunciando um ano sabático, o contrato de Evaristo só foi oficialmente encerrado com a Globo no dia 31 de outubro. Até então, ele não podia fazer campanhas publicitárias ou fornecer conteúdo patrocinado nas redes sociais, mas fortaleceu a presença no meio digital, sobretudo no Instagram, na qual seu perfil acumula quase 6 milhões de seguidores. O jornalista, inclusive, usou suas redes sociais como parte da ação de marketing da Netflix, ao postar uma imagem na bancada de um telejornal como teaser, deixando os fãs curiosos. “Plantão de Natal. De volta para a bancada”, escreveu ele. Veja abaixo. Plantão de Natal. De volta para a bancada. Uma publicação compartilhada por Evaristo Costa (@evaristocostaoficial) em 21 de Dez, 2017 às 11:31 PST

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    Diretor de Bright vai ao Twitter responder a crítico que chamou seu filme de “o pior de 2017”

    21 de dezembro de 2017 /

    O diretor e roteirista David Ayer resolveu responder uma das críticas negativas recebidas por “Bright”, seu novo filme estrelado por Will Smith. Acostumado à reações extremas, após “Esquadrão Suicida”, ele optou por humor depreciativo ao abordar o jornalista que definiu seu trabalho como “o pior de 2017”. “Esta vai para a porta da geladeira. De todo modo, uma reação forte é o melhor elogio possível. Essa foi uma crítica épica para caramba. É um filme muito divertido. Você com certeza sabe juntar um amontoado de palavras, sr. Erlich. Eu adoraria ler qualquer roteiro que tenha escrito.” Além de chamar “Bright” de “o pior filme de 2017”, David Ehrlich, do site IndieWire, descreveu-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugeriu que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa um “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Após o post de Ayer, o jornalista respondeu: “Você é um bom homem, sr. Ayer. Estarei aguardando com bons olhos o que quer que venha depois disso.” Ayer encerrou a discussão dizendo que seus filmes são “trabalhos feitos com amor”, mas sabe que podem ser “polarizantes”. Leia abaixo os tuítes originais. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12). This is going on my fridge. Highest compliment is a strong reaction either way. This is a f*cking epic review. It’s a big fun movie. You can sure string words together Mr. Erlich. I’d love to read any script you’ve written. — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017 you’re a good man, mr. Ayer. i'll be waiting with fresh eyes for whatever comes next. — david ehrlich (@davidehrlich) December 21, 2017 I really appreciate that. Every movie is a labor of love for me. I’ve never chased the audience, and I know my work can be polarizing. I’ve lived a crazy love and I guess my movies reflect that. https://t.co/YZBp2DwKlO — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017

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    “Pior filme do ano” dizem críticos sobre Bright, superprodução da Netflix com Will Smith

    21 de dezembro de 2017 /

    A crítica norte-americana destruiu a primeira superprodução da Netflix. “Desastre”, “embaraçoso” e “horrível” foram algumas das definições dadas a “Bright”, também chamado de “pior filme do ano” e “um presente de Natal da Netflix para os estúdios de cinema”, para mostrar que não precisam ter medo de sua pretensão de fazer-lhes concorrência. “Bright” está registrando apenas 29% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mesmo com um orçamento aproximado de US$ 100 milhões, astros como Will Smith (“Esquadrão Suicida”), Joel Edgerton (“Ao Cair da Noite”) e Noomi Rapace (“Prometheus”), roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e direção de David Ayer (também de “Esquadrão Suicida”), o consenso é que a produção seria um fracasso estrondoso se fosse lançado nos cinemas norte-americanos, ainda mais nesta semana, contra “Star Wars: Os Últimos Jedi”, “O Rei do Show” e “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. A trama se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. John DeFore, da revista The Hollywood Reporter, chamou a história de “muito embaraçosa” e com pouca recompensa para a Netflix. “As estrelas Will Smith e Joel Edgerton fazem sua parte para vender a premissa malucona, mas o roteiro oferece aos espectadores pouca recompensa até para quem embarcar em sua suspensão de descrença”, escreve DeFore. “Os elementos sobrenaturais são tão mal explicados e implementados que nos fazem desejar que estivéssemos assistindo algum policial genérico baseado na realidade”. Jordan Hoffman, da Vanity Fair, também ficou desapontado com o filme, escrevendo que há “um resquício de uma ideia interessante aí”, mas ela é submersa por “cenas tediosas sem direção clara, tomadas genéricas (e mal iluminadas) e diálogos insuportáveis de brincadeiras alegadamente espirituosas”. Hoffman diz que o filme de orçamento milionário é um verdadeiro “desastre absoluto” e acabará por refletir mal o projeto de filmes da Netflix. David Ehrlich, do site IndieWire, foi o mais feroz, chamando “Bright” de “o pior filme de 2017” e descrevendo-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugere que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Scott Mendelson, da Forbes, foi quem falou em “presente de Natal da Netflix para os grandes estúdios”, porque mostrou que o serviço de streaming fracassou em sua tentativa de replicar o caro formato de blockbuster. Mendelson aponta particularmente para o roteiro do filme, que “parece um primeiro rascunho não desenvolvido”. O que se salva no filme, de acordo com Mendelson, são os desempenhos de Smith e Edgerton, particularmente o último. “Ele tem um arco envolvente, mesmo que (como francamente grande parte do filme) pareça um plágio de ‘Zootopia'”. Emily Yoshida, do site Vulture, até acha que o filme tem alguns “toques legitimamente divertidos”, como a aparência dos personagens elfos do filme, mas não aprova a analogia principal do filme. “Não estou inteiramente convencida sobre o que orcs e elfos deveriam representar diante da história extremamente real de violência policial racialmente controversa de Los Angeles, além do fato de que pode ser uma viagem para quem ficar chapadão”, escreveu. Rodrigo Perez, do site The Playlist, viu outra referência, dizendo que “Bright” é “risivelmente moldado como uma série sci-fi ruim dos anos 80 (pense em ‘V’ ou ‘Missão Alien’)”. E conclui chamando o filme de “desajeitado e muitas vezes bastante constrangedor”, além de “um desastre confuso de parábola e fábula”. Vinnie Mancuso, do site Collider, considerou que o fato de a produção ser lançada pela Netflix tem um lado positivo. “Ela pode ficar disponível por muito tempo, enquanto o público quiser”, ao passo que, se fosse distribuído no cinema, sairia rapidamente de cartaz. “É o oposto de filme obrigatório”, define. Mas um crítico inglês quase desafinou o coro dos descontentes. Steve Rose, do jornal The Guardian argumentou que “Bright” “merece crédito” por assumir uma mistura de gêneros e elogia a “premissa verdadeiramente original” do filme. Para ele, as “grandes ambições” do enredo precisariam de retoques, mas, em geral, “apesar de suas falhas, ‘Bright’ ainda é um grande impulso para um mundo novo e diferente”. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12).

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    Bright: Vídeo legendado revela bastidores da superprodução da Netflix

    18 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Bright”, que revela os bastidores da superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. A prévia mostra a gravação de algumas cenas de ação e traz comentários do elenco e do cineasta. A trama se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.

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