Super-heroína Isis não será chamada por seu nome tradicional na série Legends of Tomorrow
Conforme antecipado anteriormente, a série “Legends of Tomorrow” vai introduzir a primeira super-heroína muçulmana da TV norte-americana, que será vivida pela atriz iraniana Tala Ashe (série “American Odissey”). Trata-se da conhecida personagem Isis, que até já teve série própria nos anos 1970, agora em nova versão. O detalhe é que a “poderosa Isis” não será chamada pelo nome que todos conhecem. E a culpa é de outra ISIS, abreviação dada aos Estados Islâmicos do Iraque e da Síria nos Estados Unidos. “Nós simplesmente não queríamos esta comparação, com toda a franqueza, especialmente porque a nossa super-heroína é muçulmana. Seria como abrir uma lata de vermes. Não vale a pena”, explicou o produtor Marc Guggenheim. Portanto, a personagem será tratada apenas pelo nome de sua identidade civil, Zari Adrianna Tomaz. A personagem foi criada em 1975 por Marc Richards (que também fez o desenho dos “Ghostbusters”) na série “Isis”, como complemento para as aventuras do Capitão Marvel em “Shazam!”. Na época, Isis era branquinha, anglo-saxã e protestante: uma arqueóloga chamada Andrea Thomas (vivida por Joanna Cameron), que ganhava poderes e minissaia ao encontrar uma relíquia egípcia. O espírito da deusa Isis também apareceu na série “Smallville”, encarnando em Lois Lane (Erica Durance). E foi reintroduzida nos quadrinhos da DC durante a minissérie “52”, em 2006, com o nome Adrianna Tomaz. A versão de “Legends of Tomorrow” promete ser bem diferente. Afinal, a série já teve uma heroína vinda do passado, que ganha poderes com um amuleto (Vixen, na 2ª temporada) e outra com origem no antigo Egito (Mulher Gavião, na 1ª temporada). Por isso, os produtores resolveram situar a origem de Zari Adrianna Tomaz no futuro. A nova Isis, ou melhor, Zari Adrianna Tomaz, vive em 2030, quando os avanços tecnológicos são incríveis, mas a raça humana continua a experimentar os mesmos preconceitos de sempre, aliados à falta de preocupação com o meio ambiente. Esta situação distópica a transformou numa ativista hacker. O problema é que, enquanto mantém suas atividades secretas, a jovem muçulmana também guarda um segredo que desconhece: poderes latentes, derivados de uma fonte antiga e mística. Ashe vai se juntar ao elenco fixo de “Legends of Tomorrow”, que ainda conta com Caity Lotz (Sarah Lance/Canário Branco), Brandon Routh (Ray Palmer/Elektron), Victor Garber (Dr. Martin Stein), Franz Drameh (Jefferson Jackson/Nuclear), Dominic Purcell (Mick Rory/Onda Térmica), Nick Zano (Nate Heywood/Cidadão Gládio), Maisie Richardson-Sellers (Amaya Jiwe/Vixen), Arthur Darvill (Rip Hunter) e Amy Pemberton (voz de Gideon). A 3ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 3 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Próximo crossover de super-heróis da DC Comics vai acontecer em novembro
O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, anunciou durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) que o próximo crossover de séries de super-heróis da DC Comics vai acontecer em novembro. Ao contrário de “Invasion”, que durou quatro noites, a nova interação dos personagens de “Arrow”, “Supergirl”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow” vai acontecer em duas noites, 27 e 28 de novembro, com a exibição de dois episódios de cada série por dia. “O último crossover foi a semana mais bem sucedida na história da CW em termos de audiência e tudo. Nós sentimos que, neste caso particular, como já temos ‘The Flash’ e ‘Legends’ no mesmo dia, o melhor era adiantar ‘Supergirl’ para ir ao ar com ‘Arrow’ e exibir a história como se fossem dois filmes de duas horas – ou uma minissérie. Tivemos muitas conversas com produtores e pessoas de marketing e achamos que este foi o melhor caminho a seguir. Mas, no ano que vem, podemos voltar para um evento de quatro noites”, ele explicou. As quatro séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner, que curiosamente exibiu “Invasion” numa sessão contínua como um filme.
The Flash vai introduzir o Homem-Elástico e já definiu seu intérprete
A série “The Flash” vai introduzir mais um super-herói icônico da DC Comics. A 4ª temporada da atração apresentará Randolph “Ralf” Dibny, o Homem-Elástico, que será vivido por Hartley Sawyer (série “Glory Daze”). A decisão de incluir o Homem-Elástico na série é uma das melhores surpresas dos produtores para o próximo ano da atração. Afinal, Ralf é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos, tendo inclusive feito sua estreia numa história do Velocista Escarlate em 1960, criado por John Broome e Carmine Infantino, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo personagem coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes dessa forma que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. “The Flash” deve mostrar o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói. Os produtores ainda não informaram em qual episódio o Homem-Elástico vai estrear, mas o personagem vai se tornar recorrente – ou seja, aparecerá mais de uma vez. A 4ª temporada de “The Flash” começa a ser exibida em 10 de outubro nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
Críticas negativas afundam Emoji e Dunkirk mantém 1º lugar na América do Norte
“Emoji – O Filme” conseguiu realizar uma façanha, ao se tornar a primeira animação de grande estúdio a ser repudiada de forma unânime pela crítica norte-americana. Com apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a produção da Sony foi maldosamente identificada pela imagem de um de seus personagens, Poop (um cocô), e seguiu descarga abaixo, rendendo bem menos que o esperado nas bilheterias. O longa animado, que só chega no Brasil no final de agosto, abriu com US$ 25,6 milhões e não conseguiu superar o drama de guerra “Dunkirk”, que manteve o 1º lugar pela segunda semana seguida na América do Norte, com US$ 28,1 milhões. Foi a primeira vez que um lançamento se manteve por duas semanas no topo desde a estreia de “Mulher-Maravilha”, no início de junho. A superprodução de Christopher Nolan já ultrapassou os US$ 100 milhões no mercado doméstico. O 3º lugar ficou com “Girls Trip”, uma comédia para maiores sobre farra de mulheres, protagonizada por atrizes negras. O sucesso deste filme, que soma US$ 65,5 milhões em 10 dias, é inversamente proporcional ao fracasso da produção similar com atrizes brancas (e Scarlett Johansson) “A Noite É Delas”, que fez ao todo US$ 21,8 milhões e já saiu de cartaz. Estrelada por Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), “Girls Trip” não tem previsão de estreia no Brasil O êxito de “Girls Trip” também realça o tropeço de “Atômica”, que abriu abaixo das projeções da Universal. Nem os 75% de aprovação da crítica ajudou o thriller de ação a atingir sua meta, somando nas bilheterias US$ 18,5 milhões. Apesar do orçamento ser baixo (US$ 30 milhões), o estúdio contava com um pouco mais de ímpeto para investir numa continuação. A decisão agora vai depender do desempenho internacional. A estreia no Brasil acontece em 31 de agosto. Entre os lançamentos limitados, que não entraram no Top 10, o documentário “Uma Verdade Mais Inconveniente”, sobre o aquecimento global, teve a melhor performance, faturamento mais por tela que qualquer filme em cartaz no fim de semana. A estreia ocupou apenas quatro salas. “Detroit”, o novo longa da diretora Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”), também teve uma performance de “blockbuster indie” em sua exibição em 20 telas. Ambos os filmes terão seu circuito ampliado nos próximos dias. Mas vão demorar a chegar ao Brasil. A estreia nacional de “Detroit” está marcada para 7 de setembro, enquanto “Uma Verdade Mais Inconveniente” ficou apenas para 9 de novembro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 28,1 milhões Total EUA: US$ 102,8 milhões Total Mundo: US$ 234,1 milhões 2. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 25,6 milhões Total EUA: US$ 25,6 milhões Total Mundo: US$ 25,6 milhões 3. Girls Trip Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 65,5 milhões Total Mundo: US$ 67,5 milhões 4. Atômica Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 18,5 milhões Total Mundo: US$ 24,4 milhões 5. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 13,4 milhões Total EUA: US$ 278,3 milhões Total Mundo: US$ 633,7 milhões 6. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 118,6 milhões Total Mundo: US$ 224,5 milhões 7. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 230,4 milhões Total Mundo: US$ 819,2 milhões 8. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 30,6 milhões Total Mundo: US$ 30,6 milhões 9. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 92 milhões Total Mundo: US$ 138,6 milhões 10. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 786 milhões
Warner pretende fazer campanha para Mulher-Maravilha ser indicado ao Oscar
A Warner Bros. pretende investir numa campanha para conseguir indicações ao Oscar para “Mulher-Maravilha”. Segundo a revista Variety, o objetivo é emplacar vagas nas disputas de Melhor Filme e Melhor Direção para a cineasta Patty Jenkins. O estúdio é o único que já conseguiu incluir um filme de super-herói na categoria de Melhor Filme de ano. Isto aconteceu com “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, dirigido por Christopher Nolan, que ainda rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Heath Ledger em 2009. A renovação da Academia, realizada de forma voraz no último par de anos, é a aposta da companhia, que inclusive faturou muitos prêmios inesperados com um blockbuster há dois anos: “Mad Max: Estrada da Fúria”. A Warner acredita que o filme tem chances por existir uma expectativa de maior abertura para mulheres cineastas em 2018, já que a questão racial foi superada neste ano com a vitória de “Moonlight”. Até hoje, apenas uma mulher venceu o Oscar de Melhor Direção: Kathryn Bigelow em 2010, por “Guerra ao Terror”. O problema desta aposta é que o Oscar 2018 deve ser um dos mais disputados dos últimos anos, já que filmes com condições de receber indicações estão chegando aos cinemas com muito mais antecedência que no passado. Casos, por sinal, das novas obras de Nolan e Bigelow, respectivamente “Dunkirk” e “Detroit”.
Conheça os super-heróis que estarão na 3ª temporada de Justiça Jovem
A série animada “Justiça Jovem”, que teve duas ótimas temporadas no Cartoon Network, vai voltar a ser produzida pela Warner TV após três anos. A produção será relançada com o título “Young Justice: Outsiders” e ganhou sua primeira imagem, que mostra os super-heróis que participarão da nova formação do grupo. A nova aventura completa dos heróis jovens da DC Comics vai reunir personagens da Turma Titã original e da Justiça Jovem dos quadrinhos, mantendo a estética da série animada – influenciada por “Batman: A Série Animada” e animes. A lista de protagonistas inclui os clássicos titãs Robin, Kid Flash, Arsenal (ex-Ricardito) e Mutano (Beast Boy), os justiceiros jovens Garota Maravilha (Wonder Girl), Besouro Azul (Blue Beetle) e Flechete (Arrowette), e três novidades: Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler) e Traci 13 (Thirteen). Fãs vão sentir saudades da Miss Marte e de Superboy, mas os grupos de heróis juvenis da DC Comics nunca ficam estáveis por muito tempo. “Young Justice: Outsiders” vai mostrar os heróis combatendo o tráfico de meta-humanos e tentando evitar uma guerra genética em escala galáctica. Os produtores da série original, Brando Vietti e Greg Weisman, retornam ao comando da atração, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). Mas a série não será exibida no Cartoon, como as temporadas anteriores. “Young Justice: Outsiders” faz parte de uma iniciativa da DC chamada DC Digital, que quer ser a Netflix dos quadrinhos da editora, uma plataforma de streaming “pensada com interação e imersão dos fãs em mente e englobando quadrinhos e séries de TV”. Além do desenho, o serviço também contará com uma série live-action dos Jovens Titãs. Por enquanto, não há previsão para a estreia.
Boneca Annabelle tenta assustar em novo vídeo de 360 graus
A continuação do terror “Annabelle” (2014), que ganhou o título de “Annabelle 2: A Criação do Mal”, ganhou um vídeo de 360 graus, em que a boneca dá sustos num quarto escuro. Novamente escrito por Gary Dauberman, responsável pelo roteiro do filme anterior, o novo filme é um prólogo, que conta a origem da boneca. Tudo começa após um espírito maligno convencer um fabricante de bonecas de ele e sua mulher podem voltar a conviver com sua filha morta no corpo de uma de suas criações. Quando o fabricante percebe que a boneca não é realmente sua filha, decide trancá-la e encontrar uma nova maneira de superar a perda: convidar crianças de um orfanato recém-fechado para morar em sua casa. Logicamente que isso não acaba bem. A direção está a cargo de David F. Sandberg, que estreou como diretor no terror “Quando as Luzes se Apagam”, e o elenco ainda inclui duas atrizes daquele filme: Alicia Vela-Bailey e Lotta Losten. Além delas, o filme também conta com Anthony LaPaglia (série “Without a Trace”), Miranda Otto (série “24: Legacy”), Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Adam Bartley (série “Longmire”), Philippa Coulthard (série “Secrets and Lies”), Grace Fulton (série “Revenge”) e as meninas Talitha Bateman (“A 5ª Onda”), Lulu Wilson (“Ouija: A Origem do Mal”) e Samara Lee (“O Último Caçador de Bruxas”). A estreia está marcada para 17 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Mulher-Maravilha 2 vai estrear no final de 2019
A Warner anunciou a data oficial de lançamento de “Mulher-Maravilha 2”. O filme vai chegar aos cinemas norte-americanos em 13 de dezembro de 2019. Segundo o site da revista Variety, a diretora Patty Jenkins ainda está confirmada no comando da continuação. Mas vale lembrar que, anteriormente, Geoff Johns, diretor da DC Entertainment, revelou que estava trabalhando no roteiro da sequência ao lado de Jenkins. Já Gal Gadot voltará a viver a Mulher-Maravilha nos cinemas ainda este ano, em “Liga da Justiça”, que tem estreia marcada para 16 de novembro no Brasil.
Ben Affleck nega que vai abandonar o papel de Batman
Ben Affleck resolveu desmentir, durante sua participação no painel da “Liga da Justiça” na Comic-Con, os rumores de que estaria planejando desistir de ser Batman. “Deixe-me ser muito claro: eu sou o cara mais sortudo do mundo”, disse Affleck a uma multidão de 6 mil fãs no evento de San Diego. “Batman é o papel mais f*da em qualquer universo, DC, Marvel, é incrível. Estou emocionado de interpretá-lo”, acrescentou. As especulações surgiram após o site The Hollywood Reporter publicar uma reportagem, respaldada por fontes anônimas, que apontavam um plano da Warner para substituir o ator. Mas Affleck revelou que, depois de duas aparições como Batman, em “Batman vs Superman” e “Esquadrão Suicida”, os chefes do estúdio Kevin Tsujihara, Sue Kroll e Toby Emmerich deixaram claro que o papel continuaria sendo dele. “Eu acredito neles”, disse Affleck, acrescentando que ele seria “um macaco” para Matt Reeves, que deverá dirigir “The Batman” depois de se consagrar com “Planeta dos Macacos: A Guerra”. Ben Affleck deveria escrever, dirigir e estrelar o longa, intitulado em inglês “The Batman”. Mas após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “A Lei da Noite”,desistiu de dirigir, abrindo caminho para a contratação de Matt Reeves, que, logo que assumiu, defenestrou o roteiro que o ator escreveu com Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”) – e que traria Joe Manganiello como o vilão Exterminador. Reeves afirmou que vislumbra uma trilogia de Batman, o que faz com que Ben Affleck, que fará 45 anos em agosto, torne-se cinquentão em meio ao projeto. Tom Cruise conseguiria. Mas Affleck não é reconhecido por tratar o corpo como um templo. Em vez disso, o ator tornou pública sua luta contra o alcoolismo em março. O site de celebridades TMZ apurou que Affleck deu entrada em uma clínica de reabilitação logo após a cerimônia do Oscar deste ano. Mas não foi a primeira vez que tentou esse tipo de tratamento. O ator também se internou em uma clínica de reabilitação em 2001. A revelação pode estar por trás do cancelamento de seus próximos trabalhos, que tem acontecido sem maiores explicações. Recentemente, ele saiu de “Triple Frontier”, que será filmado na fronteira tríplice de Brasil, Argentina e Paraguai por J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”). Durante a Comic-Con, a Warner anunciou outro filme que prevê um ator diferente no papel de Batman: o longa individual do herói Flash, intitulado em inglês “The Flash: Flashpoint”. Isto porque a história se passa num universo paralelo, em que Bruce Wayne morreu e seu pai virou o Batman. Jeffrey Dean Morgan, que viveu Thomas Wayne em “Batman vs Superman”, já se candidatou ao papel. O detalhe é que, nos quadrinhos, a história de “Flashpoint” (publicada no Brasil como “Ponto de Ignição”) foi responsável pelo reboot completo das publicações da DC Comics, iniciando “Os Novos 52”. Um filme com esse tema poderia facilmente precipitar uma mudança no elenco de intérpretes dos super-heróis da Warner.
Jeffrey Dean Morgan se candidata a viver Batman em The Flash: Flashpoint
O ator Jeffrey Dean Morgan aprovou a ideia da adaptação do arco de quadrinhos conhecido como “Ponto de Ignição” no filme do Flash, movimentando as redes sociais. Publicada em 2011 pela DC Comics, a trama de “Ponto de Ignição/Flashpoint” foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Neste arco narrativo, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas. É aí que entra Jeffrey Dean Morgan. O intérprete de Negan em “The Walking Dead” está louco para viver Batman em “The Flash: Flashpoint”. Como interpretou Thomas Wayne em “Batman vs Superman”, ele já se candidatou ao papel, soltando posts no Twitter e no Instagram que brincam com a possibilidade. Veja abaixo. Como a história também traz Martha Wayne como a Coringa, a arte do Instagram sugere sua parceira de “The Walking Dead” Laura Cohan (a Maggie) neste papel. Foi ela mesma quem interpretou a mãe de Bruce Wayne em “Batman vs Superman”. A produção, porém, vai demorar a começar. O roteiro ainda está sendo escrito, pois “Flashpoint” não seria a história inicial – a trama original foi inteiramente descartada. A última notícia era que Joby Harold, do péssimo “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, tinha sido contratado para a missão. Estrelado por Ezra Miller (“Temos que Falar sobre o Kevin”), o filme também está sem diretor. A estreia é prevista apenas para 2020 e até lá muita coisa pode acontecer. Did you say…. #flashpoint @LaurenCohan pic.twitter.com/4HgrymqWtU — Jeffrey Dean Morgan (@JDMorgan) July 22, 2017 Uma publicação compartilhada por Jeffrey Dean Morgan (@jeffreydeanmorgan) em Jul 22, 2017 às 3:28 PDT
Filme do Flash vai adaptar a história Flashpoint, que gerou um reboot completo na DC Comics
A Warner Bros. revelou na Comic-Con o título oficial do primeiro filme solo do herói Flash. O longa vai se chamar “The Flash: Flashpoint” e irá levar às telas a história em quadrinhos “Ponto de Ignição” (Flashpoint em inglês). Publicada em 2011 pela DC Comics, a trama foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Por sinal, a história já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da recém-encerrada 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. Neste arco narrativo, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas – e o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo. E essas são apenas algumas das alterações que Barry tem que encarar e buscar reverter, apesar de se encontrar subitamente sem poderes. Vale lembrar que, segundo rumores, a Warner planeja substituir Ben Affleck no papel do Batman e uma trama como “Flashpoint” seria a desculpa perfeita para isso. O roteiro está sendo refeito, pois esta não seria a história inicial da produção, que foi inteiramente descartada. A última notícia era que Joby Harold, do péssimo “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, tinha sido contratado para a missão. Estrelado por Ezra Miller (“Temos que Falar sobre o Kevin”), o filme do Flash também está sem diretor, após o estúdio entrar em conflito criativo com suas duas primeiras opções. Autor do primeiro roteiro, Seth Grahame-Smith chegou a negociar para estrear como diretor na produção. Seria um prêmio por ter fracassado em todos os projetos em que se meteu, como roteirista de “Sombras da Noite” (2012) e do infame “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2013) e como autor do livro que rendeu o fiasco “Orgulho e Preconceito e Zumbis” (2016). Mas a Warner preferiu arriscar com Rick Famuyima, outra escolha inusual. Mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010), ele só veio a se destacar entre o público geek com “Um Deslize Perigoso” (2015), que combinou juventude, tráfico e hip-hop em sua fórmula de humor afro-americano. Famuyima escalou a atriz Kiersey Clemons, com quem trabalhou em “Um Deslize Perigoso”, para viver Iris West, contudo, como saiu do projeto, não se sabe se suas opções de elenco serão mantidas. A estreia está marcada apenas para 2020. Mas o público poderá ver como será o Flash de Erza Miller já neste ano, graças à sua participação em “Liga da Justiça”, que estreia em 16 de novembro no Brasil.
Dunkirk estreia em 1º lugar e Valerian fracassa nas bilheterias da América do Norte
Rodado em 60mm, como os épicos de outrora, e com aviões e navios reais na locação verdadeira da história, “Dunkirk” arrastou multidões aos cinemas norte-americanos, abrindo em 1º lugar nas bilheterias em seu fim de semana de estreia. Superando expectativas da indústria, o longa dirigido por Christopher Nolan faturou US$ 50,5 milhões e dobrou a arrecadação com seu desempenho no mercado internacional. De forma inesperada para muitos, o filme de guerra à moda antiga deu um pau na sci-fi com efeitos digitais mirabolantes “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, que era a outra grande estreia da semana. A produção mais cara já dirigida pelo francês Luc Besson fracassou de forma retumbante, rendendo apenas US$ 17 milhões e um modesto 5º lugar no ranking. Publicações especializadas tinham cravado que “Dunkirk” teria dificuldades para abrir com mais de US$ 40 milhões, devido ao tema. Filmes sobre a 2ª Guerra Mundial não costumam virar blockbusters. Mas os lançamentos do diretor Christopher Nolan, responsável pela trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem” e “Interestelar”, nunca decepcionaram a Warner, que investiu uma fortuna em marketing para sua divulgação, praticamente dobrando os gastos de US$ 100 milhões de seu orçamento. A aposta era mais no prestígio, com possibilidade de Oscar, do que em lucro. Mas parece que “Dunkirk” vai render algum troco. Para dar dimensão a seu feito, a maior bilheteria de filme de guerra na América do Norte tem quase 20 anos. É “O Resgate do Soldado Ryan”, de Steven Spielberg, que rendeu US$ 216,5 milhões em 1998, mas abriu com bem menos que “Dunkirk”: US$ 31 milhões. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (27/7). Já “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem o potencial de quebrar a produtora de Besson, EuropaCorp. O cineasta se reforçou com parceiros na produção. Mesmo assim, os custos são de outro mundo. Para começar, o orçamento é o dobro de “Dunkirk”. Trata-se do primeiro filme europeu que custou mais de US$ 200 milhões. E as despesas de marketing são tratadas como segredo de estado, pois devem aumentar muito a hemorragia financeira. Enquanto “Dunkirk” foi elogiado pela crítica, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Valerian” dividiu opiniões, entre aplausos pelo visual impressionante e vaias para o roteiro nonsense. O crítico do site The Hollywood Reporter chegou a afirmar que o filme era favorito ao Framboesa de Ouro 2018, mas opiniões menos rigorosas elevaram a média do filme para 54%. Ou seja, não é um lixo, é apenas medíocre. A sci-fi chega aos cinemas brasileiros em 10 de agosto. Entre os dois extremos do Top 5, o ranking ainda reservou uma enorme surpresa. A comédia “Girls Trip”, que não tem título nacional nem previsão de lançamento no Brasil, estreou em 2º lugar, com US$ 30,3 milhões, num desempenho que ninguém previu. O resultado representou a maior abertura da carreira do diretor Malcolm D. Lee (“O Natal dos Amigos Indiscretos”, “Um Salão do Barulho 3”, etc). E com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, não repetiu o vexame crítico da outra comédia recente sobre viagens de amigas, “A Noite é Delas”, fracasso completo que sorrateiramente sumiu do cronograma de estreias do Brasil. “Girls Trip” se mostrou mais que “Uma Noite É Delas” com atrizes negras. Para começar, reforçou a ótima química entre as atrizes Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), que voltaram a filmar juntas 21 anos após estrelarem “Até as Últimas Consequências” (1996). Viajam junto com elas Regina Hall (“Pense como Eles”), que estreou no cinema na primeira comédia do diretor, “Amigos Indiscretos” (1999), e Tiffany Haddish (“Keanu: Cadê Meu Gato?!”). As quatro vivem melhores amigas que resolvem curtir o carnaval de Nova Orleans, onde reencontram o espírito juvenil, dançando, brigando e flertando até corar. Entre os alvos masculinos de sua energia está ninguém menos que Mike Colter (o astro da série Luke Cage”). Vale observar que logo abaixo de “Girls Trip” – e acima de “Valerian” – estão pesos-pesados como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” e “Planeta dos Macacos: A Guerra”, filmes de franquias, que disputavam o topo do ranking. O detalhe é que o filme das férias femininas, que impediu as superproduções de assegurarem ou manterem o 2º lugar, foi feito por apenas US$ 20 milhões. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 50,5 milhões Total EUA: US$ 50,5 milhões Total Mundo: US$ 105,9 milhões 2. Girls Trip Fim de semana: US$ 30,3 milhões Total EUA: US$ 30,3 milhões Total Mundo: US$ 30,3 milhões 3. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 251,7 milhões Total Mundo: US$ 571,7 milhões 4. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 20,4 milhões Total EUA: US$ 97,7 milhões Total Mundo: US$ 174,8 milhões 5. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 17 milhões Total EUA: US$ 17 milhões Total Mundo: US$ 17 milhões 6. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 213,3 milhões Total Mundo: US$ 727,4 milhões 7. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 84,2 milhões Total Mundo: US$ 118,6 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 24,5 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 9. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 389 milhões Total Mundo: US$ 779,4 milhões 10. 7 Desejos Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 10,5 milhões Total Mundo: US$ 10,5 milhões
Trailer da 6ª temporada de Arrow revela sobreviventes da explosão de Lian Yu
A rede CW divulgou o trailer da 6ª temporada de “Arrow” na Comic-Con. A prévia inclui uma longa recapitulação da temporada anterior, que culmina na explosão da ilha de Lian Yu, deixando no ar o destino de diversos personagens. Quando iniciam as cenas inéditas, Oliver (Stephen Amell) se encontra sozinho com o filho (Jack Moore), que não o conhece e o considera culpado pela morte da mãe. A interação sugere que a relação entre pai e filho ocupará parte da trama dos novos episódios, assim como o destino dos sobreviventes. Por sinal, alguns “mortos” já retornam à ação no trailer. O detalhe é que o vídeo só mostra o retorno de personagens que já tinham sido confirmados por notícias relacionadas à promoção no elenco ou contratação para um novo arco, casos de Dina Drake (Juliana Harkavy) e Sereia Negra (Katie Cassidy), que aparecem brigando pelo direito à herança de Canário Negro, e Slade Wilson (Manu Bennett), com quem Oliver finalmente sela as pazes com um aperto de mãos. Além destes, sabe-se que Rene Ramirez (Rick Gonzales), o Cão Raivoso, também sobreviveu, pois seu intérprete foi promovido ao elenco central com Juliana Hakavy. A 6ª temporada de “Arrow” estreia em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no canal pago Warner no Brasil.











