Lego Batman: Novo trailer da animação introduz Robin
A Warner Bros. divulgou novos pôster e trailer da animação “Lego Batman – O Filme”. Exibido na San Diego Comic-Con, o vídeo (ainda sem legendas) faz piada com os hábitos noturnos de Batman e introduz Robin. Na versão original, a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) no papel de Alfred, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Filme da Liga da Justiça tem seu título confirmado
Após a Warner afirmar que o filme de seu grupo de super-heróis não seria mais dividido em duas partes, e que “Liga da Justiça – Parte 1” seria renomeado, muitos boatos sobre possíveis títulos surgiram na internet. Para encerrar as especulações, o produtor Geoff Johns, chefe da DC Films, decidiu usar seu Twitter para divulgar o verdadeiro título do longa. “Esclarecendo quaisquer equívocos: o filme da Liga da Justiça se chama ‘Liga da Justiça’!”, ele postou. Na sexta-feira (3/6), o site nerd mais chutador da internet, Heroic Hollywood, chegou a revelar quatro opções de títulos para o filme. Novamente escrito por Chris Terrio e dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), “Liga da Justiça” vai juntar os heróis Batman (Ben Affleck), Super-Homem (Henry Cavill), Mulher Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher), além de trazer de volta o vilão Lex Luthor (Jesse Eisenberg). A estreia está marcada para novembro de 2017.
Jesse Eisenberg revela que vai participar do filme da Liga da Justiça
O ator Jesse Eisenberg, que deu vida a Lex Luthor em “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça”, revelou, durante a Comic-Con de Londres, que vai participar do filme da “Liga da Justiça”. “Eles começaram as filmagens há pouco tempo, então estou esperando minha participação. Não o sei o que posso dizer sobre o filme, porque sinto que deve ter algum drone da DC me seguindo, e se eu dizer algo errado, você sabe…”, brincou. Ele ainda acresceu que adora as pessoas que estão envolvidas com o filme. “É um grupo muito talentoso”, comentou. Novamente escrito por Chris Terrio e com direção de Zack Snyder (a dupla de “Batman vs. Superman”), o filme já começou a ser produzido, reunindo em seu elenco principal os atores Ben Affleck (Batman), Henry Cavill (Superman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash) e Jason Momoa (Aquaman). A estreia está prevista para novembro de 2017.
Fã cria abaixo-assinado para tirar Zack Snyder do comando da Liga da Justiça
Uma petição online no site Change.org está tentando juntar fãs para pedir uma troca de comando nos filmes de super-heróis da DC Comics. A principal revindicação é que o diretor Zack Syner não faça os dois filmes da “Liga da Justiça”, já anunciados para os próximos anos. O problema é que, no texto em que pede as assinaturas, o autor, Brian Cruz, comete um erro de informação, mostrando-se não tão ligado assim no universo que pretende defender. “Zack Snyder não é a pessoa certa para levar a Liga da Justiça para a tela grande. Ele já teve duas chances para adaptar personagens da DC Comics, e teve resultados medianos”, escreveu o autor da petição, dizendo-se, em seguida, fã de “Batman vs. Superman”. Pois é. O detalhe é que Snyder já dirigiu três filmes da DC Comics: “Watchmen” (2009), “O Homem de Aço” (2013) e agora “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Até o fim de março (31/3), apenas 12,3 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado, apesar de um link para a petição ter sido postado no site nerd ComicBookMovie. As filmagens de “Liga Justiça: Parte Um”, comandadas por Snyder, estão programadas para começar já no dia 11 de abril. O filme estreia em novembro de 2017 e tem uma continuação programada para 2019.
Haters não se conformam e inventam que Batman vs. Superman fracassou
É impressionante. Os blogueiros nerds que detonaram “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” meses antes do lançamento – e antes que qualquer um tivesse visto o filme – não se renderam diante dos recordes de bilheteria acumulados pela estreia da produção. Diga-se de passagem: a maior estreia mundial de um filme de super-heróis em todos os tempos. Não faltaram publicações que insistiram que o filme fracassou porque a bilheteria de domingo havia caído. E, por causa disso, a Warner estaria “preocupadíssima”. A favor de sua tese, os haters contaram as críticas negativas. “Batman vs. Superman” teve 29% de aprovação crítica no site Rotten Tomatoes e nota B no levantamento do público feito pelo CinemaScore. Que tal comparar, então, com o desempenho de outro blockbuster vilipendiado pela crítica? “Transformers: A Vingança dos Derrotados” teve 19% de aprovação no RT e B+ no CinemaScore. Pois bem, a bomba de Michael Bay teve uma queda de arrecadação de 73% em sua segunda semana. E mesmo assim foi a segunda maior bilheteria de 2009, atrás apenas de… “Avatar”! Mas os haters insistem. A bilheteria vai desabar. Já é um fracasso garantido. O ódio aumenta, conforme se verifica o equívoco de sua avaliação. As pitonisas não se conformam pelo erro colossal que cometeram no dimensionamento do “fracasso”. Assim, em vez de mudar de assunto, insistem que o filme não deu certo. Os dados, porém, são inequívocos. A “queda” de “Batman vs. Superman”, após as críticas negativas, rendeu US$ 35 milhões em bilheteria, entre segunda e quarta, só nos EUA. Além disso, o site Fandango, de venda de ingressos, registra que a procura pelo filme está sendo 30% maior que a dos típicos blockbusters, com grande parcela do público pagando para assistir ao filme pela segunda vez. Especialistas projetam, como pior quadro, uma queda de até 68% no segundo fim de semana – menos que o terceiro “Transformers” – , o que ainda garantiria a liderança, com folga, nas bilheterias e quase US$ 270 milhões somados na conta doméstica. Por que, então, seu desempenho piorou tanto no domingo – a maior queda já registrada num filme de super-heróis, segundo a revista Forbes? Chama-se “pré-venda”, registra o Fandango. Vendeu-se antecipadamente mais ingressos para sexta e sábado. O filme é um sucesso, com diversos recordes positivos, e não há como contestar este fato. O que aconteceu foi que a Warner jogou duro, manteve embargo da crítica até o último minuto, impedindo que a opinião da imprensa contaminasse o público, ao mesmo tempo em que liberou o Twitter dos fanboys, que despejaram elogios sobre a produção. E não deu folga para a competição, numa campanha de ocupação de salas em escala nunca antes vista ao redor do mundo. Só a estreia no Brasil dominou 45% de todas as salas disponíveis no circuito nacional. A “tática do abafa” controlou o mercado e deixou os blogueiros, que se achavam influentes, sem a bola (ou sem essa bola toda). Ou seja, a indústria cinematográfica demonstrou ser um negócio de adultos, para surpresa de quem achava que adaptações de quadrinhos eram coisa de nerds. Por isso, tanto ódio. Tantas crianças rebeladas, com a pança tentando caber numa camiseta do Capitão América, o herói do próximo filme que ninguém ainda viu, mas que já deve ser, disparado, o melhor lançamento do ano. Cabe agora à Disney fazer o possível para que, neste caso, os blogueiros videntes tenham razão. Veja Também: RUMOR ESPALHA QUE ESQUADRÃO SUICIDA PASSA POR REFILMAGENS PARA FICAR MAIS ENGRAÇADO
Lego Batman: Segundo trailer ganha versão dublada
A Warner Bros. divulgou a versão dublada do segundo trailer da animação “Lego Batman – O Filme”. A prévia do spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014) mostra o herói na mansão Wayne, deprimindo-se diante da foto de sua família como em todos os seus outros filmes, conforme lembra Alfred, sem esquecer aquela série “esquisita” dos anos 1960. No original (que pode ser visto/ouvido aqui), a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”, e Alfred é dublado por Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Além deles, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Batman é deprimido até em versão Lego, revela novo trailer da animação
A Warner Bros. divulgou o segundo trailer da animação “Lego Batman – O Filme” em menos de uma semana. A prévia do spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014) mostra o herói na mansão Wayne, deprimindo-se diante da foto de sua família como em todos os seus outros filmes, conforme lembra Alfred, sem esquecer aquela série “esquisita” dos anos 1960. Ainda sem legenda ou dublagem nacional, o vídeo traz a voz marcante de Will Arnett, que dublou Batman no filme anterior, de volta ao papel do herói dos quadrinhos, e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred. Além deles, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Batman vs. Superman supera novos recordes de bilheteria no Brasil
Os recordes globais de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” tiveram início no Brasil, um dos primeiros países em que o filme estreou. Na quinta (24/3), um dia antes do lançamento nos EUA, o filme arrecadou R$ 12,9 milhões e marcou a maior abertura da história da Warner Bros. no país. Pois agora chegam os números do fim de semana inteiro. E novo recorde. “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” faturou R$ 39,9 milhões entre quinta (24) e domingo (27/3), segundo apurou a empresa de monitoramento comScore, que faz o aferimento diretamente nos cinemas. O valor ainda é maior quando entram na conta as pré-estreias da quarta à noite. Aí, segundo o Rentrak, a soma chega a R$ 44 milhões. Trata-se da maior bilheteria registrada no país desde que as estreias de cinema passaram a acontecer na quinta-feira. O filme de super-heróis da Warner superou o recordista anterior, “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2” (R$ 37,4 milhões), e também deixou para trás “Vingadores: Era de Ultron” (R$ 37,2 milhões), “Velozes & Furiosos 7” (R$ 37 milhões) e “Star Wars – O Despertar da Força” (R$ 33 milhões). Dentre os citados, apenas “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2”, teve estreia anterior a março de 2014, época da mudança do calendário cinematográfico, mas também chegou às telas numa quinta, dia 15 de novembro, numa estratégia da distribuidora Paris Filmes para aproveitar o público no feriado da Proclamação da República de 2012. O resultado não chega a ser surpresa, tendo em vista que sua distribuição foi a mais ampla da história da Warner no Brasil. O filme monopolizou 45% de todo o parque exibidor nacional, chegando a mais de 1,3 mil salas de cinema. No resto do mundo, o filme também vem registrando bilheterias significativas. Além do Brasil, a estreia foi recorde da Warner na China, Índia, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, entre outros países. Ao todo, o filme fez US$ 420 milhões de arrecadação mundial, o que representa a maior bilheteria de estreia de um filme de super-herói de todos os tempos. Nem “Os Vingadores” conseguiram isso. De fato, “Batman vs. Superman” só teve abertura global inferior a três outros filmes, “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 529 milhões), “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (US$ 524,9 milhões) e o último “Harry Potter” (US$ 483,2 milhões). O sucesso de público aconteceu de forma inversamente proporcional à avaliação da crítica, que desancou “Batman vs Superman” com resenhas demolidoras – e até renderam um vídeo hilário com Ben Affleck – , marcando apenas 29% de aprovação no levantamento do site Rotten Tomatoes. Aproveite e leia a crítica da Pipoca Moderna.
Batman vs. Superman quebra recordes e vira maior estreia de super-heróis do mundo
“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” inaugurou oficialmente o universo compartilhado dos super-heróis da DC Comics de forma grandiosa, fulminando os recordes anteriores dos filmes derivados de quadrinhos. Em seu fim de semana de estreia, liderou as bilheterias dos EUA com uma arrecadação de US$ 170,1 milhões. Mas seu impacto foi ainda maior em escala global, acumulando recordes de faturamento no Brasil, China, Índia, Japão, Reino Unido e diversos outros países, para atingir um total impressionante de US$ 424,1 milhões em ingressos vendidos. O resultado foi um cala-a-boca geral, que enquadrou parte dos blogs nerds que profetizaram seu fracasso meses antes da estreia, além da crítica profissional, responsável por resenhas de forte teor negativo. A resposta aos meros 29% de aprovação crítica, na medição do site Rotten Tomatoes, foi uma nota B no CinemaScore, a pesquisa de opinião realizada com o público americano – equivalente a 70% de aprovação, considerando que A+ é 100% e F- é 0%. Os números que realmente importam para a Warner Bros. são ainda mais animadores. Para começar, o predomínio sobre as demais adaptações de quadrinhos do estúdio. Foram quase US$ 10 milhões a mais que o antigo campeão, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que fez US$ 160,9 milhões em seu fim de semana de estreia em 2012. A produção ainda quebrou outro recorde, mais importante, superando o maior lançamento já registrado pela Warner nos EUA em todos os tempos: os US$ 169,2 milhões da abertura de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” em 2011. Outras marcas históricas batidas incluem: maior lançamento já registrado no fim de semana da Páscoa e maior estreia já vista antes do período do verão americano. Mas o recorde que deve dar mais orgulho à Warner – e render citação no marketing pós-lançamento – é bem mais significativo. Os US$ 420 milhões de arrecadação mundial são simplesmente a maior bilheteria de estreia de um filme de super-herói de todos os tempos. Nem “Os Vingadores” conseguiram isso. De fato, “Batman vs. Superman” só teve abertura global inferior a três outros filmes, “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 529 milhões), “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (US$ 524,9 milhões) e o último “Harry Potter” (US$ 483,2 milhões). Em suma, quem previa que seu fracasso forçaria o cancelamento do filme da “Liga da Justiça” e de outros projetos de super-heróis da DC Comics pode começar a refazer as contas. Seu sucesso deve tornar ainda mais prioritárias as adaptações dos quadrinhos da Warner, agora consolidadas como concorrência séria para os filmes da Marvel. A recepção de arrasa-quarteirões do líder das bilheterias deixou pouco espaço para os demais filmes em cartaz. Mesmo assim, “Zootopia” continuou saindo-se bem, com um belo desempenho tanto doméstico quanto internacional – já acumula US$ 696,7 milhões em todo o mundo. O único lançamento amplo que arriscou bater de frente com “Batman vs. Superman” foi “Casamento Grego 2”, apostando que seu público seria outro. Perdeu a aposta, com apenas US$ 18,1 milhões e uma estreia modesta em 3º lugar. Fora dessa disputa milionária, duas cinebiografias musicais abriram em circuito limitado: “I Saw the Light”, com Tom Hiddleston no papel da lenda country Hank Williams, e “Born to Be Blue”, com Ethan Hawk como o jazzista Chet Baker. Ambos tiveram bom desempenho por sala. O primeiro fez US$ 50 mil em 5 salas (US$ 10 mil por sala), enquanto o segundo rendeu US$ 47 mil em 3 salas (US$ 15,7 mil por sala). Ou seja, tiveram o dobro de faturamento por tela que “Casamento Grego 2” (US$ 5,7 mil por sala). BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 170,1 milhões Total EUA: US$ 170,1 milhões Total Mundo: US$ 420 milhões 2. Zootopia Fim de semana: US$ 23,1 milhões Total EUA: US$ 240,5 milhões Total Mundo: US$ 696,7 milhões 3. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 18,1 milhões Total EUA: US$ 18,1 milhões Total Mundo: US$ 26,2 milhões 4. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 34,4 milhões 5. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 46,6 milhões Total Mundo: US$ 118,4 milhões 6. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 56 milhões Total Mundo: US$ 68,1 milhões 7. Deadpool Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 349,4 milhões Total Mundo: US$ 745,9 milhões 8. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 55,6 milhões Total Mundo: US$ 55,6 milhões 9. Hello, My Name is Doris Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 3,2 milhões Total Mundo: US$ 3,2 milhões 10.Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 1,7 milhão Total Mundo: US$ 1,7 milhão
Batman vs. Superman é sério, sombrio e violento. Em suma, não é um filme da Marvel
O trailer que contava mais ou menos o resumo da história prometia algo pavoroso. E aquele resumo é mesmo o que é mostrado no cinema. Mas “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, o novo filme de super-heróis de Zack Snyder, não é tão ruim quanto algumas (a maioria das) críticas prometem. Seu “pecado”, aparentemente, é não ser um filme da Marvel. De modo geral, o filme segue a linha das adaptações dos quadrinhos da DC Comics dos últimos anos, com histórias mais dramáticas e épicas, que privilegiam os aspectos mais sombrios dos quadrinhos. Tal preferência se manifesta até na escolha de filtros e uma palheta de cores mais escura, além de trilha sonora triste e efeitos visuais de fim de mundo. É, de fato, grande o contraste com a leveza das aventuras da Marvel/Disney. E isso é bem demarcado logo nos créditos de abertura, que resumem as memórias do trauma de infância de Bruce Wayne, na noite em que ele perdeu seus pais durante um assalto em uma rua mal iluminada. Por sinal, os créditos iniciais – elemento tão elegante e em falta no cinema atual -, revelam uma preocupação em reintroduzir Bruce Wayne para situá-lo nesse “novo” universo compartilhado com Superman, incorporando-o aos eventos mostrados no último ato de “O Homem de Aço” (2013), também de Snyder. Ou seja, toda aquela destruição causada durante a luta entre Superman (Henry Cavill) e o General Zod (Michael Shannon), que causou controvérsia entre os fãs dos quadrinhos, devido aos milhares de mortes que resultariam de tamanha violência, não só foi levada em consideração como virou o marco da animosidade inicial entre os dois heróis, fornecendo a motivação que faz Batman (Ben Affleck, muito bem no papel) encarar o kryptoniano como uma ameaça para a humanidade. Além disso, a intervenção de Lex Luthor contribui para que os dois se confrontem, por mais que suas motivações não sejam muito bem exploradas, o que tornam o vilão o ponto mais fraco do filme. Ainda assim, Jesse Eisenberg constrói uma imagem até simpática de menino mimado para seu Luthor, fugindo dos estereótipos de supervilões chatos e histéricos. Tanto é que apenas em determinado momento o público o vê como alguém desprezível de verdade. O clima sombrio também se manifesta na personalidade dos protagonistas. Bruce Wayne, em conversa com seu mordomo e parceiro Alfred (Jeremy Irons), afirma ser mesmo um criminoso. E esse seu aspecto fica ainda mais marcante durante seu combate com Superman, uma figura que também é (quase) contaminada pelo ódio generalizado. “Não há como escapar da maldade” (ou algo assim), ele afirma em uma sequência, em conversa rápida com Lois Lane (Amy Adams). Lois, inclusive, é quem mais surpreende na trama. Como está encantadora! Ela se revela tão heroína quanto a Mulher Maravilha (Gal Gadot, deslumbrante), apesar de ser apenas uma jornalista, que por acaso é namorada do sujeito mais poderoso da Terra. Quanto à famosa amazona dos quadrinhos, sua aparição é relativamente pequena, embora crie frisson ao surgir em cena, para ajudar os heróis a enfrentar o supervilão Apocalipse – isso só é spoiler para quem não viu o trailer, veiculado à exaustão desde o ano passado. E a música-tema da Mulher Maravilha é tão linda quanto ela. Quem tem/teve um pouco de contato com os quadrinhos nas últimas décadas sabe que Apocalipse é um monstrengo marcante na história do Homem de Aço, e não apenas por ser praticamente indestrutível. Por isso, imaginava-se que ele se tornaria o grande estraga-prazeres de “Batman vs. Superman”. Felizmente, não é bem isso que acontece. Afinal, quem acompanhou a pancadaria de Superman contra Zod no filme anterior já sabe o que esperar agora, ainda que no novo filme tudo seja mais épico e dramático. Com tanta luta, há quem possa reclamar da falta de diálogos mais bem trabalhados, mas Snyder preferiu centrar o seu filme na ação, em especial no embate entre os dois heróis. E não dá para dizer, sinceramente, que cometeu um erro por conta disso. Inclusive, ver o filme em IMAX 3D torna a experiência ainda mais intensa, mal dando para perceber a passagem de suas duas horas e meia de duração. (Há várias cenas filmadas com câmeras IMAX, e dá para percebê-las com a mudança frequente da janela de aspecto.) E por mais que Superman seja essa criatura extraordinária de bondade, um deus vivendo entre os homens e o coração da história, é Bruce Wayne/Batman quem conduz o tom do filme. A inspiração, desde sua amargura solene, sua idade mais avançada e até do uniforme mais escuro do Batman, vem claramente de “Cavaleiro das Trevas”, a graphic novel de Frank Miller. E isso diferencia bastante o personagem de suas encarnações anteriores, menos circunspectas, dando-lhe contornos bem interessantes. Ao final, o herói de Gotham City é quem sai como verdeiro vencedor de “Batman vs. Superman”, embora seja possível atribuir sua vitória a um conjunto de condução narrativa (com duas sequências de sonho fantásticas), excelente elenco de apoio, promessa de uma Liga da Justiça muito interessante para os próximos filmes, uma Mulher Maravilha linda, forte e enigmática, um trabalho de direção de arte e figurinos deslumbrantes, efeitos especiais de ponta (mesmo com o CGI do Apocalipse) e cenas de ação muito boas – inclusive com maior agilidade do Batman, em comparação com os outros filmes do personagem. Por outro lado, quem tem cisma com o Zack Snyder vai continuar encontrando os mesmos defeitos de sempre, podendo reduzir “Batman vs. Superman” apenas a um exercício épico de destruição exagerada, preenchido por diálogos medíocres e mais efeitos que profundidade. Mas, convenhamos, em seus filmes os super-heróis não ganham um assistente mirim como em “Homem de Ferro 3”, que a maioria da crítica aplaudiu. Ao menos, Snyder leva o gênero a sério. A questão, na verdade, parece se resumir ao quão sério devem ser os filmes de super-heróis. E positivamente “Batman vs. Superman” não tem piadinhas, como a maioria dos filmes da Marvel.
Batman vs. Superman bate recorde de bilheteria em estreia no Brasil
O filme “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” registrou uma estreia recorde no Brasil. De acordo com o site Deadline, apenas a bilheteria do dia de lançamento, na quinta-feira (24/3), arrecadou R$ 12,9 milhões, o que representa a maior abertura da história da Warner Bros. no país. O resultado era esperado, tendo em vista que sua distribuição também foi a mais ampla da história da Warner no Brasil. O filme monopolizou 45% de todo o parque exibidor nacional, chegando a mais de 1,3 mil salas de cinema. No resto do mundo, o filme também vem registrando bilheterias significativas. Até sexta, o mercado internacional já rendia US$ 89 milhões para a produção. Além do Brasil, a estreia também foi recorde do estúdio na China, Índia e Japão. Curiosamente, quantia similar, US$ 82 milhões, foi arrecada nos cinemas dos EUA na sexta-feira (25/3), dia da estreia oficial no país. O sucesso de público também demonstra que os super-heróis são invulneráveis à crítica. “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” foi desancado por resenhas demolidoras – que até renderam um vídeo hilário com Ben Affleck – , marcando apenas 29% de aprovação no levantamento do site Rotten Tomatoes. Mas sua exibição continua lotando cinemas. O levantamento oficial da opinião do público americano, pesquisada pelo CinemaScore, deve ser divulgado no domingo. Aproveite e leia a crítica da Pipoca Moderna.
Trailer do Lego Batman ganha versão dublada
A Warner Bros. divulgou a versão dublada do primeiro trailer da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). A prévia zoa da seriedade de Batman, com uma introdução do herói fazendo beatbox, além de mostrá-lo de cueca e máscara. Curiosamente, o trecho do beatbox não foi dublado, mas legendado, criando um contraste entre a voz marcante de Will Arnett, que já foi Batman no filme anterior, e seu dublador nacional. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Animação Batman Lego ganha primeiro trailer
A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). A prévia zoa da seriedade de Batman, com uma introdução do herói fazendo beatbox, além de mostrá-lo de cueca e máscara. Ainda sem legenda ou dublagem nacional, o vídeo traz a voz marcante de Will Arnett, que dublou Batman no filme anterior, de volta ao papel do herói dos quadrinhos. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.










