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    Filmes online: Estreias de terror marcam fim de semana do Halloween

    30 de outubro de 2020 /

    No fim de semana do Halloween, metade das dicas são filmes de terror. Há outros lançamentos do gênero nas plataformas de streaming e VOD, mas os cinco selecionados são as melhores estreias do montão, indicados para ver quando a noite de sábado chegar, entre raios e trovões. A peneira levou em conta a criatividade e qualidade das produções, embora alguns títulos sejam mais bem-sucedidos que outros. Para não ter dúvidas, leia os comentários completos abaixo. O Top 10 reserva mais cinco opções para quem preferir um passatempo sem sustos, com destaque para “Meu Cachorro e Eu”, comédia francesa que, apesar do título enganoso, não é uma produção infantil. A relação ainda marca o começo da longa temporada natalina de 2020 na Netflix. Com jingle bells tocando já no Halloween, a plataforma claramente exagerou nos pedidos de Natal deste ano, mas parece ter deixado de fora da lista o bom e velho Papai Noel assassino que cairia melhor nesta data menos feliz. Confira abaixo 10 das doçuras e travessuras lançadas na semana. O que Ficou para Trás | Reino Unido | 2020 Um casal de refugiados, que tenta construir uma nova vida na Inglaterra, precisa lidar com uma presença maligna na casa onde o governo britânico os acomodou. O resultado é um filme de casa-assombrada com crítica social. Ao contrário das histórias tradicionais de assombração em que é possível escapar pela porta, os personagens vividos pelo inglês Sope Dirisu (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e a nigeriana Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”) não têm o privilégio de simplesmente sair. Após uma fuga angustiante do Sudão do Sul, devastado pela guerra, recusar a residência na pequena cidade inglesa os fará ser devolvidos ao lugar que lutaram tanto para deixar para trás. Primeiro filme do cineasta Remi Weekes, “His House” (título original) venceu o prêmio NHZ de melhor cineasta emergente no Festival de Sundance deste ano, arrancou elogios rasgados da crítica e conta com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix Swallow | EUA, França | 2019 Haley Bennett (“O Diabo de Cada Dia”) venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Tribeca pelo papel de uma dona de casa grávida, que sofre uma transformação alarmante ao desenvolver uma compulsão de comer objetos perigosos. Enquanto seu marido (Austin Stowell) e sua família passam a querer controlar sua vida, ela é forçada a confrontar um segredo obscuro por trás dessa obsessão incontrolável. Sucesso no circuito dos festivais internacionais, o terror psicológico do estreante Carlo Mirabella-Davis foi exibido na Mostra de São Paulo e consagrado no Fantasia Film Festival do Canadá com os troféus de Melhor Direção e Roteiro. Elogiadíssimo, tem 88% de aprovação no Rotten Tomatos. Disponível na MUBI a partir de sábado (31/10) Antebellum | EUA | 2020 A Paris Filmes chegou a batizar o filme de “A Escolhida” para seu lançamento nos cinemas, mas ele acabou saindo direto em VOD com o título original. Anunciado como o novo thriller racial dos produtores de “Corra!” e “Nós”, a produção estrelada pela cantora Janelle Monaé (“Estrelas Além do Tempo”) dividiu a crítica dos EUA. A maioria não aceitou a guinada da trama e as críticas em geral foram bem negativas. Mas quem embarcou no simbolismo, considerou brilhante. Na trama, a personagem de Janelle é uma escritora feminista, que se vê inesperada transportada para o que parece ser uma plantação do século 19, onde passa a sofrer os horrores da escravidão. Roteiro e direção são da dupla Gerard Bush e Christopher Renz, que estreiam em longa-metragem após assinar vários curtas e um clipe do rapper Jay-Z, e o elenco ainda destaca Jena Malone (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), Gabourey Sidibe (“American Horror Story”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Eric Lange (“Narcos”). Disponível na Looke, Vivo Play e YouTube Filmes Sem Conexão | Polônia | 2020 Após causar impacto com o terror psicológico “Playground” (2016), o cineasta polonês Bartosz M. Kowalski resgata a tendência slasher dos massacres de acampamentos adolescentes, que rendeu muitos hits em VHS nos anos 1980. A trama atualiza a história para a era dos celulares, acompanhando um grupo de adolescentes viciados em tecnologia, que participa de um acampamento offline de reabilitação forçada, enquanto algo tenta desligá-los do mundo para sempre. Com muitas e esperadas mortes sangrentas, o filme segue direitinho o manual do gênero e assim não surpreende nem decepciona quem já sabe o que esperar. Disponível na Netflix Terra Assombrada | EUA | 2018 Terror passado numa fazenda afastada do Velho Oeste, ao estilo de “A Bruxa” (2015). Na trama, uma mulher simples (Caitlin Gerard, de “Sobrenatural: A Última Chave”) se muda com o marido para o meio do nada, e embora a chegada de outro casal de pioneiros encerre sua solidão, ela está convencida que o vento que castiga a região tem algo de sobrenatural. Aos poucos, a paranoia a convence que tem razão. Com 82% de aprovação, o filme de estreia da diretora Emma Tammi é bastante elogiado pela crítica, mas costuma desagradar quem busca sustos fáceis, devido ao ritmo lento e estrutura não linear – a história é contada fora de ordem. Disponível na Now e Vivo Play Meu Cachorro e Eu | França | 2019 Com título de filme infantil, a comédia é na verdade sobre um casal em crise, interpretado pelo israelense Yvan Attal (“Seberg Contra Todos”) e a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), que são casados na vida real. Este é o terceiro filme em que eles levam às telas reflexos de seu relacionamento real. Embora se trate de uma adaptação literária – um conto do célebre escritor John Fante (“Pergunte ao Pó”) -, o próprio Attal assina roteiro e direção, despindo a si mesmo e sua esposa de glamour cinematográfico para abordar um romance de hábitos cotidianos. Na trama, Attal vive um escritor famoso, que descobre que seu bloqueio criativo e falta de libido são culpa de seus quatro filhos. Um dia, um cachorro enorme invade seu quintal e resolve mudar-se para sua residência. Impondo-se por seu tamanho descomunal, o cão, batizado de Estúpido, acaba se tornando um grande incômodo para a família. Mas depois de ressaltar a impotência do patriarca, acaba catalisando uma grande mudança. Diferente do esperado até em sua resolução, o filme encantou os críticos da Variety, Hollywood Reporter e outras publicações profissionais dos EUA, atingindo 100% de aprovação entre os veículos tops no Rotten Tomatoes (e 78% entre blogueiros). Disponível na Looke, Now e Vivo Play Amor com Data Marcada | EUA | 2020 Abrindo em outubro a longa temporada de filmes do Natal de 2020 da Netflix, esta comédia romântica traz Emma Roberts (“American Horror Story”) cansada de ser empurrada para pretendentes em datas comemorativas. Um dia, ela conhece outro solteiro convicto (Luke Bracey, de “Até o Último Homem”) em uma festa de Natal e os dois fazem um pacto: por um ano, serão o acompanhante um do outro em ocasiões especiais para evitar que os parentes tentem lhes encontrar namorados. Com o mesmo desdém por comemorações e sem interesse em se apaixonar, eles se tornam o par perfeito um do outro. Já adivinhou o final? Este enredo tão tradicional quanto o próprio Natal foi escrito por Tiffany Paulsen, que já tinha assinado um filme de Emma Roberts anteriormente, “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood” (2007). A direção é de John Whitesell (“Vovó… Zona 2”) e o elenco ainda conta com Frances Fisher (“Watchmen”), Kristin Chenoweth (“Final de Semana em Família”), Andrew Bachelor (“A Babá”) e Jessica Capshaw (“Grey’s Anatomy”). Disponível na Netflix Assassinato no Congo | Noruega | 2018 Baseado em fatos reais, o drama tenso de Marius Holst (“Inferno na Ilha”) acompanha uma viagem turística de dois noruegueses viciados em adrenalina que acaba em prisão e julgamento por espionagem e assassinato no Congo. O ator alemão Tobias Santelmann, conhecido pelos fãs da série “The Last Kingdom” como o jovem Ragnar, ganhou alguns prêmios europeus por sua interpretação convincente como um dos protagonistas. Disponível em iTunes/Apple TV, Looke, Vivo Play e YouTube Filmes Agente Infiltrada | França, Israel | 2019 A alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”) vive uma mulher recrutada pela agência de espionagem de Israel para se infiltrar no programa nuclear iraniano. Mas enquanto ela é movida pela paranoia, o filme se diferencia por retratar os iranianos sem clichês e até com simpatia, o que surpreende especialmente por ser uma produção israelense, país que vive uma relação de conflito com o Irã real. Segundo filme de Yuval Adler, que venceu os prêmios de Melhor Direção e Roteiro da Academia de Israel pelo elogiado “Belém: Zona de Conflito” (2013), “The Operative” (título original) ainda traz Martin Freeman (“Pantera Negra”) e Cas Anvar (“The Expanse”) em seu elenco. Disponível em iTunes/Apple TV, Google Play, Looke, Vivo Play e YouTube Filmes Abraço | Brasil | 2020 Eleito Melhor Filme pelo júri popular no Festival Cine PE, o longa dirigido por DF Fiuza dramatiza o protesto de 30 mil professores sergipanos em 2008, que se mobilizaram para evitar a perda de direitos. A protagonista Ana Rosa, interpretada pela atriz Giuliana Maria (“Carcereiros”), ainda sofre com machismo ao viver o desafio de ser mãe, mulher e sindicalista em meio à intensa luta jurídica contra o governo estadual. Disponível na Looke e Now

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    Margot Robbie é criminosa procurada em trailer de drama de época

    22 de outubro de 2020 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Dreamland”, romance criminal de época estrelado por Margot Robbie (a Arlequina de “Aves de Rapina”). Na prévia, Robbie aparece como uma criminosa em fuga da polícia pelo interior rural dos EUA durante os anos 1930, era da Grande Depressão e dos gângsteres americanos. A produção também destaca Finn Cole (o Michael de “Peaky Blinders”) como um jovem que sonha escapar de sua pequena cidade no Texas. Quando ele encontra o personagem de Robbie ferida em sua fazenda, fica dividido entre reivindicar a valiosa recompensa por seu paradeiro e sua crescente atração por ela. “Dreamland” tem direção de Miles Joris-Peyrafitte, que venceu um prêmio especial do Festival de Sundance por sua estreia indie, “Como Você É” (2016), e o elenco ainda inclui Travis Fimmel (“Vikings”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Kerry Condon (“Better Call Saul”), a menina Darby Camp (“Big Little Lies”) e a voz de Lola Kirke (“Mistress America”). Exibido no Festival de Tribeca do ano passado, o filme conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e tem sua estreia comercial marcada para 13 de novembro em circuito limitado nos EUA, quatro dias antes de sair para locação digital em Premium VOD.

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    Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias em crise nos EUA

    18 de outubro de 2020 /

    O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), liderou as bilheterias da América do Norte neste fim de semana, ao arrecadar US$ 3,7 milhões. O valor é US$ 100 mil maior que a estreia de “Guerra com o Vovô”, o “sucesso” da semana passada que se tornou o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles, Nova York e São Francisco, e a pandemia de coronavírus ainda longe do fim, o desempenho dos lançamentos continua pífio nos EUA. Não é à toa que os grandes estúdios estão desistindo de lançar seus blockbusters potenciais, passando seus principais títulos para 2021. De fato, já circulam rumores sobre nova leva de adiamentos, que cancelariam o vindouro Natal cinematográfico. Em entrevista nesta semana, a diretora Patty Jenkins afirmou ter dúvidas sobre a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” em dezembro. O desempenho de “Tenet”, que a Warner considerou ser capaz de trazer o público de volta aos cinemas, acabou tendo efeito inverso do esperado, conduzindo a um grande apagão de estreias. Ironicamente, porém, a paranoia dos estúdios tem sido benéfica para o filme do diretor Christopher Nolan. Única produção orçada em mais de US$ 200 milhões em cartaz nos cinemas dos EUA, “Tenet” avança a conta-gotas, mas firme, graças à falta de concorrentes, e atingiu neste fim de semana a bilheteria doméstica de US$ 50,6 milhões. É muito pouco para seu custo de produção, mas ajudou o valor mundial da arrecadação a chegar a US$ 333 milhões. O efeito conta-gotas pode até servir de estímulo para a retomada de estreias de produções de orçamento modesto. Um dos primeiros títulos a chegar aos cinemas norte-americanos durante a pandemia, “Fúria Incontrolável” (Unhinged), estrelado por Russell Crowe, atingiu US$ 20 milhões na América do Norte neste domingo (18/10), após 10 semanas em cartaz. Em todo o mundo, o filme está com US$ 39 milhões. “Fúria Incontrolável” fez pouco menos que a superprodução “Os Novos Mutantes”, última herança da Fox distribuída pela Disney. A adaptação dos quadrinhos da Marvel rendeu US$ 22,7 milhões em sete semanas na América do Norte e US$ 43,7 milhões mundiais. Os cinemas americanos ainda receberam duas estreias neste fim de semana, “Amor e Monstros” (Love and Monsters) e “The Kid Detective”, mas os estúdios se entusiasmaram menos que a crítica com seus lançamentos, colocando-os em poucas telas para apostar numa distribuição simultânea em PVOD (VOD com preço de ingresso de cinema). Elogiadíssimos e com grande apelo comercial, os dois filmes tiveram que se contentar em fechar o Top 10, respectivamente com US$ 255 mil e US$ 135 mil, enquanto reprises de sucessos infantis dos anos 1990 (“Abracadabra” e “O Estranho Mundo de Jack”) ocuparam a maioria das salas disponíveis. Esta comparação de desempenhos e estratégias acaba passando a pior mensagem possível sobre o setor, que enfrenta uma crise capaz de mudar hábitos de forma permanente.

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    Trailer dublado revela data de estreia do novo filme de Bob Esponja

    16 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer dublado de “Bob Esponja: O Incrível Resgate”, que saiu da programação de cinema para um lançamento direto em streaming. A prévia revela a data de estreia na plataforma e também mostra que muitas piadas não funcionam na tradução para o português, como a cena com participação de Keanu Reeves (“John Wick”). Na trama, Bob Esponja e Patrick embarcam numa jornada pelas profundezas do oceano para encontrar Gary que está desaparecido. Com direção de Tim Hill (“Alvin e os Esquilos”), a animação usa computação gráfica em vez do desenho tradicional da série animada, e também traz participação do rapper Snoop Dogg. A estreia vai acontecer em 5 de novembro.

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    Os 7 de Chicago é a principal estreia do Top 10 online da semana

    16 de outubro de 2020 /

    A programação de estreias digitais da semana tem como grande destaque o primeiro dos quatro dramas que a Netflix vai tentar emplacar no Oscar 2021. E “Os 7 de Chicago” começou bem sua trajetória, com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e menções especialmente elogiosas ao roteiro de Aaron Sorkin, que já tem um Oscar por “A Rede Social” (2010). Ele também dirige o filme, após Steven Spielberg abrir mão da vaga devido a excesso de projetos. Em desenvolvimento há mais de uma década, o longa foi escrito por Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo seu comando. O Top 10 ainda inclui mais dois novos volumes do projeto de terror da Amazon “Welcome to the Blumhouse”, dedicado a novos cineastas e produzido pelo estúdio que lançou “Atividade Paranormal”, “Corra” e “O Homem Invisível”. Além disso, um terrir infantil também ajuda os fãs do gênero a entrar no clima do vindouro Halloween. A lista abaixo ainda traz sugestões de dramas premiados no circuito dos festivais, mas já não é tão forte, refletindo uma semana com menos lançamentos online que as anteriores, após a reabertura dos cinemas em São Paulo e Rio. Para completar, filmes como “Alice Junior” e “Dunkirk”, que chegaram na Netflix, não estão na lista pelo fato de não serem realmente lançamentos. São novidades apenas para os assinantes da plataforma, pois já podem ser vistos em VOD há algum tempo. De todo modo, fica a dica dos dois títulos para quem só usa esse serviço. Os 7 de Chicago | EUA | 2020 O novo filme de Aaron Sorkin, que tem produção de Steven Spielberg e é uma aposta da Netflix para o Oscar 2021, recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 na cidade americana de Chicago, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os oito líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. O elenco é bastante estrelado, a começar pelos oito de Chicago: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”). Disponível na Netflix. Manual de Caça a Monstros | EUA | 2020 A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. Baseado nos livros de Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”), o filme dirigido Rachel Talalay (“Tank Girl”) tem como ponto alto a participação de Tom Felton (o Draco Malfoy de “Harry Potter”), irreconhecível como o deformado Grand Guignol, líder dos monstros. Ele é o motivo para ver esse programa de Halloween para crianças, pois não rouba só as crianças da trama, mas todas as cenas do elenco, formado ainda por Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). Disponível na Netflix. Verdade e Justiça | Estônia | 2019 O candidato estoniano ao Oscar 2020 reflete a luta de um agricultor do século 19, que pretende criar sua família num território difícil, mas é confrontado pela natureza e por um vizinho mesquinho, que se vangloria de já ter feito dois antigos proprietários desistirem daquelas terras. Aos poucos, sonho e obsessão se confundem e encaminham a história para um confronto. Elogiadíssimo longa de estreia do premiado curta-metragista Tanel Toom, “Verdade e Justiça” é baseado numa volumosa saga de Anton Hansen Tammsaare (1878-1940), considerada uma das obras essenciais da literatura estoniana. Disponível na Apple TV/iTunes, Now e Vivo Play. O Conto das Três Irmãs | Turquia | 2019 Consagrado nos festivais de Sofia, Saravejo e Istambul, o terceiro longa de Emin Alper combina conto de fadas com drama fatalista, ao acompanhar três garotas de um vilarejo pobre no centro da Península de Anatólia, que são enviadas pelo pai a uma família rica da cidade grande para trabalharem como babás e empregadas domésticas. Entretanto, são devolvidas por desagradarem aos patrões. Enquanto o pai tenta resolver a situação, as irmãs sonham com um futuro longe dali. Disponível no Vivo Play. Até que Você Me Ame | EUA | 2018 Muito falado, este suspense psicológico de baixíssimo orçamento antecipou a acusação de misoginia feita contra “365 Dias” (2020), ao transformar a premissa do sucesso “romântico” da Netflix numa verdadeira “Louca Obsessão” (1990). A trama acompanha uma mulher mantida cativa para se apaixonar por seu sequestrador. A obsessão é tão doentia que ela tem as pernas feridas – e tratadas, de forma fetichista – para não ter sequer a capacidade de escapar. Mas a mulher não se dá por vencida e encontra formas de se exercitar e recuperar a mobilidade. Uma curiosidade da produção é que a norueguesa Ingvild Deila foi dublê de corpo de Carrie Fisher, aparecendo como a versão jovem da Princesa Leia em “Rogue One” (2016). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, Sky Play e Vivo Play. Noturno | EUA | 2020 Terceiro volume da coleção “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora de terror Blumhouse (“Atividade Paranormal”, “Corra”, “O Homem Invisível”) e dedicada a novos talentos, a produção marca a estreia da curtametragista Zu Quirke (“Ghosting”) em longas. “Nocturne” (título original) se passa numa academia de artes, onde uma estudante de música tímida começa a ofuscar sua irmã gêmea mais talentosa e extrovertida após descobrir um caderno misterioso, pertencente a um colega de classe recém-falecido. O elenco é encabeçado pelas jovens Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”). Disponível na Amazon Prime Video. Mau-Olhado | EUA | 2020 O quarto título da antologia “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora Blumhouse para lançar novos talentos, destaca Elan Dassani e Rajeev Dassani, profissionais de efeitos visuais de séries como “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, que assinam seu primeiro trabalho de direção: um romance de terror. A trama de “Evil Eye” (título original) acompanha um relacionamento aparentemente perfeito, que se transforma em pesadelo quando uma mãe (Sarita Choudhury, de “Homeland”) se convence de que o novo namorado de sua filha (Sunita Mani, de “GLOW”) tem uma ligação sombria com seu próprio passado. É o exemplar mais fraco da coleção, que ainda inclui “Caixa Preta” (o melhor) e “Mentira Incondicional”, disponibilizados no fim de semana passado. Disponível na Amazon Prime Video. BLACKPINK: Light Up the Sky | Coreia do Sul | 2020 Documentário sobre o fenômeno do K-Pop BLACKPINK. A produção conta a história do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando suas integrantes ainda eram pré-adolescentes, mostrando a amizade que se formou entre as meninas (nem todas sul-coreanas), que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. O filme chega poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Disponível na Netflix. A Parte do Mundo que me Pertence | Brasil | 2017 Premiado no Festival do Rio, o documentário examina sonhos e desejos das pessoas comuns. A vida cotidiana de personagens anônimos, que o cineasta mineiro Marcos Pimentel encontra pelas ruas de Belo Horizonte. Entre uma menina com síndrome de down que deseja se tornar bailarina e um trabalhador que quer reformar a própria casa, o diretor revela o quanto um sonho é importante para a vida das pessoas. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Batman: Morte em Família | EUA | 2020 A nova animação da DC Comics adapta a famosa história homônima dos quadrinhos, publicada em 1988, que narra a trágica morte do segundo Robin, Jason Todd, nas mãos do Coringa. Assim como o destino do personagem foi escolhido pelos fãs, em votação telefônica, a produção também chega com opções interativas, em que o espectador deverá escolher o rumo da trama. Vale observar que a morte de Robin acabou desfeita anos depois, após vir à tona que a votação que resultou na tragédia foi manipulada por hackers amadores. O personagem foi reincorporado como o vilão Capuz Vermelho. O lançamento cobre esse arco e também funciona como um prólogo de “Batman contra o Capuz Vermelho”, animação lançada em 2010. Disponível na Apple TV/iTunes e Google Play.

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    Uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA anuncia fechamento

    4 de outubro de 2020 /

    O anúncio do adiamento de “007 – Sem Tempo para Morrer” para 2021 levou uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA a anunciar seu fechamento. Com a falta de títulos novos para exibir, a Cineworld decidiu fechar 128 de seus cinemas no Reino Unido e na Irlanda, bem como sua rede Regal nos Estados Unidos já no começo desta semana. A empresa é a primeira grande rede de cinema a fechar desde que o circuito recebeu autorização para reabrir durante a pandemia. Seu fechamento envia uma mensagem perturbadora para o mercado, mostrando que mesmo que alguns locais tenham começado a abrir as salas de exibição, não existe previsão para o lançamento de filmes inéditos capazes de atrair o público de volta. Segundo o jornal britânico Sunday Times, o fechamento da Cineworld terá impacto sobre 5,5 mil empregos no Reino Unido. A revista Variety também relata que a rede Regal vai fechar os cinemas que tinha reaberto nos EUA. Mas em Los Angeles e Nova York apenas oficializará as demissões, já que lá suas principais salas de exibição estão fechadas desde março. A Regal é a segunda maior rede de cinemas dos EUA, com 7,1 mil telas divididas por 543 cinemas em 42 estados. Suas salas reabriram parcialmente para o lançamento de “Tenet”, no começo de setembro, mas não receberam novos lançamentos de impacto desde então. Para completar, as bilheterias do filme da Warner foram desencorajadoras. Já a Cineworld relatou dívidas de US$ 8,2 bilhões em seu último balanço de negócios. Os únicos lançamentos importantes previstos para antes do Natal nos EUA são duas animações: “Soul”, da Disney/Pixar, aguardado em 20 de novembro, e “Os Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal, marcado para cinco dias depois. Mas já há boatos sobre um provável adiamento da primeira. Fora esses dois títulos, os filmes menores que se mantém no calendário não animam os exibidores. A rede AMC foi muito criticada pelas concorrentes por ter fechado um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição, permitindo que filmes saiam do cinema diretamente para plataformas digitais após um período de apenas 17 dias. Em troca, a AMC ficou com um percentual das negociações digitais, ganhando dinheiro mesmo quando deixa de exibir as produções. Mas a Cineworld foi totalmente contra o negócio, resistindo a apelos dos estúdios por uma negociação que permitiria manter sua atividade. As empresas que resistem a esse tipo de acordo esperam que uma ajuda do governo caia do céu. Acreditam que o Papai Noel federal pode lhes dar um presentão até o Natal. Para garantir, já mandaram a cartinha com seu pedido para o bom velhinho, também conhecido como Congresso dos EUA. Em uma carta aos líderes do Senado e da Câmara dos Deputados, os proprietários de cinemas fizeram um apelo por ajuda financeira, dizendo temer pelo futuro da indústria, onde afirmam que o fechamento das salas causado pelo coronavírus teve um efeito devastador e que, sem recursos, “os cinemas podem não sobreviver ao impacto da pandemia”.

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    Estreias online: Magnatas do Crime e outros filmes para ver em casa

    2 de outubro de 2020 /

    Após sete meses sem cinema, devido à pandemia de coronavírus, os lançamentos digitais se tornaram o “novo normal”, trazendo muitos filmes inéditos diretamente ao VOD, PVOD e streaming. Seja por disponibilização em assinaturas ou via aluguel de títulos individuais, as opções de títulos digitais exclusivos, que antes se restringiam à Netflix e poucos rivais, multiplicaram-se. E assim nossa sessão de estreias online, que ocupou o lugar dos lançamentos de cinema, deixou de ser apenas uma iniciativa provisória para se tornar referência. Para continuar essa cobertura, estamos introduzindo alguns ajustes. A partir desta edição, destacaremos apenas as cinco principais novidades com comentários, complementando a lista de estreias com mais cinco trailers de produções acima da média para totalizar 10 dicas semanais. A curadoria semanal vai priorizar títulos inéditos e lançamentos recentes que tiveram poucas chances de serem vistos nos cinemas, como forma de filtrar a quantidade de opções e oferecer sugestões sem mergulhar nos títulos clássicos (são muitos) e perder tempo com as produções de menor qualidade – que, em outras épocas, sairiam direto em DVD. Confira abaixo as melhores opções de filmes para este fim de semana. Magnatas do Crime | EUA | 2020 A volta do diretor inglês Guy Ritchie (do blockbuster “Aladdin”) às tramas de gângsteres do começo de sua carreira acompanha a sucessão de um chefão americano do crime, interpretado por Matthew McConaughey (“Interestelar”), que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre sua aposentadoria, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. O elenco inclui Charlie Hunnam (Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Henry Golding (“Podres de Ricos”), Michelle Dockery (“Downton Abbey”), Jeremy Strong (“Succession”), Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Colin Farrell (“Dumbo”) e Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). No clima de “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch: Porcos e Diamantes” (2000), agradou a crítica (72% no Rotten Tomatoes) e vai virar série. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Vestido Maldito | EUA | 2018 Premiado e cultuado, o terror do diretor inglês Peter Strickland (“O Duque de Burgundy”) acompanha uma mulher solitária de meia-idade (Marianne Jean-Baptiste, das séries “Blindspot” e “Homecoming”) que acaba seduzida por um vestido assassino numa vitrine. Ele é vermelho e lhe deixa mais sensual, mas também suga sua alma, arruinando sua vida. Amaldiçoado e indestrutível, o vestido ameaça todos que encontra pelo caminho – inclusive uma máquina de lavar! Apesar da premissa parecer boba, a execução é divertida e conta com forte influência psicodélica de Dario Argento, sugerindo como um remake de “Suspiria” realmente deveria parecer. Vencedor de vários festivais de terror, tem 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Amazon. Vigiados | EUA | 2020 Estreia do ator Dave Franco (“Vizinhos”, “Esquadrão 6”) na direção, “The Rental” (título original) acompanha dois casais que alugam uma casa no campo para passar um fim de semana longe da cidade, mas acabam descobrindo que caíram numa armadilha, com câmeras no chuveiro, vultos furtivos na vizinhança e uma série de dificuldades que os impede de sair daquele lugar. Com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, o terror funciona principalmente devido ao bom elenco, encabeçado por Dan Stevens (“Legion”), Alison Brie (“GLOW”), Sheila Vand (“Expresso do Amanhã”), Jeremy Allen White (“Shameless”) e Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), que interpreta o locatário sinistro. Disponível na Amazon. The Boys in the Band | EUA | 2020 A nova adaptação da famosa peça de Mart Crowley tem produção de Ryan Murphy (“Pose”) e grande elenco, encabeçado por Jim Parsons (o Sheldon de “Big Bang Theory”), Zachary Quinto (“Star Trek”) e Matt Bomer (“Patrulha do Destino”). A trama se passa em 1968 e gira em torno de uma festa de aniversário, que reúne nove homens gays num apartamento na cidade de Nova York. Mas um amigo supostamente heterossexual do passado do anfitrião resolve fazer uma visita inesperada e muda completamente o clima da noite. Vale lembrar que a história se passa antes de Stonewall, quando a maioria dos gays eram enrustidos, e já tinha virado filme em 1970, com roteiro do próprio Crowley e direção do mestre William Friedkin (“O Exorcista”), numa adaptação considerada marco do cinema queer. A nova versão tem direção de Joe Mantello, que já tinha filmado uma peça de temática gay anteriormente, “Entre Amigos”, em 1997, e apresenta o texto clássico com uma relevância inesperada para os dias de hoje. Disponível na Netflix. O Capitão | Alemanha | 2017 Filme bastante premiado de Robert Schwentke, que volta à Alemanha após vários projetos em Hollywood – entre eles, dois longas da franquia “Divergente” – para registrar em preto e branco o horror dos últimos dias da 2ª Guerra Mundial. A trama acompanha um soldado alemão desertor (Max Hubacher) perseguido por nazistas, que durante a fuga encontra o uniforme abandonado de um capitão. Desesperado, ele assume a identidade do oficial e logo percebe que os nazistas obedecem qualquer ordem que der. Ao tomar o controle de um campo de concentração, começa a se sentir poderoso e respeitado o suficiente para comandar suas próprias atrocidades. Perturbador e polêmico, o drama tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e se destaca pela capacidade de gerar discussões. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Sivas | Turquia | 2014 Disponível na Mubi. Uma Lição de Amor | Bélgica | 2017 Disponível na Apple TV/iTunes e Cinema Virtual. Barreiras | Luxemburgo, Bélgica | 2017 Disponível na Mubi. Vampiros x the Bronx | EUA | 2020 Disponível na Netflix. Cães do Espaço | Áustria | 2019 Disponível na Mubi.

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    Filme apocalíptico com Gerard Butler e Morena Baccarin troca cinema pelo streaming nos EUA

    1 de outubro de 2020 /

    O estúdio STX desistiu de lançar “Greenland” nos cinemas. A produção de catástrofe apocalíptica estrelada por Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”) e Morena Baccarin (“Gotham”), que no Brasil foi batizada de “Destruição Final – O Último Refúgio”, terá apenas lançamento digital na América do Norte, Reino Unido e Austrália. O filme será lançado pela STX em PVOD (premium vod, mais caro) no dia 13 de outubro e, no começo de 2021, a Amazon e a HBO vão dividir os direitos de exibição do longa em diferentes mercados. A HBO obteve preferência para apresentar o longa nos EUA por um preço estimado entre US$ 20 e 30 milhões – sua aquisição mais cara, superando os US$ 17,5 milhões de “Má Educação”, que venceu o Emmy de Melhor Telefilme do ano há poucos dias. O objetivo é lançar o longa, que deveria ter chegado nos cinemas americanos em setembro, no começo de 2021 pelo serviço de streaming HBO Max, seguido por um período na TV paga. Já a Amazon negociou os direitos para o Canadá, Reino Unido e Austrália. Não está claro se o acordo também vai envolver outros mercados. No Brasil, a Diamond Films chegou a disponibilizar um trailer legendado para o lançamento do longa nos cinemas. O site oficial da distribuidora não aponta nenhum filme em cartaz ou lançamento para “em breve”. O certo é que o filme não terá distribuição cinematográfica nos principais mercados mundiais do cinema de língua inglesa. O presidente do STXfilms Motion Picture Group, Adam Fogelson, disse em comunicado: “Nós concebemos ‘Greenland’ como uma experiência cinematográfica e o público respondeu fortemente em todos os mercados onde a ida ao cinema continua forte. Em alguns mercados, entretanto, precisamos de uma estratégia diferente para lançar o filme de maneira oportuna e economicamente vantajosa. Estamos entusiasmados que os clientes da HBO terão a chance de desfrutar de ‘Greenland’ no próximo ano, após uma execução de PVOD na América do Norte durante o quarto trimestre deste ano. E temos o prazer de fazer parceria novamente com a Amazon no Reino Unido, Canadá e Austrália. Estamos ativamente produzindo e adquirindo uma lista empolgante de novos conteúdo para os cinemas, que são, e continuarão a ser, nossos parceiros essenciais. ” “Greenland” se passa após a explosão de um cometa na atmosfera ameaçar a vida na Terra, e acompanha a corrida que se segue em busca de abrigo no meio do caos. Gerard Butler e Morena Baccarin são o casal protagonista, que enfrenta o pânico coletivo e busca sobreviver com o filho pequeno (Roger Dale Floyd, de “Doutor Sono”), apostando tudo numa viagem para a Groenlândia (a Greenland do título americano), onde militares supostamente têm bunkers secretos. O elenco também inclui Scott Glenn (“Demolidor”), David Denman (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Claire Bronson (“Mr. Mercedes”). O filme foi escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), e dirigido pelo ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente filmou Butler em “Invasão ao Serviço Secreto”.

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    Mulan divide crítica internacional: lindo, mas superficial

    3 de setembro de 2020 /

    Prestes a chegar ao público em vários países, “Mulan” dividiu a crítica internacional. As primeiras resenhas publicadas nos EUA e no Reino Unido elogiam o visual, as cenas de ação e o trabalho da diretora Niki Caro, mas lamentam a falta de profundidade do roteiro. Entre os comentários que chamaram mais atenção, é possível reparar que os críticos acharam a vilã Xianniang, vivida pela excepcional Gong Li (“Memórias de uma Gueixa”), muito mais interessante que a heroína interpretada por Liu Yifei (“O Reino Perdido”). Também houve um coro contra a transformação de Mulan numa guerreira jedi, cuja Força é chamada de chi. E até questionamento sobre sua causa. Supostamente uma guerreira feminista, ela lutaria em defesa do velho patriarcado. Na largada, a produção da Disney atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes – e um pouco menos, 71%, entre os críticos Top, dos grandes veículos de comunicação. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, “Mulan” também é a produção de maior orçamento (supostamente, mais de US$ 200 milhões) comandada por uma cineasta feminina, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada nesta sexta (4/9), chegando como VOD premium na Disney+ (Disney Plus). Ou melhor, a Disney prefere outra nomenclatura para definir o lançamento: Premier Access – o VOD mais caro de todos os tempos. Já nos territórios sem Disney+ (Disney Plus), o filme será exibido nos cinemas. O mais curioso, porém, é o caso do Brasil, onde ainda não há nem Disney+ (Disney Plus) nem cinemas abertos. A estreia por aqui vai acontecer não se sabe como nem quando. Veja abaixo alguns comentários da grandes veículos da imprensa falada em inglês sobre o filme. The Times “Pobre Mulan… Ela é uma heroína para nossos tempos, entregue à Disney em uma bandeja de 22 anos que não exigia nada além de uma pincelada de tinta e alguns figurantes a cavalo para produzir um blockbuster icônico para os tempos atuais e um que poderia apagar os flashes indutores de arrepios das atrocidades recentes dos remake live-action do estúdio, de ‘Dumbo’ a ‘Aladdin’. Em vez disso, essa Mulan, interpretada de maneira inexpressiva por Liu Yifei, é um reboot extremamente caro (há rumores de que o orçamento superou US$ 200 milhões) e estruturalmente calamitoso, que luta para apelar simultaneamente aos censores em Pequim (a China é o alvo demográfico primário), os banqueiros de Hollywood e os guardiões da moral online, que cada vez mais agem como um corretivo para os instintos politicamente indelicados de contar histórias dos cineastas.” The New York Post “Embora não seja totalmente original, ‘Mulan’ faz a transição da animação para o live-action com coragem e reinvenção. Sim, senti falta da música cativante do filme de animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu poderia ser difícil de equilibrar com o filme de 2020 – , mas fui varrido pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco. E há muitos delas. Com uma classificação PG-13 [para maiores de 13 anos nos EUA], este ‘Mulan’ faz uma abordagem muito mais violenta da história antiga.” The New York Times “Ambientado numa mistura no Velho Mundo e aquele novo reino mítico do empoderamento feminino do felizes para sempre, esta versão live-action de ‘Mulan’, dirigida por Niki Caro, é praticamente o que acontece quando uma lenda atende aos objetivos globais da Disney. É um pouco divertido e um pouco triste, cheio de paisagens arrebatadoras e enriquecido com lutas cinéticas (embora não o suficiente). Tem violência anti-séptica, elevação emocional e o tipo de protagonista que as pessoas do cinema gostam de chamar de identificável: uma jovem bonita e corajosa (a apropriadamente atraente Liu Yifei), que ama sua família, mas não se encaixa (ainda). Ela também não canta, uma pequena misericórdia dado o gorjeio desafinado da animação de 1998 da Disney.” The Washington Post “Inspirando-se no balé de violência do diretor John Woo e do ator Jet Li (que aparece em uma participação especial como o imperador chinês) e nos épicos históricos de Zhang Yimou e Bernardo Bertolucci, que se apropriam das telas grandes, ‘Mulan’ é indiscutivelmente impressionante, levando sua jovem heroína da aldeia em que nasceu até campos de batalha e redutos imperiais, que a diretora Niki Caro filma com intensidade arrebatadora (até surgir o ocasional momento estranho de CGI e edição superficial). Mas, mesmo em seu aspecto mais espetacular, não significa que ‘Mulan’ é sempre divertido de assistir… Embora apenas algumas gotas de sangue visível sejam derramadas, ‘Mulan’ é basicamente um filme de guerra, com batalhas quase constantes, emboscadas e confrontos, que apesar de meticulosamente coreografados, começam a parecer longos e repetitivos conforme a contagem de corpos se acumula.” Variety “Ao contrário de ‘O Rei Leão’ ou ‘A Bela e a Fera’, que aderiu servilmente à franquia subjacente, ‘Mulan’ parece ter sido feito por alguém que não necessariamente amou o tratamento anterior da Disney. Isso pode decepcionar os fãs que cresceram com essa versão, mas não deve representar nenhum obstáculo para uma nova geração que certamente será inspirada por este tributo em escala épica ao empoderamento feminino. Mas… ‘Mulan’ apresenta mais do que sua cota de referências a ‘Star Wars’, nada mais óbvio do que a ideia de que sua Força deriva de seu chi interior, se ao menos ela pudesse aprender a controlá-lo… Com vários autores, porém sem voz clara, o roteiro desajeitado de ‘Mulan’ freqüentemente coloca a trama acima do personagem, privando Mulan de uma personalidade robusta”. BBC “‘Mulan’ da Disney é uma obra-prima: divertido, brilhantemente engraçado, impressionante no uso de ângulos artísticos e imagens, e ousado em seu feminismo e sua representação positiva de personagens asiáticos. Agora chega de falar sobre o desenho animado que saiu em 1998…. No lado positivo, Niki Caro e sua equipe adicionaram algumas sequências de ação enérgica de wire-fu em que os combatentes correm pelas paredes e pelos telhados, e a câmera se vira para acompanhá-los. Não há nada que se compare às deslumbrantes lutas que desafiam a gravidade em ‘O Tigre e o Dragão’ ou ‘Herói’ (estrelado por Jet Li), mas Mulan servirá aos espectadores mais jovens como uma introdução emocionante ao cinema de artes marciais. É certamente mais violento do que a maioria dos filmes da Disney, embora os pais não precisem se preocupar. Dezenas de soldados não identificados são esfaqueados, mas todos eles têm honra e lealdade demais para sangrar… A mensagem é que as mulheres não deveriam ter que suprimir suas habilidades e ser subservientes, mas o filme não é tão progressivo quanto parece sugerir. Os feitiços de Xian Lang são tão poderosos que é difícil saber por que ela não dispensa o enfadonho Bori e governa a China por conta própria. E a proposta inspiradora de que Mulan deveria se orgulhar de suas habilidades fantásticas é prejudicada pela ideia de que ela deveria usar essas habilidades apenas para servir a seu país e/ou sua família. Quaisquer aspirações além disso não são uma opção.” The Observer “Oh, o que 22 anos – e a abertura do mercado global – podem fazer com nossas fábulas! Quando Mulan foi lançado em 1998 – parte da alardeada renascença da animação da Disney – os críticos notaram principalmente seu humor, resultado de um dragão vermelho tagarela chamado Mushu, dublado por Eddie Murphy, e canções atrevidas, embora esquecíveis, que se referiam a ‘travesti’ em letras que muitas vezes soavam como piadas. O racismo casual do filme – especialmente os saqueadores hunos bigodudos – mal foi notado. Para uma geração de pessoas trans que assistiu ao DVD em suas salas de estar de infância, o que era implicado assumia um significado mais significativo. Ao contar a história de um jovem desajeitado e conflituoso que se sentia preso dentro de um corpo de mulher e por expectativas sociais que não correspondiam ao que ele sentia sobre si mesmo, Mulan tornou-se uma pedra de toque para jovens transgêneros e inconformados. Mas no ‘Mulan’ de 2020, a estranheza foi exorcizada. (Adeus, soldados vestidos como concubinas; mal os conhecíamos.) Embora essa Mulan (habilmente trazida à vida por Liu Yifei) ainda se irrite com a expectativa da sociedade, ela perdeu seu peso; a sensação de estar preso no corpo errado e na hora errada não faz mais parte dela. Em vez disso, esta figura do folclore chinês foi Skywalkerizada e Neozizada. Ela é um super-herói. Ela é a Escolhida – basicamente um Harry Potter do Leste Asiático, mas em vez do Garoto que Viveu, ela é a Garota que Viveu como Garoto por Algumas Semanas”.

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    Os Novos Mutantes tem uma das piores bilheterias de super-heróis do século

    30 de agosto de 2020 /

    “Os Novos Mutantes” chegou aos cinemas com uma das piores bilheterias de um filme de super-heróis da Marvel neste século, ao estrear em plena pandemia de coronavírus na América do Norte. Mesmo assim, arrecadou US$ 7 milhões em 2,4 mil telas, o que poderia ser considerado razoável nestas condições – além de evitar o último lugar no ranking negativo, encabeçado por “Era uma Vez um Deadpool” (US$ 2,6 milhões) e “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” (US$ 4,2 milhões). Último filme de super-heróis da Marvel produzido pela ex-Fox, “Os Novos Mutantes” foi a primeira grande produção lançada com exclusividade nos cinemas nos últimos cinco meses. Mas o mercado ainda não está normalizado. Apenas 62% das salas estão abertas nos EUA, e isso não inclui Nova York e Califórnia, que continuam sem funcionar. Como se não bastasse a covid-19, algumas salas que deveriam abrir adiaram os planos devido à ameça de um furacão no sul dos EUA. Por conta disso, os números vêm, principalmente, de sessões no Canadá, onde o lançamento precisou disputar o público com “Tenet”. A Disney fez a estreia sabendo que teria prejuízo e apenas para cumprir cláusula contratual que a obrigava a colocar o filme em cartaz. Com orçamento de US$ 100 milhões, a produção não vai se pagar e será mais um prejuízo contabilizado na conta da sua aquisição da Fox no ano passado. Os valores, porém, podem ser amortizados com o lançamento em VOD premium, o que deve significar uma janela mais curta entre as telas. O thriller “Unhinged”, com Russell Crowe, ficou em 2º lugar nas bilheterias, atingindo US$ 2,6 milhões. Há duas semanas em cartaz, o longa já soma US$ 8,8 milhões em exibição em 2,3 mil telas. O Top 3 se completa com a estreia de “Bill & Ted: Encare a Música”, que arrecadou US$ 1 milhão, apesar de ter sido lançada simultaneamente em VOD premium. A comédia foi distribuída em apenas mil cinemas, mas bombou no circuito dos drive-ins. Os cinemas começaram a abrir para valer no fim de semana passado nos EUA e a expansão continua, apesar dos casos de covid-19 não darem sinais de diminuição. Algumas cidades da Califórnia já permitiram a retomada dos negócios na segunda (31/8), antecipando a chegada a “Tenet” no próximo fim de semana. Mas, apesar da retomada, as salas estão operando com capacidade reduzida para promover o distanciamento social, além de implementarem uma série de protocolos de segurança, incluindo a exigência de que funcionários e espectadores usem máscaras faciais. Segundo uma pesquisa da Disney, apenas 40% dos espectadores se sentiram confortáveis ​​com as restrições nesta volta aos cinemas.

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    Whindersson Nunes vai dublar Jackie Chan em lançamento de VOD

    16 de agosto de 2020 /

    O próximo filme de Jackie Chan vai chegar no Brasil com voz de Whindersson Nunes. O comediante do YouTube está trabalhando na versão dublada de “Contos do Caçador de Sombras”, uma produção de 2019 do ator. Ele já começou a colocar sua voz nas falas do astro chinês num estúdio de dublagem em São Paulo. O filme conta a história de um lendário caçador de demônios, vivido por Chan, que rastreia monstros que entram na dimensão humana e as combate com a ajuda de um grupo de criaturas amigas. O lançamento vai acontecer no Brasil via VOD (aluguel digital) em 9 de outubro.

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    Versão feminina de American Pie ganha trailer

    13 de agosto de 2020 /

    Além dos quatro filmes oficiais, “American Pie” também é uma franquia de DVDs, que rendeu mais quatro títulos. E o trailer de um novo exemplar do gênero revela que ainda se fabrica esses disquinhos. A Universal divulgou o trailer de “American Pie Presents: Girls’ Rules”, que será lançado em DVD e VOD (locação digital), mas curiosamente não em Blu-ray, que é mais caro de produzir. É a velha história de sempre, só que desta vez destacando atrizes com mais de 20 anos em papéis de adolescentes. A trama gira em torno de quatro amigas com problemas na vida amorosa, que fazem um pacto para resolver a situação. O elenco conta com Madison Pettis (que era criança há 13 anos, em “Treinando o Papai”), Piper Curda (que era adolescente há 6 anos na série da Disney “Não Fui Eu”), Natasha Behnam (“One-Night”) e Lizze Broadway (“Here and Now”), além do boy toy “adolescente” Darren Barnet (“Eu Nunca…”), que vai completar 30 anos! Dirigido por Mike Elliott (“Escorpião Rei 4”), o filme tem lançamento marcado para 8 de outubro nos EUA.

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    Novo trailer de Mulan confirma lançamento em streaming

    12 de agosto de 2020 /

    A Disney divulgou um novo trailer americano da versão live-action de “Mulan”, que confirma o lançamento na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). O novo trailer denomina a seção de “Premier Access”. Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. E representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), “Mulan” destaca em seu elenco a jovem Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive uma bruxa capaz de virar águia.

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