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  • TV

    MP de São Paulo pede abertura de inquérito contra Otávio Mesquita por denúncia de estupro

    3 de abril de 2025 /

    Juliana Oliveira acusa apresentador de agressão sexual durante o "The Noite" em 2016; caso será investigado pela Polícia Civil

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  • Música

    Polícia visita casa de Britney Spears após vídeo com facas

    29 de setembro de 2023 /

    A polícia visitou a casa de Britney Spears após a repercussão de um vídeo da cantora dançando com duas facas. O site TMZ revelou que a visita foi motivada por uma denúncia e feita por um membro do grupo especializado em avaliações mentais para verificar a segurança da cantora. O oficial conversou com os seguranças de Britney, que asseguraram que a artista estava bem e não gostaria de falar sobre o assunto. O agente foi embora da residência sem tomar nenhuma ação adicional em prol da artista. Depois da visita, Britney Spears se pronunciou sobre a repercussão negativa do vídeo e tranquilizou seus seguidores: “Eu sei que assustei todo mundo com a última postagem, mas essas são facas falsas que minha equipe alugou na loja Hand Prop, em Los Angeles. Ninguém precisa se preocupar ou chamar a polícia”, ela escreveu no Instagram. “Estou tentando imitar uma das minhas artistas favoritas, Shakira. Uma performance que me inspirou. Um brinde a nós, meninas más, que não temos medo de ultrapassar limites e correr riscos”, finalizou a diva pop.   De novo? A publicação polêmica de Britney Spears foi feita na terça-feira (26/9), quando a artista escreveu que se tratava de facas de brinquedo. “Eu comecei a brincar com facas na cozinha hoje. Não se preocupem, elas não são facas de verdade. O Dia das Bruxas está perto”, ela lembrou no texto que foi editado. Já na quarta-feira (27/9), a cantora fez outra publicação sobre o incidente possivelmente afiado: “Fiquem calmos sobre as facas, estou copiando a Shakira”, afirmou na legenda de outro vídeo em que aparece dançando. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maria River Red (@britneyspears)

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  • Música

    Novo clipe apresenta parceria entre Anitta e Black Eyed Peas

    30 de setembro de 2019 /

    O Black Eyed Peas lançou um novo clipe com participação de Anitta. “eXplosion” faz propaganda do Rock in Rio, transforma favela em cartão postal e, com ajuda de efeitos, finge colocar os músicos no topo de um morro carioca. Tudo é muito colorido e fake. A produção com estética publicitária serve para anunciar que os americanos e a brasileira vão se apresentar no Rock in Rio no próximo sábado (5/19). O vídeo tem direção do rapper will.i.am em parceria com Pasha Shapiro e Ernst Weber, que já trabalharam com o grupo em clipes anteriores. O fato de não empolgar também tem a ver com a música repetitiva, sem variação alguma. Perfeitamente adequada para o tedioso Rock in Rio 2019.

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  • Filme

    Dave Franco é viciado em heroína em trailers e imagens de drama indie

    17 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer de “6 Balloons”, drama indie em que Dave Franco (“O Artista do Desastre”) vive um viciado em heroína. O filme tem roteiro e direção de Marja-Lewis Ryan, que está desenvolvendo a sequência da série “The L Word”, e acompanha a personagem de Abbi Jacobson (série “Broad City”), uma mulher que precisa lidar com seu irmão viciado (Franco), enquanto tenta distrair sua filha pequena, ao longo de uma noite interminável. Exibido no Festival SXSW, “6 Balloons” será lançado no dia 6 de abril na Netflix.

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  • Etc

    Vídeo traz Deadpool em clima de musical com paródia de A Bela e a Fera

    26 de março de 2017 /

    Um vídeo de fã de “Deadpool” conseguiu surpreender por captar o tom do filme estrelado por Ryan Reynolds. Não só a atuação, mas até a voz do ator debaixo do capuz é parecida com a do intérprete oficial do personagem. Mas o que destaca a produção dos demais fan flics que lotam o YouTube é que se trata de um musical. Uma divertida combinação do “herói” com o tema de Gaston, de “A Bela e a Fera”, adaptado para a violência de “Deadpool”, que assassina os frequentadores de um bar enquanto canta. O vídeo tem até direito a participação do Homem-Aranha, Viúva Negra, Vampira e Psylocke. O musical foi escrito e dirigido por Julian Higgins e pode ser conferido abaixo – infelizmente, sem legendas.

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  • Filme

    Moonlight é um poema em três estrofes sobre desilusões e masculinidade

    23 de fevereiro de 2017 /

    “Moonlight – Sob a Luz do Luar” tem o encanto de se apresentar como um poema em três estrofes. A primeira trata de uma criança franzina, tímida e de olhos assustados (interpretada pelo estreante Alex Hibbert), que depois revela-se um adolescente frágil (Ashton Sanders) que sofre bullyng na escola e, por fim, torna-se um traficante adulto de aparência intimidadora (Trevante Rhodes). Chiron adulto é um gigante. Usa uma prótese de ouro na boca para lembrar quem manda no pedaço. A natureza e o significado da masculinidade é uma das principais preocupações que o filme tira da peça “In Moonlight Black Boys Look Blue”, escrita por Tarell Alvin McCraney , e adaptada e dirigida para o cinema por Barry Jenkins. Numa periferia violenta de Miami, o que você deve aprender? O quão duro você tem que ser? E o quanto deve ser cruel? A iniciação de Chiron em tais perguntas parece ser através do medo e da confusão. Primeiro, encontramos o menino em fuga, escapando de um monte de outras crianças. Chiron é menor que a maioria deles – seu apelido humilhante é Little. Seu esforço para entender essa diferença – para descobrir a conexão entre a homofobia do pátio de escola de seus pares e seus próprios desejos confusos – é uma das pistas ao longo do qual sua crônica episódica prossegue. Outra, igualmente dolorosa e complicada, diz respeito ao relacionamento dele com a mãe, Paula (Naomie Harris, de “007 – Operação Skyfall”). O crack dissolve qualquer laço de afetividade da mulher com o filho. Sem condições de ser educado, Chiron busca refúgio na casa de um narcotraficante (o ótimo Mahershala Ali, da série “Luke Cage”). O menino idolatra o fora da lei como se esse fosse um cantor de rap. Apesar de barra pesada, o sujeito tem desenvoltura, uma fala suave e uma certa vergonha de admitir para o garoto, que ironicamente ele é o responsável pelo vício e o processo de destruição da matriarca. Olhando por um viés realista, é muito difícil acreditar no dono de uma boca de tráfico como um sujeito com pendor humanista. Ainda que Mahershala seja um ator de categoria para nos convencer que o personagem tem lá suas contradições, esse humanismo é um exagero. Se analisarmos com mais profundidade, não é apenas o personagem do traficante que soa artificial, pouco de “Moonlight” se sustenta se olharmos para o filme como um drama realista. Não há policiais na rua, nem tensão, e mesmo a violência nunca aparece em primeiro plano. O próprio Chiron sofre injustiças, mas é desenhado como um personagem leve. Ele é fofo, um Simba da periferia. E mesmo quando finalmente cresce e assume a boca de fumo de seu pai postiço, sabemos que, no fundo, Chiron continua a ser um cara legal. Neste sentido, é impressionante como “Moonlight” se aproxima muito de “La La Land”. Quando a realidade se pronuncia de uma forma muito aguda, os protagonistas de ambos os filmes tendem a se refugiar num mundo imaginário. Em “La La Land”, a evasão se dá pelo canto e pela dança, em “Moonlight”, o refúgio está no mar e numa noite ao luar. Mas “Moonlight” não é apenas o filme indie do momento, é o candidato ao Oscar (concorrendo em oito categorias) que melhor afronta a América que elegeu o presidente Donald Trump. O filme trata da identidade do homem pobre, negro e gay norte-americano, algo que não está inscrito na atual agenda política e social republicana. Nele, há uma ausência quase completa de pessoas brancas. Mesmo assim, o diretor Jenkins é um cineasta inteligente demais para reduzir seus personagens a símbolos. Ele não generaliza. Ele simpatiza. Cada momento é infundido com o que o poeta Hart Crane chamou de “consanguinidade infinita”, o vínculo misterioso que nos liga uns aos outros e que só uma imaginação artística alerta e sensível pode tornar visível. Jenkins aposta nessa consanguinidade, e vende isso pra gente como poesia. Uma poesia cheia de nuances, que inquieta e emociona.

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  • Etc

    Entrevista mal-humorada de Jerry Lewis vira maior viral do fim do ano

    22 de dezembro de 2016 /

    Uma entrevista em vídeo do lendário ator Jerry Lewis ao site The Hollywood Reporter se tornou o maior viral do fim do ano, graças ao mau-humor do comediante. Durante cerca de sete minutos, que o próprio site classificou como embaraçosos, um contrariado Lewis respondeu ao entrevistador quase exclusivamente com monossílabos: “sim”, “não”, “não mesmo”. O material faz parte de uma série sobre personalidades na faixa dos 90 anos que seguem em atividade. E não é difícil perceber o motivo da má vontade do astro. Afinal, a primeira pergunta de Andy Lewis, editor do Hollywood Reporter, é “Você já pensou em se aposentar?”. Se fosse um desenho animado, os olhinhos de Jerry Lewis teriam revirado em suas órbitas de forma mais óbvia. Mas a insatisfação é fuzilante. “Por quê?”, ele respondeu. Sem pensar, o jornalista tenta novamente: “Não houve nenhum momento em que pensou em se aposentar?” E Lewis apenas repete: “Por quê?”. A entrevista segue com respostas lacônicas até o fim. Afinal, as perguntas também mantém o mesmo padrão. “Qual a diferença entre se apresentar hoje e há 20 anos?” (“Não é diferente”), “Como você mantém o seu material renovado?” (“Trabalhando nele”), “Os seus fãs são diferentes do que eram antes?” (“Não. Ainda são os mesmos”). O único momento em que Jerry Lewis esboça algum tipo de alento é quando responde sobre qual foi a parte favorita de sua carreira. “Quando meu parceiro estava vivo”, disse, em referência a Dean Martin, que morreu em 1995, aos 78 anos. Em compensação, quando o entrevistador ri de uma resposta espirituosa de Lewis, o ator o imita em tom de escárnio. O Hollywood Reporter assumiu o tom ao apresentar o material como a “mais constrangedora entrevista de 2016”. E os sete minutos se transformaram num tormento ainda maior, quando o vídeo repercutiu na imprensa mundial, incluindo a TV americana. Muitos amaram, incluindo o radialista Howard Stern, o produtor Danny Zuker (série “Modern Family”) e o astro Dwayne Johnson. Mas também houve uma avalanche de comentários ridicularizando o repórter hollywoodiano. Diante da repercussão, o próprio site produziu um outro vídeo, disponibilizado no Facebook, abordando os comentários recebidos. Veja abaixo o horror, o horror – são dois vídeos.

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  • Etc,  Série

    Porta dos Fundos ridiculariza Lava-Jato e sofre rejeição maciça no YouTube

    5 de abril de 2016 /

    O grupo humorístico Porta dos Fundos achou que era uma boa ideia fazer piada com a suposta parcialidade da Polícia Federal na condução da operação Lava-Jato. Gravou em seu canal no YouTube um vídeo em que mostra um delator, interpretado por Fábio Porchat, contando podres de políticos do PSDB para um agente federal desinteressado, vivido por Gregório Duvivier. No esquete, enquanto mal-feitos do governo de Fernando Henrique Cardoso são ignorados, o rabisco de um prato com lula, numa conta de restaurante francês, vira prova irrefutável para deflagrar a prisão de Lula. Houve quem considerasse engraçado, mas a maioria torceu o nariz, fazendo com que o vídeo, intitulado “Delação”, ganhasse mais dislikes do que likes – 450 mil contra e 257 mil favoráveis. Trata-se de um fato inédito na trajetória do grupo. Vale reconhecer que o Porta dos Fundos já usou humor para parodiar o governo de Dilma Roussef, mas enquanto é fácil rir da presidente mais impopular do Brasil, a reação do público demonstra que é bem mais difícil aceitar a ridicularização do trabalho da Lava-Jato. A polarização reitera pesquisas de opinião pública, que demonstram o apoio da populução às investigações: 66,3% dos brasileiros acreditam que a Lava-Jato é positiva para o país (segundo o Instituto Paraná) e 62% acreditam na culpa de Lula nos casos de corrupção investigados (Instituto Datafolha). O fato é que o vídeo teve repercussão, rendeu respostas na internet e chegou a quase 4 milhões de pageviews em 48 horas, muito acima da média do canal. Para se ter ideia, o vídeo mais popular do Porta dos Fundos no mês passado foi visto 2,6 milhões de vezes. Entretanto, se serviu de chamariz, o conteúdo “polêmico” trouxe comentários indesejáveis, que realçam um visível descompasso entre a classe artística, movida a patrocínio estatal e lei de incentivo fiscal, e a população que paga impostos. Vários comentários na página do vídeo lembram que o Porta dos Fundos recebeu autorização do governo para captar R$ 7,5 milhões em incentivo fiscal para rodar seu filme, algo que pode virar fator de desgaste para o grupo, ainda mais se entre seus patrocinadores aparecerem empresas estatais. o

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  • Filme

    Martin Scorsese elogia brasileiro que fez montagem com seus filmes: “Surpreendente”

    12 de março de 2016 /

    Um vídeo de 2010, em que o carioca Leandro Copperfield juntou cenas de filmes de dois dos maiores diretores do cinema, Martin Scorsese e Stanley Kubrick, acabou ganhando reconhecimento, seis anos depois, por ninguém menos que o próprio Scorsese. O diretor americano gravou um vídeo, após alguém lhe falar sobre a obra, mostrando que viu e adorou o trabalho de edição do brasileiro. Leandro é apenas um fã e não trabalha com audiovisual. Ao contrário, é formado em Direito. Mas, segundo conta, tinha um PC, um software de edição e tempo livre nas mãos. E decidiu fazer uma montagem daqueles que chama de “os melhores filmes já feitos”. “Esse vídeo foi feito principalmente pelo fato de eu estar sem o que fazer, mesmo. De férias e bem entediado. Até porque, talvez só mesmo nesse estado para alguém reassistir mais de 35 filmes, separar mais de 500 cenas e tentar montar tudo de forma bem criteriosa e especifica”, ele contou em seu Facebook. “Mas também devo dizer que montei ele com o coração, fiz para mim e queria vê-lo mais do que ninguém — apenas para me lembrar o quanto eu gosto de cinema”. Ele também brincou de misturar os filmes de Quentin Tarantino aos dos irmãos Coen e realizar colagens dos longas de Paul Thomas Anderson. Mas a mensagem de Scorsese tirou seu chão. “Sempre tive um pouco de orgulho dessa minha montagem em especifico e até fiz boas amizades por causa dela, só que agora ganhou um gostinho mais especial, pois graças a ela pude escutar meu maior ídolo falar sobre algo que fiz. E, porra… não sei nem o que dizer. Talvez um dia eu consiga expressar isso melhor, não sei, mas por enquanto, perdoem a minha falta de sofisticação: Scorsese é foda”, ele escreveu, ao postar o vídeo de seu ídolo em seu Facebook. E concluiu: “Há tédios que vem para o bem”. Confira abaixo a íntegra do vídeo de Leandro e a mensagem de Scorsese para o cinéfilo brasileiro. Mensagem de Martin Scorsese Aos amigos cinéfilos…Não sei por onde começar, mas vamos lá: Muitos dos meus amigos que gostam de Cinema aqui no Facebook me adicionaram ou conheceram após assistirem um vídeo tributo a que fiz em 2010 chamado "Kubrick vs Scorsese”. Uma colagem de 7 minutos que fiz depois de rever em um mês toda filmografia desses dois lendários diretores nova-iorquinos.O vídeo acabou ganhando certa notoriedade, pois foi postado em vários desses sites, blogs e páginas de cinema. Recebi (e ainda recebo até hoje) alguns e-mails e mensagens de pessoas, principalmente de fora do Brasil, que gostaram do vídeo. Mensagens de gente que viu o vídeo sendo apresentado em cursos de Cinema e etc. E, apesar de eu não saber lidar muito bem com essas mensagens de elogios, isso é uma coisa que acontece vez ou outra desde que o fiz. Porém, de repente, BOOM, completamente do nada no início desse ano, eu recebo isso que está aí em cima — o homem responsável por trazer Goodfellas, Taxi Driver, Cassino, After Hours (…) para o mundo — o homem responsável por me fazer, desde garoto, amar e ver o cinema de uma forma diferente — um dos maiores diretores de todos os tempos: Martin Scorsese, in the flesh, não só assistindo ao meu vídeo feito há mais de 5 anos atrás, como também comentando sobre. Bem, quem me conhece um pouco mais, sabe o quanto eu gosto de Martin Scorsese. Sabe qual é meu nível de admiração. O quanto eu falo, converso, coleciono, leio, ouço e assisto coisas sobre ele. Então, vocês devem imaginar o quão louco isso foi para mim. Eu poderia discorrer mais sobre tudo isso, sobre como foi processo de criação do vídeo e tudo mais, mas não quero prolongar o assunto.Para encerrar, quero dizer que esse vídeo foi feito principalmente pelo fato de eu estar sem o que fazer, mesmo. De férias e bem entediado. Até porque, talvez só mesmo nesse estado para alguém reassistir mais de 35 filmes, separar mais de 500 cenas e tentar montar tudo de forma bem criteriosa e especifica. Mas também devo dizer, que montei ele com o coração, fiz para mim e queria vê-lo mais do que ninguém — apenas para me lembrar o quanto eu gosto de cinema. Sempre tive um pouco de orgulho dessa minha montagem em especifico e até fiz boas amizades por causa dela, só que agora ganhou um gostinho mais especial, pois graças a ela pude escutar meu maior ídolo falar sobre algo que fiz. E, porra… não sei nem o que dizer. Talvez um dia eu consiga expressar isso melhor, não sei, mas por enquanto, perdoem a minha falta de sofisticação: Scorsese é foda. Há tédios que vêm para o bem. Abraço. Publicado por Leandro Copperfield em Terça, 23 de fevereiro de 2016

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