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  • Música

    Clipe traz Miley Cyrus e superbanda em cover do Metallica

    22 de junho de 2021 /

    Miley Cyrus se juntou a uma superbanda formada por Elton John, WATT, Yo-Yo Ma e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) para gravar um cover de “Nothing Else Matters”, clássico do Metallica, que ainda contou com participação do atual baixista da banda, Robert Trujillo. A música teve um clipe divulgado nesta terça (22/6) sem a presença de nenhum dos músicos. O vídeo explora o clima country da versão ao mostrar um cowboy de preto num deserto ensolarado de outro mundo – ao estilo de “A Torre Negra”. A gravação de “Nothing Else Matters” é a primeira prévia de um álbum de covers do Metallica, intitulado “Blacklist” e com lançamento previsto para 10 de setembro. A produção reúne cerca de 50 artistas em gravações de suas músicas preferidas do “The Black Album”, disco mais bem-sucedido do Metallica, lançado em 1991. Todos os lucros das vendas do disco serão revertidos à instituições de caridade escolhidas pelos artistas participantes do projeto, o que também serviu de incentivo para a ampla variedade de convidados, que vão das bandas Weezer, Ghost e Cage the Elephant até o cantor Dave Gahan (Depeche Mode) e as estrelas pop St. Vincent e Rina Sawayama. Vale observar que muitos músicos gravaram a mesma faixa, resultando em, por exemplo, seis versões diferentes de “Enter Sandman” no projeto. Além do clipe, veja também um “trailer” do projeto logo abaixo.

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  • Filme

    Elenco de Velozes e Furiosos homenageia Paul Walker no quinto aniversário de sua morte

    1 de dezembro de 2018 /

    Parte do elenco da franquia “Velozes e Furiosos” dedicou homenagens nas redes sociais a Paul Walker, que completou cinco anos de sua morte nesta sexta (30/11). Os colegas mais próximos do ator e de seu personagem na franquia lembraram com emoção da data. Vin Diesel, intérprete de Dominic Toretto nos filmes, foi sucinto com a palavra “sempre”, reforçando a imagem de que o amigo estaria sempre em seu coração. Jordana Brewster, que vive Mia Toretto, o par romântico de Walker na franquia, postou uma foto do ator e comentou: “Cinco anos sem você. Eu sinto sua falta. Te amo.” E Tyrese Gibson, que entrou na franquia como coadjuvante de Walker no segundo filme (o único sem Diesel), recordou com um vídeo, acrescentando: “Há cinco anos todos nós acordamos em um pesadelo. Acreditem, ainda é muito real para nós que o conhecíamos e o amávamos. Por favor, continuem a rezar pela família dele, especialmente sua filha, Meadow Walker”. Walker era muito parecido com seu personagem Brian O’Conner na saga “Velozes e Furiosos”. Amava velocidade e adrenalina, e morreu num acidente de carro, durante um período de folga das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”, em 30 de novembro de 2013. O filme foi completado com auxílio dos irmãos do ator, que serviram de dublês, e acabou se tornando um grande tributo a sua vida, emocionando fãs e batendo recordes de bilheteria. Mas enquanto Walker morreu na vida real, seu personagem continua vivo na franquia, tendo sido mencionado no filme mais recente, “Velozes e Furiosos 8”, lançado em 2017. Visualizar esta foto no Instagram. Always… Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 30 de Nov, 2018 às 2:52 PST Visualizar esta foto no Instagram. 5 years without you today. I miss you. I love you. Uma publicação compartilhada por jordanabrewster (@jordanabrewster) em 30 de Nov, 2018 às 6:48 PST Visualizar esta foto no Instagram. 5 years ago today we all woke up to a nightmare……. Believe me it’s still very real for all of us that knew him and loved him personally….. Something that would make you smile today…. His I am Paul Walker Documentary was just released today on itunes…… Please keep praying for the WALKER family especially his daughter @meadowwalker who’s one of the strongest most resilient angels out there!! Uma publicação compartilhada por TYRESE (@tyrese) em 30 de Nov, 2018 às 12:38 PST

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  • Etc

    Celebridades que morreram em 2016 ganham tributo no estilo da arte de Sgt. Pepper’s

    30 de dezembro de 2016 /

    Infelizmente, uma das montagens mais populares deste fim de ano é também uma das mais tristes, e um trabalho inacabado em constante atualização. O artista britânico Christhebarker criou um memorial para as celebridades mortas em 2016, no estilo da capa do disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, que se tornou viral. Mas desde que a primeira versão foi divulgada em novembro, ele não pára de atualizar a imagem (veja acima, três versões diferentes). Só nesta semana, foram acrescentadas mais duas personalidades: Carrie Fisher e Debbie Reynolds. São inúmeros rostos famosos, que incluem David Bowie, Prince, Gene Wilder, Alan Rickman, Muhammad Ali, Leonard Cohen, Anton Yelchin, George Kennedy, George Michael, Keith Emerson, Greg Lake, Maurice White, Fidel Castro, o astronauta John Glenn, até o robô R2D2, que perdeu o engenheiro que o criou e seu intérprete original, a boneca da Lady Penélope, em referência à sua criadora, Sylvia Anderson, e o logotipo do time da Chapecoense. Também há alusões a outros fatos marcantes do ano, como o Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, a eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos e o Samsung Galaxy Note 7, recolhido pela fábrica por suas “qualidades” explosivas. Fã de Motörhead, ele ainda incluiu a imagem de Lemmy, que morreu na última semana de dezembro de 2015. Confira abaixo um dos primeiros guias das referências da produção, que acabou ficando desatualizado.

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  • Música

    100 anos de Frank Sinatra: As 10 melhores músicas que ele cantou no cinema

    12 de dezembro de 2015 /

    O centenário de Frank Sinatra, que se comemora neste sábado (12/12), é uma ótima oportunidade para relembrar os clássicos eternizados pela famosa The Voice – a original – em alguns de seus melhores filmes musicais. Sinatra foi um dos primeiros cantores a virar ídolo dos cinemas, com algo que Al Jolson e Bing Crosby, por exemplo, nunca tiveram: sex appeal. Basta ver as cenas em que ele aparecia contracenando com Grace Kelly, Rita Hayworth e Shelley Winters para perceber suas intenções. Suas letras não eram para garotas tímidas, falando de amor sem muitos rodeios. Quase uma década antes dos Beatles cantaram que queriam pegar na mão, ele já ensinava a “amá-las de manhã, beijá-las toda a noite e hmm enchê-las de amor”. A Sinatramania também precedeu a Beatlemania ao mudar o público da música popular. Até então voltados para adultos, os discos entraram nos quartos das bobby soxers (adolescentes que predataram os “teenagers”) após Sinatra seduzi-las sua voz e com as capas de compactos impressas com seus olhos azuis. Sua fórmula de sucesso com filmes musicais também foi seguida por Elvis Presley. Mas enquanto o roqueiro jamais foi levado a sério como ator, Sinatra venceu um Oscar, como Melhor Ator Coadjuvante por “Assim Caminha a Humanidade” (1953), produção que marcou a segunda fase de sua carreira, quando conquistou de vez a crítica. Dois anos depois, ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Ator pelo trabalho excepcional de “O Homem do Braço de Ouro” (1955), em que viveu um viciado. Nestes dois clássicos, não cantou nenhuma canção. Mas, claro, ele cantou muito no cinema, inclusive alguns de seus maiores sucessos. As cenas abaixo fazem parte dos musicais mais famosos de sua carreira, após as aparições iniciais como cantor da big band de Tommy Dorsey e dos duetos como coadjuvante de Gene Kelly. Em ordem cronológica: “Ao Compasso da Vida” (1951), “Corações Enamorados” (1954), “Armadilha Amorosa” (1955), “Alta Sociedade” (1956), “Chorei Por Você” (1957), “Meus Dois Carinhos” (1957), “Os Viúvos Também Sonham” (1959), no qual cantou “High Hopes”, consagrada com o Oscar de Melhor Canção Original, fechando com “Can-Can” (1960), último dos grandes musicais de Sinatra. De “All of Me” a “Let’s Do It”.

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