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  • Etc,  Filme

    Charlbi Dean, atriz do filme vencedor da Palma de Ouro 2022, morre aos 32 anos

    30 de agosto de 2022 /

    A atriz e modelo sul-africana Charlbi Dean, estrela do filme “Triangle of Sadness”, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, morreu na segunda-feira (29/8), vítima de um mal súbito. Ela tinha 32 anos. Nascida em 5 de janeiro de 1990, na Cidade do Cabo, Dean começou a sua carreira como modelo, aparecendo nas revista GQ (em dezembro de 2008) e Elle (em julho de 2010). Sua estreia no cinema aconteceu em 2010, com uma participação na comédia “Spud”, sobre um garoto enviado para uma escola de elite na África do Sul da década de 1990, mesma época em que Nelson Mandela foi solto da prisão. Nos anos seguinte, ela fez participações em filmes feitos direto para o mercado de home vídeo, séries e até na continuação de “Spud”, lançada em 2013 com o título de “Spud 2: The Madness Continues”. Ela também participou do terror “Don’t Sleep” (2017) e do filme religioso “Entrevista com Deus” (2018). Seu nome ficou mais conhecido quando ela interpretou a vilã Syonide na série “Raio Negro” (Black Lightning). Porém, seu papel de maior destaque foi mesmo o derradeiro. Dirigido por Ruben Östlund (“The Square: A Arte da Discórdia”), “Triangle of Sadness” é uma sátira à futilidade dos super-ricos e acompanha modelos, influenciadores e oligarcas de todo o mundo à bordo de um cruzeiro de luxo que acaba naufragando. No filme, Dean interpreta a modelo Yaya, uma dos convidadas desse cruzeiro, contracenando com o americano Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”), o inglês Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), a filipina Dolly De Leon (“A Interrupção”), a luxemburguesa Sunnyi Melles (“Fassbinder: Ascensão e Queda de um Gênio”) e a escocesa Amanda Walker (“A Viagem”). “Triangle of Sadness” ainda será exibido no Festival de Toronto e no Festival de Nova York e ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Assista ao trailer de “Triangle of Sadness”.

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  • Filme

    Trailer do filme vencedor do Festival de Cannes 2022 satiriza super-ricos

    9 de agosto de 2022 /

    A Neon divulgou os pôsteres e o trailer de “Triangle of Sadness”, comédia que venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2022. A prévia destaca os elementos satíricos da produção, que debocha da futilidade dos super-ricos. A trama acompanha modelos, influenciadores e oligarcas de todo o mundo num cruzeiro de luxo, que acaba naufragando. E destaca em seu elenco o americano Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”), o inglês Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), a filipina Dolly De Leon (“A Interrupção”), a luxemburguesa Sunnyi Melles (“Fassbinder: Ascensão e Queda de um Gênio”), a escocesa Amanda Walker (“A Viagem”) e a sul-africana Charlbi Dean (“Raio Negro”/Black Lightining). “Triangle of Sadness” rendeu a segunda Palma de Ouro para o diretor sueco Ruben Östlund, que em 2017 venceu o festival francês com outra crítica social, “The Square: A Arte da Discórdia”, voltada ao mundo das artes. Também é o primeiro filme falado em inglês do cineasta, que já teve um de seus longas, “Força Maior” (2014), refilmado para o público americano em 2020. A estreia vai acontecer em 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil

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  • Filme

    Filme que satiriza super-ricos vence Festival de Cannes

    28 de maio de 2022 /

    O filme “Triangle of Sadness”, do diretor sueco Ruben Ostlund, foi o vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2022. A produção agradou por usar humor ácido para ridicularizar os super-ricos. A trama acompanha modelos, influenciadores e oligarcas num cruzeiro de luxo, que acaba naufragando. E destaca em seu elenco o americano Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”), o inglês Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”) e a sul-africana Charlbi Dean (“Raio Negro”/Black Lightining). Foi a segunda Palma de Ouro de Ostlund, que em 2017 venceu o festival francês com outra crítica social, “The Square: A Arte da Discórdia”, voltada ao mundo das artes. A premiação deste sábado (28/5) também chamou atenção pelos dois empates alcançados entre os filmes vencedores do Grand Prix e o Prêmio do Júri, tradicionalmente considerados o 2º e o 3º lugar da competição. O drama erótico e político “Stars at Noon”, da francesa Claire Denis (“Minha Terra, África”), e a história de amadurecimento de “To Close”, do diretor belga Lukas Dhont (“Girl”), levaram o Grande Prêmio do Júri, enquanto a jornada de um burro apresentada em “EO”, do polonês Jerzy Skolimowski (“Matança Necessária”), e o retrato do conservadorismo heterossexual de “The Eight Mountains”, do casal belga Charlotte Vandermeersch e Felix Van Groeningen (“Alabama Monroe”), empataram no Prêmio do Júri. O cineasta sul-coreano Park Chan-Wook (“Oldboy”) levou o prêmio de Melhor Direção por “Decision do Leave” e o sueco Tarik Saeh (“Metropia”) ficou com a honraria de Melhor Roteiro por “Boy from Heaven”. Já os troféus de interpretação ficaram com a iraniana Zar Amir Ebrahimi (“Teheran Tabu”), do filme “Holy Spider”, e o veterano sul-coreano Song Kang Ho (o pai de “Parasita”), por “Broker”, novo drama do japonês Hirokazu Koreeda (“Assunto de Família”). Para completar, a Câmera de Ouro, destinada ao melhor trabalho estreante de todo o festival, ficou com as americanas Riley Keough e Gina Gammell por “War Pony”. O filme sobre adolescentes numa reserva indígena dos EUA foi o primeiro longa das duas, mas Riley Keough já tem uma longa carreira como atriz. A neta de Elvis Presley estrelou sucessos como “Magic Mike”, “Mad Max: Estrada da Fúria”, “Docinho da América” e “Zola”. Encabeçado pelo ator francês Vincent Lindon, o júri ainda fez a entrega de um prêmio especial pelos 75 anos do festival, destinado aos irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne, vencedores de duas Palmas de Ouro (por “Rosetta” e “O Filho”) e vários outros troféus do evento francês Para completar, o cinema brasileiro, presente nesta edição de Cannes apenas com a exibição da versão restaurada de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, acabou contemplado, por meio do projeto de “O Casamento”, de Maíra Bühler, com o fundo Hubert Bals, que ajuda produções cinematográficas a saírem do papel.

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