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    Dead 7: Backstreet Boys e ‘N Sync enfrentam zumbis em trailer de telefilme trash

    18 de março de 2016 /

    O canal pago americano SyFy divulgou o pôster e o trailer de “Dead 7”, seu próximo telefilme trash, que ressuscita as boy bands dos anos 1990 para enfrentar zumbis numa cidadezinha do Oeste atual. Integrantes do Backstreet Boys e ‘N Sync (menos, claro, Justin Timberlake) se juntam a sobreviventes do 98 Degrees e O-Town no faroeste zumbi, que foi escrito por ninguém menos que Nick Carter, o loirinho do Backstreet Boys. Além deles, o elenco do faroeste zumbi conta com Jon Secada como xerife e as “mocinhas” Carrie Keagan, que é sobrinha de Willie Nelson, Chloe Rose Lattanzi, filha de Olivia Newton-John, e Lauren Kitt Carter, mulher de Nick. A direção é de Danny Roew, que comandava o “Big Brother” americano, e a produção é da Asylum, empresa responsável pela franquia trash “Sharknardo” e a série de zumbis “Z Nation”. A piada será exibida no dia 1 de abril nos EUA.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Vilmos Zsigmond (1930 – 2016)

    3 de janeiro de 2016 /

    Morreu o diretor de fotografia Vilmos Zsigmond, vencedor do Oscar por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1978) e eleito um dos 10 cinematógrafos mais influentes de Hollywood, em pesquisa recente do sindicato da categoria. Ele faleceu no domingo (3/1) aos 85 anos, de causa não revelada. Vilmos nasceu em Szeged, na Hungria, em 16 de junho de 1930, filho de um jogador de futebol, e estudou cinema em Budapeste durante o período de turbulência política do país. Ao lado do colega de aula László Kovács, ele registou os eventos da revolução húngara de 1956, primeira rebelião realizada contra a União Soviética, que foi duramente reprimida. Como resultado, os dois precisaram fugir para a Áustria, de onde embarcaram para os EUA, dispostos a fazer história em Hollywood. Esta aventura, por sinal, foi narrada num documentário, “No Subtitles Necessary: Laszlo & Vilmos”, produzido pelo canal educativo americano PBS em 2009. Ele se naturalizou americano em 1962 e adotou o pseudônimo de William Zsigmond, passando a trabalhar como assistente de câmera e iluminação em diversas produções “psicotrônicas” (além do trash). Seus primeiros créditos incluem o filme de rock “Wild Guitar” (1962) e o terror “The Incredibly Strange Creatures Who Stopped Living and Became Mixed-Up Zombies!!?” (1964), ambos dirigidos por Ray Dennis Steckler, um dos piores cineastas que já existiram. O filme dos zumbis, por sinal, tornou-se cultuadíssimo pela precariedade, consagrando-se como um clássico do cinema trash. “William” foi promovido a cinematógrafo no terror “Tara Diabólica” (1963) e continuou acumulando filmes de classe Z em sua filmografia, como “Passagem para o Futuro” (1964), “Psycho a Go-Go” (1965), “Mondo Mod” (1967), “Sádicos de Satã” (1969) e “O Horror do Monstro Sangrento” (1970), nos quais trabalhou com alguns dos diretores mais lamentáveis do cinema americano. A experiência em filmes de baixo orçamento o levou ao cinema independente, que começava a experimentar surto de criatividade no final dos anos 1960. Para trabalhar nos dramas “The Picasso Summer” (1969), “Céu Vermelho ao Amanhecer” (1971) e no western “Pistoleiro Sem Destino” (1971), dirigido e estrelado por Peter Fonda, ele voltou ao nome de batismo, e começou a ser reconhecido pela qualidade de sua fotografia. Os bons resultados o aproximaram de Robert Altman, que o contratou para fotografar a comédia western “Onde os Homens São Homens”. Vilmos se consagrou ao decidir filmar do filme com iluminação natural, explorando o ar livre e os lampiões da época. As críticas positivas animaram Altman a continuar a parceria no drama “Imagens” (1972) e no noir “Um Perigoso Adeus” (1973), que evidenciaram um cinematógrafo bem diferente daquele “William” que fazia horrores baratos, mostrando um mestre da fotografia, com grande apuro estético. Mas a reviravolta definitiva se deu com uma produção não tão distante de seu filão tradicional. Vilmos registrou seu primeiro clássico entre corredeiras e montanhas, filmando ao ar livre as imagens de tensão de “Amargo Pesadelo” (1972). O filme de John Boorman marcou época pelas cenas chocantes e clima de terror rural, a ponto de inaugurar um subgênero de horror, povoado por caipiras maníacos – a semente que germinaria “O Massacre da Serra Elétrica”, dois anos depois. Os diretores da “Nova Hollywood” se encantaram com o filme, recrutando Vilmos para voos mais ousados, entre eles o jovem Steven Spielberg, para quem o húngaro filmou “Louca Escapada” (1974) e “Contatos Imediados do Terceiro Grau” (1977), Jerry Schatzberg, com quem rodou “O Espantalho” (1973) e “Doce Vingança” (1976), Brian De Palma, seu parceiro em “Trágica Obsessão” (1976), no cultuado “Um Tiro na Noite” (1981), “A Fogueira das Vaidades” (1990) e em “Dália Negra” (2006), Michael Cimino, com quem realizou o clássico “O Franco Atirador” (1978) e “O Portal do Paraíso” (1980), e Mark Rydell, com “Licença Para Amar Até a Meia-Noite” (1973), “A Rosa” (1979), “O Rio do Desespero” (1984) e “Intersection” (1994). A vitória no Oscar por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” legitimou sua trajetória, após tantos filmes B de efeitos trágicos, com uma fotografia realista de alienígenas e naves espaciais, que não só deram credibilidade ao filme, mas também ao próprio Spielberg, que a partir daí se firmou como um dos principais cineastas do gênero sci-fi. Vilmos voltou a ser indicado ao Oscar pelas imagens impactantes de “O Franco Atirador”, que também fez muitos chamarem Michael Cimino de gênio, antes dele se tornar esquecido por filmes sem o mesmo cinematógrafo. A Academia também o indicou por “O Rio do Desespero”, mas só voltou a referenciar seu trabalho 20 anos depois, pela recriação noir de “Dália Negra”, no qual retomou a antiga parceria com Brian De Palma. Com “Fronteira da Violência (1982), de Tony Richardson, e “As Bruxas de Eastwick” (1987), de George Miller, ele firmou uma duradoura amizade com o ator Jack Nicholson, que o levou a fotografar “A Chave do Enigma” (1990), continuação de “Chinatown” (1974) que o próprio astro dirigiu. Os dois ainda voltaram a trabalhar juntos em “Acerto Final” (1995), sob direção de Sean Penn. Mas o principal parceiro do final de sua filmografia foi outro integrante da “New Hollywood” com quem demorou a se encontrar: Woody Allen. Para o cineasta nova-iorquino, o húngaro filmou “Melinda e Melinda” (2004), “O Sonho de Cassandra” (2007) e “Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos” (2010). Ao longo da carreira, Vilmos só dirigiu um filme, “The Long Shadow” (1992), drama estrelado por Liv Ullmann e Michael York, mas apareceu diante das câmeras em dois longas que fotografou: como figurante no western “Maverick” (1994) e na cinebiografia “Louis” (2010) – neste, inclusive, em papel autorreferente, como “cineasta húngaro”. E embora tenha produzido pouco para a televisão, venceu um Emmy de Melhor Fotografia pelo telefilme “Stalin” (1992) e ainda foi indicado a outro pela minissérie “As Brumas de Avalon” (2001). Seus últimos trabalhos, por sinal, foram como diretor de fotografia da série “Projeto Mindy”, gravando 24 episódios, entre 2012 e 2014.

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  • Filme

    Josh Hutcherson será dirigido por James Franco na recriação de um dos piores filmes de todos os tempos

    12 de dezembro de 2015 /

    O ator Josh Hutcherson (franquia “Jogos Vorazes”) vai participar do longa sobre os bastidores de um dos piores filmes de todos os tempos, o cultuado “The Room” (2003). A informação é do site Variety. Hutcherson vai se juntar a Zac Efron (“Vizinhos”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Dave Franco (“Vizinhos”), Alison Brie (“O Durão”), Kate Upton (“Mulheres ao Ataque”) e Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”) na produção, que será dirigida e protagonizada por James Franco. (“A Entrevista”). Intitulado “The Disaster Artist”, o filme vai contar a história das filmagens do “Cidadão Kane dos filmes ruins”. “The Room” foi produzido, escrito, dirigido e estrelado pelo megalomaníaco Tommy Wiseau e conta a história de um triângulo amoroso formado por seu personagem, sua namorada (Juliette Danielle, de “Dead Kansas”) e seu melhor amigo (Greg Sestero, de “Alien Presence”). A trama vai se basear no livro “The Disaster Artist: My Life Inside The Room, the Greatest Bad Movie Ever Made”, escrito pelo ator da tragédia – quer dizer, romance – , Greg Sestero, que revela as estranhas condições em que o filme foi rodado. O fascínio de Franco pelo tema é tanto que ele escreveu a crítica do livro de Sestero para a revista Vice em 2013. Em seu artigo, ele disse que se identifica com a figura de Wiseou e comparou “The Room” com o indie “Boogie Nights: Prazer Sem Limites” (1997) e até com o clássico “Crepúsculo dos Deuses” (1950). Em “The Disaster Artist”, Franco interpreta Wiseau e seu irmão, Dave Franco, Sestero. O astro ainda produzirá o longa com o ator Seth Rogen e Evan Goldberg (todos de “É o Fim”), completando assim todas as funções exercidas por Wiseau em seu clássico. O roteiro foi escrito pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”, “Cidades de Papel”) e as filmagens já começaram, visando uma estreia no final de 2016.

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  • Série

    Série Z Nation é renovada para sua 3ª temporada

    16 de novembro de 2015 /

    O canal pago americano Syfy renovou “Z Nation”, série trash de zumbis, para sua 3ª temporada. Bem diferente de “The Walking Dead”, a atração gira em torno de um grupo encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles, que encontram, pelo caminho, todo o tipo de variação zumbi possível, desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendem uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, a versão zumbi de George R.R. Martin (sério, mas não sério) e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora Asylum é a mesma da franquia “Sharknado”. A série foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) e o elenco é formado por DJ Qualls (série “Sobrenatural”), Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Keith Allan (“Noite dos Zumbis”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), Anastasia Baranova (“A Brasileira”), Matt Cedeño (série “Devious Maids”) e o estreante Nat Zan. Atualmente no terço final de sua 2ª temporada, “Z Nation” voltará com novos episódios em 2016.

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