Stardust: Filme não autorizado sobre David Bowie ganha trailer
A IFC Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Stardust”, cinebiografia indie e não autorizada (pela família) de David Bowie. Os fãs do cantor podem apreciar o fato de a prévia ser bem melhor que as impressões iniciais sugeriam. Mas a verdade é que as (ainda poucas) primeiras críticas, geradas durante a passagem do filme por festivais, são negativas. O projeto foi desenvolvido pelo obscuro roteirista Christopher Bell (“Os Últimos Czares”) e o diretor indie Gabriel Range (“A Morte de George W. Bush”) e enfrentou vários entraves, a começar pelas diferenças físicas entre o ator Johnny Flynn (“Emma.”) e o cinebiografado, além da falta de bênção da família de Bowie e a proibição de usar as músicas do cantor. A ausência de músicas é frustrante, mas o recorte oferecido pela produção pode agradar aos fãs mais geeks de Bowie, apesar de ser uma gênese musical sem o som que a acompanhou. A trama se concentra na viagem do artista inglês aos EUA em 1971, quando sua carreira estava estagnada e ninguém se interessava por sua música na gravadora Mercury, exceto um executivo americano, que tenta sacudi-lo com essa excursão promocional. Foi nessa viagem que Bowie conheceu Lou Reed e encontrou inspiração para virar alienígena, transformando-se em Ziggy Stardust e estourando mundialmente. O título do filme, inclusive, refere-se ao personagem que ele criou no período O roteiro justifica a falta de músicas com um problema no visto do cantor, que embarcou para os EUA como turista e para dar entrevistas, não para fazer shows. O elenco também conta com Marc Maron (“GLOW”) como o executivo que apostou no sucesso de Bowie e Jena Malone (“Jogos Vorazes”) na pele de Angela Bowie, mulher do roqueiro na época – e inspiração da música “Angie”, dos Rolling Stones. A estreia comercial está marcada para 25 de novembro em circuito limitado e PVOD (premium video on demand) nos EUA. Não há previsão para o lançamento no Brasil.
Filme apocalíptico com Gerard Butler e Morena Baccarin ganha novo trailer nacional
A Diamond Films divulgou um novo trailer de “Greenland”, filme de catástrofe apocalíptica que por aqui vai se chamar “Destruição Final – O Último Refúgio”. Disponibilizada em versões dublada e legendada, a prévia destaca que o filme será distribuído nos cinemas no Brasil, após a produtora original, STX Films, trocar esses planos por uma exibição exclusiva em streaming nos EUA. O filme acompanha a explosão de um cometa na atmosfera da Terra, que pode extinguir toda a vida no planeta, e a corrida que se segue em busca de abrigo no meio do caos. Os atores Gerard Butler (“Invasão a Casa Branca”) e Morena Baccarin (“Deadpool”) vivem o casal protagonista, que enfrenta o pânico coletivo e busca sobreviver com o filho pequeno (Roger Dale Floyd, de “Doutor Sono”), apostando tudo numa viagem para a Groenlândia (a Greenland do título americano), onde militares supostamente têm bunkers secretos. O elenco também inclui Scott Glenn (“Demolidor”), David Denman (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Claire Bronson (“Mr. Mercedes”). O filme foi escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), e dirigido pelo ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente filmou Butler em “Invasão ao Serviço Secreto”. A estreia encontra-se atualmente marcada para 19 de novembro no Brasil, um mês antes do lançamento em streaming nos EUA.
Tudo Bem no Natal que Vem: Estreia de Leandro Hassum na Netflix ganha trailer
A Netflix divulgou as fotos, o pôster e o trailer de “Tudo Bem no Natal que Vem”, longa que marca a estreia de Leandro Hassum na plataforma. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes. A estreia está marcada para 3 de dezembro e compõe a programação de Natal mais longa de todos os tempos, ao lado de pelo menos mais uma dezena de produções, que começam a ser exibidas já em novembro na Netflix.
Trailer do final da trilogia Skyline leva ação para planeta alienígena
A Vertical Entertainment divulgou o trailer de “Skylin3s”, final de uma trilogia sci-fi iniciada por “Skyline – A Invasão”, em 2010. A prévia destaca os novos personagens e a mudança de perspectiva da trama, que desta vez transforma os terráqueos em invasores e leva a guerra para o planeta dos alienígenas. Escrito e dirigido por Liam O’Donnell, que foi roteirista do longa original e da continuação de 2017, “Skyline: Além do Horizonte”, o capítulo final destaca em seu elenco Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Rhona Mitra (a Mercy Graves de “Supergirl”) e Alexander Siddig (o Ra’s al Ghul de “Gotham”). A estreia está marcada para 18 de dezembro em VOD nos EUA.
Astro de The Walking Dead pode se tornar primeiro ator asiático indicado ao Oscar
O ator sul-coreano Steven Yeun, mais conhecido como o Glenn de “The Walking Dead”, pode se tornar o primeiro asiático indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator. O estúdio indie A24 revelou que pretende lançar uma campanha pela indicação de Yeun por seu desempenho no drama “Minari”, que venceu o Festival de Sundance deste ano. Junto com Yeun, o estúdio vai destacar o trabalho de Han Ye-ri na categoria de Melhor Atriz e de seus colegas de elenco, Alan S. Kim, Will Patton e Youn Yuh-Jung, nas categorias de Coadjuvantes. A falta de representação asiática nas categorias de atuação tem sido uma das lacunas mais gritantes na longa história da Academia. Se qualquer um dos atores de “Minari” for nomeado, será a primeira vez que a Academia indicará um coreano em uma categoria de atuação, apesar da vitória de “Parasita” no Oscar deste ano. No filme dirigido por Lee Isaac Chung, Yeun interpreta Jacob, um pai sul-coreano que traz sua família para os EUA, iniciando uma fazenda na década de 1980. Sua luta para vencer os obstáculos comoveu o público e o júri de Sundance, que premiaram duplamente o longa. Mas não é de hoje que Yeun vem chamando a atenção dos festivais. Ele já tinha marcado presença em “Em Chamas”, produção sul-coreana premiada no Festival de Cannes de 2018. Ainda sem previsão de estreia comercial, “Minari” tem 100% de aprovação, em críticas publicadas durante sua passagem por festivais e apuradas pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer emocionante da produção.
Sarah Paulson vive mãe psicopata em trailer de suspense
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Run” (que deve levar o título de “Mamãe” no Brasil). A prévia ilustra a premissa da produção, que explora como o amor materno pode virar uma ameaça para os filhos. O filme traz Sarah Paulson (“Ratched”) como uma mãe amorosa, que se dedica a cuidar da filha adolescente confinada numa cadeira de rodas, enquanto garante que isso não é fardo algum. Mas as aparências são enganosas, como sua filha começa a descobrir, ao perceber pistas de que pode ter se tornado prisioneira de uma mãe psicopata. Escrito e dirigido por Aneesh Chaganty, responsável pelo inovador suspense “Buscando…” (2018), a produção também destaca a estreante Kiera Allen no papel da filha. A estreia está marcada para 20 de novembro em streaming nos EUA.
Soul: Trailer dublado reforça que novo desenho da Pixar é exclusivo da Disney+ (Disney Plus)
A Disney divulgou um novo pôster nacional e o trailer dublado em português de “Soul” para ressaltar que a nova animação da Pixar será lançada com exclusividade na sua plataforma de streaming durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser exibida em festivais de cinema a, por isso, recebeu as primeiras críticas. E elas somam 100% de aprovação no Rotten Tomatoes com elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforçou a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a válvula de escape financeiro da companhia, e lançamentos exclusivos de peso fortalecem essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o Disney+ (Disney Plus) chegará ao país em 17 de novembro.
Guy Pearce vive picareta que enganou nazistas em trailer de drama de época
A Sony Pictures divulgou um novo trailer de “The Last Vermeer”, adaptação do best-seller “The Man Who Made Vermeers”, de Jonathan Lopez, que tem roteiro dos criadores da série “The Expanse”, Mark Fergus e Hawk Ostby. Na produção, Guy Pearce (“Duas Rainhas”) interpreta o pintor e falsificador de arte holandês Han van Meegeren, que dava festas para vender tesouros de arte holandeses a Hermann Goring e outros nazistas imponentes. Ao fim da guerra, ele é investigado sob a acusação de ser um colaborador nazista que redistribuiu arte roubada. Só que a verdade pode ser bem diferente, mostrando que ele pode ter sido um anti-herói ousado, que enganou os líderes do 3º Reich com obras-primas falsificadas, entre elas a que dá título à produção, uma suposta última obra do pintor do século 17 Johannes Vermeer. Por conta disso, o oficial responsável pela investigação, vivido por Claes Bang (o Drácula da Netflix), não sabe o que pensar de van Meegeren, até decidir, contra todas as evidências, que ele é inocente dos crimes, agindo para protegê-lo de inescrupulosos com interesses escusos. O elenco também destaca Vicky Krieps (“Trama Fantasma”) e August Diehl (“Bastardos Inglórios”). O filme marca a estreia na direção de Dan Friedkin, produtor de filmes aclamados, como “The Square: A Arte da Discórdia”, que venceu o Festival de Cannes de 2017 (e também foi estrelado por Bang), “Todo o Dinheiro do Mundo”, “O Retorno de Ben” e “A Mula”. Exibido no Festival de Toronto do ano passado, “The Last Vermeer” tinha estreia marcada para 22 de maio nos EUA, mas a pandemia adiou o lançamento para 20 de novembro. O filme ainda não tem previsão para chegar no Brasil.
Margot Robbie é criminosa procurada em trailer de drama de época
A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Dreamland”, romance criminal de época estrelado por Margot Robbie (a Arlequina de “Aves de Rapina”). Na prévia, Robbie aparece como uma criminosa em fuga da polícia pelo interior rural dos EUA durante os anos 1930, era da Grande Depressão e dos gângsteres americanos. A produção também destaca Finn Cole (o Michael de “Peaky Blinders”) como um jovem que sonha escapar de sua pequena cidade no Texas. Quando ele encontra o personagem de Robbie ferida em sua fazenda, fica dividido entre reivindicar a valiosa recompensa por seu paradeiro e sua crescente atração por ela. “Dreamland” tem direção de Miles Joris-Peyrafitte, que venceu um prêmio especial do Festival de Sundance por sua estreia indie, “Como Você É” (2016), e o elenco ainda inclui Travis Fimmel (“Vikings”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Kerry Condon (“Better Call Saul”), a menina Darby Camp (“Big Little Lies”) e a voz de Lola Kirke (“Mistress America”). Exibido no Festival de Tribeca do ano passado, o filme conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e tem sua estreia comercial marcada para 13 de novembro em circuito limitado nos EUA, quatro dias antes de sair para locação digital em Premium VOD.
Relatos do Mundo: Western com Tom Hanks ganha trailer legendado
A Universal divulgou o pôster e o trailer legendado de “Relatos do Mundo” (News of the World), western estrelado pelo veterano ator Tom Hanks (“Forrest Gump”). A prévia destaca a determinação do personagem de Hanks para levar uma menina sobrevivente de um ataque indígena de volta a sua família, em meio ao terreno árido e repleto de maus-caracteres do Oeste Selvagem, enquanto cumpre sua missão original de levar notícias da imprensa para os confins daquele mundo. A trama se passa no período pós-Guerra Civil Americana e acompanha o Capitão Jefferson Kyle Kidd, que viaja anunciando as notícias da época, de cidade em cidade, num país em que a imprensa ainda engatinhava. Por sua profissão itinerante, ele aceita o compromisso de levar uma garotinha órfã de 10 anos pelas trilhas selvagens do Velho Oeste para entregá-la a seus parentes. Mas essa missão é posta à prova conforme os dois desenvolvem laços de amizade e ele descobre que os parentes da menina não só não a querem como tem planos perversos para ela. Além de estrelar, Hanks é coprodutor do filme, que marca sua segunda parceria com o cineasta Paul Greengrass. Os dois já tinham colaborado no premiado thriller “Capitão Phillips”, lançado em 2013. O roteiro é de Luke Davies (“Lion”) e adapta o best-seller homônimo de Paulette Jiles, com participação ainda de Elizabeth Marvel (“Homeland”), Mare Winningham (“The Outsider”), Neil Sandilands (“The Flash”), Chukwudi Iwuji (“Olhos que Condenam”), Thomas Francis Murphy (“The Walking Dead”) e a jovem alemã Helena Zengel (“Transtorno Explosivo”) como a menina sob os cuidados do Capitão. A estreia está marcada para o Natal nos EUA e um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.
Borat grava vídeo para o Brasil, “terra da parada de bumbuns”
O comediante Sacha Baron Cohen gravou um vídeo “hello Brazil” curto em que fala duas frases em português – “Tudo bem?” e “Tudo bom” – para promover o lançamento de “Borat 2” na Amazon Prime Video Brasil. A principal piada do vídeo, porém, aparece escrita em inglês: quando a bandeira brasileira surge na tela, uma legenda identificando o Brasil como “a terra da parada de bumbuns” – uma referência politicamente incorreta ao carnaval. A legenda do vídeo cita a piada. “O Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras”. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” se valeu do fato de Cohen não ser tão conhecido para se tornar o filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações a situações tão inesperadas quanto ridículas. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita. A produção estreia nesta sexta (23/10), mas já está nos trending topics do Twitter devido a uma cena polêmica, envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais. O #Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras. 🇰🇿🇧🇷 pic.twitter.com/rFC2EvIqWU — PrimeVideoBR (@PrimeVideoBR) October 22, 2020
Rosa e Momo: Trailer destaca volta da lendária Sophia Loren
A Netflix divulgou o pôster, 36 fotos e o trailer legendado de “Rosa e Momo” (La Vita Davanti a Sé), que destaca a volta da lendária atriz Sophia Loren, aos 86 anos, após uma década afastada das telas. A grande dama do cinema italiano não filmava desde o musical “Nine” (2009) e um telefilme de 2010 (“La Mia Casa è Piena di Specchi”), baseado numa obra de sua irmã. Perguntada se tinha abandonado a aposentadoria, a estrela dos clássicos “Duas Mulheres” (1960), “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963), “Matrimônio à Italiana” (1964), “Arabesque” (1966) e “Um Dia Muito Especial” (1977) disse que nunca chegou a se aposentar, apenas não tinha bons papéis que a fizessem querer interpretar. Ela vive a Rosa do título em português, uma sobrevivente do Holocausto que mantém uma creche em sua casa e encara o desafio de acolher Momo (Ibrahima Gueye), um menino de rua que a assaltou. Tudo o que o menino conhece é o mundo do crime, até encontrar o afeto da mulher sofrida e ver a chance de pertencer a um lar pouco convencional. O filme é baseado no best-seller do escritor francês Romain Gary (1914–1980), autor de muitos romances adaptados pelo cinema, como “Raízes do Céu” (1958), “Promessa ao Amanhecer” (1970), “Um Homem, uma Mulher, uma Noite” (1979) e “Cão Branco” (1982). A própria história de “Rosa e Momo” já tinha sido filmada anteriormente, em 1977, com o título brasileiro de “Madame Rosa – A Vida à Sua Frente”, trazendo outra grande atriz no papel principal: Simone Signoret (“As Diabólicas”). A nova versão foi adaptada pelo cineasta Edoardo Ponti (“Desejo de Liberdade”) e estreia em 13 de novembro em streaming.
Mank: Filme sobre bastidores de Cidadão Kane ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Mank”, primeiro filme dirigido por David Fincher desde “Garota Exemplar”, há seis anos. Em preto e branco, a prévia recria a era de ouro de Hollywood com personagens e visual de época, incluindo cenas que recriam o clássico “Cidadão Kane”. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. A presença de Louis B. Mayer significa que o filme deve contar como o poderoso produtor ofereceu uma fortuna para que a RKO Pictures queimasse os negativos e nunca lançasse “Cidadão Kane”. Esta é apenas uma das lendas em torno do clássico de Welles, por décadas considerado o melhor filme de todos os tempos. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. “Mank” é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. O filme também fortalece os laços do cineasta com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”. A estreia de “Mank” está marcada para 4 de dezembro.












