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  • Domingos Montagner
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    Ator Domingos Montagner sumiu no rio São Francisco

    15 de setembro de 2016 /

    O ator Domingos Montagner, que interpreta o personagem Santo na novela “Velho Chico”, da Globo, e está nos cinemas na comédia “Um Namorado para Minha Mulher”, sumiu no rio São Francisco. A polícia da cidade de Canindé de São Francisco, no Sergipe, iniciou a procura pelo artista na região na tarde desta quinta-feira (15/9). Segundo informações preliminares, o ator teria saído para tomar banho no rio São Francisco, em uma localidade chamada prainha de Canindé do São Francisco, no município de mesmo nome, e desapareceu. A polícia informou que o desaparecimento ocorreu por volta das 14h30 e mobiliza bombeiros, policiais e pescadores de Sergipe e Alagoas, já que o rio faz divisa entre os dois estados. “O local do desaparecimento foi o pior lugar para se tomar banho. Ali há um encontro das águas e formam-se redemoinhos. Realmente é onde o rio é mais complicado, há vários retornos da água”, contou ao UOL o soldado Carlos Santos, da PM de Sergipe,e que faz buscas no local. Domingos estava de folga das gravações e tinha ido almoçar na região com a colega Camila Pitanga, que foi quem fez o alerta. Um funcionário do restaurante Caçuá, bem próximo de onde os atores estavam, contou ao UOL que Camila e Domingos mergulharam até uma pedra e, quando o ator foi tentar nadar até uma outra pedra, que ficava mais distante, foi levado pela correnteza. “Primeiro achamos que era alguma gravação da novela. Só demos conta quando ouvimos os gritos de socorro da Camila. Ela estava chorando e desesperada. Provavelmente ela também faria o mesmo e tentaria nadar até a outra pedra. Logo depois, ela foi levada por uma lancha”, explicou ele, que esclareceu que uma área do rio é rasa, mas do outro lado da pedra é mais fundo e com fortes correntezas. Em comunicado oficial, a Globo informou que a atriz, ao notar que o colega não retornava, avisou a produção, que acionou a política e iniciou imediatamente as buscas. “Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região estão ajudando nas buscas, mas até o momento o ator continua desaparecido”, informou a emissora.

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  • Música

    Acidente que matou cantor e guitarrista do Lynyrd Skynyrd vai virar filme

    26 de junho de 2016 /

    O acidente aéreo da banda Lynyrd Skynyrd, que levou à morte o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, vai virar filme, informou o site da revista Entertainment Weekly. Intitulado “Freebird”, título de uma das canções mais populares da banda, o filme será baseado nas memórias do baterista Artimus Pyle, um dos sobreviventes da tragédia de 1977. “A história deste filme – a minha história – não é só sobre o acidente de avião, mas também a minha relação pessoal com o gênio que foi Ronnie Van Zant, a quem eu amava como irmão e de quem tenho saudades até hoje”, ele declarou. O Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. No auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou Van Zant, Steve e Cassie Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines, o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. O filme será uma produção independente, dirigido por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também vai assinar o roteiro em parceria com o baterista Artimus Pyle.

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  • Filme

    Colin Firth vai estrelar drama de tragédia naval do diretor de A Caça

    29 de maio de 2016 /

    O ator Colin Firth (“Kingsman – Serviço Secreto”) vai protagonizar o drama “Kursk”, próximo longa dirigido pelo dinamarquês Thomas Vintenberg (“A Caça”), informou o site da revista Variety. Baseado em uma história real, “Kursk” contará a tragédia do submarino nuclear homônimo, orgulho da Marinha da Rússia, que afundou no Mar de Barents, no Oceano Glacial Árctico, em agosto de 2000. Enquanto os 118 tripulantes da embarcação lutavam pela própria vida, suas famílias enfrentavam dificuldades para conseguir informações do governo russo. O roteiro do filme está a cargo de Robert Rodat (“O Resgate do Soldado Ryan”), que vai adaptar o livro “A Time to Die”, escrito por Robert Moore. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    USS Indianopolis: Nicolas Cage enfrenta tubarões em trailer de carnificina marítima

    7 de maio de 2016 /

    Blake Lively não será a única vítima de tubarão nos cinemas americanos em 2016. Nicolas Cage lidera um navio inteiro de petiscos no trailer de “USS Indianapolis: Men of Courage”, filme de desastre passado durante a 2ª Guerra Mundial. A prévia é cheia de idas e vindas, mostrando, inclusive, quem sobrevive para contar o drama, baseado em fatos verídicos. Fãs do gênero conhecem essa história de cor, narrada por Robert Shaw com detalhes vívidos no clássico “Tubarão” (1975). Mas é a primeira vez que ela é dramatizada no cinema. Na trama, Cage vive o Capitão Charles Butler McVay, que lidera o USS Indianapolis numa missão secreta: transportar partes da primeira bomba atômica em 1945. Entretanto, após cumprir sua tarefa, que levou milhões à morte em Hiroshima, um submarino japonês se vinga, torpedeando o navio. As cenas da prévia remetem, claro, a “Titanic”, mas o melhor fica para depois do naufrágio, quando os sobreviventes se veem cercados por tubarões, que lentamente arrancam partes de seus corpos, ao longo de cinco dias de carnificina no mar. Dos mais de mil tripulantes a bordo, apenas 317 sobreviveram. O elenco também inclui Tom Sizemore (“Falcão Negro em Perigo”), Thomas Jane (série “The Expanse”), Matt Lanter (série “90210”) e Cody Walker, o irmão de Paul Walker em seu primeiro papel creditado, após servir de dublê do irmão em “Velozes & Furiosos 7”. O roteiro foi escrito por Cam Cannon (produtor de “A Fúria”) e Richard Rionda Del Castro, dono do estúdio Hannibal Classics, que produz o longa. Mas o destaque é da direção de Mario Van Peebles (“New Jack City”), que dá ao filme a aparência de uma superprodução, mesmo com orçamento limitado.

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  • Etc

    Incêndio na Cinemateca Brasileira consumiu mil rolos de filmes e se alastra em polêmicas

    3 de fevereiro de 2016 /

    O balanço negativo do incêndio na Cinemateca Brasileira na madrugada desta quarta (3/2), em São Paulo, ainda vai demorar a ser completado, mas as chamas da polêmica mal começaram. Em nota, o Ministério da Cultura informou que o incêndio destruiu películas rodadas até a década de 1950, mas que teriam cópias. A afirmação foi contrariada pela entrevista coletiva de Olga Futemma, diretora da Cinemateca Brasileira. Segundo ela, um longa-metragem, cujo nome não foi divulgado, foi completamente perdido, além de filmes de cinejornais brasileiros da década de 1940. Olga Futemma também revelou que os filmes não tem seguro, porque as seguradoras não cobrem esse tipo de material autoinflamável. A diretora diz que a Cinemateca vai divulgar futuramente os nomes das obras que foram queimadas e que possuíam cópia ou não. Por sua vez, Maria Dora Mourão, presidente da Sociedade Amigos da Cinemateca, revelou, em entrevista ao jornal O Globo, que cerca de mil rolos de filmes foram destruídos, sendo que 80% deles eram cinejornais. Para ela, o incêndio foi um “desastre absoluto” e resultado de “anos de desmandos”. “Mesmo que esses filmes tenham cópias, ainda é uma grande perda porque a cópia original em nitrato é uma peça, é uma relíquia que precisa ser preservada”, ela lamentou. Maria Dora Mourão reclama da falta de inciativa do Ministério da Cultura desde que a parceria com a Sociedade Amigos da Cinemateca, que geria o funcionamento da Cinemateca, foi suspensa. A suspensão aconteceu há três anos por suspeita no gerenciamento de uma verba de R$ 100 milhões. E desde então, segundo ela, a Cinemateca ficou paralisada, sem avançar em projetos, com equipamentos de última geração parados e o laboratório de restauração (que era considerado pela Federação Internacional dos Arquivos de Filmes, FIAF, um dos três melhores do mundo) sem atividade. Departamentos importantes, como os responsáveis pela restauração e catalogação de obras, foram praticamente abandonados. Para Mourão, a falta de pessoal também fez com que o armazenamento do material de maior potencial inflamável tenha sido negligenciado. O incêndio desta madrugada foi o quarto da história da Cinemateca Brasileira. O primeiro ocorreu em 1957, quando a sede ainda ficava no centro, na Rua Sete de Abril. Outros incidentes ocorreram nos anos de 1969 e 1982. Por conta desse histórico, a câmara atingida, de número 3, foi construída conforme orientações técnicas para armazenar especificamente filmes em suporte de nitrato de celulose. “O prédio do depósito foi construído num local mais afastado da estrutura da Cinemateca, justamente pelo fato de o material ser inflamável”, disse o Ministério, em nota oficial. Localizada na Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo, a Cinemateca Brasileira é dona do maior acervo audiovisual da América Latina. São cerca de 30 mil títulos, entre obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares, entre obras nacionais e estrangeiras produzidas desde 1895. Um dos principais materiais do acervo é a coleção de imagens da extinta TV Tupi, a primeira emissora brasileira. Em 1985, a instituição herdou 180 mil rolos com reportagens veiculadas em telejornais do canal, além de fitas dos programas voltados ao entretenimento. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as causas do incêndio ainda serão investigadas.

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    Incêndio destrói depósito de filmes clássicos da Cinemateca Brasileira

    3 de fevereiro de 2016 /

    Um incêndio atingiu na madrugada desta quarta-feira um depósito de filmes da Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Segundo os bombeiros, as chamas destruíram parte do acervo da instituição, mas não há informações sobre o prejuízo total do incidente. Ninguém se feriu. A corporação foi acionada às 5h30 e oito viaturas participaram da ocorrência de combate ao fogo, que durou 30 minutos, e de rescaldo, que também durou 30 minutos. A Cinemateca Brasileira, que é vinculada à Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura, possui o maior acervo de filmes clássicos da América Latina, de acordo com o site oficial da instituição. São mais de 200 mil rolos de filmes, que correspondem a 30 mil títulos de obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários, programas da antiga TV Tupi e registros familiares, nacionais e estrangeiros, produzidos desde 1895. Segundo nota do Ministério da Cultura, o fogo atingiu a câmara 3 do depósito de filmes, local onde são armazenadas matrizes (originais) das produções audiovisuais, mas todo o material danificado tinha cópias. Os filmes estavam armazenados em um suporte de nitrato de celulose, que é altamente inflamável. O material é característico da produção cinematográfica brasileira anterior à década de 1950. Conforme orientações técnicas, o prédio do depósito foi construído num local mais afastado da estrutura da Cinemateca, justamente pelo fato de o material ser autoinflamável, e nenhuma outra construção foi atingidada. As causas do incêndio estão sendo investigadas pelo Corpo de Bombeiros. Em dezembro do ano passado, um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu da Língua Portuguesa, no centro de São Paulo, destruindo o telhado do prédio histórico que também abriga a Estação da Luz.

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